quinta-feira, 18 de agosto de 2022

Olha aquela relva

  

Não evite me olhar

Sejamos eficazes

Isso colocado como meta


Faço esta descritura de minha criatura

Na cara dura
Desemaranho os fios que me enrolam em mim mesmo
Engato-te no foguete da boa vontade
Faço um trato com cada ser que vive
Árvore, vaca, bichinho de estimação
Àquela criança fraca
Ou mesmo àquele ladrão com essa faca

Até mesmo você

Sou um livre pensador que dança como uma criança
O ar que se movimenta em minha volta
É a brisa que abranda minha revolta

O sussurro íntimo é a voz da consciência, e quebra muros

Não só estamos, somos todos conectados
Escuto vindo da consciência íntima de cada um... tudo
Ouço em mim...o grito de todos
E eu numa só voz, correspondo
Engatando os elos em letras que lentas mudam
Ae está mudança...letras formando palavras em pensamentos em ações

De Hermano pra Hermano a humanidade num todo cresce

Que todas as forças isoladas unam-se
Para tornar maior o homem comum

Eu girando
Todos em conjunto num único verso
Em torno do povo que somos

Nunca deu certo esse pensamento. Por quê?

Nunca houve aqui alguém como eu e você
Como todos nós

Estou sem dormir, por não querer ter que acordar de novo
Sem nada de novo
Estou afundando
Reciclando meu corpo

Não 
Sim

Todos vamos morrer
Mas na nossa vez vamos reviver
Há que a ver

Deixe a fila andar
Ir e voltar por ter que esperançar
Vou ter que terminar

Quero chorar e sorrir pra sempre
Em paz

Ar, venha satisfazer minha intenção de viver

 

 

 

Não evite me olhar

Sejamos eficazes

Isso colocado como meta


Faço esta descritura de minha criatura

Na cara dura
Desemaranho os fios que me enrolam em mim mesmo
Engato-te no foguete da boa vontade
Faço um trato com cada ser que vive
Árvore, vaca, bichinho de estimação
Àquela criança fraca
Ou mesmo àquele ladrão com essa faca

Até mesmo você

Sou um livre pensador que dança como uma criança
O ar que se movimenta em minha volta
É a brisa que abranda minha revolta

O sussurro íntimo é a voz da consciência e quebra muros

Somos todos conectados
Escuto vindo da consciência íntima de cada um, tudo
Ouço em mim o grito de todos
E eu numa voz só correspondo
Engatando os elos em letras que lentas mudam
Ae está mudança...letras formando palavras em pensamentos em ações

De Hermano pra Hermano a humanidade num todo cresce

Que todas as forças isoladas unam-se
Para tornar maior o homem comum
Girando todos em conjunto
Juntos em torno do povo

Nunca deu certo esse pensamento

Por quê?
Nunca houve aqui alguém como eu e você

Como todos nós

Somos a humanidade do século XXI

Não é brincadeira ser o resultado de tantos tempos de tentativas
Experiências que nos elevaram ao progresso que agora temos
Nessa nossa geração há uma necessidade
A de refletir sobre tudo o que fizemos
E atuar pelo progresso da humanidade

O útil é belo!
Dê forma aos mais belos sentimentos em pensamentos e ações
Que esse mesmo tempo perdido em passatempos seja utilizado de forma enriquecedora

Que conhecimento escondido kinada
Trate de espalhar suas mais incríveis descobertas
Cada gente um livro aberto pra gente
Esconder socialmente a púbis é a regra mas não tenhamos medo tamanho de nossos Pais
Nutramos a inteligência da maioria pra que um dia toda ela ria
Sem ter de se contorcer em fantasias mundanas
Se a arte é um alarde de si que seja de nós pra nós!
Desça dae e venha dançar essa ciranda
Uma poesia social
Uma música sua para enaltecer seu eu em si

Em cima de nós mesmo
A favor do bem
A imaginação sôlta não é que nem bebedeira
Pois se há um horizonte lá e aqui
Têm asas pra voar pra lá ou pra cá
Pra que pecar sem pensar
Que sirva sua imaginação à nação humana
Sirva-se você de modelo ao barro original de Deus agora
Semelhantes somos aos grandes
Indiferentes traços tornam-se círculos na dimensão universal de cada verso
Essa conversa íntima de cada palavra sua
Lavrando sulcando mentes para o rio de luz passar
Suje mãos e pés com sua terra
Por sua terra sue
Recolha cada gota de lágrima e suor
Usine todas as suas forças
Desate os nós dessas forcas
Se em tuas unhas e sola de pés não tiver entranhado o barro duro da persistência corremos o risco de nosso da existência passar
É a eternidade que está a nos testar
O poeta verdadeiro é honesto com sua viril consciência
Ama o seu serviço
Esse servo do povo
É isso

Sejamos eficazes

Isso colocado como meta


Faço esta descritura de minha criatura

Na cara dura
Desemaranho os fios que me enrolam em mim mesmo
Engato-te no foguete da boa vontade
Faço um trato com cada ser que vive
Árvore, vaca, bichinho de estimação
Àquela criança fraca
Ou mesmo àquele ladrão com essa faca

Até mesmo você

Sou um livre pensador que dança como uma criança
O ar que se movimenta em minha volta
É a brisa que abranda minha revolta

O sussurro íntimo é a voz da consciência e quebra muros

Somos todos conectados
Escuto vindo da consciência íntima de cada um, tudo
Ouço em mim o grito de todos
E eu numa voz só correspondo
Engatando os elos em letras que lentas mudam
Ae está mudança...letras formando palavras em pensamentos em ações

De Hermano pra Hermano a humanidade num todo cresce

Que todas as forças isoladas unam-se
Para tornar maior o homem comum
Girando todos em conjunto
Juntos em torno do povo

Nunca deu certo esse pensamento

Por quê?
Nunca houve aqui alguém como eu e você

Como todos nós

Somos a humanidade do século XXI

Não é brincadeira ser o resultado de tantos tempos de tentativas
Experiências que nos elevaram ao progresso que agora temos
Nessa nossa geração há uma necessidade
A de refletir sobre tudo o que fizemos
E atuar pelo progresso da humanidade

O útil é belo!
Dê forma aos mais belos sentimentos em pensamentos e ações
Que esse mesmo tempo perdido em passatempos seja utilizado de forma enriquecedora

Que conhecimento escondido kinada
Trate de espalhar suas mais incríveis descobertas
Cada gente um livro aberto pra gente
Esconder socialmente a púbis é a regra mas não tenhamos medo tamanho de nossos Pais
Nutramos a inteligência da maioria pra que um dia toda ela ria
Sem ter de se contorcer em fantasias mundanas
Se a arte é um alarde de si que seja de nós pra nós!
Desça dae e venha dançar essa ciranda
Uma poesia social
Uma música sua para enaltecer seu eu em si

Em cima de nós mesmo
A favor do bem
A imaginação sôlta não é que nem bebedeira
Pois se há um horizonte lá e aqui
Têm asas pra voar pra lá ou pra cá
Pra que pecar sem pensar
Que sirva sua imaginação à nação humana
Sirva-se você de modelo ao barro original de Deus agora
Semelhantes somos aos grandes
Indiferentes traços tornam-se círculos na dimensão universal de cada verso
Essa conversa íntima de cada palavra sua
Lavrando sulcando mentes para o rio de luz passar
Suje mãos e pés com sua terra
Por sua terra sue
Recolha cada gota de lágrima e suor
Usine todas as suas forças
Desate os nós dessas forcas
Se em tuas unhas e sola de pés não tiver entranhado o barro duro da persistência corremos o risco de nosso da existência passar
É a eternidade que está a nos testar
O poeta verdadeiro é honesto com sua viril consciência
Ama o seu serviço
Esse servo do povo
É isso

segunda-feira, 11 de julho de 2022

PARE DE FAZER SUAS COISAS E ME LEIA

 


Mudar o mundo, não somente o meu mundo
Quero gastar minha vida descrevendo o que sinto
Pare para se descrever, leia sua mente
Minhas lágrimas lutam para sair
E molhar essa fornalha que é meu eu
Um olho olha a noite o outro o dia
Bem sei que o mal cresce, evolui a galope
Mesmo que essas duas forças: Bem e Mal
Pareçam ter que coexistir
Opto pela luz
Não durmo, não posso
Irmãos morrendo de fome na África, e não só lá
Horrendo momento cada vez que me alimento
Se alguém tem que fazer algo, somos nós mesmos
Vamos juntos escrever um momento melhor
O segredo está se desvendando
Falta é compaixão
Pode um irmão num carrão e outro irmão ali no sinal
Sem um sinal de caridade seu
Sei que pode pensar esse vai ser o futuro ladrão
A me matar pra levar esse meu carrão
Então o perdôe, lhe dê esse sinal
O Master Mind do mundo é o amor
Mas não só o amor pelos seus familiares e amigos
É o amor por todas pessoas
Criemos uma onda, uma moda conscientizante
Pareço um sonhador, um romântico?
Utopia acabar com o sofrimento?
Optei por não somente sobreviver
Quero viver por algo que valha a pena morrer
Quantas vidas tiver, todas quero gastar tentando o mundo mudar
O mundo somos nós, estou mudando
Mesmo que não dê em nada, vou continuar
Mesmo que seja para ninguém ler
Vou descrever o que sinto
A luta contra o mais fácil é mais difícil
E essa luta não tem fim
In The End

sábado, 4 de junho de 2022

Dr. Eu & Mister Mi

           Estava eu feito um Dr no bar, assistindo o Gre-Nal e bebendo. Decidi pedir o jantar... Uma moça veio me atender. Ela novinha. Eu véinho. Mas como sou extravagante ela me sentiu em sua parte mais íntima –“imaginei” eU - Dei pra ela aquele meu olhar 43, o RPM em mim tava a mil e a mina na certa sertaneja. Olhei bem sério no decote dela e disse. -Chegue mais perto, deixa eu ver a cor dos seus olhos e batom. Ela chegou. E eu fiquei cara a cara com os peitos dela. Homem ao mar! Me encontraram à deriva no oceano de seus lindos olhos azuis. Eu, como Dr. que sou, pedi a janta, o que mais queria eu nem pedi, não adianta. Me sujei de seu batom vermelho, sem tocá-la. Tão bom. Ela sem se importar comigo, mostrou o menu. E eu disse: Vou tomar outra. Bebi lembro disso aí. Terminou o Gre-Nal. Botei uma ficha no som...

É impressão minha ou você também está afim de mim?...Viajei, ninguém me aceita nessa idade

           Estou acostumado a acordar sem ninguém do meu lado. Mesmo sem lembrar o que fiz noite passada, sei que não fiz nada. Esse meu coração é "Dr. Eu" em mim. Aperto sinto em meu peito é vem o "Dr. Eu" me tratar, a vida é assim. Vou ter que aguentar sempre lembrar que não tenho ninguém pra amar, mas não consigo dividir minha casa mais. Pego o celular e vou ao banheiro. -Esse é meu lugar, meu trono, meu lugar de gozar. Sei que ninguém vai nessa porta bater, já deixei sair o que entrou.

Meu destino é me libertar...Vou falar com o "Mister Mi" craque na Arte de Amar...

           Um outro aparecia em mim quando bebia, hoje bebo até cair e não levanto mais. Mais uma, a saideira, aquela que falta para satisfazer quem não faz amor faz tempo. E quando bebo, me chamo de "Mister Mi". Chamo! Chamo! Mas ele não vem. Só vem quando acende a chama de se amar no Mastur Bar... Lá meu cetro certo de ser espada, depois de tudo, jorra. Estou naquele estado, saindo de ladinho mesmo gordinho. Vou tomar um vento, por enquanto estou tremendo, temendo viver sem ninguém pra me lembrar, pra me amar pra eu amar. Vou pra geral gerar um motivo a mais, nem que seja só pra pagar uma cervejas e ninguém pegar. Só isso... A vida continua nua cheia de pessoas na rua e nenhuma na minha via. Não dá mais! A culpa é minha. Um brinde! Mais um finde, sem onde nem por que ir pra outro lugar que não seja um bar e beber. Vou ali me matar e já volto. Sobrevivo só e assim...

Abolicionistas mentais - Conte mais, conte mais



Presos nos elos de uma só cadeia
A multidão faminta cambaleia
E chora e dança ali!
Um de raiva delira, outro enlouquece
Outro, de martírios embrutece

Cantando, o ser humano geme e ri!

Fatalidade atroz que o pensar esmaga!
Extingue-se nesta hora o que o obriga a ñ brigar
A viver sem questionar esse brique imundo do mundo
O trilho que te faz viver a vida sem brilho, descarrile

Abriu em ti a vigia
Com tua íris vê ao longe o arco-íris

A infâmia é demais!
Levante herói do Novo Mundo!
Arranque a indignação e a desprenda nos ares!
Abre à porta ao ti questionares

Povo! Povo infeliz! Povo, mártir eterno
És do cativeiro o Prometeu moderno...
E cruzais os braços... Covardia!
E nem murmurais... Hipocrisia!


— É preciso esperar... dizes
Esperar, o quê?
Basta! A hora soa...
Tua voz revoa
Por nós clama

A nova geração rompe da terra
Se pobre, que importa? Seja livre... És gigante
Ó gente, despertai... Não curves a fronte
Já falta bem pouco. Sacode a cadeia

Te livra do que te rodeia!

A luz da alvorada de um dia melhor nos ladeia
Arranca este peso das costas, Atuante
Atue antes

Levanta esse madeiro dos ombros teus

Vai, Poeta... Rompa os ares
Cruza a serra, o vale, os mares
Deus ao chão não te amarrou!
Tu és livre!

End entend

*Castro Alves, é eterno e então atual. Agradeço ao éter q nos lega-o...to be continued...

Um Tio Tri

 

Part One - Mister Vem

 

          Esses dias refleti, olhei p/mim mesmo sem espelho. Folhei as páginas da minha vida. Lambi minhas feridas, colhi o que plantei. Percebi que sou mesmo sem cura, o meu amor está no ar sem frescura. Leve soul. Sim, sou doutor de minha dor e do amor sou seguidor. Provoco minhas emoções a sentirem-se à vontade. É verdade a verdadeira vida é esta aqui e está aqui dentro do meu peito. Sopro esse momento. Suspiro, me vem você, incendeio ao vento. Digito de fora p/dentro. Digo que te amo tanto e é besteira viver sem você. Me viro p/outro lado, contra o vento gelado. Me esqueço. Me aqueço em você e digo que a minha vida sem você é uma lista completa de compras sem dinheiro no bolso. Pego-me meto-me no meu Ford 2005, aperto o cinto e voa meu sentimento. Centímetro a Centímetro, cada quilometro de distância pesa tanto que acalca. Onde você está? Vamos dançar? Se amar?

 

Part Two - Partiu

           Lembro de você como aqueles amores novelescos. -Aprendi com você, hoje sou livre desses amores novelescos, mas quando chega à noite e o clima fica mais fresco, meu coração quente quer sentir o amor de quem o ama. E a regra é clara é mesmo um milagre amar e ser amado, se não nada feito. Se um dia pressentir que é correspondido numa relação, não largue, é difícil achar outra. Hoje, maduro, tenho em mim que teria toda a felicidade com qualquer pessoa dessa cidade. Só que não. Tornei-me agradável, onde houver alguém lá tenho um abrigo. Onde tiver uma mulher essa me quer, mas amor é mais. Olhe bem o que você está lendo. Está lendo uma vida de alguém que já andou se vendendo, porém agora sou outra história, rei não sou mais. Estou deitado na linha do horizonte olhando está tal liberdade que tanto busquei. Tchau. É você que amo. Fui. Oi. Voltei. E nesse vai e vem ainda te quero bem, bem aqui ao meu lado...


Part Tri - Master Love


        Descrevo o que vejo no espelho, eu desnudo de tudo de toda a vaidade. Pode ser sim coisa da idade, mas não quero mais. Vai. Tchau. Bye. Foi. Dói, mas há sempre haverá um oi. Existem outros filmes na retina de minha vida. Alguém com minha idade e com aqueles certos amores errados perdidos. Alguém que proteja o coração feito eu. Fechei a portinha. Mas ei... Saiba, estou aqui como sempre fui e não há distância nem tempo que vá nos separar. Mesmo eu estando em Canoas e tu no Canadá, vamos nos gelar. Sentir o frio do sul em qualquer lugar que mesmo de longe vamos nos esquentar. Desculpe, mas eu vou chorar... Snif... Fui. Fim?

 

sexta-feira, 3 de junho de 2022

Louco de cara Um Tio Tri

 


 

Part One

 

Mister Vem x Master Love

 

Lembro que colho o que planto. Folho as páginas da minha vida. Lambo minhas feridas. Olho p/mim mesmo sem espelho, vejo-me.

Sou sem cura, o meu amor está no ar sem frescura. Leve soul.

Sim, sou doutor de minha dor e do amor sou seguidor. Provoco minhas emoções a sentirem-se à vontade. É verdade a verdadeira vida é esta aqui e está aqui dentro do meu peito. Sopro esse momento. Incendeio ao vento. Suspiro. Digito de fora p/dentro. Digo que te amo tanto e é tanta besteira viver sem você. Me viro p/lado, contra o vento gelado. Me esqueço. Me aqueço em você e digo que a minha vida sem você é uma lista completa de compras sem dinheiro no bolso. Pego-me meto-me no meu Ford 2005, aperto o cinto e voa meu sentimento. Centímetro a Centímetro, cada quilometro de distância pesa tanto que acalca. Onde você está? Vamos dançar? Se amar?

 

Part Two

 

Lembra aqueles amores novelescos
E outra coisa sei onde piso. Sou livre de amores novelescos, mas quando chega a noite e o clima mais fresco, meu coração quente não gosta de frescuras quer sentir o amo de quem o ama. Me ama

Se não nada feito

E a regra é clara é mesmo um milagre, não me largue, foi difícil achar-te.

Tenho em mim que teria toda a felicidade com qualquer pessoa dessa cidade. Só que não.

Onde houver alguém lá tenho um abrigo. Onde tiver uma mulher essa me quer

Olhe bem o que você está lendo. Está lendo uma vida de alguém que já andou se vendendo

Mas agora sou agora outra história, te quero nua abaixo de zer e eu quente a tua frente. Rei não sou. Estou deitado na linha do horizonte
Olhando onde está a liberdade que yanto amo. Tchau. É você que amo
Fui. Oi. Voltei. E nesse vai e vem a quero bem, bem aqui ao meu lado

 

Part Tri


Claro que tenho ciúmes, mas tenho outros filmes
Quer ir vai. Tchau. Bye
Sei dói, mas há sempre outro oi.
A quem não se recuse levantar a blusa e mostrar a carne
Que protege o coração já desnudo de tudo de toda a vaidade
Pode ser sim coisa da idade, mas vai não quero mais. Fechou a portinha.
Já aprendi a ser homem pra humanidade
E ei...Sei, estou como sempre fui
Um...só mais um pouquinho de eu...Mas um que vamos juntos lembrar, e não há distância que vá nos separar. Mesmo eu estando em Canoas e tu no Canadá, vamos nos gelar. Sentir o frio do sul e mesmo longe estando vamos nos esquentar. Desculpe, mas eu vou chorar...Snif...Fim?

segunda-feira, 30 de maio de 2022

Cruz credo rosinha, de chapéu de manhã cedo?

          Com meus olhos faróis da madrugada, virei mais uma noite sem dormir bem. Pensamentos noturnos no outro mundo, o da escura noite. Uma fome de origem não natural surge e faz eu pensar que não é só de comida que preciso, nada que eu coma aplaca minha fome. Na insone madrugada; vejo TV, nada vejo.  Olho no celular algumas fotos em redes sociais, nada satisfaz. Vou p/XVídeos, dou umas duas em minhas mãos. Não é fácil, a erosão bate na ilusão, inútil pensar só há esse vazio. Viver assim é impossível!  Quem sabe o que ou quem me convencerá que preciso de ajuda? Confuso, mudo tudo. Um sino dentro de mim está tocando, me chamando de humano à desumano. Quem sabe pressinta algo que não sei? A luz do saber interno é sentida e não vista. E amanhece nova mente! O sol enorme de minha solidão de novo clareia tudo e mostra que foi por pura insensatez eu não dormir outra vez. E o amargo silêncio de meus pensamentos noturnos que me amarguraram a madrugada toda surge doce na manhã. 

     Olhando a janela, tomando café e escrevendo esse texto, penso: a vida é essa maravilhosa confusão, mas da onde surge essa força tamanha, esse vento que dentro do meu peito o infla e abana as brasas de meus pensamentos. É quando sinto saudade de antigamente, essa bandeira fincada em meu passado sinalizando que faz tempo que sou contra tudo e contra todos -Onde quer que eu esteja, não tenho lugar-. Passo vagarosamente a margarina no pão e tomo meu café, com a fé de que será hoje! Eu sou, tenho que ser, meu herói e me salvar.  

        Tenho pensado em salvar minhas noites, as dormir e sonhar. Não vou mais me violentar. Minha alma precisa tanto da luz do sol quanto dessa mesma luz inversa na lua, e esse encontro acho no ponto em que a noite amanhece. Fui deitar ao cair da noite e acordei ao nascer do sol. Despertei, amanheceu o amor em mim. Sinto que o amor me acordou ao não me deixar dormir, para que eu acordasse para essa verdade. Qual? Veja um novo dia está amanhecendo...

domingo, 29 de maio de 2022

Sol do meu chão

 

Sou uma máquina feita gente, que toca p/os lados p/trás e p/frente

E vive tantos os dias quanto as longas noites à procura da cura dessa loucura

Filtrando entre entretenimento e conhecimento, não pirando nesse movimento

Respirando do ar da montanha e do mar ao mesmo tempo, sou meu experimento

Não sossego, enxergo útil a arte de sobreviver

Não me ferindo rindo e nem chorando

Ao que me refiro é que tiro o peso do mundo das minhas costas

Desenvolvi a mânha de ser assim sem fingir e nem fugir de mim

A luz do sol ilumina o vale do a manhã

E não tenho pressa, mesmo sendo velha a promessa

De me jogar desse precipício desde o início, da sociedade esse hospício

As perspectivas do amanhã, do futuro ali

A portinha se fechando para mim

E eu no muro, emparedado sendo cancelado

Por quem podia estar a meu lado

A porta fechada, não importa

Abro a janela, minha escotilha

Entre o claro e o escuro, sob essa luz, tanto faz

Estou caminhando na prancha que me jogará aos tubarões

Juro por esse solo que piso, que não vou me jogar

Aqui dentro o sol em magma brilha

Imagina!

Eu só no solo com o sol batendo em meu colo

Gestando um novo eu

Esse aqui do meu céu

Do sol do meu chão

 

sábado, 28 de maio de 2022

Baby I love

 


A minha vida chegou ao ponto de me ditar isso aqui...

 

Muda de vida ou vai a perder. Em equilíbrio, eu eterno errante corro. Chuto palavras ao vento, pulo e dou um soco no ar. Pareço o Pelé comemorando um gol. Só que não. Hipocrisia refinada a minha, ter aguentado até aqui esta história da carochinha que me conto todos os dias e noites. O que importa é ouvir-me a partir daqui. A chama ainda arde, mas a idade conforme chega torna as coisas mais claras. Decido que em meu peito só se aninha a ventania de minha poesia. Uma mudança, uma renovação saudável. Respiro fundo e o jogo viro. Me digo; não quero ser mendigo, só não quero trabalhar sem poesia. Não quero vagar pelo mundo em destroços. Sonho todos os sonhos em poesia, assim pretendo dormir bem um dia. Entrego as flores que rego. Tenho muito o que viver. Sinto a beleza singela de um jardim onde palavras se tornam flores que adornam os canteiros e as cores dessas tornam-se tinta na caneta que entre meus dedos descreve tamanha beleza. Óh! Sim, uma sinfonia em sintonia com o sentimento sentido aqui dentro de mim que torno nosso. E numa só voz nos adentra e encanta-nos e demonstra que somos do mato vivendo numa cidade selvagem. À essa voragem não me falta coragem, dou minha palavra.   Ah... e baby I Love


sexta-feira, 27 de maio de 2022

Tinha uma pedra no caminho

 


Ouça o texto
                  É triste a visão de um viciado - Eu estava dirigindo meu carro, parei no sinal, dirigi meu olhar e pensamento para um pedinte que estava na sinaleira. Do vidro dos carros vê-se como lápides essas pessoas sem direção na vida - Chovia, fazia frio e ventava, senti a fome de chances no triste olhar daquela figura. A impressão que tive, era que nada naquele corpo franzino era seu, tudo nele estava dominado pela pedra que tudo acaba. Vi o craque empedrando o seu coração. Escutei seu lamento. Do céu caiam lágrimas em todos. Ele com uma mão no bolso e a outra no rosto enxugando o que não parava de pingar. A sinaleira fechada e ele pela janela molhada parecia uma ossada humana caminhando, sua expressão parecia a de uma criança chorando. Na rua gelada seu olhar petrificado parou em mim. Ele tirou a mão do rosto e veio em minha direção. Abri um pouco o vidro do carro, para ouvir o que ele queria certamente pedir. Curiosamente ele entregou-me um pedaço de papel. A sinaleira abriu, tive que arrancar com o carro e aquele esqueleto humano foi ficando para traz. No posto de gasolina próximo parei para abastecer e tomar um café. Olhei no papel úmido e quase desmanchando, absurdamente estava escrito a lápis um texto que me comoveu. O descrevo agora na íntegra.

- Veja a pedra mais uma vida expulsando. Não toquem em mim, tudo em mim vira pedra. É preto ou branco, tanto faz, para matar minha fissura, de violência sou capaz. O sangue vermelho pulsando em meus olhos me expulsa da sociedade e quero é a saciedade desse vício. Pedi mais de mil vezes, esmolas, e não era isso que eu queria. Lembro-me de criança chupando bico, agora chupo lata, tudo vira cachimbo. Chupo tudo, por um pega. Rastejo pelo chão, numa migalha me acho. Não me junto a ninguém, sou um defunto. Não me olho no espelho faz tempo, tenho medo de defunto. O vício é de aço, me deixou em pedaços. Veja em meu corpo o resto do que sobrou daquela criança. Não me toque, tudo vira pedra. Desse destroço que de mim restou, não preciso mais nada contar. As correntes de meus desatinos formaram a correnteza que me leva para onde não quero e nem posso voltar, não sei mais não consigo nem pensar. Estou no chão. Tudo está perdido. Que sinos são esses? Que loucura. Uma doçura no olhar em relação a mim queria ver em você. Chega de tanta amargura. É a real, estou perdido. - Este texto foi um poeta que por mim escreveu, disse que o escutou frase a frase em meu olhar de dor. Desde então, distribuo no sinal este papel com o texto. Caso outro dia, em uma sinaleira, encontrar alguém com olhar perdido, talvez seja eu, isso não importa, tente descrever o que sente sobre o que vê e entregue para alguém ler. Nunca me esquecerei desse acontecimento, acho que virei poeta também. Foi um poeta que comigo chorou...Ou fui eu? Sei que o poeta comprovou que o amor existe. Estou triste, mas diferente.


Figura acima do texto de Ósi Luís - A Ressureição de Matthias Grunewald


 

domingo, 22 de maio de 2022

Gosto de pessoas que falam o que pensam (sem bestas opiniões e julgamentos)

Se recusem de me ler, mas não eu de escrever

 


Conte quantos corpos meus já acharam

 

Não pense que não penso em minha mãe e meu pai

Minha família está marcada no pacto do meu peito expectorante

Parece que tô louco, mas não

Com a mão paro os carros na rua

E eu...não paro a tua, não pare a minha

Com a mão mexo a sopa de pedaços de mim

Conte quanto corpos ainda temos

As vezes fico brabo com o programa de minha mente

Encho o saco de ver TV

E troco de canal em canal

Meu corpo carnal quer além desse carnaval

Misturar tudo meu corpo branco e preto e puto com tudo

Olhe para frente e pra trás pelos espelhos

Vejo que a bateria de meu coração metralha tudo o que sinto

É que estou no meio da noite

Na rua nua e dura

Meu estilo esguio de ser chama a atenção

Torne-se sim um claro não a essa situação

Conte você seus corpos pelo chão

Os de si

Livres da noite dos dias que não mudam

Claro que tenho que ajustar os meus textos aos fechados de si

Aqueles que não vêem seus corpos pelo chão

Ou nem deixam pela ilusão da normose

Não eu não

Em minha vida Hardcore não há o que decore suas paredes

A base do pó da reba da última dose que tomei

Bateu diferente 

Quase, mas não morri

Parem de não me entender 

Agora que estou me entendendo, entenda

Se atenda e nos encontre

Vivendo estamos todos morrendo

E longo é o grito da massa contorcida

Limitei meus texto até aqui

...

 

quarta-feira, 18 de maio de 2022

Dr Eu e Mr Mi ou morada Docu

 




 

Hoje com... Dois num Único

Decidi passar a limpo a noite passada, agora com a loucura passada. Mas à medida que lembrava, entrava na minha corrente sanguínea aquela enguia que agora de novo esguia-se em minhas cuecas. Sim, uso cuecas. Agora por que ela está no plural...vou pesquisar tictactictac. Resbosta... A palavra Cueca deriva de "cu", de origem no latim vulgar culus que significa ânus e de "eca" do grego eco que significa domicílio. https://pt.wikipedia.org/wiki/Cuecas

Cuuu ecaaa é a morada do cu

Mas e por que no plural? Ára vámé, deixa a história cont...

Decidi passar a limpo a noite p’ssada

Estava Eu um Dr no bar, assistindo o GreNal e bebendo pra variar.  Quase lá, decidi pedir o jantar... Uma aeromoça veio me atender.

Ela novinha. Eu véinho. Mas como sou extravagante ela me sentiu em sua parte mais íntima –“ivaginei” eu - Dei pra ela aquele meu olhar, RPM tava a mil...Tava na lenta ainda. Pedi outro som pro garçom, ops garçonete

Olhei bem sério no decote dela e disse: chegue mais perto, deixa eu ver a cor dos seus olhos e batom. Ela chegou. E os peitos dela me encontraram à deriva no mar de seus lindos olhos azuis. Eu, como um Dr que sou pedi mais uma dose e um som. Me sujei de seu batom vermelho. Tão bom. Ela sem se importar mostrou o menu de som e comida. E eu disse: Vou tomar outra. Bebi lembro disso aí.

É impressão minha ou você também está afim de mim?...

Estranho eu acordar sem ninguém do meu lado e ainda assim me lembrar o que fiz noite passada. Eu um Dr. Mi lembrando. Aperto um pra me lembrar, mas deixei os fósforos na bolsa dela.

Bah voltemos à minha lembrança...não, não, não. Vou dar um cagada. Pego o celular e vou ao banheiro. Esse é meu lugar, meu trono, vou cagar. Deixar sair o que entrou.

Meu destino é me libertar...

Mestre na Arte de Amar...

Um outro aparece quando bebo, o chamo de Mister Mi. Chamo. Chamo, mas ele não vem. Só vem quando acende a chama de se amar e como ama ou eu beber bagaráio...

Meu cetro certo de ser espada, depois de tudo, uma escada sobe ou será estrada. Estou naquele estado

Lembro de muitas hoje falando sobre ontem: Realmente tu não tens nada do outro de ontem. Nada daquele letrado na poesia de amar, não esse literato chato. Digo a ela que, ela como tudo lembra meu Pai. Ai. Mas isso é o que me eleva a querer ser quem eu sou.

Um dia vou voltar para a casa de meu Pai...ou ié

Tomem de mim - Homem - meus sucos brindem em abundância meu corpo saúdo

Me coma. Me toma. Não se detona. Organiza tuas orgias, teus orgasmos que múltiplos multiplicarão a natureza de cada si em mi, em ti, em nós. Em voz sairá de nós o grito preso solto ao estarmos juntos, no eterno presente que é cada momento que damos ao nos amarmos.

Meu reino carrego nas costas, em minhas aventuras sossego, meu regato.

Agora sou um gato e daqueles cinza, ranzinza quando você some.

Escreva descreva o desejo escravo que crava no peito e aponta do dedo que aponta e apronta mais uma. Escreve com tua pena, com teu pelo eriçando se alisando em meu cabelo, como percorrê-lo digo o caminha da escrita estritamente sentida ao contato viscoso da tua vulva zona tesuda. Passa lisa a língua desliza enquanto o pelo arrepia tua esguia silhueta dizia venha espalha essa zorra toda na minha cara com tua vara. Bata na zona da mata tórrida caliente crente que ama tudo na gente espreme até sair o creme dela creme. Cadê a solidão? Estou sem algodão nos ouvidos e mesmo assim não estou ouvindo meus gemidos. Quero ouvi-la vê-la escalando minha montanha vesga de tanto prazer pra ser um só ser nós dois. Escalamos teu monte vênus nus. Supremos sentimento atroz e feroz volúpia. É um bicho no lixo do que jogamos fora para não procriarmos nessa hora extensa e dura hora. Vou descer desse prazer e tecer um tecido desse acontecido onde faço poesia de cada instante. Pegue a chave do carro encha o tanque e perceba a ida a viagem sem vontade de chegar somente o nosso viajar

Eu nem sei o que escrevi, mas tenho certeza que me sinto assim

Por favor acredite...

Gaguejo em soluço. As lágrimas me glorificam cada sorriso obtido por meio disso...de amar tanto faz isso ou aquilo...

Estou de olhos abertos lembrando da noite e aquele contentamento vem juntar-se a minha descrição. Indiscreto olhar sob mim mesmo, ou será pelo eu mesmo.

Minhas sensações unem-se a minhas intenções de vida, rompe meu hímen de homem...

Vocês só pensam em sexo, deixem fluir o amor, não sequem isso

Uma declaração a mim mesmo, sexo é uma fricção científica, num sentido figurado é uma forma de reprodução de si mesmo. Mas quantos somos? E o que de nós mesmo queremos reproduzir? Por isso descrever-me é tão difícil? Nada encontrei para responder...

Aquela vontade antiga ensacada em meu escroto jorrou para o esgoto, pra meu desgosto e agitação foi tudo num sonho, ou não?

Preparo um reparo e regurgito o que sinto nos meus pés e travesseiros. Abraço as nuvens num suspiro desse vento que invento. Fluo flair, amo esse afair de estar com quem estou e me quer. Dou entradas desse espetáculo que ninguém quer ver antes de beber ou fumar.

Mas eu não vivo só dessa insensatez. Viram se para me lembrar de tanto ontem a noite amar, minha poesia atravessa por mim e faz tudo o que quiser, enfim sou o que sobra. João ou José, quem é que sou? Nem sequer tenho rastros de meus passos, vivo nesse ou naquele espaço e digo tudo o que faço, mas quem quer saber?

Como nasci tão só, então...meu coração abriu-se desse tamanhão. Uma rápida reflexão do que intento pode ser abreviada nesse texto nesse momento. O que faço? Só quero lembrar de ontem à noite?

Vamos descobrir quem somos juntos?

E o céu blue and the sky em nós cai

E no fundo de nossa coração repousa

Perpetuando-nos

...Saí para passear com meu Pai...