O corpo é o veículo
Que passo a maior parte da minha
vida
A via avenida vida
Onde eu vendia a vida
Agora tudo é desvendado se desvendando
A estrada cabe embaixo do meu braço asa
Que me eleva ao alto pensar
Que apesar de tanto penar
Vou deixar minhas marcas na beira da praia sonhada
Onde a lua de prata me fotografa
E grafa palavra a palavra
Que vivo a vida que me lavra



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