Eu te menti sobre mim
Eu sou assim enfim
Ái, ái, ái
Eu te senti sobre mim
Eu só enfio assim
É que eu, eu
Eu não sei
Eu sou assim
Só digo que te amo quando estou quase lá
Chame-me de canalha
Sob meu caralho
Cara olha pelo meu lado duro
Explodindo de prazer eu digo tudo
Bem vinda ao mundo do prazer sem pecados
A solução para mim é essa
Com respeito beijo teu sexo e teus peitos
Sinto viva a carne dura
De pura a puta
Depura astuta
Estátua que minha vara colocará em sua sala
E sob tua vala minha boca cala
Valha cada noite
Cada dia
Segura de si
De só saber que só vou aparecer para te comer
E rir
E beber
Eu sou assim
Afinal de contas não devemos nada a ninguém
sábado, 24 de outubro de 2015
Um sinal
Cuide bem meu amor
Cuide bem do amor
A ti
A si
A nós
A subida a montanha depende dessa mânha
-Sim, meu amor eu cuido bem sim
Mas é você que não vem
Parece que tem medo
-Bem sei que somos nossos
Mas eu é que estou te esperando
quinta-feira, 15 de outubro de 2015
Têmporas
Se tudo passa
Tudo passará
E nada ficará como está
Olho pela janela a chuva e o vento aqui dentro
Novos ares
Mesmos olhares
E sobre esse meu mal estar
Nem vou falar
O cheiro do rio cheio invade-me
E toda a verdade desse dia vai descer do céu
E lavar
E levar esse véu de ignorância a cerca de si mesmo
Que todos temos
quarta-feira, 9 de setembro de 2015
Parque Mascarenhas
https://www.facebook.com/groups/187642244671912/611680282268104/?comment_id=612346215534844¬if_t=group_comment
sábado, 5 de setembro de 2015
Todos querem me atropelar
Eu olho para todos os lados
Mas sempre surge um carro para me atropelar
Pode ser minha mãe
Pode ser meu pai
Todos querem me atropelar
Mesmo que eu seja tu
Todos querem me atropelar
A única chance é não ser atropelado
Tornando-me um ator pelado
Galo, lavo meu homem
As crianças perdidas em mim se acham
Experiençio-me assim
Os dias passam assim
Vivo ou morro tanto faz... se continuar assim
Ao me desnudar livro-me da bagagem da vida
Amo os homens
Que em suas mãos levam
Seu Eu ao mim que sou
E assim lavam suas almas leves
Chove...
Faz sol...
Tanto faz...
Nem sei mais o que dizer
Tudo isso vai passar
Mas a minha criança vai persistir
Ator da dor
Da dor do amor
Minha mamãe e meu papai querem me dar (in construction)
Não suporto portas abertas invadindo meu mundo
Estou sempre alerta a quem me invade
Olho pra meu eu e digo
Que por mais que que meu querer exija caminhe
Saio e paro
E vejo que de mim sai o impossível
Leia até o fim de si
As vezes eu amo alguém que não me tem em si
Olho para os óleos fritos e quebro meu pensar
Marco em mim uma juventude eterna
Marco em ti um ainda vamos nos encontrar
Olho meu olhos no espelhos e vejo óleos lubrificantes
Olho para o meu rosto jovem
Deus vem
Dio Vem
Deus diz em mim
Que haja o que houver
Vou estar sempre em mim
E muito mais no fim
Sim
Um
Não
Vai mesclar os diferentes
Deferentes
Separo o meu eu palhaço
Que da noite
Que da sua palha de aço
Lustra meu olhar
Que ao meu ver
Ao que de mim tem de haver
Digo
pOSso
dIgITAr o que quiser
mAS VECÊ vai entender o que quiser
Então vamos lá
Nos entender
O que eu quero é me enroscar contigo
E ir de Nova York até aqui
Onde possamos nos amar
E dizer assim sem voz
Eu te amo
Por que
Por
Olho para o meu rosto jovem
Deus vem
Dio Vem
Deus diz em mim
Que haja o que houver
Vou estar sempre em mim
E muito mais no fim
Sim
Um
Não
Vai mesclar os diferentes
Deferentes
Separo o meu eu palhaço
Que da noite
Que da sua palha de aço
Lustra meu olhar
Que ao meu ver
Ao que de mim tem de haver
Digo
pOSso
dIgITAr o que quiser
mAS VECÊ vai entender o que quiser
Então vamos lá
Nos entender
O que eu quero é me enroscar contigo
E ir de Nova York até aqui
Onde possamos nos amar
E dizer assim sem voz
Eu te amo
Por que
Por
sexta-feira, 4 de setembro de 2015
Sexo na sala de aula.
O conhecimento é transmitido por um professor que fica falando, falando, por 40, 50 minutos, parece que os alunos nada sabem, só ele detêm conhecimento. Os alunos são seres sem luz, não aprendem a pensar, só aprendem a repetir o que o professor diz. Tornam-se robôs repetidores. Ótimos para trabalharem com eficiência e rapidez. Não sabem pensar por si só, decidir, planejar, apenas executam o que lhes é mandado. O decidir, pensar, criar... é deixado para os privilegiados que receberam formação em escolas da elite.
Na real os professores de qualquer escola têm que
compreender que é preciso ter um processo de diálogo para repassar informações
(conhecimento). E diálogo é feito lado a lado, não de uma posição superior (a
de o professor é o que sabe e o aluno é o que não sabe). Ao estar dialogando com o aluno ele está compreendendo o processo de lógica desse aluno. Por
exemplo: um aluno escreve seu nome “João” com dois “os” no fim (Joãoo). O professor que não tenta compreender o
processo lógico que faz esse aluno escrever seu nome com dois “os” no final. Simplesmente diz que está
errado, criando uma relação de superioridade a do “eu sei e tu não”. O
professor que está errado, pois todo erro tem um processo lógico que precisa
ser encontrado pelo professor e a partir dai professor e aluno acharem o
caminho da compreensão, que é o caminho do aprendizado. O lance é aprender
junto. O professor ideal é aquele que propositalmente põem-se diante do aluno como
se estivesse buscando o porquê que João só tem um “o” no final. Aí sim. Os dois
questionando e buscando respostas juntos criarão o saber.
A palavra “saber” vem da mesma origem de sabor que significa
perceber o gosto de uma coisa, sentir. Então saber é uma experiência única. O
gosto de algo é pessoal. Não existe uma pessoa que sabe mais que as outras, existem saberes diferente. Um filósofo sabe sobre filosofia e um pescador sobre
pescaria. Professores não sabem mais que alunos, assim sendo eles têm que buscar no diálogo uma forma de se comunicar de igual para
igual. Criando pessoas que tenham ideias próprias para resolver seus problemas,
que saibam planejar suas vidas, que saibam questionar e opinar. Agora vocês já sabem porque o título desse texto. É para iniciar a comunicação por meio de cu... ri...osi...dade
terça-feira, 11 de agosto de 2015
Frases soltas
Lá venho eu de novo, achando que sou só eu
aqui. Estou rodeado de gotas de chuva, de orvalho, de lágrimas. Puá. A triste
certeza de um dedo em riste apontado para o espelho no qual reflito.
Abro a porta, corro. Minha mente torta
faz-me voltar. E do ponto de partida de minha vida dou um oi. Foi a partir
desse momento que decidi ir ao fundo do meu eu. A porta. A porta de novo. Toca a
campainha. Mas ninguém em mim atende. Entende. Estou sem sim nem não. O passado
pressente uma volta em revolta no presente que é agora. Mas arrisco com meu
braço arisco comandar minha mão, que na contramão de meu destino discute
consigo mesmo. Nenhum de nós está certo. O destino, este sim, é sempre certo.
Lá vou de novo achar que sou um ovo. Chocado! Chorando. Dói sair da casca de
mim. Minha casca, minha casa, minha casaca. Que coisa eu ser esse ser que não
suporta o peso dos próprios sonhos.É!... Ninguém me tem. Um vintém que na real
é somente uma moeda de centavos. Mas sentai-vos e escutais-me. Meus ais tocam
notas musicais. Libertam-se da dor minha. Minha vida ali na esquina ainda.
Gente jovem reunida. Almas. Há umas vezes que sinto meu corpo dizendo algo que
se eu escutasse não suportaria. Por isso anoto tudo o que noto. Aqui estou eu.
No terror de estar só. Representando no teatro da vida uma peça do destino
pregado. A amizade flui feito água adentra, penetra por onde escorre melhor. O
tempo todo se esvai, escava, e mesmo assim sublime eu gotejo do teto do mundo.
Eu não estou tão só. Mas do que adianta jantar. Ao moço negar a juventude de se
devorar. A dança da chuva cai feito uma luva nesse momento. E danço. Não ranço,
nem canso. Mas do que me adianta essa tecnologia toda, se ela não volta. Ela
quem retunde. Uma tunda. Uma duna. Minha dona sempre foi a poesia. Minha casa,
minha asa. Minha caneta, minha pena, esse dedo que voa em pensamento e
sentimento por toda a parte onde haja um viajante que logo ali adiante vai se
acalmar. Onde a dor vá se aplacar. Apalpar vem o sal meu paladar. Rios em rugas
recém formando. Minha face fácil, doce, reflete corajosamente na poça de minha
fossa. A maior dor que sinto é minha amiga, minha musa. Está tão cansada quanto
eu. E viaja, enquanto viajo. Quem poderá me defender se se não eu mesmo. Minha
capa me capa. Não se reproduz a mesma velocidade que minha idade. É...chega uma
hora que o resto é agora. Mas faz sol la fora. É...outra história vem se
escrever, se apresentar para eu descrever. Um menino brinca na calçada. Grito. O
chamo de bonito. Olho. De longe parece
eu mesmo. Não há ninguém lá, só aqui nessa casca que me descasca. Sinto um
perfume que me fantasia. Aspiro ainda ser aquele menino. Em dúvida volto a
janela, o menino não está mais lá. Passou. Tudo passa, como esse exato momento
passará. Fecho a janela. Acendo a vela e saio caminhando pela escuridão. A
verdade de que tudo passa me assusta. A vida em se debruça. Agora é a vida que
me cuida. Paro. Penso estar ficando louco, mas não. Só mais um pouco deixo
fluir. Dores. Cores. Flores. Amores. Fosse eu um espaço seria o sideral. Fosse
eu uma música seria uma sinfonia de Bethoven. Vem som dizer que sou um com. Paro
de escrever tudo numa tacada. Numa estocada. Sinto minha vontade de escrever esvaziada;
Por enquanto como que por encanto fico de canto. Agora que vou ler tudo o que
descrevi. E nada vou apagar. Tenho minhas contas a pagar. Se é que isso
importa.
sexta-feira, 7 de agosto de 2015
O meu é meu. O teu é teu. Mas somos nossos
Que é só meu
Aquela rodela rosada é só minha
Como coisas boas e cago tudo
Mas agora
Querem tornar meu redondo
Objeto sexual
Objeto sexual
Querem-me comer de outro jeito
Nada feito
Por favor, comam minha poesia
E se alimentem bem
E caguem gostoso
Como eu
Como eu
Sintam a massa passar pelo esfíncter
Que deliciosamente se abre para passar
Um creme marrom que de tão bom
Faz bem
O bem que sou
O bem que sou
terça-feira, 28 de julho de 2015
Repórter Elo
Onde a boa vida é, em grande parte, uma questão de utilização do conhecimento. Adaptar-se as necessidades da sociedade, que está em constante transformação, exige versatilidade e estudos intensos. Isto tudo num estado de harmonia e equilíbrio.Para isto é preciso ler e experienciar o conhecimento. Englobando as necessidades, habilidades e vontades, conjuntamente com a meta de vida que se tem. E a meta comum a todo o cidadão é vencer financeiramente, mas a isto devemos, também, acrescentar a felicidade de ser útil ao crescimento de nossa sociedade. Este ensejo quer nos transferir a ideia de que devemos achar nossa missão de vida e assim, termos um confortável modo de viver. E para isto necessitamos criar um plano e o seguir. Mas para criarmos um plano de sucesso executável, é preciso muita leitura, observação e pesquisa. Juntando ao aprendizado os erros e acertos dos outros.Somos vítimas do sistema, se não percebermos nossas fraquezas e as corrigir. As pessoas de sucesso corrigiram seus pontos fracos, e os mais freqüentes, hoje em dia, são; os vícios, a preguiça, a falta de conhecimento, a inveja, o acomodamento e o hábito de gastar mais do que se ganha. Isto para citar só alguns.Olhe-se no espelho e descubra seus erros. Uma personalidade agradável obtém sucesso mais facilmente. A propósito, eu me olho no espelho e me pergunto; O que que é? Percebo minha face invocada e me respondo – Quero o melhor de mim. O leitor deve desafiar-se ao espelho. Vencer os próprios limites, é vencer de verdade. Trocar erros por acertos é a maior vitória.Ensinar é a melhor maneira de aprender o que se está estudando. Organizo os conhecimento que adquiro e o espalho. Talvez, para muitos, eu seja um paspalho, mas para mim não sou. O vocábulo educar vem do Latim "educo", que significa desenvolver-se de dentro para fora. Então educar significa ser autodidata, isto é, se ensinar, aprender sozinho por meio de leitura e experimentação. É claro que para ser um cirurgião, um engenheiro ou outra profissão que possa colocar em risco a vida de outras pessoas, é preciso um mestre, mas a maioria das coisas aprende-se autodidaticamente. Mas é preciso esforço e muita boa-vontade, além de um mínimo de afinidade com a atividade proposta. Este texto dá uma pausa para uma história. Era uma vez um político (marrom) que se casou com uma mídia (marrom), e os dois foram morar numa fazenda. Lá constituíram suas vidas. Certo dia, passeando pela floresta, encontraram um filhote de águia. Colocaram-no no galinheiro e o chamaram de "povo". Ali, no galinheiro, a águia chamada povo comia na mão do casal mídia e político. O povo foi crescendo, embora fosse uma águia se comportava como uma galinha. Depois de algum tempo, a fazenda recebeu a visita de um poeta, que enquanto passeava pela fazenda encontrou o povo. Chamou o casal, e disse - Este pássaro aí não é uma galinha, é uma águia. De fato – disseram o casal. Mas nós o criamos como se fosse uma galinha e ele transformou-se em galinha. E colocamos nele o singelo nome de povo.-Não - retrucou o poeta.- O povo é, e sempre será uma águia. Pois tem coração e mente de águia. Um dia entrará em conjunção com a sua missão, e estes dois órgãos irão lhe mostrar a grandiosidade da vida.-Não, não deixaremos – insistiram – O povo virou galinha, e jamais voltará a ser águia.Então decidiram fazer uma prova – O poeta tomou o povo, ergueu-o bem alto e com palavras animadoras num tom desafiante disse; - Já que você é de fato uma águia e não uma galinha, já que você pertence às coisas grandiosas da vida, não fique ciscando e comendo migalhas. Abra sua mente e seu coração, suas asas, e voe!O povo pousado no braço do poeta, olhou distraidamente ao redor. Viu as galinhas lá embaixo, ciscando grãos. E pulou para junto delas.Político e mídia comentaram:-Não dissemos, o povo virou uma simples galinha!-Não – Tornou a insistir o poeta – Ele é uma águia. E uma águia é sempre uma águia. Vamos experimentar novamente amanhã. No dia seguinte, o poeta subiu com o povo no teto de uma biblioteca. Sussurrou-lhe:-Águia, já que és uma águia, abra sua mente e coração, suas asas, e voe!O povo em cima daquele prédio da biblioteca, recheado de livros, sentiu a vibração que emana da palavra e ensaiou um vôo. – O casal se entreolhou e se movimentaram, jogaram ao chão uma quantidade maior de ração.- Quando o povo viu a maioria das galinhas ciscando no chão, desceu e foi para junto delas.– O casal ensaiou um desejo de desistir da prova. O poeta sorriu e voltou ao seu intento.- O casal despistando disse; não adianta, o povo virou galinha. E além do mais seria muito perigoso para ele voar alto, cair e se machucar. Ou até mesmo, se rebelar, fugir e se perder.- Não respondeu firmemente o poeta. Ele é águia, e quando chegar a recuperar o seu poder, ele vai saber o que fazer. Amanhã tentarei de novo.No dia seguinte, o poeta e o casal levantaram bem cedo. E foram para fora da fazenda, no alto de uma montanha. O sol nascia na vida de todos.O poeta ergueu o povo para o alto e disse:-Povo, já que és águia, abra sua mente e coração, suas asas, e voe!O povo olhou ao redor. Viu a imensidão do mundo. Tremia como se experimentasse nova vida. Mas não voou. Então o poeta segurou o povo firmemente, apontou o rosto do povo aonde o sol iluminava e lá estavam os livros que livram. O vasto horizonte abriu-se na mente e coração do povo. Nesse momento, ele encheu o peito e abriu suas potentes asas e com um grito de liberdade ergueu-se, soberano, dono de si mesmo. E começou a voar, a sentir o gosto e a responsabilidade que traz a liberdade. O vento e o invento de sua imaginação criaram um mundo novo O povo voou e voltou. Perdoou os erros seus e do casal. Assim criaram um mundo equilibradamente harmônico. Moral da história: não nos contentemos com os grãos que nos jogam, busquemos nossos ideais e vivamos plenamente. Quem não quer isto, que vivamos plenamente, na verdade, são os corporativistas. Os donos de grandes marcas. Faça da sua vida uma grande e fraterna aventura.Viu. É básico ser-se para viver plenamente.Transforme a informação em conhecimento utilizável, e com o tempo será a experiência necessária para saber guiar a sua vida para um destino de sucesso e realização pessoal em prol de tudo e todos. A benevolência e altruísmo ainda vão ser moda, antecipe-se.A liberdade de poder fazer tudo, nós leva a fazer nada. Não seja uma marionete do sistema, seja o que você sabe e aprende com sua curiosidade. O mais que humano em nós só sai por meio de uma lapidação de nosso caráter.
____________________
Texto publicado em site Extemporâneo em outubro de 2005.
domingo, 26 de julho de 2015
Arte de Viver Opte
Havia um tempo em uma localidade que se criou um Jovem. Ele compartilhava conhecimentos com as Pessoas. A uma Pessoa que tinha os olhos infeccionados, Ele ensinava um preparado natural para passar nos olhos e pedia para que não passasse as mãos sujas nas vistas. Isso continha a infecção dos olhos de muitos. Para Aqueles que estavam com problemas de dor de barriga, diarreia, ou outro problema digestivo, Ele passava uma receita de alimentos integrais, e pedia para que lavasse muito bem os alimentos e as mãos antes de fazer as refeições. Algumas dessas Pessoas se curavam dessas enfermidades. Assim, com dicas de cuidados de saúde foi ajudando muitas Pessoas. E na área da cidadania explicava que era melhor que Todos se respeitassem, independente de sua classe social, cor, religião, partido político ou time de futebol. E dizia que não existia equilíbrio psicológico sem espiritualidade, fosse ela direcionada a algum culto religioso ou tão somente meditando e praticando bem em busca de algo maior.
Mas algumas pessoas não gostavam de suas conversas,
preferiam viver uma vida mais bruta e sem grandes ideais humanos. Essas pessoas
somente pensavam em coisas materiais, poder, desejos carnais e status. Ele era uma pessoa simples, não tinha grandes posses, e essas pessoas materialistas não
acreditavam que alguém podia ser feliz com uma vida tão simples.
Certa vez Ele, que geralmente era uma pessoa calma e centrada teve uma discussão com alguns comerciantes da região. O assunto era banal. Mas
esses comerciantes sentiram-se acuados, pois Ele pensava e tinha conversas com o Povo que
poderiam os tirar da condição de rebanho, isto é de facilmente manipuláveis. E isso
começou a preocupar, também, os políticos da região.
Naquela época havia um estranho modo de julgar as pessoas.
Eram criados conversinhas, fofoquinhas, alimentadas com muita maldade e
revolta. Porém, algumas pessoas após compreenderem que a vida não é somente comer,
beber, excretar, transar e gastar, que tinham que estudar e ter uma grande vontade
de crescer não somente materialmente, mas principalmente, como cidadão. E
outras, em maioria, perceberam que iriam perder seus rebanhos facilmente
manipuláveis, e que assim não seriam mais o destaque financeiro da região e não
poderiam mais com suas ideias curtas comandar as necessidades e vontades dessa
massa sofrida. Esses então pensaram em arranjar um jeito de se livrar Dele.
Mas como Ele correlacionou sua experiência com aquela que aconteceu
há dois mil anos. Retirou-se e decidiu ser um exemplo, não um mártir. Começou a
escrever para Viver. Dedicasse hoje tão somente a Arte de Viver.
E o tempo me diz
Enquanto o ponteiro das horas encaminha a noite para amanhecer
Eu continuo nessa selva a me embrenhar
Por uma sede vou buscar outra ceva
Servo sou do álcool
Mas não do doce da vida
E de fato não sei de nada
Se acaso saiba
Me diga
Ou tente
Talvez eu acredite
Está amanhecendo
Eu um traste
O sol lá no horizonte
Por de trás daquela gente
As pessoas boas vem de encontro
E não me levantam
Elas que sigam ao vento de suas palavras
Sou o que estou
E estou livre
Livre da noite
Está amanhecendo
O sol paira no horizonte
Vai amanhecer
Não me tire a atenção
Aquele primeiro raio
Óu não
Distrai-me
Trai-me
Não vi o sol nascer
Mas vai
Mas vai de novo anoitecer
E vou me dar outra chance
Não importa a porta
Vou bater até abrir
E você comigo rir
Bato em mim até eu atender (entender)
1,2,3
Meia volta volver
Ando muito por ae
E o som que ouço é...
Uma música que diz
Vá ser
Um pintor
Cantor
Ator
Jogue essa dor em algo
Já que o alga não deu em nada
De relho dê nesse pessoa que me lê
De relho dê nesse pessoa que me lê
Olho pela janela limpa
No reflexo do vidro me vejo
Medusa de galhos das árvores lá fora
Um Mr. Hyde num Dr. Jekill sou
O sol ensaia uma gota
E a chuva se esgota
Alguém de mim gosta?
A direção me aponta para a ponte
Uma fonte de inimigos saem para aplaudir
Minha face se faz de semáforo
Paro
Da vista dou-me um prazo
Saiam de minha vida por favor
Um bar cheio
E como eu sei
Um tio ri na porta
E ela ta torta
A pego jogo na cara do espelho
Estou ficando velho
Mas estou mais limpo
Mas a chuva continua
Limpando a imunda rua
Guardo meu velho espelho
Onde estou?
Onde estou?
Nem sei onde estou
Se nesse quarto escuro que me escondo
Se nesse quarto escuro que me escondo
Mas da rua não gosto mais
Só gente portando tão pouco
E por isso se matando
Cheio estou tão cheio
Que nem sei o valor
E por isso se matando
Cheio estou tão cheio
Que nem sei o valor
Resguardo com todo o meu amor
Sei que o texto está ficando longo
Mas já que está chovendo vou continuar
Largo
Quem não gosta da minha lábia
Saiba
Sou uma jóia preciosa
Tanto quanto qualquer um
Mas eu já sei
O que vim fazer
Então não me venha desviar
Meu semblante você vai ver quando deitar
E tentar dormir
Saberás que estou pensando em ti
Quem não gosta da minha lábia
Saiba
Sou uma jóia preciosa
Tanto quanto qualquer um
Mas eu já sei
O que vim fazer
Então não me venha desviar
Meu semblante você vai ver quando deitar
E tentar dormir
Saberás que estou pensando em ti
sábado, 25 de julho de 2015
sexta-feira, 24 de julho de 2015
Jobs
Tem gente que vê um
filme ou lê uma biografia, e acha que sua vida é esse filme ou aquela
biografia. Não contextualiza com a sua própria situação e habilidades, e além
do mais não sabe fazer filmes nem escrever biografias. Ilusão?! Só quem
responderá será a sua habilidade de achar em si forças para habilitar-se para
tal sucesso inspirado nesse filme ou biografia. Preparar-se com os pés no chão,
a mente nas nuvens e o coração... Se você não compartilha de nosso entusiasmo e interesse, saia!
Alguma coisa aconteceu com você. -Virei gente grande! - Não, não virou não.Tem
que ser apaixonado pela sua maior habilidade, não somente pelos lucros dela.
E é quem te desafia, que te faz crescer. E nunca tenha medo de alguém
que possa parecer maior do que você, alie-se a esse, mas não junte-se só para
usurpar de suas habilidades. O tenha ao seu lado. Não faça do seu
objetivo você mesmo.
quinta-feira, 23 de julho de 2015
Repórter Elo Cultural 1
10 a bafo A massa...se ela se amasse tanto quanto parece, não tanto pereceria
Por que a maioria
das pessoas não leem mais, não veem mais filmes de salas? Ver filmes da Sala P. F. Gastal, Casa de Cultura Mario Quintana,Cine Bancários, Santander Cultural, Sala Redenção, Capitólio... Experimente um
dia ir à uma sala dessas e deixe-se levar por uma história sem tiros,
perseguições, efeitos especiais, barulheira, gritos,.. Requinte-se. Seja
você seu próprio quintal. Divirta-se now. Não tenho grandes urgências de
conquistas financeiras, carros, viagens, status,..Tenho paz ciência. Construo
lentamente minha carreira. Minha meta. Meu alvo esta la, calmo e atingível. O
que é a mim cabível fazer. Sem
disputa. Não digo nada a nenhum, nem a ninguém. Sou aberta e declaradamente do
bem. Na minha sigo minha sina. Espero o devir.
Consumo, construo e distribuo conhecimento. Acredito que o país vive uma crise
de moral. Todo mundo querendo levar vantagem. Mas na real é uma crise de
distribuição e falta de interesse por conhecimento geral. Existem pessoas que não
querem saber e tem raiva de quem sabe. Ser esforçado para aprender é
visto como a busca de lograr o que não quer saber. Assim quem busca
saber é totalmente isolado. Algumas pessoas julgam boas as pessoas que
tem carrôes, status, roupas caras, altos gastos.. e nem se importam de onde vem
esse dinheiro para ostentar. A visão larga de quem busca não é
compreendida pela estreita. Sou
um Ósi que rima com metamorfose. Um Elo que rima com belo. Um Gérson que rima
com qualquer som.
Sou
um Ósi que rima com metamorfose. Um Elo que rima com belo. Um Gérson que rima
com qualquer som. Rompo com os lacres da norma, da
idade, do politicamente correto. E não escrevo aqui no FB para ganhar likes ou
seguidores. Escrever é a minha vida. Viver é a minha escrita. Vou ao
cinema. Leio. Escrevo. Não sou escravo de ninguém. Sou adepto do bem.
segunda-feira, 13 de julho de 2015
Escravos do Desejo
Mildred Rogers, personagem de Davis, parece realmente ter sido feita pra ela. Difícil é saber se a personagem moldou bem a personalidade debochada de atriz ou se a atriz moldou a personagem – Rogers e Davis, afinal, têm muito em comum. A garçonete olha de cima, seu olhar esquadrinhando o ambiente, procurando oportunidades, sendo verdadeira em cada palavra. O personagem Philip inclusive chega a lhe pedir que não diga “eu não me importo” com aquela frequência nem com aquele tom que ele sabe ser verdadeiro – nada é mais genuíno do que aquilo: Mildred não se importa, apenas. Precisa de alguém que lhe sustente, alguém que lhe dê aquilo que ela quer. Para Mildred, esse alguém era qualquer alguém, mas em especial Philip, um homem que ela sabia que estaria sempre ali para lhe servir, eis a servidão humana. Para Dette Davis, esse alguém de quem ela precisava era a mídia, a crítica, o público, o reconhecimento de seu talento natural para desprezar, coisa que Davis fez bem não apenas nesse filme como também em outros e, ainda, na vida.
domingo, 12 de julho de 2015
To doido de doído
A música que sou anda por ae
Torna-se o álcool que entorno
E a luz do sol da minha cara
Sova um pão em meu sovaco
No olhar a dor da música especial de ser o que não se tornou
O que sou se foi como um oi
Sem nunca mais um depois
O que sou se foi como um oi
Sem nunca mais um depois
Como uma criança que se olha no espelho de si
E não se reconhece adulta
Já que num WC quando batem ninguém responde
Tem gente que ninguém entende
Tem gente que ninguém entende
Onde cai a dor de se estar só
É onde estou
É onde estou
Eficaz analgésico é o torpor
Ou há álcool demais?
Ou há álcool demais?
Stop em mi disso ae
Claro que ainda está escuro
Só mais um ataque
Meu sotaque de fora diz que o que aqui dentro existe resiste
Ontem ri
Hoje vou chorar
Faz parte
As cores de minhas dores variam
Viajam além da farinha
Viajam além da farinha
Fariam algo diferente com suas saúdes
Iriam além
Iriam além
Se talvez fossem cinzas as cores do arco íris
Só que nessa noite azul aqui estou
E o Sol vai surgir sei
Alongo-me
Além da dor que me corrói, algo me constrói
Sai
Sou
E ontem já não
E hoje
O grito sai deferente
Re-escalando meu plantel de não saberes
Aristotélicas misturas de Poes
Poesias e Cias
Vazias de significados que possam empossar um não
E sem sins
Sou uma música livre
Que anda por ae
Impressionando as expressões
Ái
Mas amigos
Tenho que...
Jogar-me no assoalho de meus verbos
Vermes
Que vêem-me
Vendendo-me
Please
Esse crime não cometerei
Ligo demais para mim para te amar tanto assim
Tem um porém que sem eu está sem
Sem um porque viver
Nem morrer
É isso como ae está
Só um ter sem ser
Jogar-me no assoalho de meus verbos
Vermes
Que vêem-me
Vendendo-me
Please
Esse crime não cometerei
Ligo demais para mim para te amar tanto assim
Tem um porém que sem eu está sem
Sem um porque viver
Nem morrer
É isso como ae está
Só um ter sem ser
sexta-feira, 10 de julho de 2015
Um buraco que não vá me enterrar
Levo
minha vida do jeito que dá
E
me dou assim
Mas
ninguém parece gostar tanto de mim
Quanto
eu
É
que estou livre do ego
Da
vaidade
De
ter que ser aceito e amado
Estou
livre
Mas
lembro que essas coisas me prendiam
Mas
é que não sei
Mais
onde me encaixar
O
amor que sinto faz-me
Ser
um próprio caixão sextavado
Procuro
uma lágrima em mim
Óu
achei
Eu
tenho que achar o milagre de nascer em amar
Pois
vim desse ato
Que
beleza
Que
consistência
Quebrar
o seis em português
Ao
six em inglês
Sexo
Nexo
...Que
leveza minha piça
Um
suflair
Um
corpo cavernoso
Uma
caverna
Uma
caserna cheia der sangue
Fazendo
eleger algo que dum saco
Sem
álcool
Só
sêmen
Sem
mentira amar
Estou
duro entrando numa caverna
Numa
fenda
Que
quem desvenda
Torna-se
escravo
Não
sei
É
justo o caminho
Tenho
que sonhar que um dia vá encontrar
Um
buraco que não vá me enterrar
Micro Herói
Procuro
um eu em mim
Um
eu livre de si
De
si ser
Falo
de uma pessoa que ame as outras
Independentemente
A
VERDADE É QUE AMAR É A SOLUÇÃO
Não
é história de religião
Apesar
de nos religar
...
Estamos a nos amar
...
E
penso que sempre precisamos de micros heróis
Aqueles
que ajudem aonde estão
Eu
nem sei mais o que fazer
Mas
Eu
Não
saio de algum lugar
Se
lá deixar alguém que de alguém possa precisar
Estou
lá
Desde
já
quarta-feira, 8 de julho de 2015
Máximas do Manual Express - Perestroika
Uma boa ideia guardada não vale nada. Faz agora issoae. É, mas não fique sempre na mesma ideia ou projeto, se não ta dando certo vai dar outra banda. Invista seu tempo em algo que engrene de uma vez. Esse negócio de ideias a frente do nosso tempo só faz o cara se f... mais. E não se sinta frustrado por não trer conseguido fazer vingar essa sua baita ideia, tem mais. Um dia chegará a hora de aproveitá-la. É melhor participar como coadjuvante em um trabalho que vingue, do que ser autor de uma trabalho emperrado.
Leia muito, mas com muito critério
Uma solução fácil não é necessariamente uma solução óbvia.
O esforço em uma trabalho é como torcer uma toalha molhada, quantas vezes a torcemos sempre sairá um pouquinho mais.
Mais ou menos é menos. Se quando ta bom as vezes é reprovado, imagina quando ta mais ou menos
Quer puxar meu saco? Faça um bom trabalho - Diz o chefe
Ninguém vai te pegar pela mão e te ensinar tudinho. Vai a luta, meu. Ser bom no que se faz da trabalho. Rale muito!
Leia muito, mas com muito critério
Uma solução fácil não é necessariamente uma solução óbvia.
O esforço em uma trabalho é como torcer uma toalha molhada, quantas vezes a torcemos sempre sairá um pouquinho mais.
Mais ou menos é menos. Se quando ta bom as vezes é reprovado, imagina quando ta mais ou menos
Quer puxar meu saco? Faça um bom trabalho - Diz o chefe
Ninguém vai te pegar pela mão e te ensinar tudinho. Vai a luta, meu. Ser bom no que se faz da trabalho. Rale muito!
terça-feira, 7 de julho de 2015
Vix
Após 2 séculos em 1800, em plena evolução da medicina, havia uma perseguição às curas naturais, feitas por xamãs, que eram chamados de feiticeiro(a)s, bruxo(a)s. Havia uma perseguição ao povão. Era o início das grandes corporações.
terça-feira, 30 de junho de 2015
Me dou e me dou. Ninguém me quer
Sei que isso não é hora
A presidente deve estar dormindo
Mas quando ela acordará?
Quantas histórias terão um triste fim
Não dá para continuar assim
Mas resisto
Quem me entende?
Quem será que vai um dia tentar
Mas um grito sai de mim
É tão claro como o sol
Mas muito mais que mil
Que dez mil dias
Mais
Desde que lembro tento
Tento expressar o que sinto que sinto
Repito de repente
Os gritos desses muitos
Há tanto tempo nunca escutados
Meus olhos fecharão sob toneladas de tentativas
Não
Nunca irei desistir
É sempre hora
E agora
Vou sussurrar ao vento meu intento
Deus nos fez para fazer algo
Tento todos os dias descobrir
E sei que se nada sei
Isso sei
À vida me dei
sexta-feira, 26 de junho de 2015
Off Aff
Cem zilhões tenho para gastar nesse meu viver
E um sentai-vos vale mais do que...meu niver
Lembro de minha juventude...que viver
O sol se punha...bom ver
E ao meu punho gozava...o que fazer
E o ar acabava em meus pulmões...tanto mais
Comigo eu pensava e sentia que secretamente havia algo...mais
Que não fechava...eu com meus pais
Trago comigo duas bolas que juntas dizem...mas
Siga sem mim...pus um mas
Mas como assim...pensei
Confuso...não sei
Confundo no fundo o seu céu com meu eu...faço tudo de novo
E arrisco digitar um texto on...sou um ovo
Off...redondo
Aff...redundo
E assim vejo que as pessoas não dedicam suas vidas a si...reitero
Vivem de e por aparências...estou inteiro
Phodem seus parentes...assim todos
Que somos todos nós...os quero de novo
Os que entendem que eu quero continuo
Lembro de minha juventude
Tantos sonhos jogados para fora de jovens
A luz clareia tanto que prisma a costa do oceano
Estamos sempre na praia esperando o sol nascer
Secretamente sabíamos que íamos voltar
Mas as cosias não são bem assim
Olho no arco dos olhos flechando irís
A mira
Minha Vó Mira
Marcou o lindo caminho
Entendo que não quero compreender
Se a vida é minha
Caminho sozinho
E sem profissão vou indo
E vindo
Venho
Nos feras a tu sou
E o Hollywood é um cigarro que não fumo mais
Não quero e não vou zombar de que fuma
Mas eu não
Pau use e norme
Livre diz o azul do céu a meu sangue
Circule só sem muito mais
Sabe que quanto mais
Mais difícil é de...
Só uma longa
Uma longa
Ontem a noite meus amigos se tornaram anjos
Eles me protegem de você
De você que não quer mais me ler
Lembro de minha juventude
Tantos sonhos jogados para fora de jovens
A luz clareia tanto que prisma a costa do oceano
Estamos sempre na praia esperando o sol nascer
Secretamente sabíamos que íamos voltar
Mas as cosias não são bem assim
Olho no arco dos olhos flechando irís
A mira
Minha Vó Mira
Marcou o lindo caminho
Entendo que não quero compreender
Se a vida é minha
Caminho sozinho
E sem profissão vou indo
E vindo
Venho
Nos feras a tu sou
E o Hollywood é um cigarro que não fumo mais
Não quero e não vou zombar de que fuma
Mas eu não
Pau use e norme
Livre diz o azul do céu a meu sangue
Circule só sem muito mais
Sabe que quanto mais
Mais difícil é de...
Só uma longa
Uma longa
Ontem a noite meus amigos se tornaram anjos
Eles me protegem de você
De você que não quer mais me ler
quarta-feira, 24 de junho de 2015
Não, não existe
Andava por ae de reflexão em reflexão
Até que olhei uma poça no chão de uma quarta-feira
Deu pra ver eu mesmo do meu não
Canseira que resiste
Olhei pro céu que me disse
Olhe pra dentro
Fui à um cinema no centro
Encontrei mente e coração
Um chiste que rima com o que comigo existe
Dentro um vulcão começou a derramar
Uma vontade louca de amar
domingo, 21 de junho de 2015
quarta-feira, 17 de junho de 2015
Eu não below gaTINHA
Me provocaram até amanhecer
E está azul
E o cemitério sem ninguém
Começo a acordar
São uns zumbis
Vou estourar
No meu mundo colorido, danço
Mas tem mais
Eles trabalham até seus olhos sonharem
Mas antes dos olhos estamos nós
As vozes dizendo vá
Somos uns olhos infantis
Daqueles que dizem
Que pra ser feliz
É só se seguir
E que mesmo num cemitério há o mistério
E que viver diz o que diz
Que o azul do céu vem da luz solar
E que se talvez amar
Possa ser ser feliz
Mesmo que não seja com você
Vou
O meu estilo incrível diz
Que não quero
Mas depois do zero
Below sou eu
E que depois do zero escalei-me
Escabelei um fio que eu não sabia que
TINHA
terça-feira, 16 de junho de 2015
Sopros de ventos
Lembrando de minha juventude viajo
Viajo até lá
Se eu pudesse me olhar
Me ajudar
Estava la
E no ar passa uma luz que ilumina o estádio
E esse jogo da vida ao vivo é transmitido
Ái sai
Não quero mais escutar
E os ricos secretamente observam os pobres
E querem ter aquela simplicidade de sonhar um dia melhor
Surge uma loucura sem drogas
Eu quero decidir pelo certo
Por favor não complique
Anote nesse seu papel de vida sua vida
Que sai a nota divina
Que sai a nota divina
Meu melhor ainda está por vir
Eu disse que ao fim que o amo
Eu não quero lutar por nada
Quero a paz em tudo
Nunca mais quero dizer a Deus
Eu quero falar com os meus
Que iguais sofrem e vivem
E querem continuar a viver
Meus olhos arregalam
Canta o galo
Está amanhecendo
È cedo eu sei
E nada do medo acordar
O medo é preguiçoso
Estou na luz nova desse dia novo
Um ovo olha a frígida frigideira
E uma uva cai da videira
Assim se resume uma vida inteira
É perigoso não ser só mais um
Mas quem não quer ser só mais um fantasma por ae
Tenta
Uma luz diz meu nome e o seu que está ae me lendo
E se ouvindo
E a estrada é longa
Que onda
sexta-feira, 12 de junho de 2015
quinta-feira, 11 de junho de 2015
O que vale um filho? perto da liberdade da modernidade
-Mães não notam seus filhos
Estão em busca de sobreviver
Os filhos então estão em revolução
Achar um filho que diga que ama sua mãe
Mais do que os vis metais, é demais
Como os pedir mais?
Mais do que os vis metais, é demais
Como os pedir mais?
Se suas próprias mães não o fazem mais
Já que sua mãe não o ama mais
-As mães estão armadas
Escabeladas
Prontas para saírem com suas chapinhas
Mas para o seus rebentos dos seus próprios ventres, não são retas
Que falta faz uma chinelada de uma mãe
Para não dar depois de chinelagem na sociedade
Mas o que vale um filho?
Perto da liberdade da modernidade
Me vem uma luz escura
Meus irmãos dizem para mim luz
Não acredito mais
Acho que uma luz num escuro desses é...
Não vou travar em mim isso ae
Sei que essas vozes podem me deixar louco
Mas eu...
Eu tenho que ouví-las
O madeiro que carrego some quando bebo
E não é vinho
É ceva
A selva
Como um crime
E cago um creme
E o fim me fala
Tenho que fazer isso
Eu sou um falador do...
E da...
E de...
E desci até o sim
E creio que a realidade crio
As mães atuais não criam seus filhos
E culpam os seus pais por isso
Não existem mais pais
Nem nunca houveram
Por causa disso tiro minhas calças e me torno mãe
Mãe de uma nação que precisa de uma mão
Mesmo que não seja da minha
Que seja de alguma pessoa que não seja pregada numa cruz
Não mato mais deus
Em meus eus carrego a chance
Certo de que possa me interpretar errado
Vou indo e não findo
Já que ao que me parece a melhor sociedade está na Fim(n)lândia
Mas deus em mim não morreu
E o sangue que circula pela minha vida está esparramando
O que o mundo está está gemendo
Digo querendo
E dessa crise há de surgir
Mais que depois de uma guerra
Uma evolução
Esse sofrer vai...
Dançar...
Cantar...
E encantar as colunas vertebrais de todos os animais
Eu disse que não aguento mais
Mas vou resistir assim
E abro minha vida para a morte
Um sorriso sincero
Eu sei que você tem que existir mas...
Eu...
Nós...
Não aguentamos mais
Vamos fazer as pazes
E cago um creme
E o fim me fala
Tenho que fazer isso
Eu sou um falador do...
E da...
E de...
E desci até o sim
E creio que a realidade crio
As mães atuais não criam seus filhos
E culpam os seus pais por isso
Não existem mais pais
Nem nunca houveram
Por causa disso tiro minhas calças e me torno mãe
Mãe de uma nação que precisa de uma mão
Mesmo que não seja da minha
Que seja de alguma pessoa que não seja pregada numa cruz
Não mato mais deus
Em meus eus carrego a chance
Certo de que possa me interpretar errado
Vou indo e não findo
Já que ao que me parece a melhor sociedade está na Fim(n)lândia
Mas deus em mim não morreu
E o sangue que circula pela minha vida está esparramando
O que o mundo está está gemendo
Digo querendo
E dessa crise há de surgir
Mais que depois de uma guerra
Uma evolução
Esse sofrer vai...
Dançar...
Cantar...
E encantar as colunas vertebrais de todos os animais
Eu disse que não aguento mais
Mas vou resistir assim
E abro minha vida para a morte
Um sorriso sincero
Eu sei que você tem que existir mas...
Eu...
Nós...
Não aguentamos mais
Vamos fazer as pazes
segunda-feira, 8 de junho de 2015
Redundâncias
Subi para não descer
E fiz um elo que ligue o fim
Para não acabar com a absoluta certeza de que nós todos
Mesmo juntos
Nunca seremos metades iguais
Ou quem sabe edis dessa cidade em outra alternativa
Que anexo em arquivo pra não recuar tanto atrás
Mesmo sendo unãnime que todos convivam juntos
E de fato na realidade nunca se encaram de frente
Pois nessa multidão de pessoas
Encardidamente sujas amanhecem nessa manhã cinza sem sol
E que não renovam-se de novo para uma inesperada surpresa diária
Que cotidianamente saem para fora todos os dias que nascem protagonistas
Num papel pincipal de voltar a repetir os mesmos erros sem fim
Que nunca acabam com a nossa sempre esperançosa vontade de não fazer nada para mudar tudo como está
E fiz um elo que ligue o fim
Para não acabar com a absoluta certeza de que nós todos
Mesmo juntos
Nunca seremos metades iguais
Ou quem sabe edis dessa cidade em outra alternativa
Que anexo em arquivo pra não recuar tanto atrás
Mesmo sendo unãnime que todos convivam juntos
E de fato na realidade nunca se encaram de frente
Pois nessa multidão de pessoas
Encardidamente sujas amanhecem nessa manhã cinza sem sol
E que não renovam-se de novo para uma inesperada surpresa diária
Que cotidianamente saem para fora todos os dias que nascem protagonistas
Num papel pincipal de voltar a repetir os mesmos erros sem fim
Que nunca acabam com a nossa sempre esperançosa vontade de não fazer nada para mudar tudo como está
sábado, 6 de junho de 2015
Quem eu sou? Quem quiser e puder
-Sou descendente de...
Espanhol
Português
Português
Italiano
Alemão
Bugre
E como vou querer ser só um?
Por isso sou...
Colorado
Gremista
Poeta
Fotógrafo
Roteirista
Síndico
Palestrante
Gestor Social
-Mas para que você está digitando isso aqui no FB?
Você acha que deve explicação para alguém?
-Não é uma explicação é mais uma autoanálise. Sou assim... um
buscador.
Sou Um...Dois...Três...Elo a elo
quinta-feira, 4 de junho de 2015
A você que conheço
É sim seu doce sorriso
É algo assim
Que eu não quero
Nem consigo identificar
É esse mistério em meu ao te olhar
Que diz
Eu amo você
Na realidade eu não sei
Se é o seu rosto
O seu gosto
O seu nem sei o que
Eu te amo
E agradeço a tudo
Por ter te conhecido
Eu estou feliz
E mesmo sabendo que por um triz
A mim só seja uma atriz
Mas que eu ator atroz aceito
O seu azeite
Que de oliva me alivia
terça-feira, 2 de junho de 2015
Sargento Sargeta
Eu no fundo estou alto
Olhando pra baixo
Esquisita essa esquina
Como eu fedo
O mundo perfumado me olhando
Mas sei que sou especial
Sou franco
Estou fraco
Mas é um crime
O mundo me perder
Eu me perder no mundo
Só quero um espelho
Olhe-me profundo
Que perfeição que eu sou
Por que assim estou?
Mas que crime
O meu é de creme
Por dentro meu cerne ferve
Ai
Ai meu deus eu
Eu
Eu
Eu me amo tanto
Vai raiar em mim
Vou
Eu vou sobreviver
E sobre viver
Sou franco
Sou fraco
A bebida tem bebido minha vida
A poeira nos meus olhos apagam qualquer coisa que eu veja
Que não seja cerveja
Mas quero é Ser VejaQue não seja cerveja
Vago pelo nervo vago
Coisas que...ainda pago
O monstro que minha vida demonstra
Destrói a montanha
O monte
Meu horizonte
Sente ao meu lado
Conte os meus dados
Jogue comigo um momento o jogo da vida
Vou me dar
Tenho que levantar e andar
Estou na foz pronto para me jogar
Minha mente
Essa nós
E nós a desatar essa sangria
O quente que vem de dentro da gente
Não mente
Mas a mente não entende
Tao vez
Não mente
Mas a mente não entende
Tao vez
Chefinho te amo como o meu caminho
-Jogue fora sua vida agora!
-Eu não
-Quanta vale seu dia, sua hora?
-Chega! Vou sair daqui
-A porta está aberta. Vá! Quero ver você viver sem esse
salário que lhe pago
-Vou e não precisa saber como vou viver
Minha vida é única
É o show do que sou
Eu aguento mais
Mas não quero mais
Não mais
Sou uma nave alienígena
Um indígena nessa indigesta civilização
Em guerra todos estão
Irmão
Me dou a mão
Estou recebendo um comunicado de meu íntimo
Estão batendo em meu peito
Sou eu mesmo
E eu digo que não sei
Não que nada sei
Não que nada sei
Sou uma evolução do meu ser
Eu lembro de ontem sim
Mas hoje estou mais em mim
E assim
Não quero mais viver para ter
Quero ser vejo
Saio tranquilo
Sem brigar
Vou viver o meu sonho
Não me sigam
Não sei para onde vou
Mas vou
Meu espírito é livre
Todos os sonhos são de liberdade para serem de verdade
Ando mesmo por ae
As cores da estrada são questões que ecoam
Estou indo agora
-É! Então vá! E não volte, aqui você não trabalha nunca mais
Calma. Com a alma você vai entender
Se estender sua mão para alguém
Para além de receber e dar moedas
Você vai ver o que estou buscando
-Vai sonhador!
Tudo o que existe é resultado de sonhos
Eu sonho sim
E vou seguir a lei universal
Unir-me ao ar, ao mar
Pegar essa minha voz
Cantar
Esse meu corpo
Dançar
Essa minha vida
Viver
domingo, 31 de maio de 2015
Fecho os meus olhos pensando em você
Acho só que o amor não é nada disso
Mas olha só o que você fez
Meus pés ásperos pelo chão deslizam
Parece eu e você
Acho que o chão rachou e para rimar me perdeu
Não achou
O solo está a me dizer que ão importa para onde eu vá
Em você vou dar
E não há uma só alma que mantenha calma sem seu amor
Fecho os m'Eus olhos
Vou para o espaço e desconto em deus o que não faço
Os áis que saem de minha voz
Esclarecem que eu só sou meu se for seu...nós
O meu ligar está onde você está
E por mais que eu insista e insista
Estou ae
E uma voz que diz
É o fim
Só mente
Minha mente acredita no que sinta
Perdido estou
O ar do meu hálito
Diz isto
Feche além de seus olhos, sua boca
E sacrifique sua vida
Por uma outra
A recompensa
Vem além do que se pensa
Mas o que eu quis dizer está
Continua no ar
Em um piscar você vai entender
Que não foi pra ti
segunda-feira, 25 de maio de 2015
Repórter Elo - Onde o objetivo é definido, focado e atingido
Chega de dissipar energias em projetos mil. UM POR VEZ!
Anoto meus projetos em uma lista
que serve como guia de ações. Penduro essas minhas anotações na parede. Meu
lema é tudo tem sua hora e sua vez. Impressiono meu subconsciente. Autossugestiono-me.
Nada pode me impedir.
Organizo esforços! Métodos! Ações
adequadas para atingir o objetivo. Até tal realização minha vontade é ardente.
Dirijo todos os meus sentidos tato, olfato, visão, paladar e audição para criar
novos hábitos.
Ser bem sucedido é uma questão de esforço pessoal
Sou agressivo e persistente. Quando
decido o que quero vou a luta com foco e força. Sou feroz nessa busca. De
maneira hábil e honesta consigo cooperação dos outros. Fé, lealdade e
sinceridade no propósito são primordiais nessas parcerias.
A semente do sucesso está adormecida em cada derrota
Ao encontrar algum obstáculo, o
contorno, o desfaço, pois o sucesso ergue-se contra o vento das adversidades. É
preciso remover muitas pedras do caminho para alcançar o verdadeiro sucesso. Um
vencedor nunca abandona a luta. O sucesso não necessita do fracasso dos outros.
O sucesso é baseado na justiça e na verdade.
Leio. Assisto vídeos e filmes. Ouço. Anoto tudo
contextualizando ao meu objetivo
Busco estar o mais capaz possível na
atividade que me proponho a ponto de atrair a atenção favorável dos que têm o
poder de promovê-la. Em harmonia mental com as pessoas a minha volta sigo rumo
ao sucesso.
A oportunidade não está longe, está bem onde eu estou
Observar e analisar o exato efeito
de minhas propostas e transformá-las para que sejam melhores aceitas. Descobrir
as causas reais dos fracassos temporários diante do espelho das reflexões
imparciais e não imersas. Cada fracasso é uma benção disfarçada, de outra forma
não evoluiríamos. Coragem para assumir erros e modifica-los. Os outros só
acreditam em nós quando temos autoconfiança, mas não devemos dizer somos
autoconfiantes. Pense bem antes de falar. Creiamos no que possamos fazer, mas
não digamos. Façamos.
Telepatia - Personalidade agradável
fazem os negócios florescerem. O público compra tanto personalidades quanto
mercadorias.
Organizar e classificar o
conhecimento transforma e dá uma direção aos negócios
*Fazer a lista dos prováveis apoiadores
e fazer algo que os agrade permanentemente até que eles apoiem os projetos. Ser
pontual e objetivo em reuniões. Falar sobre as vantagens que terão ao apoiar
culturalmente (com entusiasmo) pg 320 Lei do Triunfo I
Dominam-se as pessoas com eficácia
somente financeiramente ou pela paixão.
Nunca sabemos o tanto quanto
pensamos, somos eternos aprendizes – isso sim é sabedoria.
Andar ereto, queixo rente ao
horizonte.
O tom de voz com qualidade e
volumes harmoniosos.
Olhar firme e confiante, mas não
desafiador
Conheça os que o rodeiam mais a
fundo, as pessoas não são o que aparentam. Saiba mais sobre os outros
observando quando irritados, amando, questões financeiras, comendo, escrevem,
estão em dificuldades, alegres, abatidos, derrotados, em apuros, informados
sobre desastre ou boa-sorte alheios, quando querem causar boa impressão, quando
ganham ou perdem em esportes, quando a sós. Ssim saberá onde está a força e a
fraqueza das pessoas.
Saiba que nem todas as pessoas
querem saber as verdades da vida, preferem as ilusões. Ser tolerante,
simpático, ter autocontrole e ser perseverante.
Economizar é bom!
Ter iniciativa, ela abre as portas
das oportunidades. Fazer o que é preciso sem alguém mande.
Não deixe para amanhã. Faça agora!
O limite está na mente.
Cultive seus sonhos como seus
filhos.
Seja um exemplo!
Iniciativa e liderança!
Faça mais do que esperam!
Mude! Mas com uma razão importante
e evidente. Assuma! Exatidão de pensamento.
Pensar certo, é distinguir boatos
de fatos
Crie oportunidades!
Planeje!
Entenda a psicologia da multidão!
Não engane as pessoas! Caráter!
Confie!
Manter-se em harmonia e equilíbrio.
O tempo cura as feridas das
derrotas temporárias e corrige-as
Colhe-se apenas o que se planta
Adoreitchê
O brilho dos teus lábios
Sábios sabiam me beijar
O gosto? Doce
O cheiro das maçãs do teu rosto
O gosto
A cor? Rosa
Eu? Em polvorosa
E o povo do medo que me habita
Mutas essas pessoas se mudaram
Com você não há mais medo nem coragem
Somente o viver
Cheio? Até o meio
ahhhhh
E a poesia vem morar em meu ser
Eu e você
Verbos de amor mente a dentro
A a esse mundo mentem tanto
Que só assim aguento
As as verdades adentro
Nada mais existe
Nem o universo
Somente esse verso
No qual converso
Você existe somente aqui dentro de minha mente
É uma imagem de minha imaginação
Ou não
Sábios sabiam me beijar
O gosto? Doce
O cheiro das maçãs do teu rosto
O gosto
A cor? Rosa
Eu? Em polvorosa
E o povo do medo que me habita
Mutas essas pessoas se mudaram
Com você não há mais medo nem coragem
Somente o viver
Cheio? Até o meio
ahhhhh
E a poesia vem morar em meu ser
Eu e você
Verbos de amor mente a dentro
A a esse mundo mentem tanto
Que só assim aguento
As as verdades adentro
Nada mais existe
Nem o universo
Somente esse verso
No qual converso
Você existe somente aqui dentro de minha mente
É uma imagem de minha imaginação
Ou não
terça-feira, 19 de maio de 2015
Hard arde - Live livre
Como explicar o que não sei
Os dias todos estão nublados
Tenho dublado um filme no qual o roteiro está torto
A locação essa loucura de estação
Essa cidade não tem nada a ver
Sei que a estrada é longa para uma melhor estada
E eu já fui longe demais
E agora rio lágrimas
E já fui robbin hood de crianças
E já fui super-herói de ninguém nem de mim mesmo
Preciso fazer-me chorar para continuar minha sina
Que tanto me ensina
Só estou só por não querer dividir meu sofrer
A Tv me olha enquanto o rádio me escuta
E o google me pergunta
Que loucura é essa que vivo
E eu me safei
Mas estou preso a esse safar
Me agarro nesse sarrafo que no fim é só um pau
Pelo vomitar de letras estou de novo em graforréia
Óu
Ai
Óu
E o fim de novo bate em mim
Outro renascer
Mais uma fase se foi
Deu tchau e deu oi
Úi como dói
Não olho pra trás
Outra canção inauguro desse meu cantão
E o que me reprimia agora exprimo
Justo sai pela minha voz
Um som que de tão bom
Manda embora toda a dor de despertar em meio a essa multidão de desafios
Disfarçados de erros
Coragem diz minha imagem no espelho
Com cor ajo
Renasço pra cantar que toda essa dor já passou
O tempo de liberdade de optar ae está
Olhe-me
Sou assim mesmo
Livre
E mudo de novo
E de novo
Lacuna em respeito ao passado passando passado
É, eu sou assim
Não há em mim um fim em si mesmo
Há sim um eterno sim
Um sim ao renascer
O tempo que passe
Vá
E volte
Sou eu que o conto
Em cada conto invento outro ponto
E não está e nem nunca fica pronto
Sei que vou de novo morrer
Eu sou assim
Mas há o amor em mim
Sei que estou digitando de mim sobre mim
Mas só assim me acho
Paro para beber água nesse riacho
Rio e acho
Que sempre me repito
E grito ao meu próprio mundo
Eu sou assim
Livre mesmo
De todos os preconceitos
De brancos e pretos
De acertos e erros
E essa cachoeira está a brotar de mim
Jamais secará enquanto alguém me ler
Até aqui
E sempre tem mais
Vou para a rua viver
Para ter o que anotar
Sou assim mesmo
Livre
E mudo de novo
E de novo
Lacuna em respeito ao passado passando passado
É, eu sou assim
Não há em mim um fim em si mesmo
Há sim um eterno sim
Um sim ao renascer
O tempo que passe
Vá
E volte
Sou eu que o conto
Em cada conto invento outro ponto
E não está e nem nunca fica pronto
Sei que vou de novo morrer
Eu sou assim
Mas há o amor em mim
Sei que estou digitando de mim sobre mim
Mas só assim me acho
Paro para beber água nesse riacho
Rio e acho
Que sempre me repito
E grito ao meu próprio mundo
Eu sou assim
Livre mesmo
De todos os preconceitos
De brancos e pretos
De acertos e erros
E essa cachoeira está a brotar de mim
Jamais secará enquanto alguém me ler
Até aqui
E sempre tem mais
Vou para a rua viver
Para ter o que anotar
domingo, 10 de maio de 2015
Solito
Outras se procriando
Tudo
Tudo rudimentar igual mente
O sexo em desejo
Em busca de um beijo
Caio em cima de mim mesmo
Num passado fora que tenho aqui dentro
Nas sombras das árvores
Suponho que oliveiras
Uma dissonância de saberes jurados de morte
Uma medalha de prata ofuscando o dourado e bronzeado
Momento de estar vivo aqui e agora
Momento de estar vivo aqui e agora
Tanto faz para o tempo se a altura da atitude for por uma rasteira
Não adianta parece que o tempo mostra o que não queríamos ver
Crianças sempre parece que somos
Vejo na multidão as mesmas figuras
Personalidades formadas pela humanidade
Não importa a idade
Um dia saberemos todo o que fazemos
Meninos e meninas
Bonitos e bonitas
Pessoas ricas dominando pela mente os que não...
Não hão culpas e culpados
Há somente uma consciência que faz com que nós nos
Um dia caíamos em nós mesmos
Não sei para quem já foi
Mas eu daqui onde estou já vi alguma coisa
Claro que é só um ponto observado
Por um louco solito
Só isto
sábado, 9 de maio de 2015
quarta-feira, 6 de maio de 2015
O ái de ir e ir até voltar e voltar
Ui como dói pensar nesse caos que ae está
Quantas mães e filhos sofrendo por seus próprios desatinos
E a falta de amor nos bandidos e políticos corruptos
Ái como dói saber-se só num mundo sem dó
Mas ei
Eu sei que estou crescendo aqui dentro
E para que isso serve?
Continuo sonhando
Verdade
Lágrimas brotam e me botam a digitar cada dia mais e mais
Eu bato em todas as portas
Não importa
Corro
O vento seca minha face
O vento seca minha face
Meus suspiros levam-me a não pirar
Uma pira acesa na ponta dos dedos que digitam e apontam
Me aprontam ao o que nem sei o que?
Mas essa dúvida é a dádiva de minha vida
Digito nesse teclado como se estivesse telefonando para o meu
centro
Lá dentro tem alguém que sou
E está lá
No outro lado de cada face
Não é fácil
Seguir um ideal não é nada e nem tudo
É um estudo sobre...
Desculpem não posso mais
Por enquanto como que por encanto
Surge uma luz que ofusca o fusca lá fora
terça-feira, 5 de maio de 2015
Óh voz
Gemer gemo
Viver é sofrer
Ñ quer sofrer?
Ñ sabe o q fazer?
Faço isso:
Berro
Mas berro com vontade
Choro de varde
Derramo em águas salgadas
Perco os freios de meus medos à coragem
Olho o verde do vale
Leio e aprendo com erros alheios
Soluço
Acho a solução
Em meu próprio coração
Nos encontro
E conto ombro a ombro
Que por sobre o escombro
Esculhambamos
Viver é sofrer
Ñ quer sofrer?
Ñ sabe o q fazer?
Faço isso:
Berro
Mas berro com vontade
Choro de varde
Derramo em águas salgadas
Perco os freios de meus medos à coragem
Olho o verde do vale
Leio e aprendo com erros alheios
Soluço
Acho a solução
Em meu próprio coração
Nos encontro
E conto ombro a ombro
Que por sobre o escombro
Esculhambamos
domingo, 3 de maio de 2015
sexta-feira, 1 de maio de 2015
O eu que sou
Sabe o verão acabou
Continuo assim
Parece que em dezembro
Se me lembro de novo é verão
Nos veremos
Somem calores e frios
Arrepio um não assim
Sei que estou de cara
E agora logo o gol estará lá
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