sexta-feira, 9 de outubro de 2009

ArDeu(s)neu



Tengo um tango
E um tanque de roupa suja a lavar
Tengo uma tanga e la vontade de dançar

"Seu vagem" me soltou

Tiro a tanga
Troco o tango por samba
Saio a la bailar

Entranhas minhas, tão estranhos ninhos



Como posso me ser
Ir até meu paladar se do meu lado sempre estar
Como tesão me dar se só tu tentar
Ares vá teus regrardes
Dói mas é bom saber
Seu sabor me faz coisas saber
Tipo planos tecer
Juntos a dor sem manhas
Amanhecer

O que é alcova?


Estou tão tanto
Por isso canto
Meus olhos orbitam o tentar
Vou tentar
Ao ler posso ou podem me ajudar
Mas assim não vai dar
O que faço?
Me faço
Ou ouço Eu Deus Aço
De minha desgraça ou sucesso
Secretamente sei que Eu Sou
Mas não sei o que
Poe sou Allan Pô
Eu sou o sal na lesma do mal
Pasmem eu não sou nada
Me dê um pedaço de você
Eu sou um vampiro
Me dê um beijo de proteção
Se não eu piro
Estou são e escovei minha alcova
A espera me renova
Me zera
O que é alcova?


Alcova é :

Quarto pequeno de dormir, sem aberturas para o exterior, que faz comunicação com ante-salas. Do árabe al-qubbâ, que significa abóbada.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

O processo continua...


Kafka por Crumb


Mais uma de amor
Olhe bem dentro dos meus olhos
Se veja em reflexão
É que eu sou assim como tu
Procuro o amor
Assim
Sempre tem alguém pr'alguém
Meu bem se foi nem disse oi
É tão longa a espera
A quem me dei
Eu não sei se vou guentar
Não é mais calor nem fogo
É um Sol em meu pau
Olha! sou um sistema solar a te esperar
É grave a gravidade tua a me puxar
A vida vem dessa água salgada
Não por nada
Cada momento aumenta um centímetro
E gera um sentimento
A dor
Ator
A toa
Na boa estou
Tateio o chão esse tatame
Tanto que te ame
Rimo aipim pra não dizer assim inhame
Que besteira é o amar
No mar tantos peixinhos
Justo o que não quero não me quer
Rááá motivo pra poetizar vualá

Poesia é isso aí
Mentir de verdades o sentir sem vaidades

Bunda Mól (em construção)


O caminho é o do meio. Viva os mais ou menos!!!!!!!!!

Mais duro e maduro
Estou aqui no meio e nomeio quem eu quiser meu amor
As lágrimas que só o amor produz
Reproduzem a dor verdadeira que sinto
Esse fluido divino é purificador
Me exalta após tanta dor

Meio tonto escrevo isso...

...Ando meio mole
Minha cara dura amoleceu
Eu não sou mais eu
Sinto que não me vêem como sou
Ei você aí a ti me dou
Minha timidez
Não sei o que fazer
O que sobra me assombra
Me jogam fora do sol e da sombra
Inexisto
Sou cobra que não se arrasta
De pé mostra que dá pra escolher
Paraíso para isso existo

Pego no tranco
Mas não me empurrem
Estou no mundo da luz
Contemplo a cidade iluminado
Me salvo desse estádio lotado de selvagens
Gols, manchetes, música fácil e aparências
Eu resisto à poesia

Poesia insistente e incidente

Eu quero ser seu protetor solar
Quero passar o dia ao sol e contigo brilhar
Você sabe bem o que mais quero
Me dê seu íntimo suor
O sal é como o sol
Ilumina e lubrifica a mina
O mal é pros bunda mól
É mais fácil por isso perene
O bem é mais trabalho
Por isso dura
Dura como minha...
Vá bene

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Atualistas em ié ié ié



O Grande roubo do trem (o 1º faroeste - Dewin Porter -1903) gera o Nascimento de uma nação (Griffith -1915) com Vampiros (Louis Feuillade - 1915) e Intolerância (Griffith -1916). Só o Gabinete do Dr. Caligari (Robert Weine - 1919)e os Atualistas (conjunçao de todos) diagnosticam a loucura em que vivemos e pouco fazemos para... ou uma Viagem à Lua (Méilés -1902).

Viagem à Lua



Viagem à Lua, França (Star), 14 min. Mudo (1902)
Direção e produção de Georges Méliès que também atuou como o professor Barbenfoullis. Além de participar como roteirista, cenógrafo, figurinista e fotógrafo.
Filme que estabeleceu a principal diferença entre ficção e não-ficção. Na época os filmes tratavam apenas do cotidiano em filmes de mais ou menos 2 min.
Percebam que a nave chega à Lua be retorna caindo no profundo mar. Dois grandes mistérios para nós; o sublime céu e o profundo oceano.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Hoje no Instituto Goethe




Sebastián Cardemil e Ósi Luís

Sebastián é produtor de tv no Equador. É fundador e produtor da www.adndigital.com
conheça!

Ósi Luís é reprodutor dos Atualistas.

INPUT 2009

As melhores produções para a tv do em Porto Alegre
Instituto Goethe - informações

e leia outros posts deste blog plis

sábado, 3 de outubro de 2009

Poetas do mundo da lua



PoA e cia.

Kramer x Kramer x Atualistas x refle x ões


O poder está em suas câmeras

?

Não é fácil ser o que se quer
Mas é preciso querer e querer mais
Nadar com um não na mão
Contra essa correnteza de sims
É pôr em ação mente e coração

Corrente de mãos, razões e emoções
De cada um em si ao mais que há em nós
Pois a força está depositada
Desconta-la é conta-la
Vamoh lá!

Paz
Amor
Chega de tanto faz
Seja um a mais
A pensar em todos nós como adulto capaz - Crâ
Por Atualistas

Kramer x Kramer

O objetivo deste texto é fazer um link entre o filme “Kramer x Kramer” (1979), e a Psicologia do Desenvolvimento – idade adulta e velhice, que traz discussão sobre outra importante fase do desenvolvimento humano que é a idade adulta, momento marcado por grandes experiências no campo mental, emocional e comportamental que influenciam a vivência diária, sendo algumas vezes determinante em alguns eventos.
O ser humano então é considerado adulto a partir de determinados eventos próprios desta fase e não meramente por uma definição cronológica. Espera-se que na idade adulta haja uma definição no campo profissional e social que promova certa estabilidade financeira e emocional, gerando relacionamentos afetivos mais estáveis, uma maior independência. A aparente proteção presente nas primeiras fases do desenvolvimento (infância e adolescência) não existe mais nesta nova fase. A maturidade para encarar escolhas feitas e responder por elas de forma responsável são posturas que marcam esse estágio.
O filme acima citado traz eventos importantes que caracterizam a fase adulta: relações humanas, escolhas, valores, mudanças e responsabilidades. O filme, um drama familiar que se inicia com uma situação muito complexa: a mãe, Joanna Kramer (Meryl Streep), mulher cansada da vida desmotivante que levava e passando por uma crise existencial, comunica a seu esposo, um bem sucedido publicitário, sua decisão de deixar a casa, ele e o filho. Ted Kramer (Dustin Hoffman), diante da evidência do fato que sua esposa não retornaria, sente-se desorientado. Passados os primeiros momentos de dor e de angústia, Ted entende que ele deveria assumir outras responsabilidades além da área profissional e manutenção econômica da família e então abraça a paternidade com o apoio de sua vizinha e amiga Margareth.
Com o passar do tempo Ted percebe a missão grandiosa que assumiu e busca a adaptação com as novas exigências. Percebe então a dificuldade de conciliar as necessidades que são o trabalho e a família. Joanna retorna num momento igualmente delicado onde a relação entre pai e filho alcança patamar de estabilidade e grande envolvimento afetivo como não havia antes da sua saída do lar.

O casamento é considerado um dos eventos normativos, ou seja, eventos sociais que a maioria das pessoas experienciam. Erik Erikson fala da Intimidade como uma das etapas que marca a vida adulta. O perigo desta etapa é o Isolamento, que significa a incapacidade de estabelecer profundo comprometimento pessoal com os outros. Ted Kramer experimentou sentimentos variados com a dissolução do seu casamento que lhe aparentava ter base sólida. Apenas quando sozinho é que compreende que sua ausência foi um fato importante que pesou na trágica decisão de sua esposa.

Eventos incomuns que não podem ser previstos, são chamados de não-normativos. Os eventos não-normativos marcam a vida das pessoas assim como os normativos, a diferença é que os primeiros mudam o curso esperado e o segundo, muda a vida mas é esperado. O divórcio de Ted e Joanna, o abandono do lar, da vida conjugal e o fato de abandonar o filho, encaixam-se aqui como eventos não-normativos por modificar o curso do que era esperado dentro de um evento normativo que é a união de pessoas adultas.

Ted precisou agir com maior maturidade e comprometimento diante dos desafios que se mostravam à sua frente: separação, tutela do filho, a perda do emprego e a briga no tribunal pela guarda definitiva. O filme é considerado um divisor de águas pela decisão final da mãe ao abrir mão da guarda concedida pelo juiz em prol do marido. Atualmente a guarda compartilhada acaba com aquela regra de que o filho deve sempre ficar com a mãe.

Interessante colocar uma curiosidade descoberta nas pesquisas acerca do filme é que o ator principal, Dustin Hoffman, enfrentava na vida real algo muito parecido com a proposta do filme, o que o levou a não querer participar da filmagem por achar que seria muito doloroso e que ele representaria sua própria história. Mas acabou concordando, desde que pudesse influenciar no roteiro e diversas passagens foram baseadas na própria história de vida do ator.

Enfim, adultescer é um processo natural, faz parte do desenvolvimento humano, e o avanço nas diversas etapas da idade adulta traz experiências simples e complexas, mas sempre com grandes ensinamentos que promovem transformações biopsicossociais permitindo o amadurecimento do indivíduo.
Por Núccia Gaigher

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Atualistas- Precisamos de você


A função dos Atualistas é atualizar textos; parábolas; contos; fábulas; músicas e filmes, enfim todas as obras que construíram o nosso presente pensante. Atualizando gramática, gírias e técnicas para uma forma que facilite a compreensão para a maioria dos contemporâneos de nossa atual sociedade, os menos informados, o famigerado povão. Isso por que obras básicas para a construção de um horizonte cultural estão desinteressantes para a maioria e, assim, estão perdidas. Esse conhecimento é preciso estar ao alcance da maioria, mesmo que pareça que não queiram. É aquela velha máxima, todo o artista e sua obra tem que ir aonde o povo está. Precisamos de caridade do conhecimento. Não se pode exigir que a massa sofrida alcance o grau de entendimento, os sabedores, é que precisam se fazer alcançar.
Então os Atualistas são todos os que tem alcance ao conhecimento e o divulgam de forma fraterna e, portanto acessível. As pessoas não gostam de pessoas que ostentam conhecimento e se diferenciam. Somos todos iguais, humildemente iguais. Humildade aos intelectuais, do que adianta saber e não saber passar esse conhecimento. Conhecimento não é sabedoria, tal comportamento exemplifica.
Não sabemos se nos fizemos entender, porém atualizaremos este texto para que atue em nossas corações e mentes...

Pedra de responsa

A grandeza universal do amor nos permite amar o que for
E ti amo amor

Eu estou aqui
Olha pra cá
Pra que pecar
Acabar se salvando só
Me encosto no mar
Na beira da praia
Deixo rolar o sentimento profundo
Estúpido sou
Vou parar de chorar
De sal basta o mar
Corro na costa
Deixo o peso das costas
Por aí vou a mim
Estou aqui
Jogo os dados
Que a sorte não me solte
Estou livre, mas não da responsa
Livre da ilusão

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Ioga com Vovôzinho

Galera!
Conheço um senhor bem legal, ele é iogue.
Vou convidá-lo para dar umas aulinhas de bem viver para nós no youtube.
Vai ser divertido, interessante e enriquecedor.
Aguardem então!

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Há versões # Bar e Lar


Amo-te
Sinto-te
Como a bebida que abrevia minha vida
E faço das tuas (duas?) minhas mãos
Que ao acariciar-me
Sem alarme antes e depois de amar-me (odiar-me?)
Diz que quer-me vivo
A torturar-me

Paideia atual



Palavra grega cujo significado refere-se à prática educativa e à formação cultural do cidadão. Remete à idéia de educação ligada aos conteúdos da cultura, das práticas corporais e artísticas, entre outros aspectos que configuram a formação contemporânea.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Fogo na boca


Fogo
És do amor o jogo
Nessa textura quente
A gente sente
A fofura da carne dura
E
Nos torna pessoa pura
(incidente)
Boto a boca no mundo e o amo

Nômade my names


Quebro o muro os pratos de novo
Amanheceu em meu eu
Olho para os lados
Tanto lugar
Tanta coisa para fazer
Não consigo viver sem imaginar na vida atuar
Quebro os muros abro portas educadamente e saio
Não me venha com vaia
Estou as raias pronto para voar
Mar confuso de amar
Estou contigo
Na tua onda
Se não
Vou criar um mar em minha volta
De tanto chorar
Só não vejo se não quero
Sou nômade
Mesmo que Um Zero
Na busca do Dois
Pra no Infinito rolar

É grande, mas não é bobo



Repórter Elo - Onde a boa vida é, em grande parte, uma questão de utilização do conhecimento. Adaptar-se as necessidades da sociedade, que está em constante transformação, exige versatilidade e estudos intensos. Isto tudo num estado de harmonia e equilíbrio.Para isto é preciso ler e experienciar o conhecimento. Englobando as necessidades, habilidades e vontades, conjuntamente com a meta de vida que se tem. E a meta comum a todo o cidadão é vencer financeiramente, mas a isto devemos, também, acrescentar a felicidade de ser útil ao crescimento de nossa sociedade. Este ensejo quer nos transferir a idéia de que devemos achar nossa missão de vida e assim, termos um confortável modo de viver. E para isto necessitamos criar um plano e o seguir. Mas para criarmos um plano de sucesso executável, é preciso muita leitura, observação e pesquisa. Juntando ao aprendizado os erros e acertos dos outros.Somos vítimas do sistema, se não percebermos nossas fraquezas e as corrigirAs pessoas de sucesso corrigiram seus pontos fracos, e os mais freqüentes, hoje em dia, são; os vícios, a preguiça, a falta de conhecimento, a inveja, o acomodamento e o hábito de gastar mais do que se ganha. Isto para citar só alguns. Olhe-se no espelho e descubra seus erros. Uma personalidade agradável obtém sucesso mais facilmente. A propósito, eu me olho no espelho e me pergunto; O que que é? Percebo minha face invocada e me respondo – Quero o melhor de mim. O leitor deve desafiar-se ao espelho. Vencer os próprios limites, é vencer de verdade. Trocar erros por acertos é a maior vitória. Ensinar é a melhor maneira de aprender o que se está estudando. Organizo o conhecimento que adquiro e o espalho. Talvez, para muitos, eu seja um paspalho, mas para mim não sou. O vocábulo educar vem do Latim "educo", que significa desenvolver-se de dentro para fora. Então educar significa ser autodidata, isto é, se ensinar, aprender sozinho por meio de leitura e experimentação. É claro que para ser um cirurgião, um engenheiro ou outra profissão que possa colocar em risco a vida de outras pessoas, é preciso um mestre, mas a maioria das coisas aprende-se sozinho. Mas é preciso esforço e muita boa-vontade, além de um mínimo de afinidade com a atividade proposta. Este texto dá uma pausa para uma históriaEra uma vez um político (marrom) que se casou com uma mídia (marrom), e os dois foram morar numa fazenda. Lá constituíram suas vidas. Certo dia, passeando pela floresta, encontraram um filhote de águia. Colocaram-no no galinheiro e o chamaram de "povo". Ali, no galinheiro, a águia chamada povo comia na mão do casal mídia e político. O povo foi crescendo, embora fosse uma águia se comportava como uma galinha. Depois de algum tempo, a fazenda recebeu a visita de um poeta, que enquanto passeava pela fazenda encontrou o povo. Chamou o casal, e disse - Este pássaro aí não é uma galinha, é uma águia. De fato – disseram o casal. Mas nós o criamos como se fosse uma galinha e ele transformou-se em galinha. E colocamos nele o singelo nome de povo.-Não - retrucou o poeta.- O povo é, e sempre será uma águia. Pois tem coração e mente de águia. Um dia entrará em conjunção com a sua missão, e estes dois órgãos irão lhe mostrar a grandiosidade da vida.-Não, não deixaremos – insistiram – O povo virou galinha, e jamais voltará a ser águia.Então decidiram fazer uma prova – O poeta tomou o povo, ergueu-o bem alto e com palavras animadoras num tom desafiante disse; - Já que você é de fato uma águia e não uma galinha, já que você pertence às coisas grandiosas da vida, não fique ciscando e comendo migalhas. Abra sua mente e seu coração, suas asas, e voe!O povo pousado no braço do poeta, olhou distraidamente ao redor. Viu as galinhas lá embaixo, ciscando grãos. E pulou para junto delas.Político e mídia comentaram "Não dissemos, o povo virou uma simples galinha!" "Não."Tornou a insistir o poeta. "Ele é uma águia. E uma águia é sempre uma águia. Vamos experimentar novamente amanhâ." No dia seguinte, o poeta subiu com o povo no teto de uma biblioteca. Sussurrou-lhe:-Águia, já que és uma águia, abra sua mente e coração, suas asas, e voe! O povo em cima daquele prédio da biblioteca, recheado de livros, sentiu a vibração que emana da palavra e ensaiou um vôo. – O casal se entreolhou e se movimentaram, jogaram ao chão uma quantidade maior de ração.- Quando o povo viu a maioria das galinhas ciscando no chão, desceu e foi para junto delas.– O casal ensaiou um desejo de desistir da prova. O poeta sorriu e voltou ao seu intento. O casal despistando disse "não adianta, o povo virou galinha. E além do mais seria muito perigoso para ele voar alto, cair e se machucar. Ou até mesmo, se rebelar, fugir e se perder." "Não." respondeu firmemente o poeta. "Ele é águia, e quando chegar a recuperar o seu poder, ele vai saber o que fazer. Amanhã tentarei de novo." No dia seguinte, o poeta e o casal levantaram bem cedo. E foram para fora da fazenda, no alto de uma montanha. O sol nascia na vida de todos.O poeta ergueu o povo para o alto e disse:-Povo, já que és águia, abra sua mente e coração, suas asas, e voe!O povo olhou ao redor. Viu a imensidão do mundo. Tremia como se experimentasse nova vida. Mas não voou. Então o poeta segurou o povo firmemente, apontou o rosto do povo aonde o sol iluminava e lá estavam os livros que livram. O vasto horizonte abriu-se na mente e coração do povo. Nesse momento, ele encheu o peito e abriu suas potentes asas e com um grito de liberdade ergueu-se, soberano, dono de si mesmo. E começou a voar, a sentir o gosto e a responsabilidade que traz a liberdade. O vento e o invento de sua imaginação criaram um mundo novo O povo voou e voltou. Perdoou os erros seus e do casal. Assim criaram um mundo equilibradamente harmônico. Moral da história: não nos contentemos com os grãos que nos jogam, busquemos nossos ideais e vivamos plenamente. Quem não quer isto, que vivamos plenamente, na verdade, são os corporativistas. Os donos de grandes marcas. Faça da sua vida uma grande e fraterna aventura.Viu. É básico ser-se para viver plenamente.Transforme a informação em conhecimento utilizável, e com o tempo será a experiência necessária para saber guiar a sua vida para um destino de sucesso e realização pessoal em prol de tudo e todos. A benevolência e altruísmo ainda vão ser moda, antecipe-se.A liberdade de poder fazer tudo, nós leva a fazer nada. Não seja uma marionete do sistema, seja o que você sabe e aprende com sua curiosidade. O mais que humano em nós só sai por meio de uma lapidação de nosso cartáter.
Inspirado em Leonardo Boff - àguias ou galinhas

sábado, 26 de setembro de 2009

Retalhos da navalha viva na carne

A dor deixa odor
'Inda mais de amor

Nunca digo sempre
Por que de vez em quando
Sempre acontece o nunca

Eu vivo vogais
Choro por ais
Rio por tais
Amores brutais


As razões são nãos
Sem emoções

To sem dream sem ti

Tomei como um sim o teu não

Sol céu
Tanto faz agora as montanhas me arranham
Sou seu

Exilo-me na tua alfândega vagina

Sem amar respirar
Sinto o cheiro de ar e só

Gemidos gêmeos
Sons da rua refletem almas

Há vezes que quero morrer
Outras viver. Sou normal

Digo
E
Reflito
Estou aqui e na verdade sou mais do que posso
E mantenho meus ossos de carne cobertos
Enquanto posso

E lá vai a terra e comigo ela
Juntos somos a vida
Em busca de mais um dia de sol
Viro com o mundo a vida em busca da luz
Arrodeio em volta e volto
E sinceramente não faço isso por gosto
Mas onde moro é aqui certo
Mas Terra
Meu amor mora numa dessas nossa voltas

Sol
Por sua causa essa é a nossa casa

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Das do Diário de um Viciado



Perspectivas de futuro nos segundos que antecedem o suícido lento que é ser viciado em crack

Sei me enrolei
Do alto vejo de fato
Mas não me entrego
Não me mato
Sem cachorro me salvo
Ar, água te amar
É que eu vou fazer
Some a vontade de morrer
Vou jogar um street basquete
Vou sair dessa
Meus ossos de minha face
Essa caveira no espelho me dizendo
Eu vou me salvar
Um grito
Um urro
Cansei de olhar essa corda meu pescoço apertar
Eu Sou Quem Me salvou

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

manaéfemeam


De loiro pra loira
No sol que me dora
Que horas são morena?
Está na hora claro!
Matamo-nos na selva da cidade
Estou estressado até ao fim
Querida olhe o dia re-inicie-me

Não preciso de ninguém
Preciso de alguém
Que com cuidado exemplifique
Dirijo meu carro só não fique
A cidade está que é só carro
Cansei dessa canção cara
De correr pela estrada
É raro pessoas sem ossos aparecerem na TV
Estou na rua esta noite sem roupa
É cinza não grátis
Isolo-me
Um raio me diz
O céu sou eu além do que me fiz
E quero bem todo o mundo
Cansei dessa canção
FM sem fêmea sem macho se geme
KD ação dessa mediação?$?????????

Esquete Atualista DST e gravidez Escola 1º de Maio

recorte

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Todo tamanduá

O mundo sentido




Michael Jackson - Smile - Tradução
Música enviada por: Letras de Músicas

SORRIA


Sorria, embora seu coração esteja doendo
Sorria, mesmo que ele esteja partido
Quando há nuvens no céu
Você sobreviverá...

Se você sorri
Com seu medo e tristeza
Sorria e talvez amanhã

Você descobrirá que a vida ainda vale a pena se você apenas...

Ilumine sua face com alegria
Esconda todo rastro de tristeza
Embora uma lágrima possa estar tão próxima
Este é o momento que você tem que continuar tentando
Sorria, pra que serve o choro?
Você descobrirá que a vida ainda vale a pena
Se você apenas...

Se você sorri
Com seu medo e tristeza
Sorriso e talvez amanhã
Você descobrirá que a vida ainda vale a pena
Se você apenas Sorrir...

Este é o momento que você tem que continuar tentando
Sorria, pra que serve o choro
Você descobrirá que a vida ainda vale a pena
Se você apenas Sorrir

Estou de volta (em formato de desabafo)



Estava sentado na madrugada
Na lua estava
O tempo passou e me disse
Que o espaço do mundo da lua é a distância exata
Entre eu e minha gata
Que o finzinho desse filmezinho
Que é a vida de cada um nunca acaba
Continua na vida nua da lua

Destrua suas fantasias abra seus olhos a si
Veja confuso que o furo é o futuro vazando agora
O passado está amarrado e amarrotado
Desamarre-se e passe adiante já
Esqueça a cabeça vá em frente de peito aberto
Rasgue a camisa como naquela dor daquele amor
Sem pudor
Sem rancor
Queira-a tantas e quantas vezes for
Surpreenda o tempo do espaço
Sentado na lua receba a luz nua de frescura
Vamos levante vôo
Assim despido vá
Águia
Voe magicamente
É assim que és...
Mi Phoenix
A dor do mundo não vai parar de fazer essa máquina humana de amar Amar
Justo é apertado vá a vida é essa folga que procuras
Caiu a polca siga sem pressa sem preço
O certo é que o ar é um convite de Deus

Caiu agora o mistério em formato de sal
Lágrimas combustivas e exaustivas
O que faço aço laminado? Corto as amarras!
Iluminado
Da Lua vejo que aquele mundo distante Sou Eu
Me jogo no espaço
Volto pelo ar
Me equilibro entre estrelas
Sem trelas nem xurumelas
Estou de volta meus amigos e amigas
E Elas

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Calmamente não aceitamos essa atualidade



Ir contra a maré, de uma sociedade teen, é um exercício de amadurecer. O mundo é hoje o que fizemos nele hoje. Atuar na Atualidade com arte.
-Atuar na Atualidade. O que é isso?
Leia e veja...

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Sem Pão? comam brioches!



Artistas; jornalistas; produtores...
Fazendo TV bitolante
É intrigante deixar o povo assim
Nos querem ingnorante
Gente! É um pinguinho de gente (literalmente)
que mantém a maioria de nossa gente como indigente
Um povo sem cultura é facilmente manipulável
Fazemos a nossa parte com arte

Precisamos nos fazer mais críticos
Sem ser chato
Rolo nesse reto papo

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Por que Michael Jackson não conseguia dormir?


Vá viver um sonho...
E esse, pesadelo se tornar
poesia incidental
Desce o rio lindo
sobre a linda geografia
daquela face fria
Branca morte

Superarte-me salve-me




Defloro meu corpo a cada despedida
Do Eu de cada dia
Cada vez que puxo um assunto comigo defunto
Defumo meu corpo

Olho nos meus olhos Marte
Que por amar-te Vê nus
Escuto as trevas palavras
Lavrando terras íntimas

Ops tropecei embaixo das traves
Entraves ao que não fiz!!!!!!!!!
O que faço com meus erros
Se insisto em comete-los

Assim existo e resisto as noites
Acordado entendendo meus domínios
Pra me animar o sol apaga as estrelas do céu
A luz ilumina o agora Eu em açoites

Ops e tropecei de novo em ti
E como sempre
Percebo que nunca te vi
O tempo nada isola

Vou te destruir em minhas minhas fantasias
Vou realmente escapar da realidade
Abro meus olhos verdes de falsas verdades

Assim
Um diamante se parte
De amante em amante
Sem perder a majestade

Eu sou um bicho
Fazendo exercícios sem carapuças
Simplesmente conto estas minúcias
Para que entenda-me

domingo, 13 de setembro de 2009

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Selva de Pedra 2


A realidade do crack. Usuário em plena nóia segura a fissura de outra pedra e da um depoimento comovente. Fala de família, e de parceirinhos de pedra que só levam o cara pra furada, como mesmo relata.
Essa é a vida de um pedreiro, aliás o martírio...Assista e passe adiante!

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Ó! o cara ai Ó!



Entre um casal não há só fendas a se desvendar

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Full Gás



Esse filme é o 3º filme dos Atualistas. Trata sobre a vida, seus questionamentos e a insistência de tentar buscar respostas. A vida é só perguntas. A resposta é... veja no vídeo acima.

domingo, 6 de setembro de 2009

As contas desse amor



Opa opa
O mar em ondas me diz
Que é bom esquecer
Mas relembrar é viver

Opa opa
O ar em ondas me diz
Que sou um livro escrito
A se desfolhar aos dias

Opa opa
Meu cérebro diz ao confuso coração
Não importa a porta bata
É ela

Opa opa
Dei aqui na sua casa
É você gata
Cara ou coroa pra ver quem paga a conta

sábado, 5 de setembro de 2009

Mesmo que Mude

Mesmo que Mude
Bidê ou Balde
Composição: Carlinhos Carneiro / Rodrigo Pilla


Ela vai mudar,
Vai gostar de coisas que ele nunca imaginou
Vai ficar feliz de ver que ele também mudou
Pelo jeito não descarta uma nova paixão
Mas espera que ele ligue a qualquer hora
Só pra conversar
E perguntar se é tarde pra ligar
Dizer que pensou nela
Estava com saudade
Mesmo sem ter esquecido que
É sempre amor, mesmo que acabe
Com ela aonde quer que esteja
É sempre amor, mesmo que mude
É sempre amor, mesmo que alguém esqueça o que passou
Ele vai mudar,
Escolher um jeito novo de dizer "alô"
Vai ter medo de que um dia ela vá mudar
Que aprenda a esquecer sua velha paixão
Mas evita ir até o telefone
Para conversar
Pois é muito tarde pra ligar
Tem pensado nela
Estava com saudade
Mesmo sem ter esquecido que
É sempre amor, mesmo que acabe
Com ele aonde quer que esteja
É sempre amor, mesmo que mude
É sempre amor, mesmo que alguém esqueça o que passou
Para conversar
Nunca é muito tarde pra ligar
Ele pensa nela
Ela tem saudade
Mesmo sem ter esquecido que
É sempre amor, mesmo que acabe
Com ele aonde quer que esteja
É sempre amor, mesmo que mude
É sempre amor, mesmo que alguém esqueça o que passou

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Selva de Pedra




Esse vídeo é um depoimento que comove

Pedra Na Mão



Capital Inicial
Composição: Dinho, Briquet & Bozzo Barretti

Não provoque
os meus instintos primitivos
não, não toque em mim
sem um bom motivo
o seu conselho
é ter paciência
mas já estou cheio
vou reagir
vou conseguir
já sei qual é o meio

Quem planta vento colhe tempestades
quem planta vento colhe tempestades
pedra no chão é topada
pedra na mão é porrada

De uma coisa
eu tenho certeza
se possível me esquivo
senão enfrento
o confronto aberto
se aprende cedo
nunca tema nada
a não ser, a não ser
render-se ao próprio medo

Quem planta vento colhe tempestades
quem planta vento colhe tempestades
pedra no chão é topada
pedra na mão é porrada

Leve Desespero


Leve Desespero
Capital Inicial

Eu não consigo mais me concentrar
Eu vou tentar alguma coisa para melhorar
É importante, todos me dizem
Mas nada me acontece como eu queria

Estou perdido, sei que estou
Cego para assuntos banais
Problemas do cotidiano
Eu já não sei como resolver

Sob um leve desespero
Que me leva, que me leva daqui

Então é outra noite num bar
Um copo atrás do outro
Procuro trocados no meu bolso
Dá pra me arrumar um cigarro?

Eu não consigo mais me concentrar
Eu vou tentar alguma coisa para melhorar
Já estou vendo TV como companhia

Sob um leve desespero
Que me leva, que me leva daqui

Talvez se você entendesse
O que está acontecendo
Poderia me explicar
Eu não saio do meu canto
As paredes me impedem
Eu só queria me divertir

As paredes me impedem
Eu já estou vendo TV como companhia

Sob um leve desespero
Que me leva, que me leva daqui

Sob um leve desespero
Que me leva, que me leva daqui

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Medo da legião





Achei em mim um pouco de nós
Nem sei escutei uma voz
Em melodia
Lembrei daquelas noites meio-dia
Sovei um pão
Soquei na parede o não
Rimei eu Rei
A Rainha sei
É você
Por isso reprimo
Lembrar dos números primos
Matemática amante da lógica
Nós no zoológico
Claro
Que quando tudo está perdido
Existe ainda um amigo
Alguém que está aqui comigo
Este é o medo
Não o não achar alguém pra comer ou pra dar
Amizade e sexo
Essa dupla ultrapassa a moral de nossos penstos

terça-feira, 1 de setembro de 2009

ÃH!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


Sou sapo
Sou rã
Sou uma sopa de filosofia vã
Assim sei que julgar é que é phoda
Vai cuidar do teu tu
Eu cuido deu

As leis aos reis. E a mim! eis


Em cada recanto da imaginação há um guia que nos torna águias. Em cada portal há um guardião aguardando em prontidão sairmos da escravidão da ignorância.

Poesia = Trabalho

A sós tinha uns nós
Desamarrados estamos juntos
Sem nóia
No Cosmos a terra bóia
Gravita-nos o Eu que há em todos
Self cai do Sky
Em vento vem o invento
O verbo se faz frase
As estrelas brilham nessa fase
Agora a oração em mensagem/ação
Diz se encarne
Expulsa me reporta ao portal retorna

Farejo fragmentos preenchendo a lacuna
Laguna do amor
Eu escuna de amar
Ao porto saber pretendo chegar
Seis reis seus são suas leis - Rosa dos ventos
Ñ fuja sua mão aponta para seus medos em seus dedos
Assombra o ser
Arromba as portas da escuridão
O sol e seu som com dom entram no tom
MorraRenasçaCresça ñ há retorno por aqui se ñ for por aí
Ilusão sua ser um ser sem fusão
Profusa profusão
Confuso preço a pagar por saber
Fome mental sacie-se
Emoção sentimental sacie-se
Imaginação divinal ...
Estou em nosso portal
O infernal lugar
Onde Medusa está?
Onde estás?
Quero ver-me como sou
Ein?!!!
A fera urra
Mesmo que burra
Teima em viver
Vim ver

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

És quilos!

E a narina preferida? Enquanto estou aqui, sei que ai estás enfiado em teu silêncio Unifico-o o som do sim ao som nasal do não Me pergunto Me respondo com a questão Quem és tu para questionar quem penso que sou? Tu Tu Tu Ocupado Oculpado Eu sei que sou oposto de ti e o posto de mi onde abasteço-me Pois vens se abastecer na realidade da mente que sente que não há pó na alma Eu ti amo meu amor E tu pra onde foi? Tu Tu Tu Na rua todas as virgens me pedem me desaflores! Mas quem és tu? Tu Tu Tu Que desaforo Justo agora que sei quem não sou Não sei quem és Quem és? És quilos de carne em ossos Movida a Elotricidade mental ou ao líquido vaginal em contato com o seminal

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Archotes Chxotas


Enquanto tapa, saca os pés


Vivia na ignorância
E nela me julgava feliz
Sofri tanto por julgar-me feliz
Que descobri que não sabia nada
Doeu saber que nada sabia
Comecei a buscar
Fiquei tonto
Tanto a conhecer
Por um tempo pensei que podia tudo saber
Logo aprendi que nada ou bem pouco saberia
Mas do conhecimento destilei sabedoria
Sem julgamentos
Pois das poucas coisas que sei
Sei que sábio não sou
Sem entrelinhas disso sei
Simplesmente juntei do tempo o que os grandes sabiam
E com uma simples mente que sei mente
Mesclei ao coração que sente
Desvendei no mínimo a mim a minha vida
De feto a defunto
Achei sobre vida assunto
Cara de fato
Tantas coisas boas e desejosas de saber
Pensei em popularizar verdes saberes
Cara
Não saber doía
Mas dói muito mais
Saber que a maioria pouco se importa com sabedoria
E nem por isso mais doía

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Bafo Di vino


Introdução -Txt de Charles Chaplin (um dos caras que falo)
"Cada pessoa que passa em nossa vida, passa sozinha,
porque cada pessoa é única, e nenhuma substitui a outra.
Cada pessoa que passa em nossa vida passa sozinha, e não nos deixa só,
porque deixa um pouco de si e leva um pouquinho de nós.
Essa é a mais bela responsabilidade da vida e a prova
de que as pessoas não se encontram por acaso".

Bafo Di vino

Tum Tum Tum Tum
Bem vindo ao meu desenho
A minha verdade samba no pé
E a minha luta está em trégua
Para pegar uma régua
E medir onde está o meio

Do chão ao céu não messo
Aqui vivo meu caminho
Dou ou peço
Sem essa de bom ou mal*
*(assim mesmo)
Sou igual
Me enrolo nas decisões
As tomo, as como
Digiro
Dirijo minha vida
A a ouvir me dedico
Plural desconverso
Há um grito no universo
Me conecto
Meu nome é Ósi é Gérson
Sou o Elo disso tudo pra isso tudo
É que estou na ponta da ponte com a corda no pescoço
Contando tudo até a última conta
Da fruta até o caroço
Sei é um romance o que estou escre...vivendo
Digo recitando
Ou melhor
Orando
Enfim estou dizendo
Me dizendo
Me ditando

Vou me enrolar
Ascender
Viajar
E quer mais?
Quem brinca com o fogo pode se queimar
Com água se afogar
Tô boiando e me bronzeando

Mas é uma locomotiva e a vapor a vida
Um ascender ao pavor de ver
De pagar pra viver - é preciso
Descarrilo  das montanhas
Eu trem
Dou na praia
Desembarco em qualquer estação

Raspei
Dei na trave
Errei
Viver não é o gol
É jogar
Competir pra que?
Vou conviver
Compartilhar
Ter mais o que fazer
Vim ver o lúdico jogo da vida
Vitória ou derrota passam
Estou com a natureza

Quero dançar ao sol
Pra isso eu vim a esse lugar
E na beira-mar minha de chorar
Sorrir
Viver
Não importa não tenho portas
Águas lavem as mágoas
Felicidade vá e venha
Pela Padre Cacique ou Azenha
Sem uniformes
Sem véo
Sem réu
Simplesmente eu
Soberanamente EU
...Simultaneamente...

Tem chuva e tem sol
Sereno quero Ser
Ser-me, não Sê-los
O que Somos se não indagarmos

A isso brindemos

Quem quer está dançando e cantando
Essa é a boa notícia do Ser
Sinto no brilho do olhar pra ver
Amar é viver pra valer

A noite desse dia está linda
Olá! lá vem...já vem...
...Eterno é te amar...

sábado, 22 de agosto de 2009

Ti amo

Óh! Como era virgem
Quando vi esse filme pela primeira vez
AMAR É DE NOVO

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Venho aí em...



Neste momento olho esta tela
Abaixo vejo o teclado
Não fico calado
A dedo falo
Que o tempo sincronizado ao antigo e ao novo
Mostra que o agora é o jogo

Encorajo-me no espaço
Atuo em tempo com todos elementos
A luz num pingo d’água empoeira o ar de madeira
Neste momento as questões voam diretamente às respostas
As frases rolam suaves
Em rimas redondas surgem mais perguntas

Vida
Mar eterno do vai e vem

Estou achando o tempo no espaço momento
Onde O Um sem Segundo forma meu pensamento/sentimento
Sublime e profundo
Vou vindo que venho de encontro
Assim encontro o motivo
De manter-me vivo

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

A ilusão acabou e o sonho está se realizando




Somos a imagem e semelhança da luz que está no céu.

Saia do canto venha para o meio cantar e nos encantar. Mas não se esqueça de dividir o que pensa que sabe. Tente. Vá! Venha! O sol é um só e está lá no céu, mas a manhã de hoje é nossa.

Precisamos de igualdade, assim diminuem a insatisfação e a violência. E para esse avanço, que não é fácil, precisamos refinar os mais rudes e sensibilizar os mais ricos sobre a igualdade de condições ao menos no ensino.
Numa crescente civilidade de todas as classes, produzida por nós mesmos, conseguiremos o equilíbrio. Sim, pois quando todas as classes estiverem perto do equilíbrio, com condições favoráveis para um crescimento (financeiro, emocional e espiritual), teremos possibilidades de paz. Daí descobriremos que todas as pessoas pensam e sentem mais ou menos da mesma maneira. O que não significa que somos iguais, mas sim parecidos.
Porém vivemos num tempo em que as pessoas raramente se sacrificam umas pelas outras, a não ser em tragédias ou acidentes. O egoísmo dá um tempo para a compaixão, quando famílias ou pessoas, mesmo que estranhas, sofrem uma calamidade. Nestas situações logo surgem contribuições de bolsos desconhecidos e diversas doações. Tudo espontâneo e de bom grado. Este sentir pena que ainda resiste aos novos tempos, é um sintoma humano nessa sociedade capitalista. Percebamos o povo, num bairro de periferia ou numa vila, as pessoas se ajudam. Todos juntos sentem as mesmas fraquezas e perigos, assim se tornam parecidos. Aí está quando nos sentimos parecidos, aprendemos que não há escolhidos - os que merecem uma vida melhor ou pior. O que temos é de nos dar condições, estando dispostos a ter a caridade do conhecimento. Doar informações úteis, e realmente válidas para o próprio auto-crescimento do indivíduo. Não esmolas que logo são gastas em bostas que não trazem nada de fortuito ao ser, e muito menos ao nosso tão almejado equilíbrio social. Todos que se expressam artísticamente podem fazer a diferença!!!!!!!!
Seja um Atualista. Atue na sua atualidade e sinta a vida como ela é.

A TU ALL




Paro no umbral
O faço de mural
Explico-me igual
Bebo no Graal
Sou animal
Racional
E sentimental
Num mundo de metal
Onde a própria carne é punhal
“A busca do espiritual
É o desafio carnal”
Eterno Natal

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Gramado!!!!!


Olá!
Quem está acostumado a seguidamente ler um texto louco e nouvo neste blog
peço compreensão
pois estarei a semana no Fest Cinema de Gramado
But
Caso queiram dêem uma garimpada em textos antigos
que de antigos não tem nada
Nos encontramos em Gramado
Hábraços

Bruma Louca (mádrogadas)


Após tanto lagartear à rotina grátis de sol
Chega outra noite de um dia qualquer na minha vida
Tudo o que se faz
Se desfaz
Certo como o dia muda
Serena a lua no céu flutua



Em frente ao espelho
Me afio a um novo desafio
Meu cabelo liso como meu bolso
Lambido como meu corpo lânguido
Que dureza
Nem se apresenta com essa aparência
O espelho diz a verdade que reflito
Imagina a cena
Pega uma pena e anota
Ninguém é tão idiota
Lá vem mais sujeira
Chega da rua um hálito vazio
Numa boca linda
É justamente a mulher dona da boca de fumo que vou pegar
Áh! Não vou me chapar
Vou sair pra dançar
Quem sabe se o dia de são nunca não é hoje à noite
Não dou corda no relógio, sem cordas, sou livre!
Sei o que são regras e imponho liberdade a elas
(vou usar vírgulas, para me contrariar)
E, aliás, não sou um pássaro, não me prendo em gaiola
E não preciso voar
Amanhã e ontem, dia e noite, sim e não, agora sou
Se não me amas, eu ti amo e se ti amo, tu me amas
E mais...
Até vou construir um castelo de areia na beira do mar
E não vou mais chorar
A mina diz sim
Coloco a mão na dela
De mãos dadas vamos tomar banho
Ela não disse não
Com os olhos de sim, entendi assim
Tem horas que não tem não na vida da gente

Não quer ler tudo?
Vai tomar banho!

A água a vida, ao corpo o Saara
O sol ascende lá fora
A mulher me chama
Me convida para entrar
Orquestram-se os neurônios do maior órgão humano sexual
Tô duro!
(A mulher planta uma semente eterna no coração em chamas)
Rego o jardim dessa mulher com o que ela quer
Não sou passional

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Mister FHOME


É bem ai
Não para
Devagar
Ufa!
Meto tudo
Até o talo
Beba no gargalo
Tentação sou
Sou um suco de gente
Me espremem nesse canto
Misterioso pavão
Digo povão
Olho para cima
Somos o sol a solar
No peito o coração a decolar
O sentimento humano
Que me leva ao sol/sou/soul
Não sou militar nem astronauta
Tampouco milionário
Sou É o buscar Ser
Estou tirando de mim o melhor
É o sistema a me espremer
Estou regurgitando
O solo de meu penar
Me põe a pensar
Cascatas seguras que descem a face
Dificilmente irão secar
Não vou nada represar
Quero no meio representar
O meu melhor
O Eu sou que sei q sou
Tenho fome é de tentar

Que culpa a gente tem de ter nariz


Sim Sim
Seus peitinhos me podem
Estou
Estou
Me sentindo um patinho feio
Sendo um cisne meu almejo
Um príncipe num sapo
No brejo a espera dum beijo
Vendo na Tv que me deforma
Ouvindo no Rádio do carro
Lendo jornal do bairro
Nada
O que me agrada
Cheio de inspiração
Transpiro por aí piro

É de manhã durmo
É de madrugada estou todo aceso
Eu não presto
Sou um zero

Qual o problema seu?
Posso ajudar-nos?
O meu quero resolver
Sem revólver
A terra vou revolver
Do pó largar
Que culpa a gente tem de ter nariz

Cheiro uma grama


O som a bater no sol que sou
Ondas vindo me contar
Que viver esse é meu sonhar
O perigo existe desde que pelo umbigo
Sinto o gosto do sangue
E pra o que se fez a evolução
Se não for pra eu usar da razão em emoção
E sentir tudo na vida enquanto em vida
Esse encanto em desencanto
Engano
Desengano
M”esgano
Deito-me na grama
E
Cheiro uma grama

Divina Comédia Humana


Divina Comédia Humana
Belchior
Composição: Belchior

Estava mais angustiado que um goleiro na hora do gol
Quando você entrou em mim como um Sol no quintal
Aí um analista amigo meu disse que desse jeito
Não vou ser feliz direito
Porque o amor é uma coisa mais profunda que um encontro casual
Aí um analista amigo meu disse que desse jeito
Não vou viver satisfeito
Porque o amor é uma coisa mais profunda que um transa sensual
Deixando a profundidade de lado
Eu quero é ficar colado à pele dela noite e dia
Fazendo tudo de novo e dizendo sim à paixão morando na filosofia
Eu quero gozar no seu céu, pode ser no seu inferno
Viver a divina comédia humana onde nada é eterno
Ora direis, ouvir estrelas, certo perdeste o senso
Eu vos direi no entanto:
Enquanto houver espaço, corpo e tempo e algum modo de dizer não
Eu canto

Além do horizonte


Roberto Carlos
Composição: Erasmo Carlos / Roberto Carlos

Além do Horizonte deve ter
Algum lugar bonito
Prá viver em paz
Onde eu possa encontrar
A natureza
Alegria e felicidade
Com certeza...

Lá nesse lugar
O amanhecer é lindo
Com flores festejando
Mais um dia que vem vindo...

Onde a gente pode
Se deitar no campo
Se amar na relva
Escutando o canto
Dos pássaros...

Aproveitar a tarde
Sem pensar na vida
Andar despreocupado
Sem saber a hora
De voltar...

Bronzear o corpo
Todo sem censura
Gozar a liberdade de uma vida
Sem frescura...

Se você não vem comigo
tudo isso vai ficar
no horizonte esperando
por nós dois

Se você não vem comigo
nada disso tem valor
de que vale o paraíso
sem amor

Além do Horizonte
Existe um lugar
Bonito e tranqüilo
Prá gente se amar...

Lá Larálarálarálará Lalá
Lá Larálaralarálará Laralá
Lá Laralaralarálará Lalá
Lá Larálarálarálará Laralá...(2x)

Se você não vem comigo
Tudo isso vai ficar
No Horizonte
Esperando por nós dois...

Se você não vem comigo
Nada disso tem valor
De que vale o paraíso
sem Amor...

Além do Horizonte
Existe um lugar
Bonito e tranqüilo
Prá gente se amar...

Lá Larálarálarálará Lalá
Lá Larálarálarálará Laralá
Lá Larálarálarálará Lalá
Lá Larálarálarálará Laralá...(2x)

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Pinto maior ou amor na medida


Eu sou
Tu és
Nós somos muito mais
Mas bem menos
Do que podemos
Tanto faz
Quando amamos
Não competimos mais
Vemos que somos iguais

Tambor do amor (tão bom)


Ela me fez voltar a acreditar
Ela é um sonho do qual me recuso a acordar
Ela é um bebê que me faz parar de beber
Ela me faz sentir que é bom viver
Ela é no fundo o mundo

Quando penso nela não resisto
Lembro que existo pra isso

Eu sou o ar a fazer o balão voar
Eu sou o número certo de grãos de areia do deserto
Eu sou o seu conforto e seguro porto


Nós somos juntos o cosmos infinito
Nós somos o que há de bonito
Nós somos o lindo amanhecer do dia vindo

Eles são como nós
Eles serão como nós se desatarem-se

Tudo no nosso amor tem sua vez e sua voz

Clitóris ereto




Se errei ou se acertei
O importante é que lições aprendi
Tive o amor em minhas mãos
Ele escorreu pelos meus dedos
E você nem pra me segurar por ali
Eu cai eu sei não precisa me apontar
E você nem pra me segurar por aqui

Os momentos jogados lá
Os quero cá
Me dê sua mão
Nela está meu coração

Agora meus dedos contam contas a pagar
Como apagar o que tive
És forte
Peço que me desejes sorte

O amor é quente
Fica fervendo dentro da gente
Na lembrança ardente

Quem não amou não fui eu
Outra invente
Você ao me ter não disse não se envolva
Me devolva

É grande o amor quando se vai
Eu pequeno atrás

Me sinto sem amar
Meio assim
Sem vida no ar

domingo, 2 de agosto de 2009

Bato pra isso


Os ventos levantam um papel
Leio calado
O primeiro homem a pisar em mim
Será que meu cajado vai brochar
Digo Báh chorar

Lágrimas minhas montanhas
Águas salgadas
Tsunami em mi

Águia sou saindo desse barro
Olho para meus bolsos
Não vejo nada
Nada da peste capitalista
Nada com que me queixar
Fecho meus olhos
Abra os seus
Que tolo sou
Entenda minha contenda
Sou uma bateria cheia
Num mundo vazio
O que fazer?
Meu fim anuncia o vento além
Do meu lado alguém?
Quem nada contra a correnteza
Amo menos para variar

Retorno ao Beco
Ao caminho
As estrelas
A lua que me perdoe
Mas a luz nela refletida persigo
Consigo sem meus olhos vê-los
O estágio que estou
Quero ver seus ois seus olhos
Nossos sóis somos
O coração bate pra isso