domingo, 28 de dezembro de 2025

Estava sentado na rua bebendo, na lua estava

 

O corpo é o veículo 

Que passo a maior parte da minha vida

A via avenida vida

Onde eu vendia a vida

Agora tudo é desvendado se desvendando

A estrada cabe embaixo do meu braço asa

Que me eleva ao alto pensar

Que apesar de tanto penar

Vou deixar minhas marcas na beira da praia sonhada

Onde a lua de prata me fotografa

E grafa palavra a palavra

Que vivo a vida que me lavra


 

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