sábado, 17 de outubro de 2026

Excercicios íntimos de olhar para dentro e ver mais

 



A mente é o Elo entre o corpo físico e o espírito. Agora o que é e pra que usamos isto? Vamos descobrindo vivendo o que viemos viver. Caminhando juntos, inteiros dentro de nós mesmos, por nós mesmos nos unindo ao mundo, ao universo de nossos versos em verbos que somos... inconclusos e inescrutáveis saberes...em promessa de sermos sementes não só mentes...


SOLDADO DE PAPEL

 



 

Aos Primitivos eus que se comunicando comigo tornam-me (tronam-me) no Eu Sou que Sou Eu

 

Escrevendo e lendo a lenda de sermos nós mesmos o que sabemos. E você que está me lendo, no fundo sabe do que estou falando. Não vou parar no ar e chorar pra dentro de tanto sentir e pensar. Sabe que com meus olhares íntimos vejo a minha biologia mais íntima.

A curiosidade de toda a humanidade me agarrou. Ou eu sou quem eu penso que sou. Ou nada disso é o que penso. Mas se eu sinto tudo isto, então sou tudo o que sinto, se não sou o que sinto. O que estou sentindo que sou?

E há no ar e na água mais que o ferro leva a pesar eu sinto que o ra venta e inventa de evaporar minhas lágrimas que sublimam meu pesar, meu pensar, meu pensar

Vou deixar fluir esta água ela sabe onde chegar

Eu coloco meu soldadinho de papel e vou descrever esta aventura do meu universo íntimo e os intimo nobres leitores eleitores todos somos votando voltando para casa

E ái ái

O que descrever desse meu sentir além de que estou aqui no além

Sou passional, emocional, e mais muito mais que todos esses meus ais que saem em sais e cada vez mais e mais

Talvez eu esteja destilando o veneno de viver com medo

Ou quem sabe a leveza de ter coragem de buscar as cores das dores e descrevê-las com equilibrado amor.
Vou tomar um chá de hortelã e descansar pois amanhã tem mais

Tenho voragem de saber que horas são?

Que meu texto não seja nem uma oração seja todas que brotam de meu coração em ação metal. Elificando ligando eletrificando meu coração no tic tac eterno de bater a porta dos segredos mais íntimos que átomo guarda. Moleque de molecular de celulares

Olha aí no celular vê se tem uma mensagem em uma canção pra mim

Estou digitando tudo isto de jato e sem pressa

Sem Ctrl C e nem Ctrl v

terça-feira, 13 de outubro de 2026

Eu e True ou Não me incinero

 



 

Raios está chovendo de novo

O inverno quer me testar

Eu vou resistir

Ou re-existir

Eu nunca quis passar por isto

Mas vou passar

O certo seria não passar por isto

Mas vou ter que passar

E está frio aqui

Estou molhado até os ossos

E o céu nublado venta

E inventa de chover mais

A rua e eu

Estamos inundados

Cadê eu me procuro no vendaval

A tempestade vai passar, sei

Chove

Faz sol

Desde sempre

Só que eu estou sofrendo

Sei que estou crescendo

Querer sendo estou sendo meu que posso

E vai parar de chover

Olha lá quem vem vindo...

Outra chuva, frio e mais vento

Está chovendo até aqui dentro

O que eu faço

Não sei o que fazer

Vou correr na chuva

Nela ninguém vai ver que estou correndo e chorando

Corro e choro

E Rio

Subindo

 

segunda-feira, 12 de outubro de 2026

As vezes

 



 

Ou não

Sou fraco mesmo

Eu tenho que correr atrás dela

Não cigarro eu não fumo

Prefiro o silêncio de respirar sem chiar

E do meu lado esquerdo do peito que bate ela

Ela quer entra e sair de mim, enquanto quiser

Mas não é bem assim as coisas do coração

Ok fiquei na mão

Estou na contra mão

Isto que escrevo é enfim

O início de um grande amor

As vezes eu achei que era o fim

Mas que não tinha que ser assim

Ok certo

Fiquei na mão

As vezes eu achei que eu estava no fim e voltei

Assim é o amor

Quando a gente jura que acabou

E eles está lá em brasa esperando um suspiro

Um ar para voltar a respirar

E viver o que não podia mais

sábado, 10 de outubro de 2026

Counter do blog já temos 220 mil acessos vlw peoples

 Como saber se deu certo?

Após salvar no Blogger, o Google Analytics pode demorar até 24 ou 48 horas para começar a gerar os gráficos detalhados.
Para testar na hora se está funcionando:
  1. Abra o seu blog em uma nova guia do navegador (ou no celular).
  2. Deixe o blog aberto e vá para a página inicial do seu Google Analytics.
  3. Clique na aba 📊 Relatórios e depois em Tempo Real.
  4. Se o código foi colado corretamente, você verá pelo menos 1 usuário ativo (que é você mesmo) aparecendo no mapa!
Você conseguiu encontrar o campo "ID da propriedade do Google Analytics" dentro das configurações do Blogger ou ele não está aparecendo para você?

Resgate-me-nos em Poesia Incidental, não acidental

 




O tempo vaza, dias que não saio de casa

A vida não para, estou parado numa poça

Resgate-me

Estou afundando na cama e no sofá

Sem dormir rolando vida abaixo

Toque em mim resgate-me

Estou na frente da tela

Resgate-me agora

São 36 horas sem dormir

E some o gosto, o prazer. Some tudo

Cadê, todo mundo que não me entende

Atendam, me resgatem

Numa poça rasa afogado

E o tempo vasa

Só em casa e o sol lá fora entrando pelas rachaduras se fechando

Se bem que é bom viver! 

Vou continuar a me desnudar aqui

-Não pare de tentar daí

Estou tentando daqui

Vamos conseguir

-De tanto chorar por dentro

Inundei meus pensamentos

Veja pelos meus dedos digitando

Estou gritando: Resgate-me

São de novo seis horas da manhã

Eu não dormi de novo

E o sol da minha cara

Como fosse do Zen uma vara 

Estou em mim

E eu não tenho fim

-A gente é assim

Até achar o fundo não pisamos no nosso mundo

E de lá mais forte e amoroso voltamos

Mas sem pressa, nem pressão

Ache seu mundo, estamos aqui de mãos dadas

Te esperando

-Sou eu mesmo escrevendo que estou me ajudando

Estou me dando as mãos, escrevendo dedo a dedo

Digitando. Estou aqui

Ok! Já vou terminar este texto

O tempo escoa vaza como num quadro de V. Dali

Salvador de Si

Vida, vida antes de setembro, da família é um membro

Se lembro bem é a primavera agora

Retornando o sol

Em flashes iluminando,  o mundo vindo

Da mina funda que funda o trem da minha vida

Não importa nada, vou bater na porta até abrir

E enxugar minhas lágrimas com suspiros do que vem vindo

Eu sei bem me disse isto

Não desisto. nunca é sempre só uma última chance

Que este texto seja a prece de tanta gente que sofre como eu

- Estamos aqui dentro de ti

Escritores de si

terça-feira, 6 de outubro de 2026

Patrão de si (Hoje no meu escritório sentimental)

 



 

 

Beijos obesos de ego

Facilmente dados

Em faces magras de medo

Me são sossegos

Contra os morcegos cegos por sucessos

Fume-se

Saio do meu canto judiado em mim

O que há em si por si só

Haver comigo, enfim

Negocio com a fantasia da inocência que visto

Mas saiba que visito, espio a guerra

Mas não, não quero nada de lá

No fim

Por um lado, de medo não me cago

Por outro, teu olhar de medo em grito diz que manda

Prender ou soltar

Não ouço e nem vejo 

Sigo minha vida de poesia

De borboleta de flor em flor

De abelha... o que for?

Alérgico e douto que sou

Não tenho medo de doutor

Respeito cada um do seu jeito

Não tem jeito

Não posso e não quero mudar todo mundo

Tá bom o meu

Muitos oprimidos querem ser opressores

Para eles próprios oprimirem suas dores

Sim...

A resposta de quem mora na beira do rio

É não ver o navio da paz

O pavio que jaz louco para ser aceso

E ser uma pira a iluminar a costa doce inteira

Onde todas águas se juntam, inundam o olhar

Nos enchem de medos

E nós em tantos dedos apontando medos

Tapamos o fluir das lágrimas

Meus Deus do céu , meus dedos um véu

Tapando o sol, a chuva do inevitável ter que viver

São mãos humanas de irmãos e irmãs

De almas insanas

Que gritam, falam alto para fora

E dentro o profundo silêncio da reflexão, inaudito

Pensar ao que falar?

Não tem lugar

Continua colhendo o que está plantando

Frutas que não frutificam

Dores sem cores

Invés de cuidar seu horário/salário

Cuida e alcagueta o outro operário

Padrão de quem pelo que conta a história

Nunca será

Patrão de si

 

 

 

 

 

sábado, 3 de outubro de 2026

Papo de Papel 1 ou 2, 3...

 



 

Tradução emocional musical de si...

Sou um não a quem me olha

É que as vezes não sei o que faço

Se viro pra lá ou pra cá

Mas pra que pecar por omissão e não optar

Sabe d'uma coisa?

Vou voltar a urna funerária de meus pais

Sentir toda a dor de novo dos meus ais

Como a vida é assim perante ao que morre

A gente tem medo e desse modo vive com medo

Eu não sei

Eu sei que há no ar uma mudança eu vou tentar

Quero ser livre como que tá morto é

-Como assim, quem tá morto tá livre?

-Quem tá morto não tem mais medo da vida e nem de morrer

Não vou sacrificar meu corpo neste instante pela mente que parece não sente

Deixa fluir o que viver então, me diz a mente...

Vou continuar a sentir saudades dos meus criadores que não querem jamais me criarem dores

Quer saber vou é viver sem medo,

Não vou apontar o dedo pra ninguém

Nema mim mesmo

Boto a mão no rosto aparando o sal, do mar de meus olhos

Que deságua em meu rosto num vai e vem sem parar

Mas boto tudo no papo de papel

Digo digito meu grito

Com minha digital espiritual sentimental mental que tal?

Eu quero sair pra dançar, mas não estas músicas que não fazem meus pêlos e peles eriçarem

Quero dançar e cantar como se estivesse...e estou na minha vida

E não quero ficar sentado no sentimento, não sentindo

Não aproveitando a minha mente para traduzir o que sinto

Por isto digo que minha vida é escrever, para num futuro alguém como você estar me lendo

E sempre quero reafirmar, que todos os meus textos são universais

São nossos

Façam o que quiserem

Adaptem

Quando eu estou escrevendo estou contigo meu amor falando

Vou ter que continuar a escrever

Pois, não há como comer, como viver, como dormir

Sem traduzir o que se passa aqui dentro

E aviso a melhor viagem é aqui pra dentro

O melhor lugar do mundo é dentro de nós mesmo

E agora que estou escrevendo e desescravizando minhas lágrimas

Que descem rolando pelo meu lado mais que humano em nós

Que desato neste ato, de estar solitário no meu quarto e inteiro no muno íntimo

Vou amar amarrar este texto, com mais de meus Pais

Sei que está longo...Mas ler é ler

Ler é ler

E saber mais bem mais

Sou o que leio

E serei o que aprendo escrevendo

E não quero nada mais do que ser livre

E meu estilo de escrever é livre

E por isso acabo este texto aqui...