segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Tambor do amor (tão bom)


Ela me fez voltar a acreditar
Ela é um sonho do qual me recuso a acordar
Ela é um bebê que me faz parar de beber
Ela me faz sentir que é bom viver
Ela é no fundo o mundo

Quando penso nela não resisto
Lembro que existo pra isso

Eu sou o ar a fazer o balão voar
Eu sou o número certo de grãos de areia do deserto
Eu sou o seu conforto e seguro porto


Nós somos juntos o cosmos infinito
Nós somos o que há de bonito
Nós somos o lindo amanhecer do dia vindo

Eles são como nós
Eles serão como nós se desatarem-se

Tudo no nosso amor tem sua vez e sua voz

Clitóris ereto




Se errei ou se acertei
O importante é que lições aprendi
Tive o amor em minhas mãos
Ele escorreu pelos meus dedos
E você nem pra me segurar por ali
Eu cai eu sei não precisa me apontar
E você nem pra me segurar por aqui

Os momentos jogados lá
Os quero cá
Me dê sua mão
Nela está meu coração

Agora meus dedos contam contas a pagar
Como apagar o que tive
És forte
Peço que me desejes sorte

O amor é quente
Fica fervendo dentro da gente
Na lembrança ardente

Quem não amou não fui eu
Outra invente
Você ao me ter não disse não se envolva
Me devolva

É grande o amor quando se vai
Eu pequeno atrás

Me sinto sem amar
Meio assim
Sem vida no ar

domingo, 2 de agosto de 2009

Bato pra isso


Os ventos levantam um papel
Leio calado
O primeiro homem a pisar em mim
Será que meu cajado vai brochar
Digo Báh chorar

Lágrimas minhas montanhas
Águas salgadas
Tsunami em mi

Águia sou saindo desse barro
Olho para meus bolsos
Não vejo nada
Nada da peste capitalista
Nada com que me queixar
Fecho meus olhos
Abra os seus
Que tolo sou
Entenda minha contenda
Sou uma bateria cheia
Num mundo vazio
O que fazer?
Meu fim anuncia o vento além
Do meu lado alguém?
Quem nada contra a correnteza
Amo menos para variar

Retorno ao Beco
Ao caminho
As estrelas
A lua que me perdoe
Mas a luz nela refletida persigo
Consigo sem meus olhos vê-los
O estágio que estou
Quero ver seus ois seus olhos
Nossos sóis somos
O coração bate pra isso

segunda-feira, 27 de julho de 2009

ATUALISTAS da Era de Aquário - 3 Máximas



Tudo está escrito no céu

Aqui da Terra deciframos astro logicamente: passado, presente, futuro e ações possíveis

Os Astros predispõem, mas não dispõem

Com prognósticos nas mãos é possível mudarmos os nossos rumos por meio da sabedoria desenvolvida

Tudo está escrito no íntimo

Ao passar pelo desafio de mudar destinos pré-escritos nos desenvolvemos. Sabedoria e progresso são algumas de nossas missões, e o objetivo da Astrologia iniciática.

sábado, 25 de julho de 2009

Fecho o reco, por enquanto





Olha esse treco
Salve esse treco
O mundo não acaba
Humanos acabam

Não é gozado não pensar
Não é a ciência que mata a consciência
O fácil nos fode
Só pagode, funk, listinha de tragédias
No que se resumem nossos dias
Rebolar, beber e fudê
Ora vá vc

É assim
Fenos a bois e vacas
E depois
Pérolas guardadas
Em gordas bancadas de bibliotecas
Filosofar após Viver
Vim ver
Aqui estou
Como uma Phoenix
Da cinza vejo o entre tom
Entre branco e preto
Sinto e penso
Não sento
Avanço único
Por que abandono a multiplicidade
Retornemos a Unidade



Tradição é passar maus tempos
Como no passado nossos antepassados
Fizeram com seus inventos
A boca fecho
Pense o resto por encanto

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Me limpo com lenços umedecidos




Limpem os pés
Com a mão
Ou
Eu
Não
Sim
Não sei onde pisei
Então antes de entrar no seu lar
Vou tirar os sapatos ou tênis
Afinal de contas sou consciente

A todos convido
Antes de entrarem no lar
Tirem calçados
Ou se tiverem com chulé
Ao menos limpem os pés
Com lenços umedecidos

terça-feira, 21 de julho de 2009

Sou um bonito dia bonito em minha vida


O raro azul desse espaço sideral
Quero ser igual
Idêntico marinho
Trafegar pelas estrelas do céu
Tocar no sol
Sê-lo
Bonito como um dia bonito
Sou meigo meio dia
E além do mar
Amor domar
24 hs de beleza eterna interna
Sol - tem - me
Eu não vou voar
Sou ar
Um suflair
De azul meu olhar castanho se encheu
Tanto faz a cor sou natural
Sou um bonito dia bonito em minha vida
Água
Terra
Céu
Sol
Uso o livre arbítrio pra sê-los

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Poesia isca e vara para pescar sonhos vivos nos leitores




A poesia me liberta como o perigo de uma porta aberta ao desconhecido
Me conheço me lanço
Canto danço escrevo e aconteço

Como uma ave voa e pousa
Na minha cabeça a imaginação voa
Abrindo na minha frente uma fonte de criação
Verdades me convidam em fantasia
Algo me diz que sou feliz
Delira minh'alma com calma como o som de uma lira que de graça encanta ao vento de um dedilhar franco
Isso me soa como um urro após um murro
À patada de um burro gritando e gritando da masmorra
Que a vida é uma gangorra
E embora eu não saiba e nem queira ser inocente
Sigo crente de que a gente peca
Mas estamos sempre pronto pra pescar no oceano do amor

Dom Pop


Quem tem firmeza para ter paciência?
Quem tem paciência para ter coragem?
Quem tem coragem para dizer o que pensa?
Quem com o que pensa tenta ajudar as pessoas que o cercam?
Quem tem a sutileza para sugerir paz antes do amor?
Todos sabem a consistência da verdade?

O mundo é hoje o que fizemos nele ontem, e amanhã o que estamos fazendo agora.

domingo, 19 de julho de 2009

Qual vivo não chora?


Vou esperar nessa poça uma gota de esperança
Solos de pneus arrancando
Bateria de tiros
Descarga de neuroses
Estou na cidade
Conto corpos
Derramo o vinho da vida
Estou na parede
Sem rota de fuga
Eles estão atirando
To correndo
Minha mãe está dormindo
É um pesadelo
Mãe é foda
Nega Véia é foda
Eu corro de carro
Na cama sou foda sem camisinha
Corro do meu espírito com o corpo
Morro
Morte aos montes
Meus olhos vijiantes viajantes
Vêem marcas de cruzes
Em ti
Em mi
Na zona norte chove
Eu estou parado na luz de um poste
Dichavando calma
Passos
Olhos da morte
-Teu trabalho de viver acabou

-Ok
Eu não achei minha missão em vida
Agora depois de morto
O q faço?
O q faço?

Solos de pneus arrancando
Bateria de tiros
Estou na cidade
Conto corpos

O que fiz tá feito
Quero pagar
Antes da luz apagar
Me dê luz ou escuro
Mas um caminho mais certo
A caricatura de uma cara que atura
Que cria dor na criatura
To morto ou vivo?
Pensa nisso seu bandido
Também chora quem assalta e atira
Tenho dito

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Mar tires do sal o que sou


Enquanto não entendermos no escuro à luz da experiência assombraremo-nos
Eu estou pensando na vida inteira de quem passou a vida atrás da grana
Contemplo o nosso tempo do meu templo
Quero dinheiro para facilitar o viver
Mas o básico é a paz de tomar um copo d'água vendo o vento ventar
E sublimar das profundezas levianas o Ser
A paz (Re)Inventar
Essa Deus Pai
Como Vós fazeis
Pois
Cheiro o ralo do que comemos
Como fedemos
Eu tenho um algo natural que sussurro
Que grita em mim
Que sou um engate desengatado
Por eu parecer quando assim padeço
Um jEUsus Cristo
Assim me sinto mais próximo da cruz +
Que torno X de opção
Quero viver de verdade
Sofrer
Sorrir
$em arbitrariedades
Ou numa camisinha ficaria
E não me completaria

Fantasy End


Era uma lei seu querer
Saio fora
Da emoção não sou leão
Mas não me toque
Que volto a sê-lo
Minha área é a estrada
Ei-la
Somem as pesssoas pelo espelho
Que que vós querdes cactus/sun?
As pessoas são esquisistas
Por fora secas adentro águas
Esta noite ao menos espatifo meu membro
Sou médio
Eu sou o máximo do que posso
Mas sou na média a meia da seia na espera
Meu mundo é uma fantasia que se acaba em osso$

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Sonhos perdidos




A noite quero descansar
Sonhar com a terra/praia e ver
Que o sonho já começou
É só acordar pra ver

Foi bom largar as pedras sei
Mas é bom também não esquecer
Dos amigos que ainda estão
E dos que já foram embora

Está no ontem os desejos de fugir
A vontade de ficar está aqui dentro de mim
Mas ao lembrar de como vou
Como vai você?

Que gosto de remédio nesse seu sorriso
Que olhar amargo, amigo de ti vem vindo
É difícil me ser sem vocês, mas tenho que aprender
Isto é viver. É o que posso fazer

A vida continua e não me entrego
Paro de pensar em bobagem, uso isso como bagagem
Malas guardo na garagem. Amigos os tenho em mim
Vou ser nossos melhores sonhos

O bem foi só o que resgatei
Tempos cavalos, meus intentos camelos
Solto e ainda cumpridos, cabelos ao vento

Lembra que o novo sempre vem
Olha só o que achei
Nossos sonhos perdidos


Ósi/Russo

terça-feira, 14 de julho de 2009

Paz Aço


Poesia por sua vontade vou dançar
Vou cantar
Gravar no meu papel de viver meu ver
Mas não sei mais
Aliás
Quem sabe mais?
Importa a porta que vou bater
E calmamente estou a esperar atender
Peraí
Pelo espelho descobri
Que Sou Eu em Paz o Amor

domingo, 12 de julho de 2009

Vi tu no meu eu


Destruí minhas fantasias
Abri meus olhos

Vi tu
Notei que somos iguais

sábado, 11 de julho de 2009

Nasce a rebelDia



Quatro da madrugada
Abro janela do meu quarto
E grito
Grito para que o galo se cale
Que saudades da minha namorada

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Vitrola Alada Homo Progressivus



Estão tentando destruir a vida humana
Destruindo a fantasia de cada si
O céu é meu como seu
Fisicamente transcendo simbolicamente
Tu em mim nos disse
Mãe terra
Noto tua falta na Trindade
Mamãe
Em nome do Pai
Da mãe
Do filho
E do Espírito Santo
Faça as contas
Tres
Quatro
Cinco
Seis
Não somos números
Sintamos
Humano verbo inominável
Digo Universal
Vós Pai que estais no Sol
Clareie a mente de nós gente
Por que o mal nos parece mais fácil?

NÃO COMPLIQUEM
NO ESCURO SE EXPLIQUEM


É simples
Ouço minhAlma
Dizer que o vago espaço
Entre um segundo e outro é o todo

QUE MAIS QUEREIS?

Perdoai nossas ofenças
E livrais-nos do mal

*Ensinai-nos a sentir o E
Não o Mas de porém

CREÁ-LOS A CRER CREEI


A Gota
É a forma perfeita?

O CORAÇÃO É UMA GOTA UNIDA A OUTRA
EM PAR SUBINDO DE ENCONTRO A PAZ
QUE É O QUE NOS FAZ
JAZ


jazzzzzz
SONHEM NENÉNS

Nunca mais vou contar algo sobre mim


Um momentinho já volto
Pra dizer que
Que
Não
Não
Não vou contar
Nunca mais vou contar algo sobre mim
Urrui como dói ser traído
Um momento olhe para dentro
Seu lado animal se torna humano
Eu não vou contar nada demais
Um dois três
Não é só sobre vocês
É sobre nós
Explodem pisadas em meus machucões
Não é nada de mais
É só eu exposto
Em todo o meu desgosto
Por que não nasci um cachorro
Lato lato lato
Chuto chuto latas
Em mim batas com tuas patas
Já que eu não sou nada do que imagino
Bem
Nunca mais vou contar algo sobre mim

Estofo urdido


...É...
De certo o tempo é maior
Olha só todos pensando que os rejeito
Sinceramente passei por isso
Não quero mais
Me isolo
Considero o momento
Sublime movimento
Obrigado natureza
Aproveito para crescer
Alcançar a luz que navega ao cosmos
No caos crescer
Perciso sentir
(Narciso indeciso)
Sem saber ao certo como expressar
Sou o ar ao me inspirar
Estou são em drogas de mais
Violentei-me demais
Eu não sou perfeito
Mas tento completar o que começaram ao transar
Somos o efeito de muito esforço evolutivo

Descubra quem ...é... Pierre Teilhard de Chardin

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Rangem as portas


Eu sei o que fiz essa noite
Mas não vou te ligar
O mundo bar está assim
Eu não sou aquele paraíso
O trilho chega ao fim
E meu nariz não para de pingar
Faço uma cruz nos meus ais
Tanto faz
Sei jurei te amar
Mas não sei conjugar o verbo jurar
Sei amar
Passam-se as noites
Eu que te esperei
Te desesperei
Mas é contigo que é bom
Quero mais
Mas jamais
Pergunte-me
Quem amo
Eu amo a solidão humana
O conjunto de sós que somos
Schh!
Ouve a porta

Bar Lar Car No


Sinceramente não tem mais
Um e um não dá dois
Ela do muro não sai
Eu danço
Eu canto
Eu fico de joelhos
Risco no meu jeans seu nome
Erreu
Estou sobrevoando a sombra do que sou
Sinto o cheiro do meu sarro
Me tiro pra esparro
Não tem mais
Eu danço
Eu canto
De ciúmes
Eurrei

terça-feira, 7 de julho de 2009

Peter Pan vive em Newerland


A revolta que sinto está na batida de meu coração
Que mesmo parado não se arrepende de ter lutado
Pra só no fim ser lembrado pelo bem ter tentado
Nem vou lembrar das vezes que me crucificaram
Esses caras agora querem celebrar minha morte
Eles que acabaram com a minha sorte
Fraco ou forte o coração do povo sempre bate
Acabem comigo
O coração de Cristo não para
Sem ranço parto pra outro parto
Renasço em nós
Jaz em mim o não
Do tamanho do universo sim
Da vida mesmo curta
Sou assim como fui
Continuo vivo em cada um
Que sinta a boa vontade de ser
Vamos continuar a lutar a viver
Quero inda ver do céu
Os humanos se amando
Nas diferenças
Sem indiferenças
O grito que urro
É o trovão dos que hoje são lembrados por terem sido
Em vida sacrificado
Digo sacrifício algum é viver por um ideal
O de ser um Ser Integral

Bate atabaque
Esse fulminante ataque
Não para meu coração na eternidade

Assista

Vem aí: Deus Aço



Deus Aço - A novela vaga Atualista
Não importa o que alguns pensem sobre nossos vídeos. Nós acreditamos no que fazemos, e pensamos que todos e cada um de nós devemos buscar algo que desenvolva, no nosso espírito, o sentido de sermos o melhor que pudermos. Tudo é possível, veja a nossa realidade como está. Estamos dispostos a tentar um mundo melhor para a maioria que está aí.
Claro que não esperamos um sucesso imediato, pois teríamos vergonha de fazer sucesso na atual conjuntura e medida de tal. Esperamos que nossos vídeos, além de entretenimento, sirvam de alimento para posteriores reflexões e aplicações de tais em nossa caminhada, ou não. Não temos a utopia de mudar o mundo, mas sim de sonharmos e juntos atuarmos em nosso aqui e agora. JÁ!

sábado, 4 de julho de 2009

Mar lago dólhos


O que há de mais puro
Que uma lágrima vinda do profundo mar de sentimentos
Escondidos no mais sublime que há em nós?

Escorre do céu dos meus olhos a chuva
A música me faz dançar
O que há comigo?
O que faço?
Eu sou a glória sentida no sentimento e aprendizado de uma derrota
O brilho de um olhar desponta numa lágrima
Vou viajar tipo um espermatozóide ao óvulo
(evoluir é nascer novo a todo e cada amanhecer)
Estou pronto para o que vier
A vida é minha
O destino?

Da janela vejo a porta aberta
Pulo ao solo vizinho
Eu vejo a luz em mim ao que aponta
Sou redondo circular circulo volto ao início
Mãe-terra
Útero e túmulo
Mas antes
Antes do vício houve, haverá então há a virtude
A atitude que vou tomar
Eu bem sei o que fazer
Me situar onde estou

Eu não quero
Eu não tenho
EU SOU

quinta-feira, 2 de julho de 2009

De gáucho pra gáucho sem ranso

Não sabemos enfrentar o frio de igual pra igual
Sentimos o frio até esfriar nossos corpos
Daí acostumamos
Nos gripamos e agüentamos
Assim julgamos sermos machos
Quando o melhor é nos esquentarmos com mais
Além do chimas e das chinas
Não falo dos pelegos
Falos dos novos panos
Além dermanos
Eu roupa
Experiente contingente

Não cosido


Minha força dessamarra o nó da forca

Nem um sou de nós


Da calçada eu não vejo nada
Nada mais do que a calçada
Eu sem nada vejo o nada
Pois vejo quem com tudo o mesmo vê

A passagem da vida é o nosso corpo
Essa bagagem
A mala sem alça nos alcança
A vida sem morte nos cansa
Onde estou
Sem calça
Sem nada
Esse filme eu ja vi
E sei que alguém nunca quis
Digo
Ser mendigo
E ver o mundo por outro espectro
O de que ninguém quer ver
Mendigno

Sacrifício árboreo



Folhas secas antenas ao espírito do frio
sintonizo tua força mágica
estação
esta ação
ser um calor
vive-lo
vive-la
vim vê-la
Alma aberta ao botão do porvir

Que nos reste


Os tempos mudam
Eu estou assim
O tempo nubla
Sou luz
O que fiz
Sou giz
A chuva apagou
O preto é luz
Pego uma gripe A
Tiro B
Sai sou C
O tempo quer aparecer
E eu Sou oooou
Quero que tu sejas comigo o tempo que sempre nos resta

terça-feira, 30 de junho de 2009

Digam que fico e mostro a banana


Misteriosamente o céu fechado, eu aberto
Invento um vento
Sopro o castigo no espelho
A barba os pentelhos
Raspo-me sem aparelho
Desafio minhas lágrimas à esgrima
Rio um sorriso sincero
O que de ti espero
Sou forte mesmo com fome
O desamparo o abandono
O muro
Tudo desmorono
Não me toque
Sol é o meu nome
Desdobro um almoço
Abro o céu
Todas as pessoas de todos os tempos jogam alimentos
Sinto que sou rico
Digam que fico
Parco
Sensível e espiritual
Meu alimento?
A poesia frugal

Louco é o que sou



Viajo adentro de mim, no espaço dolor. Lá onde brotam os sonhos e suas dores vou. Lá investigo o que constrói minha vida, meu estar e meu ser. Aqui dentro, o lá fora e ausente eu, aflora e se torna o presente nosso. E eu, internamente e eternamente, evoluo. Caso na aposta de renascer em minha própria vida. Locado, vivo em meu corpo físico.
Viajo adentro de mim, aqui dentro não sou magro, nem pobre, e na real sinto o universo que sou de verdade. Sabe não messo, não minto quando digo o que sinto. A razão, ou emoção, jamais me trariam a Mim. Alma há uma, a minha.
Viajo adentro de mim. Nu estou e assim sou. Em cima do meu pescoço está agora meu coração. A mim não multiplico a razão, me explico então. Ao meu lado alado dou razão em emoção. Alazão não sou, sagitário no máximo. Ário o aquário.
Viajo adentro de mim com meu volante desgrenhado. Cavalgo a alma em ventos escabelantes. Atado ao ato, giro, suprimo o ponteiro veloz, que mesmo sem pressa, aponta para resumir tudo o que sou a quem não entende quem é. Inventos...
Viajo adentro de mim. E há no centro de minha alma um altar erguido, nele um segredo; uma loucura de me recriar, imitando a quem me creou. Louco é o que sou imitando. Isto é, tentando.

O creme do crime



Havia manhã? Não mais, o som estridente da civilização e sua poluição escureciam o dia. O meu canto saiu, no meio da rua, a contar minhas misérias. Saio do nosso mundo prazer com algo mais a fazer.
Cantava p/mi só sobre mi.
O outro lado da rua? Rá!
O outro lado da vida.
Era uma manhã normal os carros corriam barulhentos e fedorentos. Uma voz me controlava. Meu lado animal irracional queria aparecer no Jornal Nacional.
A competição do ter pra ser me havia dominado. Primeiro foi não mais andar a pé. Meti um carro. Eu um ser que veio do barro...
O destino se escrevia analfabetamente assim. Na ira. Na sina de uma vida morrendo ao vivo na esquina. O prato vazio. O talher na mão, a faca no pescoço dum. Meu estomago de fome a me canibalizar. Meu cérebro, sem sonhos, sem imaginar uma saída daquele lugar.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Cabeça a beça a bossa


A CAMA ESTÁ FRIA NÃO CONSIGO DORMIR
O CACHORRO ESTÁ LÁ FORA A LATIR
NA PAREDE UMA FOTO
-DE UM SORRISO QUE NEM SEI SE DEI-
ME SORRI
SACUDO A POEIRA DE MEUS VINCOS
EU SEI ESTOU NO OLHO DE MINHA VIDA FURACÃO
O CHÃO TREPIDA A CADA PASSADA NESTA CASA DE MADEIRA
MESMO ASSIM LEVANTO E ESCREVO...

Falo divino cravado na terra: Deu nós



Somos desse tamanhico? Sendo o amor universal?
Temos só esse sentido financeiro nos norteando?
Ou esse prazer momentâneo de se divertir?
Viver sem questionar, ou mesmo sem agir pelo próprio pensar!
Quanto isso nos custa?
A resposta nossa falta de paz diz.
Viver sem sonhar, ao imposto limite da normalidade. Aceitar sem requerer.
Esse salário de empregado é ao próprio trabalho desvalorizar. Isso é viver? Ou sobreviver?

Ergo minha mente a altura do que falo. A imaginação não me abandona, apresenta o que me questiona. Diversas vidas tenho sem me acomodar e me acumular como mais um escravo. Não me falta razão para acordar e não concordar com o q vejo. Sinto a necessidade de atuar. Tagarelar é mais que cacarejar. Hastear por completo a bandeira da liberdade. Excitar meu corpo a interagir no todo. Atiçar minha mente a pensar. Dar asas ao imaginar, livre é o q sou, não preso onde estou. Tirar o ego da prisão do ter para ser. Ser aquele que sou. Ampliar-me de possibilidades ao imaginar-me.
Purificar meu sangue na luz. Escute na sua respiração essa inspiração;
Haja o que houver atue, enquanto a vida é tua evolua. E ajude a terra enquanto nela seu coração pulsa.
É a terra q berra. Mãe sou tua, criatura!

Ao HD mental e espiritual nosso



A felicidade não é ser servido, é servir. Estamos aqui para o bem do mundo, não para o nosso próprio bem. Pense bem. Sonhe bem. Acorde bem. Se alimente bem. Leia bem. Viva bem que o nosso bem vem.

Satiagraha: força da Verdade


Ela ri
É verdade
Ela ri do que eu faço
Mas eu faço mais
E cada vez ela ri mais
Mais
E
Mais
Ria sem pressa
Para tornar perfeita
A minha espera quieta

Excusas, pois estava em Gramado gravando a micro série Perfume de Hortência que passará no Inverno SBT. Se ligue aí então.

domingo, 21 de junho de 2009

Com que roupa eu sou

Visto minha melhor roupa essa noite
Eu não vou ratiar
A emoção não vai me trair
Eu estou pegando fogo
Beirando a cama dirijo-me
Abro-me
Socorro-me
Estou pegando fogo
As pessoas são como são
E Eu-Me
Sou como como sou-Me
E isso é bom
Visto uma roupa propícia pra essa noite
Estou pegando fogo
E eu sou-Me
Estou-Me
Bem olhe pra mim e veja você
Me

Gastão

o calendário disse inda agora q era já
e o já
já passa dessa hora
então passaram-se dias
passou-se mais uma semana
e nós distantes
desconectados de quem ama
mortos a si
a nós
sós
sim por que foste
um poste ao cachorro
choro em coro
sem decoro
decoro
atoro
essa mesma voz
que disse que te ama
te amava
Gastou-se

sábado, 13 de junho de 2009

Teu cantor preferido lê o que?

Carpinteiro Do Universo
Raul Seixas

Composição: Raul Seixas e Marcelo Nova

Carpinteiro do universo inteiro eu sou.
Carpinteiro do universo inteiro eu sou.

Não sei por que nasci
pra querer ajudar a querer consertar
O que não pode ser...

Não sei pois nasci para isso, e aquilo,
E o inguiço de tanto querer.

Carpinteiro do universo inteiro eu sou.
Carpinteiro do universo inteiro eu sou.

Humm...Estou sempre,
pensando em aparar o cabelo de alguém.
E sempre tentando mudar a direção do trem.
À noite a luz do meu quarto eu não quero apagar,
Pra que você não tropece na escada, quando chegar.

Carpinteiro do universo inteiro eu sou.
Carpinteiro do universo inteiro eu sou.
Carpinteiro do universo inteiro eu sou.
Carpinteiro do universo inteiro eu sou.

O meu egoismo, é tão egoísta,
que o auge do meu egoismo é querer ajudar.
Mas Não sei por que nasci
pra querer ajudar a querer consertar
O que não pode ser...

Não sei pois nasci para isso, e aquilo,
E o inguiço de tanto querer

Carpinteiro do universo inteiro eu sou.
Carpinteiro do universo inteiro eu sou.

Carpinteiro do universo inteiro eu sou (Ah eu sou assim!).
No final,
Carpinteiro de mim!

Chuva de peixes (Aquário de Cristo)

Tanto faz se chamar Francisco ou Jesus Cristo
Me chamo disto
Juro pelo muro
Pulo
Os patos pagam por nadadas
Tô vendo o vento
Formando ondas
O seco sublimando águas
E nas nuvens moram peixes
E chove Pepsi
É manhã
Mas sinceramente inda não amanheceu em mim
Inda vejo o q a luz esconde
Tanto faz-se
Sou Chico
Sou Antonio
Disfarce
Viver é uma sensação disfarçada
Insisto
Uma gota d'agua na nuvem gera uma ova
O peixe brota
Golgota

Paixão

Paixão


Kleiton e Kledir

Amo tua voz e tua cor
E teu jeito de fazer amor
Revirando os olhos e o tapete
Suspirando em falsete
Coisas que eu nem sei contar
Ser feliz é tudo que se quer
Ah! Esse maldito fecho eclair
De repente a gente rasga a roupa
E uma febre muito louca
Faz o corpo arrepiar
Depois do terceiro ou quarto copo
Tudo que vier eu topo
Tudo que vier, vem bem
Quando bebo perco o juízo
Não me responsabilizo
Nem por mim, nem por ninguém

Não quero ficar na tua vida
Como uma paixão mal resolvida
Dessas que a gente tem ciúme
E se encharca de perfume
Faz que tenta se matar
Vou ficar até o fim do dia
Decorando tua geografia
E essa aventura em carne e osso
Deixa marcas no pescoço
Faz a gente levitar
Tens um não sei que de paraíso
E o corpo mais preciso
Do que o mais lindo dos mortais
Tens uma beleza infinita
E a boca mais bonita
Que a minha já tocou

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Drummond 'inda escandaliza

No meio do caminho tem pedras de crack
tem pedras de crack no meio do caminho
tem muitas pedras de crack
no meio do caminho tem pedras de crack

Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
tem muitas pedras de crack
tem muitas pedras de crack no meio do caminho
tenho escolhas no meio do caminho?

Infância Xamânica

Estou me concentrando
Meu coração pulsa
Expulsa amor
Bate bate
Entra e sai
Tem tempos difíceis
Um rei se desfaz
E de mais a mais
O coração ainda bate
Sua minha mente
Pelos olhos sai o sal
O salário de tentar ser
Bate um gosto amargo
Um rei sou
Sei se for também o SER
Confesso que confundo o raso com o fundo
Nada iguala a um amigo de mão estendida
Eu como você sofro também Amiga
Natureza
Me movo
Me comovo
Como Ovo de serpente
Um pássaro passa rente
As pessoas apressadas nem notam
Eu estou saturado
Cansei de ser diferente
Todo mundo contra
Eu cansei
#$#$#$#$#$#$#$#$#$*¨*¨*¨
Tenho que prosseguir
Não posso nem pensar em desistir
SAT
O mundo
A vida a
A natureza me chama e me ama
Apostou em mim
Ao me gerar
Eu não posso desistir
O sacríficio precisa ser feito
Subo me arrasto com a cruz de minha intromissão
Eu sou o máximo que posso
Me encontro com os máximos
Mar tires
O fogo
A água
O vento
A madeira
Com suas almas energizem-me
Do alto de minha coroa retiro a força
Que passa pelo teste de minha testa
Pelo pescoço a garganta grita garanta o nó da forca longe
E o meu coração satisfeito bate
Energiza meu umbigo amigo do mundo
A minha púbis diz sai amor mundano
Minha base é tentar sendo ou não feliz
Tenho isso como compromisso
Da cinza faço um vôo
Subo a montanha pego a cruz de meu calvário como opção
Num X enorme mostro o monstro que sou ao desafio dessa atualidade
Elo do céu a terra todo homem é um canal

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Phoenix Air Lines

Contra a corrente construo uma ilha
A galhos quebrados
Uma cidade de pássaros
Montanha faço
Do alto transformo
Grito aos amigos
Sou o que posso
Dirijo minha vida
Eu estou na Europa sem roupa
Na América sem sopa
Estou me afogando no fogo
Abro as portas e pulo a janela
Estou morrendo a cada segundo vivendo
Não cansei da canção
Olhem amigos estou dançando loucamente são
Me dirigindo assim a emoção
Envelheço
Remoço em paz com o relógio
O calendário é o caralho
Na vida me embaralho e confundo
Assim me fundo
Renasço do fogo da cinza
De branco vôo bem nu
Bennu

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Adoração

Quem que és?
Que não sois o que qués
Se sois
Mostrais

Puro ensejo
Para poesia que vejo em seus olhos
O que não mostras

Ostracismo vem de ostras
Pérolas escondidas tuas pupílas

Ando por aí em ti
Ilustro a ti me desenhando por aí
No ar eu em mi me li e nos vi

No mar as marolas dizendo q amamos tetas e bolas


É verdade

Quando acho o mundo maravilhoso
É a nós que estou achando

Pra sempre indago
Quem sois que não me vês

Saio por aí contigo aqui
Digo pra mim
Que somos como somos
Mas mudamos se formos o melhor que pudermos a quem nos dermos

Lágrimas esgrimas

Eu morri ali
Agora apavorado q eu vi
O q há?
Meu estilo d vida
A tequila
Tanto t queria
Sem hj
Suo apavorado
Ali o fim
Imagina eu acordei evaporando
Naquela manhã profunda
Encontrei meu eu em mim
Sêco
Medo medido a cor
Coragem
Eu eu eu
Eu ñ sei
Eu ñ sei
Eu ñ sei
Q hrs são?
Onde vou?
Ui
Ui
Viajo
Ajo
Subo na minha janela
A corda páro
Ou meu deus ela me atrai
Na minha frente
Em sua presença
Eu sei
Eu vou acordar
Largo
Acordei
Na real é td mentira
Me tira desse pesadelo
Ñ quero + gelo
Eu ñ sou nada
Além d lágrimas
D esgrimas faciais
É tão fácil
E eu ñ sei

terça-feira, 9 de junho de 2009

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Humanus Prantus

M'explica
P/onde é o sul
Q ñ precisa dizer onde é norte
O q é a vida
Q ñ precisa dizer o q é morte
Preciso tanto (m'esqueci do q)
Q esse pranto sem por q
Responda aos céus
Essas humanas questões

Deus concede-me a serenidade para aceitar as coisas que eu não posso mudar
coragem para mudar as coisas que posso
e sabedoria de as reconhecer e optar

Omelete, Vivendo na Idade da Pedra

Contos crônicos e atuantes

O reflexo do sol aparece na noite de uma vida perdida, apagando os traços sombrios do desencanto da escravidão das drogas.

A poesia vai uma vida salvar. Acompanhe:

A leitura é a atividade que traz, com o amor, o melhor futuro de presente agora. Calmamente todos, como Doud, notarão em si a salvação de tudo.
Doud resolve retirar-se, resguarda-se num jardim, pois a pouco era um drogado e o período da abstinência é um perigo. Uma proteção é se cultivar. Não se deixar cair em tentação. Faz sua parte, em oração vinda do coração. Assim vai ao seu mais íntimo se plantar. E sabe que no seu templo, tem espaço para semear o destino que o fará não ser regra nesse mundo. Afinal de contas, na poesia não há regra, só beleza e toda beleza é inegavelmente verdadeira.

A vida de Doud começa a ganhar alegria, mesmo que medida a sofrimento. Doud, antes um perigo para a sociedade, agora quer acordar os que o rodeiam. Para tanto se retira conscientemente ao seu inconsciente, o jardim que de si havia expulsado para se preparar. Entra num processo de desaprender tudo o que havia aprendido na sociedade atual, busca um caminho para a mais profunda, porém sublime verdade.

É, contemporâneos, a poesia esta a salvar a bela vida, a (intro)missão de Doud.

E a nossa?
Para que lado você vai seguir.
Faça poesia, aiás teça-a. Aconteça-se!

Veja... Omelete no youtube dos atualistas

domingo, 7 de junho de 2009

Sem ranço rango e durmo

Opa! estou sem step na vida
Vou aproveitar
E voltar a me revoltar
Tu ein? até agora sem t ligar?
Q o barulho q faço
É o q Eu sou

É impossível fazer + do q se pode
Mesmo livre

Q nem eu és
Vi em ti
Sabes
Conhece-te
E bem no dedo teu ao me apontar
T vejo

No jardim
Nesse lugar q julgas secreto
Estou a t esperar

Mas td acaba
Sabe eu tmb sei
Sem ranço rango e durmo

Blue Jeans - Um brim sem fim


Minhas cores estão tão cinzas
Essa coisas q rolam me chateiam
Mas tanto
Q meu encanto
Por enquanto
Ñ Canto
Insisto
O cinza q se ferre
Q águas desçam
As magoas
Me lavem
Me levem
Longe dos ñ e dos sims
Sim sou slim
Um brim sem fim
Um Jeans indigo
Indgnado
Errado?
Mostre o certo!
Faça-o!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

LUTO EM LUTO

1 minuto d silêncio...

Grossa Crasse

Qr beber
Beba
Mas antes filosofe
(leia mt)
E
Aeh então
Se destrua c/classe

sábado, 6 de junho de 2009

Longos beijos em bocas q se amam


Então quebrou-se o brinquedo?
Então ñ sou mais rei?
O som doce do seu sim ouço mais ñ?
E o pior
Ficar sem a luz dos teus olhos
Vou chorar
Como viver sem aquilo q ilumina meu melhor?

Estou no profundo mar dos desmascarados amores
O escuro encosta em mim e me da um beijo longo
Tão longo como o sofrimento q tanto ensina

Ontem a noite quebrei as paredes do quarto
Minhas crianças se soltaram e cantaram e dançaram sem controles
Selvageria sem violência

Rei ñ quero ser
A majestosa natureza é minha rainha e por Deus
Eu busco ser todo o Cristo q pode haver num Ser

O solo sola
O céu ñ isola
Tudo o q procuro cadê?

-Entre aqui e pare c/isso
Sim sou o sistema
Ñ resista
Desista!!!!!!!!

-O q faço?
D sal cobre-se meu rosto
A verdade derruba a mentira

Voltando
Quebrei as paredes dos meus sonhos
Onipresente SONHO agora és
No cheiro no jeito na vida na ferida
Na guitarra na bateria no baixo na voz na dança na poesia
No fim no meio no começo
Na noite no Dia no dialogo
Na manhã ali perto do amanhecer estou
Onde o tempo dobra o mundo

Poxa!
Tanto sal p/chegar até aqui despido
Ou mesmo mesclado do mal

Mengasgo
Fluo dos escombros
Sem ombros p/apoiar
Nos meus vôo
Eu e Deus


Sol
Sou
Solo
Sem colo

Falo!
Sem Fendas a venda
Pinto d rosa minha mente
Mente rosa d uma língua rosa
Q se recusa a virar lingüiça embutida na vida
Acho q ñ vou nunca parar d sonhar
Bem mesmo q meu bem
Vc possa nunca me compreender
Saiba-Se pois
Ñ há outra forma de me prender
Se ñ for Me e Se soltar

Amor
O mundo
A vida
O bem q podemos ser
A chama dessa vida Nos Chama
A dar múltiplos e univérsicos
Longos beijos em bocas q se amam

Fim?
Rá!
A isso ñ há

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Café d Touro

Mescle-se

Ouro d Jesus

Enquanto eu olho seus olhos
Ninguém qr saber
Dói
Desmancham-se minhas meninas
Vivo no escuro lado da rua
Vc sabe bem o q mina meus ouros
Ao meu lado uma cruz
É q eu...
Estou c/frio
É q eu como todos
Preciso tomar Café
Ao me apaixonar me torno tolo
Um cafezinho surge c/a fé
P/sempre...
Do outro lado da margem da rua
O mundo maravilhoso entre eu e tu...
Do rio sociedade a saciedade
Às vezes me olho e me vejo contigo
Riam
Meu sonho está nos tempos
Rio (Valsa sem Balsa)
Chapo-me por causa disso
O tempo é fumaça esvaída
E p/sempre
Do lado do escuro da rua
Sabes... é q p mim
Ñ estou louco
Bem aqui me surgi à vontade
Sou junto contigo
O mesmo comigo

Ouro d Touro

Enquanto eu olho seus olhos
Desmancham-se minhas meninas
Vc sabe bem o q mina meus ouros
É q eu...
É q eu como todos
Ao me apaixonar me torno tolo

P/sempre...
O mundo maravilhoso entre eu e tu...

Às vezes me olho e me vejo contigo
Meu sonho está nos tempos
Chapo-me por causa disso
E p/sempre

O tempo é fumaça esvaída
Sabes... é q p mim
És d ouro
Eu boi em vez d touro

terça-feira, 2 de junho de 2009

Café c/Jesus

Ninguém qr saber
Dói
Vivo no escuro lado da rua
Ao meu lado uma cruz
Estou c/frio
Preciso tomar Café
Um cafezinho surge c/a fé
Do outro lado da margem da rua
Do rio sociedade a saciedade
Riam
Rio (Valsa sem Balsa)
Do lado do escuro da rua
Eu bem sei q o bem está dentro d vcs
Uma voz diz isso dentro d nós
Ñ estou louco
Um café c/Jesus
E o frio passa
A fome ñ mata o Home
As lágrimas q tanto sulcam a face
A tornam doce
Jesus c/a Fé em Ti
Sou Tri

domingo, 24 de maio de 2009

Bêbado equilibrista



Bom dia luzinha
Vou tirar a camisinha
E andar nu pela avenida
Aqui me vendia até vir o dia

Caminha

Oi, seu poste
Como vai, sua sinaleira?
Olá, árvore

Calminha

Eu estou como vocês estão vendo
Espumando

Oi, seu guarda eu sou um vagabundo
Me prenda me afaste desse cálice
Só não esqueça-me no lado escuro da cela
Da lua, da vida e do mundo

O lado bom da vida é curar uma ferida alheia, sei
Quem se importa?

O sol fecha a porta
A marcha fúnebre anuncia mais uma noite em Porto Alegre

Anote aí
A noite é boa para namorar
E depois dormir

sábado, 23 de maio de 2009

Roxas rolas

Mas que zoom in
Sem zoom out
Dou em ti
Vem que eu quero teu sim

Mas o padre disse amém a mim
Daí sua saia caiu podre
Hoje tá d terno no terreno a cantar
Trindade a venda
Nos olhos venda para não ver

Q tri estou livre
Casei num Bar
Cansei d o fazer d lar
Sem sim
Gozar em mim sem mi acabar

Escrevo
Escracho borracho
O q tens c/isso?
Basta!

Sou escravo
Mas desafio meu definhar
Me livro da sede
Preciso ser-me

É q a briga q minha mente abriga
Ñ me deixa dormir
Meu amor a Dor
Vivo como um ator

O mundo livre me pediu a mão
Ñ neguei
Me dei
Ei!
Alguém aí
Quero dizer q a sombra do sol na lua
Vem da nossa irís d olhar
D sonhar

Vai ficar roxo
E daeh
Vou sonhar
A realidade pede
Sempre pede
Mudança

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Vô Mito - Soca3

Nunca mais a verdade será dita
Sei q ñ ando onde impera-a
Então Tudo ou Nada vinga
Sem em mim se vingar
Sou Duo em busca do Uno DIO
Eles falam sei
Ouço vozes
Atento estou
Nunca mais direi d verdade o q penso
Eu ñ sou uma rocha
Mas rolo
Eu ñ vou +
Ñ vou +
Eu ñ sei
Eu ñ sou
Vou berrar enterrar minha voz ao eco
Me revolta
Volta
Torta
Abra a porta
Eu ñ entendo ninguém
Meu bem
Eu ñ sei
Vomitar
Digo voltar

A beijins

Ó beije-me
Largue esse cigarrinho
E me dê um beijinho bem aqui
Larga d mão e ande comigo por ai
Eu ñ sou como dizem
Eu piro largo e me viro
Beije-me bem aí
O ar se ondula a teus smacks
Seus lábios colados na minha
Molhados
Euforia
Alforria
As partes molhadinhas
A dor sabe seu fim assim
A beijins

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Me detono TNT

Oi oi
Ai ai
sim eu sou insensato
Seu suor vou provocar
Sou chato
Ser p/mi é como p/ti
Vou explodir
Sou dinamite
A ti daí
No fim há luz
A d minha explosão
Ela e eu somos nem sei
Entenda
Mas ñ me atenda
Ñ se ponha a venda
Vejo daki o fim
O fim da falta d utilidade das normas normais
Incrível
De dentro creia
Tente
Aprenda na desilusão d si iludir
Pois essa visão de sua mulher ser melhor é falsa
Vá molhar o jardim
Mas ñ se vicie na valsa
Liberdade é ser ñ ter
$exo e poder
Rio e balsa
Os implodir
Ser no Ser somente o Ser q há
Ao ego q regas
Ñ arregas
S'encarregas dexplodir
O fim da luta dentro de ti
A morte ou marte ñ mentir
Verdade amar-te vim

sábado, 9 de maio de 2009

Água Suja em Tupi ou Sonhos retardados

Ao mar vou me dar
Mesmo q a uma praia q eu ñ queira chegar
Chegue
Pois
Vou continuar a me dar ao mar
Repois
Doce é manter-se virgem
E no fundo o virgem se apoia no próprio sal
Mas
Dessa águas magoas ñ vou guardar
Meus sonhos estão retardados
Sonhador
É assim q eu sou

Barata Ribeiro ou Ilusão é tudo

As luzes iluminam o holofote
Fui direto ao farol (paiol)
Fez-se o sol d mentiras
Me tira desses lugares
Sem luminares
A cadeia alimentar como eu comeu livre
Por onde passo mostro q se dobra o aço
Arranco desse monstro o traço
Sei q socar três é coisa adolescente
Hj sei q sou o q posso
Ñ mais aborreço minha mente c/mentiras
Meu corpo ñ esquece o q o aquece
Tenho q ser devagar
Vou divagar
Conheço esse som mas sem OMMM
Esse som de saber ser é meu tentar
No rizo o guizo balança
A cobra se arrasta no mato
Me agacho a salvo
Vivo d fato cada fato
Acato o de cima o d baixo
Nivelo circiunstâncias e condições
O batuque desse centro q faz meu nariz fazer vento
Ñ foi eu qm inventei
Deus me Dei
A rapidez c/q deslizo d cá p/lá
Me faz ser um buggy
N'areia q as estrelas são
Bebo gotas do mar
Ao chorar
A vida vivo em gotas
Elas sem esgotar

Milito o limite
A ILUSÃO É TD O Q ME FAZ CONTINUAR

Rio sem Mar ou Sei q nadar aprende-se

Siga em frente c/seu cigarrete
Em frente siga e sinta a força da vida
Dela sincarregue
Ñ t iluda nada acaba
Mt menos tua força prazerosa
Desculpe a fumaça
A névoa da tua mente
Sim eu fiz
E foi p tentar ser feliz
Ñ foi p mi fuder
Sim eu sofri anestesiado
Ñ mais
Ñ mais
Me olhe como um herói
Pois o sou a mim
Assim os problemas meus resolvo
Morto os devolvo
O peso q carrego nos meus bolsos ñ dô-o
Olhe por mim p/mim
Querida ferida viva
Arranhe
D si
Si ganhe
O zero é q figura perfeita
Me segura
Rolo como zero
Sei q nada posso

Rio ou Profundidade e sublimidade sem máximos são mínimos

Calma a evolução assim vem não
De um tempo ao espaço
Bata na garantia de entrar
O certo não habita esses tempos
Errar é grátis
Acertar tem seu preço
Saibas as sílabas do apreço
Sou o Eu que te digo
Desd'antes do Egito Atlantes
Sinto o poço profundo que cavas-te
Foste a mola que trampolina
Agora nenhum mestre te guia
Degraus só se sobe a dificuldades
Houve quem perguntasse a si
Porq voz abandonas-me
Fudimimi CREEI-MI-E
Ñ há abandono
VÁÁÁÁ

Da cruz fiz um x
Opto sofro


A lua nesse buraco conta que o sol é do outro lado
E que você e eu estamos errados
Eu sei que olhar para a sombra é mais útil que encarar de frente o Sol
Ñ ñ ñ
Olhe para o que a luz ilumina
Vê o jardim sem fim
Eu não estou certo de que você vá tentar me entender
Mas sei que vai olhar para céu
E ver nele a digital de seu polegar

As ruas estão vazias é madrugada na minha vida
E fiz uma sopa de meus órgãos
Salgados a meus sentimentos
Domar o medo do mar d'olhos é preciso
Olho p mi o q faço a mim
Eu sei sumo a cada noite ou dia
Diferente d ti q sistemicamente mente q ñ
Ñ ñ ñ
Sei q ñ vais nem tentar me entender
Mas a cantar e dançar está convidado por estar vivo
É gol!!!!!!!!!!! E daeh?
Olhe por mim
Estou cansado
D olhar dessa fossa a luz do sol

Meus amigos ñ se apresentam fisicamente
Por isso digito solito isso
Eu noto em mi mil possibilidades
Q se somem as impossibilidades
Só mais um tantinho de sua atenção

Olhe para fora como se fosse lá o teu dentro
Q dá no mesmo
Profundidade e sublimidade sem máximos são mínimos

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Ar Poa Dor ou Venéreas vias aéreas

Baby baby to c/gonorréia
Acho q meu estilo de vida ñ tem nada a ver c/vida
Ñ quero mais essa merda
Destilo esse lado tiro o amargo

Li num livro em passo fundo
Q amar é gol no país do futebol
Li, vi sim. Ali vi o fim destilado
A lágrima pingando

Imaginei a minha memória me transportando
A esfera do mundo a ponta de minha caneta apontando

Obrigado! vida livre me ofereço
A mim ateu sou meu Deus
Me dou a ti assim sem mais cobrar d nós

Aquela cobra q se arrasta está viva lá
Ñ aqui ao menos entre nós

Em passo fundo repassei o mundo
Sem serra sem moto serra
Sem mar me salgo
Me replanto na terra

Humus, humor, humano
Árvores à pranayama
Sei sem papel desenhar

Ñ sou escravo, nem espinho
Escrevo na flor ao ti dar meu amor
Ui como dói bem ai

Quero dizer

Sinto me bem contigo
Consigo ver a mim d bem
C/outro umbigo

Sei agora me lavar, vou essa gonô curar