sábado, 10 de outubro de 2026

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Resgate-me-nos em Poesia Incidental, não acidental

 




O tempo vaza, dias que não saio de casa

A vida não para, estou parado numa poça

Resgate-me

Estou afundando na cama e no sofá

Sem dormir rolando vida abaixo

Toque em mim resgate-me

Estou na frente da tela

Resgate-me agora

São 36 horas sem dormir

E some o gosto, o prazer. Some tudo

Cadê, todo mundo que não me entende

Atendam, me resgatem

Numa poça rasa afogado

E o tempo vasa

Só em casa e o sol lá fora entrando pelas rachaduras se fechando

Se bem que é bom viver! 

Vou continuar a me desnudar aqui

-Não pare de tentar daí

Estou tentando daqui

Vamos conseguir

-De tanto chorar por dentro

Inundei meus pensamentos

Veja pelos meus dedos digitando

Estou gritando: Resgate-me

São de novo seis horas da manhã

Eu não dormi de novo

E o sol da minha cara

Como fosse do Zen uma vara 

Estou em mim

E eu não tenho fim

-A gente é assim

Até achar o fundo não pisamos no nosso mundo

E de lá mais forte e amoroso voltamos

Mas sem pressa, nem pressão

Ache seu mundo, estamos aqui de mãos dadas

Te esperando

-Sou eu mesmo escrevendo que estou me ajudando

Estou me dando as mãos, escrevendo dedo a dedo

Digitando. Estou aqui

Ok! Já vou terminar este texto

O tempo escoa vaza como num quadro de V. Dali

Salvador de Si

Vida, vida antes de setembro, da família é um membro

Se lembro bem é a primavera agora

Retornando o sol

Em flashes iluminando,  o mundo vindo

Da mina funda que funda o trem da minha vida

Não importa nada, vou bater na porta até abrir

E enxugar minhas lágrimas com suspiros do que vem vindo

Eu sei bem me disse isto

Não desisto. nunca é sempre só uma última chance

Que este texto seja a prece de tanta gente que sofre como eu

- Estamos aqui dentro de ti

Escritores de si

terça-feira, 6 de outubro de 2026

Patrão de si (Hoje no meu escritório sentimental)

 



 

 

Beijos obesos de ego

Facilmente dados

Em faces magras de medo

Me são sossegos

Contra os morcegos cegos por sucessos

Fume-se

Saio do meu canto judiado em mim

O que há em si por si só

Haver comigo, enfim

Negocio com a fantasia da inocência que visto

Mas saiba que visito, espio a guerra

Mas não, não quero nada de lá

No fim

Por um lado, de medo não me cago

Por outro, teu olhar de medo em grito diz que manda

Prender ou soltar

Não ouço e nem vejo 

Sigo minha vida de poesia

De borboleta de flor em flor

De abelha... o que for?

Alérgico e douto que sou

Não tenho medo de doutor

Respeito cada um do seu jeito

Não tem jeito

Não posso e não quero mudar todo mundo

Tá bom o meu

Muitos oprimidos querem ser opressores

Para eles próprios oprimirem suas dores

Sim...

A resposta de quem mora na beira do rio

É não ver o navio da paz

O pavio que jaz louco para ser aceso

E ser uma pira a iluminar a costa doce inteira

Onde todas águas se juntam, inundam o olhar

Nos enchem de medos

E nós em tantos dedos apontando medos

Tapamos o fluir das lágrimas

Meus Deus do céu , meus dedos um véu

Tapando o sol, a chuva do inevitável ter que viver

São mãos humanas de irmãos e irmãs

De almas insanas

Que gritam, falam alto para fora

E dentro o profundo silêncio da reflexão, inaudito

Pensar ao que falar?

Não tem lugar

Continua colhendo o que está plantando

Frutas que não frutificam

Dores sem cores

Invés de cuidar seu horário/salário

Cuida e alcagueta o outro operário

Padrão de quem pelo que conta a história

Nunca será

Patrão de si

 

 

 

 

 

sábado, 3 de outubro de 2026

Papo de Papel 1 ou 2, 3...

 



 

Tradução emocional musical de si...

Sou um não a quem me olha

É que as vezes não sei o que faço

Se viro pra lá ou pra cá

Mas pra que pecar por omissão e não optar

Sabe d'uma coisa?

Vou voltar a urna funerária de meus pais

Sentir toda a dor de novo dos meus ais

Como a vida é assim perante ao que morre

A gente tem medo e desse modo vive com medo

Eu não sei

Eu sei que há no ar uma mudança eu vou tentar

Quero ser livre como que tá morto é

-Como assim, quem tá morto tá livre?

-Quem tá morto não tem mais medo da vida e nem de morrer

Não vou sacrificar meu corpo neste instante pela mente que parece não sente

Deixa fluir o que viver então, me diz a mente...

Vou continuar a sentir saudades dos meus criadores que não querem jamais me criarem dores

Quer saber vou é viver sem medo,

Não vou apontar o dedo pra ninguém

Nema mim mesmo

Boto a mão no rosto aparando o sal, do mar de meus olhos

Que deságua em meu rosto num vai e vem sem parar

Mas boto tudo no papo de papel

Digo digito meu grito

Com minha digital espiritual sentimental mental que tal?

Eu quero sair pra dançar, mas não estas músicas que não fazem meus pêlos e peles eriçarem

Quero dançar e cantar como se estivesse...e estou na minha vida

E não quero ficar sentado no sentimento, não sentindo

Não aproveitando a minha mente para traduzir o que sinto

Por isto digo que minha vida é escrever, para num futuro alguém como você estar me lendo

E sempre quero reafirmar, que todos os meus textos são universais

São nossos

Façam o que quiserem

Adaptem

Quando eu estou escrevendo estou contigo meu amor falando

Vou ter que continuar a escrever

Pois, não há como comer, como viver, como dormir

Sem traduzir o que se passa aqui dentro

E aviso a melhor viagem é aqui pra dentro

O melhor lugar do mundo é dentro de nós mesmo

E agora que estou escrevendo e desescravizando minhas lágrimas

Que descem rolando pelo meu lado mais que humano em nós

Que desato neste ato, de estar solitário no meu quarto e inteiro no muno íntimo

Vou amar amarrar este texto, com mais de meus Pais

Sei que está longo...Mas ler é ler

Ler é ler

E saber mais bem mais

Sou o que leio

E serei o que aprendo escrevendo

E não quero nada mais do que ser livre

E meu estilo de escrever é livre

E por isso acabo este texto aqui...

quarta-feira, 30 de setembro de 2026

RARA FILOSOFIA A2

 




Ontem pensei nisso, ou é hj tanto faz

Que isso escrito aqui leve para onde quiser

Rara filosofia

Pensar como os animais e bem mais
As pessoas normais não são iguais
Como eu e você ao menos
Levamos a vida pra um lugar onde chorar alicerce sorrisos sinceros e duradouros
Onde?
Vem atrás!
Agora do lado de fora alguém olha superficialmente

E pensa estar por dentro do que estamos sentindo

Tanto faz
Sem olhar pra frente ou pra trás
Pro lado olhe pra dentro de si

Na rara filosofia do frio do Sul

Está chovendo é aqui dentro da humanidade

Cheguei á pouco do sol

Estou encharcado e secando

Onde foi que eu fui

Estava bom, mas faltava você
Pra abraçados podermos nos beijar
Meu doce amor...
O vento leva e traz a vontade de te querer mais
Enquanto caminho pelo caminho
Dá cá outro beijinho
Tá difícil
As pedras desafiam o destino de ficarmos juntos
Afirmo que debaixo desse firmamento nada há mais firme

Que este céu de nuvens em água a desabar

Estamos desabando

Estou desabafando
Que o aumento que tu causas dentro de minhas calças
Vamos nos divertir
O vinho veio tinto
Te dou meu instinto
Faço um chá e sutilmente sumo
Fujo do compromisso
Do teste de viver pra sempre neste tempo externo de sol e de chuva

De frio e de calor


Percebo que não está tudo em mim
Tenho em minha sedenta de mente e mais e mais

Rara filosofia de estar no chão, na via onde não havia

Uma ave para eu olhar
A tese que atesta que estou aqui dentro
Além de minha testa há um coração
E que a alma não está só no além
O bem vem como um trem pelo trilho
Carregado de emoção
Corro até a estação
Louco pra te encontrar e contar
Que não importa o clima
Tô sol
As nuvens cavalgam no céu como cavalos alados

Onde suas asas são minha imaginação

E que...
Devagar
A Divagar
O mar de amar
Nós dois deitar na areia
Nossa cama de quem se ama
Vagando pelas ondas sonoras das águas de nós vindas
Vidas em suor de se querer cada vez mais
E se equilibrar
Nos distanciar
Voltar homem do animal que estamos
Animar minha alma, a cuidar do vegetal que sei que serei
Estou animado e vocês?
Eu vou passear e certo que por aí vou passar
E toda a tua roupa amarrotar
Comer em tua mesa até arrotar
A minha filosofia é viver
Agora filosofar
Vou sem complicar
Conforme o ritmo do que sinto nada explicar
Voo
Dançar a melodia da vida
É simples e claro como a luz solar dividida em sete a me prismar
E a me primar em seis direções
E diferentemente das pessoas que parecem se achar as escolhidas para a boa vida
Eu gente, diferente coloco em meu peito minha mente
E em minha cabeça carrego a coroa de espinhos das dores que sobem em minha espinha
Igualo a uma iguana vou as Guianas via Suriname
Mais de quarenta dias num deserto que decerto providenciei-me estou
Rara filosofia
Só e sem desespero espero
Sei do seio da terra virgem que me espera o descabaçar tranquilo
Vem calma a mente com a alma em minha cabeça cardiacamente
Conectado a tudo sou pacientemente
O néctar que acalma a mente que pensa e sente está na calma da gente
É de manhã
Vem ver
Se foi a noite
Não complique a lua me disse que sua luz é do sol
Estou só e o sol não se importa de brilhar só pra mim
Escute a música escondida na batida de seu coração
Sinta que letra forma o verbo primeiro
E este texto totalmente inserido que parece fora de contexto
Parece um pensamento secreto
Vazando nesta base da vida que é AMAR
Sinto que existo por causa disto
Entenda se fui erudito é porque todo mundo que diz isto
Torna-se esquisito às facilidades que o erro é
Pois fazer alguma coisa errada é como peidar dormindo
Mas fazer a coisa certa
RÁ! Aí que está
O politicamente correto é um bundão
Chega de rebeldia por enquanto
Quero te amar

Assopro palavras soltas em tua boca
Em brasas minha língua como asas voa
Nossas línguas unidas nessa vida
Brindam na boa
E nos blindam com o amor
Esse mesmo que acima exposto está
Sei gata que a ti basta eu firme ali
Um confortinho aqui
Mas acordei após morder tantas maçãs
E desde esse dia
Minha vida é essa filosofia
Essa poesia que poucos acreditam
Mas todos sabem que existe
Acredite este texto não quer acabar

E eu quem decido quando acabar

Vou esperar você acabar de me ler

E que a partir de agora vc se desafie e se escreva e perceba

Que não há fim em nada que exista

E que não é só rara filosofia

Estou onde estou

Voo direto ao som das ondas da luz tocar a língua da luz

E que as pessoas que se aventuraram de me ler até aqui saibam que estou aqui

Basta você clicar no fundo de si

Aqui dentro de você

Você vai me achar onde houver a luz invisível que vira escuro

Uma rara filosofia a ser entendida no futuro

De quem rolar o mouse e não se arquivar

Escrever ver tudo o que pensar

Rara filosofia é sacar que o verbo é o ser que somos

End em Tende


 Vivo cada dia como fosse único. Aliás, haverá outro dia de hoje? Haverá, sim! Dentro da sua melhor lembrança, ele estará lá, que é bem aqui dentro de ti, no mais íntimo e indivísivel si, e melhor ainda...Bets day...I'm here...

Ver mais...visiti-me estou nem aqui dentro de nós...e sem nós externos a nos amarrrar a matéria, somente a amar

sexta-feira, 11 de setembro de 2026

Não vá ler

 


      O dia se despede e leva minha lucidez

Abro as janelas dos meus olhos 

A noite volta, anota em mim a dor que me consome

Digo para mim mesmo claro que vou dormir não vou ficar mais uma noite em claro

Escrevendo o minhas vozes em açoite

Eu não sou essa dor, sou um ator 

Finjo essa dor tão bem que quase acredito

Até minha alma quase acredita que sou eu mesmo

Eu me olho dentro dos meus olhos, não me sinto eu mesmo

Não sei se estou entrando ou saindo de mim

As lágrimas que caem bebo-as a esmo

Irrigo minhas faces

Planto em mim um eu sou assim 

Mesmo não sendo me transformo, enfim

Sei que posso confundir você leitor

Mas minha mente quer mais criar questões do que as responder

De frente a mim está minha liberdade de não me prender a resolver tais

Estou

Eu sou

Da dor além dos ais

Muito mais do que salvar, vou salgar essa dor

Deixá-las intragáveis de sentir, de saborear

Por que gostamos tanto de sofrer?

Vejam nos filmes e nos livros

Ali somos criadores e ao invés de criarmos lindos eternos amores

Criamos mais dores

Amamos chorar na frente das telas

Por isto não quis fazer mais filmes

Pra mim não tem que ser assim

Morrer no fim

Escrevendo me desescravizando desencravando essas garras da rotina

Que insistem em imprimir o que fazer antes de morrer

Viver Vim Ver

Um dia alguém vai ler este texto e eu vou estar aqui

De tão intenso que eu sou ao escrever

O éter desde sempre planejou-me mostrar

Que podemos viver mais que a dor

Com nossa Alegria de Viver

De saber que a vida não acaba 

Ela continua nua a se mostrar

Como neste texto que você imaginar.

sábado, 22 de agosto de 2026

Mais uma manhã sem amanhã


 

Como é longo o caminho de aprender na escola

Arrá urrum

Isso é o que penso de minha época na escola

Urrum

Olho o que uso até hoje do que aprendi não sei

Mas sei que foi e é bom lembrar do que me disseram os professores

Dos meus colegas com seus horrores e seus medos e seus erros

Eu sei que nada daquilo eles se lembram

Cada parte que deles sumiu vive em mim

E tudo o que fiz pode ser que seja reflexo do que eles fizeram e não fizeram por mim

Eu sei  que o ontem insiste em renascer hoje

Mas se no meu futuro eu não os encontrar e tratar deste furo

E que eu veja pelo lado deles, nos perderemos

Pois nunca sei se vou estar com vontade de continuar a me desnudar

Todas as noites em claro o luar me faz ver mais claramente

Que minha mente mente e, me faz acreditar que eu possa

Sair dessa fossa

E por mais que eu tente escapar eu consigo o que mais preciso

O tempo só de tomar um ar

E mais um dia respirar e não pirar

Nas noites de insônia

Boto fogo no estrume e me esquento

Não durmo, prestando atenção em sonhar

Eu nunca sei se vou abrir os olhos e querer voltar se os fechar

O que vejo é que por mais que eu cresça não esqueço

Que foi por sorte que a morte não me levou até agora

E eu acordo em pânico, com a pergunta por que eu sobrevivi?

E junto ainda sinto todos os sonhos dos que se foram

Talvez meus sonhos me mantenham vivo

Talvez minhas noites impeçam de eu morrer

E o chão se abre e eu me recuso a morrer

No oceano se abre um se eu amo continuo

O ar em água me toca

Não há mais nem menos

Só o sonho de estar consciente de que eu sou o único que posso

Fazer minha vida valer

Vá Ler e fazer diz o que eu não sei

E é assim que consigo viver

A escrever e me ler

E não trair os que passaram e passarão ao meu viver

Urruuuu

Posso ser Burruuuu

Mas não Uruburruuu

Some a escuridão mais um dia a desafiar emu viver

Vim ver se minha solidão é mais que esse sol que me dão meus irmãos

Ok

Eu não sou merecedor de seu amor

Minha dor quer me informar

Quer que eu salte dessa lama

Que só se solta que ama o dia, o dia de não odiar

De amar

 

sexta-feira, 1 de maio de 2026

Texto Verde fresquinho de novo...

 


Meu amor de Deus, o que estou descrevendo...? Faz tempo que vinha aguardando o momento de sentar e descrever meus sentimentos e pensamentos, essa condição me tinha guardado uma força escondida... que levei tempo para perceber e, ela aflorar em meu consciente.                                                               Experiências que passei e não consegui expressar com a  melhor forma de reagir em tais momentos, hoje os projetos intencionalmente de onde ressurgem com novas roupagens, recriando um espaço verso temporal, onde giro ao redor de acontecimentos passados

 E giro em agito grito!!!

E correm os pensamentos insuportáveis loucos pra saírem...

Não querem ficar se acumulando

Causando marcas em meu corpo

Não, não vou ficar juntando sentimentos e pensamentos em meu corpo, passe

Mesmo que amarrote, passe? Mesmo que não seja por aqui, passe...

Virando em copos os goles, que agora eu sei fazerem virar em versos

Que mostram outros lados desses momentos

E que isso que eu digo é mais que o menos que meu diminuto íntimo

Que minha baixa autoestima diz:

Não faz mal, eu não quero e nem posso pensar igual a você

O dia vem e me acorda para tirar a corda de meu pescoço e me fazer acordar

Discordar ou concordar. Me acorda...

Pra perceber que a vida por mais que menos pareça é uma boa

E lá venho eu a lá Marcelo causar um elo leão

Prostro-me a saúde de nem saber português, mas ler mão de irmão.

Eu ali feito um navio ancorado, no desencontro das águas

Sob a tempestade, em um mar bravio

Barco ancorado a corrente na corrente solta do mar bravio

Não, não adiantou nada me preservar, nem me preparar

Quando tudo violentamente passa a acontecer, em meio a tempestade de viver

Agitando tudo o que era constância

Por baixo

Por cima

Por dentro

Por fora

Eu ali naquele agora

Naquela dança

Meus pensamentos, nada pensando

Meus sentimentos, nada sentindo

Foi devagar, devagarinho fui deixando me levar à Deus

De leve me elevar

Nada era

Tudo podia

Nadava, deslizava a onda macio feito folha caída no rio

Primaveril vivi e vi eu em mim ali assim

Faz tempo que sabia que o tempo faria seu clássico conhecimento aparecer

E me vestir de sua roupagem, que minhas dores virando rugas fariam acender as luzes

Que iluminam esse meu momento semente. Que se minha mente não tivesse me botado nessa situação, não seria o chão no qual fosse me plantar para ser semente e brotar no Eu Sou

Eu em um Jardim Sem Fim despertando e botando o salto de meu elevar

E leva minha noite ao amanhecer

Uma legião de luz mostra o caminho, eu caminho e com carinho

Bato um papo com a minha gente que sofre

Eu um cavalheiro

Minha memória deslancha, minha vida avança

Abraço o mundo sem tocar em nada

Estou em outro lugar, mesmo ao aqui estar

Meu mar se torna amar

Eu barco, embarco na luta de não naufragar

O agitar se torna meu ponto fixo

Crucifixo doloroso

Movo

Comovo as profundezas a sublimar

Durante meses esperei pra nascer e passar de um corpo a outro

Mãe você provocou o Pai e deu n’Eu

Olha aqui Eu Nasci/Pai e Mãe

Posso me entregar a vida, mas saibam

Que amo, da gota ao oceano.

E esse amo mais, é o único verso univérsico que só se escreve desse lado do verso.

Escorrem mais lágrimas para esse oceano que tanto amo...


Não tem EndEntEnd? Entenda-se/Atenda-se!


 

 

 

 

domingo, 28 de dezembro de 2025

Estava sentado na rua bebendo, na lua estava



 

O corpo é o veículo 

Que passo a maior parte da minha vida

A via avenida vida

Onde eu vendia a vida

Agora tudo é desvendado se desvendando

A estrada cabe embaixo do meu braço asa

Que me eleva ao alto pensar

Que apesar de tanto penar

Vou deixar minhas marcas na beira da praia sonhada

Onde a lua de prata me fotografa

E grafa palavra a palavra

Que vivo a vida que me lavra


 

sábado, 20 de dezembro de 2025

Ilumina minha Mina e funda o trem da minha vida

 


Não tinham me explicado que o amor de verdade é tão difícil


E tão Raro


Se casar, antes soubesse, erra tão complicado

Não sabia

Eu tinha tentado tudo desde o 1º amor

Não sabia mesmo 

Que casar é apostar

E se errar

Apostar na mesma de novo e de novo

Até ganhar


10 cu lpas aosamo resque nãoin sistí


Agora que sei mais ou menos o que é o amor

Que não é fácil

E eu tento entender cada vez mais

Como somos complicados e, amados


Retere proces sartan tasin formações


Eu não sabia que o código da vida é amar de verdade em verdade

É tão difícil amar e

Só fiz o que quis até que de tanto sofrer aprendi

Que amar é ainda e sempre mais


Aluz que reluz dosolhos lacri meja n do 


Meus olhos enxergam por entre as lágrimas de amores passados

A certeza de que no fundo 

Estamos acima do mundo amando cada vez mais

E é lindo o tão sonhado paraíso

Para isso existo e resisto


E re vivo


Viajo Vida 

Enquanto te amo

Medido todo amor que sinto

E digo

Sou do amor mendigo




sábado, 29 de novembro de 2025

Passageiro ligeiro Soul

 


Ele consegue analisar as consequências de seu pensar

Ele consegue imaginar cenários futuros, repletos de pessoas que apesar de tudo pensam em paz, no seu canto

Falam direto ao ouvido de quem tenta, não se ausenta de si

Tenta melhores opções de pensar, de refletir antes de agir. De estudar e manter um pensamento estratégico. Ele mora na capacidade de planejar, de calcular, de escolher respostas em vez de ter reações automáticas.

Olha para lá num mundo melhor lá lá ele está

 Daqui de dentro tudo tudo é seu intento seu invento

Mas há um problema, o sistema é rápido e poderoso. Avassalador...O quer nesse caminho tortuoso e torturante de ser igual. Ser diferente não é ser digna gente, o indigna.

Do seu ventre macho nasce um novo coração  

Ele que sou eu. Esse querer fazer de tudo para evoluir, viver com emoção de boa, ações medidas a reflexões.

Faz de seu sonhar o mundo que virá 

Se você entender o contrário de tudo o que digo? Zêo quê?

O mundo, o medo, a raiva, a ira embutida na comida, mata a vida.

Em seu novo carro não vejo nada. E a roupa nova, cala a boca nova.  Vestido que tiro, aqui. Estou envolto dessa baba. Dissolvido, tudo dissolvendo. Existo. Resisto. Tipo Cristo.

Desejo e ansiedade evoluindo conforme com a idade da humanidade

 O sistema é lento. Talento, to lendo me desenvolvendo. Conhecendo novas palavras. Entendendo o que estou sentindo. Olhe meu olhar dizendo. To podendo dizer onde e o que está doendo. Largo dessa massa uniforme desvairada, seguindo a manada.

 

Por acaso eu crio o caos que estamos vivendo? Vai vendo as pessoas se vendendo. Os olhos vendando. A boca é braba, mas ela fala tudo. Simplesmente desliga tudo, abre o livro que livra e fica lendo sozinho até o solzinho ir amanhecendo. O sistema solar é rápido há bilhões de anos. Não tenho pressa. Onde estão, indo correndo, todo o mundo? Para onde é que estamos indo. No fundo do universo de meus versos converso comigo mesmo.

O mundo que siga o seu caminho. Eu quero estar aqui bem calminho

Sociedade brinquedo mimado, campo minado

Sobrevivência rodando no piloto automático, comprando e mostrando o ter cada vez mais sem ser nada de mais. Pessoas inteligentes, educadas, racionais e  modernas tomando energéticos e comendo fastfoods. Tomando decisões completamente enlatadas. Enlutadas com medo, sem luta alguma. Irracionais vaidades.

Panela de pressão emocional

 Não!!! O sistema rápido assumiu o controle de tudo. Sem estudo. Enquanto uns sentem-se tudo, não pensam nada de estudo. Depois eu pesquiso. Vejo um tutorial, que me mantenha normal. Na cozinha cozinham se eu cuzinho. Herdamos essa merda. Palavras estratégicas. Para os moralistas de plantão, lamberem o sabão de suas bocas espumantes.

Babas da ira

A ração que os mantém sem reação. A maioria vive dominada, animada pelo sistema inanimado. Não é um grupo de humanos que cria este caos. Somos nós mesmos, enquanto massa, povo. Não lendo. Não escrevendo próprios textos do que está pensando. Claro que é utopia, sair dessa escuridão, saindo por aí lendo textão. Mas, se cada um pensar por si mesmo. Já tá bem bom. Seja povo, mas não seja gado. Obrigado por ter me escutado.

Reaja de dentro pra fora. AGORAAAAAAAAAAAAAAA

Abolicionistas Mentais

Presos nos elos de uma só corrente que encadeia
A multidão faminta cambaleia
E chora e dança ali!
Um de raiva delira, outro enlouquece
Outro, de martírios embrutece

Cantando, o ser humano geme e ri!

Fatalidade atroz que o pensar esmaga!
Extingue-se nesta hora o que o obriga a ñ brigar
A viver sem questionar esse brique imundo do mundo
Do trilho que te faz viver a vida sem brilho, descarrile

Abriu em ti a vigia
Com tua íris veja ao longe o arco-íris

A infâmia é demais!
Levante herói do Novo Mundo!
Arranque a indignação e a desprenda nos ares!
Abre à porta ao ti questionares

Povo! Povo infeliz! Povo, mártir eterno
És do cativeiro o Prometeu moderno...
E cruzais os braços... Covardia!
E nem murmurais... Hipocrisia!


— É preciso esperar... dizes
Esperar, o quê?
Basta! A hora soa...
Tua voz revoa
Por nós clama

A nova geração rompe da terra
Se pobre, que importa? Seja livre... És gigante
Ó gente, despertai... Não curves a fronte
Já falta bem pouco. Sacode a cadeia

Te livra do que te rodeia! Mais leia

Não fique esperando o seu amor passar

A luz da alvorada de um dia melhor nos ladeia
Arranca este peso das costas, Atuante
Atue antes que acabe este instante

Levanta essa cruz dos ombros teus

Vai, Poeta... Rompa os ares
Cruza a serra, o vale, os mares
Deus ao chão não te amarrou!
Somos livre! Amai

O mundo é nosso tudo

Começo a ficar livre

Se fiquei esperando meu amor passar
Já me basta que estava, então, longe de sereno
E fiquei tanto tempo duvidando de mim
Por fazer amor, por fazer sentido
Começo a ficar livre
Espero, acho que sim
De olhos fechados, não me vejo
E você sorriu pra mim

    

End entend

*Castro Alves, é eterno e então atual. Agradeço ao éter q nos lega-o...to be continued...