quarta-feira, 31 de março de 2010

segunda-feira, 29 de março de 2010

Perceba a força da palavra

Note a força do que dizemos
Diga sempre a verdade
Pois quando falar que está saudável e rico
Tudo e todos vão acreditar
É verdade

eu sou épica diz ela

Pois minha paz está onde me vês
O amor escapa por entre meus medos
Por deus EU SOU
Isso quem escreveu foi Eu
Pela força do amor me desprego
Abro as pernas as suas cabeças
Digito com forças que fazem
As pedras tôdas dançarem
Por mais que ouça sons de sins
Isso não é tudo
A vida é mais ou menos o que a gente imagina
Não sou bom em nada
Mais ou menos em tudo
Imagina

fsfshshshshshshssh
Som de vento no que invento
Vá SER o que imagina
Diz esse intento  
Multiplique-se pelo infinito
mmmmmmmmmmmmm
Barulho de luz

Sou mais ou menos igual
Por isso mesmo que Eu
Eu Sou A Diferença
Pensa

EU SOU A DIFERENÇA BATO NO PEITO CORAÇÃO DA CABEÇA

Entro além do que entreto
Pela força do que Há Sou
Toda força que Há

Pra seu governo...

Pra isso aí
Sou isso aí
Pra isso aqui
Sou isso aqui

SOU SOL
SOU A SOLUÇÃO

A SOLUÇÃO SOU EU

EU SOU A SOLUÇÃO
O fogo
O jogo
A calma
A alma
A lama
O cal da vida
Ao piche da existência
EU
SOU
A SOLUÇÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃu*




*Diz a vida épica em vogais

Me pague em Paz e Brinde na mesma taça

Eu manhã renasci duma cor lilás
Lá adianta dos áis
Ao destino indo em paz

Meu coração tua visão

Lá onde aquele brilho reflete
No olhar de uma grande paixão

Uma bomba És ao que Sou
Ao que Sou És
GuiAmos?

Sem estrada nem estada estava
Fez renascer o amor em mim
Assim o fim soube pra mim dizer
Que sua missão é ampliar o finito
Formar o infinito...

...Áh!..

À vontade de continuar nu isso aqui
Me faz me despir
É isso ae, estou
Onde eu já não me enterram mais

Brinde na mesma taça

Lá estou eu de novo desfilando no desfiladeiro
Estou no ar
Extrapolo
Choro pra fora
Estou aqui e agora
Pois estivesse noutra Hora
Seria como essa
De Guerra
Encheria de sal mais o mar
Mas não estou pra não ver o que fazer
Estou aqui pra ver
Eu me fazer

Na tua frente
Encante a serpente

Em minha mente rola meu coração agora
E à Glória peço vem

Sinta no seu umbigo bombar vida

Dias e nove meses te carregando
Penso em paz lembrando
Passo pelo canal da uretra de meu pai
Vê Adão
Eu pelAdão
Eu sincero sim esmero a semente da mente
Brota garota
Te chamo entre
No mesmo ventre
Deixe o vento ao tempo
Inexorável
Como esse momento
Aplauda
Apague
Me pague em Paz
A gague

Tôu que Sou - emendado com EuNuCia

A paz invadiu
Pediu ao meu coração licença
Não pensa

Senti aqui no meu peito
Eu batendo

Aflito
Me atendo

Flui o lindo rio chamado Eu
Em minha voz comercializando nós

De repente o sem fim diz
Viva se arrependa
E viva

A terra que todos enterra
Nos enche de paz

Vinda da boca num bafão
Uma bomba escrita AMAR

No mar
Ondulado balançando seus cabelos lisos
Outros inscritos:]

A chapinha é uma companhia
Que nos acompanha

[Comemora cada dia com champanha
O amanhecer ama nosso ser]

Eu manhã renasci duma cor lilás
Lá adiante dos áis
Ao destino em paz

Mexeu meu coração
Com minha visão
Lá onde aquele brilho reflete
No olhar de uma grande paixão
Passando a mão

Uma bomba és
Fez renascer o amor em mim
Assim o fim foi
Uma bolha de sabão

O finito evolui
Forma o infinito

Áh!
À vontade de continuar nu isso aqui
Me faz me despir
É isso ae
Tô que Sou

domingo, 28 de março de 2010

Vila Vida Amar

Naquela manhã nublada eu brincava comigo e meu destino
Caí em mim só agora
Depois que o destino me mostrou que não sou mais menino
Sou um homem bem cheiroso
Eu olho para mim
Meio torto volto pra casa
Aquela manhã da infância é minha casa
Ela não sai de meu coração
Estou num chão pisando meu lar
Eu fui mais sabia que ia voltar
As brincadeiras estão aqui em mim
É comigo que carrego
Eu mergulho com amor ao que sou
Causo uma pane no destino
Volto a ser um menino
Encontro meu primeiro amor
E continuo a amar

Amar sem se amarrar é saber que somos nossos

Estou cansado de tentar
Vou ser mais tenaz
E conseguir

E o que é um muro?
Contra mim
Que não sou

Dou um murro no asno que sou
Eu peço que me preguem uma peça
Não na cruz

Na tábua um bife
Na horta uma veia
No cano uma salada
Por Deus que sensação

Leva um bauru
Um drink ao oceano de minha vida derramada

Mas por favor vamos combinar
Entreguem só os amigos
Com um desconhecido não se faz isso

É mesmo verdade

Eu tenho que me virar
Tipo assim trabalhar
Destruir algo

Transformar

Algo lapidar nesse sal que cai
Como cai

In the ski
Fly

Olha o meu membro voar
Uma vara na cara
Cura sara
A ressaca do saco

A vulva devolve
Tipo com revólver mata
Luta contra falta

Outra manhã nublada
Olha pra longe
Pede licença aos passageiros
É seu o vagão
A estrada
O milagre não o larga
E na real não existe nada
Além de eu e tu

Faz amor me faz
Da
Olha lá

Existem coisas que não Adão pra explicar
Evardade

O Chico
Além de Xavier
É César e Buarque
O buraco é mais noutro espaço

A mudança vai mudar
E eu ao teu lado vou sempre estar
O estilo do amor é...
Que nem eu e tu
O amor é
Nosso amor
Ú!!!!

sexta-feira, 26 de março de 2010

É tão triste

Lixei o chão com minha cara
Escovei os dentes com navalha
Amarrei meus cabelos com chicle
Então tomei chá de marcela com sal
Quem será que vai me ajudar a eu me ajudar?

Um urro sai do meu peito vazio
A oca mente louca expande-se
O universo sente nesse verso
O encanto ausente de estar e não ser
O amor em broto dormente
Um fim no sim sou que nem a gente

Na areia movediça me atiro
Mato a sede com água fervente
Eu me torturo a cada momento
A cada pensamento
Um espinho no pé
Uma caminhada à FÉ

Pego um plástico boto na cabeça
Inflo vou voar
Em outro local estar

Me atiro no esgoto cloacal
Mergulho no meu orgulho
Não posso não pensar em me ajoelhar
E pedir...onde você está?

No crack você não está
Nos bares da vida
Cavoquei minha ferida
E não te achei

Onde anda minha onda?
Quem será que vai?
Quem será que sou?

Não há maior tristeza
Que acordar de coração vazio
Meus amigos ao me verem perguntam
Onde estou?


Quero ser sincero
Espero que consiga
Onde quer que eu vá?
Eu vou
Lá devo estar

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segunda-feira, 22 de março de 2010

É dia de Nascer

Lampejos que morriam nos braços da noite
Onde a mente me escondia na razão
E nem o coração me achava
Quando a alma me procurava
La fuerza della Vita me questionava

Olho para a mesa farta de trago
Que nada traz ao trigo de cada dia
Além de um amanhã de azia
Prazeres que nada diziam

-Queres então abandonar-nos?

Anos fomos parcerinhos
Sem vocês fico a noite contando carneirinhos
E nada do sono enriquecedor vir
Para explorar as jazidas do amanhã

Falsamente me querem fazer crer
Que o sofrimento que me causam
Pelos desatinos drogaditos
É a promessa de felicidade
Como um escravo de vocês
Posso pensar ser feliz assim?

A paixão
Esse incêndio voraz que toma conta da gente
Quando a carne é fraca
Que por qualquer fala fácil
Logo encontra uma de boca no falo

Eu do mais sublime Eu
Sei de felicidade sem artifícios
Essas vendidas em bares ou esquinas
A felicidade que busco SÓ na VERDADE

-Mas quem te garante que não renúncias a felicidade
Por uma ilusão fantástica
Mais falsa que nossa sensações
Confias de mais em tuas forças
Sempre recorreu a fugas
Serás capaz de viver sem nós?

Estremeci
Estava vulnerável
Fraco diante do mau hábito
Do vício propriamente dito
Senti da serpente o hálito
No pescoço o dente no adito
Há na vida outras vazões
Por onde saia o infinito íntimo
A sublime existência jogada em semente
O broto a brotar na vida bem vivída!

-Espera
Mas e o prazer que te dei até aqui?
Não podes se desfazer de nós assim
E tua nobreza?
E quando quiseres voltar?
Apresento-te meus prazeres
Que sei bem conheces
Sinta nossa força nesse desfile de delírios:

Estonteei em vertigens
É como ver belas virgens desfilando nuas em minha frente
Num banquete onde serviam tudo de mundano e GRÀTIS
Uma deslumbrante parada
Gatas lindas com carreiras de cocaína em seus regos
Largas doses de bebidas nas mais rosas vaginas
Baseados em depilados ânus servindo de maricas
Jogos dos mais diversos valendo boquetes por baixo da mesa
Aquela fuga do happy hour
Papos de mesa de bar (vazios e evasivos)
Lança perfumes em sedas embrulhando lindas tetas
Picanhas servidas gordas como os grossos lábios da morena
Zonzo eu
Fiquei num vai e vem
Que não fui
Disparei minha imaginação ao horizonte

Despontando o primeiro raio de sol da vontade
A esperança vencendo o duelo com o desânimo
Me ajudando a proferir um enérgico EU SOU
JAVÉ já vou
A dúvida que forrava a minha carta de alforria
E fazia a farra como queria
Se perdeu
Ferramenta És disse Sou Eu
Então serei eu mesmo

Que dolorosa luta interna
Dois eus em mim
Um do fim
Outro que mereço
Do recomeço

Áh!
Hinos
Sinos
A agonia desesperada ouve o toque
E sai em disparada
À calma despertada
Com a alma empolgada
Me digo
Volte que te digo o motivo
De uma vida sem crivo
Cravada de alegrias
Sem diamantes nem algemas
Soluçando solucionando
Verdades sem esquemas

Dos clarões do céu de minha boca estou falando

Quero dançar meus lindos textos
À melodia de leituras suaves
Como aves a voar leve pelos ares
Quanto trabalho por fazer
Fazendo a continuação dessa tábua
Surfo em águas salgadas
Que jorram pelos meus humores
Surfo no pranto de plânctons
Planto a semente da verdade em meu coração
Rego-a com as águas da emoção
Salivo em mi boca a boca
Tipo eu meu salva-vidas

Minhas células uníssonas em brados
Gritam
Enchem meus vasos do mais puro e renovado sangue
Aplaudem meus órgãos
Me fazendo o suor da vitória constante
Eu comigo resolvendo
Com minha carne e ossos
Comovido pelo ofício
Que todos têm na vida

Percebo agora que me escondia atrás de mim
Que no reflexo no espelho ainda não era eu ali
Meus olhos se moviam
E nada de me achar
Nunca havia me visto verdadeiramente
Apenas pequenas vislumbrações
Aquele reflexo naquela aparência vazia
Nada em minha cara era minha
Aquela fuga de mim mesmo
Como um dia iria dar certo?
Era a morte em vida escondida

Armou-se em mim uma tempestade

Era outra madrugada de insônia
A dádiva se formando no éter
Eu ali fritando
(Levanta-Te)
Levanto-Me
Abro a janela
Em minha cabeça a água divina cai
Uma chuva fina que parecia engrossar ao me ver
Ao céu Me indaguei
Em luz a resposta
Eu pagão supliquei
Em relâmpagos a relação firmei
O firmamento é a minha voz íntima
Respondi-Me ao dia despontando
Saudando a aurora
Em silêncio a outrora
Eu mudo mudando
Como dizer ou descrever
O indizível e indescritível
A não ser essa vã tentativa

Os rumores cessam

Aumenta o silêncio
Ondas mentais conscientemente calmas
O coração bumbo marcando o som profundo
A bonança após a tempestade de inquietudes
A luz vinda do infinito continuando a vida
Uma profunda volta por cima
Circular a helicoidal existência garante permanência
Atitude só a solitude proporciona
Senhor contigo estarei onde for
Vós dou-Me em retorno

Por Elo de Agostinho a Rohden

domingo, 21 de março de 2010

Perfume Avon...

Sai da frente que estou com raiva
A minha ira vira razão
Venha encarar
Da minha boca sai espuma de emoção
Ganhe essa e mais uma

Bang new big bang
Seis six and sex

O solo se abre na guitarra
O riff acerta quem errava

Bom que bom que virei para o lado bom
Rápido espirre fora
É foda rei
De seus ossos farão soda cáustica

Seu suor será suástica
Empregado novo escravo
Levanta o pau da bandeira tesuda
O fora do comum é não ser só mais um

A liberdade ta na cara de quem tenta
Eu tenho a cor da coragem
Meu perfume é Avon
A vontade

Garganta rasgada furando palavras


Pintura "O grito" Edvard Munch

Já se foi o efeito tóxico do ressentimento
Adeus preto e branco de meu sentimento
O amor esse difícil vital jogo reinicia-me

Oi doce amor
Infinito amor

Eu olho a loucura dos normais
Eu me atiro de uma ponte bem na frente da escola
Jogo no asfalto minha moída mente

Não quero explicar nada
Mas a última chance inexiste
Cada dia a mudança vira uma melodia
Cada hora uma dança

Eu roqueiro vou sambar
Me mostrar que não existo
Amo o sol a me assombrar

Jogo-me no jogo desinflado do saber
Desço do sapato
Descalço sinto-me de fato

Eu quero mudar
Não entender mais nada
Aprender a me virar pra ti
E dizer que te amo
Que amo todo o mundo

Não estou aprisionado
O amor é uma águia
A presa foge solta
Até seu bote

Levanto desalgemado
E grito urro do morro à planície
Aos bandidos e policiais
Aos conformados e normais

Eu faço me ouvir
Deixem o doce amor invadir
O elo em ondas mentais eternamente ternas
Celestes e terrenas

Universal onda
Onda do Amor

Está descendo o sal na face
Levando o sal da língua garganta a dentro
À fornalha divina

O coração sangrante
Ungi a todos infinitamente...
De que mesmo?

Um Filme de Fernando Lopes



Fernando Jorge Lopes é um encenador e actor português.

Foi fundador e director artístico do Teatro Extremo, onde exerce as funções de encenação e direcção artística além de trabalhar como actor.

Iniciou a sua actividade no teatro como actor em 1990.

Fez o Curso de Formação de Actores da Companhia de Teatro de Almada e ainda 1º curso livre de Iniciação ao Cinema da Universidade Nova de Lisboa.

Concluíu o primeiro ano do curso de pós-graduação em Teatro, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

Encenou textos de Molière, Oscar Panizza, Romeu Correia, Umberto Eco, Bertolt Brecht, Plínio Marques, António Cabrita e Erik Satie.

Bela mina nua

Contramaré????Belarmino!!!!!!!!

sábado, 20 de março de 2010

Ressabiado

Não eu não ti aceito de volta
Sei que as cores um dia voltarão
Mas tu não
Me atiro numa arminha de pressão
Do chão eu não passo não
O chão é a base
O trampolim pra sair do fim
Me entenda não quero mais
Sentir nem saber de ti
Eu saio por ai
Mesmo te sentindo bem aqui
Fico
Pulo fora na hora
Me entregar de novo não agora

Eu sou eu




Eu estou onde não sei
As pessoas passam em minha volta
Eu vôo
Deixo minha assinatura
Na cara dura eu sou o muro
E finjo ele pular
Mas o que eu sou é o muro

O que importa o que tenhas
O que importa o que sou

Sonhei que todos eu sou
Acordei dei um beijo em mim
Fui à padaria
Eu padeiro fiz o pão pra mim
Eu quem fiz o café também
Eu quem orei pela manhã seguir em fé
Peguei meu carro o dei pra mim
Dirigi pra mim
Parei na sinaleira àquela criança me dei
Sou-a tão bem
No sinal o azulzinho que sou me vi
No vermelho passar
Me multei
Sonhei os sonhos mais bonitos no céu azul
Me tronei em nuvens passageiras
Num assaltante que sou me roubei
Num PM que sou me protegi

Pai Mãe Filho Espírito Sou

Me afasto da falsa segurança
Como uma criança venho a Mim
Percebo a diferença
Parecidos somos em normas
Já não estava igual aos normais

Engatinho
Somos iguais em nossas indiferenças
Ouvi de mim num amigo
-Não escute nada externo
Uma voz além dessa é a sua
Somos parecidos
Iguais só nos áis

Será minha loucura
Tanta procura
Minha sensatez quer tirar um dez
Na prova de criatividadade
Crio minha idade
Sou o que não quero falar

Do céu vem a vontade de voar
Eu fico aqui em mim
Eu não quero mais escrever sobre mim
Estou em em mim amarrados por amar a nós

Eu vou ao oeste
Mostrar que o leste é meu norte
Sou o Sul ensolarado
Eu não vou me perder
Estou no universo orientado
Meu único verso
É pra te achar
No eco do que somos
Humanos se amando

sexta-feira, 19 de março de 2010

She




O amor só é de quem arrisca
E por falar em ti
Eu ti amo
E nunca te disse
Mas a próxima vez que nossos olhares se cruzarem
Note no ar
Estará escrito
O quanto te amo

É verdade
Ti exploro sem libertinagem a vaidade
Retiro de ti a venda
Compro todo o brilho do mundo sem grana
Isso só faz quem verdadeiramente se ama
Repare por entre as árvores
À energia chi do orgone Amor atenda

quinta-feira, 18 de março de 2010

Os anais da frescura humana

Ele procura ela e se lança ao perfume dela
Vê-se nu em Vênus em seu olhar desejoso e molhado
A coragem o torna avesso ao alimento
Regozija nos humores de camisinhas gozadas
Falos pilando no betume o resto no reto cheio de alimento

Seu pênis pulsa e expulsa um jato ridículo
Seu texto pequeno textículo
Mas faz sua fêmea gemer até a terra tremer os pés da cama

O varão no clarão que cega mas chega aonde quer
Lambe a bunda do quadro que pregas na parede de suas costas
Surge em meio ao músculo ereto o aperto da rodela

Usa acusa levanta a blusa sente a brisa da brasa
Abana a jóia da mina funda que mostra
O mato que acata o nome de pau-brasil
Que mata e enterra o pau no gato-to

Eqüestres sensações sentes nos chifres dos bois
E depois admira o próprio bíceps dos dois que são
Com as mãos marca a gente que sente o quente
E mesmo no frio do sul do Brasil deslisam carinhos a mil

Sinto o abraço do mundo quando me vejo em tua mente decifrando
Mesmo sabendo que o texto vida é uma via cheia de interrogações
É leitor, tiro esse texto da Tese grande do Burguês sem porquês

quarta-feira, 17 de março de 2010

PANACÉIA

Eu uso o amor para me dar a vida toda
Eu o uso enquanto ele me usa
O que que tem?
Meu corpo por mi amado
Se coloca pronto pra outra
O amor é tudo o que busco
Na música que amo
Na dança que amo
Na escrita que amo
Na leitura que amo
Eu amo tudo e não muito
Amo meu equilíbrio
Balanço um pouco para todos os lados
A liberdade não me prende mais
Me liberto de qualquer outro sentimento
Eu uso o amor
Eu sou o amor
Sem e com mais

O espelho reflete um Machado somos Assis (Mar Te Elo)




Acabou o comodismo fofinhos
Eu não quero tentar satisfazer seus desejos
Tenho os meus que tornei nossos

Ex-tudo
Estudo tudo
Professores professam salários empregados
De sistemas viciados

Mídias
Somos midíaticos
Precisamos de mediadores virtuosos

Um cabaço não se rompe
O corrompe uma cabeça dura
A humanidade não é mais pura

Calibre sua respiração para a piração
Meu instrumento é mesmo eu mesmo
Segura o rabo
Abana o cão
Sou Gato transformado

Eu só sei se eu quiser aprender
Eu não vou tentar sem tesão
Eu só consigo dormir comigo assim

Deserto a facu
Sacrifico o meu
E tu

A mudança exige rigores
Além dos licores
A cachaça não muda nada
Minha indgnação não passa por nem um vão

O cume do mal é o abismo social
Sinto no salário mínimo o sal
A trapaça é o fim de nossa raça

Nunca há um vencedor enquanto os perdedores forem a maioria
A alma maltrapilha farroupilha falta

O orgulho do bagulho mora na desarmonia
A bagunça originada do nada forma isso tudo
Nâo há o que não fazer (façamos)

Meu lugar botei pra alugar
Alguém roubou minha opinião
Calculei outra em seu lugar

Olhe para fora e veja por dentro o que fazer

A mão social está pra fora dessa água salgada
Pedindo socorro
Com suas mãos, corações e mentes salvem
Não preguem no céu a terra

Amar é o Elo martelo

domingo, 14 de março de 2010

Doce mentira de sábios lábios




Que noite bem linda
Eu quero contigo
Por mais que ainda a vida não diga
Diga sim
Ao amor sem fim
Quero contigo feito criança que somos
Juntos na chuva hum-hum
Beijar-nos no gramado de um estádio lotado
Gritos de gol gritados ao nos vermos
Dando um beijão
A massa sendo o que no fundo é: paixão
A vida passa pela saliva
Enquanto a língua explora até a míngua
Palito de dentes
Fio dental teu beijo animal
Preciso ti ver
Fazer valer o jardim que tenho na cabeça
Regar as sementes que roubei de ti
E plantei no meu coração
Dá-me aquele teu olhar
Da cor onde me sinta no céu
Rastreie teu rastro
Veja sigo teus passos
A luz dos teus olhos iluminam meu nariz a cada beijo seu
Velas são tuas pupilas
Naus são teus nãos
Eu não vou desistir
Insisto
Tenho que pra ti existir
Me minto que não mais te sinto
Mas nasce do ovo outro pinto
Um galo na testa
Cabeçadas da vida
Beijo da garrafa o gargalo
A língua entalo
Esse texto feito uma transa não quer acabar
A nós juntos gozar
sfsfsfsfsfs
te amooooooooooooooo
É verdade toda a doce mentira
Vira verdade na cama

Repórter Elo O Ator Mentado


Em cada vinco um livro de minhas expressões

Human Nature

Quando a natureza quer despertar um humano cata n’alma dele seu sonho e o atormenta, de modo a poder ensinar-lhe o que a vida lhe planejou. Até que ele compreenda vital plano, experimenta-lhe da fama instantânea e passageira até aos caminhos tortuosos de espinhos do sucesso verdadeiro. Descanso não há nem no pódio. Conserva-o ardendo de desejo até que descubra a boa vontade ao seu desígnio. Até que vença, vícios e paixões, sofre. E quando ele desanima, numa impiedosa placa escrita ele lê: “siga seu sonho ou se desespere em crises existenciais”. Seu coração clama em batimentos, como dizendo vá estou com sua mente a lhe guiar. A lágrima surge em apelo, mostrando no olhar o brilho puro da intenção. Assim surge o elo aonde a natureza e humanos se encontram; na tarefa amar.
É preciso encarar o nosso próprio sonho como a missão de nossa vida. Sentir-se evocado a realizar esse sonho. Ceder-se oportunidade e perseverança. Viajar na fantasia de viver fazendo o que ama. Ir de encontro a si; encarar o perigo do que se pode ser; combater medos e as adversidades que a realidade e os outros nos impõe. Não se importando que de vez em quando alguém próximo queira lhe derrubar, com intrigas banais e colocando dúvidas na sua cabeça. Algumas pessoas lhe convidam a ser medíocre, que aceite sua condição miserável e que trabalhe só para sobreviver. Aprenda que nem todos estão dispostos a se encorajar e acordar para o sonho realizável.
Sair da grudenta miséria imposta é preciso. Antes saiba que se entregar de coração e mente a possibilidade de uma vida melhor, causa sofrimentos. E estes, são ensinamentos que lhe manterão nos trilhos do amor verdadeiro. -Vencer na busca do melhor de si. Descer a mais profunda dor, de lá tirar sua fantasia de herói da sua vida. Assim, impulsionado pela boa vontade, conhecer-se e ser reconhecido. –Um herói de dois mundos; o mundo da verdade dos seus sonhos e o da realidade a sua volta. Tornar o viver, essa busca, voltada a sabedoria e ao seu correspondente Amor. Valorizemos a união de mente e coração a nossa alma. Com virtudes, plenamente desenvolvidas, chegamos ao amor universal e incondicional para com a família humana e a nossa mãe Terra. Os pensamentos mais sublimes de todos que por aqui passaram estão no éter, lá onde a consciência encontra mente em coração, no éter. Atuo com a a eternidade.

sábado, 13 de março de 2010

Caro leitor: ler é o maior barato

Direitos são resultados de deveres
Muitos buscam na vida grana
Muita grana
Outros buscam prazeres
Muitos prazeres
Tem os que buscam felicidade
Há os que nada buscam
Estão ali ou lá
Mas na verdade o resultado do que buscamos só encontramos nos efeitos de nossas ações
Se fizermos o bem somos correspondentemente recompensados
Se fizermos algo que prejudique algo ou alguém, ou mesmo a nós mesmo, somos assim recompensados
Se nada fizermos, nada receberemos de volta

Novo clipe

Rosa dos ventos do Amor

Quebro os muros
Rasgo a roupa como naquela dor
Subo nos postes e balanço a luz
Na ferida ainda pus
Dos poetas da dor amor
Me coloco no pódio
Convido minha vida a voltar
Volátil fósforos risquei
Como pipa em dia de vento me ergo
Saio lá de dentro
Vejo o que não via
Sem véu ali o céu Um
Nu pra ti amar Dois
Esteja onde estiver estou aqui Três
Tanto faz onde te esconde Quarto
Sobrevôo sem direção exata
O coração uma bússola a tua procura
Contra o Amor nada adianta
Te quero
Te amo
Te ganho
Ao infinito e além dessa loucura

Deus é bom Me Deu o dom

Me beije
Esse é o nosso destino
É distante o tempo
Quando não a tinha
Já a tinha
Sempre te amei
Pra sempre te amarei
Me fiz até aqui pra nós
Os dados rolam
Contigo do meu lado tenho sorte
Eu andei por aí
A tua procura
Na loucura a minha certeza que ti acharia
Deus é bom como tu
Meus sonhos se realizam
Eu sou o homem mais feliz que posso
Cada momento é um profundo instante
Te sinto aqui
O amor se faz
Como me fiz
Nos façamos nossas vidas únicas
Eu pra sempre te amo
Esse é o eterno amor
Não podia passar por aqui e não o conhecer
Esse é o Amor
A vida o dom

sexta-feira, 12 de março de 2010

Prumo do Mundo




Vou insistir
Desisti de dormir
Uma maribonda sentou sua enorme bunda
E quis com sua picadura me morder
Eu não dei a menor bola pra maribonda
Pelo que me lembre
Deus me fez a sua cara
E de cara respondo
O que vós quereis se sou assim?
Se assim me fizeste-Vos
Não me abandone
Mesmo sendo glória
Mudo o rumo da história

Castranhos ou Bar ganhamos

Botei a polícia atrás de nós
Procurei todos os rastros
Fudi por lá
Não encontrei onde gozar
Catei chatos
Raspei outros pêlos
Pôs em mim
Uma vara no meu copo
Gelo em grelos
Nomes que te dei gritei
Na rua uma pessoa nua sou
Andei em endereços tão estranhos
Mas é de teus olhos castanhos que...
Barganhamos

Quero que tu chupes minhas mostradas




Ái
A dor me faz
E ái de quem não a sente
O oceano que se forma entre eu que amo a quem amo amo
Não vi a bandeira quadriculada
Parti na hora da chegada
Estranho eu tenho uma forma perfeita de te amar
Eu penso
Eu não
Quem foi que te fez assim pra não me entender
Picture em si o mi
Esculhambei onte
Pisei no tomate
Catchup
Quero tu chupe
A mostarda
Dê uma mostrada por favor
Passa a batata
Tua cara diz mais que tua boca
Pouca é a conta
Que vais pagar por tentar e não conseguir
Não é inevitável
Vai lá fora fumar teu baura
Mas por favor não feda meu beijo
E ei entenda eu choro é por mim
E que o que por ti sinto
Eu não minto
Eu não entendo

Clio amol

A cada sumida que das de mim
Eu revejo como te vejo
O quanto gosto de ti
E por mais esquisito que eu seja
Eu não mereço teu desprezo
Eu me jogo no lixo reciclado
Reciclo
De novo tou a teu lado

quarta-feira, 10 de março de 2010

Escrevo e decifro, ou me devoro

Remexo no mix que sou
Sou o que sou
Não o que não sou
Inverto é minha cabeça
Nela meu nexo
Anexe a resposta

Leia isso
Pois nada vais perder
Lembre nada se perde tudo se recicla
Eu estou reciclando

Chocante chocado chocando

É sim ao fim de tudo aceite o não
Viva a seleção
Dar vim
Claro que estou só no escuro
O futuro deixei pra trás estou aqui
E Eu vou
E
Eu não vou
Poupe-se de julgamentos
Pois eu sou que nem você
Incônscio
Somos All lá lá lá baby
Aperte essa mente e não beba
Eu montei na minha montanha
Eu sou sim cinza
Eu quero envelhecer e não ser ranzinza
Eu montei um brinquedo
Brinquei com meus medos
Eu quase consegui
Mas morrer na praia não é a minha
Vou pra estrada hoje
Eu rolo como as pedras
Eu montei uma reza
Pois todo ser que se preza
Se atira de cara na vida
E faz dela seu céu
E sai dela pra entrar
Sem ironia
Onde queria
É raro Ser-Se
Tanto que fez-se em minha face
Um guerra de sal
Traficando influências
Me toco no ar
Sempre a me levar
No céu de minha boca estrelo no que falo
Como mercúrio asas nos pés cheios de calo
Vôo
Me sinto é na brisa brasil
Toque-se
Derrube o partenon o que resta
Biqueie da fresta a festa
Que está sempre no céu azul da bandeira
Não dê bobeira
Trabalhe não destrua
A indústria joga sua poluição no ar
De ciúmes por lá ninguém que a produz poder estar
Bato a cabeça no solo de Randy Roads
Uma planta em meus pés diz que caminhar é por ali
Por lá
Como é bom escrever o que der na telha
E depois se decifrar
E não deixar outros te devorar
Me decifro
Não me devoro

terça-feira, 9 de março de 2010

Mil folhas novas ao destino escreva

Eu nasci aqui e não era assim
Cadê o e a

Esse texto é uma convocação


Peço um espaço no seu pensamento
Você deve ter o direito de se calar
Mas não obrigação

Isso mesmo
Abra os seu olhos

Os sinos dobram a esquina
Eu corro pela rua
Deixando um rastro
Subo no mastro
Maestro
Sugiro um texto indecifrável
Algo inefável
Eu disse de tchau a si
A cada viagem ao monstro que mostro
Não me venha dizer que não sabe de sua responsabilidade
Eu mergulho em mim
Eu disse e digo mais
Ta vendo aquela montanha
SE MOVA!!!!!!!!!!!!!!!!!!

segunda-feira, 8 de março de 2010

Às mulheres que me querem

Senti algo bem aqui
Em mim você está
Caminhando pela rua te senti no ar
Brilha o sol no céu é você a minha trilha
Estou a lhe trilhar
É da sua estrela o meu brilhar
Virei meu rosto em cabeça aos olhos seus
Pus nos meus olhos uma venda
Escrito dentro "estou a ti atado, entenda"
Procuro no Orkut teu retrato
Na rua feito um retardado passo
Me sinto um santo de barro
Pra esparro me tiras
No bar não tas as taças estão vazias
Bebi tudo e ainda to são te querendo
Tão danço
Resguardo meu corpo de ter pança
Faço uma poupança
Guardo meu sêmen na minha mão
Não dou meu coração
Sou teu
E bem sabes que o seu é meu também
Olha lá está o sol deitando na tarde
A lua enchendo o céu de poesia
Um som batendo
Musa me guia
Ouço sua música
Ironia em melodia
Eu aqui te dizendo por dentro que...

Eu acredito no amor

Todos os caminhos levam a nós
Juntos somos a luz que brilha
A regra é não medir com régua
Julgamentos deixe para os que tudo sabem
Peixes nadam na água
Irmãos e irmãs do desenho humano
Humanidade
Umidade e unidade
Um mergulho no espelho da humildade
E todos entram em si
Em um humano melhor saindo
Desmonto meu reflexo
Um riff
Um solo
Um coração batendo
Achei no chão da noite
Um estranho me sendo
No fim da luz está o início do vício
Quebro os muros
Estou aqui desmontado
Minha história montando
Quero entrar na sua
Olhe bem para os lados
Me ache agora
Pelo rumo da História

domingo, 7 de março de 2010

Lá onde se fabrica o Ar

Fábrica de sentidos são meus sentimentos
Causam-me vida
Se não aprender a voar eu não vou realmente viver
O elo dourado me convida a dançar no ar
Vou poder chegar aonde imaginar?
Saberei se tentar
Chega de maldade
A saudade é salgável
Hálito amável fico ao destilar meu olhar
Refino-me abro-me
Como um fino gostoso me queime
Sinta seus olhos vermelhos
Ajoelho ao meu destino
Sem ser escravo escavo a tumba do lado
Resgato minha lembrança de almas perdidas
O céu mais azul está
À terra se derrama o sol
De mi a colheita brota
Reconheço o peso bruto de viver
A missão de até aqui chegar
E fazer ao destino tecido pelo acontecido
Mesmo ali em meu intestino o medo
É cedo aponta o dedo em riste
Corpo físico de pé já!!!!!!
A consciência escalou mais um degrau
O mal parte igual
Agora sob outra jurisdição
De quem?
Hein?
A Liberdade/Verdade independe da maioria
Eu?!
Estou em vôo livre

À vizinhança





Talvez o que nos falte sejam sentimentos
Os sentimentos que nos provoquem lágrimas
Não confunda sentimento com emoção
Sentido e direção tem um
O outro é gol e perdição

Desconfio que o mar
Esse mesmo mar que se suspeita ser a origem da vida
É feito de lágrimas
Lágrimas divinas (Nossas?)

Há Tempos LUrbana



Parece cocaína
Mas é só tristeza
Talvez tua cidade
Muitos temores nascem
Do cansaço e da solidão
Descompasso, desperdício
Herdeiros são agora
Da virtude que perdemos...
Há tempos tive um sonho
Não me lembro, não me lembro...
Tua tristeza é tão exata
E hoje o dia é tão bonito
Já estamos acostumados
A não termos mais nem isso...
Os sonhos vêm e os sonhos vão
E o resto é imperfeito...
Dissestes que se tua voz
Tivesse força igual
À imensa dor que sentes
Teu grito acordaria
Não só a tua casa
Mas a vizinhança inteira...
E há tempos
Nem os santos têm ao certo
A medida da maldade
E há tempos são os jovens
Que adoecem
E há tempos
O encanto está ausente
E há ferrugem nos sorrisos
Só o acaso estende os braços
A quem procura
Abrigo e proteção...
Meu amor!
Disciplina é liberdade
Compaixão é fortaleza
Ter bondade é ter coragem (Ela disse)
Lá em casa tem um poço
Mas a água é muito limpa...

Essa água é da lágrima

É eletriciiiiiiiiista nimaaaaal!!

sexta-feira, 5 de março de 2010

BarFim

Me olho nos teus olhos
Sim é amor que sinto ao te beijar
E o seu cheiro está no meu nariz
É amor o que sinto que sinto
Na mesa uma carta de amor escrevo
Um bilhete em flecha direto acerto
Digo o que sinto
É amor
É amor o que estou sentindo
É sim
Você me acertou

Olhos não servem só pra chorar
Descubri nos seus os meus
Dei um fora na solidão
A questão que agora sei responder
É te amar como se fosse o meu ser
Na mesma mesa risco um mapa
Tracejo um plano
Um x em mim marco
E me entrego alvo


Me olho em teus olhos
Eu sou assim?
Em seus olhos
Minha mão vazia se enche de poesia
Meus dias eternos de carinhos ternos
Eu e você em silenciosos momentos
A carinhos dizendo ao mundo tudo
Mudos
Estou a me sentir como nunca
Que seja por um momento é bom sentir isso
Salve o amor que há em mim
Mostre que o BarFim meu não quer mais

terça-feira, 2 de março de 2010

Carona

Cidadão Quem
Composição: Duca Leindecker

Vou Seguindo Sem Parar
Nesta Louca Estrada
O Meu Destino Não Tem Nada a Mais
Que Uma Carona Nesse Mundo a Mil

Vejo Tudo Passar Num Segundo
E a Vida Começa
E Recomeça a Cada Lance Legal
Você Pintar Nessa Carona


Carona
A Gente Pega e
Não Escolhe Onde Vai Parar
Parando
às Vezes Se Aprende
O Quanto Se Pode Andar

Extraído da dor (dormente) que todos sentimos dentro da gente

Vamos respeitar nosso planeta. Consumindo produtos de empresas que, também, respeitem nossa morada. O planeta está tremendo e não só em terremotos, sinto em meus pés. O Tsunami de lágrimas vem inundar minha consciência. Braços estão abraçando o planeta. Eu sou uma célula sadia (opto).
O consumismo, a mola mestra desse momento, ta se moldando em mim como uma baita pergunta. Miro no sol meu reflexo estelar. A paz está aqui dentro de nós. Olha eu sei que nada sei, mas estou percebendo que estamos todos indo ao nosso consciente. Estamos nos conscientizando. A luz da lua cheia diz que está ali por amor a si, e que o jogo de futebol hoje é no sol. E mais, a cachaça quente vai fazer desse samba da gente algo pra dançarmos frente a frente com nós mesmos.
O futuro é um ponto que será sempre de interrogação.
Não eu não quero mudar de carro se não for mais saudável para o planeta. Acoca aqui e faça com sua grana ganhada da gente suada melhorias em saúde, educação, cultura, habitação, transporte e mate nossa fome.
Hoje tudo virou produto de consumo; a educação, a fé, a amizade, e todos os nossos sentimentos, incluindo a violência e agressividade vendida em filmes, tudo virou produto de comércio. Então o que precisamos fazer é praticar um consumo consciente. Temos que desenvolver um olhar mais atento sobre todas as coisas que nos são oferecidas ou impostas.
Estamos colhendo coisas plantadas há tempos, precisamos conscientemente plantar novas sementes. É perfeitamente possível transformar as coisas para melhor. Buscando viver longe de tudo o que polui nosso pensamento, evitando o que nos tira lucidez e o domínio de nossa mente. Precisamos criar o hábito de ler para escrevermos um momento melhor desde já. Com alegria no coração precisamos nos rebelar e atuar para um mundo melhor. Já! E depende de nós, inclusive de ti.

Ólho bruto

Do chão em poças a vida diz
Eu disse
Tua boca ia encher de formiga
Por enquanto me diga
O que me torno?
Um rei na barriga
Meu trono áis?
Vais e contas
Que no fim das contas
Ninguém sai vivo daqui

Na poça reflito
À luz no fim do poço
no túnel
É tu meu Eu

Arrepender é não se prender
Atrelo minha nau numa estrela

Reflito na tua pupila guria






Mudei
Hoje eu sei quão pouco sei


Sento nas horas em vão
Não ti vejo a tantas...

Vans chegam
Tu não
Eu assim santo
Tipo cão esperando a janta

*trecho em reformas
De mi sai o sou a ser
Na pessoa cada uma um show
Um bilhete pro teu amor*

Se guarda pra nós
Atado tou a teu cós
Faço um música
Com tua voz

Melodia de dó a si
Que te traga a mi
E não me sinta só aqui

Minta ou omita
Que me ama
Omito ou minto (te amo)

A graça sempre passa
A língua na cama da mente
Mente bem

Ouça os sons
Não os ruídos de acontecidos
Restos de rostos expostos
Sejam esquecidos

Parecidos
Com o que temos sido somos
Reflito sobre o que pensa de mim
Sou parecido mas não isso

Te amo
Pense sobre o que eu sou pra mim não pra ti
Por nós se desamarre e me ame

-Como assim?

segunda-feira, 1 de março de 2010

Jesus Cristo vai voltar

As mesmas coisas

As Mesmas Coisas
Júpiter Maçã
Composição: Jupiter Maçã

Nós gostamos das mesmas coisas
Nas pessoas os seus amores
Apreciamos nas flores as cores
Mas, meu amor, a gente junto não rola
E você sabe, meu amor, não rola

Nós usamos as mesmas roupas
Nós gostamos dos mesmos discos
E, nos filmes, a trilha sonora
Mas, meu amor, a gente junto não rola
E você sabe, meu amor, não rola

Nós dançamos do mesmo jeito
Os cabelos do mesmo jeito
Nós amamos os mesmos amigos
Mas, meu amor, a gente junto não rola
E você sabe, meu amor, não rola

Nós fazemos as mesmas coisas
Nós falamos as mesmas coisas
Nosso idioma é a mesma língua
Mas, meu amor, a gente junto não rola
E você sabe, meu amor, não rola

Eu vou mandar um bilhetinho
Por terceiros com carinho
Vou fazer um convite bacana
Mas, meu amor, a gente junto não rola
E você sabe, meu amor, não rola
E você sabe, meu amor, não rola
E você sabe, meu amor, não rola

Vem Canadá




É a minha lei
Fui escravo
Escavo o buraco
Saio fujo
Ando corro caminho me emociono
Rezo falo
Eu olho pra traz nada
De fato a frente também não
Olho onde piso
Escorre meu fel
Eu só posso por mi falar
De fato a canção cansada por mim cantada
É o que me leva a floresta encantada
Lá onde tem uma pista de dança que só toca minhas músicas preferidas
E na grande tela
Ela
A minha grande vida
É fato sem me emocionar eu não vivo
Sou um cover de quem gosto enquanto isso
Hoje é o Canadá

domingo, 28 de fevereiro de 2010

SISTEMA LINFÁTICO






Sistema paralelo ao circulatório, constituído por uma vasta rede de vasos semelhantes às veias (vasos linfáticos), que se distribuem por todo o corpo e recolhem o líquido tissular que não retornou aos capilares sangüíneos, filtrando-o e reconduzindo-o à circulação sangüínea.
É constituído pela linfa, vasos e órgãos linfáticos.
Os capilares linfáticos estão presentes em quase todos os tecidos do corpo. Capilares mais finos vão se unindo em vasos linfáticos maiores, que terminam em dois grandes dutos principais: o duto torácico (recebe a linfa procedente da parte inferior do corpo, do lado esquerdo da cabeça, do braço esquerdo e de partes do tórax) e o duto linfático (recebe a linfa procedente do lado direito da cabeça, do braço direito e de parte do tórax), que desembocam em veias próximas ao coração.
Linfa: líquido que circula pelos vasos linfáticos. Sua composição é semelhante à do sangue, mas não possui hemácias, apesar de conter glóbulos brancos dos quais 99% são linfócitos. No sangue os linfócitos representam cerca de 50% do total de glóbulos brancos.
Órgãos linfáticos: amígdalas (tonsilas), adenóides, baço, linfonodos ( nódulos linfáticos) e timo (tecido conjuntivo reticular linfóide: rico em linfócitos).
Amígdalas (tonsilas palatinas): produzem linfócitos.
Timo: órgão linfático mais desenvolvido no período prenatal, involui desde o nascimento até a puberdade.

Linfonodos ou nódulos linfáticos: órgãos linfáticos mais numerosos do organismo, cuja função é a de filtrar a linfa e eliminar corpos estranhos que ela possa conter, como vírus e bactérias. Nele ocorrem linfócitos, macrófagos e plasmócitos. A proliferação dessas células provocada pela presença de bactérias ou substâncias/organismos estranhos determina o aumento do tamanho dos gânglios, que se tornam dolorosos, formando a íngua.
Baço: órgão linfático, excluído da circulação linfática, interposto na circulação sangüínea e cuja drenagem venosa passa, obrigatoriamente, pelo fígado. Possui grande quantidade de macrófagos que, através da fagocitose, destroem micróbios, restos de tecido, substâncias estranhas, células do sangue em circulação já desgastadas como eritrócitos, leucócitos e plaquetas. Dessa forma, o baço “limpa” o sangue, funcionando como um filtro desse fluído tão essencial. O baço também tem participação na resposta imune, reagindo a agentes infecciosos. Inclusive, é considerado por alguns cientistas, um grande nódulo linfático.
Origem dos linfócitos: medula óssea (tecido conjuntivo reticular mielóide: precursor de todos os elementos figurados do sangue).
• Linfócitos T – maturam-se no timo.
• Linfócitos B – saem da medula já maduros.
Os linfócitos chegam aos órgãos linfáticos periféricos através do sangue e da linfa.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

...Contradançemos...

Vamos dançar até aonde nasce a luz
Eu consigo mexer cada osso
Comandar cada membro
Se for pra ti levar ao ritmo forte do amor
E juntos notarmos que aquela luzinha no fim do túnel
É a daquele motel

Bombástica auto-entrevista de Ósi Luís

Ósi fala sobre faculdade, dificuldade, professores, colegas, paixões, fracasso, vícios, furtos, sexo, masturbação, desejo, rádios, TV’s e os Atualistas. Não perca. Ache

Há guarde

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Sou ha noiva do sol ou First contact

Ele entra no bosque
Não olha para trás
Mas todos os momentos passam pela sua mente
E no coração corre o medo
Chuta pra o corner
O cheiro de seu cachorro amedronta
Não foge
Vai pirar
Só pra respirar
Olha para todos os lados
Pra cima e pra baixo
Bem que lhe rosnam
Mas ele está a se encontrar
As trevas nem se atrevem
A natureza em sua realeza
Realmente se apresenta
Ao portal natural
As luzes da cidade dizem
Aliás, escurecem
O lado escuro da rua
Se apresenta de lilás
A lua cheia de encontro com a nova
Um convite pra dançar em paz
Com a noiva do sol
O seu cachorrinho pula de alegria e medo
Os pássaros acordam e concordam em acordar
O ensinam a voar
É bem assim ao respirar
De manhã cedo
Os pássaros a voar

É só respirar
É Sois

É Sol
É só pirar

Pensar tridimensional não é normal
First contact

Chamar de amar




Um bando de mentes inteligentes
Se gastando atrás de grana
Essa peste
Que faz da mente uma chimia
Passada no pão da gente

Pendurem outro pêndulo no tempo
Façam outra história de outra vida
Vivam para morrer e nada ser

Eu que tento ser um lorde
Raspo o meu bigode no carnaval
Assim organizo-me na bagunça
Atiro-me da ponte
Afronte a fonte
A mídia
A igreja
A política
Na escola
Me descola uma fuga
Vou decolar
Abro minha mente na tua
Vou me jogar no mato
Na rua
Vestir a roupa de minha pele na sua
Sentar na minha bunda
O meu cu é tu

Se sei como dedilhar uma corda
Não vou nela bater
Batuque é um truque
Que enfeitiça
A massa
A manipula
A faz bater no próprio couro e pular que nem louco na rua
(auto-flagelo)

Tá então fala

Amar é mais que sentir tua pele nua
Na minha crua


Tá então bata

Ria dessa cara que chora
Faça essa carne rebolar feito besta
Vá na bahia e arranje outra branca
Que canta sem alma negra

Buuuuuuu
Vaie
Vai a merda
Dance essa porra
Cante nessa zorra
Rebole essa bunda cheia de porra

É que eu enojei
E logo voltarei a me conformar
A ser mais um nessa merda que fizemos
Nosso lugar
É

Assovios
Estão me chamando
A boca além de muitos beijar
Serve pra isso
Chamar

Monster We




Na real eu sou assim
Eu destruo tudo
Em busca de ser rei
Mesmo que o mundo acabe com a minha morte
E que acabe

Agarre sua chance de viver certo agora
Pois depois que a meia noite se encher de lua cheia
Algo nos desmaneia
E tira esse medo de ser
E depois é só o descer
A cobrança chega e tem juros de um cartão de crédito

Na real somos assim
Destruímos tudo
Em busca de um prazer

Antes que eu me esqueça
Eu sei que não vou me esquecer
Eu sinceramente juro
Um dia pulo desse muro
É que essa vida apresentada
Nada me agrada
Na real eu sou assim
Eu destruo tudo

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Infinito grito




Pra ti dar amor te peço amor
Eu ti amo
E ti manjo bem
Mesmo assim vem
A perfeição está na busca Vem
Estou completo e repleto de vontade
O ar me invade e me faz não respirar de varde
O verde da selva me salva
Aflora em minhas flores agora
O jardim em vasos molho
Me olho do espelho ao contrário
Vibro como o vidro de aço
Em pedaço me despedaço em ti encacho
Não te afasta de minha boca
Minha língua te alcança
Pela voz chamo nós
Subo o mais alto
Parto ao monte sagrado
Meu coração alado voa ao teu lado
A cor do sol se enche de luz
Saem de todas as feridas o pus
Me coloco agora aqui nessa hora
Sou seu meu bem vem que tem
Digo em gestos loucos
Tipo uma dança um rito
Eu te amo
Ao infinito grito

Uno Verso de Amor

Meu amor mora onde não sei E a primeira vez que a ver Eu vou dizer Eu sonho contigo todas as noites que dormir consigo Veja meus olhos estão sem chorar É verdade Minha vida começou agora Mas não pense que vai me dar um chá de buça E vai me fazer refém Eu sou meu, meu bem Eu sou o motivo de estar vivo De ter largado o crivo E a bira que não mais me empapuça Quero te cravar minha carne dura Te amar da forma mais pura No chão Na cama No elevador subir por trepar É que eu acredito no amor sem dependência Não por carência Te amo desenvolvo a paciência Te devolvo todo o amor que me der nessa vida Te quero envolta nos meus braços Contigo dar belos passos Olhar para o espaço cósmico Ocupar nosso tempo aqui e agora Rechea-lo com nossas amadas horas Quero de ti nada mais que isso Pois tudo o que somos age pelo nada que somos um para o outro Aí começamos a existir para nós podermos nos dar plenamente O Uno pelo Verso é feito de Amor "de noi due" O que?

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Me ajude! Eu procuro uma música que me diga algo hj em dia. Eu ando tão down

Down Em Mim
Barão Vermelho
Composição: Cazuza e Frejat

Eu não sei o que o meu corpo abriga
Nestas noites quentes de verão
E nem me importa que mil raios partam
Qualquer sentido vago de razão
Eu ando tão down
Eu ando tão down

Outra vez vou te cantar, vou te gritar
Te rebocar do bar
E as paredes do meu quarto vão assistir comigo
À versão nova de uma velha história
E quando o sol vier socar minha cara
Com certeza você já foi embora
Eu ando tão down
Eu ando tão down

Outra vez vou te esquecer
Pois nestas horas pega mal sofrer
Da privada eu vou dar com a minha cara
De babaca pintada no espelho
E me lembrar, sorrindo, que o banheiro
É a igreja de todos os bêbados
Eu ando tão down
Eu ando tão down
Eu ando tão down
Down... down

Saúde

Rita Lee
Composição: Rita Lee/Roberto de Carvalho

Me cansei de lero-lero
Dá licença, mas eu vou sair do sério
Quero mais saúde
Me cansei de escutar opiniões
De como ter um mundo melhor

Mas ninguém sai de cima, nesse chove-não-molha
Eu sei que agora eu vou é cuidar mais de mim

Como vai? Tudo bem
Apesar, contudo, todavia, mas, porém
As águas vão rolar, não vou chorar
Se por acaso morrer do coração
É sinal que amei demais

Mas enquanto estou vivo e cheio de raça
Talvez ainda faça um monte de gente feliz

Como vai? Tudo bem
Apesar, contudo, todavia, mas, porém
As águas vão rolar, não vou chorar, não!

Goodbye bira

Saí do bar
Dei olá
Sei lá
O céu azul está
E no horizonte a escrita escrita
Me explique o que ta escrito lá
Olhe para mim veja como é o fim
A festa sempre acaba
Ao apagar das luzes nos conhecemos
Juro não mais
Amanhece a luz se faz
Minha vida se desfaz
Que coisa interessante é a ressaca
Vem algo que não vai
Não bebo mais
Nem menos
O bus passa
Eu não vejo
Vou a pé
Um traficante me oferece um dois
Com cara de não quero respondo depois
Os pássaros passam no céu azul
Eu piso no chão úmido de orvalho
Caralho
Queria estar acordando de sonhos
Não vivendo esse pesadelo
Pensar na vida voltando da bebedeira
Que ironia

Viver é bom partida e chegada

Vai! Atrás do sonho
Me leva contigo
Pra que meu fim não haja
Recomece aqui
Eu não te conheço?
Sou que nem tu
Atrás de um novo não moderno amor
Não digo antigo
O amor eterno
Não digo pra sempre
Mas que dure o bastante
Pra termos uma música
E várias noites inesquecíveis
Guardadas com carinho
Como é bom
Ir a luta duma a mi puta

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Parece besteira, mas

EXERCITE-SE. Corra ou pratique um esporte. Depois disso, é quase garantido que você se sinta menos preocupado. O exercício reduz a tensão, queima o excesso de agressividade e frustração, aumenta o sentimento de bem estar, melhora o sono e ajuda a concentração. Provavelmente é o melhor agente natural de combate à preocupação.

RESPIRE. O controle respiratório pode reduzir a preocupação.

CRIE VÍNCULOS. Faça parte de algo maior do que você mesmo. Ligue-se a família, amigos, organizações, vizinhança, igreja e trabalho. Ao ampliar sua ligação com a vida, você se sente mais forte.

REZE E/OU MEDITE. Reze todos os dias. Se você não for religioso, medite. Oração e meditação acalmam a mente. Saiba que não existe equilíbrio sem espiritualidade.

ESTRUTURE MELHOR SUA VIDA. Muitas preocupações do dia-a-dia têm relação com a desorganização. Mantenha uma agenda diária.

FAÇA ALGO DE QUE GOSTA. É quase impossível preocupar-se exageradamente quando se está ocupado com algo agradável.


NAO BEBA DEMAIS. Alcool e drogas podem diminui a capacidade de lidar com a preocupação, pois causam depressão. E podem induzi-lo a tomar atitudes que depois serão motivos de muitas preocupações.

PERMITA-SE MAIS CONTATO FÍSICO. As pessoas vivem melhor quando são tocadas e abraçadas. Somos sociáveis por natureza. Descubra alguém de quem goste muito e abrace essa pessoa com freqüência. É maravilhoso!

LEVANTE-SE. Desligue-se da preocupação tóxica no momento em que sentir que ela está envolvendo você. Faça isso conscientemente. Levante-se da cadeira, dê uma volta, converse com um amigo. Não deixe afundar na preocupação. Quanto mais tempo você deixá-la durar, mais difícil é escapar.

PONHA MúSICA EM SUA VIDA. Sem que saibamos por quê, a música reduz a tensão e a ansiedade e, além disso, pode nos fazer produzir mais. Transforme sua casa em um lugar de música agradável. Cante. É difícil se preocupar e cantar ao mesmo tempo.

CHORE. Às vezes, a preocupação é uma forma de tristeza reprimida. Há momentos em que você precisa deixar fluir um rio de lágrimas. Isso pode lavar as preocupações.

RIA. Tanto quanto puder. O humor é uma das melhores formas de lidar com a preocupação ou com as tensões da vida. Vale a pena rir, mesmo em momentos difíceis. A preocupação tóxica quase sempre implica a perda de perspectiva, e o humor costuma restaurá-la.

O mais afu

Van Gogh




Nasceu na Holanda em 30 de maço de 1853 e, ainda, vive em sua obra.
Foi pregador da Igreja Metodista em 1876.
Em 1877 estuda teologia.
Em 1878 larga os estudos e deixa de ser pregador.
Em 1880 torna-se pintor.
Em 1886 vai para Paris e é acolhido por seu Irmão Theo.
Em 1887 conhece Gauguin.
Sua pintura é muito influenciada pelos impressionistas e as cores vivas das gravuras japonesas. Começa a fazer retratos coloridos de seus amigos e do cotidiano.
Um dos seus primeiros quadros dessa fase é Père Tanguy (abaixo).

Estou virgem ou Odeio homens que não como eu levantam a tampa pra mijar – Obrigado! Obrigado!




Kiss me
Beije-me
Quis-me
Queira-me
Levanta essa luz
Aponte esse archote em minha face
Diz-me que meu cheiro é o que te enfeitiça
E que minha fica
Em segundo plano
Ilumine minha presença com teu olhar
Parai só um pouco de luxo
Boto no CD Led StarWay To Heaven
Como uma dama te penso
Pro altar Vem
Eu do chão dizendo sim
És gostosa ao meu close
Um x tem teu sex a mais
Bela opção fiz ao em ti me amigar
Estou livre e é tri contigo conversar
As vezes pareço que transo contigo enquanto penso
[Ou como é esquisito eu sou homem e ti amo com hímen]
Lá vem o fim dizendo que me olhe a última vez como uma virgem
Eu sou livre rompamos a liberdade juntos
Romper os tímpanos a sussurros
Quebrar todos os muros de todos os mundos

Virgens

Tire todos seus panos
rasgue os planos
O teu jeans em conjunto com meu adidas diz
Que eu não estou tão confuso não
E que a rua é ainda sua
Mesmo enquanto eu ande por ela atrás de ti
Com as partes ardidas
É que ando sempre e nunca feliz

Sou virgem a cada amanhecer

A rua é minha espada nua
Nessa estrada sua
Bate o meu atabaque
Tua visão é um ataque
O ar da primavera clareia minhas veias
Varizes felizes
Dancemos...

Escute
Seu coração no meu peito batendo
Só não fuma na cama depois duma...
Daeh te dou mais uma...

Passa
O fim é sempre sem graça




*Leio Quintana...
E ele fuma.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Quebre as correntes e grite desvairadamente




Não sou mais menino
Vejo o big brother e torço pros coloridos
Eu ti amo mano
Não eu não
Eu não desisto
Até o fim eu sou sim
Eu gosto de andar na estrada
Me sinto em casa
Eu sigo o certo até o errado mudar de lado
Provoco a emoção
Até o sal vir
Eu sei a fuga é dos sentimentos
Ora mas se isso é o motivo
Deu ter largado o crivo que me cravava a espada
Me tirava o ar de respirar
Hoje sinto o cheiro do ar puro que respiro
E por isso que no ar leio
Teu medo de ser emotivo
Pois daeh tudo a seu respeito posso pensar
Pensas que preciso de ti saber
Nada disso
Impreciso preciso sou de mi conhecer
Respiro o profundo encho o peito
E assopro pra fora tudo o que sinto aqui dentro
Saibas
Nunca se diga nunca
Nem não
Pois o bom da vida é sempre o sim
Pra isso muno meu mundo de informação
Leio o desmaneio
Vejo além do tempo
Já fui o que hoje não sou mais
Experimentei sim e com toda emoção a minha razão de ser-me
Descobri que minha rara filosofia é rodar por aeh
Já que não sou daqui nem dali
Muito menos o imenso de lá que não cheguei
Só sei que não sou meu não
Eu gosto da estrada
Onde ela vai dar pouco importa
Bato em tua porta e durmo contigo
Me apaixono
Logo desapaixono
E só te amo
Um toque de coração
Suba na montanha mais alta e grite
Nada nem ninguém lhe aprisionará
Seja livre
Não fume
Não se vicie em algo nem em alguém
O mundo todo é o seu lugar
Ame viajar
Na estrada da vida nunca sozinho estás

Cantar e dançar
Essa é saída da monótona vida

iooooo o o o o o o
e eueeeeeu sôôôôô

Não pare nem no fim
Fim não há

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Eu ti falei que falo infalível é impossível

Espero que este texto sincero me alivie
Eu estava prevendo nosso fim
Notei ontem a noite
É verdade
Não é fácil detectar o fim
Quebrou-se algo em mim
O nosso mundo destruímos
Esquisito esta faltando isto
Amor em nós
Acho que vai chover dentro
Está chovendo faz tempo
É assim o após
As paredes me apertam
Estou solitariamente trancado
Sem saída para a vida lá fora
Jogamos nosso amor fora
E agora
Inundo o mundo
Cadê você?
A vejo e não a acho
Cadê tudo?
A pureza do riacho
Tanto faz o sol
Aqui está assim
Passa tempo cure essa ferida aberta em minha vida
Vem vento inventa outro momento
O que será de mim?
Acho que to morrendo
Eu não sou perfeito
Meu pé é feio
Mas sou franco
Não fraco
Eu não lato
Eu larguei as latas
Eu vou me erguer
Mesmo que você não queira
O mundo precisa do meu amor
Esse mar de abrolhos
Fez-me abrir os olhos
Sou franco eu falho
Mas creio
Um dia desencalho
O impossível eu faço
Ergo minha minha carne
Além do aço
Subo no topo do mundo
NOSSO MUNDO
E reflito em ecos
Lógico

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Carneavaliações




É uma tarde cinza de quarta-feira também de cinzas
Caí uma chuva fina
Tudo passa
Mas me amarrota
Entrei em melancolia nessa chuva
Vou comer melancia com uva
Olho pela janela
Passa uma cadela
Acho que ta reinando
Tá cheio de cão atrás dela
A imaginação transporta-me
Vou me avaliar
Meu entalado passado passando ao meu enlatado presente
Tô na minha casa de infância
Do fino vidro embaçado
Vejo eu fechando um fino empastelado
Pressinto um furo no futuro
Entro coentro tempero o já agora adentro
Estou jogando fliper no playtime
O da 24
Sinto a mão dela
Acho que vou gozar
É que eu sou virgem
Óh! Que horror ser novo
Queria ser mais velho
Me lembro como se fosse a uns vinte e poucos anos
Que abandono cruel ser teen
Suspiro solitário
Decerto estou só nesse deserto
Ser guri é phoda
Boto a mão no meu ombro
Antes do escombro
Custo a escutar
Estou conversando comigo no meu passado
É estou lá
Aliás lá não há
Estou aqui
A vida é um sonho sim
Gargurejo
O brilho de meus olhos são os meus mesmos
Os carnavais são todos iguais
Nada de mais
O que eu falo pra mim não é segredo
Me conto
Cavaleiro negro
A vida play the game

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Pode deixar. Vou te achar

Onde você está?
Caminho pela rua
Grito
Uivo a lua
Leio um livro
Me desmaneio
Corro livre
Ponho e tiro o pé do freio
Seguro a foz do Iguaçu
Que é a falta de tu
Seguro o xixi até ñ agüentar
É bom treinar
Pinto na retina teu olhar minha tinta
Eu ando pela rua nu
Com o pescoço em carne viva voz
Minha garganta é uma gravata sem nós
Sigo sozinho
Esse barulho é meu coração batendo
Estou sofrendo
Eu to crescendo

Onde você está?
Eu quero te dar tudo o que há no fundo de amar
Desse sal meu salário é dos teus lábios
Beijos ganhar
Minhas pernas correm farejando o meio das tuas
Venha mesmo que por mi amor ainda não tenha
Te ganho ti amo!
Grite também

Onde você está?
Ouça no silêncio da noite
Tanta gente gritando
Preciso te ouvir
Ausculto meu bobo coração
Esta perto vem


Onde você está?
Vamos nos amar
Quero te mostrar o que aprendi
No pornhub e redtube
Sou porno star
Nossa!!!!!!!
Com todo o respeito claro

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Sonho de Jesus em Jejum




O tempo passa em séculos por meus olhos
O mistério macho se efemina
Nós somos todos iguais
A diferença é pra procriar
Há espaço para todos
Todos somos campeões em algo
O mundo nos procura a ser
Depois de acordar
Minhas córneas exercitadas em REM prontas as ações
Pisco enquanto vejo por isso
A luz me diz abasteça-se de escuro também
Somos todos campeões
Os Jardins mais verdes são nossos
O mundo é nosso invento
A terra nossa Mãe
O Pai nosso Sol
O sonho nosso irmão
Óh! Julieta não morra
Suba na minha byke
O Romeu não morreu de paixão foi de machão
Fica comigo Julieta
Te frito uma chuleta
Teu corpo meu
Meu corpo teu
Quero tua costeleta
Opa não sou Adão
A erva me fez pensar-te Eva

A maçã tá comida
Expulsos do jardim à vida
Quero tua mão pra ser irmão
Não pra sermão
É que eu dormi lendo a bíblia
Sonhei que nada matava
O que me alimentava eram folhas e frutas de plantas vivas
Então cheio de vida viva a energia se coadunava a própria
E de vez em quando sinto fome
Esse jejum além de ensinar aproxima as almas aladas do home

E disse a mim mesmo
Como Deus
Sou o sonho de Jesus em Jejum
Resisto a tentação ser só mais um
Nos querem iguais
Assim é mais fácil nos controlar


O consumo exagerado
Vai nos fazer sumir
Frugal/Calma
Com alma alimentemo-nos

Contos ReNovos




Pôrra! Galera! parem com essa barulheira, por favor, por nós. Vocês não podem ver que as minas estão se pegando, ali no canto? Não notam que a loucura da embriaguez de nossos tempos as fazem experimentar de tudo agora mesmo? E que o prazer é todo o intento que vivemos?
-Cala boca, Ósi! Enquanto as mina se grudam – té tesão me dá – você fica aeh vociferando reflexões próprias, mesmo tão nossas. Sugerindo mudanças, tipo tua dança que requebra cada osso. Que tu quer mais? Somos os atuais donos de nossos narizes animais.
-Tá louco, Diego Parlatore! Veja no céu a lua eternamente terna e pura. Perceba que daqui lá não há loucura. Vem da janela ver a luz nela do sol na terra. Vem desvendar o breve eterno amanhecer que é o viver. Estou cansado de não ter com quem falar. Chama a alma humana lá.
-Gatas, a vida voltou!
-A luz que debruça na face dela nos mostra o quanto é bela. Ela. Lua. Rua. Nua. Sua.
- A imensidão de meus sentimentos de mulher, me faz branca procurar no negro o acerto. A mistura nos tornará humanidade menos desigual, para que em mix sublimemos leve.
-Veja amanheceu na mulher. O que no homem não aconteceu!
-Mas nenhuma mulher me quer!
-Faça reluzir em si o seu Eu, que ela olhará para ti! Você está no Céu como no seu Eu.
-Ósi, esse vazio, essa pista vazia não me leva a dançar a dança da vida.
-Pegue, já que está, não perca o trem, nele embarcaram todas as almas dos navios negreiros.
-Não despiste. O que disse é que eu queria ver aqui na minha frente o meu amor.
-O seu amor está aeh!
-Ósi, meu umbigo não é meu amigo. Esse piercing representa essa dor. Quero imacular Mamãe...
-Eu sei, quando tudo dói a dor se esparrama e acaba com a cama de quem ama ou descansa. Somos zumbis?
-Porra, Ósi. A noite acabou e estamos aqui cheio de mulheres, batendo um papo de amigos.
-Sei, já é dia. É sempre dia num lado da vida, a noite é uma farsa. O fogo do Sol que está no céu, como em ti, ilumina a vida e a inominável questão/resposta que não nos cabe decifrar. Nem tentar, pois nos expulsa*
-O fogo do Sol ilumina minhas pupilas naufragadas em lágrimas, esse papo como uma jangada me trouxe a praia. Ósi, sinto na dor, brotou-me, o amor.
-É o que somos

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Obrigado!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Obrigado a todas as visitas a este humilde e pretensioso blog
Eu vivo pra isso

Do fundo mais sublime de meu coração
Obrigado!!!!!!!!!!!!!!
snif plim

Loucos de Cara - Vitor Ramil

Vem anda comigo pelo planeta
Vamos sumir! vem nada nos prende ombro no ombro vamos sumir!
Não importa
Que deus jogue pesadas moedas do céu
Vire sacolas de lixo pelo caminho
Se na praça em moscou
Lênin caminha e procura por ti
Sob o luar do oriente
Fica na tua
Não importam vitórias
Grandes derrotas, bilhões de fuzis
Aço e perfume dos mísseis nos teus sapatos
Os chineses e os negros
Lotam navios e decoram canções
Fumam haxixe na esquina
Fica na tua
Vem anda comigo pelo planeta
Vamos sumir! vem nada nos prende ombro no ombro vamos sumir!
Não importa
Que lennon arme no inferno a polícia civil
Mostre as orelhas de burro aos peruanos
Garibaldi delira
Puxa no campo um provável navio
Grita no mar farroupilha
Fica na tua
Não importa
Que os vikings queimem as fábricas do cone sul
Virem barris de bebidas no rio da prata
M'boitatá nos espera
Na encruzilhada da noite sem luz
Com sua fome encantada
Fica na tua
Poetas loucos de cara
Soldados loucos de cara
Malditos loucos de cara
Ah, vamos sumir!
Parceiros loucos de cara
Ciganos loucos de cara
Inquietos loucos de cara
Ah, vamos sumir!
Vem anda comigo pelo planeta
Vamos sumir! vem nada nos prende ombro no ombro vamos sumir!
Se um dia qualquer
Tudo pulsar num imenso vazio
Coisas saindo do nada
Indo pro nada
Se mais nada existir
Mesmo o que sempre chamamos real
E isso pra ti for tão claro
Que nem percebas
Se um dia qualquer
Ter lucidez for o mesmo que andar
E não notares que andas
O tempo inteiro
É sinal que valeu!
Pega carona no carro que vem
Se ele é azul, não importa
Fica na tua
Videntes loucos de cara
Descrentes loucos de cara
Pirados loucos de cara
Ah, vamos sumir!
Latinos, deuses, gênios, santos, podres
Ateus, imundos e limpos
Moleques loucos de cara
Ah, vamos sumir!
Gigantes, tolos, monges, monstros, sábios
Bardos, anjos rudes, cheios do saco
Fantasmas loucos de cara
Ah, vamos sumir!
Vem anda comigo pelo planeta
Vamos sumir! vem nada nos prende ombro no ombro vamos sumir!

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

A maioria pouco liga, mas tentemos




Nada de Ecochatos
Ok, eu sei que é longo o vídeo e o texto, mas o tempo não é gasto quando bem usado



CONTEXTO

Neste momento em que a mudança dos hábitos de consumo (desde a troca de marcas para evitar o que é produzido sem respeito a natureza e até a revisão dos hábitos de consumo visando reduzir a voracidade humana sobre os recursos naturais) tornou-se uma forma de trabalhar pela paz:
Atualmente nosso consumismo esta provocando severos danos a natureza. Perceba o planteta está tendo um ataque!!!!!!!!!!!!
O suporte dos sistemas naturais que nos garantem ar limpo, água, solo e biodiversidade ta em pane.
Parecemos um fumante, que fuma, fuma e diz que não da nada. Mas se no primeiro piriquepaque não parar o destino é inexorável...

Mas cada um sente-se insignificante entre os 6,2 bilhões de habitantes do Planeta. Não importa o que faça individualmente para reduzir o impacto na natureza, isso lhe parece pouco. Mas vamo lá, somos células saudáveis ou malignas de nosso planeta?
Cada célula tem sua função!!!!!
Que tal começar por rever os hábitos de consumo? Não faz muito tempo que a frugalidade era virtude. Mas, hoje, dois terços da nossa economia está construída sobre o ato de consumir. E isso não ocorre por acaso.

O consumismo surgiu como fórmula para garantir o crescimento econômico
Foi a 2ª Guerra Mundial quem catalisou a recuperação estadosunidense: uma enorme base de recursos, produtividade, energia e tecnologia do país foram direcionados para a guerra, gerando um aquecimento da economia. Com a iminência da vitória, conselheiros na área econômica do então Presidente foram desafiados a encontrar uma saída para transformar a economia de guerra, adaptando-a para a paz.

Foi o analista Victor Lebow quem apontou uma solução: 'Nossa economia, enormemente produtiva, demanda que transformemos o consumo em estilo de vida. Devemos converter a compra e uso de bens em rituais que iremos buscar para nossa satisfação espiritual, a satisfação do nosso ego, em consumo... Precisamos que coisas sejam consumidas, repostas, descartadas, em ritmo cada vez mais elevado. Blarg!!!!

O objetivo maior da economia estadosunidense (a brasileira é cópia) é produzir mais bens de consumo.' Não focalizar a melhoria de serviços de saúde, educação, habitação, transporte, recreação, ou combate à pobreza e fome, mas sim, providenciar mais e mais produtos destinados aos consumidores.

Quando os bens são bem feitos e duráveis, eventualmente o mercado fica saturado. Os produtos são feitos para durarem pouco tempo, pois logo são tirados de moda, ficam obsoletos. O mercado nunca satura, é um círculo de consumo.
Na alimentação industrializada, a comida causa doenças para serem tratadas e nos emburrecer cada vez mais, e os corporativistas ganharem $. Esse sistema é feito por pessoas, nós também somos pessoas. Vamo lá! Vamo lá!

Produtos de consumo não surgem a partir do nada. Eles provêm da Terra e, quando descartados, retornam à terra como lixo, às vezes lixo tóxico.
Se gasta energia no processo de extrair matéria prima, processá-la, manufaturar e transportá-la. Enquanto que o ar, água, solo são freqüentemente poluídos em muitos pontos durante o ciclo de vida deste produto. Em outras palavras: tudo o que consumimos tem efeito direto na natureza.

Além disso, há custos espirituais e sociais.
Comprar produz um prazer imediato, além de conferir status e reconhecimento ao dono. Mas, quando a novidade passa, a sensação de vazio tende a voltar. A solução típica será focalizar uma nova e promissora compra.

Possuir mais e novos objetos, a cada ano, tornou-se não apenas que nós queremos, mas que precisamos. A idéia da crescente prosperidade tornou-se o centro de nossa identidade e de nossa segurança. Somos envolvidos por isso como o dependente o é por drogas.

Nossa escolha pessoal como consumidores tem conseqüências ecológicas, sociais, espirituais. É tempo de reexaminar, com profundidade, as noções que estão por trás de nossos estilos de vida...

Veja Omelete youtube/atualistas

Bricoleur Omelete

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Eu bato




Meu plano é fazer desse teclado meu piano
Dessa ação dança e canção
Desse tecido acontecido o anotar de meu exame
Mato a sede de ser aqui
Gasto meu último puto pila
Ando tão que nem sei como ando
É que a vida é uma ferida aberta ao sol
Eu sou o grito do rito de vida que há
Na floresta está o meu fantasma
Eu corro no corredor da dor
No fundo todo doce mistério acaba no cemitério
Eu não quero nem saber
Mas o sol
O solo
Eu solito na sola dos meus pés que andam por aeh busco o Ser
Não dá pra negar
Eu sou meu próprio cristo na cruz
Na cruzada de entrar no céu de meu coração
Mas que teimoso isso vai dar em martírio
Talvez por isso na praia o mar tire o peso de minhas costas
É na costa desta crosta terrestre que sinto que existo e insisto
Mãe terra é o mar salgado de amar
O Mar a terra que viemos
O ar a luz azul do arco íris que somos
Ao prisma do sol a iluminar minhas frestas
Peço que mostre o caminho para esse coração sangrante o Sagrado
Este coração que no peito bate pra entrar
"Pedi e vos será dado! Procurai e encontrareis! Batei e a porta vos será aberta! Pois todo aquele que pede recebe, quem procura encontra e a quem bate, a porta será aberta"
Estou na porta de meu coração

Meu código genético estas letras estão a decifrar
Sinto que o mundo passa por essa agulha por aqui
Snifem