terça-feira, 22 de abril de 2014

Choque rosa ou WATTS VOLTA

Livre
Livre como o ar que adentra-me
Vejo
Olho para fora
Expiro
Um flash em luz clareia-me
Clareira
Quero deitar na relva selvagem
Um tigre a espreita está
Seu olhar rajado me metralha
A luz se divide em claros e escuros
O bom e o mal afinal
Uma crosta
Um fino mágico
A soma psicosoma-me
Não há fuga minha fofa
A pé ou de fuca
O destino me cutuca
Mesmo aqui na bituca
Ando sendo o mesmo
Decifrando-me em cifras que chifram
Traem
Não sei se a verdade está aqui ou em volta
Essa minha revolta
Que vai e entra e sai
De fato jogo fora cada segundo de meu mundo
Nesse momento imundo
Que não é nada mais do uma fração entre o passado e o futuro
É pelo furo no muro que tudo percebo

Mesmo o mais selvagem tem o medo que o preserva


Simple Human

Eu ando com algo engasgado
Mas passa reto
É que não há
Não tenho
Não quero nem saber de você
Saiba que o engasgado era eu
Mas o que engasgava era você
O que não mata fortalece
Ou vira câncer
Cansei de você em mim
E você não é alguém especificamente
Você que aqui digo
É você que não faz parte de mim
Inespecífico
Complicado é...
Mas no mundo que vejo e sinto
Existem pessoas tão vaidosas e incompetentes
Que são bem capazes de tornarem-se simples pedras em caminhos
Que dão trabalho para transpor
Mas são transpostas
A vida que é curta
Curto transpostar vocês seus bostas

Sei que no fundo de suas superficialidades sabem que jogam suas vidas insanas fora
A minha está aqui e para sempre serei assim
Se mil vidas tivesse
As mil já tenho e só eu sei

SOIS
SÓIS
A SÓS


domingo, 20 de abril de 2014

Rifle som o show




Sim eu também fui assim
Mas minha mente coloriu
E...de outras formas
Hoje colore essas nosssas dores
Naturalmente de mais cores
E em cada ai ou oi
O som de minha voz sai mais suave
Sae voando feito ave
Amaria
Ser assim como sou
Ou tento
Assim mesmo tento
Vou direto ao ouvido de quem quero
Por mais que um bek ou um kit modifique-me
Eu sou assim
Sim
A mim
Me reinventei
Ou ia morrer
TNT somos dinamites amantes
Olha minha cara careta dizendo pô
Por que não vem
A vida é um show não
São shows diários de perda e falta de controle
Nessa vida o equilíbrio está em ser o que pode-se
Rimado ao que quer-se
Olha o som de minha respiração já ta mudando
Cada teclado não mantém-me caladado
Fazido
Jazida
Jorro como porra pueril
Nasci nessa M de Brasil
Estou falando com meu domínio
Com domínio
E lágrimas são o que brotam brothers
Quero rifar meu rifle som
Blackout em mim a tanto sim
Por que o não se apresentou
E media a poucos alguns centímetros uns anos
Agora quer liquidar com meu ar de inspirar
Não vou pirar ao que posso controlar
Patrolar
Patrulhar
Meu lar com meu star
Não dá pra parar
Eu não
Eu não
Eu não sei
O que estou escrevendo
Me lato
Um cão estúpido atrás de um pneu de carro
Rodando
Rodo
Mas passo
Feito um cúpido acertando em mesmo
A questão é ficar em coroa o cara
O cara que diz sim ou não ao que quer
Eu não sei
Pareço uma piada de um pinto
Que nessa parada parece mais um mosquito
E dos do Humaítá
Só mais um vou ver se dá
É para ser franco que não estou mentindo
O que está acontecendo
Eu não sei
Minha mão quase pega essa lata
Mas minha cara não deixa o braço ir
Nem meus dedos
Meus deus do...
Meus dedos apontam em minha cara
A ida
O que talvez seja
Vida

Quem sabe?

Sobre morrer...
































O tempo passa pelo meu quarto
Aquele que não tenho
Estou tão longe
De mim mesmo de hoje mesmo
O tempo está aqui também
Falamos sobre chuvas e vidas
Caídas em si mesmo
Não adianta nisso não pensar
Olhe longe daqui
A esmo
E talvez verás
Que o que move
Mas o que move a gente mesmo
Não é dinheiro
Mas não vou ser eu
Vai ser você
Que vai dizer isso a si mesmo



sexta-feira, 18 de abril de 2014

Marco zero

Não esqueço do nosso doce encontro
Uma luz indica onde está minha transpiração
Me despeço e vou andar por ae sólíto
Enquanto o tempo não passa
Pelo aspecto meu vejo em retrospecto
O sol
Lá dentro estou de tão quente
Te espero enquanto te tento
Lágrimas pingam nas páginas de minha vida
Dividida entre o sonho de reencontrar o meu amor
Que foi enterrado dentro de algum buraco num labirinto sem fim
Meu couro todo dói
Açoitado foi
Estou vendo que me acho na beira de um riacho
Prisioneiro de mim mesmo
Estranhamente refletida está tua imagem
Se amo por nós dois
É por pura fragilidade
Pois essa tal liberdade é minha responsabilidade
Sei que sofro
Nessa faculdade que aprendo a livre viver
Mas saiba nada é impossível
Pois só consigo achar-me em minha insensatez
No meu silêncio interior de urros
Gritando teimosos como burros
Aqui está minha alma e meu animal
Ando ainda contigo sem nostalgia
Volta e verá um verão em cada rosto
Se há uma força maior em nós ela está no amor
Incompreensível eu ainda te amar?
Transcendo assim o fim
Sempre ando perdoando sem julgamentos
Perdendo por minha própria vontade enlouquecida
Buscando a eternidade de um sentimento
Que está tão aqui dentro que um dia reencontrará você
E é nessa jornada que está a minha boa vontade
Sem arrependimentos vou indo
Vivendo e ao mesmo tempo morrendo
Quando ancorar minha nau
Os suspiros de amor que dei levarão-me até você
E eu quero terminar este texto
Mas nunca esse sentimento



quarta-feira, 9 de abril de 2014

Cachoeira Íntima

Ninguém vai saber se eu posso ou não
Tenho que tentar
Uma voz em mim diz: vai
Voo a dentro de mim e trago-me de lá
Sigo meus instintos
Uma cachoeira íntima desce
Já vou
Voo
Chegar
O friozinho na barriga é bom
Sim sou eu mesmo agora
Minha missão pessoal
Minha missão mundial
Ora
Claro que eu não sei se estou certo
Mas essa nave que sou
De minha alma projetada
Para essa aventura de viver e não saber ao certo o que fazer
Certo ou não
Vou tentar

Vou voar

Essa é a lei
Não sei
Ler ou ler
Ver ou não ver
Ontem o ar me disse em emoção
"Pense bem
Ouça-se
Fale-se
Construa-se
A semente está plantada
Dirija-se ao seu céu
Os links ultrapassaram seus drinks
Outra fase
Hard
Lágrimas cristalizam
Brilha a luz solar desse seu olhar
E o urro sai"
-Cada célula uníssona grita-

Sou um celular ser
Ser Lula de mim mesmo
Apontados estão todos os meus dedos
Para todos os lados
Livre
Arbítrio
Ar
Água
Fogo
Terra
Tudo em mim berra
No silêncio ouço
Posso ser um suave sussurro
Ao vasto universo
Átomo minúsculo
Meus músculos em espirais mentais
Emocionam meu espírito
Vou segurar as rédeas desse texto
Em sinal de domínio de mim mesmo
Afinal não há final mesmo
Posso outra hora continuar
STAR...T

sexta-feira, 14 de março de 2014

Crente de que como a gente só existe a gente

Ando indeciso
Mas é certa a vontade de ti
Ae sim eu sou eu
Um sonho virando realidade
Não vou negar é só ver você e muda o meu olhar
Quero mais
Não, não
Não me venha com não
Fecho a firma e vou prae
E vamos sair pra fazer algo
O que for contigo tem sabor
Sim, sim
É simples assim
O peso do mundo em minhas costas é nada
Quando você me abraça
E a crise que em brasa acesa queima
Amorna esquenta o meu ideal
De subir num altar e gritar sim

Crente de que como a gente só existe a gente

Some o homem surge o mais que humano

Meus dias estão sendo coloridos por cores e flores
Caso com minhas mãos
E assim digo não as dores de amores
Por poucas poria minhas mãos no fogo
E lindos são os caminhos em que quase me matei
Somente em minha cama sentia medo
Dormir um fim
Acordar para a cor do sol
Marco em meu coração a coragem de uma ação
Olhos minhas asas de sonhos
Minhas crinas que não tenho
Mas livre estou do seu lado
Suas mentiras ensinaram-me de verdade
Vá se explicar pra você em sua cama
Minha paz está aqui agora
Minhas lágrimas descem de emoção
Minha iluminação está de fato no brilho de meu olhar molhado

O que em prisma colore meus dias
Que passam rápidos como uma coisa boa
Mas insisto de novo
Erro feio
Acerto em cheio
E sou em mim mesmo
Na eterna minha vontade
Que mina a realidade
E na eternidade acho tudo e todos numa boa
Na fonte na foz de minha voz
Que se ouve longe
Pelas estrelas
Entre elas ecoa meu loa
Minhas bobagens antes bagagens
Agora miragens tronando a verdade
Trolando os que não acreditam em si
Eu estou ainda aqui
Nessa lida de minha vida
Lida 
Escrita
Estrita aos que leem e veem
O que há além