sexta-feira, 11 de julho de 2014

Minha voz ecoa como loa nessa universo feito canoa em correnteza a toa

Sexo quero amor
À uma mulher que eu queira colher flores todas as manhãs
Que eu faça um show
Que me faça sentir feliz sem porquês
Que me dê um pouco de chão
Que depois de tudo eu continue nu a amando
Ui mesmo que doa ou não
Que seja só uma onda que passe
Que tenha um fim como tudo tem
Que me amasse e depois passe
Tudo mais ou menos assim
É meu espírito livre quer sim dizer sim
A essa voz que eu queira escutar eternamente aqui dentro de meu coração
E que a liberdade que eu tanto almejo encontre sossego
E que o voo do morcego pare entre meus dentes
Reajo e ajo
Gajo
Tenho engajado em mim o amor maior do mundo 
Que está tão la no fundo
Estou só
Chega de solo
Quero o chão da emoção
Da paixão desenfreada
Da mente cheia de pensamentos ardentes
Há nesse mundo alguém que caiba
Alguém que entre essas estrelas
Nas entrelinhas dessa minha vidinha caiba
Minha voz ecoa como loa nessa universo feito canoa em correnteza a toa


quinta-feira, 10 de julho de 2014

Não vem com essa de não tem mais

Pare de ser criança
Pare de paranoia
Claro que toda merda boia
Por isso não se afogue e nem se afobe
Some o fantasma da falta de fome que o consome

Entenda que a vida toda a sua é culpa sua
Se seu bolso está vazio
Perceba em si a riqueza no cio
Olhe para cima desse vazio
Cresça e apareça para si mesmo
E saiba seu lugar e valor
Nesse gigante mundo
Deixa de ser vagabundo

domingo, 29 de junho de 2014

Alguém quer o que sobrou de mim?


...E as pessoas querem mais provas...



Minha cara meu corpo muda
Eu não fico mudo
Falo da minha
Da tua
Não sou mais o mesmo
Só um close lá dentro
E percebo que não sou o centro
Espere ae
Está tudo mudando agora mesmo
A praga dos dias corrompeu os sonhos de nossas noites
E eu satisfaço meus desejos
Cansei de ser o que não sou
Representar no altar de um bar a triste falta de boca
De ceva e de coca
Que vontade de mijar
E as velas das naus ascendem a outros litorais
Enquanto isso há um mosquito horrendo me mordendo
Alço-o a um monstro me sugando
Tem que ser épico cada instante
Dessa minha vida épica
Grandes momentos pegam fogo e iluminam o movimento
Alcanço meu corpo a alma
De fato sou um estúpido
Ou não a tristeza de olhar pra trás de novo não
Tá sim ok eu amo vocês
Mas cada um no seu quadrado desse mundo redondo
Acendo velas
Tá bom
As luzes de cada impulso levado a contento
Eleva minha compreensão
Por isso estou nesse canto cantando
Ou não lá vem o passado querendo me deixar amarrotado
Mas anoto tudo em um papel que passado a limpo
Mostra um eu lindo
Mas o passado baseado me impulsiona em blocos
Que de tão pesados parecem ser de uma pirâmide
E eu que nunca me pensei assim
Eu centro de tudo no mundo
De escanteio vejo que a cruz é o mapa
É a certa mira de minha Vó Mira
Minha voz tira isso de mim
Fecho meus olhos e vejo o que por dentro estava se escondendo
Só um close no que há por dentro mantém a par
Eu a mim mesmo amar para poder querer ter o poder de mudar
A mim e ao ar de amar
E que pra mim que sou eu
Sei que doeu perder
É que ganhar não é parar de perder
É só aproveitar o que sobra de si
E o que sobrou de mim?
A verdade
O amor

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Vida Judia



Vou descrever o silêncio que há em mim
Alguém me escuta do outro lado desse vidro?
Há quem se escute
E quero dizer a a esses e a mim que a vida vale a pena
Enquanto voarmos por lugares inimagináveis
Sem asa de pena
O tempo em mais um clock diz dê-me um look
Mas siga a si e seus instintos
Que de tão distintos
Há os que os querem extintos
Mas o que os outros querem se metendo em sua vida
Essa vida que mesmo vivendo toda parece curta
Vá diz o dia
Vadio ao vazio
Eu em cio
Em cima do muro que segura e separa essa água
E pendura esse relógio que um dia irá se quebrar
Mas o tempo é esse ponteiro que aponta o dedo na tua cara
Lá dentro
E que no fundo é o destino
E é só seu
To tão tontão
Apertando o botão de help
SOS the time
Não sou um
Universo show sou
Nesse time é só nós a desatar
Ae que o não diz a si: Não
E o sim também faz assim, como não?
Afinal o sonho é o conjunto que se poe em oposição a sua atual posição
Que há entre o sim e o não
E só você e digo isso a mim mesmo
Só você que somos nós mesmos
Vamos até lá na hora do suspiro
Na prova final
Colar na prova uma trova
E não há nada mais que esse gelo em cima da mesa
Na mesma
Só você que somos
Irá voltar
Na chuva rala que nada apaga
Ascendo
Amuleto de Hamlet
Um cricket no chão clareia a pista toda
E o escuro conversa com o silêncio
Por que é assim
Não tem não
Quando é é




segunda-feira, 23 de junho de 2014

Contagia o contagiro
de onde energia  tiro

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Soca 3

Nosso destino
Nossa coragem
Nossa verdade
Estão todos dentro de nós mesmos
Aventure-se a adentrar-se
Conhecer-se
Por isso conheça-se a si mesmo

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Um fino me traz você


Olhe como estou e diga aos meus olhos o que sua franqueza não alcança
Molhe essa relva de seiva invés de ceva
Depois de perder o controle você disse ao padre que não há em suas partes
Algo tão podre para compartilhar 
Professor, invento cada palavra para exprimir o que está a me espremer
É tanta confusão que estou em fusão
Por favor pare de dizer não com tanta perfeição
Sou uma criança perdida e com fome
Sou franco
Sou espacial
Um frango dominical
E está tão longe onde possa estar
Sim é nessa que minha espessa pessoa divaga e de vaga em vaga estaciona no que é proibido
Ontem mesmo levei um sim tanto a sério que quase cometi o crime de trocar de lugar

Mas o martelo de meu juízo disse não