quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

humildes sabem mu dar


...
Ao íntimo aço
Ao espelho sob meu reflexo
M'indago
M'ouço
...

)0(
Espírito é o meu nome

O vento gritou dentro de mim
Parecia um gol
Ou vi

Livre

Amor

A dor

Eu cru
Não paro mas paro
Perdido na noite
O rio vida flui
Minha voz a ponte
Dou-me de presente o agora ouvindo-me da fonte

Aqui estou

Árvores em mim
É tri
Somos criaturas
Temos
Teimamos

Vejo
É sim de fato o escuro é clareado com o fogo de meus olhos
Ouvindo minha voz dizendo meu nome
Toco-me
De braços e mãos abertas
De olhos fechados vejo-me
Crucifixo-me
Moldo o que sou a partir do molde que sou
Iludo tudo
Humanizo se estou
Ilumino
Mudo
Tudo
Quando reflito
DOU
SOU


domingo, 9 de dezembro de 2012

shttps://www.youtube.com/watch?v=kGnTXNsylKs

Das dos

Com o espírito são to

Textos vivos Cont...

Este blog tem textos vivos. Eu mesmo surpreendo-me quando o leio.
Em algum texto que escrevi há tempos é que noto a vivacidade e flexibilidade elementar de meu pensamento. O texto está ali já praticamente aberto e pedindo uma mutação. Essa desmistificação do processo criativo de escrever é que leva-me ao mundo da imaginação constantemente. Sou a favor da liberdade e não massificacação das pessoas. Não sou um especialista em algo, busco compreensão da coletividade e do tempo em que vivo.
Essa mutação evita uma mutilação de possíveis pensamentos e reflexões minhas. O texto vivo fica ali germinante e germinando é um pulsar que visa expulsar de mim o que sinto por nós. É difícil ser um edifício babilônico, mas não dá pra segurar o que não se quer segurar. Cont...

O Homem massa

http://www.senado.gov.br/noticias/tv/programaListaPadrao.asp?ind_click=&txt_titulo_menu=&IND_ACESSO=S&IND_PROGRAMA=S&COD_PROGRAMA=19&ORDEM=0&QUERY=&pagina=1

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Um rosto sem um olhar vivo


Avalanche


A ponte



Eu não tenho como apagar o passado e nem quero
Mas eu não vou pular
Somos humanos da mesma época e lugar
Plantando cada um seu ser no planeta amor
Circo lar
A gota segue sua senda
Aponta para o leste
Pareço
Mas cometa não sou
Homem sou
Na terra estou
Reflito a a Luz
...
As pedras do caminho trilhei
Mas eu não posso e não tenho que andar só nas pedras
Eu não quero contar nada que não possa
É
Minha rebeldia trouxe a conquista de mim
Domo minha coragem á medo
Essa energia agora é dia
Noite não me açoite
Aceito o clarear
Mas é claro que não fiz nada
Não devo desculpas
Sou culpado
Sou inocente
Sou o que sou
De joelhos danço
De pé permaneço digno-me a canção de meu coração
Vida Colorida por si só
Ótica minha
Uma oitava superior

Energia Conectante



Perguntar e me responder?
Eis a questão
Sim eu estou assim em mim
No pique da idade sou bem capaz de acreditar
Que estou pronto para a eternidade
Prepotente eu, não?
Lembro Prometeu o acorrentado
Que por ter roubado o fogo e o dado a humanidade
Foi castigado a ficar numa montanha acorrentado enquanto uma águia comia seu fígado
Mas claro que Prometeu não sou eu
Eu sou sim a minha virtude mais desenvol “vida”
Sou definida a palavra
Que lavra e planta uma semente
Essa vinda parece que do coração
A dou cor e minha ação
Beijo sua face dócil
Envolto aos caracóis que são os cabelos
Decifro-me
Não cifro-me
Se for homem que tenho que ser
Sim aqui estou
Beija-me
Arranca-me do lodo
Lótus ascendendo de minha cauda
Subindo minha espinha
Eu tanto quis
Enrosca-se como uma serpente de farmácia
Na medida
Ou veneno ou remédio

"Tem certas coisas que só nós nos perguntamos
E só nós podemos nos responder exatamente"

sábado, 1 de dezembro de 2012

Prisão de ventos

Uma pessoa numa boa anda a toa
Vê outra pessoa não tanto numa boa
Essa outra se bebe e se fuma toda

Estou num lugar onde se comercializa isso

O cliente, esse bÊbado e fUmante
Olha nos bolsas a grana
A gasta
O comerciante arregala

O cliente gasta e se gasta
O comerciante sente que a lei não é justa
Mas não pensa ele ser a bola da vez

O dinheiro arrecadado pelo vício do coitado
Torna-se suave prisão
O mundo a girar então

Vou me já



Vivo sensações diversas
Vivo pensamentos sob algo ou sub
Imerso
Emirjo
E bebo
E mijo
Olhe minhas costas
Veja suas asas
Em nós as luzes refletem mais
Olho pela janela da minha alma
Justo ergo e saio
Calmamente digo que entro
Coentro
Centro tempero
Minha cauda reta com minha cadência
No meio o recheio
Sabe que não sei mais
Nem menos
Profundo e sublime
Sumi-me

A lua e o sol no mesmo céu nós



Quero dar a essa noite secular seu lugar
Marco um x na minha melhor sensação
Eu paro de andar e começo a dançar bem aqui
As vezes eu sei o que estou fazendo
Claro meu bem que aceito dançar contigo essa vida
Eu juro que de cima desse muro pulo
Cada vértebra um tijolo
Uma voz que berra
Eu aceito te procurar em cada momento
Eu te aceito bem aqui dentro
Agora e nunca
Beijo tua nuca e cafungo no teu decote
Quero sentir aquela fominha boba e voltar só pra te encontrar
E te contar que passei o dia bem aqui e agora 
Teu sorriso essa poesia que faz poses
E pousa em meus sentimentos
Pareço que plano sobre teu corpo
Sinto teu forno aquecendo
O céu é aqui
Tudo que diga o contrário está mentindo
Está noite está tão clara em minha mente
Um prazer que ilumina o caminho da vida estou sentindo
Uma luz que brota da mais intensa energia
A lua e o sol no mesmo céu nós
Que juntos numa só voz
Proclamarmos a liberdade de se amar
No mar
No ar
Ao estudar
E nos dar o nosso melhor


Paraíso para isso existo - muitos lendo isso





Uma voz vem em mim e diz vai mais
Até as rochas vivas falam:
Nasces-te gente torne-te feliz
É lógico
O que eu disse é que sempre tem mais
Esse cômodo lugar me incomoda
Tanto faz que lá eu ganhe mais
Eu não me perco mais
A justiça que existe amais
Eu
Calma
Está vindo
Está vindo
É um transe
Por todos agora juntos aqui dentro
Peguem vocês e se joguem pra dentro de sis
É lá que estamos nos esperando
E triunfantemente juntos vivermos a rebeldia de cada dia

Vamos a que viemos
É desse vai e vem que nascemos
E vivemos