quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Tava na tiriça
Eu sou um cara que nunca sabe as horas, por isso às vezes chego na hora. Foi pensando nisso que olhei para o termômetro na rua. Aquele vai e vem. Temperatura. Hora. Temperatura. Hora. E os meus cabelos ficando branco. A hora vinha e ia. A temperatura aparecia e desaparecia. A rua estava cheia de sons e cores infantis. Como sou uma criança por dentro via tudo assim. Nunca fui uma criança. Eu sempre sou várias crianças. Não sou criança por opção não. Sou criança porque não consigo ser outra coisa. É sério! Mas é bom.
Na minha inocência infantil às vezes penso que sou um super-herói. Um super tipo... – lá vem eu – Um super que me salva sempre que estou em perigo. Um dos meus muitos poderes especiais é passar a mão em minhas partes imaginando outras.
Meu placebo se cura
Sem sono me atiro
Atiro-me sobre mim
Tudo me soca
Meu rosto
Minhas mãos
Meu corpo doído
Será a vida
O que faço?
Esse revival
Estão todos aqui dentro
E mesmo o medo
Será a insônia a somatização que sinto
Há um anônimo em mim
O sinônimo de mim
Vasculho em desespero meu rosto seco
O vale da ilusão
Tomo mais um gole do chá
Essa sensação de perigo constante
Sinto que sou uma cobaia
Está tudo escrito
Descrevo isto
Por isso em meus textos levanto
Com a alma bipolarizada levanto
Civilizado ouço meus instintos
Pajé curando
O rito digito
Grito pra dentro
Acordo do lamento
Estou gastando minha crise
Fazem 5 minutos que estou aqui
Está passando
A sensação abrupta da morte que busco some
Inclino-me na poltrona em frente ao PC
Esse meu texto como um comprimido me salvou
O vale da ilusão está em monção
Amigos
Amigas
Procurem em si
Acho que me perdi por ae
Banhado em suor
Vou achar um fim para esse
Só para esse placebo
Mas quem me dera ouvir da bo"ca dela"
Sou sua
Preciso aqui dentro do teu hálito de rua
Atiro-me sobre mim
Tudo me soca
Meu rosto
Minhas mãos
Meu corpo doído
Será a vida
O que faço?
Esse revival
Estão todos aqui dentro
E mesmo o medo
Será a insônia a somatização que sinto
Há um anônimo em mim
O sinônimo de mim
Vasculho em desespero meu rosto seco
O vale da ilusão
Tomo mais um gole do chá
Essa sensação de perigo constante
Sinto que sou uma cobaia
Está tudo escrito
Descrevo isto
Por isso em meus textos levanto
Com a alma bipolarizada levanto
Civilizado ouço meus instintos
Pajé curando
O rito digito
Grito pra dentro
Acordo do lamento
Estou gastando minha crise
Fazem 5 minutos que estou aqui
Está passando
A sensação abrupta da morte que busco some
Inclino-me na poltrona em frente ao PC
Esse meu texto como um comprimido me salvou
O vale da ilusão está em monção
Amigos
Amigas
Procurem em si
Acho que me perdi por ae
Banhado em suor
Vou achar um fim para esse
Só para esse placebo
Mas quem me dera ouvir da bo"ca dela"
Sou sua
Preciso aqui dentro do teu hálito de rua
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
A dor ensina a vencer
Olho para mim, por todos que sou, e percebo que precisamos aceitar que erramos tentando acertar, pois não existe alguém que faça algo com a intenção de errar, ou alguém que decida só sofrer na vida. É amoroso e inteligente rir de si mesmo e aceitar-se com respeito e compaixão. Ter ternura a si. Dar-se apoio. Perdoar-se. Ser gentil consigo. Estamos todos aprendendo, isto é, tentando ser feliz. Nesta busca da felicidade é muito importante fazer nossas atividades com alegria. Costumo dizer que sou adepto do C. A. (Comportamento Adotado), que é a adoção de um comportamento, por vezes exageradamente bem humorado, que aniquile toda e qualquer decepção destruidora.
Erro e erro feio. Atiro-me no chão de minha solidão. Exagero até achar o fundo, a razão, e de lá volto com toda a minha força emotiva, psicológica, física e espiritual.
Apoio e ternura para com nós mesmos e a a experiência que estamos vivendo. Volto a lembrar que ninguém erra de propósito. Não existe uma pessoa consciente, que vise viver a sua vida em sofrimento. Ninguém se levanta e diz:. "Hoje eu vou fazer tudo errado". O que acontece é que estamos imersos em um processo de aprendizagem.Neste processo é normal cometermos erros, pois só assim podemos aprender, crescer e evoluir.
O amor é fundamental, pois a primeira pessoa que amo sou eu mesmo. Não. Não pensem que sou egoísta. O egoísta quer tudo ou quase tudo para si e não faz nada pelos outros, ou o que faz é para sentir-se vangloriado.
Eu me amo e me compreendo. Tenho um compromisso comigo mesmo: tirar o meu melhor sem me maltratar. Caso eu não consiga o meu melhor, devo anotar cada experiência e a aperfeiçoar na próxima tentativa.
Estou me sentindo melhor.
Se errei e se chorei, o importante é que lições aprendi.
Erro e erro feio. Atiro-me no chão de minha solidão. Exagero até achar o fundo, a razão, e de lá volto com toda a minha força emotiva, psicológica, física e espiritual.
Apoio e ternura para com nós mesmos e a a experiência que estamos vivendo. Volto a lembrar que ninguém erra de propósito. Não existe uma pessoa consciente, que vise viver a sua vida em sofrimento. Ninguém se levanta e diz:. "Hoje eu vou fazer tudo errado". O que acontece é que estamos imersos em um processo de aprendizagem.Neste processo é normal cometermos erros, pois só assim podemos aprender, crescer e evoluir.
O amor é fundamental, pois a primeira pessoa que amo sou eu mesmo. Não. Não pensem que sou egoísta. O egoísta quer tudo ou quase tudo para si e não faz nada pelos outros, ou o que faz é para sentir-se vangloriado.
Eu me amo e me compreendo. Tenho um compromisso comigo mesmo: tirar o meu melhor sem me maltratar. Caso eu não consiga o meu melhor, devo anotar cada experiência e a aperfeiçoar na próxima tentativa.
Estou me sentindo melhor.
Se errei e se chorei, o importante é que lições aprendi.
domingo, 20 de fevereiro de 2011
O vale da ilusão ou Face time

Quero depositar em mim confiança o bastante
Eu vou me perdoar
É certo que vou errar
Quem sabe de tudo não sabe perdoar
Nem disso sei
Não tenho sempre a mesma opinião
Por que não sou um
Sou todo e tudo o que posso no momento em que preciso
Cada situação exige uma interpretação e atuação
E a tua ação para com o amigo que sou?
Preciso de mim e de ti
Precisamos de nós
Uma lágrima está se formando
A represo
Energizo
Usino
Suavizo
Um sino anunciando a hora que é agora
Um segundo longo como o primeiro
O nosso primeiro e eterno beijo
Pensamentos e sentimentos se misturando
A vida passando
A paixão incendeia
Acende
Reacende a fornalha
Me domino
Me calo ou falo
Digo digito
Não me surpreendo
Encaro a hora que passa e me leva ao agora
O agora que ainda sinto
Cupida hora essa
O ponteiro como um morteiro
O dígito inteiro
Tudo me dizendo que estou me mentindo
Deixo escorregar por mim o silêncio
Transpuno o pano da memória
Conto-me todos os dias a mesma história
A falta que você me faz
Me aproprio dela
Da falta
Essa dor sei decór
Redecoro feito arquiteto do universo
Desfaço as horas
Retrocedo a linha
Destricoto o momento
Poesia?
Essa palavra que me lavra em questões
Planto em mente
Firme
Filme
Estamos juntos em mim
Que seja eternamente
Se desrepresa
Desce a água pelo vale da ilusão
Minha face
Big question
Agradeço a Deus pela luz
Agradeço a Virgem Maria e a Eva pelo companheirismo e compreensão
Agradeço a Jesus, Sidarta, Gandhi e Malcom pelo exemplo
Agradeço ao Espírito Santo e a alma pelo entendimento proporcionado
Agradeço aos santos pela religação que são
Agradeço aos sábios pela tentativa de explicação
Agradeço aos livros por livrar
Agradeço a arte por atar ou desatar
Agradeço aos alimentos por curar
Agradeço ao fogo por purificar
Agradeço a água por dessedentar
Agradeço ao ar por me fazer imaginar
Agradeço a terra que me teve, tem e terá
Agradeço a tudo por todos
Agradeço a todos por tudo
Agradeço ao amor pelo que sou
Agradeço a ti por mim e a mim por ti
Não agradeço por nós sem ti
The big question
Que tal agradecermos juntos?
Agradecemo-nos
Agradeço a Virgem Maria e a Eva pelo companheirismo e compreensão
Agradeço a Jesus, Sidarta, Gandhi e Malcom pelo exemplo
Agradeço ao Espírito Santo e a alma pelo entendimento proporcionado
Agradeço aos santos pela religação que são
Agradeço aos sábios pela tentativa de explicação
Agradeço aos livros por livrar
Agradeço a arte por atar ou desatar
Agradeço aos alimentos por curar
Agradeço ao fogo por purificar
Agradeço a água por dessedentar
Agradeço ao ar por me fazer imaginar
Agradeço a terra que me teve, tem e terá
Agradeço a tudo por todos
Agradeço a todos por tudo
Agradeço ao amor pelo que sou
Agradeço a ti por mim e a mim por ti
Não agradeço por nós sem ti
The big question
Que tal agradecermos juntos?
Agradecemo-nos
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Megera
Megera
Libera
Escrava da racha
Encaixa
Na esquina balança bolsinha
É rara
Barata
Tua cara já era
Tudo o que sente passa pra teus OB’s GG’s
Estou livre da prisão de seus lábios grandes e pequenos
O que me diz já não acredito mais
Não precisa se despedir
Vá arraia
Fecho a bragueta
As cortinas de mim se abrem
Uivo como um lobo
Vá
Sinta n'outra carne a sua
Larga
A vida nos espera e separa
O sexo que o amor quer é mais
Mesmo com a mão estou em paz
Com seus dedos descubra seus segredos
Traduza a si
O que quis de mi
Libera
Escrava da racha
Encaixa
Na esquina balança bolsinha
É rara
Barata
Tua cara já era
Tudo o que sente passa pra teus OB’s GG’s
Estou livre da prisão de seus lábios grandes e pequenos
O que me diz já não acredito mais
Não precisa se despedir
Vá arraia
Fecho a bragueta
As cortinas de mim se abrem
Uivo como um lobo
Vá
Sinta n'outra carne a sua
Larga
A vida nos espera e separa
O sexo que o amor quer é mais
Mesmo com a mão estou em paz
Com seus dedos descubra seus segredos
Traduza a si
O que quis de mi
Chalé do amor
Os anos passaram tanto que me amarrotaram
As marcas ardidas e urdidas no fundo abriram o caminho
Esqueço o passado
À Deus amigo
Entrego-me ao amor
Esses textos são os meus crimes
Anotados numa bela e pura intenção de inocentar-me
A minha vida me torturou
Pra eu aprender o pouco que eu sei
Piso fundo
Fico leve
Sou franco a essa tela branca
Como já disse outro
Branca de medo
Sigo aos trancos em busca da perfeição
Estou preso em ambos os lados das grades
Prisioneiro do destino traçado se traçando
Centurião de mim mesmo
O enigma decifrando
Sem a máscara do conformismo
Sigo omisso ao momento por agora
Implodo qualquer certeza que eu possa ter
Duvido do vidro
Vivo em mim o mundo novo
Acordo as madrugadas
Digito tudo o que sinto
Seria um crime tudo passar sem meu notar anotar
Sim dói
Mas não
Nada me corrói mais
Calejado sigo com meu cajado
O ermita
O eremita
O ermitão do coração
O núcleo de minha mais intensa questão
É o que me gera essa profusão
Leve noção de sentir amor por essa multidão
Eu sou...
Apaixonado
Eternamente apaixonado por todos
?Piegas?
Que seja
As marcas ardidas e urdidas no fundo abriram o caminho
Esqueço o passado
À Deus amigo
Entrego-me ao amor
Esses textos são os meus crimes
Anotados numa bela e pura intenção de inocentar-me
A minha vida me torturou
Pra eu aprender o pouco que eu sei
Piso fundo
Fico leve
Sou franco a essa tela branca
Como já disse outro
Branca de medo
Sigo aos trancos em busca da perfeição
Estou preso em ambos os lados das grades
Prisioneiro do destino traçado se traçando
Centurião de mim mesmo
O enigma decifrando
Sem a máscara do conformismo
Sigo omisso ao momento por agora
Implodo qualquer certeza que eu possa ter
Duvido do vidro
Vivo em mim o mundo novo
Acordo as madrugadas
Digito tudo o que sinto
Seria um crime tudo passar sem meu notar anotar
Sim dói
Mas não
Nada me corrói mais
Calejado sigo com meu cajado
O ermita
O eremita
O ermitão do coração
O núcleo de minha mais intensa questão
É o que me gera essa profusão
Leve noção de sentir amor por essa multidão
Eu sou...
Apaixonado
Eternamente apaixonado por todos
?Piegas?
Que seja
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Somos diferentes ou indiferentes?
O mundo seria diferente se você não existisse?
Cada lugar onde você esteve e cada pessoa com
quem você já falou seriam diferentes sem você?
Alguma situação mudou ou poderia mudar com sua intevenção?
Cada lugar onde você esteve e cada pessoa com
quem você já falou seriam diferentes sem você?
Alguma situação mudou ou poderia mudar com sua intevenção?
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Saideira
Contrario ao contrário
Mas de tanto procurar perdi
O certo tempo é um
Sou muito mais
Gosto de estar assim
Aquela vitrine que quebrei sou
Sem mistério é o meu lema
Não tema que temo
Isso eu vou procurar
Mais uma
Mais duas pra completar
Mas de tanto procurar perdi
O certo tempo é um
Sou muito mais
Gosto de estar assim
Aquela vitrine que quebrei sou
Sem mistério é o meu lema
Não tema que temo
Isso eu vou procurar
Mais uma
Mais duas pra completar
Confia em mim, pois sou ao Ser-me assim
Por mim passam o giz
Nas ruas grito o que ninguém diz
Eu sofro só pelo que fiz
Grito sem rito
Pela luz enxergo que não sou feliz
Por que ser?
As nuvens seco
Sou louco por um local certo
Eu sou um traste
Ou coisa outra que não amas-te
Vou me declarar
Foi pensando em ser que sou o que sou
Sim eu sou um exército
Um alívio
Algo tipo que me livre do compromisso de ser livre
Se é livre o ?arbítrio
Não me incomodo
Sigo o que persigo
Leio na papelada tudo
Mesmo as letras miúdas
Me muda o canal
Ve se tem Kung-Fu ae ou
Troca esse meu sorriso suspeito por outro
Ve nesse meu peito pela TV você
Sou como me ve
Vós mecê
Mesmo tendo aumentado tanto
Não sou mais nada do que tento
Pois sei já que nunca consigo ser mais que isso
Mistura mais cores
Embadéro que amo
Ao ver as cores de suas intenções
Gasto tudo o que gosto
Degluto
Bruto
Declaro que sim que Sou ao Ser-me
leia outra
Nas ruas grito o que ninguém diz
Eu sofro só pelo que fiz
Grito sem rito
Pela luz enxergo que não sou feliz
Por que ser?
As nuvens seco
Sou louco por um local certo
Eu sou um traste
Ou coisa outra que não amas-te
Vou me declarar
Foi pensando em ser que sou o que sou
Sim eu sou um exército
Um alívio
Algo tipo que me livre do compromisso de ser livre
Se é livre o ?arbítrio
Não me incomodo
Sigo o que persigo
Leio na papelada tudo
Mesmo as letras miúdas
Me muda o canal
Ve se tem Kung-Fu ae ou
Troca esse meu sorriso suspeito por outro
Ve nesse meu peito pela TV você
Sou como me ve
Vós mecê
Mesmo tendo aumentado tanto
Não sou mais nada do que tento
Pois sei já que nunca consigo ser mais que isso
Mistura mais cores
Embadéro que amo
Ao ver as cores de suas intenções
Gasto tudo o que gosto
Degluto
Bruto
Declaro que sim que Sou ao Ser-me
leia outra
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Elo-cubra-ações em canções (viyoga*)
Pra descobrir quem sou
Descarto o que não sou
Assim primeiro descubro que meu ego eu não sou
Eu não sou a razão disso tudo
Eu não sou nem minha intuição
Criança eu não sou mais
Nem minhas lembranças sou
Não sou o que sei
Nem o que ouço ou vejo
Muito menos sou tudo o que sinto
Nem galinho nem ovo nem pinto
Meu corpo no meu templo estou
Mas ele não sou
Fogo
Ar
Água
Nem a Terra sou (desculpe Mãe)
Tenho consciência disso tudo
O que eu sou?
Essa questão passa leve como uma brisa
Aspiro
Sou o que aspiro
Busco é minha consciência
Aqui vim
Aqui estou
A que vim?
Quem sou?
O que sou?
Não é para mim uma questão a saber
A solução é me Ser
Viver
Vim ver
O Sol está a iluminar
Seu som me toca
Vamos dançar
Estou a cantar
Descarto o que não sou
Assim primeiro descubro que meu ego eu não sou
Eu não sou a razão disso tudo
Eu não sou nem minha intuição
Criança eu não sou mais
Nem minhas lembranças sou
Não sou o que sei
Nem o que ouço ou vejo
Muito menos sou tudo o que sinto
Nem galinho nem ovo nem pinto
Meu corpo no meu templo estou
Mas ele não sou
Fogo
Ar
Água
Nem a Terra sou (desculpe Mãe)
Tenho consciência disso tudo
O que eu sou?
Essa questão passa leve como uma brisa
Aspiro
Sou o que aspiro
Busco é minha consciência
Aqui vim
Aqui estou
A que vim?
Quem sou?
O que sou?
Não é para mim uma questão a saber
A solução é me Ser
Viver
Vim ver
O Sol está a iluminar
Seu som me toca
Vamos dançar
Estou a cantar
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
I'me love-te
Uma igreja é uma nave
Eu um chão
Ponho-me a navegar
Vejo a luz que vem de trás das portas
Bato enquanto calmamente espero
A porta abro
Com licença
Por favor não se vá
Deixe seus guardiões me conhecer
Quero te conhecer
Estou te amando
De alma desarmada
Não quero interromper nada
Minhas palavras estão travestidas de sentimentos
Tudo o que sinto está a me inflar
O batuque de meu coração
Faz-me pegar em tua mão
Flutuo no verbo
Sinto em mim a paz
É verdade
Veja em meu olhar o dedo anelar
Esperando a aliança
Estou pronto a AMAR
Eu um chão
Ponho-me a navegar
Vejo a luz que vem de trás das portas
Bato enquanto calmamente espero
A porta abro
Com licença
Por favor não se vá
Deixe seus guardiões me conhecer
Quero te conhecer
Estou te amando
De alma desarmada
Não quero interromper nada
Minhas palavras estão travestidas de sentimentos
Tudo o que sinto está a me inflar
O batuque de meu coração
Faz-me pegar em tua mão
Flutuo no verbo
Sinto em mim a paz
É verdade
Veja em meu olhar o dedo anelar
Esperando a aliança
Estou pronto a AMAR
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Me dei. Me dei. Câmbio te amo tanto
Calma o mundo não vai acabar
Nada nosso amor vai apagar
Desde criança te procuro
Desde toda minha geração ao futuro
Eu ando mudando tanto
Quero ir o mais longe
Só para ter que voltar
Ser meu herói
O que de fato de nós todos somos
Estou andando pela selva atrás dela
Via olhar pelo coração entrar
O GPS do grelo dela tenho
Cont....
Nada nosso amor vai apagar
Desde criança te procuro
Desde toda minha geração ao futuro
Eu ando mudando tanto
Quero ir o mais longe
Só para ter que voltar
Ser meu herói
O que de fato de nós todos somos
Estou andando pela selva atrás dela
Via olhar pelo coração entrar
O GPS do grelo dela tenho
Cont....
Parti meu amor e me reparti pra ti
Esta minha vida me surpreende
Inda onte estava sem saída
Já hoje
Rio com minha voz
A minha vida é mesmo um rio
Eu sou livre
Mas acompanho o traçado já feito
Eu digito que
A minha vida quase se foi ontem
Aquela deprê quer
Mas não vai me derrubar
A minha vida é livre
Desprendo-me do que dependo
Mesmo ficando louco
Eu
Não aceito tudo como está
Caia chuva
Lave essa minha cara dura
Eu mesmo é
Eu mesmo sou
Todo
Tudo
Pra todos reparto o que tenho
Especialmente esse momento dedico a ti
Que está ae
Olhe bem pra tela
Quero eu preciso tê-la
Brota em minha pele o suór
O medinho que todos temos do amor
Mas não dá nada
Minha cabeleira verde
Uma árvore sou
Balançando ao vento
Seguindo as melodias dos tempos
Nesse teclado meu piano teclando
Longe vá palavra
Em verbo plante a melodia
A música que nos une
Está ae
Está aqui
Livre somos
Mas mesmo assim
Estamos ao lado um dos outros
À vida minha diva
Diga
Façamos as cores prismarem nessa água
Íris
Olha só o que eu achei
Arco-íris
"Sempre chove
Mas sempre para"
Inda onte estava sem saída
Já hoje
Rio com minha voz
A minha vida é mesmo um rio
Eu sou livre
Mas acompanho o traçado já feito
Eu digito que
A minha vida quase se foi ontem
Aquela deprê quer
Mas não vai me derrubar
A minha vida é livre
Desprendo-me do que dependo
Mesmo ficando louco
Eu
Não aceito tudo como está
Caia chuva
Lave essa minha cara dura
Eu mesmo é
Eu mesmo sou
Todo
Tudo
Pra todos reparto o que tenho
Especialmente esse momento dedico a ti
Que está ae
Olhe bem pra tela
Quero eu preciso tê-la
Brota em minha pele o suór
O medinho que todos temos do amor
Mas não dá nada
Minha cabeleira verde
Uma árvore sou
Balançando ao vento
Seguindo as melodias dos tempos
Nesse teclado meu piano teclando
Longe vá palavra
Em verbo plante a melodia
A música que nos une
Está ae
Está aqui
Livre somos
Mas mesmo assim
Estamos ao lado um dos outros
À vida minha diva
Diga
Façamos as cores prismarem nessa água
Íris
Olha só o que eu achei
Arco-íris
"Sempre chove
Mas sempre para"
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Eu sou uma selvagem e misteriosa estrela
Ela uma lady
Eu gritava os mistérios da vida
Ela me olhou e disse chiquemente
Só você me faz ser e sentir mais
Um sonho de uma virgem me tornei
Dedilhava a viola na floresta encantada
Uns passos na mata
Era você linda
Passei para o presente o sonho de ser presidente
Eu senti que ela era você
Uma coisa na minha espinha
Uma coisa de adolescente
Eca esse vulcão
Vou explodir
Foi refletindo no brilho de uma espinha que fui bem
Tipo um cabrito subo o monte
Apesar de tanta dificuldade
Eu quero como você chegar em algum legar lugal
Onde eu possa te ligar
Te sentir
Curar a canseira da loucura
Da procura
Subir num vulcão
Lá gritar
Cantar sons que transpunam
A água
O ar
O chão
Até a luz dobrar
Pra emitir que:
"Eu sou uma selvagem e misteriosa estrela"
"Vago pelos céus dos apaixonados que sou"
Coloco no colo minha pena
"Escrevo espada da mente que não mente"
Desço ao coração em convite íntimo
Aqueço-me correndo em lombas
Eu não quero
Mas vou soltar as atrelas
Plêiade
Contenho a euforia
Mesmo em alforria estou em mim
Represo lágrimas
Nunca nem sempre não existem
Não desisto
Eu digo como ja disse
Sou meu bem e estou aqui pra você nosso bem
E tem mais
Mas o mistério tem que continuar
Pra infinitamente entre estrelas amar
Eu gritava os mistérios da vida
Ela me olhou e disse chiquemente
Só você me faz ser e sentir mais
Um sonho de uma virgem me tornei
Dedilhava a viola na floresta encantada
Uns passos na mata
Era você linda
Passei para o presente o sonho de ser presidente
Eu senti que ela era você
Uma coisa na minha espinha
Uma coisa de adolescente
Eca esse vulcão
Vou explodir
Foi refletindo no brilho de uma espinha que fui bem
Tipo um cabrito subo o monte
Apesar de tanta dificuldade
Eu quero como você chegar em algum legar lugal
Onde eu possa te ligar
Te sentir
Curar a canseira da loucura
Da procura
Subir num vulcão
Lá gritar
Cantar sons que transpunam
A água
O ar
O chão
Até a luz dobrar
Pra emitir que:
"Eu sou uma selvagem e misteriosa estrela"
"Vago pelos céus dos apaixonados que sou"
Coloco no colo minha pena
"Escrevo espada da mente que não mente"
Desço ao coração em convite íntimo
Aqueço-me correndo em lombas
Eu não quero
Mas vou soltar as atrelas
Plêiade
Contenho a euforia
Mesmo em alforria estou em mim
Represo lágrimas
Nunca nem sempre não existem
Não desisto
Eu digo como ja disse
Sou meu bem e estou aqui pra você nosso bem
E tem mais
Mas o mistério tem que continuar
Pra infinitamente entre estrelas amar
Crosta a crosta ou O espaço que cabe para as coisas serem eternas é pouco
Eu me olho do universo
O único verso que sei escrever
Eu olho
E reolho inverso
Ontem eu sei me esqueci
A poeira da estrada encobre
E torna um monumento cada momento
Aquele findissa
Falo bem do tempo que éramos só amigos
Eu dizia que estava sozinho
Me atirando da ponte que somos
Feito peixe
Rio
Pausa para o que é injusto
Eu não explico mais
Mas não vá negar que não sabe
Ou que imagina
Que pode ser o que cada agora exige
A sabedoria é do saber o que se pode fazer
O espaço que cabe para as coisas serem eternas é pouco
Constatar e contar em poucas lágrimas que o sal do mar
É feito nós
Fossa abismal
Abissal magma
Jorra o sol
Sou assim
O único verso que sei escrever
Eu olho
E reolho inverso
Ontem eu sei me esqueci
A poeira da estrada encobre
E torna um monumento cada momento
Aquele findissa
Falo bem do tempo que éramos só amigos
Eu dizia que estava sozinho
Me atirando da ponte que somos
Feito peixe
Rio
Pausa para o que é injusto
Eu não explico mais
Mas não vá negar que não sabe
Ou que imagina
Que pode ser o que cada agora exige
A sabedoria é do saber o que se pode fazer
O espaço que cabe para as coisas serem eternas é pouco
Constatar e contar em poucas lágrimas que o sal do mar
É feito nós
Fossa abismal
Abissal magma
Jorra o sol
Sou assim
Quem tem, ceda
Até a exaustão
Mais um
Alo
Por favor
Mais uma vez
Não para
Mais um
Pra quem disse que não me tolerava
Sua face está faceira
A luz mostra tua parte certa
Digo ao sol só mais um take
Não esse dia não vai passar
Vou laçar o sol
Mais um seu seu
Pra mim mim
Mais um
Alo
Por favor
Mais uma vez
Não para
Mais um
Pra quem disse que não me tolerava
Sua face está faceira
A luz mostra tua parte certa
Digo ao sol só mais um take
Não esse dia não vai passar
Vou laçar o sol
Mais um seu seu
Pra mim mim
Atenção! Atenção! Todos os carros...(1)
As ruas estão vazias
O bares
As pessoas
Todos
Fecharam
Sigo pela rua
Acompanho pela sargeta
Naquela água nojenta
Um barquinho de papel
EU soldadinho de chumbo
Voando feito um jumbo
Na boca ainda o resto dos teus beijinhos
Desisto dos barcos de papel
Passeio pela rua deserta
A pouca luz ilumina o pouco que vejo
Sento na boléia
Não dirijo
Digiro
O bares
As pessoas
Todos
Fecharam
Sigo pela rua
Acompanho pela sargeta
Naquela água nojenta
Um barquinho de papel
EU soldadinho de chumbo
Voando feito um jumbo
Na boca ainda o resto dos teus beijinhos
Desisto dos barcos de papel
Passeio pela rua deserta
A pouca luz ilumina o pouco que vejo
Sento na boléia
Não dirijo
Digiro
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Por enquanto só o agora ofereço
Cheio como a lua cheia
Falsamente digo ao meu olhar
Que não sinto muito te amar
E que aquela esquina não lembra nada
O rosa das quebradas
O céu mesmo ainda azul não sabe
Por que eu e você
Nascemos pra viver sem chorar
Eu só vim aqui pra te dizer
Que por mais parível que em mim cresça estou aqui
E você ae
E dae pra que lado que eu vou?
Onde está você?
Eu sei que vou saber
Não estou chorando
É só uma poeira no meu ver
Que com a água embarra e dispara a lágrima
Lubrificando o momento
Iniciando o reiniciar
Pois a busca do paraíso continua
Congela-se o agora na intensidade do sentimento
Se tornar puro melhora o olhar
Tanto que aprende fabricar o ver que quer ver
Na tarde cinza o amor vai chegar
Sim meu samba soube sambar
Desclassificou-me para que aprendesse
Continuo nu
Mas com pelos raspados
Como se disse
Civilizados
Esse vagido trago desde o primeiro olhar de minha mãe para meu pai
Então mesmo assim
Se você me perguntar
Por que esse texto tem que continuar
Por que será?
Me associo ao indagar
O chão a céu aberto está
O aterro sou eu decerto
É?
Meu lindo e puro coração esperto pensa
Não sou santo nem sábio sei-o
Mas sou eu quem vai me salvar
Me atiro no mar de lágrimas
No more tears
Mergulho meu orgulho
Reflito de sal o sol
Meto minha liberdade na encruzilhada
Eu tenho que ser
Eu sou
Eu sou
Eu sou
A culpa de tudo isto
Sei que não sou bobo nem cristo
A sala minha sela
A cavalo mundo redondo
As pazes fazendo o buraco
Que no fundo dá do outro lado
Encurta em linha reta
Sobe de cima pra baixo trepa
That's all folks now
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Nu de olhar
Espere um pouco estou recebendo uma mensagem
-O que você faz só você faz
Eu estou aqui
Não em sua mente
Tomando champanhe
Acompanhe-me
Capte
Olhe as horas passando em seu pulso
Pulse
Expulse a vida a a vida
Existe o mal e o bem
Existe tudo o que tem
Sua roupa está suja
Suas mãos suam
?Qual lado da grama está mais verde
Passe a bola
Não prense tanto
Escapa pelos dedos a digital
Digite sua marca
Seja eu quem eu for
Seja você inteiro a seu dispor
Tudo o que há está ae dentro de ti
Então a aventura começa
A partir do vagido
Da vagina
Mas não somos só isso
Bote sua roupa e vá
Com sua personalidade o mundo enfeitar
Nu de olhar
-O que você faz só você faz
Eu estou aqui
Não em sua mente
Tomando champanhe
Acompanhe-me
Capte
Olhe as horas passando em seu pulso
Pulse
Expulse a vida a a vida
Existe o mal e o bem
Existe tudo o que tem
Sua roupa está suja
Suas mãos suam
?Qual lado da grama está mais verde
Passe a bola
Não prense tanto
Escapa pelos dedos a digital
Digite sua marca
Seja eu quem eu for
Seja você inteiro a seu dispor
Tudo o que há está ae dentro de ti
Então a aventura começa
A partir do vagido
Da vagina
Mas não somos só isso
Bote sua roupa e vá
Com sua personalidade o mundo enfeitar
Nu de olhar
Sol Peito

Eu sou tudo o que posso querer
Da planta a raiz e a folha
Essa semente que sou me leva a buscar o eterno regar
Eu gosto disso
E de ti
Assobio alegremente pelos dias
Eu não quero saber de bronca
Sou uma criança brincando no céu azul
Entre nuvens brancas me imaginando
Falo suave para chuva
Me regue
Deslizo pelas ruas
Meu luxo são meus pés
É que tanto é muito todos sabem
Sou livre
A força desamarra a forca
Eu não quero mais ser tratado como criança
Acredite eu sou responsável pela força de minhas passadas
Estou na estrada para não ter que parar
Sem chegada
Um balão no céu
Sem carimbos de idas e vindas
Vidas na busca do sol nascente
Leve
Boas vibrações me levem
Suba
Mas saiba que aonde vamos ninguém vai
Vamos ao mundo novo que é cada amanhecer
Se tudo já parece feito
Não foi do seu jeito
Passe a esponja no passado
Base limpa
Nasce o sol no peito
Que desnudo desnuda tudo
Curioso ein
http://docs.google.com/viewer?a=v&q=cache:Vc0LT8I755oJ:www.eps-arangues.rcts.pt/centro_recursos/activ_05_06/cor/proverbios.pdf+dicion%C3%A1rio+brasileiro+de+prov%C3%A9rbios,+locu%C3%A7%C3%B5es+e+ditos+curiosos+Magalh%C3%A3es+j%C3%BAnior&hl=pt-BR&gl=br&pid=bl&srcid=ADGEESifRnO16Bi6SgSlEeFQGQIvtKEqzQuve4LBKQfpDhM1xxYx5yXHq-TRRWJnvnvKSoZaYrtCcAHDmjuT5Keo2D6xhZVIU5A-gX-XuK7LxTBeLuw5FE9XU5hGlOYxp0W5ktWtfCZf&sig=AHIEtbTT8Z3OQT6woDlyIe5W_3Nu0RPnEA
Balança bunda gorda
O platonismo é virtual
A energia de amar é igual
Olhem para a suas mãos claras
Pedindo a luz mais luz, até cegar
Samba pé preto
Balança bunda gorda
Umbigo rei
Rei da cocada preta da uma acocada numa rola preta
Quero ver a cor do teu corpo nu
Despido do medo e do conformismo
É! Quero ver seu rei destronado ao povo do lado
Tipo dedilhando um pila pra almoçar e jantar com a família
Estou exausto
Quem me dera se a dor fosse embora
E eu pudesse dormir agora em paz
Não tipo alguém que ali sem esperança jaz
A energia de amar é igual
Olhem para a suas mãos claras
Pedindo a luz mais luz, até cegar
Samba pé preto
Balança bunda gorda
Umbigo rei
Rei da cocada preta da uma acocada numa rola preta
Quero ver a cor do teu corpo nu
Despido do medo e do conformismo
É! Quero ver seu rei destronado ao povo do lado
Tipo dedilhando um pila pra almoçar e jantar com a família
Estou exausto
Quem me dera se a dor fosse embora
E eu pudesse dormir agora em paz
Não tipo alguém que ali sem esperança jaz
Que país é esse? É o que fazemos nele
Enquanto escovo os dentes
Penso no destino nosso
E do que tenho no intestino
As mulheres pobres aos milhares parindo mestiços
Porque não quero
Nem quis
Nem posso
Nem poderei ser da cor dos reis?
-Que reis? Africanos se vendendo? Brancos se comprando?
Não estou aqui para ser formatado em mais um tijolo no muro da vergonha
Então me digam
Se os mendigos se importam comigo ou com o mundo
Se faz alguma diferença tudo o que estudo
Se não aplicar na indiferença
Do que importa?
Agora que estudei
Se na hora de utilizar o conhecimento adquirido
Fecho a porta ou levanto o vidro
Não vou me juntar aos mercenários
Que cobraram os olhos da cara dos meus pais
Pra me ensinar a ser mais um dos normais
Penso no destino nosso
E do que tenho no intestino
As mulheres pobres aos milhares parindo mestiços
Porque não quero
Nem quis
Nem posso
Nem poderei ser da cor dos reis?
-Que reis? Africanos se vendendo? Brancos se comprando?
Não estou aqui para ser formatado em mais um tijolo no muro da vergonha
Então me digam
Se os mendigos se importam comigo ou com o mundo
Se faz alguma diferença tudo o que estudo
Se não aplicar na indiferença
Do que importa?
Agora que estudei
Se na hora de utilizar o conhecimento adquirido
Fecho a porta ou levanto o vidro
Não vou me juntar aos mercenários
Que cobraram os olhos da cara dos meus pais
Pra me ensinar a ser mais um dos normais
Aos jovens de todos os tempos
Quando os jovens forem jovens há bastante tempo
É que descobrirão o que é ser jovem
Ser jovem não é só ser novo e inexperiente
Talvez seja resistir ao mundo adulterado dos adultos
Quando o amor bater com força em mentes e corações
Quando tiverem a vontade de mudar tudo como está
Sem revolução
Com evolução íntima é que nos tronamos a direita
Estou mais jovem do que quando era novo
Agora vejo de onde jorra a vida
Na fonte das questões estão as soluções
Estou em mi
E estou aí pra ti sim
Acuse-me de culpado
Mas não de mesquinho e indiferente
Viver é minha arte
E minha necessidade
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
HD partições
http://www.baixaki.com.br/download/easeus-partition-master-home-edition.htm
O EASEUS Partition Master Home Edition é uma ferramenta gratuita para criar, remover e modificar partições de discos. É caracterizado pela facilidade de uso, possui interface intuitiva e é um dos aplicativos mais seguros da categoria.
O EASEUS Partition Master Home Edition é uma ferramenta gratuita para criar, remover e modificar partições de discos. É caracterizado pela facilidade de uso, possui interface intuitiva e é um dos aplicativos mais seguros da categoria.
domingo, 30 de janeiro de 2011
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Rei nasço em si

Rei nasci no norte africano
Andei pelas 1001 noites
Acordo no Ocidente
Quebrando pedras
Rolo feito elas
Ando por ae
No barro que me imagino
Eu não sei é verdade
Lágrimas em pó
Fazem a noite me mostrar que sempre amanhece
E está amanhecendo em mim
Minha coluna aponta pra cima e pra baixo
O que eu quero?
-Não pare não
Só você carrega tanto peso
O está assim invertendo
A vida circula pela morte e a envolve
A conquista depende da coragem de encarar o mundo redondo
-A suspiros nós naus vamos
Os luzeiros de todos se apontam em si
Em cada si que está aí como aqui
Sim
Somos deuses formando um Universo
Não pare
Não adianta
Depois do almoço vem a janta
Humana vontade adormecida
Amanhecida em mi
Eu não quero parecer
Mas para ser é preciso que apareça em cada um o vir a ser
Que há em nós
Não
Não vou parar este texto vai continuar
Vida fornalha
Faraó do que faço

Chego a idos em sonhos doidos
O sal lavou
Levou todo mal
O sol me levou e me trouxe meu bem
Eu estou aqui evoluindo no mesmo lugar
Espalhando em mim o que sou
Aqui nasci por um destino escrito
Descrevo que sou ainda escravo do amor
Uma rosa e um cravo
Isolados pelos vasos
Vastos jardins
A chuva molha minha face
O vento solar abranda o pranto
Como da refeição feita e refeita
Desço aos porões de meu corpo
Emociono-me
Sento na minha mente e contemplo
O tempo passa e me conta
Que lá atrás vem ELA
Nublam-se minhas vistas
O tempo preserva o templo
Me proponho
Ímpeto humano mano
Minha piração medi
Pra nascer não pedi
Portanto não nasci para pedir
Se me perdi
Tenho que nos achar
Marco
Polo de si
Uma pirâmide Atlante no Saara
No brilho da estrela
Na nossa cara a mudança anotada
A inversão polar de toda uma raça
Está de graça na simplicidade de uma ação
"FRATERNIDADE NA IMAGINAÇÃO"
Petróleo humano (in prospect)
As nuvens se formam com o vento
Eu me formo com o ar em movimento
Traga mais uma asa
A minha vida está vaga
Quero volta pra casa
Eu vou para onde quero
Eu sou um show me gavo
Cara me esqueci
A noite é longa me crava
A luz varrerá a escuridão
Olhe bem aqui
Eu não sou bem assim
Olhe bem pra mim eu não sou assim
Na queda adâmica
O meu estilo de cair é voar
Acho até que não é pecado
Mas o meu sonho é
Estar ao seu lado
E te cravar minha estaca até a tua profundeza mais íntima
E de lá fazer jorrar o petróleo humano
Esse combustível que torna amar reproduzível
É incrível ser estando amando
Eu me formo com o ar em movimento
Traga mais uma asa
A minha vida está vaga
Quero volta pra casa
Eu vou para onde quero
Eu sou um show me gavo
Cara me esqueci
A noite é longa me crava
A luz varrerá a escuridão
Olhe bem aqui
Eu não sou bem assim
Olhe bem pra mim eu não sou assim
Na queda adâmica
O meu estilo de cair é voar
Acho até que não é pecado
Mas o meu sonho é
Estar ao seu lado
E te cravar minha estaca até a tua profundeza mais íntima
E de lá fazer jorrar o petróleo humano
Esse combustível que torna amar reproduzível
É incrível ser estando amando
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Harmony large way
Caminho
Acho que acho a montanha mais alta
Contemplo
A razão de ir adiante com tudo tão lá atrás
Meus pés uso apontando o caminho
Solo sigo
Escolho não me encolho
Signo
Mais fácil ficar se fosse fácil
Minha face fóssil busca a luz o calor
O amor
Sigo nu
Persigo a surpresa de cada horizonte
Alegria Amigo
Um monte!
Subo daí praquí
Aquilo que retém essa represa para a admirar tá aí
A mente conjunta - retém sem refén - corpo e alma
No brilho de minha retina vejo refletir
A luz do filho da luz
A venda cai
O silêncio em som se faz
Um ritmo íntimo
Contemplo com meu templo o momento
Esse que sempre se desfaz
Assim nos refaz
Em melodias que vem e vão sem fim
E que se encontram Bem aqui em mim
Na beleza simples e serena do sentimento
Que me faz contemplar
Eu e você
Nós talvez
Não há rês
Somos todos importantes amantes da boa vida
Acho que acho a montanha mais alta
Contemplo
A razão de ir adiante com tudo tão lá atrás
Meus pés uso apontando o caminho
Solo sigo
Escolho não me encolho
Signo
Mais fácil ficar se fosse fácil
Minha face fóssil busca a luz o calor
O amor
Sigo nu
Persigo a surpresa de cada horizonte
Alegria Amigo
Um monte!
Subo daí praquí
Aquilo que retém essa represa para a admirar tá aí
A mente conjunta - retém sem refén - corpo e alma
No brilho de minha retina vejo refletir
A luz do filho da luz
A venda cai
O silêncio em som se faz
Um ritmo íntimo
Contemplo com meu templo o momento
Esse que sempre se desfaz
Assim nos refaz
Em melodias que vem e vão sem fim
E que se encontram Bem aqui em mim
Na beleza simples e serena do sentimento
Que me faz contemplar
Eu e você
Nós talvez
Não há rês
Somos todos importantes amantes da boa vida
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Manhã cinematográfica no youtube da vida
Pipoca em minha mente a fome cinematográfica
Certa vez eu era criança
De longe via
Já passei por aqui e fiz um filme
Com uma santa lição
Por causa disso
Preparo-me a vida toda até acertar aqui
Sim justamente acampei em meu sentimento guia
Velejando em minhas inspirações experimentei a solidão
Só lá que vi meu barco partir
Bem assim sem acusar alguém
Talvez nem eu mesmo
Construí de meus escombros o elo entre o que sou e o que fui
Sem julgar não preciso perdoar
Precioso auto observar universal
As minhas expressões voláteis orbitam o que serei
Sem chão
Sem céu
Sou o que sou
E de sobra esquematizo a satisfação de minha consciência livre
A audiência não me exalta
Eu sou assim
Soltinho da moral penetro na fina linha que separa
Divide cada um do todo
Ah... manhã cinematográfica trás um céu pronto para eu viver o filme
O que parecia esquisitisse
Fez com que eu resistisse
E me reconquistasse
Como aquela planta que nasce no lodo e experimenta a luz solar
A Lótus lotada de corpo, mente e alma
Não tem como voltar
Meus textos como pétalas a despetalar
Rastro estrelar que adubam o youtube da vida
Aleluia vamos dançar e cantar esse dia
1,2,3 ação
Robert Bresson VIVE!
Certa vez eu era criança
De longe via
Já passei por aqui e fiz um filme
Com uma santa lição
Por causa disso
Preparo-me a vida toda até acertar aqui
Sim justamente acampei em meu sentimento guia
Velejando em minhas inspirações experimentei a solidão
Só lá que vi meu barco partir
Bem assim sem acusar alguém
Talvez nem eu mesmo
Construí de meus escombros o elo entre o que sou e o que fui
Sem julgar não preciso perdoar
Precioso auto observar universal
As minhas expressões voláteis orbitam o que serei
Sem chão
Sem céu
Sou o que sou
E de sobra esquematizo a satisfação de minha consciência livre
A audiência não me exalta
Eu sou assim
Soltinho da moral penetro na fina linha que separa
Divide cada um do todo
Ah... manhã cinematográfica trás um céu pronto para eu viver o filme
O que parecia esquisitisse
Fez com que eu resistisse
E me reconquistasse
Como aquela planta que nasce no lodo e experimenta a luz solar
A Lótus lotada de corpo, mente e alma
Não tem como voltar
Meus textos como pétalas a despetalar
Rastro estrelar que adubam o youtube da vida
Aleluia vamos dançar e cantar esse dia
1,2,3 ação
Robert Bresson VIVE!
Plano há se bem seres

Eu plantei hoje em meu coração o que fiz a pouco
Eu não sei
Pela rua a procura de uma agulha
Feito um lobo uivando a lua
Um louco de virar olhos atrás do bagulho
Pelo que eu me lembro eu não sei
Nem quero lembrar
O que faz a gente se entregar
Pra que complicar
Se estragar
Onde você está?
Um guia pra esses meus olhos
Pra ver você me mostrar como não quero estar
A sujeira que estou
Preciso me limpar pra te esperar
A voz sua me diz diminua
A vida é essa curva
Não se mate na sua
À água se alague
Eu estou no canto
E canto
Cruzo para o meio
Claro que não estou indo ao seu encontro
Veja devo estar ao seu lado
Sinta está amanhecendo
E o ar
Eu não sei
Pelos céus
Os por quês
De não me quererem vocês
Me acentuam
A história atenua
Eu nunca vi o céu de lá da lua
Daqui onde estou a luz aponta seu nariz
Meio que me sinto o centro de ser feliz
O cento dos milhões de DNA's que dá em nós
Seja você quem for
Me mostre
Hiatos entre amores (momentos cresceres)
Grito sózinho pelo mundo vazio
Meu Brasil é onde estou
Fecho-me
Não há nada a negar
Sou eu mesmo
Umas pessoas que me viram hoje me disseram
Que esse franzido em minha testa é a causa
Do amor que me detesta
O oeste desse lugar é este
Que meu pé aponta
Deixe escorregar os toques
O perfume preso em cada inspiração o infla
Faça isso para não estar louco como essas estrelas
Víboras que vibram
Por pensar em respirar outros
Que não esses ares de amares
Estão em falsos brilhares
Acho que vou pirar
Acho que vou desligar
Não eu não vou mais
Não eu não sou estúpido em pensar demais
Tenho certeza
Em tesão
Meu corpo reaje
O copo interaje
Ajo
Estou
Eu não sou
Não atendam entendam
Tá ligado
Minha vida é pra mim
Como a sua é pra ti
O que é pra nós virá
Está amarrado em nosso cós
Sinta no caos
A m a rr e
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Experience
Só não me esconde seus cabelos brancos
Olha o piolho
Cata esse piolho
Olha outra coisa fiz
Arregala teus olhos
Em cada cabeça o que pensa
Deste lado eu como
Do outro
Te pergunto
Como assim?
Olha eu não sei de nada
Mais além de que pouco sei
Meu coco cheira a coco
Por favor preciso tanto me fazer feliz
Olha o piolho
Cata esse piolho
Olha outra coisa fiz
Arregala teus olhos
Em cada cabeça o que pensa
Deste lado eu como
Do outro
Te pergunto
Como assim?
Olha eu não sei de nada
Mais além de que pouco sei
Meu coco cheira a coco
Por favor preciso tanto me fazer feliz
Pé na estada
Um dois três
Arrumar as malas outra vez
A viagem recomeça
Pelas ruas ando atrás de novas praias
Garotos e garotas
Finais de tarde
Entre todas
Pra mim essa daqui
Olhe bem para aquelas ondas
O mar me dropa
Grita
Um filme
Um frame
Um close em mim
Deus me olhe no espelho
Até que eu sinta
Que toda essa maravilha
É minha
...Que viagem...
Agradeço
Arrumar as malas outra vez
A viagem recomeça
Pelas ruas ando atrás de novas praias
Garotos e garotas
Finais de tarde
Entre todas
Pra mim essa daqui
Olhe bem para aquelas ondas
O mar me dropa
Grita
Um filme
Um frame
Um close em mim
Deus me olhe no espelho
Até que eu sinta
Que toda essa maravilha
É minha
...Que viagem...
Agradeço
Ponho o sol em seu lugar, em mim
Fé
Rias
Não estou nessa de sem tempo
De sem tempo para as coisas simples da vida
Aquele ventinho
U!
Que fim de tarde
A vida miserável que levamos não é nada disso
O ar se movimenta sem pressa
Preenche meus pulmões
A brisa diz
Mande brasa
More nessa vida sua
U!
A vida é bela como essa sua canção preferida
Por causa disso
Eu sou de férias
Não tenho nada que reclamar
O que mais minha liberdade exige?
Além de a amar
Rias
Não estou nessa de sem tempo
De sem tempo para as coisas simples da vida
Aquele ventinho
U!
Que fim de tarde
A vida miserável que levamos não é nada disso
O ar se movimenta sem pressa
Preenche meus pulmões
A brisa diz
Mande brasa
More nessa vida sua
U!
A vida é bela como essa sua canção preferida
Por causa disso
Eu sou de férias
Não tenho nada que reclamar
O que mais minha liberdade exige?
Além de a amar
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Procuro algum lugar pra ser seu amor
É muito chata a vida vulgar
Assim sinto que esse não é o meu lugar
Somem os trens em passagens vãs
Estou gastando meu gostar em ser
Em estar em filosofias sãs
Acho que o tempo pergunta se há ?tempo adiante de meu lamento
Essa maravilha que minha mente cria é passado
Se eu não estou bom some o sol
E eu não me irrito com os mosquitos
Nem rimo isto com isso
Só digo que aquilo na grama é meu peso de ser sem estar
Eu determino que o fim apesar de haver não há
Está noutro lugar
Aquele onde alguém me quer
Onde meu endereço seja seu apreço
E a venda que tapa minhas vistas some
Persigo harmonias
Decifro minhas notas
Vejo a graça que há em ser homem
E não caçar
Em ser planta presa a terra que vaga espaço a fora
E mostra que em cada gota que escorrega na face
Forma uma forma aerodinâmicamente perfeita
Essas minhas lágrimas percorrem meu rosto infinito
O espaço eu faço
O cosmos é o cosmético mais caótico que existe
O infinito que posso alcançar
Por enquanto
É ainda te amar
Assim sinto que esse não é o meu lugar
Somem os trens em passagens vãs
Estou gastando meu gostar em ser
Em estar em filosofias sãs
Acho que o tempo pergunta se há ?tempo adiante de meu lamento
Essa maravilha que minha mente cria é passado
Se eu não estou bom some o sol
E eu não me irrito com os mosquitos
Nem rimo isto com isso
Só digo que aquilo na grama é meu peso de ser sem estar
Eu determino que o fim apesar de haver não há
Está noutro lugar
Aquele onde alguém me quer
Onde meu endereço seja seu apreço
E a venda que tapa minhas vistas some
Persigo harmonias
Decifro minhas notas
Vejo a graça que há em ser homem
E não caçar
Em ser planta presa a terra que vaga espaço a fora
E mostra que em cada gota que escorrega na face
Forma uma forma aerodinâmicamente perfeita
Essas minhas lágrimas percorrem meu rosto infinito
O espaço eu faço
O cosmos é o cosmético mais caótico que existe
O infinito que posso alcançar
Por enquanto
É ainda te amar
Vamor fazer um filme sobre tempestades
Eu sou craque em sofrer
Pequeno eu sou
Tanto faz
Estou louco meu bem
E na minha oca está solta minha cabeça
Vou me salvar
Coruja cinzenta
Aliás
Do arco íris o lilás fiz
Teu pote importa o quanto quiz
A seta que via em tua reta
Ainda me arreta
Por ciúme
Isso ainda vira filme
Pois sou José
Tu Maria
Nosso fruto
O amor sublime
Sobre nós a chuva rala
Do amor que ninguém fala
Pequeno eu sou
Tanto faz
Estou louco meu bem
E na minha oca está solta minha cabeça
Vou me salvar
Coruja cinzenta
Aliás
Do arco íris o lilás fiz
Teu pote importa o quanto quiz
A seta que via em tua reta
Ainda me arreta
Por ciúme
Isso ainda vira filme
Pois sou José
Tu Maria
Nosso fruto
O amor sublime
Sobre nós a chuva rala
Do amor que ninguém fala
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
sábado, 1 de janeiro de 2011
Vê Nus (Je Suis)
Nas ruas um deserto
Decerto esqueço o exército
Exercito o tácito
Pedalo pelado pelo lado da rua também nua
A lembrança de eu quando criança tipo ET voa
Dia a dia
Madruga a madruga
Amanhecendo meu eu
O campo
A cidade
Tudo vai dar na minha praia
A gurizada correndo
Tanto faz
Dei que me dei
Estou aqui
Chega de choro
Eu Sou meu ouro
Brilho aonde trilho
Ilumino a mina
E fundo
Lá do fundo um novo eu a cada alvorecer
E sempre me reconheço
A cada recomeço
Estou ligado a ti pelos espinhos da coroa de cristo
Um mistério isto que sinto
Senta que a história vai continuar
Peça um copo d’água
Se sirva
O verdadeiro conhecimento é aquele que conhece a si mesmo
Prazer e dor encontrei nesse andor
Compreenda que ando livre e nu
Livre de ilusões
Nu de preconceitos
O universo manifesto
Em potência e ato
Eu Sou
É fato
Decerto esqueço o exército
Exercito o tácito
Pedalo pelado pelo lado da rua também nua
A lembrança de eu quando criança tipo ET voa
Dia a dia
Madruga a madruga
Amanhecendo meu eu
O campo
A cidade
Tudo vai dar na minha praia
A gurizada correndo
Tanto faz
Dei que me dei
Estou aqui
Chega de choro
Eu Sou meu ouro
Brilho aonde trilho
Ilumino a mina
E fundo
Lá do fundo um novo eu a cada alvorecer
E sempre me reconheço
A cada recomeço
Estou ligado a ti pelos espinhos da coroa de cristo
Um mistério isto que sinto
Senta que a história vai continuar
Peça um copo d’água
Se sirva
O verdadeiro conhecimento é aquele que conhece a si mesmo
Prazer e dor encontrei nesse andor
Compreenda que ando livre e nu
Livre de ilusões
Nu de preconceitos
O universo manifesto
Em potência e ato
Eu Sou
É fato
1/1/11 um convite
Pressente o momento presente
Vai sai
Conte ao mundo que você está aí
É a primeira de muitas chances
Vá lá cante
Vem cá ouça
Seja rico se encante
Toque-se
Toque-nos
Lubrifique os olhos
A mágica irá continuar
Olhe sua áurea
Sua área ensolarada
Essas paredes não vão lhe segurar
A janela
Ela
A porta torta
Siga aquela reta
Faça a volta
Dê-se de encontro nesse meu ombro
Vamos para fora
Puramente por dentro
O agora é um convite
Pra viver plenamente
Vai sai
Conte ao mundo que você está aí
É a primeira de muitas chances
Vá lá cante
Vem cá ouça
Seja rico se encante
Toque-se
Toque-nos
Lubrifique os olhos
A mágica irá continuar
Olhe sua áurea
Sua área ensolarada
Essas paredes não vão lhe segurar
A janela
Ela
A porta torta
Siga aquela reta
Faça a volta
Dê-se de encontro nesse meu ombro
Vamos para fora
Puramente por dentro
O agora é um convite
Pra viver plenamente
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
Quero mais Revanche ou Enrolation-tion
"Sob nós a liberdade"
Acho até que estou preso naquilo que sou
Penso como você pensa que sou
Mas eu não sou
Mesmo se for só pra te agradar
Vou na tua nuca cafungar
Eu sou livre pra chegar no teu ouvido
Com um gemido retransmitir tudo o que estou sentindo
Pela língua tua a minha fala
Embaraçadas palavras que lavram sulcos de sucos
Espremidos por nossos todos sentidos
Ouça o jamais ouvido
O teu lamento ausente ao instante que nos tocamos
Músicas
Melodias
O chão diz não
O céu sou seu
O azul a mil anil
Até quando? Esses lábios irrequietos dirão não
Se eu não sonhasse
Também diria não
Mas sonho
Não desisto mais
Meu sonho declaro
É!...
Simplesmente sou o puro momento presente
Executando o exercício de ser um exército
A cruz da resposta certa está numa seta
Que na certa é a minha meta
Eu não quero me prolongar
Mas como o tempo sou eu que faço
Você sabe muito bem que isso
Que isso já aconteceu
Você
Eu
Isso que está acontecendo eu já vi
Esse dejavu me deixa sedento
Quase cedendo
Sem ti nada está acontecendo
Quero contigo cedo amanhecer
E de novo o novo em ti sempre conhecer
E a si nos dizer
Que bom nos ter
Acho até que estou preso naquilo que sou
Penso como você pensa que sou
Mas eu não sou
Mesmo se for só pra te agradar
Vou na tua nuca cafungar
Eu sou livre pra chegar no teu ouvido
Com um gemido retransmitir tudo o que estou sentindo
Pela língua tua a minha fala
Embaraçadas palavras que lavram sulcos de sucos
Espremidos por nossos todos sentidos
Ouça o jamais ouvido
O teu lamento ausente ao instante que nos tocamos
Músicas
Melodias
O chão diz não
O céu sou seu
O azul a mil anil
Até quando? Esses lábios irrequietos dirão não
Se eu não sonhasse
Também diria não
Mas sonho
Não desisto mais
Meu sonho declaro
É!...
Simplesmente sou o puro momento presente
Executando o exercício de ser um exército
A cruz da resposta certa está numa seta
Que na certa é a minha meta
Eu não quero me prolongar
Mas como o tempo sou eu que faço
Você sabe muito bem que isso
Que isso já aconteceu
Você
Eu
Isso que está acontecendo eu já vi
Esse dejavu me deixa sedento
Quase cedendo
Sem ti nada está acontecendo
Quero contigo cedo amanhecer
E de novo o novo em ti sempre conhecer
E a si nos dizer
Que bom nos ter
Óh! Querida Qlementina
Eu quero sim
Em mim marque-se
Assim como pasta de dentes me passe
Minha língua entre teus dentes passo
Seu amor me faz dizer coisas
Eu te amo
Querida
Óh! Querida
Eu te amo
E te amando sigo
Vem em mim
Eu não quero nunca ter que dizer não
Mas é claro que a noite vai vir
Em claro não a passaremos
Nos misturaremos
Eu disse nos amemos ao menos nus
De tudo com amor
Em mim marque-se
Assim como pasta de dentes me passe
Minha língua entre teus dentes passo
Seu amor me faz dizer coisas
Eu te amo
Querida
Óh! Querida
Eu te amo
E te amando sigo
Vem em mim
Eu não quero nunca ter que dizer não
Mas é claro que a noite vai vir
Em claro não a passaremos
Nos misturaremos
Eu disse nos amemos ao menos nus
De tudo com amor
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Fé liz
Eu não quero escrever
Mas sai
Não prendo nada
Então vamos lá
Ei
Eu estou aqui
Ok eu sei
Você está aí
Talvez nem aí pra mim
Ou pra isso escrito aqui
Olho pela janela
As flores badalam horas
Embora eu feche os olhos
Elas estão lá
Eu abro o jornal
A violência está lá
Eu fecho meus olhos espada
Boto uma linda música interna
A violência que li se ameniza em mi
A ganância
A ânsia
Estou jogando o jogo
É ano novo
O solo
O céu
Eu meu Deus
Dou-me todo aos sonhos meus
Alegro-me nesse porto que desancoro
O sol renasce porque não morre
Estico o texto vindo
Intico
Provoco-o
Eu sou uma vaca mugindo salada
Dê uma risada
Mas por favor a si
Diga-se assim
A alegria está em mim
Como em ti
Mas sai
Não prendo nada
Então vamos lá
Ei
Eu estou aqui
Ok eu sei
Você está aí
Talvez nem aí pra mim
Ou pra isso escrito aqui
Olho pela janela
As flores badalam horas
Embora eu feche os olhos
Elas estão lá
Eu abro o jornal
A violência está lá
Eu fecho meus olhos espada
Boto uma linda música interna
A violência que li se ameniza em mi
A ganância
A ânsia
Estou jogando o jogo
É ano novo
O solo
O céu
Eu meu Deus
Dou-me todo aos sonhos meus
Alegro-me nesse porto que desancoro
O sol renasce porque não morre
Estico o texto vindo
Intico
Provoco-o
Eu sou uma vaca mugindo salada
Dê uma risada
Mas por favor a si
Diga-se assim
A alegria está em mim
Como em ti
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Maiores pagamentos

Entendam
Profs que cobram pra repassar
Pois iguais são
As ricas igrejas
É que não precisamos que professem
Mediem
Que a amizade e gratidão virão
Arrotos a parte no sapato Destarte
Um ano
Hum ano
O tempo passa
E há quem diga que eu não sei o que sei
Arrotos a parte
No sapato
Destarte
Hum ano
O tempo passa
E há quem diga que eu não sei o que sei
Arrotos a parte
No sapato
Destarte
Auditoria minha
"Por favor, não leia este texto.
Gostaria de privaticidade."
Neste final de ano pensando
Vou me organizar melhor
Vou tirar "o melhor do melhor de mim mesmo”
Procurar
Encontrar
Superar meus pontos fortes
Aprimorar meus pontos fracos
Definir estratégias
Executar transformando em realidade projetos
Fazendo-me assim
Nessa busca incessante
Comparar minhas seguidas ações
Identificar meu melhor do meu melhor
Alcançar um nível de evolução
Num processo naturalmente contínuo de busca
Informações valiosas tenho sobre mim
Se me reconheço em erros alheios
Com calma nos freios aprendo
Viver é o meu trabalho
Que claro amo
A disciplina
Como se diz piscina requer
Nada melhor do que nadar
Pra respiração é bom
Sai dágua e toma um pouco dágua
Mas para alcançar qualquer objetivo
É preciso seguir algumas regras
Observar os conhecimento e pô-los em ação
O que sou?
O que melhor faço?
O que amo fazer?
Sou viável?
Pagariam para fazer o que quero fazer?
É isso mesmo que quero?
O que é mesmo o que quero?
Claro que saberei o que quero
Estou encarnado
E na boa
Vou melhorar sempre
Sofisticados todos somos
Humanos herdamos a evolução diária
Então dia-dia ria de si
Desça já daí, menino!
Todos somos crianças como vocês
Gostaria de privaticidade."
Neste final de ano pensando
Vou me organizar melhor
Vou tirar "o melhor do melhor de mim mesmo”
Procurar
Encontrar
Superar meus pontos fortes
Aprimorar meus pontos fracos
Definir estratégias
Executar transformando em realidade projetos
Fazendo-me assim
Nessa busca incessante
Comparar minhas seguidas ações
Identificar meu melhor do meu melhor
Alcançar um nível de evolução
Num processo naturalmente contínuo de busca
Informações valiosas tenho sobre mim
Se me reconheço em erros alheios
Com calma nos freios aprendo
Viver é o meu trabalho
Que claro amo
A disciplina
Como se diz piscina requer
Nada melhor do que nadar
Pra respiração é bom
Sai dágua e toma um pouco dágua
Mas para alcançar qualquer objetivo
É preciso seguir algumas regras
Observar os conhecimento e pô-los em ação
O que sou?
O que melhor faço?
O que amo fazer?
Sou viável?
Pagariam para fazer o que quero fazer?
É isso mesmo que quero?
O que é mesmo o que quero?
Claro que saberei o que quero
Estou encarnado
E na boa
Vou melhorar sempre
Sofisticados todos somos
Humanos herdamos a evolução diária
Então dia-dia ria de si
Desça já daí, menino!
Todos somos crianças como vocês
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Desatrelar-se na liberdade concentrada (in contemplation)

O espetáculo a dois
Que dá energia e motivos para depois*
Essa branda luz mostrando o que sou pra ti
E o que somos a nós
Perdida e confusa adolêscencia
A idade enquanto avança me amansa em paciência
Tire as crianças da sala
Saiam todos
Nos deixem a sós
Quero te mostrar uma coisinha
Esteja certa você vai ser amada
Aquela cama ali é uma piscina
Não só por entre as tuas pernas vou me atirar
Olhe nos meus olhos o quanto te amo
A fome que sinto é da tua presença
Me toque no toco
Te toco no boco
Tua beleza
Estou por ti louco
Esteja certa que não erro
Quando afirmo firme
A vida é nosso filme
O roteiro está nesse papel de já viver
Precisamos nos amar
Ponha-se aqui
Solte-se em nossas mãos e puras intenções
Vamos sermos
Abro a janela
Sussurro ao ar
Ou a quem quiser ouvir
A plenos pulmões
Feito uma pluma
Plano até a nossa cama
Deito e com jeito
Com minha língua esgrima
Desafio a tua
Suada
Desliga esse viciado ar
A brisa respire
Uma brasa
Um Brasil vazio
Eu Porto tu Rio
Atraca navio
Só você e eu no cáis
Fazendo o quê?
Advinha o quê?
O que quéis
Eu e você amando o mundo
Nossos gemidos onipresentes harmonizando tudo
Nossos corpos alados
Presenciando a criação na recriação
Não para
Agora
*Amemo-nos todos
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Rapidinha
Não adianta nada
Eu sou o que for
Mas sou com amor
Eu me sigo
Estou no fundo tentando
Estou me sentindo
Eu mudo e estou me seguindo
Cego não sou
Surdo não sou
Estou perdendo o controle
Mas mantenho o equilíbrio
O mundo que está ficando louco
O que fazer?
Meus heróis não existem mais
Digo lá fora
Digeri meus ídolos
No espelho projeto o mundo
O meu novo eu
Eu não sou mais eu
São Eu
Um milagre que não me larga
O sonho em minhas mãos esmurrugo
Esmurro o muro
A punho me descerro
O que está fechado me motiva
Meu ego desinfla
As pessoas flutuam em seus desejos
Eu montado na vontade
Sigo a vida suave
Nada de varde
Coragem ou covarde
Eu verde vejo a natureza
Mãe dessa minha pureza
Não
Não
O batuque desse peito
Leva meus eus a dançar
Não importam esses dias
Vou assim a meu prumo
Eu sou o que for
Mas sou com amor
Eu me sigo
Estou no fundo tentando
Estou me sentindo
Eu mudo e estou me seguindo
Cego não sou
Surdo não sou
Estou perdendo o controle
Mas mantenho o equilíbrio
O mundo que está ficando louco
O que fazer?
Meus heróis não existem mais
Digo lá fora
Digeri meus ídolos
No espelho projeto o mundo
O meu novo eu
Eu não sou mais eu
São Eu
Um milagre que não me larga
O sonho em minhas mãos esmurrugo
Esmurro o muro
A punho me descerro
O que está fechado me motiva
Meu ego desinfla
As pessoas flutuam em seus desejos
Eu montado na vontade
Sigo a vida suave
Nada de varde
Coragem ou covarde
Eu verde vejo a natureza
Mãe dessa minha pureza
Não
Não
O batuque desse peito
Leva meus eus a dançar
Não importam esses dias
Vou assim a meu prumo
Bye sai
Olhe em meus olhos
Raspe o resto de vida que há
A guerra entre nós tem que acabar
Vai
Sai
Faça um favor ao amor
Seja justa
Não diga jamais
Diga mais
Desça desse salto
Entregue-se é um assalto
Eu disse
Não há mais
Choro no teu colo
Amadureço solo
Esta estrada está errada
Me estafa
Nossos momentos feito estátua
A praça segue sem graça
Os pássaros
A garça
O garçom servindo alguém
Com tudo o que há de bom
Eu disse não diga jamais
Pois quem sabe?
Vai
Ai
Sai
Vem
Bem
Raspe o resto de vida que há
A guerra entre nós tem que acabar
Vai
Sai
Faça um favor ao amor
Seja justa
Não diga jamais
Diga mais
Desça desse salto
Entregue-se é um assalto
Eu disse
Não há mais
Choro no teu colo
Amadureço solo
Esta estrada está errada
Me estafa
Nossos momentos feito estátua
A praça segue sem graça
Os pássaros
A garça
O garçom servindo alguém
Com tudo o que há de bom
Eu disse não diga jamais
Pois quem sabe?
Vai
Ai
Sai
Vem
Bem
Tatuei eu te amo no universo desse verso
Eu já me despedi da noite
Aqueles comportamentos bizarros
No quarto brinco contigo
Trilho a volta dos monstros da noite
Aquelas coisas que sabemos bem
Vem
Eu já me acostumei a afundar nos lençóis
Nos pomos como dois sóis
A brisa leve leva ao paraíso dos gemidos
Agora eu sei sentir prazer
Pra ser
Humores exalam e exaltam
Estou de canto em seus olhos
A posição que você imaginar
Não é crime
Trilhe
Brilhe esta noite aqui
Quero
Eu quero é mais
Não vem com não tem
Escape por aqui
Eu vou voar por cima
Vai sair de dentro um outro
Parecido comigo e contigo
Veja no espelho de meus olhos o que estou sentindo
O brilho que me move
Me leva
E leva a dançar
A escuridão da noite não foi feita para os homens
As mulheres que nos preservem
Em cópula pulamos os dias
O brilho da noite não reflete mais em pratos em prantos
Pois eu e tu somos um
Uma
Somos o não ao mortal que somos
O crime por mais que rime
Aqueles comportamentos bizarros
No quarto brinco contigo
Trilho a volta dos monstros da noite
Aquelas coisas que sabemos bem
Vem
Eu já me acostumei a afundar nos lençóis
Nos pomos como dois sóis
A brisa leve leva ao paraíso dos gemidos
Agora eu sei sentir prazer
Pra ser
Humores exalam e exaltam
Estou de canto em seus olhos
A posição que você imaginar
Não é crime
Trilhe
Brilhe esta noite aqui
Quero
Eu quero é mais
Não vem com não tem
Escape por aqui
Eu vou voar por cima
Vai sair de dentro um outro
Parecido comigo e contigo
Veja no espelho de meus olhos o que estou sentindo
O brilho que me move
Me leva
E leva a dançar
A escuridão da noite não foi feita para os homens
As mulheres que nos preservem
Em cópula pulamos os dias
O brilho da noite não reflete mais em pratos em prantos
Pois eu e tu somos um
Uma
Somos o não ao mortal que somos
O crime por mais que rime
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Estrela Diurna
O ar bem me disse
Vou voar por ae
Em retalhos pelas tortas estradas
Sigo o sólsinho do amanhecer ao se pôr
Não desisto
Um espetáculo se anuncia
Um novo dia
O ar faz a tez dessa manhã outra vez
Mas a lua insiste
O luar bem sabe
O passado foi
Com ele quem amou
Impensável
Está anoitecendo de novo
O que está acontecendo?
Não estou te vendo
Ofusca-me
Espere aí
Vejo o que me ilumina
A mina funda
E o meu papel de ser o que bem imaginar
Sei que olhar pra ti é ver TV
Onde passa o programa
De nós num piquenique na grama
O sol no céu
Desvendando aos nossos olhos
As cores que possamos sentir
Enquanto nos amamos
Com nossas mãos
Em carinho agora desenhamos
O quanto nos queremos
E nus amamos
Vou voar por ae
Em retalhos pelas tortas estradas
Sigo o sólsinho do amanhecer ao se pôr
Não desisto
Um espetáculo se anuncia
Um novo dia
O ar faz a tez dessa manhã outra vez
Mas a lua insiste
O luar bem sabe
O passado foi
Com ele quem amou
Impensável
Está anoitecendo de novo
O que está acontecendo?
Não estou te vendo
Ofusca-me
Espere aí
Vejo o que me ilumina
A mina funda
E o meu papel de ser o que bem imaginar
Sei que olhar pra ti é ver TV
Onde passa o programa
De nós num piquenique na grama
O sol no céu
Desvendando aos nossos olhos
As cores que possamos sentir
Enquanto nos amamos
Com nossas mãos
Em carinho agora desenhamos
O quanto nos queremos
E nus amamos
domingo, 12 de dezembro de 2010
Meu dedo céu
Andei por andar até aqui
Vi que as desilusões são mais que simples lições
Bebi
Fumei
Em nada disso me achei
Dei-me uma mão
Não
Eu disse
Sofistiquei-me
Não aguentei mais papo e nem fumaça de bar
Laço meu lar
Qualquer lugar que eu queira estar
Bem sei
Lá estou
Onde houver alguém
Lá está meu amor
Em olhos passageiros leio
O ser ao que veio
Ontem dancei com meus pés
Não ando só por aí
Fluo e flutuo
Com meu dedo céu
Furo o futuro
Estou aqui e daí
Eu nunca amei tanto
Mas por enquanto prospecto
Aponto para as estrelas
As conto o que sou
A olho nu vejo tu
Estrelas estamos todos
Entre elas
Vi que as desilusões são mais que simples lições
Bebi
Fumei
Em nada disso me achei
Dei-me uma mão
Não
Eu disse
Sofistiquei-me
Não aguentei mais papo e nem fumaça de bar
Laço meu lar
Qualquer lugar que eu queira estar
Bem sei
Lá estou
Onde houver alguém
Lá está meu amor
Em olhos passageiros leio
O ser ao que veio
Ontem dancei com meus pés
Não ando só por aí
Fluo e flutuo
Com meu dedo céu
Furo o futuro
Estou aqui e daí
Eu nunca amei tanto
Mas por enquanto prospecto
Aponto para as estrelas
As conto o que sou
A olho nu vejo tu
Estrelas estamos todos
Entre elas
sábado, 11 de dezembro de 2010
Olhemos e façamos algo irmãos (pelo alto)
Sei o disque
Mas não disco
Corro o risco
Eu disse que
Arrisque
É agora ou nunca
Se não tiver olhos na nuca
Como o camarão a onda leva
Eu falei que nem que você pare
O crime continua
Mas sua vida mesmo é na rua
Essa é a malandragem
Não essa que se cria crua
Numa prisão
Que dia a dia no sistema
Te vicia no esquema
Selvagem índio de dois mil e dez és
A lei é se ques
Mas não é porque fomos escapelados não
O brilho do ouro fascina mais que vagina
A bandeira do meu eu é íntima amiga minha
Não sei de que cores sou
Tantas dores me cobrem
E ainda me cobram
É que não com números nem com cifras moralistas conto
Justiça há
Assim até aqui tudo houve
Algo que não tarda
Tipo o dia que você olha e vê de fato como é
Aquele antes e depois
De nascer e morrer
Estico os olhos só pra ver em mim amanhecer
Prendo minha boca e meu ouvido
Observo tipo um servo
O sou
Desvio das balas trocadas entre bem e mal
Olho nos olhos do vento que circunda o momento
E algo entra e nos inventa unidos
A única saída da vida
É a própria vida
Mas não disco
Corro o risco
Eu disse que
Arrisque
É agora ou nunca
Se não tiver olhos na nuca
Como o camarão a onda leva
Eu falei que nem que você pare
O crime continua
Mas sua vida mesmo é na rua
Essa é a malandragem
Não essa que se cria crua
Numa prisão
Que dia a dia no sistema
Te vicia no esquema
Selvagem índio de dois mil e dez és
A lei é se ques
Mas não é porque fomos escapelados não
O brilho do ouro fascina mais que vagina
A bandeira do meu eu é íntima amiga minha
Não sei de que cores sou
Tantas dores me cobrem
E ainda me cobram
É que não com números nem com cifras moralistas conto
Justiça há
Assim até aqui tudo houve
Algo que não tarda
Tipo o dia que você olha e vê de fato como é
Aquele antes e depois
De nascer e morrer
Estico os olhos só pra ver em mim amanhecer
Prendo minha boca e meu ouvido
Observo tipo um servo
O sou
Desvio das balas trocadas entre bem e mal
Olho nos olhos do vento que circunda o momento
E algo entra e nos inventa unidos
A única saída da vida
É a própria vida
REPido
Aquele cara ali
Pare
Pare pare
Eu sou um cara comum
Bebo e fumo um
Não sou de acordo com o que os cara fazem
Se bem que com a miséria que eu ganho nada sustento
Eu quero
Que as cores surjam
Não fujam das faces
Pare de só pensar nisso
Aquele cara ali ó
Não atire
Pum pum seu pum fede mais
Mas se bem que o que você ou quem você é
Tanto faz
Não sou do bem
Do mal nem
Mas em mim não jaz
Vamos lá
Mãos a obra
A polícia e os bandidos
Em nenhum deles acredito
Todos temos um de cada um em crédito
Parem ae na parede
Mãos ao alto
Tanto faz
Estou armado
Um homem se mede pela sua força e rapidez no gatilho?
Com a mente no coração responda
Um homem
Ou uma mulher valem pelo que tem ou não?
Sua boca está um horror sem esse grito
Não te faz
Não pise em mim
Eu não sou um besta que não sabe o que voces fazem
Eu me lembro de cada membro
Se bem que livre não fui até aqui
Por isso me ocupo com minhas letras
Analiso que o REP
É isso como a vida passa
Pare
Pare pare
Eu sou um cara comum
Bebo e fumo um
Não sou de acordo com o que os cara fazem
Se bem que com a miséria que eu ganho nada sustento
Eu quero
Que as cores surjam
Não fujam das faces
Pare de só pensar nisso
Aquele cara ali ó
Não atire
Pum pum seu pum fede mais
Mas se bem que o que você ou quem você é
Tanto faz
Não sou do bem
Do mal nem
Mas em mim não jaz
Vamos lá
Mãos a obra
A polícia e os bandidos
Em nenhum deles acredito
Todos temos um de cada um em crédito
Parem ae na parede
Mãos ao alto
Tanto faz
Estou armado
Um homem se mede pela sua força e rapidez no gatilho?
Com a mente no coração responda
Um homem
Ou uma mulher valem pelo que tem ou não?
Sua boca está um horror sem esse grito
Não te faz
Não pise em mim
Eu não sou um besta que não sabe o que voces fazem
Eu me lembro de cada membro
Se bem que livre não fui até aqui
Por isso me ocupo com minhas letras
Analiso que o REP
É isso como a vida passa
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Brilhar
Eu sigo no caminho do bem
E vou indo
Para a glória do espírito
Eu lavo os pés de quem És
Comigo a vida insiste
Danço sem muito ranço
Eu sigo que atrás vem gente
Como na frente
Uma orquestra de pensamentos lúcidos invadem a harmonia de minha vida
Não é fácil
Mas desde que eu era esperma é difícil e gostoso
Está chovendo?
Mas é claro que vai parar
Somente esse sol que está a brilhar
Esse infinitamente não sei explicar
Nem quero
Vou brilhar
E vou indo
Para a glória do espírito
Eu lavo os pés de quem És
Comigo a vida insiste
Danço sem muito ranço
Eu sigo que atrás vem gente
Como na frente
Uma orquestra de pensamentos lúcidos invadem a harmonia de minha vida
Não é fácil
Mas desde que eu era esperma é difícil e gostoso
Está chovendo?
Mas é claro que vai parar
Somente esse sol que está a brilhar
Esse infinitamente não sei explicar
Nem quero
Vou brilhar
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Star Emos
Sinto mais em mim
Tudo o que sentis por mim
Nos buenos Ares
Nossos olhAres nunca mais viram aqueles olhAres
Tudo muda inclusive to de muda
Lágrimaaas
Molham maaaas
Regam os que não arregam
E rasgam as regras
No piloto automático não acordo
Se não tá legal informo
Bato as portas
O verdadeiro e profundo amor
Flui e influi e tudo forma
Veja você como eu
Ou seja por ti ou por nós
O tempo que temos está aí em diante
Não tema venha
Acabe conosco
Pegue o que não presta
Junte
Unte
Enfie
Reto não torto
Pra descer e entrar
Não subir nem sair
Pra voltar e contar
Que andar contra o vento
É documento
As ondas de cada sentimento movem as montanhas do pensamento
Levanta essas duas montanhas gordas dessa cadeira
E dança essa dança
Pois no fim que não há
É bom dançar e cantar
Dropo meu ser estrela
A estalados beijos
Na busca
A busca?
Estar com quem se ama
E somos amados
Tudo o que sentis por mim
Nos buenos Ares
Nossos olhAres nunca mais viram aqueles olhAres
Tudo muda inclusive to de muda
Lágrimaaas
Molham maaaas
Regam os que não arregam
E rasgam as regras
No piloto automático não acordo
Se não tá legal informo
Bato as portas
O verdadeiro e profundo amor
Flui e influi e tudo forma
Veja você como eu
Ou seja por ti ou por nós
O tempo que temos está aí em diante
Não tema venha
Acabe conosco
Pegue o que não presta
Junte
Unte
Enfie
Reto não torto
Pra descer e entrar
Não subir nem sair
Pra voltar e contar
Que andar contra o vento
É documento
As ondas de cada sentimento movem as montanhas do pensamento
Levanta essas duas montanhas gordas dessa cadeira
E dança essa dança
Pois no fim que não há
É bom dançar e cantar
Dropo meu ser estrela
A estalados beijos
Na busca
A busca?
Estar com quem se ama
E somos amados
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Love-me tu

Eu não consigo
Até ficar cinza tento
Tô tonto
Não consigo
A estrada hoje em dia é minha escola
Ando paciente
Não me ataco
Meus olhos vermelhos não me irritam
Olha eu não sei mais
O que eu faço sem você?
O tempo não para
Mas pra mim não passa
Olha a garoa molha minha garota
Ela está nesta foto fofa
Por favor dê-me uma olhada
Tenho que existir pra ti
Vou lhe dizer sem explicar
Você me faz voar
Tenho que ter a chance de me mostrar
O a a a ar
Está ficando frio
Aquecer-te
Esquecer-te
Good bye
Não vai
Só você me faz
Aninha minh'alma
Estou bem aqui
E daqui livremente digo
Estou preso a ti
Atchim
Tipo uma doença incurável
Uma crônica indecifrável
Estou bem aqui
Love me
Love me tu
sábado, 4 de dezembro de 2010
Longa é minha ou O plano é ser pleno

Dentro de casa
Os espelhos me perseguem
Olho meus olhos como a dez anos atrás
Estou bem
Uma demorada visita na minha pupila
Não sou mais o que era a dez anos atrás
Evolui bem
Li em mim
Que nunca é tarde demais
Tive paciência de me esperar
Lá longe em minha íris
Ví-me sem verniz
Foi só
Só isso o que fiz
Pois é só só
Que somos nós mesmos
Largo o reflexo/nave do espelho externo
Me largo em mim
No lago de meu DNA
Em ondas quase que imperceptíveis me levo
Com paciência contemplo-me criação
O que estou fazendo?
Sem o reflexo de minhas feições
Estou em mim
Não há como mentir
Estou aqui e agora
Frente a frente comigo
Indivíduo endividado
Mas não dividido
Só Sou sózinho
Preciso de ti só depois
Pra depois nós dois...
Antes sou um
Não sou dois por que não há dois
Sou uno
Um saca-rolhas
Misturo
Só com paciência vejo a beleza do ouro
?Pra que tanto dinheiro
Pego meus joelhos e ajoelho
Desligo meu ego
Nada tenho e nada espero
Sou um zero em opção
O risco é meu
De ser mais um
Ou menos um
Sou é zero
O círculo
A figura perfeita
Coloco um ponto no meio
O Sol que sou
O match point
Uma lágrima outra forma perfeita
Escorrega água pela minha difícil face sem mágoas
Rugas caminhos que a mim levam livre mente
Estou é na real digitando-me
Porém saibam
Não sou o que digito
Eu grito um lá de dentro Eu grito
Ouço em eco tudo
Acredito em mim em mais nada
Sou dito um humano em minha intimidade
No barro nosso de cada dia
Uma semente e sua promesa de frutos sou
Meu coração aquece o paraíso
Pinto em mim o que sinto que sinto
É LUZ
Nada existe nesse deserto
Só Eu ê ê ê ê Eu
E e Eu Sou DEUS
Assim te amo
Mas tanto que chega a todos essa vibração
Vibro víboras lá fora
Amar-me não é fácil
Imagine amar-te
Embaralho o Mar
Amar
Marte
Com arte digo aos meus pés que sigam suas pernas
Suas
Mas tão minhas
Pois elas carregam o que depois de tudo deixaremos
Impossível
Eu meu Deus não tê-la minha Deusa por favor
Meu amor
Silêncio
Ouço nesse meu íntimo compasso seus passos
Aquela praia deserta e silenciosa
Daquele filme
Presencia
Nossa aventura a dois
Não sei como é Deus
Mas sinto alegria
Devo estar nisso
Corro ao encontro do instante
Corro e corro
Procuro mas não encontro
Paro na frente do espelho
E em lótus ou de joelho
Conecto
Do olho do Eu Furacão
Vibro
Por que quero e faço
Do vidro
Paz e Amor
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Mundo Cão
No fundo d’alma
Nos olhos estão gravados os momentos irrefletidos
E de novo contigo uma reprise
Se bem que...
O amor não sabe esperar é terno
Mas eu minto que me digo que não sinto
Eu sinceramente nada quero
É longa estrada que me leva a ti
Adoro viajar
O meu lar na real é viajar
Por mim sai o chão o céu o véu o vão
A linha do horizonte deitada mostra a vértice humana
A tentativa de resistir à tentação a quem se ama
E como assim?
A vida é essencialmente sofrer
Estou no chão a caminhar
Todos os caminhos levam a montanha
Mas só um sobe e sabe a manha
Eu bato a porta
O sol a pino é manhã
A fechadura dura se afrouxa
Com as coisas que saem de um coração que ama
Feito um trouxa te trouxe esse texto
Te amo e por isso não me detesto
Dou de testa nas paredes
Escuridão
Gentes não se amando
Tempestades se armando
Sigo suando
Ando por cima das nuvens
Com os pés no barro
Raízes
Deus dizes aqui pra nós
Pra que entendamos
Essa poeira na estrada é o que somos?
Nos olhos estão gravados os momentos irrefletidos
E de novo contigo uma reprise
Se bem que...
O amor não sabe esperar é terno
Mas eu minto que me digo que não sinto
Eu sinceramente nada quero
É longa estrada que me leva a ti
Adoro viajar
O meu lar na real é viajar
Por mim sai o chão o céu o véu o vão
A linha do horizonte deitada mostra a vértice humana
A tentativa de resistir à tentação a quem se ama
E como assim?
A vida é essencialmente sofrer
Estou no chão a caminhar
Todos os caminhos levam a montanha
Mas só um sobe e sabe a manha
Eu bato a porta
O sol a pino é manhã
A fechadura dura se afrouxa
Com as coisas que saem de um coração que ama
Feito um trouxa te trouxe esse texto
Te amo e por isso não me detesto
Dou de testa nas paredes
Escuridão
Gentes não se amando
Tempestades se armando
Sigo suando
Ando por cima das nuvens
Com os pés no barro
Raízes
Deus dizes aqui pra nós
Pra que entendamos
Essa poeira na estrada é o que somos?
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Enjoy-me
Nos meus olhos está refletido você
Não fale mais nada
Não me magoe mais
Eu faço minha história sofrida sim
Só assim estou livre do compromisso da eterna felicidade
Mentiras
Busco a verdade
E ainda mais que seu show já me enjoou
Sei que eu não sou tão bom
Mas você também não é tão boa assim
Aquelas flores lá estão
Nem sabe se são lindas
As são
Então esta noite amanhece
E eu não tenho mais você
Mas e daí
O amor não tem dono
E eu como um lobo a uivar ao restinho de luar
Esse lugar não quer meu estar
Não estou pra alugar
Me vendo assim
Indago meus bagos
Ando pelos pagos
De graça me dou
A quem aposta
O casamento é uma aposta
Onde se um perde
Todos perdemos
Portanto desfruto cada momento
Com meu pensamento voltado ao sentimento
O mais procurado por todos
O menos entendido
Mas quando achado
A vida se torna um eterno desfrute
Mesmo cansado não me canso
Amor o busco
Não fale mais nada
Não me magoe mais
Eu faço minha história sofrida sim
Só assim estou livre do compromisso da eterna felicidade
Mentiras
Busco a verdade
E ainda mais que seu show já me enjoou
Sei que eu não sou tão bom
Mas você também não é tão boa assim
Aquelas flores lá estão
Nem sabe se são lindas
As são
Então esta noite amanhece
E eu não tenho mais você
Mas e daí
O amor não tem dono
E eu como um lobo a uivar ao restinho de luar
Esse lugar não quer meu estar
Não estou pra alugar
Me vendo assim
Indago meus bagos
Ando pelos pagos
De graça me dou
A quem aposta
O casamento é uma aposta
Onde se um perde
Todos perdemos
Portanto desfruto cada momento
Com meu pensamento voltado ao sentimento
O mais procurado por todos
O menos entendido
Mas quando achado
A vida se torna um eterno desfrute
Mesmo cansado não me canso
Amor o busco
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Sara Mago
“E se as histórias para crianças fossem de leitura obrigatória para os adultos? Nós, os adultos, seríamos capazes de aprender o que há tanto tempo ensinamos?
A leitura dos contos para crianças teria de ser obrigatória para os adultos. Estes textos são fábulas morais, nas quais são ensinados valores que consideramos indispensáveis, como a solidariedade, o respeito ao próximo e a bondade. Mas depois, nós, os adultos, somos os primeiros a esquecer disso na vida real”.
José Saramago
A leitura dos contos para crianças teria de ser obrigatória para os adultos. Estes textos são fábulas morais, nas quais são ensinados valores que consideramos indispensáveis, como a solidariedade, o respeito ao próximo e a bondade. Mas depois, nós, os adultos, somos os primeiros a esquecer disso na vida real”.
José Saramago
Iceberg-se (olha o que fiz agora)

"A imaginação precede os sentidos
Sou sentindo estou pensando"
Andando no centro Alegre
Não como um louco
Percebo a delícia da vida
Encontros e desencontros
Nada compreendo
Livre quero ser
Portanto liberto
A luz está na ideia
Capaz de ser sou
Não me confunda com puras reflexões
O medo tem todas feições
Um pouquinho de mim aparece
Iceberg sou
És
Imagino
Sem profundidades
Mas esse momento é de fato
Um feto que se forma
O pensamento unido ao sentimento me adota
Os monstros outros se mostram
Importa é bater na porta
Todos de ombros
A mudança é assim
Sofrimento e alegria de estar "o" vivendo
E o transformando nessa melodia
Que me faz leve como a brisa
E firme como onde se pisa
Misturando na história
Minha minúscula vida
E dentre todas formam
O ventre momento
...Movimento...
Vem no ar a sensação de amar
Eu não quero correr
Eu vou devagar como uma criança a acordar
Eu não sei escrever assobiar
Assovio por aí mixes de sucessos
Estou livre em mim
E nos achamos assim
Eu não quero deixar de ser criança
Eu quero como uma criança ser
Livre e despreocupado como uma criança bem criada
Isto é uma brincadeira
Você está lendo você mesmo
Pois a criança está aí em ti
Na sua mão
Na sua voz
Na nossa ALEGRIA
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Te amo pô
Desisto de dormir
Passeio pelo condomínio
Penso rodar todos caminhos
Acordam-se os vizinhos
Circunferências sobre mi
O circo chegou
Conferências de cabeças alheias
Estou livre de olhares
Pus no meu reflexo tua íris
Como peixe satisfeito
Nado entre iscas
Arriscado?
Que nada
Tatuo no momento minha intenção
CALMA
À paz me dou em voz
Pacato pacaraio
Quieto papagaio
O ouvido ouço
O que diz meu és?
Essa surra da vida
Doce faço
Também
Depois de tantas passadas amargas
Passargada
A paz é o que importa
Estou em paz
Sou EU quem a faz
Lentamente escavo meu eu até achar-te
À luz de estrelas companheiras
Tê-la
Pinto em mim
Nossa tela
Atrelados estamos no agora
Nem quero mais
O que quero é você
A questão nem é mais o que sou
Nem onde estou?
Vamos
Embarque-se
Embarcamos
O laço certo
O espaço coberto
Nós em nós navegando
Certos e serenos
As pazes fazendo
Alá está no ar
Naquele ar aí
Que estás a respirar agora
Eternizando nossa amor meu bem
Eu te amo
Grito à olhares
Das janelas da alma
Sabes minha asa
Não funciona sem a tua
Tome essa rosa
Que envio via...
A puta que pario
Te amo pô
Passeio pelo condomínio
Penso rodar todos caminhos
Acordam-se os vizinhos
Circunferências sobre mi
O circo chegou
Conferências de cabeças alheias
Estou livre de olhares
Pus no meu reflexo tua íris
Como peixe satisfeito
Nado entre iscas
Arriscado?
Que nada
Tatuo no momento minha intenção
CALMA
À paz me dou em voz
Pacato pacaraio
Quieto papagaio
O ouvido ouço
O que diz meu és?
Essa surra da vida
Doce faço
Também
Depois de tantas passadas amargas
Passargada
A paz é o que importa
Estou em paz
Sou EU quem a faz
Lentamente escavo meu eu até achar-te
À luz de estrelas companheiras
Tê-la
Pinto em mim
Nossa tela
Atrelados estamos no agora
Nem quero mais
O que quero é você
A questão nem é mais o que sou
Nem onde estou?
Vamos
Embarque-se
Embarcamos
O laço certo
O espaço coberto
Nós em nós navegando
Certos e serenos
As pazes fazendo
Alá está no ar
Naquele ar aí
Que estás a respirar agora
Eternizando nossa amor meu bem
Eu te amo
Grito à olhares
Das janelas da alma
Sabes minha asa
Não funciona sem a tua
Tome essa rosa
Que envio via...
A puta que pario
Te amo pô
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Estou são em drogas demais

Penso seriamente no momento em que vivo
Estou bem
Tô com frio, ligo o ar...
Minha carteira tá recheada
Mesmo assim estou sofrendo muito
Não estou feliz
Quero evoluir
Meu bem-estar
Essa comodidade
Nada me satisfaz
Quero a minha voz
Quero falar
Sinto-me responsável pelo viciado
Pela mãe jogada ao chão com seu filho no colo
Não me calo
Sinto-me responsável pelas estatísticas do trânsito
Pelas árvores
Pelo mar
Por você não me amar
Pela fome
Pelos mortos em assaltos
Toma-me uma deprê
Tanto por fazer
Hoje acordei PRA FAZER
Todos queremos viver
E temos mais ou menos os mesmos desejos
Os animais não querem sofrer
As plantas querem água
Todos querem, no fundo, a paz
Ninguém quer morrer
É importante alargar minha imaginação nesse exercício que é a vida viver
E continuar a evolução
Refino a farinha dantes
Fabrico imagens pensantes
Full HD é pouco
Sofisticado é ser ser humano
E Eu Sou
Meu pensamento tem no mínimo a velocidade da luz
Meus sentimentos são infinitos
Sou meu melhor
Estou aqui e sou o resultado de toda a evolução
Não estou competindo nesta loucura atual
Aproveito essa oportunidade bagual, mesmo que imaginária
O mundo é feito de possibilidades
A tecnologia de hoje foi antes imaginada
Logo projetada e fabricada
Tudo o que há
Foi fabricado primeiro na imaginação
Pode ser ilusão
Mas eu amo todos
Irmãos e irmãs
Então do que adianta
Eu jantar quentinho
Enquanto na rua tem alguém sem pão
Pensar nos demais me traz dignidade
Exercito minha compaixão pelas pessoas
Some a dor
Utopia?
Utopia é tentar ser feliz deixando tudo como está
Amo todos sim
Quanto mais difícil for amar
Lá estarei a me exercitar irrefletidamente
Sei que amar bandidos parece impossível
Mas dói saber que eles se criam no beiço de minha indiferença
É preciso amar o errado até ele se trocar de lado
É preciso despregar o que está na cruz pregado
Respeitar a matéria desapegando-se
Estou buscando no meu íntimo o amor legítimo
É quando sinto me vivo
Criatura divina
Assim satisfeito com o feito
Inflo o peito e digo a mim mesmo
Estou em paz a amar
Destros, canhotos e manetas
(versão em linguagem simplificada, elaborada pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos em celebração do 60º aniversário da Declaração Universal)
1. Todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direitos.
2. Toda pessoa deve possuir os mesmos direitos e liberdades, sem qualquer distinção.
3. Toda pessoa tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal.
4. Ninguém será mantido em escravidão ou servidão.
5. Ninguém será submetido a torturas ou castigo cruel.
6. Todo ser humano será reconhecido como pessoa perante a lei.
7. Toda pessoa deve ser protegida igualmente perante a lei, sem discriminação.
8. Toda pessoa deve ter acesso à justiça para reparar violação dos seus direitos.
9. Ninguém será arbitrariamente preso, detido ou exilado.
10. Toda pessoa tem direito a julgamento público, imparcial e justo.
11. Toda pessoa acusada será presumida inocente até que sua culpa seja provada.
12. Ninguém sofrerá interferências em sua vida privada, nem ataques a sua honra e reputação.
13. Toda pessoa tem o direito de ir e vir, bem como o de residir dentro ou fora de seu país.
14. Toda pessoa perseguida tem direito a procurar asilo em outro país.
15. Toda pessoa tem direito a uma nacionalidade.
16. Toda pessoa tem o direito de constituir família, mas não será obrigada a isso.
17. Toda pessoa tem direito à propriedade, só ou em sociedade com outros.
18. Toda pessoa tem direito à liberdade de pensamento, de consciência e de religião.
19. Toda pessoa tem direito à liberdade de opinião e de expressão.
20. Toda pessoa tem direito de se reunir e de se associar, pacificamente, não podendo ser obrigada a isso.
21. Toda pessoa tem direito de participar do governo, de ter acesso ao serviço público e de eleger livremente seus representantes.
22. Toda pessoa possui direitos econômicos, sociais e culturais.
23. Toda pessoa tem direito ao trabalho, a um salário justo e à sindicalização.
24. Toda pessoa tem direito ao repouso, ao lazer e a férias remuneradas.
25. Toda pessoa tem direito à saúde, ao bem-estar e à proteção social, principalmente as mães e as crianças.
26. Toda pessoa tem direito a uma educação de qualidade, que garanta o pleno desenvolvimento da personalidade humana.
27. Toda pessoa tem direito a participar da vida cultural e receber os benefícios do progresso da ciência.
28. Toda pessoa tem direito a uma ordem social e internacional onde cada país respeite os princípios desta declaração.
29. Toda pessoa tem o dever de contribuir para que os direitos de todos sejam respeitados, conforme os princípios das Nações Unidas.
30. Nenhuma pessoa, grupo ou Estado poderá suprimir os direitos e liberdades estabelecidos nesta Declaração.
1. Todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direitos.
2. Toda pessoa deve possuir os mesmos direitos e liberdades, sem qualquer distinção.
3. Toda pessoa tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal.
4. Ninguém será mantido em escravidão ou servidão.
5. Ninguém será submetido a torturas ou castigo cruel.
6. Todo ser humano será reconhecido como pessoa perante a lei.
7. Toda pessoa deve ser protegida igualmente perante a lei, sem discriminação.
8. Toda pessoa deve ter acesso à justiça para reparar violação dos seus direitos.
9. Ninguém será arbitrariamente preso, detido ou exilado.
10. Toda pessoa tem direito a julgamento público, imparcial e justo.
11. Toda pessoa acusada será presumida inocente até que sua culpa seja provada.
12. Ninguém sofrerá interferências em sua vida privada, nem ataques a sua honra e reputação.
13. Toda pessoa tem o direito de ir e vir, bem como o de residir dentro ou fora de seu país.
14. Toda pessoa perseguida tem direito a procurar asilo em outro país.
15. Toda pessoa tem direito a uma nacionalidade.
16. Toda pessoa tem o direito de constituir família, mas não será obrigada a isso.
17. Toda pessoa tem direito à propriedade, só ou em sociedade com outros.
18. Toda pessoa tem direito à liberdade de pensamento, de consciência e de religião.
19. Toda pessoa tem direito à liberdade de opinião e de expressão.
20. Toda pessoa tem direito de se reunir e de se associar, pacificamente, não podendo ser obrigada a isso.
21. Toda pessoa tem direito de participar do governo, de ter acesso ao serviço público e de eleger livremente seus representantes.
22. Toda pessoa possui direitos econômicos, sociais e culturais.
23. Toda pessoa tem direito ao trabalho, a um salário justo e à sindicalização.
24. Toda pessoa tem direito ao repouso, ao lazer e a férias remuneradas.
25. Toda pessoa tem direito à saúde, ao bem-estar e à proteção social, principalmente as mães e as crianças.
26. Toda pessoa tem direito a uma educação de qualidade, que garanta o pleno desenvolvimento da personalidade humana.
27. Toda pessoa tem direito a participar da vida cultural e receber os benefícios do progresso da ciência.
28. Toda pessoa tem direito a uma ordem social e internacional onde cada país respeite os princípios desta declaração.
29. Toda pessoa tem o dever de contribuir para que os direitos de todos sejam respeitados, conforme os princípios das Nações Unidas.
30. Nenhuma pessoa, grupo ou Estado poderá suprimir os direitos e liberdades estabelecidos nesta Declaração.
Canibais dessa ativa intuição de sentir que o Pai nosso não está só no céu...Ó...

O tempo passou pra mim como pra ti
Olhe pra nós
O tempo passa e nos amarrota
As noites coladinhas aos dias são
Nossas lembrancinhas
Senti que não ia aguentar
Parei de pensar
Quem é jovem não sabe bem
Como é bom amadurecer
Eu manchei minha pele no Sol
Tentando me bronzear
E o Sol aqui dentro me adourando
Espalhe por aí que o relógio mente
Que a moça
Linda
Do tempo
Mente
O tempo está na mente sinta
Volto lá novamente
A estrada está cheia de gente envelhecendo
Vejo a velocidade das rugas se formando
Cada fio alvo ficando
?Por que que eu sou assim
Paro o tempo
Para dar um tempo
Eu desço ao íntimo
Portanto caio em mim com estilo
A emoção da velocidade que me adentro é tanta
Que saio e danço aqui no meio feito criança
Todos pensam
Acaso sou louco
Sabe
Sou mesmo
Molho a garganta a saliva
Me salvo
Meus heróis morreram
Só sobrou o ÓSI
Meus amigos
Me abandonaram
Meus amores?
Não amadureceram
Dores que nos fazem crescer
Eu só posso falar sobre mim
Eu sou assim
A minha história confunde-se com o mundo
Eu não ligo
Mas as noites são longas
Eu não quero que sintam minha melancolia
Por que na real isso me trás alegria
Eu quero que todos
Caso queiram
Comigo dançem e cantem na eternidade
Naquele momento que não acaba
Onde o chão some
O céu claro que não há
Onde estamos em nós atados
Genéticamente conectados
Lendo nos cromossomos segredos
Escrevendo novos destinos
Atlantes
Lêmurianos
Humanos
Sempre somos Estrelas estreantes
Cada um de nós um universo um sol
Caoticamente (con)vivendo só
Sendo cada um o pensamento seu
E esse pensar em velocidade luz
É a nossa alma viajante
Se alcançando
Formando o Onipresente
Somos elos
O Todo em semente projeta um mutirão
Para todo irmão
Tudo o que há
Em harmonia
Sete cores
Sete notas
Todas as letras silentes
No papel
Na tela desse PC
É tudo pra você
Que somos nós nessa voz da consciência
Estou exausto
Não desisto
Não vendo meus sonhos
Estou vendo tudo junto
Se é imaginação tudo é então
Retiro o véu da ilusão
Estou em fusão
Invento de inverter as polaridades
Num salto chego aí
É verás que está tudo aí em ti
Como aqui em mi
Não precisa enxergar
Sinta
Está tudo aqui Ó
Nesse coração que te ama
Que não te entrego
Use o seu
Ame a vontade
Mesmo que não seja eu
A verdade é tão simples
Nascemos para nos amar
domingo, 21 de novembro de 2010
Set clip InJet rock em sua juventude e na vida toda
Entendam, fãs de outros estilos musicais
Mas o rock é a atitude de ser jovem
Não me venha com baboseiras tipo; roqueiros são drogados
Penso que ser jovem e não sentir o rock bater na pele
É como se entregar a manada
É não fazer nada
Claro que tocar um instrumento de cordas é mais difícil que batucar e rebolar
Mas o gostoso de ser jovem é encarar as comodidades das facilidades
E inovar
Não ser só mais um
sábado, 20 de novembro de 2010
Saldeidade
Mas o que eu sou?
Eu sou um pum
Um flato
De um intestino destino metido a flauta
Pauso
Me uso
Fedo vivo
Urro uma dor que na realidade não há
Mas nesse mundo há
To sentindo o ar
Feito um pum
Que não vemos
Mas sentimos
Invado a eternidade
E conto a boa nova
Me rio balsa
Bálsamo
Desancorei meu espírito
Eu sou a mudança
O amor não para
Minha família é isso aí
TODOS e TUDO
É o mundo das crianças
O brinquedo dos adultos
As pedras do caminho
Aquele animalzinho
Sabe é jóia
O anel que se usa
O troféu que ergo sou eu
No horizonte está a liberdade aprisionada
Não
Não não há livre arbítrio
É penalidade máxima ser feliz
Vem algo cobrar
Estou livre em minha melancolia
Bom dia vida
Bom dia morte
Amor te tenho pra sempre
Não junto a mim
Mas sim
Livres como nunca
Olhe meu olhar
Está em cada abraço acalorado
Estou aqui
Estamos assim
Sem dúvida essas lágrimas
Formam o mar
Saiba que cada gota daquelas ondas
Somos nós
Que cheio de ondas nos achamos mais
Amo amar o mar
Amo as praias
De minha loucura as raias
Esse dias Ele quis me levar
Mas o Mar sentiu em mim nossa essência
Senti Deus em excelência
Choro sim
Essa chuva em mim
Sou eu sei
Retornando a mim
Tem coisas que não analisamos pra saber
Simplesmente sentimos
Que a somos
Eu sou um pum
Um flato
De um intestino destino metido a flauta
Pauso
Me uso
Fedo vivo
Urro uma dor que na realidade não há
Mas nesse mundo há
To sentindo o ar
Feito um pum
Que não vemos
Mas sentimos
Invado a eternidade
E conto a boa nova
Me rio balsa
Bálsamo
Desancorei meu espírito
Eu sou a mudança
O amor não para
Minha família é isso aí
TODOS e TUDO
É o mundo das crianças
O brinquedo dos adultos
As pedras do caminho
Aquele animalzinho
Sabe é jóia
O anel que se usa
O troféu que ergo sou eu
No horizonte está a liberdade aprisionada
Não
Não não há livre arbítrio
É penalidade máxima ser feliz
Vem algo cobrar
Estou livre em minha melancolia
Bom dia vida
Bom dia morte
Amor te tenho pra sempre
Não junto a mim
Mas sim
Livres como nunca
Olhe meu olhar
Está em cada abraço acalorado
Estou aqui
Estamos assim
Sem dúvida essas lágrimas
Formam o mar
Saiba que cada gota daquelas ondas
Somos nós
Que cheio de ondas nos achamos mais
Amo amar o mar
Amo as praias
De minha loucura as raias
Esse dias Ele quis me levar
Mas o Mar sentiu em mim nossa essência
Senti Deus em excelência
Choro sim
Essa chuva em mim
Sou eu sei
Retornando a mim
Tem coisas que não analisamos pra saber
Simplesmente sentimos
Que a somos
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Pauso-me
Por ternura em pedreiras
Por trêmulas bandeiras
Começo o reinício
Entendo um pouco mais as loiras
Como as morenas
Eu pego a free-way
E sigo só parecendo gay
O que não sou sei
O que as mulheres querem
Quando não sentem?
pois algumas garanhonas arrumadas
Sabem que dão para quem quiserem
Se dão ou não
Não sei
Sei que parecem os machos do passado
Coisas que a humanidade não precisa mais
Mas comer é evoluir
Apesar de ser você que engole a minha
Boca
Eu sou rebelde
Quero as outras
Ignoro o momento
Pago a de nojento
E não pego qualquer vaga
Na crista da onda vago
O mar tem dessas fases
Mergulho em frases
Me retiro do orgulho
Acho um bagulho (entulho)
Emirjo
E mijo em cada poste
Marcando meus passos
Escassos
Tiro minhas calças
Mostro minhas partes
Mas não tanto
Quanto
Quando estou escrevendo
Mas eu não sou mais como era
Pois tudo muda nós dois
Estamos todos entregues
Antes mesmo de agora virar depois
Por trêmulas bandeiras
Começo o reinício
Entendo um pouco mais as loiras
Como as morenas
Eu pego a free-way
E sigo só parecendo gay
O que não sou sei
O que as mulheres querem
Quando não sentem?
pois algumas garanhonas arrumadas
Sabem que dão para quem quiserem
Se dão ou não
Não sei
Sei que parecem os machos do passado
Coisas que a humanidade não precisa mais
Mas comer é evoluir
Apesar de ser você que engole a minha
Boca
Eu sou rebelde
Quero as outras
Ignoro o momento
Pago a de nojento
E não pego qualquer vaga
Na crista da onda vago
O mar tem dessas fases
Mergulho em frases
Me retiro do orgulho
Acho um bagulho (entulho)
Emirjo
E mijo em cada poste
Marcando meus passos
Escassos
Tiro minhas calças
Mostro minhas partes
Mas não tanto
Quanto
Quando estou escrevendo
Mas eu não sou mais como era
Pois tudo muda nós dois
Estamos todos entregues
Antes mesmo de agora virar depois
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
CreoMi

Parar sem querer parar
É uma calmaria falsa
Um ir sem querer
Logo vem a bomba
E ela está explodindo agora
Toma-me uma fissura que...
Agora me fura
Nada há mais para destruir
Estou na sala de estar dos monstros da noite
E eles se apresentam diariamente
O cheiro da cola me repuna
Mas eu vou mais
Além do que me assola
Eu disse a mim assim
Eu me amo
Agora quero
Não posso me abandonar
Eu não me abandono
Eu fecho meus olhos
Esse não é o fim que quis para mim
Somos meios
Não há fim algo me diz
Intuo-me
E me digo
A gang das horas dizem sempre há tempo
Ocupo meu espaço
E de cálculo em cálculo descalculo
E...
Tímpano diga
De dentro algo
As janelas internas se abrem
Microcosmo
Macrossomo
Desmaneio-me
Do que vivo leio
Estendo meu entender
Eu sempre sou
Nunca fui
......8@......
Fé Li Cidades
New York
Quebro os muros da facilidade
Sem Internet dessegrego
Rolo sem um centavo ou...
Sente estou de pé
E quero dizer que nada mais quis
Do que ser feliz
E quero embora todos vamos
Por causa de um disse dois
E mais todos os números
Com arimetria
Imagine o barulho a noite
Anote sempre amanhece
Não importam as portas
Você não vai sair daqui
Sem saber mais
Agora saiba
Pois não há jamais
Nova Roupa
Quebro os muros da facilidade
Sem Internet dessegrego
Rolo sem um centavo ou...
Sente estou de pé
E quero dizer que nada mais quis
Do que ser feliz
E quero embora todos vamos
Por causa de um disse dois
E mais todos os números
Com arimetria
Imagine o barulho a noite
Anote sempre amanhece
Não importam as portas
Você não vai sair daqui
Sem saber mais
Agora saiba
Pois não há jamais
Nova Roupa
Fora de contextos externos
Sei que vais
Leia
Viva
E venha ao mundo dos que escrevem mais
(hiato obrigatório)ponto de tomada de decisões
A(s) (m)aioria(s) prefere(m) a(s) ilusão(ões)
Sei que o que está escrito escreveram
Escravo não sou disto
Ando por aí digitando isso aqui
Imagino
Intuo
Digito sem análises
Tenho certezas antes de obtê-las
Sangram as feridas
Cicatrizam-se sem pensar
Assim funcionam-se vidas
Singro rimas que dão tabefes em mim
Entro sem fugas no fim
E me faço em vida antônima sim
Leia
Viva
E venha ao mundo dos que escrevem mais
(hiato obrigatório)ponto de tomada de decisões
A(s) (m)aioria(s) prefere(m) a(s) ilusão(ões)
Sei que o que está escrito escreveram
Escravo não sou disto
Ando por aí digitando isso aqui
Imagino
Intuo
Digito sem análises
Tenho certezas antes de obtê-las
Sangram as feridas
Cicatrizam-se sem pensar
Assim funcionam-se vidas
Singro rimas que dão tabefes em mim
Entro sem fugas no fim
E me faço em vida antônima sim
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Lê muros Atlântes

Músicas e Mistérios Me rondam
Refino-me ao sublime partindo do íntimo
Busco em minhas células a sabedoria guardada no DNA
Sinto o cheiro do amor
Desarmazeno Nazareno
A intuição me guia pelo mundo subterrâneo até ao mais alto cume
O Tsunami interno me inunda
Minha alma resguardada na mais profunda e elevada ótica
Um dilúvio dissolvendo meu ego em ser
O mundo se reilumina
A energia do medo me transforma no puro amor de Cristo
Dos cristais me vejo dentro de cada pessoa em onipresença
Um novo eternamente Eu Sou Sou
O mundo é o que sinto
A energia flui pela minha espinha
Sobe o prazer de ser estando
Descarregando em energia toda a matéria
Em luz em espírito ao infinito
Concentro em atenção
Me levo a contemplação de uma auto-realização planejada a idos
Agora é o momento de ser
Do poder da harmonia
Do amor que vem confiante de dentro
É a verdade em verdade dita
Auto percebida em mi
Que jogo em prantos aos ventos
Espalho a missão mais que humana
Além de mim
A tem também
Te mete
Use a Internet
E AMA
*descrevi o que li no código genético inscrito em mi
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
domingo, 7 de novembro de 2010
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Star sendo (prospectando terremotos, tsunamis, erupções e furacões de mi)

Tocam-me até as paredes
Me toco
Quero isso pra mim?
Falo com a minha essência
-Pelo que minha experiência nesta existência permite-
Falo ao meu segredo que se contenha
O estou indo salvar
Me toco internamente que sublimo
Começo sendo música e danço
A glória da existência é atingir a essência
Calma la Alma
Todo o tempo é agora
O sinto livre como tudo
Todos temos e queremos a mesma essência?
O que?
O que sou me chama
E sabe que me ama
O que disse?
Não pense
Sente!
Um
Mas Um Todo
Com centro aqui, lá e aí
Mas eu...
Eu estou dançando
Sumo livre
Rolo por aí
As vezes nem tão forte
Sou doce sim
Coloco em mim
A responsabilidade de...
Eu?
Eu estou dançando
Some o sumo
?Mas o que que eu quero
Tenho do universo o mapa
Entretanto
Ainda não sei o destino
Erro até acertar
Ex-tudo
Estou Sendo
...SOCORRO...\o/...
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Seu cantor(a) preferido(a) canta com esse virtuosismo?
Cuidado. Existem músicas que só querem sua grana e causam emoções baratas, para que você rasteje entre migalhas, conformado.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Pepsicólogo de cocainômanos (Star Me Sendo)

Outro final de ano
Resistirá aos fogos teu olhar?
Teu eu a se perguntar!
Uma ponta?
No caís da esperança
Fumando a certeza de estar
Está! Certo de si
Decidi a mim descer
Para todo mal há culpa de não ser?
Me extinguo no infinito
Vomito da bile o verde esperança
Velho como criança
Resistirá aos abraços seus braços?
E os antigos laços?
O ano novo virá?
E será de onde você imaginar?
E é de lá que vem tudo o que há?
A questã não é quem sou
?É o que estou sendo?
Enquanto respirar
Não vou parar de me ser
Mente em cascata
Efeito borboleta me casta
Em alegria comenta a estrela
La entre elas estou?
Quem me vê a mirá-la?
Admirá-la?
Cafungo sim
Mas meus humores
Pra estudá-los
Sou seres em estágios de ser
Respostada de um filho rebelde que ama a mãe em igualdade ao amor ao seu pai

Mãe
Eu te amo
Me permito mãe falar
Você eu errrrrrrrrro
Falo por nós enquanto filhos
Pai
Eu errrrrrrrrro
Mas mãe é mãe
E pai é pai
Eu descaradamente amo-os
Óbviamente
Chamem-me do que for eu vou
Mas mãe por ti passei e sei
Que não há nada que nos una mais
Do que eu e você
Eu disse descaradamente mãe
Eu te amo mais
Mas igual ao meu pai
Não me cobre
Pelos errrrrrros
Eu te amo mãe
Me perdoa
Perdoa teu filho ser cabeçudo
Me arrasto pela rua mãe me perdoa
Eu errro menos
Entendo que não devo o que não posso
Eu Te AMO
A luz fecunda-me
Eu respondo sim ao fogo nessa água
Me lavo de água morna
Por mais que...
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Eu que rondo emoções
Me fuderam até aqui
Engraçado não quero me cobrar
Depois de tudo o pra sempre acaba
Estranho pareço estrangeiro
O som de nosso beijo em meus lábios sinto
Transfiguro
Mãe estou seguro de que estou me saindo bem
Pelo que eu me lembro
Estou escutando
Depois da festa
Me enfrentando entre estrelas
Mas
Bem
Mãe/Mulher
Te senti saindo da vagina
Eu quero
Eu quero voltar imagina
Te amar
Não há um pra sempre que conte
O quanto eu
Eu te amo
E assim Pai/Mãe juntos
Em mim continuo o seu amor
Me gerando
Estou lhes sendo
Sidarta - minha carta

Amo e rio
Rio do que não amar
Desfilo pela rua
Os seus olhares me desnudam
Ontem ví-me livre atravessar
Toquei-me em essência
Insisti na existência
Achei-te amor
E é
Sou eu e você sendo variados
Nos tocamos onde mais amamos
E por mais que complique
Livre procure-me
Voe como o ar a mim
Responda o por que de existir e insistir
(Arfo)Ventos livres
Suspiro um vento
Que piro se não invento
É isso aí
Sou isso aqui
Te abraço
Me abraço
Balsa somos
Quero minha causa

Quanto mais me dou
Mais me cobram
Dou meu nome
Querem saber mais
?Mas quem eu sou
Nesse lugar
Nesse meu cérebro
?O que sou
A vida uma escola
Um jardim quero alugar
Entrar num regressar
Egressar de volta
Um regresso em progresso
Me excedo em excesso esso
Tipo ostra recomeço
Me conheço
E sei que me desconheço
Puta merda
Me ver me vendendo
Digo não
?Minha dor alguém quer comprar
Eu vou onde ninguém quer
Estúpido digo que estou bem
?Onde coloquei-me
Estou me sendo sem graus
E no fim a história sempre continua nua
Dependendo da sua roupa
Vou me revestir
Tipo um comprimido espremido
Um gemido
Úi
Minha base está no centro da cauda
Minha cabeça balança
Não querem me dar minha casa
Minha causa
Mesmo assim garota digo pra ti
Que eu mesmo sendo assim
Eu te amo
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