quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Vc tmbm

Faça fácil sua face dada
Como fosse sua casa
Pois se vcs ñ percebem que sou louco
Ces tmbm tão

Não pare agora

Se for pra dar-me
Darei minhas lágrimas
Pois é com elas que aprendi a...
Suspirar
Enfim de fato
Eu estou em uma explosão
Que resume-se num canto de um pássaro na madrugada
E ele canta tudo o que não quero escutar quando quero dormir
Mas minha dor nunca deixa meu descansar atuar
E de fato só estou livre quando solto meu ego
Estou a se ou a me
De tanto não querer sou o que tudo luto contra?
Mas se isso for pra saber
Quero saber

Paz Ciência

Assobio um assovio

Perplexo
Plexo
Complexo

Ando por ae a delirar
Nem sei se só por drogas ou o que vejo

Uma agulha fura meus olhos nesse momento
E o monetizo
Eu o romantizo

Roma antiga

E ar sustenta meu olhar
Que por mais combustível que haja
O lacrimejar que o faz agir

Eu não me reconheço mais
Pois afinal no fim a fuga está em fugir
Em fingir que o que destrói constrói
Cada vez mais dói
E não há solução
Pois as teclas não enxergo mais
De fato a mentira que escrevo torna-me escravo do que escrevo

E numa fuga acho numa ruga que de fato o ratyo não morre
Rói
Corroi
De fato a  ciência

Novo postal

As vezes penso que a vida pode ser longa
E por mais que haja um que não seja
É eu sou
Um suicida pela vida
Não vou me aprofundar
Para não enterrar meu pensar
As promessas como sementes estão a se romper
Para de si crescer
Desci ao meu ser para ser
E por mais mentiras que eu possa me contar
O meu samba
Quem vai sambar sou eu

Phosso

Chove, mas vai passar...
Faz Sol, mas vai passar...
Mas por enquanto chove
Tudo me comove


Fumo. Tomo. Respiro e como

Minha vida não é minha
Mistério igual é a sua mina
Ou não

Respiro uma pequena confusão
Olha Estou cheio de ti comigo interpretando
Uma confusão

Estou a tentar
A me achar

A a minha criança interna (Craze sem crase)

Doces momentos me violentam
Voltando
Como uma parede a cem contra
Tenho que ao menos pensar que possa existir
Uma praia dos ingleses em meu olhar
E uma África inteira a me penar
Ui meu pensar
Está


Tão longe
E por mais que  minhas lágrimas doam
Doo meu carregar

Os meus eus estão a me torturar
E não são só vocês

E o chão a se abrir
Acaba por se desabar
E por mais que essse seu desaguar pareçam exageross
A regra retornat
Só mesmo pra medir na mesma régua
Que da a língua uma trégua