sexta-feira, 22 de junho de 2012

Frio Grande do Sul

Eu, até hoje, quando sentia friagem, chegava em casa e tomava um leite quente.
Buena. Com o tempo aprendi que no leite as bactérias, vírus e outros microcorpos se desenvolvem melhor. Pensei. Se bactérias, vírus e tudo o mais proliferam melhor em substâncias como o leite... Assim, durante um estado de fragilidade imunológica ou mesmo algum excesso de esforço físico, emocional e, ou mental, eu não daria esse mole pra os microcorpos. Parei de tomar leite quente, mas não de tomar leite.
Adiante, percebi que ao ingerir qualquer outro alimento ou líquido quente, eu também proporcionaria um campo fértil ao desenvolvimento de vegetações perniciosas ao meu organismo...Assim, percebi que meus anticorpos são os inimigos desses micro-organismos. Se minha defesa é igual ao ataque, por se encontrarem em um campo de combate, que por ventura é o meu organismo. Então além de dentro da luta, estou sendo à própria luta. Esse procedimento facilita aos distantes micros que se aproximem do macro, e assim comunicam que estão ali. Elo que sou, compreendi que...
Viver em paz é estar em paz consigo mesmo.
Hoje após saber que não é com o calor que se combate o frio do inverno que eu...eu...
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terça-feira, 19 de junho de 2012

Minhas bolas

Desamordaço-me
Falo: agora é que é
Estou arrebentando os grilhões desse traje
Desse ultraje
Sem máscaras sem personas
Eu nu
Índio iludido perco o controle da voz
Não doutor
Minha reza depende da minha destreza
É
E com alegria não grito
Falo
Ei! todos acordem
E agora
Nunca foi e nem sempre será assim
Quem faz a eternidade está vivo
Sim minha reza liga
Conecta o sim e o não
Na resposta incerta está a dúvida
À dádiva da vida divina interliga
Ser é Estar e Fazer aqui e agora desamordaçar
Abraçar e amar
O solo está no sol
Ou estou muito errado
Ou nem isso
Assim seja
Amem

Ao Título
Por que "Minhas bolas"?
Porque estou nu

Língua dos anjos desamordaçados

Voa
Assim
Voa alma em minha imaginação
Conexão sim
Tirem seus bonés
Soltem as antenas
Sim eu sou diferente
Eu sou um individuo dividido entre eu e você
Sempre que pego algo perco algo
Por isso solto
Pra La das montanhas de edifícios está meu condomínio
Lá Adão e Eva
Lá eu e você estamos
Estamos naquele amor prometido para sempre
Pra lá dos vales onde tudo vale
Essa liberdade percebida
Faz todo lugar meu lar
Ou não
Estou a liberdade usar
MMMMMMMMMMHHHHHHHHH
Eu gosto mesmo é de ir e de voltar
E nesse vai e vem
Tem você no trem
As estações são circulares
Onde fores tereis seus lares
E seus pares
Aí é que entrAmos
E nos comunicAmos
SOmos Amos uns dos outros
Por isso noa Amamos
As torres balançam mas não caem
Vê-se tem Kung Fu aí na TV
Como disse quero sempre ir e voltar
E estou ai a te amar
Eu voltei

sábado, 16 de junho de 2012

A lei é eu me ler

O céu e seu solo
Um tio tri me contou
Que o sol está brilhando em meus olhos
Eu olhei para o espaço que há entre eu e você
Daí eu
Eu não sei
Mudei de lugar
Deixei me levar pelos ois e tchaus
Na real minha ilusão relaxou
O céu em meu solo brilhou
O sol em meus pés refletiu o caminho
O amor que havia me dito adeus
É que eu andando o reencontrei
É que eu acho que a força de minhas lágrimas
Ilustram as ruas para dar um brilho a mais
E mais
O fogo que energiza minha vida abre as portas
Todas até quase as da minha morte
Por sorte e por ser forte
Eu bórder line sigo
Meus ossos todos se ajoelham e agradecem
Nem que seja só por essa noite poder agradecer
Meus olhos orbitam minha face
Minha língua difícil diz
Em uma canção
Pái nosso que estás no céu ilumine
Minha canseira
Saibam que eu não sei se nada sei
O que sei é que...
Descubro
Mas a linha do horizonte deitada não quer saber
De me deixar dormir


Láralala
Sim eu já vou este texto acabar
Mas não porque ele tenha algum fim
Mas sim
Porque tem que ser assim
"Aquelas pedras no caminho
São o que sou no fim"

terça-feira, 5 de junho de 2012

Dou-me

Eu sei que me safo até enquanto ainda me safo
Pois sei que...
...Claro que a escuridão continua ali
Mas a eu clareado aqui
Tanto faz
Atiro-me na estrada aonde a estada de minha vida seja cumprida
Pior
Sinto que se eu viver e não for o que penso não viví
Pensar em viver e não me viver
É pior do que morrer vivo
Por isso vivo em busca duma rima que rime comigo
A algo que em mim seja
E não importa o que haja
Eu estou aqui para o que eu me der
O papel aceita tudo
Então que seja o mistério do que não somos
Assim com minha mão eu digito agora algo que rime
Com o que sinto agora
Pois aqui onde estou é o meu recinto
Em que me sinto
É meu ritmo
Do que pra mim estou e sou

E já que sou um sim de mim pra ti
É bom aproveitar-mos a vida

A aquela parede eu pretendo transpunir
E claro que por uma abertura
Que como sempre há
Estou aberto...antropofágico
Digiro-me e dirijo-me ao centro

...

Um brinde à janela que se abre
Novas situações a me desafiar
Essa fagulha encontrar
Eu não sou e sei que não sou
Rio de meus dias
Inunde minhas ilusões do sal do mar
Mas eu sou um
Só mais um pra completar
Mas considerando o espaço
Minhas pupilas circundam meu espírito
Mas o my self sempre quer mais
E deixa essa sensação de vazio
Lacunas venham estou aqui
Elando
O Elo entre mim e o que em semente me prometeram sou
É que eu tenho que ser
Pois estou sendo o mais livre que posso
E sinto o bafo de todas as nações
Em mim seus povos urram
E o que eu sou?

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Fluir

O fluxo de caixa tem que crescer e querer ser como eu
Fluido fluindo...
...
Sou uma pessoa que me conheço
Quando chego assim fluindo
Logo me reconheço
Sei do que gosto e o porquê gosto
E mais um grão de feijão é escolhido
É noite nesse rosto
A pura lágrima desce
E o cara ali parado
Um brinde a falta que a mim faço
Não
Não sou feijão
Reuno tudo o que sinto e imagino
Esquadrinho meu mapa astral sem compasso
Ao passo do que vejo e passo
Eu sinto que esse crack é o barulho das borbulhas de minhas babas estourando
Que incontidas queimam em meu mais profundo coração
E estouram nesse eco mental
Minha razão
Minha ração
Meus olhos orbitam fenícios
Meus eus que são me
E soltam-me
E o solo de meu penar surge em meu pensar
A saída é essa ae
Estou eu a cantar
O que...
Está escrito
Não estrito
Nas estrelas
Entre elas meu futuro marcado em negrito
Sublimes sublinhados
Deixo rolar o rock and roll
Minha hoje bem contida ira usina minha boa vontade
E a noite naquele rosto escolhendo feijões que vão brotar
Não sou feijão nem arroz
Sou o que busco
E busco a foz de minha íntima voz
Passageiro de minha viagem
Navego entre o erro e o acerto
Eu não quero usar gravata pra mostrar o quanto sério sou
E é engraçado como este texto fluiu
Assim que tem que fazer nosss fluxo de caixa
FLUIR

sexta-feira, 1 de junho de 2012

"A aquela aquarela que somos vamos"

Faz tempo que não escrevo
Venho me libertando
Digo
Renascendo-me
Ascendo-me
Acendo-me
É a iluminação minha meta
Volto a me estudar
M'escrevo
M'entendo
Aqueço-me
Não esqueço-me
A dor não some
Sou procurador
E nessa procura
Percebo a loucura
Do que está
E
Talvez sempre esteja
Que assim seja
Sou-me
Do que estou falando
É que o mundo tá mudando
E como sempre
O ser humano tá mudando
Lá venho eu pensando
É que o mundo é nosso
Nossa raça
Mas o preço do mundo quem paga é o planeta
A nossa raça
Portanto o planeta tem haver conosco
Como a vida tem a ver conosco
E eu escrevendo vejo o mundo que preciso
E navegar é precioso
Represo águas para isso
É o paraíso
E essa grande energia que está na mente
Precipita-se em água
A água que possibilita a vida
Transbordo
A força dessa água em queda usino
É que eu...
...Estou renascendo
O ciclo eleva o pensamento a uma imaginação controlada
Uma viagem
Sei que me leva à todos momentos nesse momento
Até outros planetas imagino
É difícil
Mas não impossível
Mas tento m'explicar
Estou me desnudando
É meu corpo nu numa cachoeira de luz
Não dá pra controlar
Como um cometa comigo comento e cometo a loucura de tentar
É lá no Éter que está a eternidade
E bem em mim vejo
São ondas de pensamentos e sentimentos
Sublimo ao aclive e declivo à clio
Fêmea no cio
E a água procura a terra pra vida brotar
Somos brotos
E esse texto vem das lágrimas originadas antes da foz de meu olhar
Lá na vertente se revela la fuerza
Escrevendo sou mais um humano que ascende à sua vela e navega por ela
A vela que ilumina
A vela que o vento leva
É a mensagem do sol de si por nós
Escrever preciso
"A aquela aquarela que somos vamos"
Desculpe
Compreenda essa é a minha imaginação
Nela Eu Sou minha salvação

Guaíba

sábado, 26 de maio de 2012

Éramos tão jovens

A verdade sobre o fim da ditadura militar e as consequências entre os jovens porto-alegrenses de classe C e D;
Os punk's, dark's, new-wave's, junk's, hippie's and caretas da época;
As drogas de farmácia e suas sensações sintéticas;
A inflação;
E mais...

terça-feira, 22 de maio de 2012

...Comé qié?

Colorados e gremistas
Pagodeiros e roqueiros
Patrões e grevistas
Manos e playboys
Aqui atuando
Com o ontem aprendendo
Pra frente olhando
Humano se amando
Derramando em seu suor
O que tem de melhor

Esse é o mutirão da poesia da rebeldia
É a multidão virada em pessoas que vão
Juntas dia a dia tirando de si o seu melhor
Então...

quinta-feira, 10 de maio de 2012

E Amar é o tum-tum do batucar

E além do medo de amar estão todas as coisas
O amor é mais do que possamos contar em nossos dedos
Amar de tudo
E de todas as formas
Sublimes como os céus
E profundas como o mar
E aqui dentro
Ponho-me pronto
Eu tenho a imensa felicidade de amar
De sentir o amor materno
Eu sou aquele maluco da bandeira branca
No meio de uma guerra santa
Ninguém me entende, mas eu me entendo
Os nós nos pescoços de nossas cordas vocais
Fazem-me tentar por todos falar
Pelo amor familiar
Sim é pretensão
Mas qual pretensão maior não há do que a todos amar
Por isso eu canto esse meu canto surdo
E tento consertar o mundo
Que parece conserto não ter
Mas eu tenho que tentar
Inundo essa sala com essa minha voz que fala
Fala porque meu amor maior não se cala

Eu quero ser um pássaro
Sobrevoar essa nação, esse mundo
Mas nessa sala por enquanto estou
Que as vibrações das palavras em verbos
Transformem-se em ações
Em razões para continuarmos
Todos de almas dadas
Protegidos pela luz solar de Cristo
E é o amor
Essa luz dos olhos que faz nos enxergar
Que a coroa de espinhos está posta em e sentida por Maria
Que nesse amor de mãe
Ama e amaria
Nesse mar pacífico
Que nos faz cruzar o Atlântico
Para nesse chão de além-mar
Dessa sala de estar verdadeiramente sentir o que é o amor
Assim abrir os olhos
As janelas da alma
Pela vidraça ver quem amamos retornar
Com a taça
A taça ganha na batalha de viver
E correr de braços abertos ao abraço apertado
E irradiar que o bom da vida é poder amar desde já eternamente
E amar...e amar...e amar...

Dr Nakuka

Dr. eu sou hetero, mas tenho uma forte atração por mulheres lésbicas. E sinto que elas também se atraem por mim. O que faço?
Armando Mário, de Uma i tá Porto Alegre

terça-feira, 8 de maio de 2012

Éter

Normas
Normais
Almas presas em traumas
Eu em minha vez
Sou aquilo que sou
Assim minh’alma livre solta em minha voz
Em meu mundo eu iludo tudo
Dou bom dia pra luz da lua
Eu sou aquele maluco da bandeira branca
Ninguém me entende
Mas me foi revelado eu que tenho que compreender
Tanto por fazer
Os nós nos pescoços de nossas cordas vocais
faz-me cantar
Eu canto e inundo essa sala com essa minha voz que fala
Entre esses retalhos
Eu resolvo minha questão maior
O que minha alma quer que eu faça?
A revelação está no amor de Maria
No amor que eu sinto que ela sente
Está aqui
Acredito nisso

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Repórter Elo agora em vídeo - Só aqui nos ATUALISTAS

Básico One

Tenho fé em minha capacidade de comunicação
Eu pego um ônibus converso com quem está do lado
E não há quem não goste de um bom e compreensssível papo
Adoro conversar
Em primeiro lugar
Para conversar com um estranho
Tenho que ser naturalmente confiável
Meus bons pensamentos irradiam-se em minhas expressões
Desvinco sinceramente meus rostos
Estou ao seu gosto?
Confiar em quem conversamos
É uma habilidade linda
Digo que
Confiar no próprio diagnóstico de em quem confiar é ótimo
Dae conversamos
E em poucos minutos nos conhecemos há anos
Maravilhoso
Como sentar no bus e não trocar um oi?
Além daquele com licença silencioso
Que quase ninguém ouve
Eu acredito é nos humanos
Na sociedade
Na cidade
Na nossa idade

A cultura de buscar cultura
Nos leva a amar
A vida valorizar
E todos fazemos parte dessa nossa vida
Tó um pedaço do meu pão
E sim escuto o teu não
Compreendo irmão
Vamos conversar agora ou outra hora
Mostrando toda nossa educação
...Podemos gravar...

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Zygmunt Bauman no Café Philosófico - legendado

http://www.cpflcultura.com.br/2011/08/16/dialogos-com-zygmunt-bauman/

sexta-feira, 27 de abril de 2012

À poesia da rebeldia




Palestinos e judeus
Colorados e gremistas
Patrões e grevistas
Os manos e os playboys
Os Atualistas atuando
Com o ontem aprendendo
Pra frente olhando
Humano amando
Derramando em seu suor
O que sua mente e coração têm de melhor

Esse é o mutirão da poesia da rebeldia
É a multidão virada em pessoas juntas
Percebendo que a guerra e a desigualdade só trazem dor
A revolução até aqui trouxe sofrimento
À evolução é o caminho de nosso pensamento
Estou sentindo que é o momento de relermos
E atualizarmos tudo o que foi marcado na história
Jesus, Espartacus, Gandhi, Buda
O rock dos Beatles, da Legião Urbana
O John
Os vivos
Os mortos
Os vindo
Os indo
Toda nossa Região Humana
Agora e aqui
O tempo é uma linha que seguimos conectados
O sal desce
O mal o bem vence
Ás luzes estão todas acesas
Some-se a névoa daquela novela

Sim, os olhos vêem
Não é só imaginação
O mundo inteiro uma nação
De paz e igualdade
Ok
Estou sonhando
Mas não me acorde
Não é tarde
Eu pinto meu rosto com essa tinta dessa caneta que descreve
E desescraviza-me da matéria
Estou pronto
Eu quero
Eu posso
Eu vou fazer o máximo
Eu quero a paz em todos os corações
O amor invadindo as casas
As famílias todas juntas em GreNais
Gritando e exprimindo seus ais
Da forma mais civilizada possível
Eu sei estou ficando fora de mim
E quando estou assim eu começo a dançar
Eu danço
A dança e a poesia é o que nos resta
Aí está
E eu te chamo
Vem
À poesia da rebeldia
Leitor
Eu te amo
E o quero escrevendo também
É agora
Peço
Vem!

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Loco móvel

Estou na frente de meu espelho mais íntimo
Vejo coisas em mim que só eu sei
Refletindo em minhas águas mais puras
Vejo sair de minhas lágrimas o milagre da vida sonhada
Poder sonhar me tráz o poder de ir atrás
Em crível possibilidade de realizar vou
Lá no fundo lago da emoção reflito
Busco nu em reflexos o que faço
Ilumino a questão
Com a resposta volto
Desculpem
Mas aqui fora é indizível
Me torno o meu maior segredo
Em sonho e poesia me decifro

...Eu tenho que prosseguir...e te amar
Sigo essa placa que aponta meus sonhos
A cama da comodidade oferecida não me atrai
Dizem que a idade chega e acochambra o vivente
O tempo é meu invento
Não me diga as horas

Teimo em me ver como realmente sou
Sou uma improvisação
E nesse improviso
Aproveito e vivo
Áh! Um aviso
É o amor que me loco move

Repórter Elo em Fogo e Festa no Humaitá

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Bata sol na janela do meu quarto

Um beijo em sua face
Ah! O seu gosto é assim?
Eu em mil apostas não apostava em ti
Um número em mil joguei
E era alta hora
E era você ainda agora
A fumaça da noite quis me engolir
Esse mundo é mesmo assim
O começo começa só pra quem acorda
E concorda comigo assim
O meu número é hum e  um milhão
Não confunda hoje com ontem
No futuro houve um furo que vejo
Você aqui num beijo
Que mundo confuso
Algo em mim diz que é o recomeço
De toda a minha vida do início ao sim
Borbulha em mim um não
As estrelas por esse lado a nascer estão
Por outras e por outros lados a morrer
De que lado está agora a humanidade que passo
O jogo é estar num fogo com água
Evaporando
Me apavorando
Se Eva pôs o pecado
Cadê o pedaço do Adão?
Bata sol na janela do meu quarto
No meu regaço
Que rima com arregaço

terça-feira, 24 de abril de 2012

Clarisse Legião Urbana

Estou cansado de ser vilipendiado, incompreendido e descartado
Quem diz que me entende nunca quis saber
Aquele menino foi internado numa clínica
Dizem que por falta de atenção dos amigos, das lembranças
Dos sonhos que se configuram tristes e inertes
Como uma ampulheta imóvel, não se mexe, não se move, não trabalha.
E Clarisse está trancada no banheiro
E faz marcas no seu corpo com seu pequeno canivete
Deitada no canto, seus tornozelos sangram
E a dor é menor do que parece
Quando ela se corta ela se esquece
Que é impossível ter da vida calma e força
Viver em dor, o que ninguém entende
Tentar ser forte a todo e cada amanhecer.
Uma de suas amigas já se foi
Quando mais uma ocorrência policial
Ninguém entende, não me olhe assim
Com este semblante de bom-samaritano
Cumprindo o seu dever, como se eu fosse doente
Como se toda essa dor fosse diferente, ou inexistente
Nada existe pra mim, não tente
Você não sabe e não entende
E quando os antidepressivos e os calmantes não fazem mais efeito
Clarisse sabe que a loucura está presente
E sente a essência estranha do que é a morte
Mas esse vazio ela conhece muito bem
De quando em quando é um novo tratamento
Mas o mundo continua sempre o mesmo
O medo de voltar pra casa à noite
Os homens que se esfregam nojentos
No caminho de ida e volta da escola
A falta de esperança e o tormento
De saber que nada é justo e pouco é certo
E que estamos destruindo o futuro
E que a maldade anda sempre aqui por perto
A violência e a injustiça que existe
Contra todas as meninas e mulheres
Um mundo onde a verdade é o avesso
E a alegria já não tem mais endereço
Clarisse está trancada no seu quarto
Com seus discos e seus livros, seu cansaço
Eu sou um pássaro
Me trancam na gaiola
E esperam que eu cante como antes
Eu sou um pássaro
Me trancam na gaiola
Mas um dia eu consigo existir e vou voar pelo caminho mais bonito
Clarisse só tem 14 anos...

Eu Hein?

segunda-feira, 23 de abril de 2012

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Assim que show




Pelo amor to quase morto
Sem um lugar pra ficar
Fico aqui sem estar
Em teus olhos azuis via o céu
Agora as lágrimas que evaporam formam um arco-íris de cores vis
O sol ilumina o fundo mais profundo da mina
Onde implodo meu mundo
Imploro no empório da vida
No balcão divino louco de vinho
Na vitrine de vidro bafejo
Eu bailarino
Sinto-me um manequim
Eu nem sei mais
Estou certo de que errei
Sou o arlequim
É que minha gata
O amor me foi por ti apresentado
E agora você some da minha vida
Foi um gol contra tê-la encontrado no momento errado de minha vida
E escapou por entre meus dedos
Esses mesmos que apontam meus medos
Eu não quero parecer
Quero desaparecer
Mas antes preciso te dizer isso
Não
Não isso não se faz
Sim
Sim
O amor em mim jaz
Mas espere
A toalha não sou de jogar
Vou me vestir e sair
Sou uma isca
O amor essa faísca
Eu mesmo um fiasco
Não fico quieto
Abro minhas asas ao sol
E voo
Com meus pés dançarinos danço
Canto hinos feitos com todos os sinos
Que ainda dobram em igrejas
Os casamentos são apostas
As portas estão todas abertas
Pela janela de minha alma
Vejo o amor com toda a calma
Vindo e me vendo
No valor que tenho
Pelo que sou
O suór é o vapor
Do melhor do amor
Assim que show

terça-feira, 17 de abril de 2012

Cor e Ação



Como meu coração
Come eu coração
Como eu? Coração
Como? Eu coração
Come eu com oração
Comeu com oração
Como o meu coração
Comeu o meu coração
Como eu
Ração

sábado, 14 de abril de 2012

Chá de OB


O significado do que sou
Já que aqui estou
É o que agora faço
Lapido eu pedra
Em mim
Pelo que acho
De Aço
Por que estou aqui aqui
E agora agora?
E não lá em outra hora?
Tanto faz?
Rá!
Não quero comigo brigar
Por tentar estar onde não possa
Mesmo que pareça que eu não queira
Estou como estou e onde estou
Só por que quero e posso
Olha lá uma estrela
Entre tantas elegi aquela
Ela
Não só ela
Mas agora
Ela
E sua constelação mais próxima
É onde estou
Uma plêiade então
Não
Não estou para mais ninguém
Que eu não queira estar
Na prepotência de ser
Diga para todas as coisas que eu não queira: não
Sou mesmo essa poeira que provoca meus olhos a olhar
Lá e em minhas pálpebras vejo
O sublime e profundo junto
Que riqueza essa minha pureza
Brindo enquanto brigo com meus monstros
No 1º mergulho em mim me perdi
Acho que me perdi entre meus sonhos
Mas na escola me largaram
Rezo ao meu deus para que ele não seja como todos vocês
Meros aditos da vida
A metros ditos estou do peral
Do abismo próximo que me divide de tudo isso ae
O céu ao fundo sou eu no fundo
O oceano profundo sou eu no fundo
A terra que eu me afundo sou eu no fundo
A liberdade li e senti aqui
Em tudo isso dentro de mi
Amigo me dê sua mão
Se não for a mim
Pode ser um pouco para o outro
De sua atenção
Por isso mesmo eu aprendi da vida
Que o mundo está e estará como está
Se eu não fizer o que acho em meu mais profundo mundo
Têm coisas que só eu posso fazer
Outras só você
Onde os zumbis que passam a viver em se matar
Que percebam outra via
Que tanto faz viver ou morrer se não for em vão
Nascemos para servir para algo
Sim eu também sou só mais um escravo
Escrevo e me cravo
Falo em eslavo
Digo que daqui do meu imbigo veio o infinito
O2 via sangue
O mesmo que iria para o OB
Se eu não fosse nascer
De Ó2 pra nós dois

Como o que sou

E o mistério se apresenta como uma louça engraxada de churrasco
Enchendo a pia
Pego o sabão líquido ensaboo toda a louça
Tiro toda a gordura e todo o sabão
Lavo não pio
O que me resta é uma louça limpa
Nela reflito
Eu meu rango

Sou o que como

quarta-feira, 11 de abril de 2012

O que sou? Se não for-me

Nado onde ando
Emirjo da superficialidade da qual sou tratado
Bota a língua sim
Pra fora
Rompo lacres de hímens
De homens
Sim eu vou lutar
A salutar luta de amar
No mar mergulho meu orgulho
É que estou redescobrindo o sabor do ar
No mar as ondas marejam meu olhar
No ar as ondas vagueiam meu pensar
Levam-me a não deixar de sentir
Sim estou esperando você
Ver e vir
Para eu parar de parecer que só eu
Estou só

domingo, 1 de abril de 2012

O homem que chorava por qualquer coisinha

O homem que chorava por qualquer coisinha
Na cozinha ele chorava pela galinha
Ali frita cortada a xadrez
Ele preso em seus mais sensíveis sentimentos
Chorava sem ranço
Só que tudo passa
Esse tempo de chorar por qualquer coisinha passou
Há que endurecer
Mas perder La ternura jamais
Mas aquela tortura certa de que todas as dores do mundo
Sobrecaíam sobre os ombros desse homem
Deixou disso

quarta-feira, 28 de março de 2012

Exercício Real

Respirando fundo
Vou buscando isso lá do fundo
Na base de minha ex-cauda está o segredo
Uma energia espiralada
Meu dedo em nada toca
O amor livre vem e mostra
A luz sobe ex-cauda acima
Em aforisma
Meus olhos nada vêem
Meu corpo todo sente a energia em minha espinha
Eu sei é complicado explicar
A mesma luz que está lá está cá
O ar respiro puro
Me converto em esquerda e direita
Contorno como se fosse um oito meu centro
Tanto que entro
Sei sofro e filosófo
Mas um dia mesmo que só filosofando chego ao eu em completo
Talvez ao que vim
E não é no fim
É no meu meio
É quase meio-dia em minha vida
Sim meus cílios em círios
Eu sou um repórter que reporto a minha aventura íntima
Estou em minha base sagrada
O osso sacro
A energia que vem das ventoinhas
Abanam minha chácara
Não quero complicar
Mas para me explicar eu vou dançar
E bufar tantas que me deixam tontas todas as cabeças
Danço direto de ereta coluna
Ligo minha ex-cauda a minha mente
Fecho esse elo por meio de meus feixes nervosos
Ou mesmo Wi-Fi recebo e envio vibes
Vai
Vem mesmo que eu diga ái aí que dói
Vem
Cada ossículo meu vira um versículo
Quer ser pente e escova de minha cabeleira antena
Eu danço para não parecer um cachorro louco
Mordendo o próprio rabo
Não eu não sou
Cada oito é um coito prometendo vida
Corro ao longo do leito rio de luz
Mergulho e emirjo
Rio e choro
Balanceio
Balanço e caio
Levanto e não vaio
Vou ao preto e digo branco
Cinza sem ranzinza
Respiro um pouco mais
Vareio
Marejo
Velejo
Assim vejo que nunca estamos parados
Estamos indo de encontro ou contra
Esquisito tudo isso?
Mas é só um vão por onde eu vejo as coisas
Quantos vãos não hão?

sábado, 24 de março de 2012

Direto da redenção

Ou Eu Paro de ser robô de um sistema que eu não acredito
Ou eu acredito no que sinto
Dito isso me digo mendigo
Traduzo o meu cinza pensamento abaixo desse meu firme aumento
Rápido firmamento desabe sobre minhas mágoas tuas águas
Sou um barco que singro em meus bobos sonhos
Um braço ao que sinto
Um abraço amigo preciso
Se não
Não paro
Parto
Me registro no Motel das Questões
Mudo grito
Mudo sinto
Ministro minhas mãos
Parlamento de meu sofrimento do que eu
Só eu sei que sinto
Emancipo-me das cifras das quais nada me sai
Eu paro de pensar
De pesar
Prefiro ficar com os desnudos
Continuo nu na frente do PC
Emancipo minha dor ao além
A eu que sou alguém
O sol se pôe no horizonte
Deito do meu jeito
Além do que possa alcançar minhas mãos estão
Está meu olhar
Isolado num céu claro
Busco no meu sofrimento um motivo
Despisto minha mais alta percepção
Sou franco ao meu sim
Mesmo quando o digo não
Crio meu próprio sofrimento
Mas não é nada disso que guardo em meu cofre
Minha gaiola
Pra que?
Cadê a redenção

terça-feira, 20 de março de 2012

New vision




Sabe o que acontece comigo?
Estou perdido de tão livre
O que eu mais quero na vida é mudar o mundo
A minha saída é escrever e desescravizar-me do exterior
Escrever o que está escrito no muro que divide tudo
Não é nada (só) sobre mim
Nem (só) sobre a escravidão da escuridão
Ou de toda essa iluminação
Vou discorrer sobre a liberdade
Estou no chão olhando para o céu
De pé e com paixão me debatendo
Aquele peixinho fisgado pela Internet, TV e consumismo
Ou mesmo pela música POP
Não quero ser mais nada disso
Desculpe mas o tijolinho moldado
Está saindo do muro
De mim brotou um eu assim
Livre
Livro?
Tudo o que proporciona a própria liberdade não me prejudica
Tem coisas que não se ensina a gente aprende
Estou aprendendo e me soltando
Ando no muro
Olho pra lá e pra lá
Olho pra cá e pra cá
Pra que pecar
Eu roubei no trem e no súper
Eu me joguei no mundo
Eu voltei para o meu bem
Sou só mais um que virou o jogo da vida
Saí da prisão
Segui uma luz que estava em mim
O que que tem?
Eu poderia estar roubando e matando
Mas não
Estou aqui
Trabalhando e me matando
É claro meu amigo que não estou digitando nada
Nada sobre nós
Como eu sou João
Um bobo olhando para o céu a sonhar
Meu coração está livre pra todos amar
Mas e quem não está livre?
Livre de ter que batalhar grana para pagar as contas mais banais
Enquanto houver alguém assim
Seremos assim: Vou te contar coisas que os olhos não querem ver
Tem gente se phodendo enquanto outros mais que podendo
Tem gente que não tem tempo
E nem dinheiro pra sobreviver
Grana pra pagar a luz, a água
Pra encher as latinhas
Eu bem sei
Ainda tem o cartão
Minhas roupas ainda não paguei
Minha posição social não permite um drink
Um brinde onde as pessoas livres dos maiores problemas da humanidade
Onde todos possam comer quando tem fome
E beber
E vestir sem sujar o seu nome
Não fujo da dor alheia
Eu estou sem roupa pra pagar
Eu quis no mais profundo
Que nem eu sabia
Eu quis estar aqui
Desde o saco que escolhi até o esperma que fui
Eu que me dediquei
Essa voz que controla meu escrever faz algo parecido eu dizer
Os professores presos em suas salas
Eu quero ser justo
Mas essas paredes da escola e da família
Enfim de toda a sociedade
Todinha
Precisam ser
Virtualmente destruídas
Leia meu rosto impresso em cada letra
Lenta a vida passa
Para interpretarmos nossos sonhos
Olha os meus olhos me olham
Pareço que pareço
Queria que você visse
O que eu disse
Ao chamado divino

domingo, 18 de março de 2012

Samuel Beckett - Krapp's Last Tape (legendado)

Vamo que vamo Vai




Ando contigo quando em casa sinto um espírito
Quem sabe não sou eu mesmo
E na real não há nem eras nada entre nós
Foi-se
Arrasto esse rastro nostálgico
Quando a dor do saber me eleva a não saber de mais nada
Reconheço a força de represar lágrimas
Essa água salgada é o meu amar
A praia está em meu olhar
Pratico nadar nesse meu mar
Agarrado na borda e na corda que estou
Mergulho profundo até me acordar e me tocar
Tranco o ar no pulmão cheio
Pra respirar
E não pirar no meu mergulho profundo
Esperto no esporte espero a hora do bote contra o orgulho
Em posição de poste fico
Sou eu que estou aqui
Tocando minha vida
Não sei se consigo seguir meus
Meus...
...Deixa pra lá
Se a vontade cresce enlouquecida
Ilumino a minha vida
Sabe que minha inocência a mim próprio surpreende
Vou transcender ao espaço entre eu e tudo
Aqui dentro choro contido
Nada que mereça ser contado
Chupo minhas lágrimas
Sou eu que sou eu
Então serei eu mesmo
Enxugo-me por dentro
Irrigando estou cada pensamento e sentimento
Que invade centímetro a centímetro
Cada metro meu cúbico
Eu mesmo num cúbito sinto a força da inexplicável coisa que sinto
Sussurram minhas vísceras
Vociferam viscerais ancestrais
Estou aqui diz cada batida
Vamos que vamos
Vai
Tem coisas que só você
É! Só você pode fazer
A luz é de fogo que queima
A do Sol íntimo ao Pai nosso que está no céu
Sol de aquecer e iluminar
É o ponto em quero estar
E Ser

quarta-feira, 14 de março de 2012

Estou meio assim nessa chuva de hoje de manhã que está sendo agora






Estou me sentindo tão bem
Como não me sentia em tantos dias
Eu não sou não
Apesar de nem sim
Sou sim um não quando não quero não
É que no slack line da vida é preciso equilíbrio
Entre o pra lá e o pra cá
Equilibrando o cair que é aprender a viver
Não lembro de meus primeiros passos
Mas observo na criança que passa
No seu um ano
Aprendendo a difícil arte de caminhar
Cai e levanta
E vice versa
O equilíbrio é uma conversa
Um papo entre corpo e alma
Mediados pela mente
Parece difícil e é
Mas ao...
Mesmo senso de equilíbrio
Que nos impele a aprender a caminhar
E caminhar
E correr
Necessita a aprender a parar em pé
É e se equilibrar parado
Parece e é fácil
Mas pode ser difícil
Como subir todo esse edifício
Construí-lo
Como erguer a construção de minha vida?
É... chuva lá fora comigo lá fora
Estou parado e pensando para onde
Para onde e como?
O corpo pede prazer pra ser
A alma calma
A mente pode mentir
Uno meus sentimentos e pensamentos
Elevo ao sublime meu mais raso
E apresento meu céu aos meus pés

-PaUsa-
Quem sou é o que retumba
Solução pra tumba?
?Quem sou, pra você nobre ouvinte leitor?
Tanto faz?
Somos para os outros o que eles pensam que somos

De volta...
Nesse leito ao qual passa o rio da vida
Estendo minha linha de vida
Minha fita
E pratico slack na travessia
E essa chuva na qual me acho parado
São os respingos da correnteza vindo de encontro a mim
Amálgamado de rio, suor e lágrimas estou
E este como todos os textos, músicas, filmes, eu e você
Não temos fim

Este texto continua assim...
Então se estou no meio desse rio
Sinto-me no meio de um rio
Equilibrado nesta fita da vida da gente
Sim, o rio é de gente
Vidas indo e vindo
Eu aqui refletindo
Então além de água
É num rio de luz que estou?
Os respingos são reflexos de luzes

Muita luz cega como a escuridão
As luzes quase me cegam
Nesse ínterim do quase
Decido desimpressionar-me
Impressão
Pressão
Sacou?
Saquei-me

Este texto é só mais uma poesia
Mas da poesia que faço minha vida


Entre tantas pessoas passa Fernando Pessoa
O poeta é um fingidor
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente

Equilíbrio
Vou as profundezas do meu ser tanto
Que passa as sublimidades
Reflito
Posso medir e achar o caminho do meio
Num meio em que eu possa me equilibrar
E assim transitar suavemente por minha vida
Entre o sublime e profundo que posso
...
Amigo isto não um desabafo
É a descrição exata do que me propus pensar
É como um mapa meu
Que por mais que exponha
Nada de mim entrega

Chega o Mário

O Mapa
Olho o mapa da cidade
Como quem examinasse
A anatomia de um corpo...
(É nem que fosse meu corpo!)
Sinto uma dor esquisita
Das ruas de Porto Alegre
Onde jamais passarei...
Há tanta esquina esquisita
Tanta nuança de paredes
Há tanta moça bonita
Nas ruas que não andei
(E há uma rua encantada
Que nem em sonhos sonhei...)
Quando eu for, um dia desses,
Poeira ou folha levada
No vento da madrugada,
Serei um pouco do nada
Invisível, delicioso
Que faz com que o teu ar
Pareça mais um olhar
Suave mistério amoroso
Cidade de meu andar
(Deste já tão longo andar!)
E talvez de meu repouso...
Como que Mário?

Eu sou assim como você
Buscando ser nesse dilúvio de possibilidades

terça-feira, 13 de março de 2012

Orgasmo expandindo-te a mim que somos nós




Úi

Não pára
Quem será que és tu?
Que faz sentir todo o meu corpo nu
Que sensação
Sua pura e plena magia
Voa em mim
Plana sobre a minha
Me faz estar de novo e de novo em qualquer lugar
Estou fora de mim em ti
Eu meti
(Menti de verdade)
Te amo sim
Até o fim
Uma dinamite explode a cada gozada
Uma força de luz
Explode cada vez que sinto sua pele pelo meus poros
Esses seus olhos a me olhar
Essa sua língua lambendo quem ama
Nossa cama esse estábulo
Esse natal luz tipo gramado
Extrapolo
Abro a janela e suspiro um te amo
Ao meu mundo urro
Ouça em si mi
Minha força é em geral nossa
Agora só pra variar
Eu vou hum hum hum
Não sei
Só sei que vou segurar
Que eu gosto das suas indiferenças
Iguais as minhas
O que eu sinto
É um sino tocando
Quando me tocas
Nossa música embala nossos sonhos
Passa o sono
Torno-me um sonâmbulo
Quer saber?
Tu seringa eu êmbulo
No arreto vício por tuas veias
Escrevo na areia com minha pegadas
Que você é pra sempre minha namorada
Até o sim
Não pára
Não pára
Embarcamos
Numa onda
Que nos leva além da dor
Das lágrimas
Pra sentir isso alguns desses instantes
Vivemos a vida toda
Depois na boa sabemos
Que desses reais momentos viemos
Sem profundidade
Somos uns bobos ao amanhecer
Olhando pra o céu e pra o sol
Se olhando
Se dizendo
Hoje vamos continuar a nos desnudar e amar
Caminhando pelas ruas
Pelos parques
Vamos a igreja prometer pro padre
Que vamos ser eternamente nós mesmos
Não há nada no ar
Que nos possa contrariar
Olhe aquelas pessoas
Ti imagino nelas
As amo
Não há hoje
Se ontem não te amar

sexta-feira, 9 de março de 2012

Descepção

Se decepção matasse, eu nem nascia. Assim mesmo

terça-feira, 6 de março de 2012

quinta-feira, 1 de março de 2012

Eu sou assim pra mim -me

Comendo bis debruçado nas janelas da alma

A luz que bate em minha retina
Mostra minha rotina
Refino meus biscoitos
Nas telhas dos telhados caminham os gatos
Pardos
Perdoe
Lá em cima estão meus gastos
Não percam
A lua também está no telhado
Aquela nuvem está me seguindo
A noite sempre me parece misteriosa
Eu fecho os meus olhos e abro a imaginar
O que será que ela está fazendo?
Fudendo?
Não me importa mais nada
Não sou ciumento
Também estou me fudendo
Ela passa
Alta madruga
É uma puta?
Toda a mulher deveria me amar
Mas não
Todas vão me amar
Minha vitória vai se declarar
Eu
Eu
Espera ae
Calma
Eu só estou olhando para o telhado
E esse teclado não quer ficar calado
Eu quero ser o mais livre que possa
De mim um musicaldo faço
...Música! me toca...
E para ser sincero
Como sempre digo
Eu sempre sou um viciado
Viciado a estar do seu lado
Até pareço um veado
Mas eu não sou viciado em nada
Muito menos em vara
Tá na minha cara
Sou viciado em tudo e muito
Mesmo pouco e nada
O tudo me salva
Eu não sei onde vai dar
Mas é preciso navegar
É preciso precisar
Onde estou?
Mas de leve
Pincelo jeans com meu brim
Meus brios brilham em mim
Prismo à luz minhas lágrimas
Sei sou o salvador
O salvador dos meus mais profundos sonhos
Mergulho fundo
Socorro meus sonhos
E volto sublime
E ando nessa fina linha sem ser superficial
Nem profundo demais
Entendam
Estou tentando também
Me salvo
Sendo assim
Mesclando
Tudo é demais
Eu comedido?!.../o\
Protegido por aquele menino metido
Protegido pela criança que há em mim
Aqui da janela de meus olhos
Olhando a noite
Esperando o dia
A chuva
Com a paciência e o carinho de uma mãe
Eu sou assim
Pra mim
Como sempre aquele menino metido
Olhando por sobre os telhados
Ah...Eu

Que qié? Vai encará

Só estou jogando o jogo da vida
Ganhar e perder isso eu já me acostumei
Dou-me sempre uma chance e mais uma chance
A última chance será sempre a que nunca irá ou virá
Viro minha ira ou essa poesia da vida minha
Eu não sou nem sei
E além do mais sou que nem meus pais
Não há alguém culpado por tudo
Nem por isso que está acontecendo
Eu nem sei não sou assim
Estou variando minhas faces no espelho
Estou jogando o jogo
Estou confuso
Uma luz vindo da ferida aberta em pus
As chagas a quem se flagra
Cicatriz de um dia ter sido feliz
Não
Não me leiam assim
Se do que anoto é disto o que fujo
Como um cão correndo atrás do rabo
Eu sou sim e daí

Tchê que Vara para grandes saltos

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Tnxs readers

Bem vindos sejam a SI, assim como o SOU a Mi




Desfez-se minha roupa pela minha boca
Eu sou assim
Meu pacto é com a luz que entra pelas janelas
Minhas salas escuras
Obscuras
Quero me compreender à luz do que sou
Eu não quero mais do que possa
Eu não sou mais
Eu não sou menos
Em solo a solução
À luz estou
Eu sei também da escuridão
É sim em mim que estou
Desato o emaranhado de minhas entranhas
Meus olhos brilham olhando o caminho
As lágrimas retidas usinam forças minhas
Eu já chorei tanto que percebo hoje
Que amo desde pulgas e percevejos ao que não vejo
Perceba no meu beijo o calor da barba crescendo em meu queixo
Eu não me queixo
Desenrolo a corda do pescoço
E me jogo na vida com a força de quem a valoriza
Dedilho a guitarra da massa que gritava
Sou um soldado
Sou dado
Os monstros da noite almoçam comigo
Eu os sei até onde posso
Não me atiro em nenhum poço
Sou moço
Sou um Colt 45 à indiferença
Impondo presença
http://atualistas.blogspot.com/2010/12/desatrelar-se-na-liberdade-concentrada.html

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Converso comigo mesmo e consigo o que quero mesmo.
Fé C/oração e c/alma torna nossa ação uma purificação.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

http://globotv.globo.com/globo-news/starte/t/todos-os-videos/v/conheca-algumas-das-novas-estrategias-de-producao-do-cinema-brasileiro/1813282/

Mas afinal, o que é crowdfunding?

De forma bem simples, é o termo para usar quando a gente fala de iniciativas de financiamento colaborativas. Traduzindo para o português seria algo como “financiamento pela multidão”. A ideia é que várias pessoas contribuam, com pequenas quantias, de maneira colaborativa, a viabilizar uma ideia, um negócio, um projeto.

O Wikipédia – que, por sinal, é uma iniciativa “crowd” – define crowdfunding como uma ação de cooperação coletiva realizada por pessoas que contribuem financeiramente, usualmente via internet, para apoiar iniciativas de outras pessoas ou organizações.

Um crowdfunding no nosso dia a dia

Tem um interessante exemplo de crowdfunding que eu, você, quase todo mundo, já participa há muito tempo: pagando nossos queridos impostos!

O que mais seriam os tributos do que várias pessoas contribuindo com parte da sua renda para financiar os gastos e os investimentos do governo?

Ok, não é lá uma constatação das mais agradáveis, mas faz sentido, não?

O crowdfunding que vai mudar o mundo

O crowdfunding que vem revolucionando o modo de viabilizar projetos é particularmente diferente desse, sem escapatórias, dos impostos. Nesse novo modelo, quem incentiva faz porque gosta e se identifica com os projetos. Surge a oportunidade de fazer parte de algo grande, mesmo contribuindo com pouco! E qualquer um com uma ideia na cabeça pode se utilizar do crowdfunding. Ele é uma maneira de levantar o dinheiro que você precisa, para realizar o que você sonha, através de pessoas que anseiam por te ajudar.

O mecanismo é simples, você pede uma quantidade de dinheiro que irá possibilitar a realização do seu projeto, espalha a sua ideia, e depois recompensa a “multidão” que te apoiou.

Que tal um exemplo?

No começo de 2009, Emyle James começou a filmar as manifestações realizadas por ativistas ambientais ao redor do Reino Unido, documentando um ano de ações, começando em uma reunião do G-20 em Londres.

Com mais de 300 horas gravadas, Emily precisava financiar a pós-produção de seu filme de 75 minutos, ou seja, precisava de £20,000. Para levantar esse dinheiro, resolveu criar um site e apostar no crowdfunding!

O objetivo era arrecadar em 20 dias, 20 mil libras, e para isso criaram diferentes faixas de incentivos. Por exemplo, quem incentivasse com £10 receberia uma link para download do filme antes de ser lançado, quem contribuísse com £75 ganharia uma cópia do DVD e 2 ingressos para ver o filme no cinema, entre outros.

A ação gerou muita repercussão na mídia. Emily foi entrevistada por jornais como o The Guardian e juntamente com o boca a boca gerado nas mídias sociais – feito tanto pelos idealizadores quanto pelas pessoas que incentivaram o projeto – fez com o objetivo fosse alcançado e superado: £21,400!

O futuro é crowdfunding

Ideias como essa não param de surgir ao redor do mundo – o Brasil não fica fora disso - e cada vez mais o crowdfunding é visto como a maneira ideal para tirar boas ideias do papel.

E você, conhece iniciativas parecidas? Tem outra definição de crowdfunding? Discorda, concorda com o que foi falado aqui nesse post?

Comente, Critique, Colabore!

http://crowdfundingbr.com.br/post/1505309625/oqueecrowdfunding

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Ái Me Usa



To andando to andando
Guard rails da floresta negra afinam a minha caminhada
Sei que quando nasci era ainda uma semente
Nasci para ser assim? Um saco espalhando coisas por camisinhas por aqui
...Assim...
Vários passeios pela floresta escura
Fizeram me notar na luz do resguardo meu ser
Espalho por onde vou o que sou
As ruas rodando
Vidas em cinemas paradisos perdidos passando
À liberdade vou
Cercado pelo não ir
Vou voando pelo vão
Seguir-me é o mais difícil
Um cão mordendo o rabo eu não sou
É como explicar o mapa da vida
Coisas que só são por nós notadas
Aqui tento anotá-las
Deixo fluir pelo vão de meus dedos todo o amor que há nessa vida
Eu quero me estender até me entender
Sair dessa contenda
Me atenda
Sou uma criança entre o céu e o inferno correndo
Dum lado os preconceituosos
Do outro meus dogmas
E eu
E eu
Quebro todas as minhas póprias regras
As réguas são minhas águas que rolam em forma de gotas
Na minha face marcada está todo o passado
Envelhecendo no espelho
Aqui por dentro renascendo a todo momento
Um dos meus passatempos preferidos é parar o tempo
E olhar para mim mesmo parado ali
Reflito e sigo
Eu sou a salvação de minha vida
E se importa a porta fechada
Eu sou uma criança
Mas dessa criança eu vou fazer a minha vida
Meus sonhos de infância
Urrúi como dói
Meus gritos íntimos estão saindo
Sigo a seta que os infortúnios apontam
Eu quero dizer que eu não estou nem sou
Perdido nesta floresta estou
Quero correr e andar
Mudar de lugar ao falar
Shhhhh
Silêncio
Estou a me procurar

domingo, 12 de fevereiro de 2012

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Lerei

http://arquivos.brauliobo.org/books/Paramahamsa%20Yogananda%20-%20Autobiografia%20de%20um%20Iogue.pdf

Amanha continuo

Há pior dor no amor do que a do arrependimento
O de ter dito
Ou o de não ter dito

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Universidade

Primeiro eles ignoram você, depois riem de você, depois brigam e então você vence.

http://www.ted.com/talks/lang/pt/bunker_roy.html#

Sempre bom lembrar

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Humilde

Escrevo para que consigamos me compreender
Mas vivo
Como consigo viver

Deus você



Deus tu está atrás da porta
E está esperando eu cometer qualquer deslize para me julgar
Aqui estou em pleno deslize
As pessoas nascem ricas, bonitas, altas, inteligentes, magras e talentosas
Mas sábias elas não nascem
Saibam que eu não sabia que podia saber
E por não saber eu não sabia que não podia saber
Que eu soube
Mas meu fogo interior queimou o que soubera
Agora estou aqui requentando cinzas Phoenix
Ah, há, à, a, e á
ZZzzzzzz
Minhas vozes todas estão na minha orelha via garganta
Eu não
Eu não posso
Eu não vou me entregar
Apesar dos pesares pesarem
Decido pôr por escrito tudo o que sinto que sinto
A vida caminha diretamente para a morte
Mas eu acredito é na minha caminhada
Na "sina minha" vida sozinha
Danço minha dança enquanto todos contradançam
Eu sigo o universo em crescimento
Não posso ficar ae parado feito parede
Ignorado, debochado e julgado
Injustiça?
No "in" da justiça estou
Amanheça de uma vez
Bom dia seu sol
O reconheço desd'a luz da lua
A noite na inocência de crescer ensina a absolver-me
Eu sou inocente
Por causa disso há orvalho em meu olhar
Estou de asas abertas
Tipo águia nas montanhas aquecendo as asas
O vale cá
Eu lá
A cantar como o sibilar do vento em minhas asas
Ou mesmo no farfalhar de meus pés
Por que não o farfalhar de minhas mãos
Em folhas brancas
Desenhando no céu nuvens
Nuvens parecidas com sorvete
Olhos onipresentes orbitam meu sorvete
Não o sorvo o ofereço
Não desdenho meus desenhos em resenhas
O melhor remédio de psiquiatria é a poesia
Voo como corvo com dor
Minha língua não lambe palavras por dizê-las
Lambe o que forma na própria mente
Se o que sai é sempre diferente
Plaino
Subo a lomba
Até à serra do amor que não corta
Na porta de "deus eu" estou
Sim eu saquei sou uma criança
Estou aqui errando e chorando como uma criança
No solo de meu penar está todo o meu pensar
Quando senti toda a dor
Vi no prisma do meu pranto toda a cor
As rosas inevitavelmente têm que desabrochar
Amor todo o meu brochar é
Para eu desabrochar aqui em mim
Um bloqueio nas paredes da imaginação
Mas eu educadamente bato e bato
E digo e digo
Sim eu sei que eu preciso me salvar
Eu lavo meu caminho
A minha sina é tão pequena
Sofrer por mim mesmo
É tão pouco
Eu vou libertar-me de todo meu sofrimento
Ui ui ui
Vou desidratar
Morrer e nascer no mesmo lugar
Se é eterno e infinito fico aqui no in do início ao fim
Para me achar dentro de mim
De minha mente que sente
Que é minha semente do eterno infinito recomeço
Que mantém tudo isso
Leu?
Transgrida da grade pra dentro
Eu estou sempre tentando transgredir
Não eu não vou bater mais
E por favor, eu peço que aceites minhas desculpas
E obrigado pela LIÇÃO
Estou demasiado
Simplifico
Eu retorno a massa
Eu não vou contar nada
Esta noite foi necessária
Os planos de meus olhos são
Voar e curtir em poesia esta vida
E não importa aquela porta
Eu não vou mais bater
Eu vou é amar o pouco que compreendo
Meu coração é um átomo
Atômico estou e prefiro não explodir
Vou aqui calminho ficar
E usar essa energia
Para crear o mundo que creio
Em tudo não sendo Amar

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

De dentro de uma vagina falo o que vejo




Quem será que é tu?
Erro ao não concordar só pra rimar
Fecho meus olhos aos meus erros
Eros invade meus cílios
O amor está a me ligar
Aqui é o meu lugar
Quero aqui estar
Por que será esse medo de ser prepotente?
Ou será o medo de a noite cair
O escuro e seu alarde!
Insisto
Quero e preciso estar e ser
Sentir-me bem
Bem aqui dentro
Nunca é tarde
Mais um motivo para eu recomeçar
Por que não sou-me?
Estou aqui
Sei mais de mim do que posso contar
O tempo velho amigo me conta
Em um vento
De mim talvez outro invento
Vamos tentar de novo
É doce ainda seu gosto
O tempo não podou o poder
A força do nosso amor especial
Fecho meus lábios ao dizer
Minha língua acha seu lugar entre seus dentes
Rentes a milhas de distância
Lá onde ainda há a infância
Onde de meu mar desagua em nós
Entre nossos corações e mentes não há razão nem emoção
Calma sinta na brisa de meus suspiros minhas pirações
Olha a praia que fiz de mim nessa piracema
Represo toda essa água
Que irá fará
Eu ainda viver os momentos de amor mais doces
Nessa praia está o sol maior em meu cantar
Minhas pernas dançam que parecem suavemente correr
A maresia leva toda aquela asinha
Os movimentos circulares circulam todos os lares
Auréolas nossos olhares
Flores vêm se fores
É um convite essa praia que não é minha
As roupas caem por si
As mudanças tão queridas em nossas vidas
Em uma simples dança livre e desmistificada estou
Eu queria que todo mundo imaginasse-se
Imagina
Não calo
De dentro de uma vagina falo
Luz

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

A campanha dos cem anos da ABI (Associação Brasileira de Imprensa), inclui um texto bem legal sobre a vírgula (2009)

1. Vírgula pode ser uma pausa... ou não.
Não, espere.
Não espere.

2. Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.

3. Pode ser autoritária.
Aceito, obrigado.
Aceito obrigado.

4. Pode criar heróis.
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.

5. E vilões.
Esse, juiz, é corrupto.
Esse juiz é corrupto.

6. Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.

7. A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.

Uma vírgula muda tudo.
ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.

Frase adicional repassada por e-mail

Se o homem soubesse o valor que tem a mulher andaria de quatro à sua procura.

Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER.
Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM.

domingo, 29 de janeiro de 2012

Di men são soul





Olá!
Eu não sou alguém
Alguém de desanimar
Comigo minhas mãos seguem
Rezando a mesma missa
Partindo de que minha vida é a premissa
Suo sucos de mãos juntas
Queria que o ar gelado entrasse
Mas o rio de minha tristeza
Quer que eu tenha fibra
Aqueça
Disso não esqueça
Integro-me
Escrevo minha história viva
E me vejo eternamente a lendo
É complicado eu sei
Mas todo mundo vai embora
Nem preciso explicar
Eu por pensar nisso
Ok
Imprimo velocidade em meu pensamento
Penso no que diriam
E se diriam algo sobre minha vida
Estou no futuro
Essa mancha antiga na parede
Nela há o que ainda observar
As dimensões de meus olhos estão se olhando
Ái! diz minha voz
Tudo o que passa pode passar
Mas pode não ser por aqui
Tudo o que passa nos amarrota
Heliogábalos circundam sempre
Minha força o amor está nas mãos de quem amo
Sinta bem esses lábios que beija
Eles estão falando a a Deus
O cisne se debate no raso
Ele se debate no fundo é em si
As professoras pupilas olham
Miram seus próprios lábios
Que beijam os seus dedos
Por digitar seu deep sentir
Sim estou em meus sais
Saíram todos os ais
É tri triste
Mas chega a hora
Fica pra minha história o...
Eu não vou desistir...
Estou rolando pelas sarjetas mais nojentas
Minhas mãos estão nos ponteiros
Apontando-me
Que luxo eu poder me salvar
Ou me foder
Eu quis sempre
E pra sempre
O ar infla meus pulmões
Pedindo mais
Deus por favor
Convença-me a ficar
Eu quero por que sei que preciso
Minhas lágrimas poluem o mar
Sou um ET aqui
Mas quero ficar
Sinto em minhas águas o definhar de minhas mágoas
Monto em éguas ou cavalos
Saio alado
À francesa
Eu quero com este texto expressar-me
Saio fora de mim assim
Visito galáxias
E cada vez mais aceito que o manche do destino
É a minha conotação e concatenação do que acontece
Mesmo que não
Sou o que acredito
E a mim mesmo digo o que sinto
Mas ser ser humano não é tão fácil
E para terminar este texto
Eu vou deixar uma questão
Eu te quero
Por que não a tenho?
Por que?
Por que?
Plim
Mais uma lágrima a salgar o mar sou
Plim Plim cadê você?

Só aqui ou ae

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Cornélia Flores em FALO MESMO!

O Brasil precisa de um processo palpável e executável de cultura que seja aceito e querido pela população em geral! A riqueza de uma nação é o seu povo!
A maioria das pessoas se acomodam ao que é fácil. Errar é mais fácil. Acertar é difícil.
Por isso vivemos uma época de vários erros, e não estou julgando estou simplesmente observando. Até posso imaginar que alguém, ao ler este texto, pense que quem escreve assim é um intelectual chato e distante. Ou, algum leitor possa ler e nem pensar nada. Ou até mesmo (o que realmente acho) nem ler. Mas, aos que leem, pensemos junto: como podemos ter um Brasil melhor se a maioria orgulhasse da sua falta de cultura e faz do raso a expressão artística nacional. Assim sendo, se alguém disser que estou errado em buscar um alargamento do horizonte cultural de nossa população em geral. Se alguém provar que a nação não precisa de pessoas com caridade cultural e paciência infinita, eu mudo de opinião e saio do Facebook e o chamo de Faz-se Bocó.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Imagine

É mesmo real
Estamos em 2012
Sou um colt 45
E o céu está lindo
Belos e lisos como nossos rostos sonhadores
A felicidade mora e desce agora pela minha face
O olhar no horizonte me debruça
Eu estou nessa estação verão
Vendo os vagões e suas vagas
A brisa passa
Balança suavemente
Eu fruto no pé amadurecendo
O nada ponteiro das horas roda suave
Depois do sol vem chuva e escuridão
Escolhas me dão
E por que não
Esta tarde é uma estrofe da poesia de minha vida
Calejo meus dedos ainda
Agora a agonia finda
Mas ainda estou só
Mas pensando
Sinto
Sou só eu que posso me fazer feliz
Substituo as prostitutas por uma puta punheta
Compreenda que o sexo não quem me prenda mesmo que aprenda
Corrijo como uma coruja ou um velho marujo
Esta tarde é uma arte de varde
Enquanto minha cara me encara
Vivo sem alarde
A paz me invade
FIM?
Isso é um sonho
Portanto...
Não acaba

HQ sem HD

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

http://youtu.be/y6x-BlZTQTY

domingo, 8 de janeiro de 2012

Amem




Se eu deixar destruir-se minha fantasia
Minha vida se esvai
E sem graça vai
O que quero é...
Você aqui comigo
Mas antes de verdadeiramente viver o pleno amor
Tenho um plano
E vou mostrar o que faço:
Leio muito e tudo
-Várias experiências vivencio com o meu conhecimento-
Viver é foda
Vivo!
Intenso
Prospecto sorrisos e lágrimas em mim
Quando sorrio
No brilho de meu olhar está tudo temperado
Quando choro
Jorra a água salgada do mar que sou na terra
Terra e água (duas)
O ar (um)
Três?...
Trino muno-me de luzes
Primeiro o verbo sou
E sendo liberto meu eu como um livro aberto voo
Cuidado com o que imagina
IMAGINO
Em ondas sinto a praia dos sonhos agora
Estamos eu e você indo um de encontro ao outro
O vento está contra
A favor do amor
Olhe em meus olhos
Tudo estava acabado
Mas com você do meu lado
Estou completinho
Inteiro
No amor da minha vida estou
Para alimentar a silhueta da imaginação
E entrar de fato na eterna vida
Refriso
É preciso ler e vivenciar
Essas experiências são ótimas para ultrapassar o amor carnal
Pois esse magnífico mundo que vemos e vivemos
Antes de tornar-se uma realidade
Foi imaginado
Somos todos nós que fazemos a vida como a conhecemos
Se não está bom
A culpa é nossa
Isso inclui nossa missão ou omissão
Assim torna-se óbvio que encontrar o amor da nossa vida
É o que nos completará
Sabemos
Bem no nosso profundo
O que precisamos fazer
Mas é tanta superficialidade que...
Mas deus "Eu"
Por favor ilumine meu caminho
Para que eu perceba uma parceira para esta vida dura
Tateando verdades
Todas as pessoas estão convivendo comigo esse sonho
Eu recuso a acreditar
Que existe alguém que não queira amar e ser amado
E digo mais
Pra isso nascemos
Pretensão minha
Nos amarmos
Correspondamo-nos
Eu preciso ser correspondido
Se não to fodido
Desce todo o mar do sal que há em um humano só
Não me bata com sua indiferença
Eu vivo e morro quantas vezes puder
Mas eu preciso amar
Me amem sem regras
Amem
Man and woman

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Seu Vagem, cresça e vire essa energia que pensa

Em frente a a tela branca
Branco de medo
Escrevo o que acho
Pois acho que sei que nada sei
Meu dedo digita cada tecla
Correspondente a cada letra
Funcionando conforme essa enorme força
Que não há quem distorça
Chamada sentimento profundo
Estou escrevendo sobre o meu mundo
Que é você que está lendo
Sinto cada olho seu se movendo
Sinto-o leitor
Esse ecrã (crã)
Desnovelo
Volto a mim
No elo daqui praí
Ruidosas benevolências circundam meus cabelos antenas
Continuo equilibramente imaginando
Sou uma vagem abanando
Feijões em feto no meu interior
Plantado sugo da Mãe Terra energia
Que misturados com o ar
Faz-me sentir e escrever
E escrevo isso aqui
Pause
Para saber quem és
O pau não use
Por enquanto sou o trocadilho
De trocadinho em trocadinho
-Nasci pobre
Cometi diversos erros
Sobrevivi até aqui
Sim
Me dispuz a crescer por querer ser
Volto a estudar
Leio e escrevo sobre viver
Busco em mim todo o meu potencial do que posso
Ou devo ser
Isso mesmo
Sou como uma semente
Somente uma promessa
Brotar?
Tenho Espiritualidade e Experiências
Tenho Livros
Tenho Internet acesso livre a toda a cultura do mundo e
Talvez tenha o Eterno para consultar
Unho o universo
Para saber quem sou e onde estou nesse verso
Uno a isso o que quero e posso fazer
E Sou um artista
Mas
Cadê a sensibilidade de nossos artistas
E mesmo a de nosso povo
Cultura a todos
Para livrarmo-nos de artistas oportunistas
Que enriquecem estreitando a mente de nosso povo
Rebelo-me!
Deixo crescer o cabelo
Visto uma roupa que não destoa do todo
Compro as coisas por sua utilidade e qualidade
Não sou numerado
Só mais um a enriquecer grandes marcas
Não quero ser um artista oportunista
Sou um Atualista
Não sou inocente
Nem culpado
Tudo o que acontece a minha volta em meu tempo
Tem o meu envolvimento

domingo, 25 de dezembro de 2011

Rara filosofia




Rara filosofia pensar como os animais e bem mais
As pessoas normais não mais
Como eu e você ao menos
Levamos a vida pra um lugar onde chorar alicerce sorrisos sinceros e duradouros
Onde?
Vem atrás
Agora do lado
Sem olhar pra frente ou pra trás
Pro lado
Pra abraçados podermos nos beijar
Meu doce amor...
O vento leva e traz a vontade de te querer mais
Enquanto caminho pelo caminho
Dá cá outro beijinho
Tá difícil
As pedras desafiam o destino de ficarmos juntos
Afirmo que debaixo desse firmamento nada há mais firme
Que o aumento que tu causas dentro de minha calças
Vamos nos divertir
O vinho veio tinto
Te dou meu instinto
Faço um chá e sutilmente sumo
Fujo do compromisso
Do teste de viver pra sempre
Percebo que não está tudo em mim
Tenho minha sedenta mente e mais
A tese que atesta que
Além de minha testa há um coração
E que a alma não está só no além
O bem vem como um trem
Carregado de emoção
Corro até a estação
Louco pra te encontrar e contar
Que não importa o clima
To sol
Asa nuvens cavalgam no céu
Devagar
Divagar
O mar de amar
Nós dois deitar na areia
Nossa cama
Vagar pelas ondas sonoras das águas de nós vindas
Vidas em suor de se querer cada vez mais
E se equilibrar
Nos distanciar
Voltar homem do animal
Animar minha alma
Estou animado e vocês?
Eu vou passear e certo que por aí vou passar
E toda a tua roupa amarrotar
Comer em tua mesa até arrotar
A minha filosofia é viver
Agora filosofar
Vou sem complicar
Conforme o ritmo do que sinto nada explicar
Voo
Dançar a melodia da vida
É simples e claro como a luz solar dividida em sete a me prismar
E a me primar em seis direções
E diferentemente das pessoas que parecem se achar as escolhidas para a boa vida
Eu gente diferente coloco em meu peito minha mente
E em minha cabeça carrego a coroa de espinhos das dores que sobem em minha espinha
Igualo a uma iguana vou as Guianas via Suriname
Mais de quarenta dias num deserto que decerto providenciei-me estou
Rara filosofia
Só e sem desespero espero
Sei do seio da terra virgem que me espera o descabaçar tranqüilo
Vem calma a mente com a alma em minha cabeça cardiacamente
Conectado a tudo sou pacientemente
O néctar que acalma a mente que pensa e sente está na calma da gente
É de manhã
Vem ver
Se foi a noite
Não complique a lua me disse que sua luz é do sol
Estou só e o sol não se importa de brilhar só pra mim
Escute a música escondida na batida de seu coração
Sinta que letra forma o verbo primeiro
E este texto totalmente inserido que parece fora de contexto
Parece um pensamento secreto
Vazando nesta base da vida que é AMAR
Sinto que existo por causa disto
Entenda se fui erudito é porque todo mundo que diz isto
Torna-se esquisito às facilidades que o erro é
Pois fazer alguma coisa errada é como peidar dormindo
Mas fazer a coisa certa
RÁ! Aí que está
O politicamente correto é um bundão
Chega de rebeldia por enquanto
Quero te amar

Assopro palavras soltas em tua boca
Em brasas minha língua como asas voa
Nossas línguas unidas nessa vida
Brindam na boa
E nos blindam com o amor
Esse mesmo que acima exposto está
Sei gata que a ti basta eu firme ali
Um confortinho aqui
Mas acordei após morder tanta maçã
E desde esse dia
Minha vida é essa filosofia
Essa poesia que poucos acreditam
Mas todos sabem que existe
Acredite

Primor

sábado, 24 de dezembro de 2011

Se não fugir dá +ou- nisso

Sou um homem brocha?

Um homem
O eterno passageiro
O tempo
Um bonde de hoje
Eu?
Livre de linhas e trilhos
Sigo sem desejos´
A vontade é a minha trilha
Esse mesmo tempo
Pode ser outro invento
Pode ser um sargento
Indo
Só indo
Nos levando ao envelhecimento
Ao arrependimento de sempre estar seguindo
Nunca rompendo o momento com um novo caminho
Homem rompa o hímen de cada dia que se anuncia
Mergulho no brilho desses seus peitos
Suspeitos de não serem perfeitos
E neles vejo o bonde livre indo
Num trilho e outro trilhando o seu brilhante caminho
Livre cada brilho refletindo
Ok
A polícia de cada pensamento policía
-Com licença preciso ver sua licença
-É que eu sou livre
Fui e vim por ae
O céu mesmo azul conduze-me a essa sua luz
Digamos assim
Algo como nesse algo que imagino e os convido a..

Ei
Você ae
Não vê
E nem sente o que está acontecendo aqui?

-Sim eu sei
Mas não me toco
Olha cara se você não sente
Esforçe-se e sinta isso
Ó! Por favor se dê mais
Se você diz que não tem mais
Então
Diga que tudo sabe
E saiba que nada sei
Sim
Eu depois de tanta ilusão desiludindo-me vi-me apaixonado
Como assim?...
Escute minha história
E diga se me engano
Eu hoje em dia pensei em hoje em dia
Como se fosse uma pessoa que viesse não sei de onde
E fosse depois de tudo nem sei pra onde
No fundo o tempo e a luz me dizem que sou tipo um mártir de minha vida
Se eu não sofrer e aprender eu não vivi
Entenda o paraíso é para isso
Amar
Eu amo todos e tudo em seis minutos
Homens mulheres e putos
Tantos rimares
Milhares de mulheres
Preste atenção ao que queres
E nada que faça sem amar
Nada que não for isso vale
Por isso digo e repito desde Jesus Cristo
Todos precisamos de amor
De ser amados
Não há nãos
Nem nuncas aqui
Eu amo e estou sendo amado por você que está lendo tudo isso
Este texto é longo?
O que é um milhão de anos
Para quem ainda não deu nem comeu um ânus
Como essa vida que irá seguir sempre
Sempre por causa de sexo
Ei! acorde
O que foi?
Eu não vou pensar nisso sózinho
Vamos gozar juntos

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

O sonho não acaba

Quando eu era bem jovem eram os velhos generais que mandavam. Agora parece ser os bem jovens que estão a comandar essa revolução tecnológica. Ou as raposas do sistema nos fazem crer isso. Pô! Geração que nasceu no flower power, fomos gerados na geração que queria paz e amor. Estamos maduros o bastante para pegarmos as rédeas desse sistema? Ou vamos ficar a mercê de velhos conservadores ou vamos largar essa responsa somente aos jovens, que, no mínimo, são inexperientes em relação aos verdadeiros e úteis valores da vida. Agora chegou nossa vez...
‎...com nossa experiência podemos maduramente contribuir para uma sociedade mais equilibrada...vem aí OS ATUALISTAS - O despertar de uma geração...

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Roubei a senha dele

Eu sou o caso dele e vou contar todos os segredos desse...
desse...
eu ainda amo ele
pra sempre amarei-o
Ósi, te prepara
ou tu me assume
ou...

sábado, 10 de dezembro de 2011

Complete as lacunas: a_o_

Aquela tatuagem que fiz na areia da praia está ainda em minha pele

Todos estamos a procura de um amor que nos dê coragem
Um amor com a força de nossos sonhos
Com a energia de cada dia
Que conjugue do nosso lado o verbo amar
Um amor alado
Que em conjunto nos eleve a tudo o que é possível fazer
E transpareça num simples olhar que pra sempre esteve do nosso lado
Todos merecemos esse sublime amor
A paciência que sinto na força de minha atuante esperança torna-me doce
Peço aos meus fantasmas silêncio
Tudo parece puro quando se está amando
Mesmo que seja longa essa espera
Espero
Estou desde já pra sempre te amando
Não, não estou a procura de abrigo
Mas de alguém pra ficar comigo
O amor é invisível, mas eu sinto sua presença nua
Ei você aí oi estou aqui
O sol de novo some
Qual é mesmo meu nome?
É um crime essa gastura de bar em bar
Tiro a poeira da poesia
Coloco futuro, presente e passado lado a lado
E no fundo em mim sinto a força de toda a liberdade do mundo
As cores sou
Vem luz de meu amor
Não sou uma criança esperando uma mãe
Sou uma criança crescendo na alegria
Que sei
Todos teremos um dia
...

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Não é algo sobre mim, são UIVOS POÉTICOS FILOSÓFICOS




Sob nós pairam as letras soltas
Elas orbitam em quem as percebe
As percebo em verbos
Formo pensamentos fugazes
Eternamente vorazes
Eu escrevo que não sei o que estou fazendo
Acho que minha vida é escrever

Mensagem percebida
Sol dado
Caminho iluminado
1, 2, 3...
Mensagem sendo enviada


A paz em minha consciência é o que busco
Sim
A busca pela paz interna

Vá! Avatar desse mar de lágrimas
Essa nau razão segue em emoção
À foz só a sós
Nos encontraremos todos dentro de nós
Por isso...

Não haverá paz enquanto não a a encontrarmos todos
Dentro de nós mesmos
Parece impossível?
É só difícil
Fácil?
Fácil é falar o que pensa fazer e não fazer
É deixar tudo como está
E tornar-se só mais um na multidão
Multidão essa massa de modelar
Desato meus braços aos brados
A população de minha imaginação É
Somos todos nós

Eu quero andar pelo mundo amando todo mundo
Aparentemente não amado
Mas no fundo ao seu lado
Livre estou
Caminho
Pra amar sinto que nasci
Eu me desmancho como uma geleira
O tempo todo na soleira aqui

Todo nosso amor preciso para não sucumbir
Preciso me ser pra ti ter
E não só mais um ser nesse mundo de hipocrisia
Entre
A porta está aberta
Eu sou livre a quero livre
Pensar e sentir tudo isso me machuca
Mas sinto-me vivo
Enquanto minha alma uiva solitária na madruga
Meus sentimentos e pensamentos perambulam
Voltaire que nunca foi
Cecília e Elis
Renato e Rosseau
Bacon e Vítor Hugo
Não estou só
Mas cadê você?
A carinha que faço sorrindo está pedindo carinho

Não apaixonar-se por alguém é não ver ninguém ou não querer tornar-se brega ou refém

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Aplausos na madrugada

Os mosquitos estão a me rodear
Eu bobo olho para o céu
E sinto o deus que sou
Imagino a vida do mosquito minha
Que erro o meu
Posso matar o mosquito
Mas a vida dele é dele
Religo-me à vida
Livre o vejo livre em voo
Pronto a sugar
O mosquito a me rodear
Ele está só, como eu
Está sob a luz/led do PC
Eu bem sei
É só mais um mosquito
Mas ele está vivo do meu lado
Cantando em meus ouvidos
Clap! Hipócrita que sou
Acho que o matei

Sutis Elos

Ergo meu lápis às cores
As pessoas todas tão boas
Como essas rimas que virão
Que verão a primavera/verão da humanidade

Jogo uma roupa em mim e voo

Sim
Minha pele está sentindo o frescor da liberdade
A lenda da humanidade está no ar
Inspiro
Eu sei eu vou inflar
E depois cantar que é tri estar assim
Assim contigo
Assim comigo
É que as vezes sinto que minto o que sinto
Os meus sorrisos são meus dourados momentos
Eu sou bem assim
Uma criança indo a ti

Somos todos crianças passando um tempo aqui
Nos quero
Parece forçado
Mas não é
É o que eu quero e posso e faço

O ar seca essa lágrima
Evapora
Se Eva pecou
Eu Adão estou junto
Me alcance sua mão
É pra ti que me dou
O mundo dos que se vão está no fundo onde estamos
Pare
Se seja
E sinta em si os nós que nos unem
Sutis Elos

Fim de filme romântico pra adolescente praieiro

Olho para a brisa que se vai
A digo ADEUS
Tchau
Encontro outro oi
Vai
Enquanto isso cheia de onda
Jogue suas tranças em mim
É noite
Feito asno urro
Tipo burro
O vento na narina de meu sussurro
Açoites cadas noites
Quase alcanço o romantismo que não tenho
No bar do...poetizo bardo
Proponho que as ruas estejam nuas
E nós vestidos de poesia corramos
Enquanto nos amamos
Olhos em olhares
Bocas abocanhando arfares
Te sinto bem aqui
Ae!
Não pára
Eu quero dizer com isso que...
Aquela praia deserta
Nos espera na certa

Eram deuses nossos medos...?...religo...

...É...
Os velhos tempos estão aqui
PaUsA
Coa essa vida que escoa
Saiba
Pego esse barco para brindar as margens com minhas reflexões
Mentira me tira daqui
O que estou inventando agora
Outra nau vai... uau!...

As drogas que usamos não chapam mais
Olho bem minha cara dura no espelho de aço
Osolhos ‘inda vermelhos como teus pêlos
Estou endurecido por tesão por ti estar sentindo
Só e duro
Entro numas de me entregar
Digam que estou pra hoje!!!
Alguém ae?
ECO
Quem será que é tu
Enquanto me perfumo
Sinto...
Quem será que é tu? ..u..u...
Minha espinha em si
Cima de ti
E o longe esse lugar a sumir
Em mim subir
Saber que íngreme é tua língua

Varrendo nossa casa estamos
Com a vassoura que antes usávamos para voar
Por favor não quebre o ritmo
O tempo está mesmo assim
Especial como tu
Tu que junto comigo, dá em nós
Esqueci-me em ti
Por causa do que sinto aqui
Estou aqui

Como será que é tu?

Amanheceu de novo
E eu em nenhum lugar

Sacudo meu saco de dormir
E parto em direção do raio da manhã
Mas o sol reflete seu rosto em mim
Sinto medo e rezo
Eram deuses os nossos medos
Não é a angústia do não poder
É a angústia de poder que me dá
O medo que usam para dominar-me
Móbiles num berço somos
O natal pode ser dia 25?
Claro que com medo meço minha coragem
As cores em mim agem
Interagem
Agremiam
Somos mesmo moços pra morrermos mesmo de velhos
É! O ocaso é por acaso o nosso caso

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

domingo, 27 de novembro de 2011

Big Hugs

Rélou peoples,
Não tenho podido atualizar questo blog
Pois meu pc pifou
E o notebook tem teclado americano, não ser bom de escrever
O texto non fluir
Estou providenciando...
Buena
Mas têm vários textos
Por favor queiram conhecer diversas fases da life atual lendo questo
E saibam
Estou lendo Vítor Hugo e Voltaire
Vem coisa boa ae
Ah! E amanhã (27) estarei no Anfiteatro Pôr do Sol
No aniversário da nossa Ipanema FM
Serei o "Ipanêmico, o Super n"
Vai ser massa pintem lá
Leiam todo esse blog é a msg sublime nar desse txt
Big Hugs

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

domingo, 20 de novembro de 2011

Parece mentira, mas me tira isso da ideia



Consumam desenfreada e irrefletidamente
Embelezem-se exteriormente e não ocupem-se com seus espiritos
Sintam-se os eleitos
Passem pelo outro e não estendam a mão
Vivam sem compreensão
É preciso o miserável para lhes glorificar

Aproveitemo-nos, enquanto nos temos

terça-feira, 15 de novembro de 2011

11 de 11 de 11 às 11h e 11m e 11s



Calma, assista com calma.
Outra vez em 2111

Vem ai as CRONESIAS do Repórter Elo.

O sublime e o belo reunidos em simplicidade para todos em qualquer sociedade. O novo contrato social, atualizado e atuante. Háguarde

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Elohim

Inicio minha própria viagem cerebral
Vagueio pela minha imaginação
Vejo o que imagino
Estou a beira de um abismo
Nem mais um passo pra frente me digo
Passa um mendigo
Eu noto sua presença
De fato sou eu ali
Chega um jovem impetuoso
É sim sou eu também ali
Olho para os laudos
O número 22 é de meu gosto e de março
Sem anos
Embarco na eternidade
Ante a concepção
Exerço minha arte não pela arte sim pela minha verdade
Urro que mudo
Mudança eu danço sua musa música
Não sou o que nunca fui
Sou e serei o é
O Eu Sou
Se errei ou se acertei
Lições aprendi
Zumbis passam por aqui
E são tantos que confuso quase fundo
Mas é somente um processo de purificação
O joio é o ingnorante e o teimoso
O trigo está escrito nas estrelas
E nas entrelinhas
Deixo de ser só mais um por um desejo enfiado na vontade de não ser só mais um
Noto o que foi e está sendo feito
Estou sob o efeito da poesia
O céu e o inferno se abrem
A Mãe Terra
O Pai Céu
O filho em fadiga
Uma placa pra dentro dizendo siga
Sigo consciente ao in
Em semente somente pela mente plantada no em si que tem em cada um
Sou gente em mim
O diadema do bom dia ao demônio derrete-se no calor do inferno ativo
...As experiências de crianças...
O livro aberto como descrito rupestremente em minhas cavernas íntimas
Livro-me
Águia em voo ao céu aberto
Olhares em zoom
Auréolas
Antenas em elos
Uma sala não é uma cela
Ele e Ela em Elo
O Elo in

Elohim (do hebraico אֱלוֹהִים , אלהים ) é a palavra utilizada para designar as divindades ou o nome dos criadores do homem, também é o nome do grupo de seres conhecidos como Os Valentes da Antiguidade que originaram os Nefilins.

O termo Elohim está no plural e significa: "Deuses e Deusas", para representar um ser físico e próximo ao homem como cita o livro do Gênesis 17:1

http://pt.wikipedia.org/wiki/Elohim