sábado, 17 de novembro de 2012

Sem berrar vou dizer tudo o que penso que penso




Vamos supor que eu não seja quem eu penso que sou
Sim
Não sou quem penso
Mas eu estou vivo
Sou um sorriso
Lá venho eu pensando que sou eu
Fecho meu olhos para a realidade externa
Tudo o que está fora do meu domínio
Não é e nunca poderá ser responsabilidade minha
Mesmo que doa essa é a verdade que estou sentindo
Um pensamento desliza ao teclado
Eu sou sim uma ilusão nesse mundo confuso
Das luzes que brilham uma sou
Meu olhar
O luar
Uivo condomínio adentro
Agora compreendo
As luzes me cegam
Eu preciso de um pouco de escuridão
Sim
Mesmo que seja eu o responsável por tudo o que está acontecendo
Eu sou uma criança
Estou aprendendo
Mesmo errando
Um dia pretendo fazer tudo certinho
E por mais que odie um dia o amor vai chegar
Há ar
Amar

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

NU a ti que me lês

Acordei nu hoje
E agi naturalmente
Fui pra a rua
Uma aberração
Mas como não fui para o mesmo lado que corria a população
Segui para uma clínica de depilação
Sentei-me
Senti-me
No meu peito cada pêlo uma medalha
Despi-me de honrarias
Pensei que nem ia conseguir sair de casa
E estou aqui
Ai em ti que lês meu cabeção
E coração

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Não Hão Nãos Sem Sins Em Mim





Olho pelo espelho as horas em meus olhos
O tempo reflete meu templo
Eu meu intento
Há intrusos aqui?
Tenho que saber sobre meu ser
Na esquina um bar em cima do lar
Ilusões a venda na venda
À esses meus olhos uma venda
Entenda espelho é comigo que estou falando
Foi num bek que eu me disse
Isso tudo são artifícios
E você espelho também
Fecho os olhos
Sem superstições eu mesmo em mim me vendo sem espelho
Os bons tempos estão em minha frente e aqui dentro
Parece tão fácil acaricio minha face
Não há mais do que amai vos uns aos outros
Escuto em uivos
Não Hão Nãos Sem Sins Em Mim 
Só Sou Assim
Escuto minhas reflexões
Estou a caminho de mim calminho
Pessoas e lugares
Lendas e verdades
Escorro-me a dentro
Em amor líquido
Grudento e pegajoso
Adentro-me corajoso
Eu e minhas feras 
Proteção?
Vou seguindo
Adentro-me
Marionetes se desatam assim
Diz algo em mim
Professias
Filosofias
Disso sofria
Sou naturalmente
Tanto o céu quanto a terra
E o sol só encontro só
Em mim
Entre tantas decisões
Decido pela descida
Vejo encranhado em mim eu esperma
Encranhando em algo
Óvulo
Entro de novo agora
O que sentirei hei de aqui contar


Sim bem aqui eu estou de novo no momento da fecundação de frente ao que físicamente irei me tornar
Claro que é uma auto sugestão
Mas eu...
Vá navegar
O céu está claro
O sol estão batendo em minhas costas
Ganho asas começo a voar pela minha história
Pela criação eu crianção dirijo-me
Sem óculos dirijo-me a mim
Calma minha alma está se projetando
Humanizo isso
Certamente
Minha mente que é minha mente
Ironicamente todas as saídas se fecham
Estou preso dentro desse óvulo
Astronauta de mim
Lúcido volto
Noto dos dois deram num terceiro
No peregrino que sou

Que na superfície é o quarto
O que acham que sou
Que faço um quarto e não parte para o quinto
Fico feito pinto
Num ovo
Numa ano novo
Protegido de tudo
Mas não de mim
Que agora sem espelho reencontro
O eu duplo
Pulo profundo ao uno
Uno verso
Hum ano
Mano
Ano
No
O
Circulo
Você que está lendo
Saiba que poucas pessoas leram este texto até aqui
Portanto saiba que isso é um experimento
Faço umas viagens dentro da minha mente
Que é um verso (universo)
Tipo um brainstorming poético
Deixo rolar
Nem um sentimento, sensação ou pensamento deixo passar em vão
Anoto tudo
Galera é uma viagem




Guia Elo



Esse mundo louco merece nossa caretice um pouco

Cerveja, vinho, caipirinha, chope: muita gente vive sem isso, e nem assim suas vidas são chatas ou menos interessantes. Quem abusa de bebidas alcoólicas pode entrar numa ruim; arranjar uma briga por motivos banais; perder a mina ou o carinha; bater o carro; machucar a si ou a alguém; se acidentar de carro; atropelar; levar um tombo e quebrar os dentes; arranjar briga em casa ou nas ruas, além de uma série de problemas de saúde. Esses são os resultados do consumo abusivo de bebidas alcoólicas.

Tudo tem um preço.  A galera que bebe demais aqui ou ali vai ter que pagar

Algumas pessoas bebem demais. E não estamos falando aqui de alcoolismo, não! Estamos falando de qualquer pessoa que bebe muito, com qualquer idade, que pode acabar se dando mal simplesmente por ter bebido numa situação indevida. Todos percebem que numa comemoração de título no futebol, ou outra festividade que tem muita bebida sempre sai briga. A culpa, na maioria das vezes, é da bebida!

Álcool no início é energia em combustão, logo depois é exaustão

Nos primeiros goles algumas pessoas ficam mais relaxadas e desinibidas, muitas pagam vários micos e pensam que estão agradando. Mesmo assim fica aquela sensação de que quanto mais beber mais legal vai ficar. Só que não é bem assim. O álcool é uma substância que não obedece à lógica simples de “quanto mais melhor”. Os efeitos das bebidas alcoólicas acontecem em duas fases. Na primeira delas o álcool age como um estimulante, e deixa a pessoa mais eufórica e desinibida, mas à medida que as doses vão aumentando, passa-se à segunda fase, na qual começam a surgir os efeitos depressores do álcool levando à diminuição da coordenação motora, dos reflexos e deixando a pessoa sonolenta. E seguinte, dirigir depois de beber. Báh! Tá por fora mesmo.

Quanto mais beber, maior será o cansaço

Quanto mais alta a concentração de álcool no sangue (chamada de alcoolemia), mais a bebida atua como depressora e não como estimulante. Neste caso, beber menos não é somente inteligente como mais divertido, pois aproveitamos mais.  Não há modo de transformar o uso de bebida alcoólica em um comportamento sem nenhum risco. O melhor e o mais saudável é não tomar bebidas alcoólicas e desenvolver modos alternativos de relaxar, celebrar, lidar com o stress ou mesmo reduzir o consumo a poucas e controladas situações.

Um plano de festa sem ou com pouca bebida. Isso é que é vida!

Decida de antemão o que e quanto vai beber. Nada de misturadas, pois a paulada de misturas alcoólicas é inesquecívelmente desagradável. Embora possa parecer tolice, alguns estudos mostram que esse planejamento vale à pena. Pode poupá-lo de uma bruta ressaca ou evitar que você se envolva numa situação que não queria e da qual não consiga se livrar porque bebeu demais. Áh! Saiba se você não tem mais ressaca, já está um alcoólatra. Áh! Não dá nada. Espera...

A sensação que pensamos ser efeito da bebida é a da própria vida escondida

Estudos com jovens sugerem que muitas das alterações vivenciadas sob o efeito do álcool são resultado mais de nossas mentes do que propriamente o efeito dessas bebidas. Esses estudos repetidos, várias vezes, por diferentes cientistas, com jovens voluntários, obtiveram sempre os mesmos resultados. VEJA COMO SÃO FEITOS OS ESTUDOS (essa é uma descrição simulada, para ajudar o entendimento): Estudantes são convidados para participar de uma festa, onde tudo que eles têm que fazer é conversar, tomar cerveja, refrigerante e ouvir música. Explica-se claramente a esses jovens que o propósito da festa é estudar o comportamento das pessoas sob efeito de álcool, e que eles devem se comportar da maneira mais natural possível. Todos assinam um documento dizendo que estão conscientes de que fazem parte de uma pesquisa e de que irão ser servidos com bebidas alcoólicas e não alcoólicas. A festa começa. Depois de cerca de duas horas regadas a muita cerveja, muitos já estão falando bem mais alto do que o normal, rindo à toa, muita paquera rolando. Depois de duas horas e meia, os cientistas interrompem a festa e fazem uma discussão em grupo com os estudantes. Antes disso revelam aquilo que ninguém esperava: metade dos participantes bebeu cerveja sem álcool, embora todos achassem que estivessem bebendo cerveja com álcool, Os cientistas convidam os participantes a tentar adivinhar quem tomou álcool de verdade e aqueles que não tomaram. Invariavelmente, os resultados têm se repetido: ninguém consegue identificar os que beberam e os que não beberam álcool, estavam todos se comportando da mesma maneira, pelo simples motivo de que acreditavam ter tomado álcool. Esses estudos são uma boa maneira de documentar que nem toda a mágica está na garrafa. Muito está na nossa cabeça, na nossa capacidade de relaxar só porque estamos numa situação propícia. Considere isso quando achar que a única maneira de se divertir é com bebida na cabeça.
http://www.pucsp.br/revistaaurora/ed6_v_outubro_2009/artigos/ed6/6_4_Marcelo_Burgos.htm

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Às mortezinhas diárias





As luzes que escapam por meus olhos apontam e afrontam verdades
Eu leve levo a vida como o leão diário
Que eu mesmo tenho que matar
E o sol esplendoroso lá fora e aqui e eu nem ae
Do que vale o saber se não o souber usar
Aqui e agora
Não lá e depois
Vou me sintonizar
Vejo o abaixo e o acima da superfície lisa do teu corpo físico
E tua beleza se resume nisso?
Olho no oculto o culto que há ou ainda não há no meu ser ao te ver
Torno visível o invisível vidro que divide o que duvido da vida
Transformo o silêncio em melodiosas audições de mim mesmo emanando
O novo de novo vem
Renovado broto neste texto
Não vou mais ser assim assim assim
Esta noite vai amanhecer
Os bares vão fechar
Meus olhos irão abrir para mim
Não mais serei assim
Mesmo que não haja nada que me interesse na forma como a maioria vive nesta atualidade
Na realidade estou vivo )É( nesta atualidade
E isso oprime que parece que deprime
A praia é o mel lugar
Em ecos escuto do mar vindo
Compreendo as baleias conversando no alto e profundo mar
Eu te quero aqui ao meu lado também
Escutando as estrelas do ar
Domar nossos narcisos e errantes pensamentos
Pois somos nós mesmos esses sons estranhos nesse silêncio tamanho
O solo mais profundo é o do mar
Da praia vejo o que esta água mostra em meu olhar
O vento assopra e forma outra onda
Ali onde ainda o mar não é onda ando
No marítimo ritmo do que eu disse
Tanta volta pra te convidar a comigo dar uma volta
E voltar
http://pt.wikipedia.org/wiki/Tir%C3%A9sias