sábado, 25 de abril de 2009
Web Show
U urrui como dói
Bato a porta sim por q ñ há fim
Essa porta
Esse muro
Os dois escutem esse murmúrio
Essas marcas em mim são lembranças de eu são
Eu fiz uma ponte entre meu espírito e essa canção
Fumei, bebi, injetei, tomei, cheirei, transei, joguei, roubei
Porém
Escutei vozes sinceras em mim
Dizendo p/q eu pare
P/q eu me separe
O fim ñ foi colado em mim
P/isso ñ nasci
Ileso ñ saí
As armas d mim tirei
Vingeui sem me vingar
Réu vejo q preso estou
Minha tromba em mim tromba
Meio cheio d me sentir vazio
Deixo livre
Taxio o céu
Vejo o mar
O velho mar d amar
Trouxe d novo o motivo
Meu salário d viver
Batuco em meu peito por isso
Livre vejo
Insisto em ser
Kero ver o posso ser
Vou inistir sou o show
Vejo daqui no espelho
Me beijo
Canto e danço
Da cruz faço um xis
Isto é
Da dor faço minha opção
Amar é viver
E o amor é uma dor
Levianas roupas ao vento (ArDeu's)
Msm q seja ao muro
Vôo
Urro
Msm sabendo q poucos queiram tentar saber
Vôo
Qm ñ quer compreender
Msm assim voa
Leviano
Voe
Somos corpos como roupas ao vento
A a esse Ar Deus
Em movimento
quarta-feira, 8 de abril de 2009
hÁ nÓs
Pois fora nós dois
Só hão bois sem ilusões
Ou vacas fracas
Capture suas rosas
Conforme são as suas formas
Perceba na geral a corvéia
Seja franco coma a véia
Saibas suas víboras
São suas vísceras
Ñ sendo-as
Saiba-os saibros são sábios
Espinhos como pedras digiro
Me dirijo as flores pensares
Somos Campeadores
100 flores sem dores são sem flores sem vivências
Somos das dores seu opores
Sábios
Ñ Santos
Pois pescamos
Porq Amamos
E Amar é tu
Q tm q Se ensinar
A nós
Estou vc tmbm
Sou d boca cheia um bêbado
Cheio d'minha vida
Uma figa
Acabo aqui
P/frisar
Q pus-Me a fritar
Isso ñ é nem começar...
Sou Bar
Fui t bola
Ao gol rolando
Vou
Vomitar-te
HemAfroDite-Se-Me?Em Cor Aje-Se?Color Ar-Me!
Ouvi minha voz
Como a meus avós a sós
Cores me roem
Nasço por amanhecer
A isso ñ somoslivres
Jogada no solo
Sem mente
A Imaginar
Houve uma vez
Q me peguei
D 2 a 3 e fiz 6
P/me contar q sou vcs
Q somos estúpidos ao acreditar nos outros
Sem pressa me empresta o seu a seguir
Q vou lhe mostrar como é ñ q se faz
Tempo p/HáDeus
Humilde como Eu
Experimentando a vida como vc
Mas
Porém
Sem
Mas
Pois
Sei ÉS
Mas
Em ranso
Indago
A verdade é bela?
A beleza é segregadora!
Salvei em back up
Meu ñ calar a boca
Só p/lembrar d na Hora H comentar...
Pois Pais à Mães e Filhos
Como sei retorno a vcs
Mas
Mas
Mas
D Tão Claro Ñ vejo
A Sêca
Sigo ordens?
Pare d mandar tanta água
Heróis sou mas p/q tanto sal
Amanhece meu sangue esvai
C/todo o Mal
É leste deste lado
Porq tenho tanto do Bem falado
Ñ choro mais
Meu vagido perdeu-se ao agido
Minha mente verdadeiramente em sal
Diz: Licença doce língua
Masturbe o próximo lóbulo (órgão)
É uma ordem
Rãã...
...Ordens...
Enfim em mim (caÍ)
Qm fofoqueia me ladeia
Ladaia ligeira
Qm ñ é, passa
Msm ñ sendo um fim
Aos q amam
Isso é o fim
Ái, me sou
Oferto a qm me sim
.
.
.
...cont. apartir daqui
Digo
Me digo
Man Digno
I'm soul
Amar lhe resta
Quero Fanta... Ou Guaranáh. Alguma coisa...
Depois dumas engolidas nesses refris...
Me Refiz
(...Senti*
D sentir...)
Entre parenteses sinto
Dor d garganta
Algo q garanto
Já tevês huma na garganta
Como uma punha
Ser lhe rica
No mínimo ñ
Ao nunca dou
Xá d frescura
Vida ao q sei
Tm 1’a vez
Quantas fizer
domingo, 5 de abril de 2009
Blog Livro Vivo
Livre vivo
Me jogo na vida sem bossa
Sem essa
Livre vi q livros livram
Libertei-os livrescos
Bm entendi
Da vida seus afrescos
Ñ sei
D mim saem palavras
Q terras lavram
Donde homens quebram galhos
Os tornam tacapes
Toco longe tais tacos
A vida agora a mim já é um jogo lúdico
P/diversão
Ñ p/competição
Vida essa é minha versão
Quebro recordes d paciência
Na minha vez
Minha vida já sei
Q seja
O q sou a mim
O prazer d suar p/ser o q se qr
Isso é viver
Confuso ñ gosto d esportes competitivos
D multidões se movimentando
Se (con)torcendo em arquibancadas
Poucas mesas fartas bancadas
Mts bolsos vazios bebendo
Memórias q ñ somem
Me isolo no solo d minha solidão
Tipo planta de sertão
Como pode a realidade ser tão diferente da verdade
Escrevo o q planejo a luz d lampejos
Um beijo no teu beiço d q ñ me entende
Movo coisas p/fora do norMal
Pago um instante p/ser vago pensante
Ajo
Viajo
Interajo
Agremio
Faço um fiasco choro como criança sem pais
Perturbo a turba
Ñ impeço barulho
Nem peço silêncio
Livre quero
Livro sou
Piloto o q posso do jogo
E estou a passeio no circuito
Faço minhas curvas as suas
Conte-me nua
Alías continua...
sábado, 4 de abril de 2009
Jazz deitado
Ñ tenho tempo p/festejar
Msm assim ñ tenho tempo p/ser rejeitado
Se já estás ajeitado
Sinto
Já estás
Jaz deitado
Homem no Sereno
Ñ consigo notar-me amigo
O q é o lixo?
Quantas contas ñ pagüei?
Pequei?
Se tinjo essa tinta finjida
Man Tira
Ñ aguentei
O q há no holocausto d diferente
Se eu no Glauber ñ vejo
O q há d ferrado no mundo
Dum lado se prestasse o comia
Do céu o vão abro
Ñ olhe pros meus olhos diz o Sol
Me loira Homoreno
(Amantes Alados) Caçadores d vomitos
Pois do fruto q mordo aflito
Sei q me frito
O filtro pega eu esperto
Certo d q do errado ou certo estou perto
P/sempre o nunca me pegou
Ex-perto longe estou
Ler e Re-ler o Lido
Cinema antigo
Rimar vôo
Meu umbigo é lindo
Mas ñ mostra nós 2 indo
Ao encontro
Onde juntos possamos
Mesmo fugindo’inda fudê
Ardendo em paciência
Até entendê
10 Culpe-me
Por porquear
Por Pro-Criar
Mesmo q duplamente ñ quadruplamente
Nos vemos
Cada 1 c/2 olhos
1º
O q é necessário p/Sermos
Amantes Alados
Pois sobrevivermos é preciso
Desculpa-me eu existir
E insistir ao resistir
Amar Re-existir ao teu lado
Esse é o compromisso q t amo
Sou Inda Pinto (DAD)
Senti em mi
O Si
Q Sou
Onde estou Charles Chape-Me
O Mente estás A me Sentir
Eu...
Bebi e bebendo vivi
Minto sinto q minto
Sou inda Pinto
Sinto
Excuse me DAD
É capaz d ser vc aquela aquarela
És queda estrela ser aquela
Ouça o som sem vc
(Sem sua aquarela)
A queda acontece
Ache em si sua saída à vida
Veja a luz da ferida ò pus
Seu brilho inefável inouvível
Só luz
Capaz
Pensando bem...
É capaz d ser vc
Qm comigo ouve e ou vê
Nas estrelas
Nossa vida sem trelas
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Rádio Tesão
Só tu podes mudar o rádio
Sambem
Roquem
Repem
Funkem
Musiquem
Dançemos nossas vidas TRIbais
Nos demos a Deus ñ Duais
Os 3 q somos
Altos
Largos
Profundos
Ñ traiamos a dança nem a música
Q salta da lida da vida
Plenamente vivida
Morte pior q a morte
É viver d varde
Vá em viva voz até Marte
Mas volte p/cá
P/q pecar
Viver sem o melhor d si dar
Se vender vendando os olhos da maioria
Eu sei a vontade das verdinhas o invade
É difícil ver a verdade?!
AMAR
Eu vi a eletricidade se dando a verdade e eletrizando a humanidade
A música e a dança
De mãos dadas na cidade dançando uma ciranda
Tapo meus ouvidos
Ñ ouço
Ñ posso ser só isso
Pare d se opor a mim amor
Por nós ou pelo mar
D nossos olhos olhe
Molhe meus ouvidos (to deitado chorando)
Sem demora more
Explique p/seu presidente
P/q pare d acreditar em créditos
P/q siga a si
O seu íntimo
Q vai dar EM NÓS
O fim é justo e certo
E dá em nós
E nós somos nascido p/amar
E ñ se negue o tesão de sua missão
Pelos olhos irradia-se luz à Eternidade (humanidade?)
Rádio Cabeça
Rádio Coração
Rádio TESÃO
Desmaiei no 1º de(s) Maio ou Escrever é Phoder
Santo Onofre nasci assim?
Sabes por quem?
Reflito assim
Porquiei palavras em mi e em ti
Ou eu sou um ou dois enfim 3
Linda no jardim a eu homem és
Meu fim amor a mulher sou em seus pés
Sabes o q fases fazem e mim
O tempo indeciso passa
Sua ordem é passar
O amor só o q o interrompe
Na linha q divide o céu da terra escrevo
Escravo eu?
Falo em mim
Ñ sou assim
É setembro p/outubro e ñ é outono no Sul
Qm eu sou?
São João Natal No Sul
Tu... tu... tu...
Socorro!!!!!!!!!!!!!!!!!
Eu sou amigo do umbigo do mundo
Me fiz jovem d+
Me curo em Mercúrio
Tens acento ainda
"Pé d vento"
(Na real esse é o título. Desmaiei no "1º de(s) Maio ou Escrever é Phoder", foi a cópula. Porém "Pé d vento" é o rebento, o título da criação)
domingo, 29 de março de 2009
FÓRMULA HELICOIDAL
Rir*
Cantar
Dançar
Poetizar
Contemplar
P/isso nascemos
Mas antes
Satisfaçamo-nos de...
...RES...PIRAR...
PIRAR... RESPIRAR
Rir*
Cantar
Dançar
Poetizar
Contemplar
P/isso nascemos
sábado, 28 de março de 2009
Mijéria x Hámares
O apelo da mijéria obedeci
Para servir a nossa pária
Com forca e pé
Alcançando no dedinho o centímetro q falta
P/matar o ar da garganta
O trabalho dos nossos heróis passados
Tento mesmo
Pois
Nunca seremos em vão
Para servir um coração
Um coração da liberdade
Enche-lo d paz e d unidade.
Oh! Deus Meu q Sou
Me torne
Me Destrone
Maestro da criação
Uma direta na nossa causa nobre Dê
Nos desnude da calça pobre do cARO
És nosso Barato
Guia d direito por termos nascido
Qm deu o direito d nascer”s$ssss
Silêncio
Vou morrer
Morrrrrrriiiiii
Silencio
P/ajudar os jovens (inexperientes) a conhecer a verdade
Ausência d som é reflexão
Estou no chão
Quero me plantar
Colheita???????
O amor está a crescer
E de vida verdadeira
Grandes sublimes alturas alcançar
Para construir algo q sempre somos
Hámares
Há descobrires
Soy côcô, côcô...
Sabe esse dia trabalhei bem
Fiz o q só amei
Mas a lágrima veio
Me partiu
Me fez retornar ao tamanho d formiga
Bm fez o destino
Q meu intestino derramou
Em mim
Aliás em minha cueca
A merda
E ela disse
Veja o q tornou-se seu alimento
Trabalhei duro esse dia
P/fazer essa energia
No fim pensei o q restou d mim
No papel anotei esse sarro
Eu sou o
Ô cô cô cô cô
Live Forever Troca
A meu umbigo
Lembra
Me digo
No mundo
Digo
Há Deus
Lembro
Alô Mar
Se Amo
Ñ quero Calar
Vem me
Grana
Q nada
O verniz diz
Invenção Sou Eu
Mas qm inventou o AMOR!!!
Inevitáveis mares rolam
Surfo
Zê o q?
Me diz
domingo, 22 de março de 2009
Psicologia do infarto x Reverso (Arte de Respirar)
Li
Aliás
Vi
Ñ, Ñ
Digo senti
E escrevi isto aqui
Cerébro contigo cardíaca(mente) converso
Bem assim
Querida mente
Bato ñ p/machucar
Compreenda
Sim se solte
N se prenda a receitas
Ñ complique
Cabelos ñ são rédeas
Mas sinto q se t domar
Nos livrará desse Mar
Digno d Amar
Porém
Sentir vai além
D pensar
Mesmo confundido
C/penar
Sentir é sentar
E a vida contemplar
Ñ somos creadores
Crear verbo divino
Criadores somos
Criamos dores
Respiremos mais fortes
Q
Ñ falta
Nos salta
Vida
Essa q d nascença
Sentimos natural mente
Sem mentir
Busca e sapiência
Rir*
Cantar
Dançar
Poetizar
Contemplar
P/isso nascemos
Mas antes
Nos satisfaçamo-nos de...
...RES...PIRAR...
*Tô Rindo
sábado, 21 de março de 2009
domingo, 15 de março de 2009
SÓ SOL
Percorro meus sofrimentos e ñ encontro parâmetros a tais.
Então busco + energia nas calorias dos alimentos naturais.
Calor vem do sol.
Todo alimento é SOL
segunda-feira, 9 de março de 2009
Desce mar, desce
Q saem d nós
Jóia jogada do céu a luz do sol
Sal
Sol
Sou
Seu
Sim
Sem
Mas
Pois
Sem
Dor
Sem
Som
Sem
Cor
Há Amor?
sábado, 7 de março de 2009
Primeira prisão d ventre (livre) Vida É+
P/q me perdoe d pés juntos
Ter saído da tua prisão
Pois mesmo separado
Unido Contigo amor Tenho Estado
Vou lembrar q sou um canarinho
Ah se voo
Vou me misturar ao coral natural
E sem parar repetir
Q estou a ti amar
E como é bom contigo dividir
Sem dúvida a dádiva da vida
D ir e vir por amar
A se jogar sem julgar
Passagem de ida e vinda é a vida
Eu e tu tomando champanha
Qm sabe umas brahmas a tua falta
Comemorando numas bronhas
Vamos nos animar a ser perfeitos
E a viver sem guardar
Nossos defeitos procurar amar
Por ti divido o gole da bebida da vida
Aceitando d vez em quando
O destino vindo sempre afiado
Esse momento q guela abx nos é enfiado
P/ser franco me assustas c/essa lingerie
Ñ minha língua t beijando
Sinto tuas partes
To viajando
Meu zepelin está a subir
Vou revoar seu matagal
Aquele cheirinho de brisa bagual
Nos torna igual
Macho e fêmea num estado
Pronto a amar
Pra enfim cantar e dançar
Ao som d uma simples brisa
Q sai d nossas ventas
Faça o q quiseres
Mas ñ inventas
D me largares
Pois
Nunca
Nada
Irá apagar a chama
Q nos faz dançar e cantar
A qm ama
quarta-feira, 4 de março de 2009
Sol é fogo: Perigoso jogo da vida
Parecia bom no início
Mas...
-Q falta eu sinto d mim sem vício
Fiz o q fiz
Fui assim procurando nisso um fim
Tirei a roupa d meus olhos
Eu quis ter sem ser
Plantei uma semente em minha mente
Joguei fora a chave da rua
Me internei me enchi d ar
Inflei até voar
Oxigenei órgãos
Os toquei com amor estranho amor
Os reguei
Ñ arreguei
Me atirei a dançar à luz do fogo ñ nele
À luz dele brinco o jogo da vida
Vem
Ódinho básico
Kero t matar
C/meu pinto
Pintura como a minha
Só se c/outro sentir o q sentimos
Pindura a tua num poste
Talvez chegue algo q perto fosse
Entenda minha cabeça
Entenda sua sentença
Minha vida anda estranha
Sem sua entranha
Eu sou um céu sem véu
Quero acasalar na rua
Brincar c/o meu na sua
T dar-me d presente
O passado me beija p/q eu seja assim assado
Estranho seus olhos d bicho a me vigiar
A viajar na luz falar
D novo retornar
Achei q aqui assim sem mim seria o fim
E errei
O teu nome
Tm meu amor no sobrenome
Derramado um ódinho básico
Tempero sem pêra
Tm maçã sem folha
D parreira
Amor e Ódio a barreira
Odeie
mas ao AMOR
Ñ se encolha
terça-feira, 3 de março de 2009
EyÊ
Eu ñ digo q ñ digo q eu sou o rock and roll
Por q sei q sou
Se ligue em mim
Eu sou ô ô ô ô
Pois
Se ligue em vc ié ié ié ié
Eu ñ escrevo p/repetir o q já foi escrito
Eu sou a porta aberta
Tipo nossa boca
Num grito q se esvai u u u u
E vai em seu ouvido bater
Se ligue ei em si
Ou em mi
Nos 2
Então somos como somos
Com a mão nos ferimos
No coração sentimos
Com a mão satisfazemo-nos
Se ligue
Somos rock's
Digo à terra
Somos como pedras
Filhos dela
Se ligue
Com a mão se faz o mundo da imaginação
Se tornar realização
Me olhe então
Estou chorando
Sentindo q a lei da vida
Nos dá todas as chances
E ñ as aproveitamos d almas unidas
Eu sou uma criança q arde em febre sem pais
É verdade
Um x em cruz faço
Na testa humana q sua
Pensando
Refletindo sem bossa
C/medo sendo
O ser humano resistindo
Ñ há qm possa
Ao inexorável desconhecido
Tipo sempre há qm possa
Pois Sou Seu tentar
Consciência Máxima
Continuo a bater uma no WC pensando em VC ou H2O líquido humano
Desagerando nossa geração exagerada
Do lixo high tec q somos
Descrente eu tento ñ ser
O q todos olhos estão a ver
Qnto mais eu ame
Mais amo
Minha pica teu inhame
Choro esse oceano
Água líquido humano
Se ame
É verdade o chão acalca-me
Tipo o solo do Randy Rhoads
Descapacito a Capadócia
Ator q ia a dor
Como se fácil for ir
A dor d ser são em drogas d+
Ao ñ pensar nisso
Mi liguei parei
Explico o pico
A agulha naquela fagulha
Q furava a veia
Bate ainda queima
Onde a cueca freia
E a tampa do mentol
Ñ a como sem graça
A dou a qm queira d graça
Fico só
Ao sol
Q ñ queima
A qm tm paciência
Prensando
