segunda-feira, 25 de maio de 2015

Repórter Elo - Onde o objetivo é definido, focado e atingido


Chega de dissipar energias em projetos mil. UM POR VEZ!

Anoto meus projetos em uma lista que serve como guia de ações. Penduro essas minhas anotações na parede. Meu lema é tudo tem sua hora e sua vez. Impressiono meu subconsciente. Autossugestiono-me. Nada pode me impedir.
Organizo esforços! Métodos! Ações adequadas para atingir o objetivo. Até tal realização minha vontade é ardente. Dirijo todos os meus sentidos tato, olfato, visão, paladar e audição para criar novos hábitos.
Ser bem sucedido é uma questão de esforço pessoal
Sou agressivo e persistente. Quando decido o que quero vou a luta com foco e força. Sou feroz nessa busca. De maneira hábil e honesta consigo cooperação dos outros. Fé, lealdade e sinceridade no propósito são primordiais nessas  parcerias.
A semente do sucesso está adormecida em cada derrota

Ao encontrar algum obstáculo, o contorno, o desfaço, pois o sucesso ergue-se contra o vento das adversidades. É preciso remover muitas pedras do caminho para alcançar o verdadeiro sucesso. Um vencedor nunca abandona a luta. O sucesso não necessita do fracasso dos outros. O sucesso é baseado na justiça e na verdade.
Leio. Assisto vídeos e filmes. Ouço. Anoto tudo contextualizando ao meu objetivo
Busco estar o mais capaz possível na atividade que me proponho a ponto de atrair a atenção favorável dos que têm o poder de promovê-la. Em harmonia mental com as pessoas a minha volta sigo rumo ao sucesso.
A oportunidade não está longe, está bem onde eu estou
Observar e analisar o exato efeito de minhas propostas e transformá-las para que sejam melhores aceitas. Descobrir as causas reais dos fracassos temporários diante do espelho das reflexões imparciais e não imersas. Cada fracasso é uma benção disfarçada, de outra forma não evoluiríamos. Coragem para assumir erros e modifica-los. Os outros só acreditam em nós quando temos autoconfiança, mas não devemos dizer somos autoconfiantes. Pense bem antes de falar. Creiamos no que possamos fazer, mas não digamos. Façamos.
Telepatia - Personalidade agradável fazem os negócios florescerem. O público compra tanto personalidades quanto mercadorias.
Organizar e classificar o conhecimento transforma e dá uma direção aos negócios
*Fazer a lista dos prováveis apoiadores e fazer algo que os agrade permanentemente até que eles apoiem os projetos. Ser pontual e objetivo em reuniões. Falar sobre as vantagens que terão ao apoiar culturalmente (com entusiasmo) pg 320 Lei do Triunfo I
Dominam-se as pessoas com eficácia somente financeiramente ou pela paixão.
Nunca sabemos o tanto quanto pensamos, somos eternos aprendizes – isso sim é sabedoria.
Andar ereto, queixo rente ao horizonte.
O tom de voz com qualidade e volumes harmoniosos.
Olhar firme e confiante, mas não desafiador
Conheça os que o rodeiam mais a fundo, as pessoas não são o que aparentam. Saiba mais sobre os outros observando quando irritados, amando, questões financeiras, comendo, escrevem, estão em dificuldades, alegres, abatidos, derrotados, em apuros, informados sobre desastre ou boa-sorte alheios, quando querem causar boa impressão, quando ganham ou perdem em esportes, quando a sós. Ssim saberá onde está a força e a fraqueza das pessoas.
Saiba que nem todas as pessoas querem saber as verdades da vida, preferem as ilusões. Ser tolerante, simpático, ter autocontrole e ser perseverante.
Economizar é bom!
Ter iniciativa, ela abre as portas das oportunidades. Fazer o que é preciso sem alguém mande.
Não deixe para amanhã. Faça agora!
O limite está na mente.
Cultive seus sonhos como seus filhos.
Seja um exemplo!
Iniciativa e liderança!
Faça mais do que esperam!
Mude! Mas com uma razão importante e evidente. Assuma! Exatidão de pensamento.
Pensar certo, é distinguir boatos de fatos
Crie oportunidades!
Planeje!
Entenda a psicologia da multidão!
Não engane as pessoas! Caráter!
Confie!



Manter-se em harmonia e equilíbrio.
O tempo cura as feridas das derrotas temporárias e corrige-as
Colhe-se apenas o que se planta


Adoreitchê

O brilho dos teus lábios
Sábios sabiam me beijar
O gosto? Doce
O cheiro das maçãs do teu rosto
O gosto
A cor? Rosa
Eu? Em polvorosa
E o povo do medo que me habita
Mutas essas pessoas se mudaram
Com você não há mais medo nem coragem
Somente o viver
Cheio? Até o meio
ahhhhh
E a poesia vem morar em meu ser
Eu e você
Verbos de amor mente a dentro
A a esse mundo mentem tanto
Que só assim aguento
As as verdades adentro
Nada mais existe
Nem o universo
Somente esse verso
No qual converso
Você existe somente aqui dentro de minha mente
É uma imagem de minha imaginação
Ou não

terça-feira, 19 de maio de 2015

Hard arde - Live livre

Como explicar o que não sei
Os dias todos estão nublados
Tenho dublado um filme no qual o roteiro está torto
A locação essa loucura de estação
Essa cidade não tem nada a ver
Sei que a estrada é longa para uma melhor estada
E eu já fui longe demais
E agora rio lágrimas
E já fui robbin hood de crianças
E já fui super-herói de ninguém nem de mim mesmo
Preciso fazer-me chorar para continuar minha sina
Que tanto me ensina
Só estou só por não querer dividir meu sofrer
A Tv me olha enquanto o rádio me escuta
E o google me pergunta
Que loucura é essa que vivo
E eu me safei
Mas estou preso a esse safar
Me agarro nesse sarrafo que no fim é só um pau
Pelo vomitar de letras estou de novo em graforréia
Óu
Ai
Óu
E o fim de novo bate em mim
Outro renascer
Mais uma fase se foi
Deu tchau e deu oi
Úi como dói

Não olho pra trás
Outra canção inauguro desse meu cantão
E o que me reprimia agora exprimo
Justo sai pela minha voz 
Um som que de tão bom
Manda embora toda a dor de despertar em meio a essa multidão de desafios
Disfarçados de erros
Coragem diz minha imagem no espelho
Com cor ajo
Renasço pra cantar que toda essa dor já passou
O tempo de liberdade de optar ae está
Olhe-me
Sou assim mesmo
Livre
E mudo de novo
E de novo


Lacuna em respeito ao passado passando passado


É, eu sou assim
Não há em mim um fim em si mesmo
Há sim um eterno sim
Um sim ao renascer
O tempo que passe

E volte
Sou eu que o conto
Em cada conto invento outro ponto
E não está e nem nunca fica pronto
Sei que vou de novo morrer
Eu sou assim
Mas há o amor em mim
Sei que estou digitando de mim sobre mim
Mas só assim me acho
Paro para beber água nesse riacho
Rio e acho
Que sempre me repito
E grito ao meu próprio mundo
Eu sou assim
Livre mesmo
De todos os preconceitos
De brancos e pretos
De acertos e erros
E essa cachoeira está a brotar de mim
Jamais secará enquanto alguém me ler
Até aqui
E sempre tem mais
Vou para a rua viver
Para ter o que anotar

domingo, 10 de maio de 2015

Solito

Grandes nóias se desfazendo
Outras se procriando
Tudo
Tudo rudimentar igual mente
O sexo em desejo
Em busca de um beijo
Caio em cima de mim mesmo
Num passado fora que tenho aqui dentro
Nas sombras das árvores
Suponho que oliveiras
Uma dissonância de saberes jurados de morte
Uma medalha de prata ofuscando o dourado e bronzeado
Momento de estar vivo aqui e agora

Tanto faz para o tempo se a altura da atitude for por uma rasteira
Não adianta parece que o tempo mostra o que não queríamos ver
Crianças sempre parece que somos
Vejo na multidão as mesmas figuras
Personalidades formadas pela humanidade
Não importa a idade
Um dia saberemos todo o que fazemos
Meninos e meninas
Bonitos e bonitas
Pessoas ricas dominando pela mente os que não...
Não hão culpas e culpados
Há somente uma consciência que faz com que nós nos
Um dia caíamos em nós mesmos
Não sei para quem já foi
Mas eu daqui onde estou já vi alguma coisa
Claro que é só um ponto observado
Por um louco solito
Só isto

quarta-feira, 6 de maio de 2015

O ái de ir e ir até voltar e voltar



Ui como dói pensar nesse caos que ae está
Quantas mães e filhos sofrendo por seus próprios desatinos
E a falta de amor nos bandidos e políticos corruptos
Ái como dói saber-se só num mundo sem dó
Mas ei
Eu sei que estou crescendo aqui dentro
E para que isso serve?
Continuo sonhando
Verdade
Lágrimas brotam e me botam a digitar cada dia mais e mais
Eu bato em todas as portas
Não importa
Corro
O vento seca minha face
Meus suspiros levam-me a não pirar
Uma pira acesa na ponta dos dedos que digitam e apontam
Me aprontam ao o que nem sei o que?
Mas essa dúvida é a dádiva de minha vida
Digito nesse teclado como se estivesse telefonando para o meu centro
Lá dentro tem alguém que sou
E está lá
No outro lado de cada face
Não é fácil
Seguir um ideal não é nada e nem tudo
É um estudo sobre...
Desculpem não posso mais
Por enquanto como que por encanto

Surge uma luz que ofusca o fusca lá fora

terça-feira, 5 de maio de 2015

Óh voz

Gemer gemo
Viver é sofrer
Ñ quer sofrer?
Ñ sabe o q fazer?
Faço isso:
Berro
Mas berro com vontade
Choro de varde
Derramo em águas salgadas
Perco os freios de meus medos à coragem
Olho o verde do vale
Leio e aprendo com erros alheios
Soluço
Acho a solução
Em meu próprio coração
Nos encontro
E conto ombro a ombro
Que por sobre o escombro
Esculhambamos

sexta-feira, 1 de maio de 2015

O eu que sou

Sabe o verão acabou
Continuo assim
Parece que em dezembro
Se me lembro de novo é verão
Nos veremos
Somem calores e frios
Arrepio um não assim
Sei que estou de cara

E agora logo o gol estará lá

terça-feira, 28 de abril de 2015

Ré Alô

Pois nasci
Estou aqui
Ao menos o que restou de mim
Cavalos alados
Órgãos alazões
Minha mente loucamente com as rédeas
Na realidade enredada
Meu corpo carruagem de minha alma
Meu valor agora lapidado pelo tempo
Faz-me refletir
Sei que não sou mais o mesmo
Estou por enquanto aqui
Não é que eu vou fazer igual
Vou fazer melhor

Assim...
Tá vendo
Ta lendo
Se ouvindo?

sábado, 11 de abril de 2015

Mais que três a entender




Ontem a noite anotei o que pensei
Fui ao fundo de algo
Que nem sei se anotei bem
Mas respeitei um sinal
Que não dizia nada que eu entendia
Mas já era dia
Parei
E andei um pouco mais
Lembrei que ontem fiz igual mesmo assim
E que não havia uma pessoa igual a mim
E que eu só tinha uma assinatura

Mas que na cara dura
Queria ser mais que três
E one people the sky cai
E tanto faz 
Não sei falar inglês
Pois ontem a noite anotei
E já sei onde mora o amor
Só que não sei o que fazer
Com quem não me entender

Sobre viver




Toco em minhas feridas
Que saem vivas com meu tocar
Brilham como eu...sobrevivem
De fato os fatos congruem em mim
No que eu penso que sinto
Sou de fato ainda um feto
Se negando a nascer
Sou assim
O meu eu andou por ae
E numa noite encontrou-se com algo em mim

Chutes dei antes de nascer
Acertei na vagina de mamãe
Na mesma que já antes de haver alguma opção em meu nascer
Já havia sido decidido 
E é o que talvez faça o que faz-me ser assim
Sim, pois sem não poder decidir quando nascer
Nasci
Aqui e agora
Jogo o jogo que consigo compreender
Sou o que compreendo
E se algum dia a vida ou mesmo o outro tanto
Vierem me cobrar
Direi o quê?
Se algo é preciso dizer
Já digo
Fiz o que pude mesclado ao que quiz
É que a cobra rasteja pelo ar
...a..ss.im..
Estou só livre do livre arbítrio

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Li beldades em liberdade

A mão de leve agarra o meu destino e com seus que são meus dedos
Aponta meus defeitos
E que afora isso o céu está sempre azul e pronto para mais um dia
Maluco que só a natureza mesmo para entender
E a natureza me fez assim
Sempre sem ou com
Assim mesmo sorrindo tolamente sigo em frente
Enfrento o vento a brisa
E sabe o que mais?
Meu nariz capta tudo isso
E inspira-me a anotar nem que seja no ar
Óu minha vida
Vidinha minha
A estrada
Essa estada
Sigo por onde aponta as pontes que são points no horizonte

Subo no mais alto monte e curto longamente
Pois sei que hoje não é um dia como outro qualquer
As nuvens no céu me contam segredos que só ouço quando tiro o algodão da rotina de meus ouvidos
Minha retina sente que o álcool
Esse mesmo que entorpece e esteriliza
Protege e debilita
O delírio que leva a conhecer o que faz minha alma tremer
Eu quero minha liberdade de poder e não querer
E para sempre compreender tudo o que existe e insiste em meu caminho cruzar
Liberdade para as pessoas, coisas e tudo o mais que possa haver
Estou aqui crucificado pelos meus defeitos
Cravado de acertos para equilibrá-los
Sei que arrependimentos haverão
Mas depende de como encará-los
Estaremos lado a lado
Nesse vento alado
Sou mesmo assim
Um fim que se apronta para o início
Um vício em busca de sua virtude
E que cada atitude minha
Seja o que é
Um quitute
Um alimento para a festa que resta
Longos dias e noites
E agora vou terminar de descrever meus pensamentos e sentimentos
Esses meus doutores que aliviam um pouco dessas dores
Que as torno em cores para esse dia maravilhoso que ae está
E sempre estará
Mas antes mais um solo desse meu pensar
A música de cada letra unida em minha vida canta
E encanta cada canto desse nosso planeta
Estou ainda em placenta
A eternidade é aqui e agora para sempre
Não me venha sem sim
Pois aqui é assim
Ao menos para mim
A mais seja aos outros

domingo, 5 de abril de 2015

Master Man

Surfo, eu não sei
Vou por uma vírgula
Coisa que nem sei
Uma crase nessa cri-i-se
Sou um fazedor de mentiras desregradas
Dei uma ilha para o mar
E península tornei-me
 Isso tudo sem complicar
Pois para o master man não dá nada
É simples como esse som ae
Que não está aqui ao eu digitar
Mas você vai ver
Sentir nesse seu locutar
Que louco star
Sttou
E que bem não sei
Mas estou a fazer
Viver
E eu não sei mais o que fazer
Com os fatos
Meus flatos

O que fazer?


Ávida a vida parecida com o lago de lótus
Diz:...
Sempre fico em silêncio à vida

Não me sinto só. Verdade!
Mas falta alguém. Quem?
Não sei
Nem sei o que falta
Talvez seja você que está ae lendo
Mulher?
Homem?
Criança?
Velho?
Venha o que vier
Minha esperança é que seja de bem

Tá vou largar
Vou achar o segredo do cofre onde guardo minhas coisas
E la vou guardar esses sentimentos
E vou me libertar das coisas
Quero mesmo que seja um zero
Que seja sincero
Vou pular de estrofe e de bofe

Não quero de bife nem de galinha
Uma linha pra pegar um peixe
Me deixe
Não comer
Quero morrer
Do que envelhecer
Outra linha please

Eu moro com meus ais
Nele moram meus amores, amigos e pais

Sei que vocês não me entendem
Acaso se entendem?

Que absurdo
Estou mudo
Mudando
O espelho está branqueando
Negros motivos para ficar loiro
Hahahaha

Olha pra câmera
É uma pegadinha

Silêncio anotado no CTRL B

Sou um ficante de uma cadela que quer me jogar no inferno sem fim
Num canal sem cor
Onde nenhum mendigo quer estar
Vou pegar um trem e fugir dessa paixão
Por um triz quase fui feliz
Mas não é você
Paro de pensar em ti
Ok
Gostei
Mas não deu
Não dá
Não dou
Prefiro ficar aqui anotando o vento passando
Do que estar diante de seus suspiros por qualquer um
Que não seja eu


O silêncio sonorizo o espaço

.........


Da onde a água brota
Surge algo
Que de mim gosta


......


A matemática da música explica a vida


......


Vasculho em meu globo ocular
Uma lente Grande Angular
Minha jugular pulsa
E expulsa pra dentro de mim
A energia divina
Do vinho
Da ceva
Da selva
Da ser va
Vou
Estou a me ser
No CTRL B me salvando
Surgem loucuras que já fiz a tanto tempo atrás
É que estou voltando
Tenho que passar
Repassar erros passados
Como me tocar sem me sentir
Estou sentindo tudo em meu eu que nada sempre foi
Oi
O segredo segrego
Sai de mim uma loucura tão normal que parece com o mal
Por isso
Acho
Que o muno está como está
Vou parar um pouco para descansar
CTRL B 
Salvar-me

A música vem cantar algo que sempre está no ar
Ondas
Que onda
Vou ao cinema
Esquema

Poesiei-me



O tempo chove ou faz sol
Mas ele sempre me diz
Siga
Prossiga pelo caminho do bem
E que sem ser simplista
Chore sem continuísta
Acabo de terminar meu último plano de me matar
Mas no instante diante do tiro
Retiro-me a um pôr do sol
E volto para casa
Numa cachoeira só minha
Minhas lágrimas me leva escoando-me
O rio a atravessar era o de mim mesmo
Rio um riso que risca minha face
Assim o tempo marca em mim sua não fácil
A difícil caminhada de voltar apara casa

Mas como eu não havia percebido tudo isso desde o início

Suave idade em mim

Por mais que o não venha me frear
Vou continuar enquanto puder
Eu sei que todo jogo tem fim
Mas não em mim
Me jogo não em partida
Estou numa repartida
Reparto minha dor em sorrisos
E do meu guizo fiz guisado
E a maldade natural que há em cada animal está
Em mim a se refrear
Digo a se refrescar
Faço o que não gosto com o maior prazer
Digo não ao sim pra ser
E só para contrariar de vez quando lato
Por uma bato

Outra como
Digo a neve caia de leve
E ao preto dourado pêlo
Que por todos está sendo amado
E assim tiro uma self de meu mundo
Se eu fiz de mim o que o mundo precisou
Eu sou o que quizszszsszszsz

Rei que nada rei, sou o que sou


Ar...
Os mistérios do céu
Ai...
Os mistérios são seus
E eu, eu
Meu réu
Meu rei
Olho os quadros que pinto
Estou no ponto esperando o bus
Acho que vou a pé ao teu apê
Óu não de novo a paixão
Ando pela rua freeway
Carros passam, penso
O chão abre-se
O céu também
Seios nus
Junto com alguns cus
Sério passo por tudo isso de novo
Eu não sou e não sei
O céu lá com seus mistérios
Eu aqui
Contudo
Conto tudo

domingo, 22 de março de 2015

Vá idade

Quando a verdade encontrar-se com você
Verá que a idade quanto mais
Mais milhões têm no banco celeste 
E a vaidade tem que ser equilibrada

Renascerá a cada hora que passa
E nada mais importará
A não ser a poesia de amar
E por mais amor que sinta-se incompreendido
Saiba que vivemos em superfície
E os que amam mesmo
Profundamente
Mas tão profundamente
Que fazem a volta
Tornam-se sublimes
Vida circular
E
Se minha inocência te ofende
Saiba que a fera necessita é disso
De inocência
E assim
Vai achar em meio a hipocrisia confortavelmente hospedada a maldade

Saia com força
Faça da vida o seu sonho
Sei que estou contando para mim mesmo esse texto
Que muitos dirão não ser nada de poesia
Esses estão mais para verniz

Mas a força que consigo alcançar
Ouvindo os sussurros de minha alma

É isso ae a minha poesia

terça-feira, 10 de março de 2015

Rever forever

As cinzas do mundo caem sobre mim
Enquanto ando pela rua congestionada
E isso quer me dizer que claro como o sol lá atrás
Estou esperando o vendaval passar
Se as pessoas não querem compreender
Eu não falo mais
Mas vou continuar
E mais um fino passa
E como vou fazer para no meio dessa bagunça me encontrar
Eu não sei
Mas mesmo assim estou a ti procurar
Não eu não vou estar lá
Vou estar aqui sem me desesperar

O mundo vai me rever

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

F...o quê?

Ilusão meu amar
A loucura dessa cidade quer me pegar
Mas eu não
Vou partir daqui enquanto estou inteiro
A loucura desse trânsito quer me tornar um inseto insensato
Mas vai eu vou continuar a tentar me mudar
Dessa gaiola em que moramos  vou me mandar
Ela não consegue prender meu encanto meu cantar
Minha voz ritmada e rimada está impressa no ar refletido de poluição

...Eu tenho que tentar de novo...

Ar meu mar a molhar o meu olhar
E as milhares de páginas que escrevo de uma vida não escrava me cravam um cravo
Feito um crivo em meu peito ativo e altivo
Certo que efetivo está sempre pronto e afetivo
A qualquer aflito amigo frito nesse ovo desse asfalto aqui descrito num qualquer distrito
Ou em algum detrito aqui neste ponto em que conto e invento mais um ponto
É... estou contaminado de mim mesmo
Pois assim posso contar infinitamente a minha história

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Me prometi a TI

Quem sabe se não é você?
Que marcada está no insensato jeito do destino nos mostrar o caminho
E a distância de um amor ao seu encontro está sempre alguma dor
Que não me resguardem e mesmo assim não guardem-me de toda dor que o amor possa me causar
Marcou-se um dia no calendário da minha vida que a encontraria
E a reconheceria
Quem sabe que tudo o que passei
Não foi algo para eu aprender o caminho
Mas como poderei dizer se ainda não a encontrei
Mas não é possível que esse dia não foi marcado em minha folhinha
Se a sinto aqui fofinha
Coladinha em meu regato
E assim sinto e sento espero esperto na procura

Na secura de uma vida gritantemente sua em mim o suor de meu melhor ao te encontrar
E espero e quero
Vou aqui.ali, lá estar
Como uma estrela que em noite de luar parece me perseguir
Peço a esta estrela que me aponte onde está o meu grande amor a nascer
E que fará em mim renascer todo o prazer de andar nesse labirinto perdido
Sentindo tudo aqui dentro
E bem la no centro
Tempero coentro
Saturo
Saturno
Vênus
Suturo o furo de amores passados
Livre com a cicatriz de ser e estar feliz mesmo assim
Não esqueço
Mas cresço
E ti meu amor me ofereço

domingo, 15 de fevereiro de 2015

A de não miro

Admiro os normais, os casados, os 9h às 6h, os que esperam um ano pra tirar férias, os que sustentam uma cambada e para si nada...
Admiro mesmo
Mas não consigo ser assim

Não curto muito os que torcem somente para um time de futebol, os que gostam só de pagodes, ou de funk, ou de sertanejo. Não admiro muito os que parecem se divertir assistindo TV aberta, novelas e programas dominicais. Ah, e também, não curto os teen que se acham demais.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Esse teu hálito de saco

A quem eu sou meu rei
A quem eu meu deus me dei
Eu espero estar certo
Controlo minha mente
Ou e como é difícil saber-se
E não ser-se
Urro
Grito
Berro
Eu tenho um  canto
Um cantinho
Um som só meu
E pus nele todo o meu sentimento
Mas sempre tem algo mais
O pulso pulsa e expulsa toda minha repulsa
Aos incomodados
Que não sentem-se acomodados
Só saio daqui se for pra ser mais do que qualquer um
Ou mesmo todos

Sintam que é agora

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Ponho-me

Meus textos não são tão breves e nem extensos, pois sei que são muitas coisas que desviam, modificam e anulam a atenção dos leitores. Mas procuro escrever o suficiente para que percebam um outro universo em cada verso. É tipo uma conversa direta que vai pela direita minha na esquerda parte tua, aquela que fica atrás do mamilo. Que transmite aquilo do leite ao batimento cardíaco. É...alonguei-me e ninguém leu-me ou entendeu-me, mas dei-me

...Pura poesia essa rotina...

Toda via leva ao olhar que não a via, mas havia.Tanto que estou indo por essa rua atrás da tua vista que retida continua nua na minha retina.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

RPG 8 posições

http://www.gfd.pt/docs/rpg.pdf

bOCA E pOSTURA


https://www.facebook.com/groups/368252616682741/

RPG

Nasci para beber

Quando saio do meu trampo é certo sem espanto
Que vou num bar parar
Ou melhor num mercado
No setor de gelados
E uma gelada tomar
Nasci para beber

E quando vou a praia
Antes mesmo de ver o mar
Eu procuro um bar
Nasci para beber

Nem sei quanto tempo faz
Que não transo sem antes tomar umas
Antes, durante e depois de phoder
Nasci para beber

E pra rasgar uma gata
O certo que a convido para umas tomar
E ela claro não nega e mesmo dividindo ela vai comigo a cara encher
Não sei comer sem beber
E no futebol ao gol muito álcool
Nasci para beber

E no churrasquinho
Antes uma caiprinha
E uma geladinha
Porque ninguém é de ferro 
Nasci para beber

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Homem Bomba

Deixa-me orvalhado a visão desse ar
Mesmo que a fumaça surja suja meu amar
Nessa cidade minha unanimidade irá dizer
Ser sua suave solidão de ser
Caminharemos lado alado
Pois enquanto estudo seu olhar sinto-me amado
E vejo nele um dia a entardecer
Saem coisas lindas de se ver
Que quero ver eu voltar e normalmente acordar
Mas cruzam em meus caminhos cruzes
Estou ficando fora de foco
Sufocando-me em meus braços e pernas cruzados

E tudo passa pelo corpo todo
Mas a viagem é por outro mesmo sendo do mesmo
Por isso pego e esfrego a neve que não há em meu calor que há
Pois eu quero é cantar o coro de um coração
Esse meu 
Que bumba e zabumba
Nesses meus braços e pernas
Músculos como essa bomba
Que pulsa no Homem Bomba 

Incumprindei-me


Pouco ligando para os que estão me bisbilhotando
Vou vivendo minha dura vida
Quero sim que essas pessoas pensem e sintam-se bem
Comigo ou não
Quero sim que todos nos unamos
Nos unhemos
Mas nos amemos
É que tem coisas tão pouco importantes...
...Como ter razão...
É sim  o amor
Esse mesmo amor que dói
Que me faz continuar a a amar
Sim! o que mais fazer?
Se estranho-me comigo mesmo se
No caso
De em minha vida
Não me amar
É que eu tenho que resgatar
Esse corpo que me foi dado de graça
Mesmo sem ter pedido
Estou perdido
Me deram o que nem sei
mas eu quero entender o que sinto
Nem o que penso
No raso entendo
Sou um experimento
Um esperma numa mente que ovula
Tanto faz
Andei essa tarde
Pensando em...
Caminhar para o mar
E lá perto achar um bar
E lá olhar para cima
E ver um lar


Sétimo céu



Uma fuga de mim mesmo
É a fuga de ti meu bem
Ou sim
Algo me leva
Ao fundo de mim mesmo
Talvez seja de você mesmo que eu esteja fugindo
De você que está me lendo ou olhando
É claro que a luz é uma penumbra
Please
Pule de mim e sai por ae
E eu seco ainda mais o sal de mim
O sol sai assim
No mar de ser-me
Mas saiba meu bem
Mesmo com ou sem você
Tenho toda a minha vida para viver
A matiz
A matriz
O chafariz
O meu nariz
E ser feliz
Nada a ver

Uma lição é isso

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Complexo como sexo no início

Olho atentamente o crescer da relva
Noto em seu balançar um que de Baudelaire
Vou badalar meus sinos
Em hinos descritos nesses escritos
Mas quem sou eu? no ar que prensado em meus pulmões
Leva-me a viajar ao infinito de meu imaginar
Transar em transe no trânsito de meu intestino
Ou mesmo de meu distinto e suave pensar
Desprendo-me das dores
É noite
Mas meus olhos iluminados veem
A escuridão dessa caixa que colocam a mente de cada cidadão
Mas eu não
Agora eu sei
Meu corpo não é mais jovem
Ainda bem que o ar hoje me satisfaz
Minha voz banha-se na água daquela cachoeira
Livre
Sem a poeira que cobre tudo
Ando o mesmo 
Só que sem artifícios
Somem os desejos mundanos
Mas não é coisa do passar dos anos
Acho que me acho
Agora maduro e macio ao que vivo abaixo do céu
Espero que eu saiba aproveitar essa noite até amanhecer
Eu sou um motel a noite
E um hotel durante ao dia
Não faço mais nada do que investigar minhas entranhas
Sei que não é comum

Mas quem é comum?

sábado, 24 de janeiro de 2015

Poesiares



Minha adolescência foi um romance doido e doído
Bem onde o cupido apresentou-me a poesia
Poesia possível da rara vida de ser um a mais na massa
Tanto que me apossei como um inebriado amante
Completamente perdido e apaixonado pela liberdade poética
Às possibilidades da minha própria vida
Logo depois que a paixão se tornou um amor fecundo
Copulei com minha imaginação
E agora a gestação obedecendo a gravidade vem descendo
A dor do parto quando chega a hora do eterno agora

Paro-me
Pari-me
Paris me
Quero-me
Quis-me
Kiss me
Decidi amar-me e libertar-me

Não sei de ti nada mais do que sei sobre mi
Relembro de cada membro meu se fazendo
Nos porquês de os te-los

Por isso não venha me dizer que não posso sair dessa fossa
Nesse meu coração bate alguém que quer ter a liberdade de sair e entrar quando quiser
Tudo e todos aqui e agora

Onde estou agora vagindo é para onde sempre estive indo
Vasculho onde vim dar
Sem ao menos lembrar de alguém me convidar estou aqui, vivo
E vivo com o meu crivo
Filtrando
Fitando possibilidades
La vem
Ja vem de novo
Jah vem
Assopro o vento pra dentro
Tento um novo invento
Eu mesmo a mim sendo
Loucura aos materialistas com seus carros em suas pistas
Nada contra
Mas eu quero achar a minha própria luz solar
Me descolar desse meu colar que vês nesse meu pescoço
Pra notar que por ele passa uma voz
Nessa garganta
Essa foz que costeia minha cabeça
Aspiro ereto
Estico minhas costas
Minha coluna vertebral
Algo que mantenha o meu eu animal
Rico secretamente entro na entranha do meu mundo e acho-me-nos...
Amigos e amigas que ja largaram dessa matéria
E estudam outras em outras partes
Por minha decisão decido anotar meus pesares em pensares
Poesiares
Textos longos sei
Tão longos como será a investigação de cada em cada si
Que por si só formam a humana vontade de buscar os motivos
??????????????????????????

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Decidi começar a dizer que não mais amo quem não

Eu não sou tudo o que sonho
Noto em mim um que de falso
É fato
Não sou o que penso
E mesmo assim
Minhas mãos constroem minha vida
Tenho que tentar
Demolir o muro que separa o oceano do saber
Do oceano do ser
Ao eu ilha
Istmo
Uma ponta do que posso
Peço
Algo tipo assim

Tenho que fazer de minha vida meu resort
É um sim a mais

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Só minha que faço nossa

Vivo minha natural idade
Livre sem notar a liberdade
Recordo e concordo com o que fiz e faço
A certeza de que o que farei vai me satisfazer
Livre vou vivendo
Não nasci para seguir os iguais
Ser como os meus pais
Ou mesmo como meus amigos
Respeito todas as formas de viver e de vida
Mas a mim a responsabilidade é só a mim devida
Sem comparações
Livre vou vivendo
E sem notar observo que anoto essa liberdade
No meu próprio olhar
Vejo que cada um dos que fui e sou é mesmo eu
E quem sabe um dia não possa ser quem você sempre sonhou
Estão abertas as portas das possibilidades
Casei com o vento, mas posso ser só um excremento fedendo
Só no fim enfim saberei
Mas vou ficar de boa

Pois sei que dei oi a cada vontade re ou irrefletida minha

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

...a sigo

Minhas atitudes agridem os não mais
Mas não posso me apegar aos crepúsculos
Aos sem sonhos
Aos que ficam avolumando filas
Suas vidas em vilas
Resumo minha dor criando
Sim tenho falhas
Mas atitudes que as valham fazem valer meu tentar
É tanta insensibilidade

Tanto nada materializando-se
Ponho meus eus em deus
Caminho nas águas sujas das pocilgas
Trato como minha filha a vagabunda mais fedorenta
Sou fã dela
A cadela mais asquerosa acolho
Passo óleo queimado na sua sarna
Beijo minha mão por isso a lavo
E levo meus acenos
Ao ascenso momento
Lágrima em páginas de Internet
Faço minhas as dores do mundo as esquivando
Em esquinas espero uma volta de quem nunca mais voltará
Mas eu vou parar aqui
No vento frio e úmido da alvorada voraz
Que devora minha carne
Mas não quebra minha alma
Que firme
Sente-se num filme
Feito por uma firma que não quebra 
Cresce feito vértebra animal
Uma coluna ereta
Que na certa
Mostrará o caminho em seta...


Post

Pré-Black Sabbath

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Monstros

https://ia700404.us.archive.org/12/items/freaks1932/freaks_512kb.mp4

Je Sui Charge



Pegaram uma foto no meu Facebook
Nela estava minha mamãe
Fizeram uma montagem
Colocaram ela transando com o Papa
E não era papai
Era sim
O sumo pontifície
Era o limite
Não dei importância
Mas minha família em militância disse
Faça algo
Surgiu em meu eu uma voz
Pássaros negros sobrevoaram minha mente
Pus em mim o veneno da revolta
Mas não
Eu não
O melhor de mim deu um bye-bye pra raiva
Eu sempre quis e tentei ser feliz
Vou continuar então
Desnudar de minha vida
As pessoas que não sabem fazer mais nada
Do que tentar incomodar
E esse texto é um teaser do ser que quero ser

Outras vozes...

Chá volto p tv

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Beba Coca Cola

Cuidado com o que você não gosta nos outros Você pode ter que ser igual


Eu não gostava de padre
Estudei teologia
Não gostava dos filmes populares
Estudei cinema
Não gostava de velhos conservadores
Estudei e cuidei de pessoas assim

Não gostava de palhaços

Verbo Sou-o

Nem fogo
Nem coisa que queima
Sou queimando

Nem chuva
Nem terra
Sou chovendo

Nem fome
Nem barriga
Sou saciando

Nem vida
Nem morte
Sou

Nem vogal
Nem consoantes
...

Sinais



Charles

Garagem

https://www.facebook.com/video.php?v=10153529978958647&fref=nf

domingo, 4 de janeiro de 2015

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Sabe-se lá

Tá vendo aquela pessoa bem velhinha, encostada na parede? 

Enganou seu melhor amigo
Enganou sua mulher
Enganou sua amante
Enganou o seu sócio
Enganou sua mãe
Enganou seu irmão
Enganou o amor
Enganou seu país
Enganou sua mente
Enganou seu ser
Enganou o espelho
Enganou-se
Enganou seu coração
Enganou todo mundo
Enganou tanta gente
Enganou até sua vida 
Esganou-se
Agora implora uma chance de voltar e fazer tudo diferente


Será que ele não vai mais enganar ninguém?

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Não importa, bato. Ou Gozei com Eles ao Me fazerem. Ou ainda, Pais são portas que batemos à esperar

Nesse momento de festa recebo
Ou percebo
Que o que está escondido é que está mostrando e
Guardando o que Deus me deu
Estou com Papai e Mamãe Meus Deuses
Me melequei
Gozei com eles ao me fazer
Falei que não sei o que fazer
Água
Ar
Terra
O que faço?
Estou tonto
O mundo não gira, rola
Me pego olhando pro relógio
Vejo as horas
Chove na ponta dos ponteiros
Que aponta mili lados
Descaracterizo-me
Entrou numa vibe persona
Deixo levar-me pela onda
Tenho que tentar
Mesmo errando
Pensando acertar
Tenho que ser um rei
Amigos de meu estar
Percebam que viver é o meu brincar
Se para você está bom comprar, pagar, ter
A mim ta bom
Ser no estar
Não se assuste
Não quero desdizer o teu ter
Compartilho meu ser
Ciente

Silente
Olhares cadeados em si
A loucura dos dias que sempre houveram
De hoje
Ando por ae a testar-me
De canto percebo que respirar e falar não importa a língua
Sinta
Sem cinta
Dez Amar
Ou milhar
Que a cama sem vontade de os dois deitarem
Levanta
E junto com o sol ilumina a lua

redoma de minha alma ou ar livre



Armada minha alma efêmera passa
Justo enquanto passa
Penso
Sinto
As causas do eu estar
Já me vem assobiando aquela canção
Aquela daquela idade em que eu acreditava na transformação
Entre a polícia e a bandicidade um eu cidadão
Furtando lágrimas
Mas quem fez isso?
Ontem mesmo pensei em ti
Mas...
José!!!!!Maria!!!Seu filho está...
Cafungo dores do que fores
Mande-me flores elementais não de metais
Meta teu ser em mim
Não estou aqui para me salvar
Sal
Ar
Mar
Vento ondule meu pensar
Prensar
Ar livre basta-me ao eu ser-me um fêmea
Uma máscula figura
Arrocha essas bolas roxas
O medo não mata, só tortura
E na palma duma mão que não se toca, bate
Não quero ser o mais importante
Somente um participante
Junto minha vida à sepultura dos sem cultura
Quero um fã
Só um fruto do algafan
Mas não
Jamais vou de novo me bitolar
Não quis nem fiz um outro final
Que não eu entre o bem e o mal sem julgar, estar
Tobe Ser 
E la ja vem outra jovem poesia no ar
Eu NOIR
Meio em PB na MPB
Louco por você
De cara com a realidade das ruas suas nuas
Quero bater em sua face com a minha amiga cara
E quero que se flagre
No popular tifraga
Sabe... nem sei mais
Passou a fominha de ti... de si... de ser
Por não querer ultrapassar o ar da redoma de minha alma
Passa ano amando um humano
Ainda bem que tem uma folga pra todo mundo
Os últimos dias de dezembro
Pelo que lembro
Balanço fiz do ano em que te tive
Detive algo 
Mas não consigo seguir tua multidão sem face
Rrá!
Sabe que uma plástica mudaria essa minha face
E seria fácil enganar-te
Num olhar te dizer que não mais
Mas não
O tempo passa e a poucos ensina envelhecer
Isso é vale no vale do amanhecer em si
Saber o que quer sentir


Armada minha alma efêmera passa
Justo enquanto passa
Portanto penso
Sinto
As causas do eu estar
Me vem assobiando aquela canção
Eu mesmo naquela idade em que acreditava na transformação
Entre a polícia e a bandicidade
Estou
Um furto
Uma lágrima
Mas quem fez isso?
Ontem mesmo pensei em ti
Mas...
José!!!!!
Cafungo dores do que fores
Mande-me flores elementais não de metais
Metais teu ser em mim
Não estou aqui para me salvar
Sal
Ar
Mar
Vento ondule meu pensar
Prensar
Ar livre  basta-me ao ser um fêmea
Uma máscula figura
Arrocha essas bolas
O medo não te mata só tortura
E na palma duma mão que não se toca, bate
Eu não quero ser mais importante
Somente participante
Junto minha vida da sepúltera dos sem cultura
Quero um fã
Só um fã
rrrr
que leia tudo de novo
mas diferente
Mas não
Jamais o bitolar
Não quis nem fiz um outro final
Que não eu entre o bem e o mal
Sem julgar
E la já vem outra jovem poesia no ar
Eu NOIR
Meio em PB
Louco
De cara com a realidade das ruas
Eu quero bater em sua face
Eu quero que um se flagre
O popular tifraga
Sabe eu nem sei mais
Por não querer ultrapassar o ar da redoma de minha alma
Uma folga a todo mundo os últimos dias de dezembro
Mas não consigo seguir a multidão sem face
Rrá!
Sabe que uma plástica mudaria essa minha face
Mas não é fácil passar-me por ines
Inexperiente
Isso é vale no vale do envelhecer
Saber
Experiências vividas
 100pre começa e recomeça
Fimnal não a



sábado, 27 de dezembro de 2014

Maçouiço

Alo
Olá
Por onde andou?
Meu eu a procurou
Por que what a quero
Como um zero bem escrito
Redondo ao meu raso pensar
Onde está o início de meu sentir
A luz
Agora
E lá do fundo ilumina acima
Tudo pela frente
Enfrento a falta de razão de minha matemática
Ok estou fora de sinc com o mundo
Chuto a bola pra frente
Enfrento
De frente o meu eu diferente
É difícil ser livre
Meus olhos e ouvidos não pensam

E mesmo assim vão nas pilhas
Vai ser soda me aturar
Mas já que sou eu
Terei que ser eu

Pai
Vos vais ficardes contentes com minha voz
É o que faz-me zeros googles
E lá vai...
Lá vou

O conforto de um bom salário
Seu salafrário
Bochechas
Bocetas
Bolsetas

Todas as formas helicoidais
Tipo asa de helicópteros
Ao eu coleóptero
Que não sei que não posso
Um gato morto numa caixa viva me aviva
Amor to na tua
Acho-me numa sarjeta nojenta
E há um horário de bus que não passa nunca na hora
Comigo se assussede
Uma sede
Procuro um bar
Um LAR
De fato sinto que cinco dedos não apontam minha estrela
Entre tantas
Tontas tentativas
Tentações
Tento não chorar
E já consigo...
No que transformei meu ser
Amanhã acordar tortura-me
Relógio vou me relojar
Re-alojar-me
Mas a dor de saber acha um em mim não querer sentir
Sinto
Cinto prendo no fundo
É soda
Aquela
Que me faz querer dormir no ápice da pintura de minha aquarela viva
Vida cada dia a dúvida da dádiva da vida
Que ávida força a forca que enforca a garganta que passa uma voz que sussurra
Ama


quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Tatuamos em cada braço o nome de amores muito fácil



Ve se me solta
Vai se arrebentar em seu rosto
O que resta de alguém que eu quis
Passo os olhos em fotos no face 
Vejo sua face demais
Saio com quem fácil esqueço
Mas desde que me deu o que mereço
Afrouxei as amarras
Descobri-me quem ama demais
Mas tão certo quanto o que se queima antes aquece
Esqueça o nosso amor
Somos mesmo iguais

Tatuamos em cada braço o nome de amores muito fácil

Celularize-me em seus contatos



Solto meus cabelos
Nem os corto
Domo-os fio a fio
Com o pente da mente
Agradeço e agrido cada momento
Peço por favor
vá se fuder
Louco está!
Se o seu fardo não desfraldar
...Carma
O  máximo de si
Está ae bandeira
A única coisa que o protege do inclemente Deustino

Olho bem as horas e o quanto demarca-las tanto faz

Facilito o éter
Percebo as curvas
Não tem reta
Aventuro maduro
Tem brita em cada curva de quem se cabrita
Grita e segue ainda
Cada passo picasso
Um foco focado
Desfocado e chegado
E la
No bem aqui
Onde se para de suar contra correntes
Por um momento tranquiliza-se
As mãos desenrijecem 
Ficam como as de bibas 
São os dedos ponteiros apontando as horas senhoras
Mistifico o momento
Um poeta portando sua própria o que ainda sabe-se lá
Mas ele (eu)
Segue
Sigo
Em dupla celularize-me
De frente ao hotel
Mas como?
Apareceu um hostel?
Não
Tanto que andei para te encontrar 
Aqui me lendo
Estou nos respeitando
Meus peitos estão inchando
Entumecidos
Pelos amigos
Ou então a chave do meu coração
Viraram duas ou mais?

Sóis

Utiu

Mesmo que você não pisque
Veja o tempo passa
Daquelas espinhas que não saiam nem marcas
E os amigos erráticos
Enigmáticos que apareceram somente um dia numa noite
Quero mais de você
Arrisque ser o máximo de si
E juntos formarmos um conjunto
Eu quero estar com quem algo ou alguma coisa nos identifique
E sem cúmplice
Não complique
Nem explique
Somente juntos
Um espírito todos temos
Mas tão leve sou
Leve meu coração no ritmo de duas batidas em sincronia
Pura metáfora
Não é nada o que quero
De ti quero nos nus
Sem ver paus nem cus
Sem essa de maus ou bens
Alguém que sem algo apareça e não pense que parece que eu penso que eu me acho
Ou não assim como tiver que seja, que seja
Agora complica meu pensar
E a dúvida desse anotar não notei no ar
Não sou um pintor
Aliás
Sou um pintor de letras
As misturando com o pouco de Picasso que todos temos escondidos
Ou não assim isso leva a minha vontade de escutar o som de nossa voz juntos
Cantando a mesma canção e nos olhos o refrão
A nos encararmo-nos
Sem desafiar
Somente de ombros
Subir aos escombros livres de si
Do que nos fizemos e fazemos
Um dizer ao outro
Que estávamos sem fome
Éramos um par cada um de nós
Hoje somos sóis




quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Verso aliterativo

http://pt.wikipedia.org/wiki/Verso_aliterativo

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

sábado, 13 de dezembro de 2014

Atenção! Há tesão - ou - Amar de várias formas




Nos sentido de amar
Resta-me amar tudo o que sinto
E isso num mesmo padrão
Pois sei amar de várias formas
Mas todas livres
Seguindo um fluxo natural
E por isso mesmo um sentido único
Que existe desde antes de mim
Consciente e saborosamente leve deixo-me levar
Nesse caminho previamente desenhado chamado destino
E assim tudo o que faço tem a ver com esse sentido que amar aponta
Faço parte desse caminho
Do qual faço com minha arte
E ela é notar e anotar o que sinto que sinto
Apertem os cintos
É que nessa vida existem vários contra fluxos
Assim a mim
Amar e amar
São dois luxos
Que fazem esse ar que me invade suflair
Aqui e agora está meu star
Não consigo o que não quero
Não consigo parar de escrever
Não quero parar de escrever
Anoto
Leio
Mudo
Tudo
E isso parece que me torna mais leve
E fluo sendo-me em todas as possibilidades possíveis do que acontece em minha volta
O serto é que amar é tudo o que faço
E o amor não é nada de mais
Mas é somente isso que faz as coisas eternamente fluírem
E será ótimo se vocês virem
Mas sem pressa
C/Alma

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

NUESTRA ESCUELA

https://www.youtube.com/watch?v=-t60Gc00Bt8

1 guerra


https://www.youtube.com/watch?v=6WPcEoKjEFw

Monte Ensinai



E o puro sol de dezembro me purificando de um ano que está passando
Quantas alegrias e decepções
Mas tudo mesmo que amarrote um pouco
Passa
Bola pra frente
Olho não para o sol
Olho para o que sua luz clareia
E o que vejo
Um monte de gente boa caminhando
Tentando viver por entre esses cães sociais e porcos de guerra
Sei que existem esses inços
Mas tem mais
Muito mais que isso
Destemido sigo eu mesmo meus instintos
Olho para o lado e vejo pessoas se identificando

https://www.facebook.com/video.php?v=979658788715212&pnref=story

E o que parecia pouquíssimo agora é um monte
E os que não sabiam o que estavam fazendo
Agora estão sabendo
Sim aquelas pessoas não eram porcos nem cães
Eram fruto de sua própria ignorância e ganância
Não percam mais tempo
Amem
Amém

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Glândulas gandulas de mim

Decidi descer de mim

E fazer o paraíso aqui mesmo
E de blues em red
Em preto e branco coloro o cloro que clareia minha água
Talvez eu esteja errado
E certamente estou
E é nesse sou que estou
Então sou eu mesmo que vou ser-me
E não falta-me apetite

Hiatos
Boatos sobre eu em mim faço
Surpreendo-me ainda comigo mesmo
E está escuro esse dia cinzento
E da cama saio com sono
Pego meu megafone elemental
E vou soltar todas as minhas
Que a quem lê-me
Faço nossas
É o início do fim de um vício tornando-se virtude
Sempre fui assim
OOOOOO
Nunca sou assim
Elos
Elas
Eles
Espreitam-me do universo inteiro
Ouço vozes que fabrico
E dou vazão
Não razão a elas
Parecem golfinhos livres no profundo oceano
Ou se me engano
São ondas de rádio emitidas por todas as glândulas de pessoas livres
Vozes dizendo oi e tchau o tempo todo
E eu aqui no meio... canto
E entendo que eu tenho que fazer um texto por dia
Anotar esse estado
Que tem me testado
Ao que parece que sempre é assim
Mas este texto está ficando longo e muito louco
As vezes penso que estou face a face comigo mesmo
E sem espelho
Toco em mim mesmo
Estou duplo, triplo, infinito
E o meu nome se repete constantemente diferente
É...somos mesmo assim
Tantos
Todos
E todos que leram até aqui saibam que esse texto não está pronto
Vai ficar mais muito mais
Depende de você sair do normau


Ex-tadinho

Numa relação ganha-ganha ninguém ganha
Tenho um plano de choque
Todos conversam olhando nos olhos
Acabando com as mentiras
Todo mundo ganha

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Por mais que não aja, ajo...mas volto a escrever


Fim no fim seus olhos me dizem enfim
Que eu fui somente uma brincadeira
Como eu não percebi
Olhe-me bem e diga de novo em seu olhar
Que o lar que pensamos sentir criar, nunca houve
E que na rua loucos para ir para casa sentirmos um no outro
Tudo isso era mentira
O que?
E o rei que pensei que fui a ti rainha que foste
Tudo mentira
Me tira daqui
Sei lá onde estou?
Não vejo luz no amanhecer e já é manhã
E ainda gosto de ti
Sei lá se sou eu aqui
Meus olhos mentem
No espelho só existem lágrimas
Das quais bebo
E parece que o etil sou eu
E o azul do céu se foi
Bebo mais um gole
A glória pede paz
Mas o que o meu faz
Não serve mais
Minhas mãos estão em minha cabeça
E o meu eu
Aquele por qual você um dia se satisfez
Agora não me satisfaz
Eu não pretendo com este texto dizer-te
Mas

Eu vou tentar

Que beleza é esse meu tentar
E estou tentando
Amor meu amor não desiste
Ele é um sim em pleno não
O tempo que me envelhece aparece e diz
Lute a favor de si
E desça de si
Entregue-se ao verdadeiro amor que sentiu
E
Sim ao amor que se entregou
E se não consegue mais se entregar
É só teimosia
Represe suas lágrimas
Usine forças suas

pxxxxxxxx
Hipotálamo recebendo novas....
Velhas...

Confundo-me

Sou um desconfiado
Posso estar sendo mal interpretado
Não
Não sou eu
E nem é de você que estou narrando
É só sobre um sentimento que só sente sozinho
E só por isso o estou narrando
Estou num trem
Numa correnteza
Que com certeza
Não sei onde vou dar

Se for ae em você
Vou acertar
Se nesse caso eu esteja ae agora
Eu estou aqui imaginando você
Apaixonado
Objeto sou ao seu ser
Pura nem sei o que
Puro o muro
Pulo-o
Luto contra mim mesmo
Não
Eu não quero mais escrever
Mas sou escravo da escritura
Ai eu não consigo me libertar
E ainda tentam me regrar
Esqueça tudo isso
Viva sua vida se puder
Depois de aqui chegar desistir
Vou parar de escrever
E vou voltar
E sei que vou voltar a escrever


segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Poesias por dias nessa vida poesia


Sabe eu pensei que um dia sem poesia não é dia
E por mais que eu não queira nisso pensar
La vem
Já vem 

É verdade... um dia sem poesia é um dia que não existia
Mas tinha, criava
É que... são tantas flores, cores e sons
E com eles todas as indiscrições que tento descrever
Olha que crime eu faria
Pensei
E como doeu sair do meu eu cada palavra
Mas já que estás me lendo
Bemvindo
Não imagino vida sem isso
Por isso cada dia que eu realmente sentir-me vivo
Descrevo sob uma ótica que não é somente minha
É da vida poesia

Nasci assim

Sou cada um que de mim sai
Olha o meu trem
Vou noutro
Fico um poquinho mais
Um pozinho mais
Isso se não melou
Fugir de mim é assim mesmo
Sou assim e como sou
Sou um estúpido mesmo
Tentando ser outro agora mesmo
Mas a vida mim assim se apresenta
E eu
Eu sou assim
Cada dia uma sinfonia
Esse som
Nesse tom
Sem ou com
Esse é o meu charco
Onde gosto de chafurdar
Sei que é irreal
Mas eu não sei se estou certo
Ninguem me acompanha
Minha liberdade não permite cia
Só eu e todos enquanto aguentar
E minha poesia
Peço 10 culpas
A culpa é minha
Não sou exemplo para nada e muito menos para tudo
Pára tudo
Mudou
Mudei
Mutante
Espírito
Eu não sei mais
Só busco a música que agrade meus ouvidos
E que mexa com todos os meus eus
Sou mesmo assim
Não vejo o fim
Sou uma eterna festa
Eu sou assim... o mais que eu possa de mim