sexta-feira, 17 de julho de 2009

Mar tires do sal o que sou


Enquanto não entendermos no escuro à luz da experiência assombraremo-nos
Eu estou pensando na vida inteira de quem passou a vida atrás da grana
Contemplo o nosso tempo do meu templo
Quero dinheiro para facilitar o viver
Mas o básico é a paz de tomar um copo d'água vendo o vento ventar
E sublimar das profundezas levianas o Ser
A paz (Re)Inventar
Essa Deus Pai
Como Vós fazeis
Pois
Cheiro o ralo do que comemos
Como fedemos
Eu tenho um algo natural que sussurro
Que grita em mim
Que sou um engate desengatado
Por eu parecer quando assim padeço
Um jEUsus Cristo
Assim me sinto mais próximo da cruz +
Que torno X de opção
Quero viver de verdade
Sofrer
Sorrir
$em arbitrariedades
Ou numa camisinha ficaria
E não me completaria

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