sexta-feira, 27 de junho de 2014

Vida Judia



Vou descrever o silêncio que há em mim
Alguém me escuta do outro lado desse vidro?
Há quem se escute
E quero dizer a a esses e a mim que a vida vale a pena
Enquanto voarmos por lugares inimagináveis
Sem asa de pena
O tempo em mais um clock diz dê-me um look
Mas siga a si e seus instintos
Que de tão distintos
Há os que os querem extintos
Mas o que os outros querem se metendo em sua vida
Essa vida que mesmo vivendo toda parece curta
Vá diz o dia
Vadio ao vazio
Eu em cio
Em cima do muro que segura e separa essa água
E pendura esse relógio que um dia irá se quebrar
Mas o tempo é esse ponteiro que aponta o dedo na tua cara
Lá dentro
E que no fundo é o destino
E é só seu
To tão tontão
Apertando o botão de help
SOS the time
Não sou um
Universo show sou
Nesse time é só nós a desatar
Ae que o não diz a si: Não
E o sim também faz assim, como não?
Afinal o sonho é o conjunto que se poe em oposição a sua atual posição
Que há entre o sim e o não
E só você e digo isso a mim mesmo
Só você que somos nós mesmos
Vamos até lá na hora do suspiro
Na prova final
Colar na prova uma trova
E não há nada mais que esse gelo em cima da mesa
Na mesma
Só você que somos
Irá voltar
Na chuva rala que nada apaga
Ascendo
Amuleto de Hamlet
Um cricket no chão clareia a pista toda
E o escuro conversa com o silêncio
Por que é assim
Não tem não
Quando é é




Nenhum comentário: