sábado, 13 de setembro de 2014

Nova Postagem

E bem sei
A vida boa é um sonho
Vivo na praia desses sonhos
Naquela praia de férias
Dos amores de verão
Que logo passam
Mas conosco sempre estão

As ondas desse mar de tanto amar
Ondulam meu sentir e pensar
E o som da moda passa e passando traz-me de volta
Aos meus amigos e amigas que livres estão do fim
Mudo de canal
Do carnal ao aqui de dentro
Do sentimento que não tem centímetro nem tempo
Encaro a eternidade
E daqui de minha idade sou o sol de dentro
Claro que está claro que estou fora de mim mesmo
Na rua
Nela me encontro só
E nunca sol único nesse universo estrelar
Em crise
Nu
Criança
O motor cordial que linka minha vida louca a outra está
Se conectando ao campo de energia universal
Mente humana
Salvo
Em minha própria revolução
Cristo de mim mesmo por nós mesmos
E numa noite sem lua
Na rua
Correndo
Com medo
Com frio e fome
Fora o sono jogado
Feito um dado sem seis
Não sou que nem vocês
Nem o há como ser
Pois o meu maior prazer não é fuder
Nem comer
Nem grana ganhar
Onde estou?
O que sou?
Ninguém
Dou uma chance para todo o amor que há
Em mim resistir
Sim o sim
Não e não
Sambou o rock and roll
E o fim mesmo não havendo
Está acontecendo

domingo, 7 de setembro de 2014

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Região Humana


Pouca carne muita salada
Safo-me das safadas
Ando como se diz: Traído

Uma paciente incurável
De tanta paciência
Religião e paz em ciência
Resolve a questão de não querer provar nada
Para ser tudo o que posso em meu estudo

A bala doce do céu
Caiu em um canhão
A explosão sinta em sua emoção
Pois a cascata de cada olho forma um rio em meu queixo e pescoço
Já no dorso me torço
Contorço
Meu braço levanta minha mão
Que em dedo aponta pra ponta da régua da vida
A língua lambe a ferida
Sinto tanto que to tonto
De volta ao nada depois de tudo

O alguém que sou diz
Ninguém sou eu
Não
Sou sincero
Tanto que me incinero
E acabo contudo todavia mas porém
Sim sem passagem
Sempre pronto pra viagem

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Vc tmbm

Faça fácil sua face dada
Como fosse sua casa
Pois se vcs ñ percebem que sou louco
Ces tmbm tão

Não pare agora

Se for pra dar-me
Darei-me com minhas lágrimas
Pois é com elas que aprendi a...
Suspirar
Enfim de fato
Eu estou em uma explosão
Que resume-se num canto de um pássaro na madrugada
E ele canta tudo o que não quero escutar quando quero dormir
Mas minha dor nunca deixa meu descansar atuar
E de fato só estou livre quando solto meu ego
Estou a se ou a me
De tanto não querer, sou o que tudo luto contra?
Mas se isso for pra saber
Quero saber

Paz Ciência

Assobio um assovio

Perplexo
Plexo
Complexo

Ando por ae a delirar
Nem sei se só por drogas ou o que vejo

Uma agulha fura meus olhos nesse momento
E o monetizo
Eu o romantizo

Roma antiga

E ar sustenta meu olhar
Que por mais combustível que haja
O lacrimejar que o faz agir

Eu não me reconheço mais
Pois afinal no fim a fuga está em fugir
Em fingir que o que destrói constrói
Cada vez mais dói
E não há solução
Pois as teclas não enxergo mais
De fato a mentira que escrevo torna-me escravo do que escrevo

E numa fuga acho numa ruga que de fato o rato não morre
Rói
Corrói
De fato a  ciência
De não
Mas produzir paciência

Novo postal

As vezes penso que a vida pode ser longa
E por mais que haja uma que não seja
É eu sou ou no mínimo quero ser, veja
Sou um suicida pela vida
Não vou me aprofundar
Para não enterrar meu pensar que já está a brotar
As promessas como sementes estão a se romper, bróder
Para de si crescer
Desci ao meu ser para ser seu meu irmão
E por mais mentiras que eu possa me ou te contar
O meu samba
Quem vai sambar sou eu
E ao me divertir
Todos vão gostar