quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Ao amor estou aqui indo

Tudo passa
Mas estou amarrotado ainda
Eu vi dum ônibus lotado
Pensei ter visto você ter passado
Puxei a cordinha do bus
Ele parou
Eu não desci
Eu sei estou atrasado
Mas não adianta correr
Continuo no meu caminho
No coletivo do meu destino
Se bem que posso dar uma descidinha
E olhar para trás
A estrada é longa
Pego outro coletivo
É preciso estar sempre indo
Sorrindo
Sozinho
Solzinho
Meus amores estão nesse coletivo
A verdadeira revolução
É saber que não estou sorrindo sozinho nesse solzinho


sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Travelling travel-me




O que é profundo e verde é uma mentira
Perdi-me! onde está o muro?
No espelho esse reflexo sou eu?
Que desejo de amar
Depois deitar amada
Cachoeiras são essas gotas de chuva em meu olhar
Domingo dormindo a desalmada manada vira churrasco
Tenho que concordar
É melhor não acordar
Na praça a raça pula de graça em sua própria desgraça
Ignorado ao fio da corda que me desafia
Na navalha do que não valha peso minha criança
Conformo-me em ser ninguém
Venho da mesma forma de que alguém tronou-se
Estou perdido
Não exatamente em lugar algum estou
Este texto é tão real que fura o muro da verdade
Que solidão
Estou comigo mesmo
A espera de ti mesma
Nós mesmos só somos nós mesmos viajando
E que viagem

Humor Vaginal

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Não quero parar de te amar





É mesmo assim
Eu sou livre
Mas eu quis prender-me não digo a a sua vida
Mas a minha a a sua
Largo ao alargo
Eu quero ser bem entendido
Nem que não seja agora
Lembro que te vi
Ali minha alma se alquebrou a sinto desde lá aqui
Estou em cacos
Por mais que o chão se abra o céu vem
Caminho em dedos apontados a ti
É assim
Lindo sou se olhar bem para mim
Se numa foto eu parecer parado
Sinta estou atuando
Olhe até ver
Estou onde estou por que assim o sou
Minhas duas mãos estão em minha face
É fácil imaginar
Veja um cão frágil e dócil
Abandonado numa via de alta velocidade sou
Cada carro/pessoa que passa e não me nota
Já me amassa
É que estou isolado em minha rota
Ah! Se você me amasse
Deixo outdoors escritos pelas estradas da vida
A minha vida preparando anda ao seu próprio destino
Já que não sou meu
SOU SEU AMOR!

Aja o que houver, em princípio, sou um sapo ao seu beijo

Esta tarde é uma estrofe da poesia que faço minha vida
Calejo meus dedos ainda
Agora a agonia ainda não finda
Substituo cada prostituta por outra puta punheta
Compreenda que o sexo não há quem o prenda mesmo que aprenda
Corrijo a estrofe da tarde
Com minha arte de varde

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Vamos começar de novo!




O grande ponteiro das horas apontando os anos em minhas costas. Como faca rendendo e ordenando.
-Vá com seus versos bordar novas histórias
Eu ali quieto, na cama, condensando o dia. Mas o tambor do peito ecoando como que chamando meu corpo para batalha de encarar a folha branca. Logo imagino uma pétala branca. Protegida por um espinho que desafia o passante. Logo ergo minha caneta/espada. Um Dom Quixote ou São Jorge, se bem que os dois aproximam-se.
É a poesia que anuncia ainda na noite um novo dia em rotina. Mas como com a poesia tudo se transforma: Volatiza-se a comunicação. Poesia/trabalho espiritual.
A poesia é que confronta e molda a realidade
Talha a cinzel a vontade de cada um de chegar ao céu.
Todos conhecem a vida em poesia, mas esquecem facilmente, porém também facilmente lembram. A espontaneidade que este texto pretende me desalienar da física torna-me natural de mim a nós. Sou como as maçãs que, irrefletidamente, nascem numa macieira. Simplesmente nascem na árvore da qual família são. Sou também o botão da flor que desabrocha suavemente ao sabor do tempo, do seu tempo ante-florir. Ainda que acompanhado de espinhos, que espinham as mãos calejadas do sutil labor de poetizar.
Assim convido-o a entrar em minhas, que faço nossas, mais floridas manhãs ensolaradas. Manhãs da infância sonhada.
O sono que não vem, chama o sonho que vem
Toma-me pela mão em razão e em emoção. Não é um convite. É um seqüestro eqüestre. Estou num cavalo, tomado emprestado da carruagem solar. A poesia minha epopéia sem platéia. Encampa meus sentimentos do pampa a corda bamba. Poesia eis-me aqui. Ela dita ao meu espírito, e é por ele que repasso em toscas, mas honestas anotações.
É uma música ouvida lá das entranhas estrelas. O que sou de inquieto cessa. Nada evoca-me mais que um canto, que por enquanto, está no infinito ecrã de meu divã. Rima meu La La ri La La com já, pois agora mesmo visto tais notas perceptivas com as roupas das letras do alfabeto. Conservo nessa captação a presença onírica da eterna e heróica presença de cada vida deste planeta. Uma aventura que dura pra sempre. Uma obra em que nada sobra tudo se aproveita.
Esta minha mão, que em dedos, agora digita a vida que pulsa e expulsa em cada teclada almas que não ficam caladas e que na calada da noite vem-me como em açoite. Este finito momento preserva-se em sinais que divulgam cada vez mais que a vida não começa nem termina. Em rebento enfrento face a face o tempo. O futuro transformando o presente em passado e nesse papel noel se encontrando. Amortecendo este momento vem o amor tecendo cada movimento. Em cada gesto descubro outro eu no mesmo eu. O peregrino que sou em todas as alcunhas desvenda as vendas que obstruem o que a luz nos mostra. Que nada interrompa eu tirando minha roupa. Inflam-se nus meus pulmões. O oxigênio inflama-se numa chama que chama a todos e a tudo que ama.
A cama lá deitada que espere
A poesia das flores aquece-se no outro lado do meu mundo, escuto. A terra bebe água, escuto. Os ventos de meus suspiros sibilam sílaba a sílaba o que sinto que sinto. As árvores, companheiras de verdes crinas, aparentemente imóveis, acompanham cada passo nosso. Todos nós somos domados pala natureza íntima de nossa onisciente vontade.
Já que chegamos até aqui neste insônico texto.
Escute em si o que há em nós todos. Na noite o volume das vozes avoluma-se. É o lúmen que vem clarear e mostrar ao homem, que cada dia é um hímen a romper. E arde e sangra ali. Tudo quando o sentido achado ampara. O ombro amigo está, esteve e sempre estará aqui.
A verdade vem com a beleza de cada sentido sentindo o sentimento captado por nosso mais sublime e profundo pensamento. A vida assim assumi seu mais alto posto de contemplação.
Um vulcão jorra sua lava e forma a ilha que somos. Errantes insulares penísulas em continentes. Almas contingentes contando gentes...
Húmus, humanos somos. Manos de mãos dadas em toda e qualquer situação. Mas somente na solidão em que estou me acho. Solo sou do sol. Iluminado pelo íntimo. A sola e o assoalho em que meus pés tocam me levam pelas mãos aos céus de cada um que todos juntos somos.
Poesia raio divino. Clarão de mim em mim. O céu de minha boca é tocado por todas as línguas.
Não quero estar enchendo lingüiças. Mas estamos no bosque dos por quês. Por que te amo. Nus amamos! Estou!
Agora que estou sem seqüelas. Vejo feliz a cicatriz, e penso que foi por um triz. Carrego todos os sonhos de frutos e flores no grão da semente. Promessa de vida... Ah! Vida, dura caminhada. E o teclado ligeiramente orvalhado de mim reflete. E meus dois olhos (agora) olham pra mim e me dizem bem assim: vamos começar de novo!

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

No fim, desdo início, somos todos iguais, ...homemulher...

Tanto desperdício
Eu nem sei
Eu não sinto que aqui seja o céu nem o inferno
Vem comigo imaginar o que possamos ser
Sim eu sou um cínico
Mas eu quero mudar e dizer
Que por mais que aqui pareça o céu e o inferno ao mesmo tempo
Note que toda a noite amanhece
E que de novo anoitece
Então teça seus sonhos
Entremeios aconteça
A vida é o de novo
Teste este texto linha a linha
Ele é um ovo e uma galinha
...
Largo de não querer alargar
Abro o fechado olhar
Eu estou a
Eu estou a
A
Decidir que aqui é mesmo o inferno não outro lugar
Mas estou decidido a mudar de lugar
Eu estou nu
E mostrando todas as minhas desavergonhadas partes
O certo está no sim e no não que eu possa
Eu peço por favor com licença obrigado sou eu a bossa
Minha vida nessa toda vida sou o que posso
Ela diz é tudo contigo
A digo vem comigo
Somos um umbigo
Da semente a promessa de frutos não os frutos dados ditos e ditados
Vislumbro um ombro
Apoio meu eu
Desacento seu pensamento
Peço em contradança acompanhar
Meus tímpanos estão a estourar
Eu ouço o clamor dos sonhos nossos
Decifro o poder das cifras por nada por tudo o que eu possa desvendar
Rios sobem minhas usinas
Ventos em suspiros eolicamente em minha mente
Estou no chão a me plantar pra ao céu chegar
E lá checar o que sinto aqui mesmo
A eternidade é mesmo já
Estou lá e cá (laico)
Aceito meu dedo a dedilhar os gritos desta guitarra que grita
Ao atabaque vá
Se não vai dar-me um ataque
Pactuo com tu
Ô!
Te liga sem amor não há vida nem o que disputar
Deputo o meus 15 anos a anos
Sim eu sou o sim ao fim não terminar
Posso este texto continuar
Mas por amor ao seu saco de homem ou mulher vou parar
No fim
Somos todos iguais

Eu sei que...tá. Eu sei que nada sei

Imagine deus morto
Em suas cinzas seu olhar
Não olhe nem pense no inferno que é o fogo
O gelo oposto é igual
Estou no meio termo
Nele está o (a)Deus a nos preservar
As cinzas voam com o vento
As ostras perolizam a areia em seu invento
As estrelas são imaginárias ao relento
E bem sei é só um sonho em meu nariz remelento
Deus é um sonho que pus num vítreo olhar
Estou nos meus sonhos
Sou o pai de deus nesse meu mundo que o meu ver
Minha posição à vida é estar a favor do amor
O aroma da vida sopra em minhas ventas
Estou sem ti a sentir que a a vida eu não posso viver
-Ela esta lá em seu lugar sem eu estar-
Que em palavras eu possa essa hora decifrar
É que esta noite eu disse não para os que amo neste mundo
Parecia impossível
Mas eu disse aos meus amigos não
E não foi nada agradável
Mas eu tenho que aprender a dizer não
Eu preciso aprender a dizer não
Ofusco minha personalidade
Mas meu fusca leva-me aonde quero que leve-me
A pé estou mesmo nunca
Um chute me leva ao ângulo do que não engulo: minha loucura
Eu desisto do deserto
Decerto para rimar meu amor com amar
Olho para mim refletindo em águas minhas
Minha boca diz em mim
Busque em si o seu lugar
Não dispute com putas ou cafetões seu renascer
Esta fominha de sexo e poder está só a te testar
Saiba que nada saberás
Se por estas provas não passares
...

sábado, 13 de agosto de 2011

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

The Show Must Go On




Dos seus olhos ouço
Eles me falam à alma
Uma piscina em que me jogo
É que mergulhei no seu coração
Com o fogo da paixão
Perdi-me desde então
Estou só
No mais profundo oceano te amando
Lá onde se esconde em marinho o azul
Eu todinho full vou voltar
Navego guiado pelas estrelas
Nelas estão as entrelinhas da vida
O vento muda
Nossos lençois antes velas a nos levar
Rasgam-se
É assim
O amor nos condena a amar
Mesmo a deriva
Bem que a vida podia ser cor de rosa
Eu caminho a caminho
Navego na vaga
O profundo amor é tão sublime
Evapora
Apavora
Cai em tempestade na face
Estou tão tão
Mas eu sou o sol de minha vida
Vai amanhecer
E esse mar vai se tornar um doce rio a navegar
E mesmo que vá sempre o amor desembocar no mar
Eu em balsa resisto
Danço uma valsa verdadeira
Marco na ilha mais deserta minha marca
Cruzoé cruzo mares à fé
Mar lave e me leve até a praia
O dia já raia
O precípicio que não se desespere
Eu sou a ponte
O elo que me liga a fonte
O amor que espere eu me achar
Estou a me procurar
A liberdade em vento no meu rosto bate
Ecos dizem livres
A eternidade é um coração fora da prisão
A felicidade aqui em mim mora
E agora o tempo me conta
E aponta em meu dedo que o meu medo é que me aprisiona
Num urro acordo
Abro a cortina de minhas retinas
Sem véus vejo que somos todos réus da vida em vida a ama-la
No fusca lá fora

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Para baixar videos do Youtube

http://video-e-filme.blogspot.com/2007/08/youtube-baixar-download-videos-gratis.html

sábado, 6 de agosto de 2011

Me deixas louco

Um vendaval dentro de mim circunda

Sinto uma coisa aqui

O seu andar balança-me

Este teu som tem um tom bom

Me deixa louco

Eu enfio a cabeça nas luvas e a mão na toca

Pulo do muro

Emboco na toca

Divido em nós desamarrados minha vida

Saio do armário da dúvida

Escondida em cada certeza

Te abraço e a noite vem

Outro intenso dia também

O começo de algo fora de moda em minha rotina

Com uma gostosa demagogia te retenho em minha retina

Tipo o balde de água fria na cama quentinha

Divida sua gana de viver com alguém que não te engana

Fale baixo o que quer que queiras

Eu sei mentir preciosidades

Sacudo meus cabelos ao alvo

Desinflo meu ego num uivo

Notem nestas noites desiguais o elo

Eu não sei

Eu sei que procuro ela

O melhor de mim sai em sais

Eu não sei se sou

O tempo passa e me amarrota

Eu noto a bota gasta

Eu procuro uma gata

A milhas estou de algum lugar onde possa ela estar

Ou aqui mesmo ou mesmo noutro lugar

O andar dela sacode cada acorde de uma nota sol

Nesta não

Em outra noite qualquer



-3m20s Neste ponto o olhar de Elis fala com a geração dela - a maioria buscava ser como seus próprios Pais
hj a maioria tenta ser como seus próprios filhos

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Total Google tra

Wednesday, August 3, 2011
Eternity Love
In a twist on the ground are
Think and feel good
The floor is a place that is in turn
I'm not like any other
This is your tone sound like my
I'm down the way it looks crazy
And indeed break all the glass
Wall no longer
I want to break these
Divided into plural
Without being moralistic
I want to be all demagogues
I want to leave the ground
And divide
But speaking of breaking up I doubt you come here
And say no to that bothers me
I shake my hair
Inflo my crisis until you reach
People who have nothing to do with me
Will have to hold me accountable and
I want to enlighten us where we are
I do not want to tell you what to do
It is nothing
My feet and samba rock
Yes I do not know what to do
help
I'm on the ground ready to plant
I do not want me to be in-
We are each a
Milestone in this ground where I am
It is
On the floor where I am
Where many find the end
I'm so ti

Attention! idem

Escrevo sem pontuação
Para = aproveitar o que digito
Leia linha a linha
Buscando anteler a próxima linha
Uma leitura dinâmicamente atual
O que és pra ser

Eternity Love

Em um toque estamos no chão
Pense e sinta bem
O chão é um lugar que está a nos ligar
Não sou como outro qualquer
Esse tom seu é tipo um som meu
Estou me deixando enlouquecer pelo seu visual
E de fato quebro toda a vidraça
Muro não há mais
Quero quebrar os ésses
Dividir em plural
Sem ser moralista
Eu quero todos sendo demagogos
Eu quero que o chão se parta
E reparta
Só por falar em dividir eu duvido você vir aqui
E dizer não ao que me incomoda
Balanço minha cabeleira
Inflo minha crise até lhe atingir
As pessoas que nada têm a ver comigo
Vão ter que se and me responsabilizar
Eu quero conosco iluminar onde estamos
Eu não quero lhe dizer o que fazer
Não é nada disso
Meus pés sambam and rock
Sim eu não sei o que faço
Ajudem
Estou no chão pronto a plantar
Eu não quero em mim ser-nos
Somos cada um um
Marco nessa chão onde estou
É
No chão onde estou
Onde muitos acham o fim
Estou assim por ti de amor plantado

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Amor há lá

Aqui estou
Onde ela está?
Quero encontrar
Por essa escada?
Escolhi-a
Onde está?
Quero encontra-la?
Estou aqui
Como a encontrar?
Por essa estrada?
Nesta estada?

Ajude

a terminar este texto

A chuva cai do céu
Lembro de ti
A chuva está fraca
A luz apaga eu pego a faca
Olho na parede a foto
Duma vaca comendo alfafa
Eu danço
Eu cavoco a razão até achar a emoção
Chega de encheção
Clareia o tempo
Estou contigo em meu umbigo
Eu danço a dança do fogo
As palavras dançam na minha mente
Ebulindo da fornalha emanam ondas
O tempo esquenta
O raio tipo Caetano Veloso em som rasga a expressão
Não meloso em vão
Eu pego essa noite e a encho de insight’s
De mim saem meus sonhos meus gastos
Os tempos acordados é que parecem falsos
Eu me questiono de olhos fechados
Eu caminho no muro de olhos fechados
Mas eu quero que saiba que eu te amo

A longa noite mostra-me quanta coisa
Um mistério os meus olhos cerrados
Eu trago dela o de bom


O mundo anda como ela
Perdido
Estou no hangar pronto pra voar
As asas nas malas
As lágrimas oceanos a sobrevoar
Estou bem assim nesta noite

Eu ando no fio arame sem ninguém que me ame
Mas eu amo
Espero amanhecer
Um novo dia celebro
Grato a isto
Grito tudo o que esta aqui aqui

Por isso eu canto enquanto grito
Lá lá lá...

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

sábado, 30 de julho de 2011

Paz e Amor (projeto)

Paz e Amor (projeto II)

Não nego
Meu negócio é o ócio
Observo o céu
Venha cá
Escale esse monte e contemple o céu ou mesmo eu no cio
A mansão desce em monção
Estou no vazio
Minha devoção é acreditar tanto em mim
Que até o fim fica na crença de ser só outro começo
Estou só como parece o sol no céu
Eu vou estender minha canga na praia
Deitar-me a toa
Até que esses capangas do capital entendam esse mar de sal
Navego na proa com a energia da popa da fruta
Eu colho o fruto de trampos não de furtos nem de trampas
Trampolim é a liberdade de escolher
Saque eu estou aqui simplesmente
Sim estou a te buscar e a te esperar
Sem essa de se encolher
Eu tenho uma flor brotando
O vento a despetalando
O espinho me machucando
Mas eu vou te dar essa flor que sou
Meu guia é esse lento crescimento vegetal
Naturalmente eu busco a luz
Mas eu quero muito mais
Eu quero o amor pleno
Que mostre o mundo que quero em paz
Vou parar de chorar e desaguar bem aí
Represe-me
Faça minha força virar energia
A energia de te amar todos os dias
Do amanhecer ao anoitecer
Quero continuar a me desnudar
E vou
Minha face fácil faceta asceta
Minhas lágrimas em meu rosto uma seta
Apontando para sua boca úmida
A quero unida a minha
Um vulcão em ação
Os ventos da mudança estão ai nesta estação em que estou
Vá venha cá
A glória é amar
Estou sendo sincero contigo e comigo
Conosco faço a música das esferas
Somos domadas e soltas feras
My body dança
Minha voz não some
Exige paz
Assim a faz dentro de nós

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Omelete




Sem máscaras, nem caricaturas, a verdadeira face do submundo das drogas é retratada, de uma forma curiosa e poética. Doud um poeta amargurado pelo vício e o abandono, tenta escapar de sua realidade, vivendo em um antro onde as drogas são a principal diversão.

Um diálogo em monólogo íntimo





Nos tornamos melhores à medida que alargamos nossos conhecimentos e os (bem) praticamos

O nosso aperfeiçoamento intelectual depende de como cada um percebe e decodifica as suas experiências, vivências e aprendizados. Para uma melhor decodificação e correspondentes ações precisamos enriquecer nossas mentes de alargadas e diversificadas atividades culturais.

Alongue-se como este texto. A flexibilidade física, emocional, mental e espiritual faz parte de nossa evolução

Além dos processos mentais elementares, tais como buscar satisfação em comer, beber, transar, fugir, lutar, jogar e torcer entre outros, temos os processos mentais superiores que nos elevam a pensamentos mais sofisticados. Por meio de pensamentos superiores podemos observar, aprender, planejar e executar tarefas difíceis. Podemos também, imaginar coisas que não existem e depois criá-las fisicamente.

Criamos nossa condição real

Eu exponho-me seguidamente neste blog. É quase uma auto-análise. Eu ouso buscar na minha imaginação as soluções para minhas inquietações. Sinto-me seguro de que estou fazendo algo importante, no mínimo para mim. Escrevo com naturalidade. Expresso o que penso que sinto. É uma terapia. Desenvolvi o hábito de escrever quase diariamente. Esta prática leva-me ao autoconhecimento.

Ser-se tem um preço. Sou-me e pago o que for para ser-me

Tive vários problemas que foram resolvidos escrevendo-os. Solto minha imaginação (tipo crio um mapa do tesouro que sou) e depois de algum tempo leio e me acho. O distanciamento da situação provoca-me a sensação de que aquilo não aconteceu comigo, já que desatrelei meus pensamentos do que os outros, e até eu próprio, esperaria de mim. Assim parece que desmistifico a minha condição e descubro (antônimo do verbo cobrir) o véu das ilusões, ficando somente eu e minha verdade.

É um dialogo em monólogo íntimo a voz divina?

O transe que para mim é escrever trasmuta-me a um estado sensível, onde eu fico em pura reflexão. Sinto todos onipresentemente em mim, inclusive você nobre leitor. Uma abstração.

Em transe danço e canto

Sem cobranças externas, do que esperam de mim, sou eu. Então serei eu mesmo que vou resplandecer em resposta. A serpente enrosca-se em minha espinha. Ficamos face to face.

O amor tem o hálito do outro

É inegável que sofro, mas a vida é basicamente a arte de saber sofrer. Estou aprendendo. Claro que não faço isso sozinho.

Nos temos a tudo e a todos

O núcleo do átomo é o amor, onde os neutrons da paz circundam nos elétrons de nossa boa vontade. Trino

sábado, 23 de julho de 2011

Casa rosa

Eu sei que eu não sei
Acredito em mim quando digo que não minto, omito
A quem diga que eu sei o que estou fazendo
Mas eu não sei
Eu quero enfeitar um lar com o seu olhar
Eu nem sei se é você a me enfrentar
Eu procuro esquecer de lembrar
Eu acho que morro todos os dias
A quero agora sem agonia
Sua língua uma bandeira tremulando no céu de minha boca
Beije-me com seus lábios lábaros
Eu mesmo nem sei se é você
Mas parecemos dois pássaros
Venha!
Com a certeza de ser você meu tesão
Não chora depois
Chora agora
A ti
A mim
Um dry
Eu pego um taxi
Siga o meu amor!
Globos oculares te procurando em todos os lugares
Eu e o ar a prensares
Flutuando no sideral espaço entre nós
Desatando todos os nós
Nos sendo face to face
Link no link que fez-se e desfez-me
Estou indefeso confesso
Estou perdido
Ligue pra mim
Seu sentimento me comunica muito
E o rio que deságua toda a noite na minha cara
Inunda meu sorriso
Desça de si
Pouse em mi
Seja branca ou preta
A franca faceta do amor é cinza
A Phoenix re-existe
Eu quero o prazer pra ser o que posso ser
Estou na casa rosa
Em tua busca
Em tua espera
tum-tum, tum-tum, tum-tum...

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Sem ontem nem amanhã

Agora!?!








Definição com acento

A Ágora era o nome que se dava às praças públicas na Grécia Antiga. Nestas praças ocorriam reuniões onde os gregos, principalmente os atenienses, discutiam assuntos ligados à vida da cidade (pólis).

As assembléias aconteciam na Ágora e os gregos podiam decidir sobre temas ligados a justiça, obras públicas, leis, cultura, etc. Os cidadãos votavam e decidiam através do voto direto. Também era uma espaço público de debates para os cidadãos gregos.

A Ágora também possuía finalidades religiosas (eventos, cerimônias) e econômicas (negociações, acordos econômicos, comércio de mercadorias, etc).

Assinta
A sinto

Este texto vem da central do universo dos versos

Prepare sua imaginação para dar vida a esse filme
Esse som
Este texto tem requintes de muitos pensadores que riem daqui de lá
Turbilhão me desturbilhonando
Urrú
Bem meu bem coloque a roupa
Acabou
Eu quero ficar só e me reencontrar
Arrá
Eu vou te contar
Eu não sou seu nem meu
Eu quero ir
Eu quero rir
Eu quero vir
Eu quero navegar nesse rio
Eu balsa danço uma valsa
A água meu espelho tecendo
O sono num sonho acontecendo
A vida ávida escuta meus mistérios
Estou de joelhos rezando meu terço
De quatro no quarto esperando achar no chão fragmentos
Eu quero
Eu posso
Eu acho no chão fragmentos do que sou
Observo distante minha dor
Que mesmo ali no chão não sai
É mesmo! Viver é uma imensa dor
Mas mesmo assim levanto e sorrio
No fim é assim
Viver bem é saber suportar
E selecionar pensamentos
Então essas vozes que zapeiam meus versos
Conversam abertamente
São letras que juntas formam a sopa que sou
Provoco minha emoção cada vez que exponho um pensamento
Escrever spa a mim é
Eu não quero explicar nem complicar
Entender o que é isso aqui
Não é uma missão
Uivo ao luar
O sol é o meu estar
Eu quero ser um zero e rolar
Por dentro e por fora
Linkar meu saber ao sentir
E dizer a todos que se fiz o que fiz foi por que quis
Se errei ou acertei
O importante é que lições aprendi
Soletre-se
Solte-nos nus em campos
Somos no fundo o avesso de nossas travessuras
Travessões em frases chamando atenção
Todas as nossas fases estão conectadas na mesma tensão
Simplesmente por sermos humanos simplesmente
De fato não em vão de um ato de amor nascemos
E o amor ah o amor

quinta-feira, 14 de julho de 2011

I am the artist!

Minha consciência voa alto
Quero escrever para a galáxia ler
Chame de imaginação
Eu sei usa-la com perfeição
Eu sou sim até o porque não
O mistério está a se apresentar
Eu o vou deflorar
Devorar a supremacia pensante
Com minha excitante sensação de sentir tudo em ação
Aqui coerentemente observo o universo
Sou o centro da perspectiva
Então sou eu que tenho que ir de encontro ao teu ombro
Para por-mo-nos no centro de tudo o que sentimos
E o meu estilo é de arrepiar os cabelinhos
Meu terno de linho desfio fio a fio
Se o meu inglês não conquistar o mundo
Vou de esperanto
A manhã morna amanhece em meus olhos
A luz do sol diz em cada sombra
É o astro rei
E a mãe água
Eu filho da terra aqui colado pela gravidade dos fatos
Com meus atos sigo carma
Minha cama aguarda
Guardiões me protegem do amor carnal
Mesmo que arda o fraterno carnaval
Ou meu deus eu sou eu sei
Desconstruo a metafísica
Faço um prólogo a la Teilhard
Destelho minha mente
Junto-me aos que nada sabem
Mas eu sei que nesses dois mil e poucos anos um pouquinho aprendi
Coloco minhas botas e minha toca
Me toco pra rua louca
E sem explicações vou escrevendo tudo o que sinto aqui na minha
Digamos por assim dizer
Na minha imaginação
O meu par sou eu e o eu sou
Juntos urramos universos
Derrubamos e criamos todas as leis
Hidrato cada trato a sal e mel
Com minhas duas humanas mãos agarro as rédeas da alada carruagem
O solo
O sol
Uno a minha que sei nossa dimensão

Viu?
À imaginação
Não a fim

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Diálogo POP



Referências: Michael Jackson, Madonna, Shakira, ZZ Top, Kiss e ...

Mise-en-scéne: de salame à beleza



Olha como essa mina está num frame deste vídeo, e note como ela se torna bela no pós-produção.


not internet

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Achei no chão um reflexo do que sou

Lambo-me ao jantar-nos
Eu sinto o nosso gosto em meus lábios
Saboreio o saber o sabor do seu amor
Onde estou espero-te
Não faça meu amor se desgostar
Quero te degustar
Em meus olhos estão impressos suas retinas
Dialogo em frente ao espelho
Cada reflexo seu mede-se em mim
Quero dizer ao meu olhar
Mire outro lugar enfim
Que o meu cheiro não sai de moda
É soda
E que minha vida toda vale a pena
E que se no fim não te tive
É porque nunca me teves
Nosso amor em tevês não dará
Nem cinema virará
Se você não voltar
Pois o amor sempre morou no show de sermos quem somos
E as lágrimas como porra a jorrar
A germinar tudo
E que lá do fundo vem sempre a mesma coisa
É a falta que sua vida faz ao lado da minha
Pra ser franco acho que fui fraco
Já que saiste do meu flanco
É que o meu amor sobreviveu a minha morte
Eu só estou vivo porque te amo
É brabo
Mas estou calmo
Cale-me com seu som
Esse silêncio não me perturba
Perto do bar está onde estou a lhe esperar
Achei o motivo do crivo
Cravo a adaga do amor que por si só me embriaga
Tento de tudo com meu peito tetudo
Abranjo eu de criança a marmanjo
Carinha de anjo te manjo
A grana que tu ama não guardo
Gasto-me

n
o

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u
e

é

p
r
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a
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n
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s
u
b
l
i
m
e















Reescaldo
Sou o maior decifrador do que sinto
Os muros os furo e vejo o futuro
Os faço de passagens
A luz no meio do túnel
Onde passa um fino olhar refinado
É tu meu?
Meu bem estou deitado
Olhando o sol nascer
Um risco arrisco a riscar na latitude de minha falta de atitude
Estou aqui
Com meus botões e mouse a pensar em como não te sentir
Eu bem que nem sei o que dizer
Mas vou continuar a me despir
O sol como meu amor está a brilhar iluminando-me
Eu bem sei o que sonhei e o que virá
Rasguei todos os mapas
A minha vontade impera
Sou o centro se intera
Eu te amo
É você
Não me venha com o que é cetro ou não
Reine certo
Olhe bem pra mim
E pra ali
E bem aqui no canto desse meu verso de canto me beije
Não sou santo
Estou a encantar os vasos
Os enfeitando de mim
É bem assim
Venha ou não venha
Esse meu amor é a a lenha
Aquecendo e iluminando o caminho
Pra amar-nos agora

sábado, 2 de julho de 2011

Esfregando a lâmpada do wc

Sentado no trono observando o que sai de mim
Escrevo isso aqui





Nada ali
Nada aqui
Trans...parente
Trans...pirando
Não vejo-me no espelho

Eu aqui iluminando o vazio que é deus em mim
Posso pensar assim
Quando me sinto assim

...O nada é um vazio
O uno do meu cio...

Só sinto-me bem quando não estou sentindo nada


xzcxcxzxvfssss- Interferências de outras culturas em mim plantadas por mim

Consegui
Cheguei no fundo
Agora como voltar daqui
Um ai diz mais que um bye
Um pequeno algodão seca meu pranto
Do que importa
Deixe fluir meu esvaziar
Estou cheio
Mil rostos vazios
Rimo em rios
Riso solto desprenda-se
Desprenda-me daqui
Se essa vida é tudo
Por que parece pouco
Caleidoscópio de minha dureza
Revivo cada momento a cada momento
Minha mente lógicamente mente
Meu coração em oração diz alma

Nunca li-me sem limo
Reflito sem espelho, poeira ou verniz
Entenda esse vazio é o meu espaço
Em órbita um núcleo um verso esse universo
Desconverso conexo
Seu sexo nada me diz
Rumino a mina
Ilustro o lustre
Assumo que sumo com o breu
Acendo que ascendo o Eu
Estou sendo
Tecendo o acontecido conforme comigo tudo acontece
E na realidade eu pulo para polir para brilhar
Balo para bailar
Libero à vontade minha matéria prima
E não é só rima
O real aconteceu antes aqui dentro de mim
A verdade eu já sabia desde a fecundação
Não quero decifrar
Esse seu lento devorar também me diverte
De mi verte sonhos idos doidos e doídos
Idas e vindas
Vidas são feridas
Abertas e aferidas todos os dias
A régua do tempo é a palmatória de nossos atos

Pois, sim...

quarta-feira, 29 de junho de 2011

sexta-feira, 24 de junho de 2011

La e ca

Eu olho para o lado Eu bato em todas as portas Calmamente espero abrir Estou aqui Entre luzes ofusco O fusca lá fora com minhas malas Meus cabelos essas molas Pululando em minha cabeça Mas não há nada maior do que o que eu tenho aqui Tanto que não guardo Esparramo por ae Mas é você que eu amo Vida minha vitamina Minha Mina saúde vem da saudade Dessa cidade imensa Mas pequena porque não ti acho aqui Bato em todas portas Pelas janelas vejo todos me espiando Eu em solo Um louco na chuva dançando Bem na boa Não há nada maior que isso Que a liberdade que Deus nos dá Ela la Eu ca

Posso sim, quero não

Não importa quanta chuva caia
O sol sempre raia
Quantos tombos eu caia
Eu vou levantar
Agora que eu achei
Eu perco mais
Eu rodo por ai
Eu vejo entre as nuvens
Eu rolo por aí
Clichê é acreditar que a história não se repete
Todos os dias é a mesma coisa
Eu acordo e continuo a cada momento a acordar
E mesmo que chova e faça frio
Eu me solto e subo mais
Comigo a lei é o meu querer
E eu quero ser o que sempre estou afim
Vez não
Vez sim
Sou assim
Busco uma natural reflexão da luz e do som de cada momento
Entro em harmonia

poesia incidente

Num efeito cinema
Faço de minha vida meu filme
Do qual sou roteirista, diretor, ator
A montagem fica por conta do destino
A finalização é Divina
E é em HD (High Dream)

Eles querem o seu sangue

Imagina HD

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Ciclo





"Vá! acrobata mental
Mergulhe de cabeça no profundo coração
Do imerso emirja nova mente nesse verso
Ache em si tudo o que há, houve e haverá"

Eu acredito em mim quando sinto a verdade
Tento
Por mais assustador que seja
Estou aqui
Não posso me livrar do que sinto que sinto
Estou me ouvindo
Não me vendo
Busco a única vida que valha-me à morte
Desafio minha paciência
Jogo areia na ampulheta do tempo
A verdade importa mais que essa bruta realidade
Ambas são brutas e âmbares
A neblina tenta tornar visível o sensível
Somos prisioneiros do nosso íntimo
Mesmo parecendo ser inconcebível ser-me completamente
Mansamente avanço
Faço um elo do meu ego ao eterno
Vivo desde já pela evolução
Ponho a mão em minha falante boca
No silente momento percebo que não há lá
Somente o aqui
Estou indizivelmente
Indivisivelmente na fonte divina
Criatura criadora
Humanamente óbvio
Mesmo que seja aqui crio o lá
Para o cantar e dançar
La-la-ri-la-la
Astronauta de mim
Vou ao tudo por nada
Homem sou enfim?
Ou um escravo do medo? que sempre surge em mim
Eu gosto disso
Essa inquietação
A vida parece um fluído que flui
Preenche o vazio
Por isso flutuo

-É um assalto!
-Leve tudo
Ladrão
Atrasado estás
Evolua antes que seja tarde demais
Tudo está sendo sempre preenchido
Por suas densas ou leves ações
Amar em paz é estar leve
E eu te amo

Estou sendo irônico?
Não é fácil ser tudo
Nem à vida
Eu aqui tentando com a minha
Esse jogo que adia dia a dia o rompante destino
O destino de todos
Esse adiamento é a minha poesia o meu romance
Não há segredos
Hão descobertas
A atração principal é a evolução
Ao jogo da vida não tem perdida
E eu estou jogando esse emocionante jogo
E como o jogo é só comigo
Estou no fogo amigo
Ganhador ou perdedor
Serenamente estou
Descobri-me da carne já

"Vá acrobata mental...

terça-feira, 21 de junho de 2011

Doc de Luis Buñuel realista ou surrealista




Documentário Las Hurdes - Terra sem pão (1933) - de Luis Buñuel, onde é mostrada a realidade desta região de Cáceres (Espanha), manchada por um passado negro, mas que conseguiu, ao longo do tempo, tornar-se não só um dos lugares mais bonitos da Península Ibérica, como em um reduto onde as tradições, arte e amor pela natureza, são exemplos da força da vida nos humanos.

Nós brasileiros estamos mostrando a nossa força e seremos, um dia, um lugar com menos desigualdades e, portanto, com menos violência. Brasileiros, mostremos a nossa força!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Blaving

O twitter de voz

http://readwriteweb.com.br/2011/06/07/nova-rede-social-mistura-recursos-do-twitter-com-gravacoes-de-audio/

domingo, 19 de junho de 2011

my english is a google traductiones (dio no parlo inglês mucho bene)

It's the old youth through
With its magical colors and their sound
Sounds, feelings, sensations, smells
for never
do not ever will not go away
The sensitivity logical changes. The show continues
It was a time when the streets ran behind you
A square in as simple fun
That moonlit nights the two of us in three the trinity
That's life
Mother, daughter and sister
Youth is the memory of the safety of family

Certo que todo mundo já viu?

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Rep Elo em Repórter Elo




Isso é o que escrevo
Essa é a minha vida
Enquanto vontade t...
M...
N...

quinta-feira, 16 de junho de 2011

O negócio é amar (Carlos Lyra e Dolores Duran)

Tem gente que ama e vive brigando
E depois que briga acaba voltando
Tem gente que canta porque está amando
Quem não tem amor leva a vida esperando

Uns amam pra frente e nunca se esquecem
Mas são tão pouquinhos que nem aparecem
Tem uns que são fracos, quee dão pra beber
Outros fazem samba e adoram sofrer

Tem apaixonado que faz serenata
Tem amor de raça e amor vira-lata
Amor com champanhe, amor com cachaça
Amor nos iates, nos bancos de praça

Tem homem que briga pela bem amada
Tem mulher maluca que atura porrada
Tem quem ama tanto que até enlouquece
Tem quem dê a vida por quem não merece

Amores à vista, amores à prazo
Amor ciumento que só cria caso
Tem gente que jura que não volta mais,
Mas jura sabendo que não é capaz

Tem gente que escreve até poesia
E rima saudade com hipocrisia
Tem assunto à beça pra gente falar

Repórter Elo - Onde natureza e humanos se encontram




Quando a natureza quer despertar um humano, cata n’alma dele seu sonho e o atormenta. De modo a poder ensinar-lhe o que a vida lhe planejou. Até que ele compreenda vitais planos, experimenta-lhe da fama instantânea e passageira até aos caminhos tortuosos de espinhos do sucesso verdadeiro. Conserva-o ardendo de desejo até que ele descubra a boa vontade no amor incondicional. Até que vença vícios e paixões. E quando ele desanima, numa impiedosa placa escrito ele lê: “Siga seu sonho ou se desespere em crises existenciais”. Seu coração clama em batimentos calmos e amorosos para consigo mesmo, dizendo: VÁ! estou com sua mente e alma a lhe guiar. A lágrima surge em apelo, mostrando no olhar o brilho puro da intenção. Assim surge o elo. O elo ao amor em paz. Onde a natureza e humanos se encontram.

É preciso encarar o nosso próprio sonho como a missão de nossa vida

Sentir-se evocado a realizar esse sonho, ceder, viajar na fantasia de vencer na vida fazendo o que ama. Ir de encontro a si; encarar o perigo do que se pode ser; combater medos e as adversidades que a realidade e os outros nos impõe. Não se importando que de vez em quando alguém próximo queira lhe derrubar, com intrigas banais, assim colocando dúvidas na sua cabeça. Algumas pessoas lhe convidam a ser medíocre. Que aceite sua condição miserável e que trabalhe só para sobreviver. Aprenda que nem todos estão dispostos a se encorajar e acordar para o sonho realizável.

Sair da grudenta miséria imposta é preciso

Antes saiba que se entregar de coração e mente a possibilidade de uma vida melhor, causa sofrimentos. E estes, são ensinamentos que lhe manterão nos trilhos do amor verdadeiro. -Auxiliando na busca do melhor de si, mesmo que tenha de descer a mais profunda dor, pra de lá garimpar e lapidar o bruto destino à uma fantasia altamente realizável. Tornando a vida uma verdadeira e eterna aventura. Assim, impulsionado pela boa vontade, conhecer-se e ser reconhecido. –Um herói de dois mundos; o mundo íntimo da verdade dos seus sonhos e o externo da realidade a sua volta. Tornar o viver, essa busca, sempre na direção da sabedoria e do amor. Valorizando a união de mente e coração n’alma. Com boa vontade, curiosidade, inteligência, solidariedade, amizade e coragem. Então chegar ao amor universal e incondicional para com a família humana. Isso é atuar na própria vida.
Leia bem

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Primeira câmera digital -1975




Hoje em dia, tão populares e com uma infinidade de modelos dotados de recursos para atender desde amadores até exigentes profissionais da fotografia, com uma gama de preços que que vão desde os mais acessíveis a qualquer consumidor, até aqueles de custo elevado, as câmeras digitais aos poucos se firmaram no mercado desbancando as tradicionais, que utilizam as bobinas de filmes de acetato de celulose recobertos com emulsão de compostos de prata sensíveis a luz e que ficaram restritas ao uso de puristas e saudosistas, ou destinadas a obtenção de imagens que por sua natureza ou destinação exijam o uso do sistema antigo, inventado no final do século XIX e aperfeiçoado ao longo do tempo.

A primeira câmera digital foi apresentada em dezembro de 1975, inventada por Steve Sasson que na época trabalhava como engenheiro da Eastman Kodak Company e que projetou e montou o protótipo em laboratório, visto na ocasião como um simples exercício de pesquisa, sem nenhuma promessa de se tornar um sucesso comercial.

Nela foi usado o então recente sensor de estado sólido CCD (charge-coupled device) desenvolvido pela Fairchild Semiconductor, a mesma tecnologia usada nas câmeras atuais, e que décadas mais tarde iria revolucionar a fotografia. O protótipo de Sasson era do tamanho aproximado de uma torradeira doméstica de pão e pesava 3,6 Kg, gravando imagens em preto e branco em uma fita cassete, com a incrível resolução de 10 mil pixels (0,01 megapixels na atual terminologia), levando 23 segundos para gravação de cada imagem.

Para visualização das fotos, foi construído um dispositivo especial acoplado a um leitor de fita, que permitia a apresentação das imagens gravadas em aparelhos comuns de TV. A leitura e conversão do sinal de cada imagem também levava 23 segundos.

Ninguém podia prever que aquele protótipo esquisito, pesado e pouco atraente viria um dia, usando a evolução tecnológica da informática e eletrônica, dar origem a produtos leves e de alta definição e praticamente mandar para o museu as cobiçadas câmeras convencionais de marcas famosas, entre elas a Agfa e Rolleiflex.

Fonte: http://ueba.com.br/forum/lofiversion/index.php/t88206.html

Certa ou errada esta é a minha vida

Eu não sei viver sem escrever
Realmente livre sou escrevendo
O mundo é como eu quero
O mundo torna-se meu reino
É onde ponho meus pés descalços

Na ponta dos meus dedos apontam-se sonhos
Um romance feito de glórias imaginadas
Onde os problemas são sempre solucionados
Ilusão?
Toda a modernidade que há surgiu primeiro na imaginação

Na minha identidade estão minhas digitais
Se eu sou identificado pelos meus dedos
Sou eu mesmo quem digito
Estamos vivendo a revolução digital
Então estou digitando minha própria revolução

Por esse vidro da tela leia
E veja que tem muito mais aí em ti
Vamos juntos lermos e escrevermos
Desescravizarmos
Verdadeira e intimamente nos tornarmos dignos
Dignos dessa vida eterna

Vá deixe-se levar pelo livre imaginar
Digite e se conheça
Quantas vezes ví-me além do verniz
Sou esse íntimo suór
Nem sei se mais feliz
Mas sou o meu melhor

Graforréia para uma higienização mental

Sai do complexo ao simples
Cansado arrastei-me até aqui
Servi de ser e de estar ao sair ao chegar
Meti-me em mil aventuras que da minha língua saem histórias
Que me levam ao céu de minha boca
Agora trancado num banheiro sujo estou
Meus sonhos na latrina
No espelho minha latinha
No que me tornei
Será mesmo que eu sou o que eu sou
De joelhos na patente vomito tudo o que sinto
Encharcado meus olhos nublam minha visão
Nas paredes escritos estão todos os meus detritos
Sempre onde não tem ninguém é que sou alguém
Minha inocência continua me levando a inconseqüência
O mundo e a vida são difíceis de entender
Abro a janela da pocilga
Fervem meus miolos
Apesar de que de verdade não minto nem minha idade
Não sei separar o que é a realidade
Quebro todas as paredes
Eu vou sempre tentar me entender
Pois eu sou o que sou
E agradeço a todos por serem o que são
Não se pode ir totalmente contra a nossa natureza
Eu sou o que sou e não nego
Pois jamais podê-lo-ia
Escrevendo eu grito o que sinto
O universo escuta esses meus versos
Por mais esquisito que pareça é o que sinto
Sou um cara que diz sim e não
Conforme a questão respondo na cara dura
Da forma mais pura
Eu bem sei me lapidar
Mas o mistério da vida é pra ser coberto da poeira que sou
E sangra a noite
Anote ai
Eu sou um tchau
Ou um oi
Mas mesmo assim
Eu sou o que sou
E se pudesse voltar atrás
Eu faria tudo de novo
O tempo não vai me convencer
Apesar de me vencer
Diarréias mentais estou aqui
Vomitando tudo
No meu diário anoto
Um dia rio de tudo isto
Mas por enquanto estou como me sinto
Na montanha de corpos apedrejados eu acho o meu
Reconheço-me
Estou de volta
Tudo me maltrata tanto
Amarro este texto conforme o contexto
Minha mente quer externar as minhas mais profundas questões
A resposta está na liberdade de indagar
Eu estou aqui

Pra que nome?

Bate calmo meu coração
Estou esperando você
É longa a tarde
O sol devagar se vai
E você já vem
A lua sem ponteiros anuncia a hora
É agora
Vou a encontrar
As horas passam
É você que chega com a noite alta
O velho amor amadurece
A minha cabeça do meio do corpo levanta
E a tua metade adentra
Roço no teu rosto
Invento um sentimento
E digo bem perto do teu umbigo
Que amo tanto o vento quanto este momento
O tempo ensina que o que importa não é a porta
Nem o motivo da entrada ou da saída
O que importa mesmo é amar
Mesmo quando não amar
Amar
Amar
Amar
Amar
Amar
Amar
Amar
Amar
Amar
Amar
Amar
Amar
Amar
Amar
Amar
Amar
Amar
Amar
Amar
Amar
Amar
Amar
Amar
Amar
Amar
Amar
Amar
Amar
Amar
Amar
Amar
Amar
Amar

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Professor Antena ataca outra vez (ainda)



Esquema novo, com toda aquela prepotência e inexperiência juvenil, mas com a inquietação necessária.

Reinasci aqui em mim

Então eu não sei
O gatilho falha
Ela me fala
Eu te amei
Você não sustentou
Tentou
Mas não
É triste o fim
Mas a vida não termina assim
O mesmo ar que inspira pira
Pira acesa
Ilumina a mina e diga a ela quem sou
Cansei
Sou dessas raras caras que nunca desistem de existir
Molho meu globo ocular e olho para meu lugar
Estou um grau acima da minha consciência
Lá onde o ego perde o valor
Estou realmente sobrevoando minha mente
São sem drogas mais
Eu chego ao estado perfeito de meu pensamento amar
Com um trato de alegria vejo um novo dia todo dia
Eu não sei se é domingo
Mas o sol da paz está tudo iluminando
Verdade eu sempre te procurei
E agora justamente em mim achei
Digo me encontRei
Não é meu olho que vê
Nem o objeto que se apresenta
Muito menos minha mente que percebe
É o universo que conjuga esse meu verso
Minha face se ilumina de verdade
E mostra
1
2
3
Agora é sua vez
Vida
Viva
E a faça nossa também

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Eu sou um garoto do tempo em que garotos não choravam

Eu sou assim
Caí do meu sonho
Levei um pau da vida
Olhe nos meus olhos e diga
Minta que me ama
Eu preciso tanto
To até meio tonto
Eu quis ser eternamente jovem
Agora olhem
E me dêem uma dica
Mintam para mim
Digam que sim
Sou uma criança vagindo em vaginas
Dobro sem fazer força qualquer esquina
Mostro minha vida
Eu sei que vocês vão entender
Mas quem eu sou?
Eu sei
A vida é uma mentira dita
E todo mundo acredita
A mente mente que não dói a vida
Mas eu sou um garoto do tempo em que garotos não choravam
Rebelde
Chorava
E ainda choro
Esse sentimento que sinto em pensamento
Parece que eleva e me leva
E logo me tráz paz
Pois então eu sou assim
Caio e levanto
Mantenho o prumo rumo ao centro
O daqui de dentro

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Religião da Imaginação

Atenção
Eu disse a todos assim
Não nascemos para ser só mais um
Mais um a consumir e sumir
Eu consumo cada momento com a seiva que brota em mim
E vem do infinito tudo isto
Emana de minha matéria uma coisa nem engraçada nem séria
Eu aproveito e peço para todos
Acreditem no que eu faço
Pois eu estou sendo guiado
Guiado pelos sonhos possíveis de todos os que por aqui passaram
E mais eu
E nós
Adquiri o discernimento entre o que posso e não posso
O infinito que digitei a pouco é a energia que me abastece
A vida esse sopro
A vida esse sonho que não acaba
É lá no eterno que vejo minha face terna
Sobrevoando os pensamentos mais sublimes
Tudo imaginação controlada claro
Eu bem sei que ao sonhar é perigoso não voltar
E quando voltar pra contar
Todos vão ainda me taxar
Mas eu preciso
Sinto-me livre de fato
Taxiando energias elementais desse universo pensante
Sinto as alegrias e chagas dos que se arriscaram para estar como estamos
Sei que não sou mais que alguém
Mas também sei que não sou menos
Se for pra viver sem algo fazer por um mundo melhor
Eu...
Respiro completa mente
Paciência é a ciência mais atual que existe
Calma Alma controle esse maremoto que salga minha face
São as placas tectônicas do meu íntimo ebulitivo
Vulcões e todas as forças naturais evoluem conjunta mente
Impávido
Não digo incólume
Eterno é o meu terno é meu íntimo
Que massa!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Olá, peoples...

Estou processando uma missão que imaginei em 06.06.99.
Nessa data eu andava pelo Parque Mascarenhas de Moraes (Bairro Humaitá - Porto Alegre -RS) e imaginei no horizonte uma ligação entre o céu e a terra. Veio em meu pensamento a palavra "elo". Voltei para casa e comecei a ler muito e a escrever, assinando como Repórter Elo. Com esse codinome comecei a trabalhar em jornais de bairros e rádios comunitárias. Adotei uma forma de escrever que denominei "cronesia". Isto significando uma crônica escrita de forma poética, e com contéudo didático/cidadão/fraterno. Buscando levar as boas informações de minhas seletas leituras, enriquecendo as pessoas com um conhecimento mais alargado. Indo na contra-mão da mídia, que, parece, querer manter a maioria em estagnação mental. Assim torna-se fácil a manipulação das massas.
Até que em 2002 uma grande emissora de TV procurou-me. Só que eu não tinha nem o 2º grau de instrução. Portanto, decidi voltar a estudar. Recomecei meus estudos em 2003. Terminei o 2ºgrau pelo E.J.A. (Ensino para Jovens e Adultos). Daí por diante não parei de estudar. Fiz curso de radialismo (SENAC) e Publicidade (Esc. Est. Irmão Pedro). E pelo PROUNI fiz na PUCRS: um semestre de Teologia, várias cadeiras de inglês, francês, e literatura. Formei em cinema pela mesma PUCRS. Fiz estágios na comunicação da Prefeitura de Porto Alegre como fotógrafo, e também como assistente de jornalista: dando um primeiro tratamento em textos. Logo depois fui assistente de produção de diversos eventos culturais da cidade. Trabalhei na Rádio Ipanema FM, em programas do SBT e de diversas produtoras de vídeo. Fiz um semestre de magistério na Esc. Est. 1º de Maio. Hoje faço Ioga, Tai Chi e participo de uma sociedade de estudos herméticos. Sou um ávido leitor de livros. E amo escrever o que penso. E mais, muito mais. Mas como este texto não é um currículo paro por aqui.
O que eu quero informar aos leitores deste blog é que estou processando em mim uma mudança de postura social. Preciso esparramar o que aprendi. Assim sendo o "Repórter Elo" tomou conta de minha personalidade. Eu preciso atuar no momento. dizer o que penso. Fazer o que sei que é preciso ser feito.
Para iniciar os trabalhos comecei um blog no condomínio onde moro e iniciar uma ampliação de consciência, que sei irá acontecer agora ou daqui a pouco.
Escrevo este texto durante o período de almoço. Portanto nem sei da necessidade e interesse deste. Mas quem quiser acompanhar a minha investida na crença de minha missão acesse também o blog http://www.condominiouruguai.blogspot.com/.
Vocês conhecerão as cronesias do fabuloso "Repórter Elo"
Inté

sexta-feira, 3 de junho de 2011

À vizinhança

O calor do sol seca minhas feridas
Aquece minha vida
Esquece tudo o que há
E vem cá
Lindo eu sou por esse ângulo
Onde não apareçam meus dentes que faltam
Meu jeans seca na área
Eu levo o cachorro pro jardim
A vizinhança olha pra mim
Enquanto esses olhos e o sol secam-me
Umedeço
Cercado estou de absurdos
Eu olho os surdos e mudo de lado
Levanto da poeira
Meus olhos lacrimejam
Eu olho pra ela
Enquanto meu cão diz não
Eu vou
Quem sabe se num bar ou num lar nos entendamos
Que bobo sou
Eu não canso de escrever poesia para essa minha vizinhança

sexta-feira, 27 de maio de 2011

É só um tempo meu amor

A vida é feita de fases
E todas terminam
Tem uma terminando agora
Mas é um sacrifício que se faz
A gente nega tudo
Larga tudo de lado
Chuta o balde
Vira a pá
Diz que nunca mais vai fazer as pazes
Por isso eu digo a todos os que me leram até aqui
Eu?
Eu peço que leiam posts antigos
Que de fato de antigos não têm nada
Não é uma despedida
É só um tempo meu amor
O vento está levando-me
Fluo
Flutuo
Estou procurando um amor
Para torna-lo grande
Só o tempo sabe
E ele está me contando
E bem mais que um sonho
É minha vida
O vento roça em meu corpo
Terreno e roçado sou
Corria de mim mesmo
Agora acordei e no fundo apoiei-me
Estou livre de tudo
Até mesmo do excesso de liberdade
Estou ancorado em meu senso
Ao sabor do vento
Estou dando um tempo
Nada é mais importante que este sentimento
Que sinto aqui dentro
Resulto de um cio copulado
De novo não sinto vontade de terminar este post
Estou posto pondo em meu rosto um forçado sorriso
As lágrimas irrigam minha face
O vento e o tempo
Tudo passa mas amarrota
Estou pronto para o plantio
E só o tempo floresce essa semente
A semente de um novo amor

domingo, 22 de maio de 2011

Brazzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzilllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllll!

http://68.142.200.12/br.f363.mail.yahoo.com/ya/securedownload?clean=0&fid=Inbox&mid=1_75363_ALlbv9EAAL%2FgTcmMxAK18C14Y74&pid=2&tnef=&prefFilename=Cartadea.pps&redirectURL=http%3A%2Fhttp://www.blogger.com/img/blank.gif%2Fbr.mc363.mail.yahoo.com%2Fmc%2FshowMessage%3Fcmd%3Ddownload.failure%26fid%3DInbox%26mid%3D1_75363_ALlbv9EAAL%252FgTcmMxAK18C14Y74%26pid%3D2%26tnef%3D%26prefFilename%3DCartadea.pps&view=none&cb=parent.attachmentFail&cred=2_8d.O4d.bjtjB85UfYEYRmaTIpnMa05cqPARCcGHjHu9YMU1tQRNAmdOJrXD7X9xeI36K4uAp1wXbjHkdMJlW_H0Sth7v.4kNa030L46E_T&ts=1306086955&partner=ymail&sig=YYDmd.a2TgMqjyIj5GIuiA--

De Onde Vem A Calma

Los Hermanos
Composição : Marcelo Camelo

De onde vem a calma daquele cara?
Ele não sabe ser melhor, viu?
Como não entende de ser valente?
Ele não saber ser mais viril
Ele não sabe não, viu?
Às vezes dá como um frio
É o mundo que anda hostil
O mundo todo é hostil

De onde vem o jeito tão sem defeito?
Que esse rapaz consegue fingir
Olha esse sorriso tão indeciso
Tá se exibindo pra solidão
Não vão embora daqui
Eu sou o que vocês são
Não solta da minha mão
Não solta da minha mão

Eu não vou mudar não
Eu vou ficar são
Mesmo se for só
Não vou ceder
Deus vai dar aval sim
O mal vai ter fim
E no final assim calado
Eu sei que vou ser coroado
Rei de mim.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Que fotografia

em letra miúdas


sinto-me sozinho nesse mundo
estou caminhando só por ae
por mais que eu fale ninguém entende
tomo cada susto com o que vejo
minha profissão é quebrar a vidraça dessa raça
ponho o dedo no gatilho em cada noite de insônia
acordo desarmado
desalmado
insana noite
insana madrugada
insana manhã
sou mesmo um...nem sei
quero salvar todos no mundo do mundo
quando eu próprio pouco livro-me
insana cabeça que pensa que pensa
pairam novos ventos pelos fundos
abro a porta de cada sentimento que sinto
que vejo
sim de fato preciso de óculos
sim de fato eu procuro uma pessoa
uma pessoa que me ache
nesse mar imenso e cheio
vira e mexe sinto um vazio
pena que eu esteja assim
por que se não eu iria ae
pegaria
pecaria
pagaria
porcaria
riria e não iria
estou insano esse ano
estou em plena revolução
estou sofrendo tanto
meu diário fugiu a cavalo
eu a pé e na miséria atrás
vá cavalo fuja desenfreadamente
abri as porteiras
tirei a coleira
cólera
puleiro
puteiro
tenho no bolso umas moedas
quero partir a passos miúdos

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Sinto-me meio Acossado

Ladrão de mão

Diz poesia

http://www.youtube.com/watch?v=_3s9EhDzUqE

Viva lo Egypt

O Elo



Nós somos o mix do mundo, então vamos nós...
Não vamos entrar em pilhas externas, precisamos (nós mesmos) fazer um mundo de mais paz.
Temos ainda muitas diferenças (sociais) aqui, mas podemos começar o entendimento mundial nós mesmos e agora mesmo. O que valorizará cada um de nós, para uma futura compreensão mútua.
É complicado explicar o que fazemos, porém precisamos começar a fazer. Oriente e Ocidente juntos.
Uso a Internet para conhecer diversas culturas.................

Ultrapassando as barreiras da comodidade. A arte é para isso

Não, não pense que o que estou digitando trata-se de uma ofensa a alguém.
Estou só contando o que está se passando em meu eu profundo, que é onde estou.
O ser humano venera tanto a vaca, não por causa da carne, é por causa do leite. O leite anestesiante, o antídoto ao sono dos injustos. O leite dá-nos a paz.
Nos úberes de meus sentimentos mamo. Que flua...
Eu sou uma cópia e sei o que copio.
Copio o verbo primeiro, pensar...
Eu moro num lugar, que como qualquer outro precisa melhorar.
Portanto, eu não vou nada começar. Vou continuar.
Atravesso a avenida da rotina...
Cavo uma cavidade em mim.
Deposito-me ali.
Ouça essa voz que é tanto minha quanto nossa...
Eu preciso mudar meu lugar de estar.
Lembro quando brinco.
Clara, a rua empoeirada carrega minha vida em cada partícula.
Parto ridícula e infinitamente para qualquer lugar.
A ciranda na esquina não me decifra.
Eu ando com meu cérebro em cada lugar que meu coração queira estar.
Eu no fundo estou num profundo nada. Quem sabe tudo?
As madrugadas me envolvem o dia-dia. Nunca mais durmo como dormia.
Onde estou? à pergunta.
Oriundo ao mundo meço ruga a ruga o que me enruga.
Ao Oriente oriento-me.
Jogo minha mensagem ao mar da indiferença.
Desprendi-me da vaidade, em busca de uma verdade...
E foi um morto que me disse o que fazer na vida...
Portanto esse me mostrou a imortalidade
Eu quero estar aqui mesmo, mas fora da mesmisse.
Façam a perícia em um corpo e vejam se acham a vida, ou algum resquício disto ali.
Não somos somente nossos corpos. Fazemos parte disto num todo.
Eu converso com quem eu quero.
Atravesso o ocidente ou o hemisfério.
Vivo em cada lado do meu cérebro a mesma eterna vida.
Retiro do muro do mundo o mundo.
Mudo falando ao surdo mesmo que seja eu o mesmo ainda.
Jogo o fogo na água benta.
Sugiro aos mandantes que se vejam depois de tudo.
E por mais estranho que eu pareça eu sou igual a todos vocês.
Acreditem, por mais que eu corra estou ainda e sempre estarei aqui e ai.
A arte é para isso.
Para indagar em cada si o seu responder.
Responda-se-me-nos-vos...

quarta-feira, 18 de maio de 2011

terça-feira, 17 de maio de 2011

Descobertas vertidas das cobertas

Reparem...
...O brilho...
...Prismo:

Descolori as cores desse tom cinza
Ranzinza

É que eu hoje no espelho olhei nos meus olhos
E sabe que vi algo ali
Que por mais que eu fuja da poesia
Corro para o nada






Música! vem ajudar
Cante algo que eu dance

Agora é a cintura que não para

Não há nada melhor do que sentir o corpo em contato com o pescoço
e a cabeça
Algo sobe
E depois vai até o chão
Chão

Pegue esse violão que você não sabe tocar
E o tire pra dançar
Eu quero me soltar

Certo ou errado eu estou
Sensato
Vertem pelas vértebras verdadeiras descobertas

Rock, que ser isto? História do rock

segunda-feira, 16 de maio de 2011

tele-te-entrega

Turista desci

A falta de luz no caos incomoda
Que penumbra
Minha imaginação perambula
Anjos fumam
Segredos disparam
Há tempos tinha desistido de pensar
Mas o mundo é redondo
Há no ar algo
Um perfume
Eu quero comigo encontrar
Espero como um zero
O dia diz com sua luz
Existe no céu azul uma estrada de retorno
Sim eu estou retornando
Bem que eu tento
Minha boca fale
Minha língua mostre
Lábios sabe-os bem eu em mim
Como luz disparo
Bem que eu tento
Eu vinha desistindo
Mas se um espelho se quebra
Tenho eu em mim
Reflito
Eu sinto
Só eu
O pico
O ápice de minha vontade
É de estar
As minhas mãos
Os meus olhos as olham
Eu faço uma cara que vem lá de dentro
Expresso a fera
A acalmo
Ex-fera
A mesma coisa
O que estou provocando
É um encontro entre o profundo eu e o sublime eu
Lavas levam as fumaças para o infinito
Não sao como este texto que tem que terminar
Sol e magma amálgama
Agora mesmo não compreendendo nada
Sinto minha estada
Que no fundo
Só lá no fundo encontro as minhas asas
SSoobrevvoo essa loucura toda
Sim cheguei por hoje onde quero estar
Em paz em mim

Os ventos do REP mudaram e moldaram-nos o PER

Poesia e Ritmo




Contra toda métrica e ritmo eles cantam
A terra firme treme

Como todo homem
Como toda mulher?
Todas gemem

Está amanhecendo
Volto a acreditar num amanhã melhor
Seguro minha figura que fura a mão que me segura
Deus Cobra
Duas cabeças me deu
A caneta canta esta esfera
Abro a situação em que estou
Quero estar sendo o mais sincero que possa
Anoto em meu diário blog
Que há um iceberg em minha frente
Minhas milhas ilusórias me desafogue
Note bock me anote
Titanic no fog
Em garrafas envio mensagens
Em mim faço-te massagens
Via Internet envio a Eva pelo Adão o que sou
Forço o fórceps
Nasço na sua cara dura (galera)
Aos tempos difíceis peço licença pra cantar
Meu playground sempre foi uma cela e ela
Meu corpo magrelo passa pelas frestas e vai fazer festa
Livre eu sou
Livre de promessas rolo por ae
Sempre brilha uma aqui outra ali
Eu quero estar assim ae
Escrevendo o que sinto que sinto
Olhe para as letras estrelas
Prometa para si que nunca vai parar de sonhar
Seja aquela pessoa da verdade
Disso não esqueça de verdade
Sinta-se livre
Acerte o passo com o tempo
Vai chover
Eu acho que não
O solo é de uma viola que chora
As plantas são as de meus pés que pisam sem machucar
Enquanto eu achar água em meu olhar eu vou me emocionar
Razão par de mim eu sou em emoção
Eu e você também
Entenda
Por mais que o doutor diga que eu não vou me salvar
Eu me salvo todo o dia
Todo o dia que eu noto e anoto o meu ser
E não importa que ninguém note
Eu sou um trem que cruza a serra
Essa mesmo que me encerra
E por si só em si berra
Murmuram minhas vozes

Ouço-me
Ou sumo

quinta-feira, 12 de maio de 2011

À rudeza da vida

Existem coisas que envelhecem a gente mais rápido
Tipo urubus que a gente acha que gostam de compartilhar o viver com a gente
vampiros?!
Ainda insistimos em tentar ajudá-los
Também
A rudeza da vida
O sofrimento que tanto nos lapida nos envelhece
Fora o amor vagabundo que nos corrói
Aprender e reaprender a aprender
Viver é preciso

segunda-feira, 9 de maio de 2011

v nos nós nus

Aqui o que eu tenho para a fome

!O meu estômago
Eu mesmo!

Eu não quero dizer mais do que o que nesse estar possa eu contar
Traiçoeira a energia falsa diz que domina
Drogas ou os hipócritas
Pessoas são pessoas
Cada um na sua
Quase fraquejo quando a vejo
Forte
Força existe o amor existe em ti
A luz no túnel sou eu mesmo
Lá esperando
Naquele painel desenhado
Esperando estou aqui
Desfio o que posso da lã destino
De a ti a mim falta nós
Vi-nos
Não vi
Eu quero aproveitar e dar um beijo em nossa boca
Não importa a dificuldade
Vou ultrapassar esses muros dessa faculdade
É sim o correto é ser mais um tijolo a escurecer no muro
É sim
Lá ensinam
Querem dizer que eu sou o musgo ali
Nada mais do que um tijolinho no muro da indiferença
Sim eu sei me embebedei de informações
Mas eu não quero ser e não sou mais do que alguém
Não sou mais que um tijolinho nesse universo
Que de tão pequenino jamais separou eu de ti
Como as cores voltam
Vejo os faróis apontando para o arco-íris
Faraós ordenando pirâmides
Apontando para onde todos viemos e voltaremos
Estamos no sempre
Diz a tez a minha cútis
Que sou um cinza
Uma coisa que depois voa
Pois
Estou voando nessa folha de papel agora
Lá fora
Tanto que faço a volta
Estou aqui dentro
Tão dentro que faço a volta
Estou por fora ela diz

Stones é dos tempos dos Beatles

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Tsotsi - full filme

Filme "Tsotsi" - Infância roubada - 2005



Baita filme Sul-Africano tudo a ver, com os filmes que fazemos in brasillian
Mostra a crueza da vida bandida, mas que sempre há um humano - la fuerza della vitta -
human spirit

quinta-feira, 5 de maio de 2011

To fu ou sou fu? o q vazou fo isso



Ser líder exige mais que opinião pública
Requer a alma d'agente

terça-feira, 3 de maio de 2011

ref ação quem mesmo está atrás de quem?

Do outro lado do muro animal

Eu fedo a phebo e não tenho o luxo de o tê-lo
Imprimo em mim meus amigos
A selva que me salve
Minha saliva uma chuva de palavras
Não
Me larga
Não me larga
Eu sou estúpido
Não me largue
Eu
O volume das vozes que sou cada vez aumenta mais
Besteira?
Mas é o que sinto que ouço
Eu não
Não eu
Não sou eu
Em cada centímetro do que sinto
Sinto que tenho um compromisso
Divido meu viver com isso
Eu ando virado
Eu
Sou uma mistura de rock e rap
Rack sou(l)
Eu não
Eu sou
Andei pensando sobre alturas
Altruísmo
Não
Me larga eu sou um estúpido
Eu não tenho nada
Não venha de mim tirar o que tens mais
Na realidade a verdade me tira das mentiras
E não me liberta dos ais

Descartes

Por mais que eu estude a razão
Vem-me a emoção
Remoça
O sonho continua
Eu quero tudo agora
Eu sou um patife
Comi todo o rosbife
E nem sei o que é isso
Cadê o controle?
Quero trocar de canal
Levantar o volume desse estrume
Escutar tudo o que me digo
Eu volto em mente ao momento presente
Escuto o ausente
Pegou fogo no filme
Atrito tanto
Esquisite-se
É que eu sou como todos
Acredito que sempre tenho crédito no que digo
Minhas pálpebras livres a piscar
Abanam minhas olheiras
Olhei-as ainda pouco
Rachadas pelo tempo
Pés de galinha surgindo
Logo eu que vivo voando
Ciscam ciscos em meus olhos
A música que escuto me transporta
As portas estão abertas
Saque seu revólver atire ao alvo
Acerte the kid
Do que valho
Se o ar de amar passa longe de meu estar
Escolho
Recolho
Não me encolho
Dou chance a toda e qualquer pessoa
Que seja boa
De fato me falo falso isso
Gosto de estar sozinho

Rebeldia...dia...dia

Não pude evitar teu olhar
Quando me vi me peguei a te amar
E assim o tempo voou até mim
E a glória de acordar bateu em minha porta
É simples assim
Eu e tu somos sim
Claro como o amanhecer notei que contigo quero viver
E as noites juntos passar
E amar
Vida virar

domingo, 1 de maio de 2011

Plaaaaaaanejo

Administrar o tempo e organizar o dia-dia é administrar a minha própria vida
A agenda é um instrumento que nos ajuda a decidir como viver melhor.
Gerenciar minhas informações formam um sistema de planejamento pessoal.
Organizar minha vida pessoal é uma habilidade que estou aprendendo.
Minha agenda pode ser no PC, no note, no celular ou no papel mesmo.
O importante é dispor informações relativas à organização do meu dia-dia, da minha vida. Isto é, como conduzir e definir meus processos de decisões sobre o que, quando e como fazer, e até como reagir a acontecimentos imprevistos.

As horas nos tornam escravos do relógio

Administrar o tempo é planejar com antecedência de dias e não somente de horas.

Criatividade com organização é tudo de bom

Os criativos são os que mais se beneficiam com a organização, alavancando melhores resultados.
Uma pessoa organizada é uma pessoa sensata

A pessoa criativa que planeja e se organiza atinge resultados esperados.
*Reflexão, *Planejamento e *Atenção ao presente são modos de olhar para dentro de mim mesmo.
*Reflexão – é o olhar para dentro de mim mesmo, no sentido do passado, para o que sei que sei. É a base do meu autoconhecimento e de uma visão sem preconceitos, sem crenças e expectativas irreais.
*Planejamento- é olhar o futuro, com meus objetivos, expectativas e receios. É a chave para que eu atinja minhas metas com eficiência.
*Atenção ao presente – percebo o que está acontecendo agora. Noto o presente, e anoto o que você sinto diante do que acontece. Vejo se não me perce entre memórias e imaginações. O fluxo de idéias e sensações são excessivos na vida moderna. Não posso e não vou perder o contato com a realidade e, portanto com a realização de meus objetivos.

Planejamento
Preciso de calma, reflexão e atenção ao presente por 15 min. ao dia para o planejamento diário e de mais 15 min. por fim de semana para o planejamento semanal

Baseado numa ponta da “Arte de planejar o tempo” - Jaime Wagner – LITERALIS EDITORA – 2003

love these movie

promoDeus ou promeDeus

axado

Meu trabalho é viver com prazer, assim trabalhar

sábado, 30 de abril de 2011

no more tears clip list

Homem tiras

O que importa não ser lido, ouvido ou visto? Se poucos concordam que a cultura é que nos demonstra. Aos Atualistas pode ser impossível vencer, mas não improvável. Não temos a intenção de ensinar algo, somente expressar, pois nada daquilo que realmente interessa pode ser ensinado.
Não quero falar de mim mesmo. Quero expressar o que estou sentindo. Entenda expressar como atuar, contribuir, desempenhar, agir... Por isso não quero dominar e nem ser dominado. Quero viver sem segredos, expressando íntimos desejos, pensamentos e sentimentos.
O que importa mesmo é que eu sinta estar fazendo, com minha vida, a realização de uma promessa. Somos como uma semente, somente uma promessa. Assim como a semente é a promessa de um dia ser uma árvore e dar frutos.
Estamos sós nesse mundo. Posso escutar a voz de todos, mas somente a minha consciência íntima pode levar-me a ser o que posso e verdadeiramente sou.

a- tá

a-,é de duas naturezas, de significação e de eufonia (agradável e harmonioso ao ouvido com elegância e suavidade no falar.
Junta-se a verbos e a adjetivos para exprimir o uso, o emprego, a forma, a imitação: abichonarsse, ajojado, ajeitar-se. Apropriando-se daquilo que seja sua ação e uso, bem como ato.
Também transmite ideia aumentativa, extensiva ou intensiva: assoada (prolongação de som), adoçar, assoalhar, afamar, abrasar, afervorar, apavorar. Junto a certos verbos denota uma idéia de destinação, de tendência para um certo fim, o exercício da atividade num certo sentido, ao contrário das suas formas simples, que significam a plenitude da ação sem dependência alguma: chegar, achegar; cercar, acercar; juntar, ajuntar; baixar, abaixar.
E significa ausência: acéfalo, afonia, amnesia, anônimo.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

A pedidos

sexta-feira, 20 de agosto de 2010
10 vantagens em ser pobre
1. É SIMPLES!Você não perde seu precioso tempo com grandes sonhos. Contenta-se com um sonho de padaria, ou um sonho de valsa…
2. É VALORIZADO!Em um mundo de mulheres interesseiras e oportunistas, só as sinceras e verdadeiras dão bola para você.
3. É SAUDÁVEL!Você tem uma vida de atleta: corre para alcançar o ônibus, corre atrás de emprego, corre pra pagar as contas atrasadas.
4. É ANTIESTRESSANTE!Nenhum vendedor te liga para empurrar alguma bugiganga.
5. É ALIVIANTE!Com a sua fama de pé-rapado, nenhum amigo te pede dinheiro emprestado e, dependendo do seu grau de pobreza, eles nem serão mais seus amigos.
6. É EMOCIONANTE!Você nunca sabe se o dinheiro vai chegar até o final do mês e, assim, tem uma rotina muito menos previsível!
7. É INVEJÁVEL!Enquanto os seus vizinhos viajam, pegam trânsito no feriado e sofrem com as praias lotadas, você descansa na comodidade do seu barraco.
8. É ÚTIL!Você tem de trabalhar aos domingos para fazer horas extras e, assim não precisa assistir aos programas que são campeões de audiência de encheção de saco. (vulgo Faustão e Gugu).
9. É SEGURO!Você não precisa levar a carteira para todos lugares que for pois ela está sempre vazia. Assim, os trombadinhas vão passar longe de você.
10. E é GRATIFICANTE!Sem dinheiro para acessar a internet, você nunca vai ler textos inúteis como este.