Sejamos eficazes e úteis na direção de um trabalho que alargue o horizonte intelectual e cultural da maioria
Isso colocado como meta
Faço esta descritura de minha criatura
Na cara dura
Desemaranho os fios que me enrolam em mim mesmo
Engato-te meu foguete de boa vontade
Faço um trato com cada ser que vive
Árvore, vaca, bichinho de estimação
Àquela criança fraca
Ou mesmo àquele ladrão com essa faca
Sou um livre pensador que dança com sua criança
O ar que se movimenta em minha volta
É a brisa que abranda minha revolta
O sussurro íntimo é a voz da consciência e quebra muros
Somos todos conectados
Escuto vindo da consciência íntima de cada um tudo
Ouço em mim o grito de todos
E eu numa voz só correspondo
Engatando os elos em letras que lentas mudam
Ae está mudança...
De Hermano pra Hermano a humanidade num todo cresce
Que todas as forças isoladas unam-se
Para tornar maior o homem comum
Girando todos em conjunto
Juntos em torno do povo
Nunca houve aqui alguém como eu
Como você
Como todos nós
Somos a humanidade do século XXI
Não é brincadeira ser o resultado de tantos tempos de tentativas
Experiências que nos elevaram ao progresso que ae temos
Nessa nossa geração há uma necessidade
A de refletir sobre tudo o que fizemos
E atuar pelo progresso da humanidade
O útil é belo
Dê forma aos mais belos sentimentos em pensamentos e ações
Que esse mesmo tempo perdido em passatempos seja utilizado de forma enriquecedora
Ei você ae aonde você pensa que vai com esse conhecimento escondido ae
Trate de espalhar suas mais incríveis descobertas
Cada gente um livro aberto pra gente
Esconder socialmente a púbis a regra diz nada mais
Nutrir a inteligência da maioria pra que um dia toda ela ria
Sem ter de se contorcer em fantasias mundanas
Se a arte é um alarde de si que seja de nós pra nós
Desça dae e venha dançar essa ciranda
Uma poesia social
Uma música do povo para enaltecer o povo
A favor do bem
A imaginação solta não é que nem bebedeira
Pois se há um horizonte lá e aqui
Há asas pra voar pra lá ou pra cá
Pra que pecar sem pensar
Que sirva sua imaginação à nação humana
Sirva-se você de modelo ao barro original de Deus agora
Semelhantes somos aos grandes
Indiferentes traços tornam-se círculos na dimensão universal de cada verso
Essa conversa íntima de cada palavra sua
Lavrando sulcando mentes para o rio de luz passar
Suje mãos e pés com sua terra
Por sua terra sue
Recolha cada gota de lágrima e suor
Usine todas as suas forças
Desate os nós dessas forcas
Se em tuas unhas e sola de pés não tiver entranhado o barro duro da persistência corremos o risco de nosso da existência passar
É a eternidade que está a nos testar
O poeta verdadeiro é honesto com sua viril consciência
Ama o seu serviço
Esse servo do povo
É isso
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
FA. FA. Uma realidade necessária
Kailash Tanka
É preciso criar um ambiente onde as pessoas não fujam do conhecimento necessário para o crescimento de suas vidas.
Urge a necessidade de um lugar onde as pessoas se envolvam intelectual, física e espiritualmente. Assim intuitivamente estarão abertas para aprender, pois aprendemos pela experiência, não porque alguém nos ensina. E é a intuição que nos faz responder de imediato ao aqui e agora.
Vamos gerar momentos de espontaneidade, onde fiquemos livres e verdadeiramente envolvidos com tudo o que está em nossa volta e percebamos que tudo está sempre em transformação. Livres de preconceitos e técnicas. Apropriando-nos do conhecimento. O experienciando. O vivenciando. O presente aqui sendo construído. Inteiros onde estamos. Isso é evolução. Imaginem esses pensamentos de fraterno conhecimento geral sendo expandidos para as pessoas, sem distinções de classes. Parece um sonho, porque é um sonho. Entretanto, percebam que a Internet e outras inovações eram primeiramente um sonho e agora são realidades. E sabendo que quanto mais inteligente ficamos mais achamos problemas. Assim sendo, o problema da violência na sociedade e no trânsito já está na hora de ser resolvido e, para assim, acharmos novos problemas para resolvermos.
É preciso criar um ambiente onde as pessoas não fujam do conhecimento necessário para o crescimento de suas vidas.
Urge a necessidade de um lugar onde as pessoas se envolvam intelectual, física e espiritualmente. Assim intuitivamente estarão abertas para aprender, pois aprendemos pela experiência, não porque alguém nos ensina. E é a intuição que nos faz responder de imediato ao aqui e agora.
Vamos gerar momentos de espontaneidade, onde fiquemos livres e verdadeiramente envolvidos com tudo o que está em nossa volta e percebamos que tudo está sempre em transformação. Livres de preconceitos e técnicas. Apropriando-nos do conhecimento. O experienciando. O vivenciando. O presente aqui sendo construído. Inteiros onde estamos. Isso é evolução. Imaginem esses pensamentos de fraterno conhecimento geral sendo expandidos para as pessoas, sem distinções de classes. Parece um sonho, porque é um sonho. Entretanto, percebam que a Internet e outras inovações eram primeiramente um sonho e agora são realidades. E sabendo que quanto mais inteligente ficamos mais achamos problemas. Assim sendo, o problema da violência na sociedade e no trânsito já está na hora de ser resolvido e, para assim, acharmos novos problemas para resolvermos.
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
A válvula de escape da inescapável dor de ser o que sou
O pensamento uma ave a voar
Ave Maria
Dói acordar
Mas é preciso
Peço licença
Vou descerrar a cortina
Meus sentimentos estão saindo nesses pensamentos
A dor transpassa-me
Mas meu estado é consciente
Chove agora aqui em mim
As cores em mil tons de cinza
Só a quem é ranzinza
Num cantinho chorando fica
Eu não
Se está chovendo
Pego minha luz íntima e reflito
Arco-íris tornam-se minhas reflexões
Faço e carrego minha cruz
Faço dela um xis e assinalo as respotas
As perguntas se renovam
Mas continuo sempre sabendo
Que sou aquilo que sou
Se está chovendo
Eu vou pra rua tomar aquele banho de chuva
E é o que estou fazendo
Está chovendo na sua tela
Na nossa terra
-Ao inevitável banho crianças!
De minha parte
Corro com toda a minha inocência de infância
Quanta infâmia sendo feita
Não importa há chance
A verdade está como um raio a rasgar-me
E está a em mim operar
Sem superstição ou mesmo com
Certo é que com amor estou
Transpuno o éter
E caminho pelo jardim
Como frutas enquanto nu ando
Colho meu plantio
Sem folhas de parreiras
Sem barreiras
Não, não
Eu sim sei onde estou
Estou sentado na frente desse PC
Na crise se cresce
Estamos em crise
Vá imaginação mostre a solução
A brisa de minha inspiração
À melodia de minha vida
É que livre vi
Que na trilha sonora de minha vida caminho
E sorri pra vida
A mim se apresentando
A tempestade me sacode
E conforme a música eu danço da minha forma
Volta a velha dúvida da dádiva da vida
Insensatos vivendo pesadelos
Jogando bombas nos sonhos
Eu realmente compreendo
Não julgo
Quero ser e ver feliz todo a quem possa
Não sou juiz
Eu ando pelo jardim assim
O céu azul está atrás das nuvens cinzas
Turbulências passam
Viu?
...Veja então...
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Em sinos internos humanos dobram as dificuldades
É agora
A liberdade de classes sociais
Todas juntas juntando seus ais
E tudo o mais
Filosofia popular
Sacrifício frescos ainda agora feitos
Sabedoria popular
É! Tem jeito
Os heróis somos todos nós
É agora!
Todas as classes sociais juntas
Por uma sociedade melhor
É agora!
Evoluir por toda nossa civilização
Valendo os sacrifícios de nossos antepassados
Os alcançando irmanados
Mistérios eternos são internos
Que cada um nos ache em si
Que a insaciedade dos insensíveis se sensibilizem
Escrevendo desescravizamo-nos dos grilhões atuais
Saúde e alegrias para todos nesse mundo
Entre vontades e prazeres somos todos quase iguais
Cabe nesse mundo uma vida boa pra maioria
Basta uma retomada da consciência individual
Sabe...
A arte da musicalidade faz-nos fazer músicas
Para nessa vida dançar e cantar
Todos sabendo mais ou menos as coisas
Vamos cantar e assim isso contar
A inteligência mediana aumentando
E diminuindo naturalmente as injustiças
E não é pedir de mais um pouco de poder pra cada um de nós
O destino de todo alimento do intestino é o mesmo
Sanidade
Sanitariedade
Solidariedade intelectual
Vamos lá
É agora
Todos na mesma escola
Sem essa de esmola em moedas
Doemos nossas mais sensacionais descobertas
A maternidade e a paternidade
Depende de toda a sociedade
Somos uma família
Pra aprender não tem idade
Venha vovô
Venha vovó
Ensinar e aprender na vida desatar os nós
Escute aqui o que está ae dentro de ti
Em sinos internos humanos dobram as dificuldades
Em dobro a gente vive
Os mais jovens ensinando a moderna tecnologia
Os mais velhos tudo o que aprenderam na vida
Cada coração um sino dobrando
Tipo avisando que sabe que faz parte de um todo
E está assim disso fazendo parte
Confraternizando saberes com arte
A paz está lá e ae
No bem em ti por nós
Todos nascemos para uma vida boa
Todos temos uma função
A minha está na minha
A sua na sua mão
Em nossa imaginação estou fabricando o mundo
Onde todo mundo
De todos os tempos estão se encontrando
Que feliz idade a que vivemos
Sabemos todos disso
É só juntarmo-nos
E como elos alcançarmos tudo o que...
Imaginarmos?
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
New Fase
Junto do chão um não
E...
Em minhas mãos está o meu destino
Desde menino reconheço
Eu era louramente um moreno
E os meus dedos eram dentes iguais
A roer papéis e pastéis
Claro que eu não iria querer
Que a sua roda não rodasse
Ainda mais depois do esquisito eu
Pedir licença ao seu pudor e entrar
Tá certo que errar não é aprender
Mas consertar estou a tentar
Meus maus amigos todos lá a torcer
Aquela mesma questão
E eu não sei se só uma pura imaginação
Ou se sou eu mesmo então
A me encontar com todos vocês
Aqui
E...
Em minhas mãos está o meu destino
Desde menino reconheço
Eu era louramente um moreno
E os meus dedos eram dentes iguais
A roer papéis e pastéis
Claro que eu não iria querer
Que a sua roda não rodasse
Ainda mais depois do esquisito eu
Pedir licença ao seu pudor e entrar
Tá certo que errar não é aprender
Mas consertar estou a tentar
Meus maus amigos todos lá a torcer
Aquela mesma questão
E eu não sei se só uma pura imaginação
Ou se sou eu mesmo então
A me encontar com todos vocês
Aqui
Ph~do lá
Justo agora que o momento está assim
Você me aparece
Onde andavas?
Quando estava bem
Acrilic on canvas
Pensando em mim
Lembre de ti
Por causa do seu não
Cresci
O próprio curso da vida diz
Vá pra onde quiser
E quero estar do seu lado
Para o que der e vier
E não me venha
Dizer que as rosas são armas
Usadas por toda a sua voz
Quando me diz
E diz bem
Pois te amo
Meu bem
Você me aparece
Onde andavas?
Quando estava bem
Acrilic on canvas
Pensando em mim
Lembre de ti
Por causa do seu não
Cresci
O próprio curso da vida diz
Vá pra onde quiser
E quero estar do seu lado
Para o que der e vier
E não me venha
Dizer que as rosas são armas
Usadas por toda a sua voz
Quando me diz
E diz bem
Pois te amo
Meu bem
domingo, 19 de agosto de 2012
Por causa de mim é que te amo
Quase botei a polícia atrás de nós
Procurei entre rainhas e reis
Ate e desateis novos nós
Ainda sou aquele príncipe dos princípios
Sano e insano
Sou os próprios precipícios
No caminho reflito sentado
Alguém quer sentar ao meu lado?
E escutar o vento que uiva em cada ouvido ouvido
Vou realizar minha fantasia de menino
Em nós deposito minhas reservas
Que preservo para cada reza
Procurei entre rainhas e reis
Ate e desateis novos nós
Ainda sou aquele príncipe dos princípios
Sano e insano
Sou os próprios precipícios
No caminho reflito sentado
Alguém quer sentar ao meu lado?
E escutar o vento que uiva em cada ouvido ouvido
Vou realizar minha fantasia de menino
Em nós deposito minhas reservas
Que preservo para cada reza
Tobe
A lei de minha Lady
Eu olhei
Eu olhei bem
E vi uma emoção descrita
Dado o ar não se olha o cavalo
Cavalgo no meu mais profundo eu
Naquela rua cansado descanso
Raras pessoas passam
Vejo ossos
Monto meu cavalo
Triste Europa
Dispo de roupa
Digo que o fogo que lá está
Aqui a queimar
Olhei bem
Eu vi em seu olhar
O sexo aquele que de fato
Faz
Eu olhei
Eu olhei bem
E vi uma emoção descrita
Dado o ar não se olha o cavalo
Cavalgo no meu mais profundo eu
Naquela rua cansado descanso
Raras pessoas passam
Vejo ossos
Monto meu cavalo
Triste Europa
Dispo de roupa
Digo que o fogo que lá está
Aqui a queimar
Olhei bem
Eu vi em seu olhar
O sexo aquele que de fato
Faz
A lei de minha Lady
Minha voz se iguala aquela que cala
Por tudo e por todos fala
Desenguiça a branquiça sorte
Hoje no gasômetro o Raul tava lá
Eu represando emoções certamente
Pensando em curtir o momento em ação
Acho num canto de minha boca
O velho sorriso
Estou falando do meu umbigo
Ele está se achando
Eu não vou dizer sim se você não
Eu ostento minha razão
E quero ficar de canto com meu canto
Ouço um ouriço passando
Areia movediça o sucesso
De meu acordar teço meu terço
Não saio do meu quarto sem seu abraço
Minha mãe está com o pé quebrado
Eu todo inteiro aqui
E lá naquela calcanhar
Meu tendão de Aquiles
O que era aquilo?
Por tudo e por todos fala
Desenguiça a branquiça sorte
Hoje no gasômetro o Raul tava lá
Eu represando emoções certamente
Pensando em curtir o momento em ação
Acho num canto de minha boca
O velho sorriso
Estou falando do meu umbigo
Ele está se achando
Eu não vou dizer sim se você não
Eu ostento minha razão
E quero ficar de canto com meu canto
Ouço um ouriço passando
Areia movediça o sucesso
De meu acordar teço meu terço
Não saio do meu quarto sem seu abraço
Minha mãe está com o pé quebrado
Eu todo inteiro aqui
E lá naquela calcanhar
Meu tendão de Aquiles
O que era aquilo?
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
500 55 - Um vereador além de tudo
A solução não é acabar com os prazeres da vida, mas sim selecioná-los e com equilíbrio utilizá-los. E muito mais do que os prazeres carnais, buscar os prazeres mentais e assim encontrar uma espiritualidade tranquilizadora o que nos manterá numa vida equilibradamente alegre, o que corresponde à tão almejada felicidade.
Nossos representantes têm que ser eleitos pela sua cultura alargada e fraterna vontade de espalhá-la. Esses têm que ter uma diplomácia ética para conseguir tirar o melhor de cada um para o bem geral. Fechar conexões benéficas a nossa cidade. Não devemos eleger aqueles que mais poluem visualmente nossa cidade com seus sorrisos em cartazes espalhados por aí. Isso só representa poder econômico
terça-feira, 14 de agosto de 2012
ONG Anjos de Rua - SOS Vira lata
Meu programa de edição de vídeo tá com problemas. Levei horas para acertar a sincronia de áudio e video. As transições falham. Mas o vídeo tae. Nos próximos estarei com o problema resolvido.
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
Que salta aos olhos igual a um gemido calado
A dor da gente é dor de menino acanhado/
Menino-bezerro pisado no curral do mundo a penar/
Que salta aos olhos igual a um gemido calado/
A sombra do mal-assombrado é a dor de nem poder chorar/
Moinho de homens que nem jerimuns amassados/
Mansos meninos domados, massa de medos iguais/
Amassando a massa a mão que amassa a comida/
Esculpe, modela e castiga a massa dos homens normais/
Por que votar no Elo?
Nós, o povo, conquistamos a liberdade de votar em quem quisermos. Eu vou votar no Elo, disso (só) eu sei.
Por que votar no Elo?
*Ósi Luís, O Elo, mora na Zona Norte há 45 anos. Na adolescência, nos anos 80, teve seus desatinos. Uma momentânea queda. Caiu no submundo da sociedade (drogas). Mas ele encontrou o caminho de volta. E, bem, pode auxiliar nossos jovens que andam perdidos por aí.
Não aprendemos errando. Aprendemos consertando erros
-No fundo do poço, diversas vezes pensei que não conseguiria voltar. Estava cercado de erros. Mas com o apoio da família voltei a estudar. Busquei uma alimentação natural. Comecei a fazer exercícios. Espiritualizei-me. E vi que era bom viver.
Como meu nome sugere quero ser um elo
-Ligar as pessoas em cultura, saúde, família e espiritualidade. A vida é um desafio. Viver bem é uma vitória. O sonho impossível de acontecer está prestes a acontecer. Estou apto a defender as causas da comunidade em nome da maioria. O bem vai chegar. Vamos solucionar juntos. Vote Elo!
Um vereador, no ônibus, de manhã, indo trabalhar!
-Ando de ônibus e vou continuar andando. O Elo! Candidato à luta, que não se mixa. Tá junto! A pé. De bicicleta. Na ciclovia do trabalhador. Agora chegou a nossa vez. Vote Bem! Vote nele!
Publica aí. A melhor escola vai ser pública
- A maioria dos presos é jovem de baixa escolaridade. Por que eles não estudaram? Os crimes diminuem com escolas que aprontam um cidadão para buscar seus sonhos. A vida é pra valer. Com cada um aprendendo a tirar de si o seu melhor. Pronto! Taí!
F.I.FA. vai criar a FA.FA.
- A família está com os laços enfraquecidos porque os laços são os indivíduos. Vamos dar a mão ao indivíduo que está perdido. A criação do Fórum de Informações a Família (F.I.FA.) proporcionará que criemos a Faculdade da Família (FA.FA.). Ambiente onde a curiosidade natural no ser humano seja despertada. O conhecimento tem que ser gratuitamente e objetivamente espalhados. Todas as pessoas querem aprender. Todos têm sonhos e vamos juntos concretizá-los. –Vote no Elo! Eu vou votar!
Um lugar legal de morar
Na escola aberta aos finais de semana e em turnos diversos, nas horas de laser, nos parques e praças instrutores da FA.FA estarão confraternizando com as pessoas e, assim passando exercícios e dicas de alimentação. Todos reconhecendo o valor da vida em grupo. O coletivo junto e evoluindo. Vota Elo!
Sirvam nossas façanhas, de modelo a toda terra...
O Projeto R.I.R. (Relaxamento Inteligente e Racional) criará motoristas menos estressados. Tornando um prazer ao ato de dirigir Informações. Desenvolvendo habilidade, calma e atenção nesse ato. Que nossa educação sirva de modelo... Pedestres e motoristas juntos votando certo! Elo neles!
E mais...
Ciclovia da Arena do Grêmio até o centro de Porto Alegre via R. João Moreira Maciel.; pista de bicicleta no entorno do Parque Mascarenhas de Moraes; aparelhos públicos e modernos de ginástica em praças; ouvidoria municipal itinerante e permanente sobre problemas e soluções; tapamento do Valão atrás das escolas no B. Humaitá; saúde; segurança e moradia;
Na cinza manhã brota o sol. O sol da solidariedade e da liberdade
Aquelas crianças com frio e fome somos todos nós. Os jovens perdidos nos procuram. A força está em nós. Não estamos sós. Vou ser vereador e não vou mudar. Vou ver a dor e buscar a cura. Fazer tudo o que digo é o compromisso da minha vida. Para isso eu voltei. Vote Elo! É ele. Agora chegou a nossa vez. É AGORA
Saiba mais digitando, na Internet, Reporter Elo
Por que votar no Elo?
*Ósi Luís, O Elo, mora na Zona Norte há 45 anos. Na adolescência, nos anos 80, teve seus desatinos. Uma momentânea queda. Caiu no submundo da sociedade (drogas). Mas ele encontrou o caminho de volta. E, bem, pode auxiliar nossos jovens que andam perdidos por aí.
Não aprendemos errando. Aprendemos consertando erros
-No fundo do poço, diversas vezes pensei que não conseguiria voltar. Estava cercado de erros. Mas com o apoio da família voltei a estudar. Busquei uma alimentação natural. Comecei a fazer exercícios. Espiritualizei-me. E vi que era bom viver.
Como meu nome sugere quero ser um elo
-Ligar as pessoas em cultura, saúde, família e espiritualidade. A vida é um desafio. Viver bem é uma vitória. O sonho impossível de acontecer está prestes a acontecer. Estou apto a defender as causas da comunidade em nome da maioria. O bem vai chegar. Vamos solucionar juntos. Vote Elo!
Um vereador, no ônibus, de manhã, indo trabalhar!
-Ando de ônibus e vou continuar andando. O Elo! Candidato à luta, que não se mixa. Tá junto! A pé. De bicicleta. Na ciclovia do trabalhador. Agora chegou a nossa vez. Vote Bem! Vote nele!
Publica aí. A melhor escola vai ser pública
- A maioria dos presos é jovem de baixa escolaridade. Por que eles não estudaram? Os crimes diminuem com escolas que aprontam um cidadão para buscar seus sonhos. A vida é pra valer. Com cada um aprendendo a tirar de si o seu melhor. Pronto! Taí!
F.I.FA. vai criar a FA.FA.
- A família está com os laços enfraquecidos porque os laços são os indivíduos. Vamos dar a mão ao indivíduo que está perdido. A criação do Fórum de Informações a Família (F.I.FA.) proporcionará que criemos a Faculdade da Família (FA.FA.). Ambiente onde a curiosidade natural no ser humano seja despertada. O conhecimento tem que ser gratuitamente e objetivamente espalhados. Todas as pessoas querem aprender. Todos têm sonhos e vamos juntos concretizá-los. –Vote no Elo! Eu vou votar!
Um lugar legal de morar
Na escola aberta aos finais de semana e em turnos diversos, nas horas de laser, nos parques e praças instrutores da FA.FA estarão confraternizando com as pessoas e, assim passando exercícios e dicas de alimentação. Todos reconhecendo o valor da vida em grupo. O coletivo junto e evoluindo. Vota Elo!
Sirvam nossas façanhas, de modelo a toda terra...
O Projeto R.I.R. (Relaxamento Inteligente e Racional) criará motoristas menos estressados. Tornando um prazer ao ato de dirigir Informações. Desenvolvendo habilidade, calma e atenção nesse ato. Que nossa educação sirva de modelo... Pedestres e motoristas juntos votando certo! Elo neles!
E mais...
Ciclovia da Arena do Grêmio até o centro de Porto Alegre via R. João Moreira Maciel.; pista de bicicleta no entorno do Parque Mascarenhas de Moraes; aparelhos públicos e modernos de ginástica em praças; ouvidoria municipal itinerante e permanente sobre problemas e soluções; tapamento do Valão atrás das escolas no B. Humaitá; saúde; segurança e moradia;
Na cinza manhã brota o sol. O sol da solidariedade e da liberdade
Aquelas crianças com frio e fome somos todos nós. Os jovens perdidos nos procuram. A força está em nós. Não estamos sós. Vou ser vereador e não vou mudar. Vou ver a dor e buscar a cura. Fazer tudo o que digo é o compromisso da minha vida. Para isso eu voltei. Vote Elo! É ele. Agora chegou a nossa vez. É AGORA
Saiba mais digitando, na Internet, Reporter Elo
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Quem bate aqui dentro é o amor que quer sair e entrar e sair e entrar
Entre a porta está aberta
Passe inteira por essa vida passageira
Mas quem será que és tu?
Eu quis visitar um lugar
Que hoje está pra alugar
Eu olhando tua foto me desloco
Loucamente dividido
Pois a experiência acumulada com o tempo
Acende uma chama que nos chama
Clama por uma opção
Aquela marca que tem todo coração que ama
Mesmo que de passagem
Pois cada momento dessa viagem é tri
Tem que ser
A beleza das íris encontra-se em olhares decididos
Decididos a arriscar a passar pela porta da verdade
A verdade mais íntima
Aquela que nos torna indivíduos indivisíveis
Porém sempre na busca de alguém pra dividir a verdade
Contada pelo convite que é cada porta aberta
Passe inteira por essa vida passageira
Mas quem será que és tu?
Eu quis visitar um lugar
Que hoje está pra alugar
Eu olhando tua foto me desloco
Loucamente dividido
Pois a experiência acumulada com o tempo
Acende uma chama que nos chama
Clama por uma opção
Aquela marca que tem todo coração que ama
Mesmo que de passagem
Pois cada momento dessa viagem é tri
Tem que ser
A beleza das íris encontra-se em olhares decididos
Decididos a arriscar a passar pela porta da verdade
A verdade mais íntima
Aquela que nos torna indivíduos indivisíveis
Porém sempre na busca de alguém pra dividir a verdade
Contada pelo convite que é cada porta aberta
Ah...foríssimas
Sei o que sou até onde vou
x
Sigo minhas reflexões
x
Erro até acertar
x
É melhor ser meu melhor do que pior
x
A vida que sonho é melhor do que comprar o que sonho
x
Eu posso estar errado, mas é pra esse lado
x
A TV não te vê
x
Último ou primeiro o meio é quem fala
x
Sigo minhas reflexões
x
Erro até acertar
x
É melhor ser meu melhor do que pior
x
A vida que sonho é melhor do que comprar o que sonho
x
Eu posso estar errado, mas é pra esse lado
x
A TV não te vê
x
Último ou primeiro o meio é quem fala
Liberdade a chibatadas
Explique-me o vento indo?
Explique-me a situação como está?
Escrevo cada coisa que parece um óvulo em meu esperma
Espera! Imagino o que está pensando
Que sou um gay
Mas nada disso realmente importa
Nem tudo o que você tem atrás dessa porta
Eu bem sei sou espírito
Forçando passagens
Continuo esquecendo quem sou
Pensando em ti
Meu Deus
Eu te amo
Retenho minhas águas
Usino meu urro
Eu berro intimamente
Eu rebelde danço calmo
E canto calmo
Meus olhos calmos
As vozes calmas falam de almas
As questões começam a se desenfumaçar
Em carne viva vivo de verdade
Enfim livre agradeço
Em couro proclamo minha
Liberdade a chibatadas
Explique-me a situação como está?
Escrevo cada coisa que parece um óvulo em meu esperma
Espera! Imagino o que está pensando
Que sou um gay
Mas nada disso realmente importa
Nem tudo o que você tem atrás dessa porta
Eu bem sei sou espírito
Forçando passagens
Continuo esquecendo quem sou
Pensando em ti
Meu Deus
Eu te amo
Retenho minhas águas
Usino meu urro
Eu berro intimamente
Eu rebelde danço calmo
E canto calmo
Meus olhos calmos
As vozes calmas falam de almas
As questões começam a se desenfumaçar
Em carne viva vivo de verdade
Enfim livre agradeço
Em couro proclamo minha
Liberdade a chibatadas
Diário de um ot...
A doce dor do amor me anestesia
Os trovões miam em mim
O azul do céu explode em luz
Longe eu percebo um ponto
Estou até tonto
Mas tudo bem
Ok
O vento passa e seca minhas lágrimas
Enquanto corro pro lado oposto
Um posto abastece essa loucura
Eu não tenho nada mais que cabelos crescendo em minha cabeça
Todos querem que eu diga isso
Mas eu tenho muito mais que isso
Eu encrespo cada pelo quando penso na indiferença
Essa fumaça que solto pelas ventas representa
Algo que me atormenta
Eu eu eu
Os trovões miam em mim
O azul do céu explode em luz
Longe eu percebo um ponto
Estou até tonto
Mas tudo bem
Ok
O vento passa e seca minhas lágrimas
Enquanto corro pro lado oposto
Um posto abastece essa loucura
Eu não tenho nada mais que cabelos crescendo em minha cabeça
Todos querem que eu diga isso
Mas eu tenho muito mais que isso
Eu encrespo cada pelo quando penso na indiferença
Essa fumaça que solto pelas ventas representa
Algo que me atormenta
Eu eu eu
A dor a ensinar o animal a amar
Computador das cores
Pinte e reflita minhas dores
Aqui no...
Não pare de si
Se digo de si
Uma cor imagino em sua vagina
Eu não paro de colorir a vida
Os raios de luz acertam em ti
Não pare minha gata
Eu estou como quase sempre lá
Não pare
Eu não posso
Eu te amo demais
Cuspo um eu te amo via quase
Urinária
Urinaria
Em qualquer casa te amaria
Sem refletir o sol nasce todo dia
O que estou f....azendo
Agora estou entendendo
Eu gosto de você e você
Não está nem aí pra mim
Mas isso pra mim não é o fim
Pinte e reflita minhas dores
Aqui no...
Não pare de si
Se digo de si
Uma cor imagino em sua vagina
Eu não paro de colorir a vida
Os raios de luz acertam em ti
Não pare minha gata
Eu estou como quase sempre lá
Não pare
Eu não posso
Eu te amo demais
Cuspo um eu te amo via quase
Urinária
Urinaria
Em qualquer casa te amaria
Sem refletir o sol nasce todo dia
O que estou f....azendo
Agora estou entendendo
Eu gosto de você e você
Não está nem aí pra mim
Mas isso pra mim não é o fim
Eu procuro ainda onde o rock errou amor
Samba roll
Gasto meus ouvidos escutando tudo o que sinto
Sim aquelas ondas do seu celular ainda batem em minha praia
E nas principais ondas a sinto como um absinto
Pessoas eu não sei como também sei que não sabes
O que e
Pra que lado ir na hora H
Nos jogamos na rede onde as pessoas são todas boas
Crio esse sistema de amar-te daqui até onde achas-te
Eu não quero mas vou virar
Esse copo de bebida em minha vida
O solo implora sua presença
O sol só no dia no céu diz
Que pra se ser feliz
É preciso se ser feliz
Eu aceito isso
E digo
Que você amigo ou amiga
Sinta que eu sou o que és
E que nada mais há
Do que eu e tu
Tanto faz
Conjugar que nada
O tempo é o mesmo
O de Amar
Gasto meus ouvidos escutando tudo o que sinto
Sim aquelas ondas do seu celular ainda batem em minha praia
E nas principais ondas a sinto como um absinto
Pessoas eu não sei como também sei que não sabes
O que e
Pra que lado ir na hora H
Nos jogamos na rede onde as pessoas são todas boas
Crio esse sistema de amar-te daqui até onde achas-te
Eu não quero mas vou virar
Esse copo de bebida em minha vida
O solo implora sua presença
O sol só no dia no céu diz
Que pra se ser feliz
É preciso se ser feliz
Eu aceito isso
E digo
Que você amigo ou amiga
Sinta que eu sou o que és
E que nada mais há
Do que eu e tu
Tanto faz
Conjugar que nada
O tempo é o mesmo
O de Amar
Ôu...essa noite disse-me vai ou eu digo
Alguém entende o que procuro?
O que sou?
Racho as noites em rachas
Mulheres corridas
O homem em mim fala melhor que essa mulher
Outro que te quer
Resumo meu sumo
O sal do mar precisa se salgar
Sorte que perceba isso antes da morte
As modernas noites em claro iluminaram
O cristo que há em mim
Eu quero entender o que isso quer dizer
Olhem eu não estou me confessando
Estou escrevendo o que estou imaginando
Sem e com medo indo
Comendo e dando amendoins
E ainda andando por todos confins
O que sou?
Racho as noites em rachas
Mulheres corridas
O homem em mim fala melhor que essa mulher
Outro que te quer
Resumo meu sumo
O sal do mar precisa se salgar
Sorte que perceba isso antes da morte
As modernas noites em claro iluminaram
O cristo que há em mim
Eu quero entender o que isso quer dizer
Olhem eu não estou me confessando
Estou escrevendo o que estou imaginando
Sem e com medo indo
Comendo e dando amendoins
E ainda andando por todos confins
Salvo além do Ctrl B
Um brinde a quem procura além das fumaças
Eu não falo em ser uma criança
Mas eles insistem
Eu rolo por toda a cama antes de dormir
Procurando cadê
Nem sei se era pulga ou percevejo
Percebo no que beijo o seu queixo
Cadê você o meu pedaço do meu queijo
Eu não falo em ser uma criança
Mas eles insistem
Eu rolo por toda a cama antes de dormir
Procurando cadê
Nem sei se era pulga ou percevejo
Percebo no que beijo o seu queixo
Cadê você o meu pedaço do meu queijo
Xou axim
Eu gosto de pensar quem sou
Em cada canto que me escondo
Eu sou assim
Como o sou pra ti
E o ar que finge enferrujar
Inventa de adentrar e me jogar contra mim
E meus sonhos se debatem
Eu penso no que sinto
Eu sou assim inflo
Uma brasa do sol da manhã
Esquenta reaquece meu coraçãozinho
Esse mesmo ar me diz em arte
Meu nome que não some
Sou homem e te quero mulher
E de fato
Existem coisas que só eu faço contigo
Conto comigo pra te ter
Rufando com um umbigo
E o mesmo ar que infla meu eu
Começa a planar em tanto ar
Que é bom amar
Nada mais
Nada mais do que nadar
E olhar pro ar que ainda há entre nosso olhar amor
E é pra lá
Pra lá que vou rumar
E nesse mesmo ar
Rimar meu viver
Em cada canto que me escondo
Eu sou assim
Como o sou pra ti
E o ar que finge enferrujar
Inventa de adentrar e me jogar contra mim
E meus sonhos se debatem
Eu penso no que sinto
Eu sou assim inflo
Uma brasa do sol da manhã
Esquenta reaquece meu coraçãozinho
Esse mesmo ar me diz em arte
Meu nome que não some
Sou homem e te quero mulher
E de fato
Existem coisas que só eu faço contigo
Conto comigo pra te ter
Rufando com um umbigo
E o mesmo ar que infla meu eu
Começa a planar em tanto ar
Que é bom amar
Nada mais
Nada mais do que nadar
E olhar pro ar que ainda há entre nosso olhar amor
E é pra lá
Pra lá que vou rumar
E nesse mesmo ar
Rimar meu viver
terça-feira, 7 de agosto de 2012
domingo, 5 de agosto de 2012
sábado, 4 de agosto de 2012
FA. FA. Faculdade da Família
Higiene na rua é educação. Quando a maioria desenvolver uma consciência cidadã, teremos uma cidade mais limpa. E para desenvolver essa consciência é necessário começar em casa, com a família, com o indivíduo sendo educado pelos pais e familiares.
Mas quem educa os pais e familiares?
Bem aí está o núcleo do problema. Muitas pessoas não se preparam para criar os filhos. Talvez pensem que seus filhos vão vencer na vida por uma questão de sorte, não de esforço pessoal. Bem, mas esse negócio de vencer na vida nada tem a ver com higiene você pode estar pensando. Mas claro que tem a ver sim. Pois vencer na vida não é só ter uma belo carro e casa. Vencer na vida é participar ativamente do desenvolvimento da região em que moramos e, portanto, zelar pela limpeza de nossa cidade. Tudo na vida é interligado. Cuidando bem de nossa cidade criamos um ambiente harmônico e uma consequente paz, a tão almejada segurança.
Leia+ e isso estará acontecendo
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Balanço
Escrever é a forma que uso para deixar de ser escravo desse sistema avassalador atual.
Escrevo para entender minha insatisfação. Assim me relaciono com o leitor intimamente. Sim, porque ler é um processo interno. Ser lido por você é estar aí dentro, junto do seu pensamento. Pertinho da voz da sua consciência. Por isso ler é um dialogo íntimo consigo mesmo e comigo mesmo. É uma eterna comunicação ler.
Escrevo para entender minha insatisfação. Assim me relaciono com o leitor intimamente. Sim, porque ler é um processo interno. Ser lido por você é estar aí dentro, junto do seu pensamento. Pertinho da voz da sua consciência. Por isso ler é um dialogo íntimo consigo mesmo e comigo mesmo. É uma eterna comunicação ler.
Qui química têm as bocas
Meu sonho desafia-me a cada dia
Ele quer ser nossa realidade
E insiste...
Ouça minha música
Pois nela vou contar
Minha música
Minha força circula pelas manhãs
Diz isso para mim
Chegou a hora e é agora
Em minha casa e cabeça começo
Tenho uma visão
Uma revelação
Trabalho então
E o ar que sai pelas minhas vias de fato me são
Que química
Em minha educação física
Matematizo matizes elementais
Demonstro debruçado sobre o momento
Dominando o que entendo que entendo
Não é nenhuma revelação
É meu sonho passado do sentimento para o pensamento
E tornando-se minha realidade
Tipo nossas duas bocas em todas se transformando
E dizendo como que gritando
Ele quer ser nossa realidade
E insiste...
Ouça minha música
Pois nela vou contar
Minha música
Minha força circula pelas manhãs
Diz isso para mim
Chegou a hora e é agora
Em minha casa e cabeça começo
Tenho uma visão
Uma revelação
Trabalho então
E o ar que sai pelas minhas vias de fato me são
Que química
Em minha educação física
Matematizo matizes elementais
Demonstro debruçado sobre o momento
Dominando o que entendo que entendo
Não é nenhuma revelação
É meu sonho passado do sentimento para o pensamento
E tornando-se minha realidade
Tipo nossas duas bocas em todas se transformando
E dizendo como que gritando
terça-feira, 31 de julho de 2012
É possível
Quando a natureza quer despertar um humano, cata n’alma dele seu sonho e o atormenta. De modo a poder ensinar-lhe o que a vida lhe planejou. Até que ele compreenda vitais planos, experimenta-lhe da fama instantânea e passageira até aos caminhos tortuosos de espinhos do sucesso verdadeiro. Conserva-o ardendo de desejo até que descubra a boa vontade no amor incondicional. Até que vença vícios e paixões. E quando ele desanima, numa impiedosa placa escrito ele lê: “Siga seu sonho ou se desespere em crises existenciais”. Seu coração clama em batimentos calmos e amorosos para consigo mesmo, dizendo: VÁ! estou com sua mente e alma a lhe guiar. A lágrima surge em apelo, mostrando no olhar o brilho puro da intenção. Assim surge o elo. O elo ao amor em paz. Onde a natureza e humanos se encontram.
É preciso encarar o nosso próprio sonho como a missão de nossa vida
Sentir-se evocado a realizar esse sonho. Ceder. Avançar. Viajar na fantasia de vencer na vida fazendo o que ama. Ir de encontro a si; encarar o perigo do que se pode ser; combater medos e as adversidades que a realidade e os outros nos impõe. Não se importando que de vez em quando alguém próximo queira lhe derrubar, com intrigas banais, assim colocando dúvidas na sua cabeça. Algumas pessoas lhe convidam a ser medíocre, que aceite sua condição miserável e que trabalhe só para sobreviver. Aprenda que nem todos estão dispostos a se encorajar e acordar para o sonho realizável.
Sair da grudenta miséria imposta é preciso
Antes saiba que se entregar de coração e mente a possibilidade de uma vida melhor, causa sofrimentos. E estes, são ensinamentos que lhe manterão nos trilhos do amor verdadeiro. -Auxiliando na busca do melhor de si, mesmo que tenha de descer a mais profunda dor, pra de lá garimpar e lapidar o bruto destino à uma fantasia altamente realizável. Tornando a vida uma verdadeira e eterna aventura. Assim, impulsionado pela boa vontade, conhecer-se e ser reconhecido. –Um herói de dois mundos; o mundo íntimo da verdade dos seus sonhos e o externo da realidade a sua volta. Tornar o viver, essa busca, sempre na direção da sabedoria e do amor. Valorizando a união de mente e coração n’alma. Com boa vontade, curiosidade, inteligência, solidariedade, amizade e coragem. Então chegar ao amor universal e incondicional para com a família humana. Isso é atuar na própria vida.
Leia bem
domingo, 29 de julho de 2012
sábado, 28 de julho de 2012
Príncipe dos princípios
Eu não sei
Anoiteceu
Mas sei
Vai amanhecer
Traiçoeira a noite me mostra de fato
Os fatos que lerei amanhã de manhã
Esse meu lado melhor não conhecer?
Mas como me conhecer sem me todo saber?
Arrisco-me arisco a ser o que posso
Costa a costa investigo cada milímetro
De fato meu rosto aparece todos os dias
Entre os mais procurados
É que de fato assim me acho
Rolo de rir
Até o meu sacrifício eu fiz
Me pendurei numa cruz
Da qual fiz um xis
De opção
O doce amargou
O rolo não é comigo?
Ou eu estou num rolo
Estou a deriva da vida
Que defeca em minha cara todo dia minha agonia
Frase forte que scarface-mi-mo-me
Marco em meu semblante minha vida neologista
Vida da qual minha ferida
Passada e assim mesmo irrugada
Vincos de tantos afins
Meus dedos em creme ficam a espremer-me
Na unha resgato minha turma
Na sobra o que sobra
É de fato o que sou
Eu não apareço em diários
Já que me crio é nessa noite
Anoiteceu
Mas sei
Vai amanhecer
Traiçoeira a noite me mostra de fato
Os fatos que lerei amanhã de manhã
Esse meu lado melhor não conhecer?
Mas como me conhecer sem me todo saber?
Arrisco-me arisco a ser o que posso
Costa a costa investigo cada milímetro
De fato meu rosto aparece todos os dias
Entre os mais procurados
É que de fato assim me acho
Rolo de rir
Até o meu sacrifício eu fiz
Me pendurei numa cruz
Da qual fiz um xis
De opção
O doce amargou
O rolo não é comigo?
Ou eu estou num rolo
Estou a deriva da vida
Que defeca em minha cara todo dia minha agonia
Frase forte que scarface-mi-mo-me
Marco em meu semblante minha vida neologista
Vida da qual minha ferida
Passada e assim mesmo irrugada
Vincos de tantos afins
Meus dedos em creme ficam a espremer-me
Na unha resgato minha turma
Na sobra o que sobra
É de fato o que sou
Eu não apareço em diários
Já que me crio é nessa noite
sexta-feira, 27 de julho de 2012
Amor, olha o que eu fiz ou Bardo Eduardo
Sorria de rabo de olho
Eu entendo
O barulho que seu sexo faz fez em mim algo assim
Assim que sou
É janeiro ainda naquele ano
Mesmo que não
Eu discuto agora não
Açoite meu açougue
A noite é que nasço
Pardo bardo
Bar do Eduardo
Esse som é bom
Volto pro ninho selvagem
O sol some... eu não sei
Eu amo o barulho do som de sua transpiração
Estou falando sobre bebês que bebem
Mesmo que creça tanto
Mesmo que...amar-te seja cair na terra
O próprio amor inebria
Estou assim contigo
Eu amo o som de sua respiração
Sei se dessa piração que em mim causas
Esse som é o crepitar...
De meu coração
.ar em am e em fm
Sei que estou prolongando o final
É que maduro o precoce passa longe
Eu não tenho pressa
Sente
E levante
Um elefante levanto
Inspirando
Eu entendo
O barulho que seu sexo faz fez em mim algo assim
Assim que sou
É janeiro ainda naquele ano
Mesmo que não
Eu discuto agora não
Açoite meu açougue
A noite é que nasço
Pardo bardo
Bar do Eduardo
Esse som é bom
Volto pro ninho selvagem
O sol some... eu não sei
Eu amo o barulho do som de sua transpiração
Estou falando sobre bebês que bebem
Mesmo que creça tanto
Mesmo que...amar-te seja cair na terra
O próprio amor inebria
Estou assim contigo
Eu amo o som de sua respiração
Sei se dessa piração que em mim causas
Esse som é o crepitar...
De meu coração
.ar em am e em fm
Sei que estou prolongando o final
É que maduro o precoce passa longe
Eu não tenho pressa
Sente
E levante
Um elefante levanto
Inspirando
terça-feira, 24 de julho de 2012
"Rosas à esse céu cinza"
Vem o cinza do céu dizer pra mim
Que do outro lado da porta há um tempo que não se importa
Se chove ou não desse lado de dentro da porta
Aquele filme da minha vida passa sem revolta
As coisas que tenho pra fazer me amassam
E por mais que amasse eu não sou de aço
Sou de carne e osso em consciência
Eu bem sei que também sabes
Mas meus olhos olham é pela janela de minha alma
Estranho! não há nada diferente
Entre o universo e minha entranha
O mundo exterior é meu mundo interior
Sim, chove
Mas as gotas regam lindas flores do caminho que trilho
Eu resisto a deixar tudo isto com está
A minha passagem prescreve beleza
E como nem toda a beleza é verdadeira
Duvido dela
Eu planto rosas pra essa chuva aproveitar e regar
E levar minha beleza esgoto abaixo que seja
Todo lugar precisa de beleza
E eu veja
sábado, 21 de julho de 2012
Extrato de minha purificação estou sendo
Estou sendo cercado
Mas eu vou quebrar as regras
Olhem meus amigos minha face fácil
Dócil
Uma entre tantas mil minhas
Escolhi essa
Entre tantas que conheço
Extrato de minha purificação estou sendo
O processo de depuração começou
Sim eu estou sendo puro com meus sentimentos e pensamentos
Purificado pelas minhas experiências
Não quero atacar
E nem atalhar
Mas àquela luz eu vou
E no caminho hão pedras
Tão grandes que formam montanhas
Entre mim e eu
Pra não dizer entre eu e tu
Entranhas
Tão estranhas
Mas eu vou quebrar as regras
Olhem meus amigos minha face fácil
Dócil
Uma entre tantas mil minhas
Escolhi essa
Entre tantas que conheço
Extrato de minha purificação estou sendo
O processo de depuração começou
Sim eu estou sendo puro com meus sentimentos e pensamentos
Purificado pelas minhas experiências
Não quero atacar
E nem atalhar
Mas àquela luz eu vou
E no caminho hão pedras
Tão grandes que formam montanhas
Entre mim e eu
Pra não dizer entre eu e tu
Entranhas
Tão estranhas
quinta-feira, 19 de julho de 2012
segunda-feira, 16 de julho de 2012
Coquetel
Galera!Espero que se impressionem positivamente com a minha candidatura, pois precisamos ter como vereador alguém que more aqui. Valorizem o que é nosso. Pensem bem antes de votar. Eu sempre zelei pela nossa região em jornais, matérias em vídeo, fotos e em bate-papos. Tenho estudo e bastante experiência. E o foco é garantir saúde, segurança e cultura para os jovens não se envolverem com o crack. Queiram acompanhar minhas propostas e a seriedade que estou empenhando nessa empreitada.
Um estado de conciência sensato é um Master Mind. Uma mente mestre que é virtual. É tipo assim um objetivo sentido e pensado sendo buscado. Virtualmente uma personalidade tomando forma, ritmo e rumo. O elo é o prumo. E o elo não é ele. Somos nós
A maioria. Amai e ou ria. Ama io ria. A má ioría. A maiô ria.
Um estado de conciência sensato é um Master Mind. Uma mente mestre que é virtual. É tipo assim um objetivo sentido e pensado sendo buscado. Virtualmente uma personalidade tomando forma, ritmo e rumo. O elo é o prumo. E o elo não é ele. Somos nós
A maioria. Amai e ou ria. Ama io ria. A má ioría. A maiô ria.
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Até quando esperar - Vila Liberdade X LIBERDADE - NOVO? HUMAITÁ - UM NOVO JEITO DE MORAR PERTO DE TUDO
Em breve fotos e entrevistas diretas ao vivo de lá. Da minha, da sua, da nossa Liberdade
São 600 famílias que esperam a construção de suas casas. São 600 famílias que em média têm 4 pessoas (600 x 4= 2.400 pessoas)
Esperando seus lares, para que quentinhos passem o inverno. Mas quentinho por enquanto só... de tanto esperar.
Em assembleia do Orçamento Participativo, a Vila Liberdade reuniu 1,8 mil pessoas, que definiram como prioridade a construção das casas. - "AGORA CHEGOU A NOSSA VEZ" - A região está se desenvolvendo e essa comunidade não pode mais conviver com ratos, baratas, doenças e com moradias precárias. "Nossos irmãos só querem dignidade, pois hoje vivem em uma situação de calamidade pública." A Vila Liberdade acompanhou outros assentamentos e que agora espera ansiosa a sua vez.
E a verdadeira liberdade é assim
Tipo essa música aqui
Quem espera alcança
Eu alcanço Me alcansa
Comigo essa contra dança
É mesmo assim
terça-feira, 10 de julho de 2012
Manifestamos
Não sou poeta de enumerar as estrelas
Nem as gotinhas do mar
Sou poeta da ação
Da ação de amar
Sou poeta de pé no chão
No e do barro
Nessa poeira desse estradão
Ergo minha mão
Recuso-me a aceitar essa cultura ou falta de
Recuso-me a aceitar a desigualdade social que resulta na violência atual
E nessa recusa algo me acusa
Põe-me um madeiro nas costas
O peso do mundo carrego nessas paletas
Que coloco na paleta das cores de meus versos
Reflito
Essa conversa íntima que temos
Sim porque escrever é desescravizar a mente
É libertar essa energia que presa angustia
Escrevo e me leio
Respeito os milênios de nossos antepassados
Nossas resistências
Nossas glórias
Bem como
Nossas derrotas
Escrevo para anotar e notar como é linda e forte nossa voz
Essa da consciência que nos unifica
Nos torna Unos em versos universais
Em conflito comigo comento
Que a humanidade em sociedade precisa de uma start
Aperto o eterno botão da evolução
Reflito
É agora
É a hora
Cresçamos internamente cada um
Não por grana ou glória
Façamos desse momento o melhor da história
Pois é agora que vivemos
Honremos todos que por aqui passaram, passam e passarão
Eternos passarinhos a voar em nossa imaginação
Aqui dentro está a eternidade
Sublime e profundo o ar gasosa
E desenrosca a cobra de minhas costas
A pego a torno cajado
E não fico calado
Em nossa voz reflito iluminando o caminho
Sem revolução
Uma evolução
Escute essa locução que está ae em ti
Ouça a compaixão do amor
A compreensão do amor
A caridade do amor
Aquele ali sou eu se Eu em Mim estiver
A fraternidade tem um inseparável elo com a humanidade
E nós enquanto sociedade
Podemos e devemos ser fraternos
É só querermos
Somos livres
Seja um poeta dessa ação
Dessa ação de amar
Nem as gotinhas do mar
Sou poeta da ação
Da ação de amar
Sou poeta de pé no chão
No e do barro
Nessa poeira desse estradão
Ergo minha mão
Recuso-me a aceitar essa cultura ou falta de
Recuso-me a aceitar a desigualdade social que resulta na violência atual
E nessa recusa algo me acusa
Põe-me um madeiro nas costas
O peso do mundo carrego nessas paletas
Que coloco na paleta das cores de meus versos
Reflito
Essa conversa íntima que temos
Sim porque escrever é desescravizar a mente
É libertar essa energia que presa angustia
Escrevo e me leio
Respeito os milênios de nossos antepassados
Nossas resistências
Nossas glórias
Bem como
Nossas derrotas
Escrevo para anotar e notar como é linda e forte nossa voz
Essa da consciência que nos unifica
Nos torna Unos em versos universais
Em conflito comigo comento
Que a humanidade em sociedade precisa de uma start
Aperto o eterno botão da evolução
Reflito
É agora
É a hora
Cresçamos internamente cada um
Não por grana ou glória
Façamos desse momento o melhor da história
Pois é agora que vivemos
Honremos todos que por aqui passaram, passam e passarão
Eternos passarinhos a voar em nossa imaginação
Aqui dentro está a eternidade
Sublime e profundo o ar gasosa
E desenrosca a cobra de minhas costas
A pego a torno cajado
E não fico calado
Em nossa voz reflito iluminando o caminho
Sem revolução
Uma evolução
Escute essa locução que está ae em ti
Ouça a compaixão do amor
A compreensão do amor
A caridade do amor
Aquele ali sou eu se Eu em Mim estiver
A fraternidade tem um inseparável elo com a humanidade
E nós enquanto sociedade
Podemos e devemos ser fraternos
É só querermos
Somos livres
Seja um poeta dessa ação
Dessa ação de amar
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Coisas pelas quais vale a pena morrer
Você morreria pelo seu carro? Certamente, se der tempo para uma reflexão mais demorada, não morreria. Carro depois se compra outro, e melhor.
Você morreria pela sua casa? Bem, talvez você pense: minha casa é meu lar. Uma pessoa deve defender o seu lar. Ainda mais se nesse lar há uma família. Mas espere aí. Uma casa é uma casa. Um lar é uma família. Sua casa não é sua família. Então você não morreria por sua casa.Você morreria por sua família? Aí sim. Ou não? Mas sim, todos os seres humanos morreriam por suas famílias. Todos mesmo, se refletirmos.
Então a família é o início do que vale nessa vida, e vale tanto que até mesmo morreríamos por isso. Porém nossa "família" não é só os nossos parentes. Nossa família são todas gentes.
...Base para reflexão...
As coisas parecem difíceis. Mas essas dificuldades são somente provas que precisamos passar. E esse momento de grande progresso em nossa região está nos provando. Perceba a extrema coincidência: nascemos no mesmo local e tempo. Poderíamos ter nascido em qualquer época e lugar, mas não. Fomos nascer juntos. Então somos uma família.
*" A violência atual não deve parecer natural. Nada deve parecer impossível de mudar."
Não quero muito me alongar, por que se não começo a rimar.
Agora é tarde
Vamos nos amar
AR, ar, ar
La lari Lalar
Você morreria pela sua casa? Bem, talvez você pense: minha casa é meu lar. Uma pessoa deve defender o seu lar. Ainda mais se nesse lar há uma família. Mas espere aí. Uma casa é uma casa. Um lar é uma família. Sua casa não é sua família. Então você não morreria por sua casa.Você morreria por sua família? Aí sim. Ou não? Mas sim, todos os seres humanos morreriam por suas famílias. Todos mesmo, se refletirmos.
Então a família é o início do que vale nessa vida, e vale tanto que até mesmo morreríamos por isso. Porém nossa "família" não é só os nossos parentes. Nossa família são todas gentes.
...Base para reflexão...
As coisas parecem difíceis. Mas essas dificuldades são somente provas que precisamos passar. E esse momento de grande progresso em nossa região está nos provando. Perceba a extrema coincidência: nascemos no mesmo local e tempo. Poderíamos ter nascido em qualquer época e lugar, mas não. Fomos nascer juntos. Então somos uma família.
*" A violência atual não deve parecer natural. Nada deve parecer impossível de mudar."
Não quero muito me alongar, por que se não começo a rimar.
Agora é tarde
Vamos nos amar
AR, ar, ar
La lari Lalar
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Quem sou eu?
Fim Virgem ou Filtros liberem só o que há de bom em mim
Eu sou um jeans usado num casamento hippie
Eu sou o que sempre sonhei
Está impresso em minha íris
Livre ando ainda onde a onda do amor a uma não me pega
Assim amo tudo
Sei não vai adiantar fugir
Um dia o amor por uma vai acertar-me
Mas o que eu faço?
Se não vejo mais nada
Eu fujo
Eu corro tão rápido
Que minhas lágrimas secam
Eu estou nu
E sempre estive aqui
Tipo em las vesgas jogando minha vida fora
Eu estou aqui
Eu estou a rufar com o tambor de meu peito
Sei nada há mais do que amar
Mas não sei amar
Mas deus por favor eu preciso de todas as chances
Eu então agora vou fechar meus olhos
E não há quem mais do que eu e tu nos queira bem
Eu pisco e te vejo no escuro dessa clara mão
Eu lavo o que levo aos meus sentimentos
Puros como esses filtros cabaços
Em um comportamento adotado
Afirmo o que farei
A amarei como amo todas
Isso sempre farei
segunda-feira, 2 de julho de 2012
domingo, 1 de julho de 2012
sexta-feira, 22 de junho de 2012
Frio Grande do Sul
Eu, até hoje, quando sentia friagem, chegava em casa e tomava um leite quente.
Buena. Com o tempo aprendi que no leite as bactérias, vírus e outros microcorpos se desenvolvem melhor. Pensei. Se bactérias, vírus e tudo o mais proliferam melhor em substâncias como o leite... Assim, durante um estado de fragilidade imunológica ou mesmo algum excesso de esforço físico, emocional e, ou mental, eu não daria esse mole pra os microcorpos. Parei de tomar leite quente, mas não de tomar leite.
Adiante, percebi que ao ingerir qualquer outro alimento ou líquido quente, eu também proporcionaria um campo fértil ao desenvolvimento de vegetações perniciosas ao meu organismo...Assim, percebi que meus anticorpos são os inimigos desses micro-organismos. Se minha defesa é igual ao ataque, por se encontrarem em um campo de combate, que por ventura é o meu organismo. Então além de dentro da luta, estou sendo à própria luta. Esse procedimento facilita aos distantes micros que se aproximem do macro, e assim comunicam que estão ali. Elo que sou, compreendi que...
Viver em paz é estar em paz consigo mesmo.
Hoje após saber que não é com o calor que se combate o frio do inverno que eu...eu...
.
Buena. Com o tempo aprendi que no leite as bactérias, vírus e outros microcorpos se desenvolvem melhor. Pensei. Se bactérias, vírus e tudo o mais proliferam melhor em substâncias como o leite... Assim, durante um estado de fragilidade imunológica ou mesmo algum excesso de esforço físico, emocional e, ou mental, eu não daria esse mole pra os microcorpos. Parei de tomar leite quente, mas não de tomar leite.
Adiante, percebi que ao ingerir qualquer outro alimento ou líquido quente, eu também proporcionaria um campo fértil ao desenvolvimento de vegetações perniciosas ao meu organismo...Assim, percebi que meus anticorpos são os inimigos desses micro-organismos. Se minha defesa é igual ao ataque, por se encontrarem em um campo de combate, que por ventura é o meu organismo. Então além de dentro da luta, estou sendo à própria luta. Esse procedimento facilita aos distantes micros que se aproximem do macro, e assim comunicam que estão ali. Elo que sou, compreendi que...
Viver em paz é estar em paz consigo mesmo.
Hoje após saber que não é com o calor que se combate o frio do inverno que eu...eu...
.
terça-feira, 19 de junho de 2012
Minhas bolas
Desamordaço-me
Falo: agora é que é
Estou arrebentando os grilhões desse traje
Desse ultraje
Sem máscaras sem personas
Eu nu
Índio iludido perco o controle da voz
Não doutor
Minha reza depende da minha destreza
É
E com alegria não grito
Falo
Ei! todos acordem
E agora
Nunca foi e nem sempre será assim
Quem faz a eternidade está vivo
Sim minha reza liga
Conecta o sim e o não
Na resposta incerta está a dúvida
À dádiva da vida divina interliga
Ser é Estar e Fazer aqui e agora desamordaçar
Abraçar e amar
O solo está no sol
Ou estou muito errado
Ou nem isso
Assim seja
Amem
Ao Título
Por que "Minhas bolas"?
Porque estou nu
Falo: agora é que é
Estou arrebentando os grilhões desse traje
Desse ultraje
Sem máscaras sem personas
Eu nu
Índio iludido perco o controle da voz
Não doutor
Minha reza depende da minha destreza
É
E com alegria não grito
Falo
Ei! todos acordem
E agora
Nunca foi e nem sempre será assim
Quem faz a eternidade está vivo
Sim minha reza liga
Conecta o sim e o não
Na resposta incerta está a dúvida
À dádiva da vida divina interliga
Ser é Estar e Fazer aqui e agora desamordaçar
Abraçar e amar
O solo está no sol
Ou estou muito errado
Ou nem isso
Assim seja
Amem
Ao Título
Por que "Minhas bolas"?
Porque estou nu
Língua dos anjos desamordaçados
Voa
Assim
Voa alma em minha imaginação
Conexão sim
Tirem seus bonés
Soltem as antenas
Sim eu sou diferente
Eu sou um individuo dividido entre eu e você
Sempre que pego algo perco algo
Por isso solto
Pra La das montanhas de edifícios está meu condomínio
Lá Adão e Eva
Lá eu e você estamos
Estamos naquele amor prometido para sempre
Pra lá dos vales onde tudo vale
Essa liberdade percebida
Faz todo lugar meu lar
Ou não
Estou a liberdade usar
MMMMMMMMMMHHHHHHHHH
Eu gosto mesmo é de ir e de voltar
E nesse vai e vem
Tem você no trem
As estações são circulares
Onde fores tereis seus lares
E seus pares
Aí é que entrAmos
E nos comunicAmos
SOmos Amos uns dos outros
Por isso noa Amamos
As torres balançam mas não caem
Vê-se tem Kung Fu aí na TV
Como disse quero sempre ir e voltar
E estou ai a te amar
Eu voltei
Assim
Voa alma em minha imaginação
Conexão sim
Tirem seus bonés
Soltem as antenas
Sim eu sou diferente
Eu sou um individuo dividido entre eu e você
Sempre que pego algo perco algo
Por isso solto
Pra La das montanhas de edifícios está meu condomínio
Lá Adão e Eva
Lá eu e você estamos
Estamos naquele amor prometido para sempre
Pra lá dos vales onde tudo vale
Essa liberdade percebida
Faz todo lugar meu lar
Ou não
Estou a liberdade usar
MMMMMMMMMMHHHHHHHHH
Eu gosto mesmo é de ir e de voltar
E nesse vai e vem
Tem você no trem
As estações são circulares
Onde fores tereis seus lares
E seus pares
Aí é que entrAmos
E nos comunicAmos
SOmos Amos uns dos outros
Por isso noa Amamos
As torres balançam mas não caem
Vê-se tem Kung Fu aí na TV
Como disse quero sempre ir e voltar
E estou ai a te amar
Eu voltei
sábado, 16 de junho de 2012
A lei é eu me ler
O céu e seu solo
Um tio tri me contou
Que o sol está brilhando em meus olhos
Eu olhei para o espaço que há entre eu e você
Daí eu
Eu não sei
Mudei de lugar
Deixei me levar pelos ois e tchaus
Na real minha ilusão relaxou
O céu em meu solo brilhou
O sol em meus pés refletiu o caminho
O amor que havia me dito adeus
É que eu andando o reencontrei
É que eu acho que a força de minhas lágrimas
Ilustram as ruas para dar um brilho a mais
E mais
O fogo que energiza minha vida abre as portas
Todas até quase as da minha morte
Por sorte e por ser forte
Eu bórder line sigo
Meus ossos todos se ajoelham e agradecem
Nem que seja só por essa noite poder agradecer
Meus olhos orbitam minha face
Minha língua difícil diz
Em uma canção
Pái nosso que estás no céu ilumine
Minha canseira
Saibam que eu não sei se nada sei
O que sei é que...
Descubro
Mas a linha do horizonte deitada não quer saber
De me deixar dormir
Lá
Lá
Láralala
Sim eu já vou este texto acabar
Mas não porque ele tenha algum fim
Mas sim
Porque tem que ser assim
"Aquelas pedras no caminho
São o que sou no fim"
Um tio tri me contou
Que o sol está brilhando em meus olhos
Eu olhei para o espaço que há entre eu e você
Daí eu
Eu não sei
Mudei de lugar
Deixei me levar pelos ois e tchaus
Na real minha ilusão relaxou
O céu em meu solo brilhou
O sol em meus pés refletiu o caminho
O amor que havia me dito adeus
É que eu andando o reencontrei
É que eu acho que a força de minhas lágrimas
Ilustram as ruas para dar um brilho a mais
E mais
O fogo que energiza minha vida abre as portas
Todas até quase as da minha morte
Por sorte e por ser forte
Eu bórder line sigo
Meus ossos todos se ajoelham e agradecem
Nem que seja só por essa noite poder agradecer
Meus olhos orbitam minha face
Minha língua difícil diz
Em uma canção
Pái nosso que estás no céu ilumine
Minha canseira
Saibam que eu não sei se nada sei
O que sei é que...
Descubro
Mas a linha do horizonte deitada não quer saber
De me deixar dormir
Lá
Lá
Láralala
Sim eu já vou este texto acabar
Mas não porque ele tenha algum fim
Mas sim
Porque tem que ser assim
"Aquelas pedras no caminho
São o que sou no fim"
terça-feira, 5 de junho de 2012
Dou-me
Eu sei que me safo até enquanto ainda me safo
Pois sei que...
...Claro que a escuridão continua ali
Mas a eu clareado aqui
Tanto faz
Atiro-me na estrada aonde a estada de minha vida seja cumprida
Pior
Sinto que se eu viver e não for o que penso não viví
Pensar em viver e não me viver
É pior do que morrer vivo
Por isso vivo em busca duma rima que rime comigo
A algo que em mim seja
E não importa o que haja
Eu estou aqui para o que eu me der
O papel aceita tudo
Então que seja o mistério do que não somos
Assim com minha mão eu digito agora algo que rime
Com o que sinto agora
Pois aqui onde estou é o meu recinto
Em que me sinto
É meu ritmo
Do que pra mim estou e sou
E já que sou um sim de mim pra ti
É bom aproveitar-mos a vida
A aquela parede eu pretendo transpunir
E claro que por uma abertura
Que como sempre há
Estou aberto...antropofágico
Digiro-me e dirijo-me ao centro
...
Um brinde à janela que se abre
Novas situações a me desafiar
Essa fagulha encontrar
Eu não sou e sei que não sou
Rio de meus dias
Inunde minhas ilusões do sal do mar
Mas eu sou um
Só mais um pra completar
Mas considerando o espaço
Minhas pupilas circundam meu espírito
Mas o my self sempre quer mais
E deixa essa sensação de vazio
Lacunas venham estou aqui
Elando
O Elo entre mim e o que em semente me prometeram sou
É que eu tenho que ser
Pois estou sendo o mais livre que posso
E sinto o bafo de todas as nações
Em mim seus povos urram
E o que eu sou?
Pois sei que...
...Claro que a escuridão continua ali
Mas a eu clareado aqui
Tanto faz
Atiro-me na estrada aonde a estada de minha vida seja cumprida
Pior
Sinto que se eu viver e não for o que penso não viví
Pensar em viver e não me viver
É pior do que morrer vivo
Por isso vivo em busca duma rima que rime comigo
A algo que em mim seja
E não importa o que haja
Eu estou aqui para o que eu me der
O papel aceita tudo
Então que seja o mistério do que não somos
Assim com minha mão eu digito agora algo que rime
Com o que sinto agora
Pois aqui onde estou é o meu recinto
Em que me sinto
É meu ritmo
Do que pra mim estou e sou
E já que sou um sim de mim pra ti
É bom aproveitar-mos a vida
A aquela parede eu pretendo transpunir
E claro que por uma abertura
Que como sempre há
Estou aberto...antropofágico
Digiro-me e dirijo-me ao centro
...
Um brinde à janela que se abre
Novas situações a me desafiar
Essa fagulha encontrar
Eu não sou e sei que não sou
Rio de meus dias
Inunde minhas ilusões do sal do mar
Mas eu sou um
Só mais um pra completar
Mas considerando o espaço
Minhas pupilas circundam meu espírito
Mas o my self sempre quer mais
E deixa essa sensação de vazio
Lacunas venham estou aqui
Elando
O Elo entre mim e o que em semente me prometeram sou
É que eu tenho que ser
Pois estou sendo o mais livre que posso
E sinto o bafo de todas as nações
Em mim seus povos urram
E o que eu sou?
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Fluir
O fluxo de caixa tem que crescer e querer ser como eu
Fluido fluindo...
...
Sou uma pessoa que me conheço
Quando chego assim fluindo
Logo me reconheço
Sei do que gosto e o porquê gosto
E mais um grão de feijão é escolhido
É noite nesse rosto
A pura lágrima desce
E o cara ali parado
Um brinde a falta que a mim faço
Não
Não sou feijão
Reuno tudo o que sinto e imagino
Esquadrinho meu mapa astral sem compasso
Ao passo do que vejo e passo
Eu sinto que esse crack é o barulho das borbulhas de minhas babas estourando
Que incontidas queimam em meu mais profundo coração
E estouram nesse eco mental
Minha razão
Minha ração
Meus olhos orbitam fenícios
Meus eus que são me
E soltam-me
E o solo de meu penar surge em meu pensar
A saída é essa ae
Estou eu a cantar
O que...
Está escrito
Não estrito
Nas estrelas
Entre elas meu futuro marcado em negrito
Sublimes sublinhados
Deixo rolar o rock and roll
Minha hoje bem contida ira usina minha boa vontade
E a noite naquele rosto escolhendo feijões que vão brotar
Não sou feijão nem arroz
Sou o que busco
E busco a foz de minha íntima voz
Passageiro de minha viagem
Navego entre o erro e o acerto
Eu não quero usar gravata pra mostrar o quanto sério sou
E é engraçado como este texto fluiu
Assim que tem que fazer nosss fluxo de caixa
FLUIR
Fluido fluindo...
...
Sou uma pessoa que me conheço
Quando chego assim fluindo
Logo me reconheço
Sei do que gosto e o porquê gosto
E mais um grão de feijão é escolhido
É noite nesse rosto
A pura lágrima desce
E o cara ali parado
Um brinde a falta que a mim faço
Não
Não sou feijão
Reuno tudo o que sinto e imagino
Esquadrinho meu mapa astral sem compasso
Ao passo do que vejo e passo
Eu sinto que esse crack é o barulho das borbulhas de minhas babas estourando
Que incontidas queimam em meu mais profundo coração
E estouram nesse eco mental
Minha razão
Minha ração
Meus olhos orbitam fenícios
Meus eus que são me
E soltam-me
E o solo de meu penar surge em meu pensar
A saída é essa ae
Estou eu a cantar
O que...
Está escrito
Não estrito
Nas estrelas
Entre elas meu futuro marcado em negrito
Sublimes sublinhados
Deixo rolar o rock and roll
Minha hoje bem contida ira usina minha boa vontade
E a noite naquele rosto escolhendo feijões que vão brotar
Não sou feijão nem arroz
Sou o que busco
E busco a foz de minha íntima voz
Passageiro de minha viagem
Navego entre o erro e o acerto
Eu não quero usar gravata pra mostrar o quanto sério sou
E é engraçado como este texto fluiu
Assim que tem que fazer nosss fluxo de caixa
FLUIR
sexta-feira, 1 de junho de 2012
"A aquela aquarela que somos vamos"
Faz tempo que não escrevo
Venho me libertando
Digo
Renascendo-me
Ascendo-me
Acendo-me
É a iluminação minha meta
Volto a me estudar
M'escrevo
M'entendo
Aqueço-me
Não esqueço-me
A dor não some
Sou procurador
E nessa procura
Percebo a loucura
Do que está
E
Talvez sempre esteja
Que assim seja
Sou-me
Do que estou falando
É que o mundo tá mudando
E como sempre
O ser humano tá mudando
Lá venho eu pensando
É que o mundo é nosso
Nossa raça
Mas o preço do mundo quem paga é o planeta
A nossa raça
Portanto o planeta tem haver conosco
Como a vida tem a ver conosco
E eu escrevendo vejo o mundo que preciso
E navegar é precioso
Represo águas para isso
É o paraíso
E essa grande energia que está na mente
Precipita-se em água
A água que possibilita a vida
Transbordo
A força dessa água em queda usino
É que eu...
...Estou renascendo
O ciclo eleva o pensamento a uma imaginação controlada
Uma viagem
Sei que me leva à todos momentos nesse momento
Até outros planetas imagino
É difícil
Mas não impossível
Mas tento m'explicar
Estou me desnudando
É meu corpo nu numa cachoeira de luz
Não dá pra controlar
Como um cometa comigo comento e cometo a loucura de tentar
É lá no Éter que está a eternidade
E bem em mim vejo
São ondas de pensamentos e sentimentos
Sublimo ao aclive e declivo à clio
Fêmea no cio
E a água procura a terra pra vida brotar
Somos brotos
E esse texto vem das lágrimas originadas antes da foz de meu olhar
Lá na vertente se revela la fuerza
Escrevendo sou mais um humano que ascende à sua vela e navega por ela
A vela que ilumina
A vela que o vento leva
É a mensagem do sol de si por nós
Escrever preciso
"A aquela aquarela que somos vamos"
Desculpe
Compreenda essa é a minha imaginação
Nela Eu Sou minha salvação
Venho me libertando
Digo
Renascendo-me
Ascendo-me
Acendo-me
É a iluminação minha meta
Volto a me estudar
M'escrevo
M'entendo
Aqueço-me
Não esqueço-me
A dor não some
Sou procurador
E nessa procura
Percebo a loucura
Do que está
E
Talvez sempre esteja
Que assim seja
Sou-me
Do que estou falando
É que o mundo tá mudando
E como sempre
O ser humano tá mudando
Lá venho eu pensando
É que o mundo é nosso
Nossa raça
Mas o preço do mundo quem paga é o planeta
A nossa raça
Portanto o planeta tem haver conosco
Como a vida tem a ver conosco
E eu escrevendo vejo o mundo que preciso
E navegar é precioso
Represo águas para isso
É o paraíso
E essa grande energia que está na mente
Precipita-se em água
A água que possibilita a vida
Transbordo
A força dessa água em queda usino
É que eu...
...Estou renascendo
O ciclo eleva o pensamento a uma imaginação controlada
Uma viagem
Sei que me leva à todos momentos nesse momento
Até outros planetas imagino
É difícil
Mas não impossível
Mas tento m'explicar
Estou me desnudando
É meu corpo nu numa cachoeira de luz
Não dá pra controlar
Como um cometa comigo comento e cometo a loucura de tentar
É lá no Éter que está a eternidade
E bem em mim vejo
São ondas de pensamentos e sentimentos
Sublimo ao aclive e declivo à clio
Fêmea no cio
E a água procura a terra pra vida brotar
Somos brotos
E esse texto vem das lágrimas originadas antes da foz de meu olhar
Lá na vertente se revela la fuerza
Escrevendo sou mais um humano que ascende à sua vela e navega por ela
A vela que ilumina
A vela que o vento leva
É a mensagem do sol de si por nós
Escrever preciso
"A aquela aquarela que somos vamos"
Desculpe
Compreenda essa é a minha imaginação
Nela Eu Sou minha salvação
sábado, 26 de maio de 2012
Éramos tão jovens
A verdade sobre o fim da ditadura militar e as consequências entre os jovens porto-alegrenses de classe C e D;
Os punk's, dark's, new-wave's, junk's, hippie's and caretas da época;
As drogas de farmácia e suas sensações sintéticas;
A inflação;
E mais...
Os punk's, dark's, new-wave's, junk's, hippie's and caretas da época;
As drogas de farmácia e suas sensações sintéticas;
A inflação;
E mais...
terça-feira, 22 de maio de 2012
...Comé qié?
Colorados e gremistas
Pagodeiros e roqueiros
Patrões e grevistas
Manos e playboys
Aqui atuando
Com o ontem aprendendo
Pra frente olhando
Humano se amando
Derramando em seu suor
O que tem de melhor
Esse é o mutirão da poesia da rebeldia
É a multidão virada em pessoas que vão
Juntas dia a dia tirando de si o seu melhor
Então...
Pagodeiros e roqueiros
Patrões e grevistas
Manos e playboys
Aqui atuando
Com o ontem aprendendo
Pra frente olhando
Humano se amando
Derramando em seu suor
O que tem de melhor
Esse é o mutirão da poesia da rebeldia
É a multidão virada em pessoas que vão
Juntas dia a dia tirando de si o seu melhor
Então...
segunda-feira, 21 de maio de 2012
quarta-feira, 16 de maio de 2012
quinta-feira, 10 de maio de 2012
E Amar é o tum-tum do batucar
E além do medo de amar estão todas as coisas
O amor é mais do que possamos contar em nossos dedos
Amar de tudo
E de todas as formas
Sublimes como os céus
E profundas como o mar
E aqui dentro
Ponho-me pronto
Eu tenho a imensa felicidade de amar
De sentir o amor materno
Eu sou aquele maluco da bandeira branca
No meio de uma guerra santa
Ninguém me entende, mas eu me entendo
Os nós nos pescoços de nossas cordas vocais
Fazem-me tentar por todos falar
Pelo amor familiar
Sim é pretensão
Mas qual pretensão maior não há do que a todos amar
Por isso eu canto esse meu canto surdo
E tento consertar o mundo
Que parece conserto não ter
Mas eu tenho que tentar
Inundo essa sala com essa minha voz que fala
Fala porque meu amor maior não se cala
Eu quero ser um pássaro
Sobrevoar essa nação, esse mundo
Mas nessa sala por enquanto estou
Que as vibrações das palavras em verbos
Transformem-se em ações
Em razões para continuarmos
Todos de almas dadas
Protegidos pela luz solar de Cristo
E é o amor
Essa luz dos olhos que faz nos enxergar
Que a coroa de espinhos está posta em e sentida por Maria
Que nesse amor de mãe
Ama e amaria
Nesse mar pacífico
Que nos faz cruzar o Atlântico
Para nesse chão de além-mar
Dessa sala de estar verdadeiramente sentir o que é o amor
Assim abrir os olhos
As janelas da alma
Pela vidraça ver quem amamos retornar
Com a taça
A taça ganha na batalha de viver
E correr de braços abertos ao abraço apertado
E irradiar que o bom da vida é poder amar desde já eternamente
E amar...e amar...e amar...
O amor é mais do que possamos contar em nossos dedos
Amar de tudo
E de todas as formas
Sublimes como os céus
E profundas como o mar
E aqui dentro
Ponho-me pronto
Eu tenho a imensa felicidade de amar
De sentir o amor materno
Eu sou aquele maluco da bandeira branca
No meio de uma guerra santa
Ninguém me entende, mas eu me entendo
Os nós nos pescoços de nossas cordas vocais
Fazem-me tentar por todos falar
Pelo amor familiar
Sim é pretensão
Mas qual pretensão maior não há do que a todos amar
Por isso eu canto esse meu canto surdo
E tento consertar o mundo
Que parece conserto não ter
Mas eu tenho que tentar
Inundo essa sala com essa minha voz que fala
Fala porque meu amor maior não se cala
Eu quero ser um pássaro
Sobrevoar essa nação, esse mundo
Mas nessa sala por enquanto estou
Que as vibrações das palavras em verbos
Transformem-se em ações
Em razões para continuarmos
Todos de almas dadas
Protegidos pela luz solar de Cristo
E é o amor
Essa luz dos olhos que faz nos enxergar
Que a coroa de espinhos está posta em e sentida por Maria
Que nesse amor de mãe
Ama e amaria
Nesse mar pacífico
Que nos faz cruzar o Atlântico
Para nesse chão de além-mar
Dessa sala de estar verdadeiramente sentir o que é o amor
Assim abrir os olhos
As janelas da alma
Pela vidraça ver quem amamos retornar
Com a taça
A taça ganha na batalha de viver
E correr de braços abertos ao abraço apertado
E irradiar que o bom da vida é poder amar desde já eternamente
E amar...e amar...e amar...
Dr Nakuka
Dr. eu sou hetero, mas tenho uma forte atração por mulheres lésbicas. E sinto que elas também se atraem por mim. O que faço?
Armando Mário, de Uma i tá Porto Alegre
Armando Mário, de Uma i tá Porto Alegre
terça-feira, 8 de maio de 2012
Éter
Normas
Normais
Almas presas em traumas
Eu em minha vez
Sou aquilo que sou
Assim minh’alma livre solta em minha voz
Em meu mundo eu iludo tudo
Dou bom dia pra luz da lua
Eu sou aquele maluco da bandeira branca
Ninguém me entende
Mas me foi revelado eu que tenho que compreender
Tanto por fazer
Os nós nos pescoços de nossas cordas vocais
faz-me cantar
Eu canto e inundo essa sala com essa minha voz que fala
Entre esses retalhos
Eu resolvo minha questão maior
O que minha alma quer que eu faça?
A revelação está no amor de Maria
No amor que eu sinto que ela sente
Está aqui
Acredito nisso
Normais
Almas presas em traumas
Eu em minha vez
Sou aquilo que sou
Assim minh’alma livre solta em minha voz
Em meu mundo eu iludo tudo
Dou bom dia pra luz da lua
Eu sou aquele maluco da bandeira branca
Ninguém me entende
Mas me foi revelado eu que tenho que compreender
Tanto por fazer
Os nós nos pescoços de nossas cordas vocais
faz-me cantar
Eu canto e inundo essa sala com essa minha voz que fala
Entre esses retalhos
Eu resolvo minha questão maior
O que minha alma quer que eu faça?
A revelação está no amor de Maria
No amor que eu sinto que ela sente
Está aqui
Acredito nisso
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Repórter Elo agora em vídeo - Só aqui nos ATUALISTAS
Básico One
Tenho fé em minha capacidade de comunicação
Eu pego um ônibus converso com quem está do lado
E não há quem não goste de um bom e compreensssível papo
Adoro conversar
Em primeiro lugar
Para conversar com um estranho
Tenho que ser naturalmente confiável
Meus bons pensamentos irradiam-se em minhas expressões
Desvinco sinceramente meus rostos
Estou ao seu gosto?
Confiar em quem conversamos
É uma habilidade linda
Digo que
Confiar no próprio diagnóstico de em quem confiar é ótimo
Dae conversamos
E em poucos minutos nos conhecemos há anos
Maravilhoso
Como sentar no bus e não trocar um oi?
Além daquele com licença silencioso
Que quase ninguém ouve
Eu acredito é nos humanos
Na sociedade
Na cidade
Na nossa idade
A cultura de buscar cultura
Nos leva a amar
A vida valorizar
E todos fazemos parte dessa nossa vida
Tó um pedaço do meu pão
E sim escuto o teu não
Compreendo irmão
Vamos conversar agora ou outra hora
Mostrando toda nossa educação
...Podemos gravar...
Tenho fé em minha capacidade de comunicação
Eu pego um ônibus converso com quem está do lado
E não há quem não goste de um bom e compreensssível papo
Adoro conversar
Em primeiro lugar
Para conversar com um estranho
Tenho que ser naturalmente confiável
Meus bons pensamentos irradiam-se em minhas expressões
Desvinco sinceramente meus rostos
Estou ao seu gosto?
Confiar em quem conversamos
É uma habilidade linda
Digo que
Confiar no próprio diagnóstico de em quem confiar é ótimo
Dae conversamos
E em poucos minutos nos conhecemos há anos
Maravilhoso
Como sentar no bus e não trocar um oi?
Além daquele com licença silencioso
Que quase ninguém ouve
Eu acredito é nos humanos
Na sociedade
Na cidade
Na nossa idade
A cultura de buscar cultura
Nos leva a amar
A vida valorizar
E todos fazemos parte dessa nossa vida
Tó um pedaço do meu pão
E sim escuto o teu não
Compreendo irmão
Vamos conversar agora ou outra hora
Mostrando toda nossa educação
...Podemos gravar...
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Zygmunt Bauman no Café Philosófico - legendado
http://www.cpflcultura.com.br/2011/08/16/dialogos-com-zygmunt-bauman/
sexta-feira, 27 de abril de 2012
À poesia da rebeldia
Palestinos e judeus
Colorados e gremistas
Patrões e grevistas
Os manos e os playboys
Os Atualistas atuando
Com o ontem aprendendo
Pra frente olhando
Humano amando
Derramando em seu suor
O que sua mente e coração têm de melhor
Esse é o mutirão da poesia da rebeldia
É a multidão virada em pessoas juntas
Percebendo que a guerra e a desigualdade só trazem dor
A revolução até aqui trouxe sofrimento
À evolução é o caminho de nosso pensamento
Estou sentindo que é o momento de relermos
E atualizarmos tudo o que foi marcado na história
Jesus, Espartacus, Gandhi, Buda
O rock dos Beatles, da Legião Urbana
O John
Os vivos
Os mortos
Os vindo
Os indo
Toda nossa Região Humana
Agora e aqui
O tempo é uma linha que seguimos conectados
O sal desce
O mal o bem vence
Ás luzes estão todas acesas
Some-se a névoa daquela novela
Sim, os olhos vêem
Não é só imaginação
O mundo inteiro uma nação
De paz e igualdade
Ok
Estou sonhando
Mas não me acorde
Não é tarde
Eu pinto meu rosto com essa tinta dessa caneta que descreve
E desescraviza-me da matéria
Estou pronto
Eu quero
Eu posso
Eu vou fazer o máximo
Eu quero a paz em todos os corações
O amor invadindo as casas
As famílias todas juntas em GreNais
Gritando e exprimindo seus ais
Da forma mais civilizada possível
Eu sei estou ficando fora de mim
E quando estou assim eu começo a dançar
Eu danço
A dança e a poesia é o que nos resta
Aí está
E eu te chamo
Vem
À poesia da rebeldia
Leitor
Eu te amo
E o quero escrevendo também
É agora
Peço
Vem!
quinta-feira, 26 de abril de 2012
Loco móvel
Estou na frente de meu espelho mais íntimo
Vejo coisas em mim que só eu sei
Refletindo em minhas águas mais puras
Vejo sair de minhas lágrimas o milagre da vida sonhada
Poder sonhar me tráz o poder de ir atrás
Em crível possibilidade de realizar vou
Lá no fundo lago da emoção reflito
Busco nu em reflexos o que faço
Ilumino a questão
Com a resposta volto
Desculpem
Mas aqui fora é indizível
Me torno o meu maior segredo
Em sonho e poesia me decifro
...Eu tenho que prosseguir...e te amar
Sigo essa placa que aponta meus sonhos
A cama da comodidade oferecida não me atrai
Dizem que a idade chega e acochambra o vivente
O tempo é meu invento
Não me diga as horas
Teimo em me ver como realmente sou
Sou uma improvisação
E nesse improviso
Aproveito e vivo
Áh! Um aviso
É o amor que me loco move
Vejo coisas em mim que só eu sei
Refletindo em minhas águas mais puras
Vejo sair de minhas lágrimas o milagre da vida sonhada
Poder sonhar me tráz o poder de ir atrás
Em crível possibilidade de realizar vou
Lá no fundo lago da emoção reflito
Busco nu em reflexos o que faço
Ilumino a questão
Com a resposta volto
Desculpem
Mas aqui fora é indizível
Me torno o meu maior segredo
Em sonho e poesia me decifro
...Eu tenho que prosseguir...e te amar
Sigo essa placa que aponta meus sonhos
A cama da comodidade oferecida não me atrai
Dizem que a idade chega e acochambra o vivente
O tempo é meu invento
Não me diga as horas
Teimo em me ver como realmente sou
Sou uma improvisação
E nesse improviso
Aproveito e vivo
Áh! Um aviso
É o amor que me loco move
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Bata sol na janela do meu quarto
Um beijo em sua face
Ah! O seu gosto é assim?
Eu em mil apostas não apostava em ti
Um número em mil joguei
E era alta hora
E era você ainda agora
A fumaça da noite quis me engolir
Esse mundo é mesmo assim
O começo começa só pra quem acorda
E concorda comigo assim
O meu número é hum e um milhão
Não confunda hoje com ontem
No futuro houve um furo que vejo
Você aqui num beijo
Que mundo confuso
Algo em mim diz que é o recomeço
De toda a minha vida do início ao sim
Borbulha em mim um não
As estrelas por esse lado a nascer estão
Por outras e por outros lados a morrer
De que lado está agora a humanidade que passo
O jogo é estar num fogo com água
Evaporando
Me apavorando
Se Eva pôs o pecado
Cadê o pedaço do Adão?
Bata sol na janela do meu quarto
No meu regaço
Que rima com arregaço
Ah! O seu gosto é assim?
Eu em mil apostas não apostava em ti
Um número em mil joguei
E era alta hora
E era você ainda agora
A fumaça da noite quis me engolir
Esse mundo é mesmo assim
O começo começa só pra quem acorda
E concorda comigo assim
O meu número é hum e um milhão
Não confunda hoje com ontem
No futuro houve um furo que vejo
Você aqui num beijo
Que mundo confuso
Algo em mim diz que é o recomeço
De toda a minha vida do início ao sim
Borbulha em mim um não
As estrelas por esse lado a nascer estão
Por outras e por outros lados a morrer
De que lado está agora a humanidade que passo
O jogo é estar num fogo com água
Evaporando
Me apavorando
Se Eva pôs o pecado
Cadê o pedaço do Adão?
Bata sol na janela do meu quarto
No meu regaço
Que rima com arregaço
terça-feira, 24 de abril de 2012
Clarisse Legião Urbana
Estou cansado de ser vilipendiado, incompreendido e descartado
Quem diz que me entende nunca quis saber
Aquele menino foi internado numa clínica
Dizem que por falta de atenção dos amigos, das lembranças
Dos sonhos que se configuram tristes e inertes
Como uma ampulheta imóvel, não se mexe, não se move, não trabalha.
E Clarisse está trancada no banheiro
E faz marcas no seu corpo com seu pequeno canivete
Deitada no canto, seus tornozelos sangram
E a dor é menor do que parece
Quando ela se corta ela se esquece
Que é impossível ter da vida calma e força
Viver em dor, o que ninguém entende
Tentar ser forte a todo e cada amanhecer.
Uma de suas amigas já se foi
Quando mais uma ocorrência policial
Ninguém entende, não me olhe assim
Com este semblante de bom-samaritano
Cumprindo o seu dever, como se eu fosse doente
Como se toda essa dor fosse diferente, ou inexistente
Nada existe pra mim, não tente
Você não sabe e não entende
E quando os antidepressivos e os calmantes não fazem mais efeito
Clarisse sabe que a loucura está presente
E sente a essência estranha do que é a morte
Mas esse vazio ela conhece muito bem
De quando em quando é um novo tratamento
Mas o mundo continua sempre o mesmo
O medo de voltar pra casa à noite
Os homens que se esfregam nojentos
No caminho de ida e volta da escola
A falta de esperança e o tormento
De saber que nada é justo e pouco é certo
E que estamos destruindo o futuro
E que a maldade anda sempre aqui por perto
A violência e a injustiça que existe
Contra todas as meninas e mulheres
Um mundo onde a verdade é o avesso
E a alegria já não tem mais endereço
Clarisse está trancada no seu quarto
Com seus discos e seus livros, seu cansaço
Eu sou um pássaro
Me trancam na gaiola
E esperam que eu cante como antes
Eu sou um pássaro
Me trancam na gaiola
Mas um dia eu consigo existir e vou voar pelo caminho mais bonito
Clarisse só tem 14 anos...
Quem diz que me entende nunca quis saber
Aquele menino foi internado numa clínica
Dizem que por falta de atenção dos amigos, das lembranças
Dos sonhos que se configuram tristes e inertes
Como uma ampulheta imóvel, não se mexe, não se move, não trabalha.
E Clarisse está trancada no banheiro
E faz marcas no seu corpo com seu pequeno canivete
Deitada no canto, seus tornozelos sangram
E a dor é menor do que parece
Quando ela se corta ela se esquece
Que é impossível ter da vida calma e força
Viver em dor, o que ninguém entende
Tentar ser forte a todo e cada amanhecer.
Uma de suas amigas já se foi
Quando mais uma ocorrência policial
Ninguém entende, não me olhe assim
Com este semblante de bom-samaritano
Cumprindo o seu dever, como se eu fosse doente
Como se toda essa dor fosse diferente, ou inexistente
Nada existe pra mim, não tente
Você não sabe e não entende
E quando os antidepressivos e os calmantes não fazem mais efeito
Clarisse sabe que a loucura está presente
E sente a essência estranha do que é a morte
Mas esse vazio ela conhece muito bem
De quando em quando é um novo tratamento
Mas o mundo continua sempre o mesmo
O medo de voltar pra casa à noite
Os homens que se esfregam nojentos
No caminho de ida e volta da escola
A falta de esperança e o tormento
De saber que nada é justo e pouco é certo
E que estamos destruindo o futuro
E que a maldade anda sempre aqui por perto
A violência e a injustiça que existe
Contra todas as meninas e mulheres
Um mundo onde a verdade é o avesso
E a alegria já não tem mais endereço
Clarisse está trancada no seu quarto
Com seus discos e seus livros, seu cansaço
Eu sou um pássaro
Me trancam na gaiola
E esperam que eu cante como antes
Eu sou um pássaro
Me trancam na gaiola
Mas um dia eu consigo existir e vou voar pelo caminho mais bonito
Clarisse só tem 14 anos...
segunda-feira, 23 de abril de 2012
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Assim que show
Pelo amor to quase morto
Sem um lugar pra ficar
Fico aqui sem estar
Em teus olhos azuis via o céu
Agora as lágrimas que evaporam formam um arco-íris de cores vis
O sol ilumina o fundo mais profundo da mina
Onde implodo meu mundo
Imploro no empório da vida
No balcão divino louco de vinho
Na vitrine de vidro bafejo
Eu bailarino
Sinto-me um manequim
Eu nem sei mais
Estou certo de que errei
Sou o arlequim
É que minha gata
O amor me foi por ti apresentado
E agora você some da minha vida
Foi um gol contra tê-la encontrado no momento errado de minha vida
E escapou por entre meus dedos
Esses mesmos que apontam meus medos
Eu não quero parecer
Quero desaparecer
Mas antes preciso te dizer isso
Não
Não isso não se faz
Sim
Sim
O amor em mim jaz
Mas espere
A toalha não sou de jogar
Vou me vestir e sair
Sou uma isca
O amor essa faísca
Eu mesmo um fiasco
Não fico quieto
Abro minhas asas ao sol
E voo
Com meus pés dançarinos danço
Canto hinos feitos com todos os sinos
Que ainda dobram em igrejas
Os casamentos são apostas
As portas estão todas abertas
Pela janela de minha alma
Vejo o amor com toda a calma
Vindo e me vendo
No valor que tenho
Pelo que sou
O suór é o vapor
Do melhor do amor
Assim que show
terça-feira, 17 de abril de 2012
Cor e Ação
Como meu coração
Come eu coração
Como eu? Coração
Como? Eu coração
Come eu com oração
Comeu com oração
Como o meu coração
Comeu o meu coração
Como eu
Ração
sábado, 14 de abril de 2012
Chá de OB
O significado do que sou
Já que aqui estou
É o que agora faço
Lapido eu pedra
Em mim
Pelo que acho
De Aço
Por que estou aqui aqui
E agora agora?
E não lá em outra hora?
Tanto faz?
Rá!
Não quero comigo brigar
Por tentar estar onde não possa
Mesmo que pareça que eu não queira
Estou como estou e onde estou
Só por que quero e posso
Olha lá uma estrela
Entre tantas elegi aquela
Ela
Não só ela
Mas agora
Ela
E sua constelação mais próxima
É onde estou
Uma plêiade então
Não
Não estou para mais ninguém
Que eu não queira estar
Na prepotência de ser
Diga para todas as coisas que eu não queira: não
Sou mesmo essa poeira que provoca meus olhos a olhar
Lá e em minhas pálpebras vejo
O sublime e profundo junto
Que riqueza essa minha pureza
Brindo enquanto brigo com meus monstros
No 1º mergulho em mim me perdi
Acho que me perdi entre meus sonhos
Mas na escola me largaram
Rezo ao meu deus para que ele não seja como todos vocês
Meros aditos da vida
A metros ditos estou do peral
Do abismo próximo que me divide de tudo isso ae
O céu ao fundo sou eu no fundo
O oceano profundo sou eu no fundo
A terra que eu me afundo sou eu no fundo
A liberdade li e senti aqui
Em tudo isso dentro de mi
Amigo me dê sua mão
Se não for a mim
Pode ser um pouco para o outro
De sua atenção
Por isso mesmo eu aprendi da vida
Que o mundo está e estará como está
Se eu não fizer o que acho em meu mais profundo mundo
Têm coisas que só eu posso fazer
Outras só você
Onde os zumbis que passam a viver em se matar
Que percebam outra via
Que tanto faz viver ou morrer se não for em vão
Nascemos para servir para algo
Sim eu também sou só mais um escravo
Escrevo e me cravo
Falo em eslavo
Digo que daqui do meu imbigo veio o infinito
O2 via sangue
O mesmo que iria para o OB
Se eu não fosse nascer
De Ó2 pra nós dois
Como o que sou
E o mistério se apresenta como uma louça engraxada de churrasco
Enchendo a pia
Pego o sabão líquido ensaboo toda a louça
Tiro toda a gordura e todo o sabão
Lavo não pio
O que me resta é uma louça limpa
Nela reflito
Eu meu rango
Sou o que como
Enchendo a pia
Pego o sabão líquido ensaboo toda a louça
Tiro toda a gordura e todo o sabão
Lavo não pio
O que me resta é uma louça limpa
Nela reflito
Eu meu rango
Sou o que como
quarta-feira, 11 de abril de 2012
O que sou? Se não for-me
Nado onde ando
Emirjo da superficialidade da qual sou tratado
Bota a língua sim
Pra fora
Rompo lacres de hímens
De homens
Sim eu vou lutar
A salutar luta de amar
No mar mergulho meu orgulho
É que estou redescobrindo o sabor do ar
No mar as ondas marejam meu olhar
No ar as ondas vagueiam meu pensar
Levam-me a não deixar de sentir
Sim estou esperando você
Ver e vir
Para eu parar de parecer que só eu
Estou só
Emirjo da superficialidade da qual sou tratado
Bota a língua sim
Pra fora
Rompo lacres de hímens
De homens
Sim eu vou lutar
A salutar luta de amar
No mar mergulho meu orgulho
É que estou redescobrindo o sabor do ar
No mar as ondas marejam meu olhar
No ar as ondas vagueiam meu pensar
Levam-me a não deixar de sentir
Sim estou esperando você
Ver e vir
Para eu parar de parecer que só eu
Estou só
domingo, 1 de abril de 2012
O homem que chorava por qualquer coisinha
O homem que chorava por qualquer coisinha
Na cozinha ele chorava pela galinha
Ali frita cortada a xadrez
Ele preso em seus mais sensíveis sentimentos
Chorava sem ranço
Só que tudo passa
Esse tempo de chorar por qualquer coisinha passou
Há que endurecer
Mas perder La ternura jamais
Mas aquela tortura certa de que todas as dores do mundo
Sobrecaíam sobre os ombros desse homem
Deixou disso
Na cozinha ele chorava pela galinha
Ali frita cortada a xadrez
Ele preso em seus mais sensíveis sentimentos
Chorava sem ranço
Só que tudo passa
Esse tempo de chorar por qualquer coisinha passou
Há que endurecer
Mas perder La ternura jamais
Mas aquela tortura certa de que todas as dores do mundo
Sobrecaíam sobre os ombros desse homem
Deixou disso
quarta-feira, 28 de março de 2012
Exercício Real
Respirando fundo
Vou buscando isso lá do fundo
Na base de minha ex-cauda está o segredo
Uma energia espiralada
Meu dedo em nada toca
O amor livre vem e mostra
A luz sobe ex-cauda acima
Em aforisma
Meus olhos nada vêem
Meu corpo todo sente a energia em minha espinha
Eu sei é complicado explicar
A mesma luz que está lá está cá
O ar respiro puro
Me converto em esquerda e direita
Contorno como se fosse um oito meu centro
Tanto que entro
Sei sofro e filosófo
Mas um dia mesmo que só filosofando chego ao eu em completo
Talvez ao que vim
E não é no fim
É no meu meio
É quase meio-dia em minha vida
Sim meus cílios em círios
Eu sou um repórter que reporto a minha aventura íntima
Estou em minha base sagrada
O osso sacro
A energia que vem das ventoinhas
Abanam minha chácara
Não quero complicar
Mas para me explicar eu vou dançar
E bufar tantas que me deixam tontas todas as cabeças
Danço direto de ereta coluna
Ligo minha ex-cauda a minha mente
Fecho esse elo por meio de meus feixes nervosos
Ou mesmo Wi-Fi recebo e envio vibes
Vai
Vem mesmo que eu diga ái aí que dói
Vem
Cada ossículo meu vira um versículo
Quer ser pente e escova de minha cabeleira antena
Eu danço para não parecer um cachorro louco
Mordendo o próprio rabo
Não eu não sou
Cada oito é um coito prometendo vida
Corro ao longo do leito rio de luz
Mergulho e emirjo
Rio e choro
Balanceio
Balanço e caio
Levanto e não vaio
Vou ao preto e digo branco
Cinza sem ranzinza
Respiro um pouco mais
Vareio
Marejo
Velejo
Assim vejo que nunca estamos parados
Estamos indo de encontro ou contra
Esquisito tudo isso?
Mas é só um vão por onde eu vejo as coisas
Quantos vãos não hão?
Vou buscando isso lá do fundo
Na base de minha ex-cauda está o segredo
Uma energia espiralada
Meu dedo em nada toca
O amor livre vem e mostra
A luz sobe ex-cauda acima
Em aforisma
Meus olhos nada vêem
Meu corpo todo sente a energia em minha espinha
Eu sei é complicado explicar
A mesma luz que está lá está cá
O ar respiro puro
Me converto em esquerda e direita
Contorno como se fosse um oito meu centro
Tanto que entro
Sei sofro e filosófo
Mas um dia mesmo que só filosofando chego ao eu em completo
Talvez ao que vim
E não é no fim
É no meu meio
É quase meio-dia em minha vida
Sim meus cílios em círios
Eu sou um repórter que reporto a minha aventura íntima
Estou em minha base sagrada
O osso sacro
A energia que vem das ventoinhas
Abanam minha chácara
Não quero complicar
Mas para me explicar eu vou dançar
E bufar tantas que me deixam tontas todas as cabeças
Danço direto de ereta coluna
Ligo minha ex-cauda a minha mente
Fecho esse elo por meio de meus feixes nervosos
Ou mesmo Wi-Fi recebo e envio vibes
Vai
Vem mesmo que eu diga ái aí que dói
Vem
Cada ossículo meu vira um versículo
Quer ser pente e escova de minha cabeleira antena
Eu danço para não parecer um cachorro louco
Mordendo o próprio rabo
Não eu não sou
Cada oito é um coito prometendo vida
Corro ao longo do leito rio de luz
Mergulho e emirjo
Rio e choro
Balanceio
Balanço e caio
Levanto e não vaio
Vou ao preto e digo branco
Cinza sem ranzinza
Respiro um pouco mais
Vareio
Marejo
Velejo
Assim vejo que nunca estamos parados
Estamos indo de encontro ou contra
Esquisito tudo isso?
Mas é só um vão por onde eu vejo as coisas
Quantos vãos não hão?
sábado, 24 de março de 2012
Direto da redenção
Ou Eu Paro de ser robô de um sistema que eu não acredito
Ou eu acredito no que sinto
Dito isso me digo mendigo
Traduzo o meu cinza pensamento abaixo desse meu firme aumento
Rápido firmamento desabe sobre minhas mágoas tuas águas
Sou um barco que singro em meus bobos sonhos
Um braço ao que sinto
Um abraço amigo preciso
Se não
Não paro
Parto
Me registro no Motel das Questões
Mudo grito
Mudo sinto
Ministro minhas mãos
Parlamento de meu sofrimento do que eu
Só eu sei que sinto
Emancipo-me das cifras das quais nada me sai
Eu paro de pensar
De pesar
Prefiro ficar com os desnudos
Continuo nu na frente do PC
Emancipo minha dor ao além
A eu que sou alguém
O sol se pôe no horizonte
Deito do meu jeito
Além do que possa alcançar minhas mãos estão
Está meu olhar
Isolado num céu claro
Busco no meu sofrimento um motivo
Despisto minha mais alta percepção
Sou franco ao meu sim
Mesmo quando o digo não
Crio meu próprio sofrimento
Mas não é nada disso que guardo em meu cofre
Minha gaiola
Pra que?
Cadê a redenção
Ou eu acredito no que sinto
Dito isso me digo mendigo
Traduzo o meu cinza pensamento abaixo desse meu firme aumento
Rápido firmamento desabe sobre minhas mágoas tuas águas
Sou um barco que singro em meus bobos sonhos
Um braço ao que sinto
Um abraço amigo preciso
Se não
Não paro
Parto
Me registro no Motel das Questões
Mudo grito
Mudo sinto
Ministro minhas mãos
Parlamento de meu sofrimento do que eu
Só eu sei que sinto
Emancipo-me das cifras das quais nada me sai
Eu paro de pensar
De pesar
Prefiro ficar com os desnudos
Continuo nu na frente do PC
Emancipo minha dor ao além
A eu que sou alguém
O sol se pôe no horizonte
Deito do meu jeito
Além do que possa alcançar minhas mãos estão
Está meu olhar
Isolado num céu claro
Busco no meu sofrimento um motivo
Despisto minha mais alta percepção
Sou franco ao meu sim
Mesmo quando o digo não
Crio meu próprio sofrimento
Mas não é nada disso que guardo em meu cofre
Minha gaiola
Pra que?
Cadê a redenção
terça-feira, 20 de março de 2012
New vision
Sabe o que acontece comigo?
Estou perdido de tão livre
O que eu mais quero na vida é mudar o mundo
A minha saída é escrever e desescravizar-me do exterior
Escrever o que está escrito no muro que divide tudo
Não é nada (só) sobre mim
Nem (só) sobre a escravidão da escuridão
Ou de toda essa iluminação
Vou discorrer sobre a liberdade
Estou no chão olhando para o céu
De pé e com paixão me debatendo
Aquele peixinho fisgado pela Internet, TV e consumismo
Ou mesmo pela música POP
Não quero ser mais nada disso
Desculpe mas o tijolinho moldado
Está saindo do muro
De mim brotou um eu assim
Livre
Livro?
Tudo o que proporciona a própria liberdade não me prejudica
Tem coisas que não se ensina a gente aprende
Estou aprendendo e me soltando
Ando no muro
Olho pra lá e pra lá
Olho pra cá e pra cá
Pra que pecar
Eu roubei no trem e no súper
Eu me joguei no mundo
Eu voltei para o meu bem
Sou só mais um que virou o jogo da vida
Saí da prisão
Segui uma luz que estava em mim
O que que tem?
Eu poderia estar roubando e matando
Mas não
Estou aqui
Trabalhando e me matando
É claro meu amigo que não estou digitando nada
Nada sobre nós
Como eu sou João
Um bobo olhando para o céu a sonhar
Meu coração está livre pra todos amar
Mas e quem não está livre?
Livre de ter que batalhar grana para pagar as contas mais banais
Enquanto houver alguém assim
Seremos assim: Vou te contar coisas que os olhos não querem ver
Tem gente se phodendo enquanto outros mais que podendo
Tem gente que não tem tempo
E nem dinheiro pra sobreviver
Grana pra pagar a luz, a água
Pra encher as latinhas
Eu bem sei
Ainda tem o cartão
Minhas roupas ainda não paguei
Minha posição social não permite um drink
Um brinde onde as pessoas livres dos maiores problemas da humanidade
Onde todos possam comer quando tem fome
E beber
E vestir sem sujar o seu nome
Não fujo da dor alheia
Eu estou sem roupa pra pagar
Eu quis no mais profundo
Que nem eu sabia
Eu quis estar aqui
Desde o saco que escolhi até o esperma que fui
Eu que me dediquei
Essa voz que controla meu escrever faz algo parecido eu dizer
Os professores presos em suas salas
Eu quero ser justo
Mas essas paredes da escola e da família
Enfim de toda a sociedade
Todinha
Precisam ser
Virtualmente destruídas
Leia meu rosto impresso em cada letra
Lenta a vida passa
Para interpretarmos nossos sonhos
Olha os meus olhos me olham
Pareço que pareço
Queria que você visse
O que eu disse
Ao chamado divino
domingo, 18 de março de 2012
Vamo que vamo Vai
Ando contigo quando em casa sinto um espírito
Quem sabe não sou eu mesmo
E na real não há nem eras nada entre nós
Foi-se
Arrasto esse rastro nostálgico
Quando a dor do saber me eleva a não saber de mais nada
Reconheço a força de represar lágrimas
Essa água salgada é o meu amar
A praia está em meu olhar
Pratico nadar nesse meu mar
Agarrado na borda e na corda que estou
Mergulho profundo até me acordar e me tocar
Tranco o ar no pulmão cheio
Pra respirar
E não pirar no meu mergulho profundo
Esperto no esporte espero a hora do bote contra o orgulho
Em posição de poste fico
Sou eu que estou aqui
Tocando minha vida
Não sei se consigo seguir meus
Meus...
...Deixa pra lá
Se a vontade cresce enlouquecida
Ilumino a minha vida
Sabe que minha inocência a mim próprio surpreende
Vou transcender ao espaço entre eu e tudo
Aqui dentro choro contido
Nada que mereça ser contado
Chupo minhas lágrimas
Sou eu que sou eu
Então serei eu mesmo
Enxugo-me por dentro
Irrigando estou cada pensamento e sentimento
Que invade centímetro a centímetro
Cada metro meu cúbico
Eu mesmo num cúbito sinto a força da inexplicável coisa que sinto
Sussurram minhas vísceras
Vociferam viscerais ancestrais
Estou aqui diz cada batida
Vamos que vamos
Vai
Tem coisas que só você
É! Só você pode fazer
A luz é de fogo que queima
A do Sol íntimo ao Pai nosso que está no céu
Sol de aquecer e iluminar
É o ponto em quero estar
E Ser
quarta-feira, 14 de março de 2012
Estou meio assim nessa chuva de hoje de manhã que está sendo agora
Estou me sentindo tão bem
Como não me sentia em tantos dias
Eu não sou não
Apesar de nem sim
Sou sim um não quando não quero não
É que no slack line da vida é preciso equilíbrio
Entre o pra lá e o pra cá
Equilibrando o cair que é aprender a viver
Não lembro de meus primeiros passos
Mas observo na criança que passa
No seu um ano
Aprendendo a difícil arte de caminhar
Cai e levanta
E vice versa
O equilíbrio é uma conversa
Um papo entre corpo e alma
Mediados pela mente
Parece difícil e é
Mas ao...
Mesmo senso de equilíbrio
Que nos impele a aprender a caminhar
E caminhar
E correr
Necessita a aprender a parar em pé
É e se equilibrar parado
Parece e é fácil
Mas pode ser difícil
Como subir todo esse edifício
Construí-lo
Como erguer a construção de minha vida?
É... chuva lá fora comigo lá fora
Estou parado e pensando para onde
Para onde e como?
O corpo pede prazer pra ser
A alma calma
A mente pode mentir
Uno meus sentimentos e pensamentos
Elevo ao sublime meu mais raso
E apresento meu céu aos meus pés
-PaUsa-
Quem sou é o que retumba
Solução pra tumba?
?Quem sou, pra você nobre ouvinte leitor?
Tanto faz?
Somos para os outros o que eles pensam que somos
De volta...
Nesse leito ao qual passa o rio da vida
Estendo minha linha de vida
Minha fita
E pratico slack na travessia
E essa chuva na qual me acho parado
São os respingos da correnteza vindo de encontro a mim
Amálgamado de rio, suor e lágrimas estou
E este como todos os textos, músicas, filmes, eu e você
Não temos fim
Este texto continua assim...
Então se estou no meio desse rio
Sinto-me no meio de um rio
Equilibrado nesta fita da vida da gente
Sim, o rio é de gente
Vidas indo e vindo
Eu aqui refletindo
Então além de água
É num rio de luz que estou?
Os respingos são reflexos de luzes
Muita luz cega como a escuridão
As luzes quase me cegam
Nesse ínterim do quase
Decido desimpressionar-me
Impressão
Pressão
Sacou?
Saquei-me
Este texto é só mais uma poesia
Mas da poesia que faço minha vida
Entre tantas pessoas passa Fernando Pessoa
O poeta é um fingidor
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente
Equilíbrio
Vou as profundezas do meu ser tanto
Que passa as sublimidades
Reflito
Posso medir e achar o caminho do meio
Num meio em que eu possa me equilibrar
E assim transitar suavemente por minha vida
Entre o sublime e profundo que posso
...
Amigo isto não um desabafo
É a descrição exata do que me propus pensar
É como um mapa meu
Que por mais que exponha
Nada de mim entrega
Chega o Mário
O Mapa
Olho o mapa da cidade
Como quem examinasse
A anatomia de um corpo...
(É nem que fosse meu corpo!)
Sinto uma dor esquisita
Das ruas de Porto Alegre
Onde jamais passarei...
Há tanta esquina esquisita
Tanta nuança de paredes
Há tanta moça bonita
Nas ruas que não andei
(E há uma rua encantada
Que nem em sonhos sonhei...)
Quando eu for, um dia desses,
Poeira ou folha levada
No vento da madrugada,
Serei um pouco do nada
Invisível, delicioso
Que faz com que o teu ar
Pareça mais um olhar
Suave mistério amoroso
Cidade de meu andar
(Deste já tão longo andar!)
E talvez de meu repouso...
Como que Mário?
Eu sou assim como você
Buscando ser nesse dilúvio de possibilidades
terça-feira, 13 de março de 2012
Orgasmo expandindo-te a mim que somos nós
Úi
Aí
Não pára
Quem será que és tu?
Que faz sentir todo o meu corpo nu
Que sensação
Sua pura e plena magia
Voa em mim
Plana sobre a minha
Me faz estar de novo e de novo em qualquer lugar
Estou fora de mim em ti
Eu meti
(Menti de verdade)
Te amo sim
Até o fim
Uma dinamite explode a cada gozada
Uma força de luz
Explode cada vez que sinto sua pele pelo meus poros
Esses seus olhos a me olhar
Essa sua língua lambendo quem ama
Nossa cama esse estábulo
Esse natal luz tipo gramado
Extrapolo
Abro a janela e suspiro um te amo
Ao meu mundo urro
Ouça em si mi
Minha força é em geral nossa
Agora só pra variar
Eu vou hum hum hum
Não sei
Só sei que vou segurar
Que eu gosto das suas indiferenças
Iguais as minhas
O que eu sinto
É um sino tocando
Quando me tocas
Nossa música embala nossos sonhos
Passa o sono
Torno-me um sonâmbulo
Quer saber?
Tu seringa eu êmbulo
No arreto vício por tuas veias
Escrevo na areia com minha pegadas
Que você é pra sempre minha namorada
Até o sim
Não pára
Não pára
Embarcamos
Numa onda
Que nos leva além da dor
Das lágrimas
Pra sentir isso alguns desses instantes
Vivemos a vida toda
Depois na boa sabemos
Que desses reais momentos viemos
Sem profundidade
Somos uns bobos ao amanhecer
Olhando pra o céu e pra o sol
Se olhando
Se dizendo
Hoje vamos continuar a nos desnudar e amar
Caminhando pelas ruas
Pelos parques
Vamos a igreja prometer pro padre
Que vamos ser eternamente nós mesmos
Não há nada no ar
Que nos possa contrariar
Olhe aquelas pessoas
Ti imagino nelas
As amo
Não há hoje
Se ontem não te amar
sexta-feira, 9 de março de 2012
terça-feira, 6 de março de 2012
quinta-feira, 1 de março de 2012
Eu sou assim pra mim -me
Comendo bis debruçado nas janelas da alma
A luz que bate em minha retina
Mostra minha rotina
Refino meus biscoitos
Nas telhas dos telhados caminham os gatos
Pardos
Perdoe
Lá em cima estão meus gastos
Não percam
A lua também está no telhado
Aquela nuvem está me seguindo
A noite sempre me parece misteriosa
Eu fecho os meus olhos e abro a imaginar
O que será que ela está fazendo?
Fudendo?
Não me importa mais nada
Não sou ciumento
Também estou me fudendo
Ela passa
Alta madruga
É uma puta?
Toda a mulher deveria me amar
Mas não
Todas vão me amar
Minha vitória vai se declarar
Eu
Eu
Espera ae
Calma
Eu só estou olhando para o telhado
E esse teclado não quer ficar calado
Eu quero ser o mais livre que possa
De mim um musicaldo faço
...Música! me toca...
E para ser sincero
Como sempre digo
Eu sempre sou um viciado
Viciado a estar do seu lado
Até pareço um veado
Mas eu não sou viciado em nada
Muito menos em vara
Tá na minha cara
Sou viciado em tudo e muito
Mesmo pouco e nada
O tudo me salva
Eu não sei onde vai dar
Mas é preciso navegar
É preciso precisar
Onde estou?
Mas de leve
Pincelo jeans com meu brim
Meus brios brilham em mim
Prismo à luz minhas lágrimas
Sei sou o salvador
O salvador dos meus mais profundos sonhos
Mergulho fundo
Socorro meus sonhos
E volto sublime
E ando nessa fina linha sem ser superficial
Nem profundo demais
Entendam
Estou tentando também
Me salvo
Sendo assim
Mesclando
Tudo é demais
Eu comedido?!.../o\
Protegido por aquele menino metido
Protegido pela criança que há em mim
Aqui da janela de meus olhos
Olhando a noite
Esperando o dia
A chuva
Com a paciência e o carinho de uma mãe
Eu sou assim
Pra mim
Como sempre aquele menino metido
Olhando por sobre os telhados
Ah...Eu
A luz que bate em minha retina
Mostra minha rotina
Refino meus biscoitos
Nas telhas dos telhados caminham os gatos
Pardos
Perdoe
Lá em cima estão meus gastos
Não percam
A lua também está no telhado
Aquela nuvem está me seguindo
A noite sempre me parece misteriosa
Eu fecho os meus olhos e abro a imaginar
O que será que ela está fazendo?
Fudendo?
Não me importa mais nada
Não sou ciumento
Também estou me fudendo
Ela passa
Alta madruga
É uma puta?
Toda a mulher deveria me amar
Mas não
Todas vão me amar
Minha vitória vai se declarar
Eu
Eu
Espera ae
Calma
Eu só estou olhando para o telhado
E esse teclado não quer ficar calado
Eu quero ser o mais livre que possa
De mim um musicaldo faço
...Música! me toca...
E para ser sincero
Como sempre digo
Eu sempre sou um viciado
Viciado a estar do seu lado
Até pareço um veado
Mas eu não sou viciado em nada
Muito menos em vara
Tá na minha cara
Sou viciado em tudo e muito
Mesmo pouco e nada
O tudo me salva
Eu não sei onde vai dar
Mas é preciso navegar
É preciso precisar
Onde estou?
Mas de leve
Pincelo jeans com meu brim
Meus brios brilham em mim
Prismo à luz minhas lágrimas
Sei sou o salvador
O salvador dos meus mais profundos sonhos
Mergulho fundo
Socorro meus sonhos
E volto sublime
E ando nessa fina linha sem ser superficial
Nem profundo demais
Entendam
Estou tentando também
Me salvo
Sendo assim
Mesclando
Tudo é demais
Eu comedido?!.../o\
Protegido por aquele menino metido
Protegido pela criança que há em mim
Aqui da janela de meus olhos
Olhando a noite
Esperando o dia
A chuva
Com a paciência e o carinho de uma mãe
Eu sou assim
Pra mim
Como sempre aquele menino metido
Olhando por sobre os telhados
Ah...Eu
Que qié? Vai encará
Só estou jogando o jogo da vida
Ganhar e perder isso eu já me acostumei
Dou-me sempre uma chance e mais uma chance
A última chance será sempre a que nunca irá ou virá
Viro minha ira ou essa poesia da vida minha
Eu não sou nem sei
E além do mais sou que nem meus pais
Não há alguém culpado por tudo
Nem por isso que está acontecendo
Eu nem sei não sou assim
Estou variando minhas faces no espelho
Estou jogando o jogo
Estou confuso
Uma luz vindo da ferida aberta em pus
As chagas a quem se flagra
Cicatriz de um dia ter sido feliz
Não
Não me leiam assim
Se do que anoto é disto o que fujo
Como um cão correndo atrás do rabo
Eu sou sim e daí
Ganhar e perder isso eu já me acostumei
Dou-me sempre uma chance e mais uma chance
A última chance será sempre a que nunca irá ou virá
Viro minha ira ou essa poesia da vida minha
Eu não sou nem sei
E além do mais sou que nem meus pais
Não há alguém culpado por tudo
Nem por isso que está acontecendo
Eu nem sei não sou assim
Estou variando minhas faces no espelho
Estou jogando o jogo
Estou confuso
Uma luz vindo da ferida aberta em pus
As chagas a quem se flagra
Cicatriz de um dia ter sido feliz
Não
Não me leiam assim
Se do que anoto é disto o que fujo
Como um cão correndo atrás do rabo
Eu sou sim e daí
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