A maioria das pessoas vivem presas ao mundo material, que é feito das coisas finitas. - Vivem desde a infância, algemadas aos desejos de consumo: compram, vendem, revendem, enfim comercializam tudo, até a amizade (são amigos somente dos que podem lhe trazer algum benefício) e o amor (se interessam premeditadamente por pessoas que tenham poder, carros, imóveis, empresas e status social). De forma que seus olhos só enxergam aparências e poder. São impossibilitadas de ver algo mais. Serve-lhes de motivação para conhecer outras pessoas somente o poder, a aparência e o sexo.
“Se dinheiro e beleza trouxesse felicidade, todos os ricos e bonitos seriam sempre felizes.” O que sabemos não ser verdade. O dinheiro tráz mais preocupações do que a falta dele, acreditem. Porém é melhor chorar num quarto luxuoso, do que num casebre fedido, diz o outro. Sim, mas a tristeza está em todas as classes sociais. O mundo material é muito válido na vida de qualquer indivíduo, mas existem outros degraus que sobem a um destino melhor. Os degraus do progresso e descoberta do próprio íntimo.
Outra parte da humanidade desenvolve-se no mundo emocional, o que é um avanço em relação ao nível material. Neste mundo a pessoa começa a perceber a beleza da natureza humana, e a apaixonar-se cegamente por uma ou outra pessoa. Para tanto precisa desenvolver uma forma de comunicação mais sofisticada, palavras bonitas ajudam a conquistar a pessoa amada. Então aí está um progresso, o sujeito sai do material e entra para o emocional, por meio da mente, que busca palavras bonitas e ações que visem à conquista. Não importa mais se a sua amada ou amado, tem grana ou não, a ama.
Dentro desse progresso, já começa a ser desenvolvido o nível mental. Assim a pessoa desenvolve pensamentos mais sofisticados, começa a perceber que as coisas que lhe acontecem obedecem a uma lógica. Neste ponto chega-se ao entendimento de que existe a lei do retorno, a lei incorrompível de que tudo o que a gente faz, volta pra gente. Chegando-se a esse degrau, a pessoa depara-se com a disciplina (fazer o que intimamente sabe que tem que ser feito, ouvir e obedecer aquela vozinha da consciência), com o foco (aprender o que é preciso aprender para se chegar onde se quer) e com a persistência (se motivar a aprender tudo o que precisa aprender ser autodidata e aluno dedicado, lendo e ouvindo muito). Aí conhece a felicidade verdadeira, a de entender o porquê de estar aqui e agora. Começa, a saber, contemplar o momento com alegria, sabe que tem algo que ninguém pode lhe roubar, seu conhecimento. Então a pessoa que naturalmente começa a vida no chão firme do mundo material, que é o das aparências, nele desenvolve a beleza e sustento, transportando-se para o mundo emocional, onde desenvolve a força das palavras e das ações. Assim ao conhecer a beleza e força das palavras alcança a graça do pensamento lógico, começa a deduzir o certo do errado. Pronto, esta pessoa completou um ciclo que poucos alcançam. Tem todas as experiências que completam sua consciência finita, a consciência das profundezas humanas. Está habilitada a subir a planície e observar as coisas infinitas. Ela sai do vale, vê a planície e o horizonte infinito a sua frente.
Mas tem mais ao ser humano, este ETERNO buscador. Ele ultrapassou o portal do infinito. Está no mundo psíquico, onde desenvolverá a matemática. Onde percebe que pode e deve progredir sempre, esta é a sua missão e motivo de estar vivo. Faz contas exatas, planeja certo e sobe mais um degrau. Chega à inteligência, onde decifra os códigos escritos desde os nossos primórdios, ali encontra a geometria. Evidente a ele se torna que não vivemos num mundo de dualidade (duplo: bem e mal, preto e branco, grêmio e inter ou pobre e rico), existe o “TRÊS”, que está em tudo e todos (altura, comprimento e profundidade). Daí com o pensamento mais experiente, chega a SABEDORIA E AO AMOR, do qual lhe corresponde a harmonia e melodia da dança e música. Nesse ponto se torna óbvio que só o amor constrói o amor incondicional (sem pré-condições) e fraterno (a todos indistintamente). A sabedoria nos torna dançarinos, e cantamos a vida, isto quer dizer que a calma e a harmonia tomam conta da gente, assim nos tornamos humildes para bater e entrar no umbral (portal) do eterno. Habilita-nos a subir a montanha, descobrimos que todos aqueles caminhos que vemos na vida levam a montanha, mas só um sobe até ao cume. Em cima da montanha temos o poder da vontade e com ele olhamos para o céu, vemos a luz que agora não nos cega, sim ilumina o vale e a planície. A Luz, como uma lanterna ilumina o que precisamos fazer. Essa Luz nos torna humilde para retornarmos, e sem traços da grande Luz mostrarmos o caminho, de forma que não ofusque os olhos das pessoas que também buscam, sem amedrontá-las. Não conduzindo estas pessoas a montanha, simplesmente iluminando seus caminhos com a muda luz que certamente os mudará. As palavras precisam e podem ser usadas neste auxílio, de forma que cause curiosidade a este buscador. Pois este conhecimento esta no seu íntimo, e só ele pode chegar na sua mais profunda dor e de lá arrancar força para a subida ao sublime, que o fará passar pelos planos finitos (material, o vale), infinitos (espiritual, a planície) até ao plano eterno (a montanha e a contemplação do céu). Existe algo mais que não nos cabe buscar, pois não cabe em nossa compreensão. Saiba que nada sabemos. E isso tudo são somente suposições. A dúvida faz-se necessária
Certo é que o mundo precisa desses avatares (procure você o significado), que tenham a consciência eterna desenvolvida. O cuidado a estes tem que ser multiplicado, pois a luz mais forte provoca também a treva mais profunda. Aí conhecemos a verdade de que se a ação for justa, o conhecimento será válido para a toda a humanidade.
O conhecimento desta sabedoria, antes era somente para os iniciados, pois não se davam estas informações, tão antigas quanto à humanidade, a todos. As pessoas que se propunham a aprender tais mistérios precisavam passar por provas. Hoje um pouco destas informações estão sendo colocadas, sem muito mistério, em sua frente. Peço que leia este texto e valorize-o. Que entre na sua mais profunda intimidade e lá perceba estas e outras verdades sobre a evolução da humanidade. Salvar o planeta depende de salvar a consciência desta grande parte de humanos, que estão aí jogados, jogando suas vidas e possibilidades de progressos fora. Aproveite mais este texto, o leia de novo. Saiba que nascemos para sermos felizes, e a felicidade verdadeira só se alcança por meio de uma mente desenvolvida. Os bens que tanto desejamos, e que parecem nos trazer felicidades, é a mais pura mentira. Pois o que compramos, pode ser roubado ou perdido. Porém o conhecimento da verdade nos proporciona a verdadeira sensação de felicidade, pois nossas células pululam de alegria quando compreendemos algo. Compreenda este texto e seja eternamente feliz aqui, agora, ou lá e sempre. Beijos em sua mente e coração, os elos que o levarão a compreensão dos motivos da vida. Assim seja!
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
domingo, 29 de novembro de 2009
Ontem me vi e não me apaixonei por mi, metamorfoseei-me
Sei não Sou não
Ontem livre me entreguei ao vício
Isso hoje preso me faz
Na carta uma manga ás
O coringa ri como eu rio
Virtudes em delírio
Balseiro da lagoa das lágrimas
Ontem fui eu quem quis
Hoje sou eu quem não quer
Tanto faz vou fazer o que quiser
Mas por enquanto ainda to tonto
Meu sonho hoje é chegar logo o amanhã
Sem pressa sempre essa minha cara que resta
Restos de rostos
Expressos na pressa vã
Da via que não havia gestos sem desgostos
Gritos vindo gratos ouvindo
Na horta de todos não chove
Esta torta a chave não abri a porta
Não arrodeia
Não mostra a fachada fechada
Mesmo assim digo ao mendigo que me indigno
Casá-lo é colocá-lo num casulo
Metamorfosear-me
Entenda não me compreenda
Ontem livre me entreguei ao vício
Isso hoje preso me faz
Na carta uma manga ás
O coringa ri como eu rio
Virtudes em delírio
Balseiro da lagoa das lágrimas
Ontem fui eu quem quis
Hoje sou eu quem não quer
Tanto faz vou fazer o que quiser
Mas por enquanto ainda to tonto
Meu sonho hoje é chegar logo o amanhã
Sem pressa sempre essa minha cara que resta
Restos de rostos
Expressos na pressa vã
Da via que não havia gestos sem desgostos
Gritos vindo gratos ouvindo
Na horta de todos não chove
Esta torta a chave não abri a porta
Não arrodeia
Não mostra a fachada fechada
Mesmo assim digo ao mendigo que me indigno
Casá-lo é colocá-lo num casulo
Metamorfosear-me
Entenda não me compreenda
sábado, 28 de novembro de 2009
Rezo a noite de joelhos na borda da cama

Ri ter tirou o bigode
E hoje ama a Ju* e Deus
Quebro o gelo
Saio do muro
Vejo daqui o aqui
E de la o la
Quero correr até o fim e de la fazer o início
Um círculo sem vício
Ando assim me destruindo
Mas dedico esse tempo para recuperar o controle
Tiro uma casca dum fino e não fumo
Livre vejo que o rei está preso ao trono
E que seus vassalos são seus desejos (ladrões da VONTADE)
Quero quebrar o gelo
Sair do muro do prazer e da vaidade
Pra Ser o que no fundo Sou
Dedico-me a controlar meu mundo
E rezo a noite de joelhos na borda da cama
De manhã levanto com um caminho traçado
Como um sol ilumino o fundo do poço que estou
Traço ações entre destroços
Eu amo por que sei ser o amor indestrutível
O que preserva sem reservas nossa vida
Só com os pés no fundo apoio-me ao sublime
Não é preciso vir ao fundo para ver a luz onde ela está
Só preciso ver o que ela ilumina
E a luz me ilumina
Me vejo agora
Ação!!!!!!!!!!!!
*(Juventude)
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Contramaré na PUCRS
Na última quinta-feira (27/11)o novo documentário dos Atualistas (Contramaré) foi assistido pelos alunos de publicidade da FAMECOS. O vídeo foi muito bem recebido pelo público que lotou a sala.
Dr. Okuna, o que tem cheiro de bacalhau? O peixe ou o nascedouro?

Pergunta de Manoel Boca Braga
Dr. Okuna, o que tem cheiro de bacalhau? O peixe ou o nascedouro?
Caro Boca, muitos estudos já foram feitos, mas não se sabe quem veio primeiro: o ovo ou a galinha, ou se bacalhau tem cheiro de ... mal (ou nem) lavada, ou ... mal (ou nem) lavada tem cheiro de bacalhau.
Informação incidental - O cheiro é característico de vida vinda que ainda não veio. ...Viemos dágua?...Úmida caverna ao sol
Dr. Okuna Kuka, por que os homens coçam o saco?

Pergunta de Felizbimbo Rosa, morador do saco da alemoa.
Dr. Okuna Kuka, por que os homens coçam o saco?
Caro Felizbimbo o barato é o seguinte: os homens não coçam o saco para ajeitar a cabeça, nem para ajeitar, na cueca, o saco.
Os homens coçam o saco por que antes de ir mijar eles não lavam as mãos, assim a coceira é pura alergia a sujeira que eles carregam nas mãos, pois ao mijar muitos homens precisam botar as mão (sujas) no pinto. -É por isso que coça a zona.
Informação sobressalente - Estudos realizados na Nasa dizem que o sovaco das pernas não tem asa, mas se mal cuidados exalam odores piores.
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Contramaré - Documentário dos Atualistas

“A história de um homem simples que, como um vendedor ambulante, divulga suas indignações aos passantes.”
Boas histórias surgem a qualquer momento na vida da gente. É o caso de “Contramaré”, que surgiu a partir do casual encontro dos Atualistas com “Jorge”, um vendedor ambulante de bebidas. -Jorge nem se preocupa em vender suas bebidas, ele quer mesmo expor o que pensa.- Com o intuito de dar voz e documentar os pensamentos ferozes de Jorge, é decidido fazer um vídeo. A partir desse primeiro encontro até a finalização do documentário passou-se uma semana.
Jorge propõe reflexões universais e atuais como o direito à educação e a dignidade humana. O protagonista quer um cidadão mais simples e comprometido com as pessoas menos afortunadas, uma fraternidade. Com seu texto afiado, desprovido de academicismos e sem querer agradar a gramática fala com uma lógica que foge da regra comum.
A música de Dante Santoro e Vicente Celestino (populares nos anos 40 e 50) nos remete a uma época onde existiam os valores e dignidade propostos por Jorge.
Em breve na sua Internet
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Paixão e morte de Narciso - 2h34m

narciso-michelangelo-merisi-da-caravaggio
Narciso era filho do rio Cefiso com a ninfa Liríope (voz macia como um lírio). Há aí um simbolismo relativo a água, que no sentido de rio escoa e leva fertilidade. São diversos os filhos das águas de rios e mares, até por suas energias naturais.
Bem, Liríope foi vítima da insaciável energia do rio Cefiso, pois ninfa alguma passaria incólume por suas margens. Assim nasce Narciso com uma beleza fora do comum, tanta que assustava, pois competia com a beleza dos deuses do Olimpo. E tamanha beleza era uma outorga do divino, Narciso vangloriava-se de um dom que não o pertencia. Liríope preocupada com seu filho Narciso, consulta um profeta grego. -Narciso viveria muitos anos? A resposta foi “se ele não se vir”. Isto é, se ele nunca ver seu reflexo, sua imagem.
Muitas ninfas eram apaixonadas por Narciso. A ninfa Eco era uma delas. Certa vez Narciso passeando com seus amigos se distanciou do grupo, assim começou a gritar, os chamando. Eco aproveitando repetia tudo o que o jovem Narciso gritava.
Narciso: Olá, ninguém me escuta?
Eco: Olá, ninguém me escuta?
Narciso: Vem cá. Por que me foges?
Eco: Vem cá. Por que me foges?
Narciso: Juntemo-nos aqui.
Eco: Juntemo-nos aqui.
Eco corre em direção a Narciso. Ele foge e diz: Morrerei, que o amor nos una. Eco repete: que o amor nos una.
Eco repelida por Narciso, se isola, para de comer e definha. Torna-se num rochedo capaz de repetir os sons que se diz. As demais ninfas, irritadas com Narciso, o condenam a amar um amor impossível.
Narciso, sedento, vai a límpida fonte de Téspias matar a sede. Debruça-se sobre o espelho dágua, vê e se apaixona por sua própria imagem. Paralisado, como uma estátua de mármore, contempla seu rosto. Deseja a si mesmo. Inspira, ele mesmo os ardores que sente. Lança beijos as ondas enganadoras do reflexo de sua imagem. Tenta inutilmente pegar sua beleza com as mãos. Busca, em vão, uma imagem fugitiva. O que quer não existe sem o outro para reconhecer. Apaixonado por si próprio morre de amor. Procuram-lhe o corpo: havia apenas uma delicada flor amarela e branca, um narciso.
Narciso – narcose, sono gerado por narcótico
Flor de Narciso – bonita, estéril e venenosa – como a paixão de Narciso por si mesmo. Em túmulos simbolizam que a morte é um sono.
domingo, 22 de novembro de 2009
Marciso - foto galera do Humaitá - 21h47m
A galera aeh da foto não são seus reflexos
Sim suas reflexões
Marciso
Ei
Andei refletindo
Entre poças, poções e fofocas
Me achei fofo
Em teus colchões um rei
Explico meu texto
Interpreto minhas palavras
Olha o que fiz
Me apaixonei por mim
Preciso tentar entender o que escapa meu pensamento
Por que não ti quero tanto quanto eu?
Por que mesmo eu sendo máximo não me sinto feliz?
Claro que reflexão não é ilusão
Reflito
Ao que tenho feito
Comparo a fruta com a fritura que fiz
Alargo o cinto
Que barriga bunduda pra frente tenho
De nádegas e coxas em fortes estocadas venho
Do sexo nasço pra isso?
Mais atos em quarto estranhos
Velhas bocas
A botox retocadas
Comparo Volks e Mercedes
Compro uma bike
Oxigeno entranhas
A minha realidade não é única nem a melhor
Em águas turvas talvez encontre o princípio
Inteligente sou
Nasci assim
Por que vou gastar energia em ti se tenho tudo aqui
Não sou negligente
Pensando sou Narciso apaixonado pelo que penso que sou
Não me importo com o que realmente sou para todos
O que como me torno no trono
Na poça jogo meu destino
Este que está escrito no meu intestino
Ignoro,mas não sou burro
Sei que zilhares de coisas não sei
Mas não sou teimoso de não um pouco disso
Tentar saber
Mas não sou teimoso de não um pouco disso
Tentar saber
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Monte sal
Eu olho para quem não vejo mais
Mas eu sinto
Sim existe mais que isto
No para sempre resido
Sabe o que estou sentindo!
Tantos estranhos
Eu os conheço
Não não é daqui
O que tem se ninguém me vê
Óh!
Calma
Essa água lava
Leva
Tráz
Você de volta
Não vou naufragar em minhas lágrimas
Vou esgrimar
Lutar
E esperar as portas se abrirem calmamente
Aos amigos e amigas além fronteiras
Dançemos
Vincos marcando o tempo
O branco purificando a melena
É o tempo é amigo
Pois nada nos separa mais
Olho ao longe
Sinto aqui
O solo que afirmo estar
Nele sou
Juntos as mãos ao coração
Prezo a eternidade
Pela amizade
Am....
Tudo
Olhe bem o que faz
Aqui e agora
É o lá eterno
Cantemos
lálálá
Mas eu sinto
Sim existe mais que isto
No para sempre resido
Sabe o que estou sentindo!
Tantos estranhos
Eu os conheço
Não não é daqui
O que tem se ninguém me vê
Óh!
Calma
Essa água lava
Leva
Tráz
Você de volta
Não vou naufragar em minhas lágrimas
Vou esgrimar
Lutar
E esperar as portas se abrirem calmamente
Aos amigos e amigas além fronteiras
Dançemos
Vincos marcando o tempo
O branco purificando a melena
É o tempo é amigo
Pois nada nos separa mais
Olho ao longe
Sinto aqui
O solo que afirmo estar
Nele sou
Juntos as mãos ao coração
Prezo a eternidade
Pela amizade
Am....
Tudo
Olhe bem o que faz
Aqui e agora
É o lá eterno
Cantemos
lálálá
Se Gamar a ti
O fino que satisfaz
Não mais
No fim toda dor tem seu objetivo
Afinal
Por mais que eu ria
Outro mia
Não estou me sentindo assim
É pura mentira
A luz insiste em clarear os motivos desse crivo
A mudança rápida do tempo me obriga a ir ao abrigo
Pensando em mim digo-nos
Abro bem a mente me indigno
Quebro o sol em pedacinhos
Os guardo em todo mim
Eu sou solar
Esse é meu lar nessa escuridão
Entre bem e mal
Transito na vida universal
O cosmos circula nas gotas de meus orgasmos
Um pedaçinho do Sol cada vida leva
E o céu chora
Mais uma vez mantém
Esse convívio antagon que tem
Da vida a força me vem
(Voz da consciência)
Quebre as correntes como prometestes
Anele-se ao outro como Um
A única saída para a vida
É ser livre
Ame!
Se ame!
Nos Ame!
Somos programadas e amadas almas amalgamadas a se Gamar
Sendo!
Não mais
No fim toda dor tem seu objetivo
Afinal
Por mais que eu ria
Outro mia
Não estou me sentindo assim
É pura mentira
A luz insiste em clarear os motivos desse crivo
A mudança rápida do tempo me obriga a ir ao abrigo
Pensando em mim digo-nos
Abro bem a mente me indigno
Quebro o sol em pedacinhos
Os guardo em todo mim
Eu sou solar
Esse é meu lar nessa escuridão
Entre bem e mal
Transito na vida universal
O cosmos circula nas gotas de meus orgasmos
Um pedaçinho do Sol cada vida leva
E o céu chora
Mais uma vez mantém
Esse convívio antagon que tem
Da vida a força me vem
(Voz da consciência)
Quebre as correntes como prometestes
Anele-se ao outro como Um
A única saída para a vida
É ser livre
Ame!
Se ame!
Nos Ame!
Somos programadas e amadas almas amalgamadas a se Gamar
Sendo!
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Valentina...

Valentina de Guido Crepax
Valeu, Atualistas!
Ousadia é atuar na nossa época, não somente se deixar levar!!!!!!!!!
terça-feira, 17 de novembro de 2009
PMPA / CS / Notícias - 21h36m
17/11/2009
SEMANA DA JUVENTUDE
Secretaria reforça campanha contra gravidez precoce
Semana da Juventude reforça campanhas contra o crack e gravidez na adolescência na Capital
A Secretaria Municipal da Juventude realiza hoje, 17, uma blitz educativa sobre prevenção e os riscos de uma gravidez não desejada, no Centro Municipal de Educação dos Trabalhadores Paulo Freire (CMET), na Rua Jerônimo Coelho, 254, Centro Histórico. A iniciativa faz parte da programação da "Semana da Juventude", que visa à inclusão de jovens e adolescentes no debate sobre temas do cotidiano da sociedade.
Nos intervalos das aulas da manhã e da tarde, será apresentado um esquete teatral do grupo Coletivo Atualistas, com o tema prevenção de DST e gravidez precoce, e filmada uma minissérie para a Internet. A ideia é que os jovens tornem-se reais participantes, reagindo e opinando espontaneamente na discussão provocada pela encenação. O Coletivo é formado pelos atores Diogo Santoro, Mariana Camillo e Rafaela Carmona, pelo cinegrafista Marcus Vinicius e por Mariana Melleu na fotografia, com direção de Ósi Luis.
SEMANA DA JUVENTUDE
Secretaria reforça campanha contra gravidez precoce
Semana da Juventude reforça campanhas contra o crack e gravidez na adolescência na Capital
A Secretaria Municipal da Juventude realiza hoje, 17, uma blitz educativa sobre prevenção e os riscos de uma gravidez não desejada, no Centro Municipal de Educação dos Trabalhadores Paulo Freire (CMET), na Rua Jerônimo Coelho, 254, Centro Histórico. A iniciativa faz parte da programação da "Semana da Juventude", que visa à inclusão de jovens e adolescentes no debate sobre temas do cotidiano da sociedade.
Nos intervalos das aulas da manhã e da tarde, será apresentado um esquete teatral do grupo Coletivo Atualistas, com o tema prevenção de DST e gravidez precoce, e filmada uma minissérie para a Internet. A ideia é que os jovens tornem-se reais participantes, reagindo e opinando espontaneamente na discussão provocada pela encenação. O Coletivo é formado pelos atores Diogo Santoro, Mariana Camillo e Rafaela Carmona, pelo cinegrafista Marcus Vinicius e por Mariana Melleu na fotografia, com direção de Ósi Luis.
A Atualidade do Belo
Não se pode aprofundar qualquer estudo da recepção estética sem discutir a hermenêutica da arte,
ou seja, a forma como a experiência estética é compreendida pelo espectador - e que tem como principal autor o filósofo alemão Hans-Georg Gadamer. Hermenêutica remete a Hermes, um semi-deus grego que recebe mensagens dos deuses e as traduz aos humanos, assim como dos humanos aos deuses. Enquanto Hermes é mensageiro e intérprete, hermenêutica é o ato de receber uma mensagem e interpretá-la. Portanto, aplicar as teorias hermenêuticas à arte, remete à experiência estética, à comunicação estabelecida pela obra entre seu autor e seu espectador, seu conteúdo e sua forma.
Gadamer, em A Atualidade do Belo, se preocupa, em primeiro lugar, com a justificação da arte a partir de uma reconstrução histórica ocidental desde Platão. O filósofo grego é o primeiro a colocar sob questionamento a validade da expressão artística, fazendo, dessa forma, uma crítica à arte jamais antes conceitualizada. Na Grécia antiga, os conteúdos artísticos eram acolhidos culturalmente de maneira espontânea, eram uma linguagem formal coletiva com uma finalidade específica – o contato com o divino. Desse modo uma censura, ou “condenação”, da arte não se efetivava comumente. Platão, entretanto, considera a arte como um instrumento negativo para a coletividade, pois não passa de uma cópia imperfeita do já imperfeito mundo em que vivemos – ao contrário do mundo perfeito das Idéias, ou Formas perfeitas, que, por sua vez apenas ‘inspira’ aquilo que se encontra ao nosso alcance e que podemos observar com os nossos sentidos.
A ocupação com a justificação da arte perpassa ainda pela ressignificação da linguagem artística fundamentada pela Igreja Cristã, que marcou o desenvolvimento e a renovação da arte grega e romana para uma consciência prioritariamente humanista. Já no século XIX, a arte sofre uma grande transformação de conteúdo e forma e, principalmente, a ruptura entre estes dois elementos.
Gadamer, num segundo momento, propõe a construção de uma legitimação própria para a experiência estética, isto é, procura edificar, através do estudo dos “fundamentos antropológicos” da história da arte, uma reflexão sobre este fenômeno.
Concomitante ao desenvolvimento cultural, decorreu-se o desenvolvimento da arte, acompanhando transformações sociais, políticas e religiosas. As diferenças culturais que resultam na mudança da expressão artística entre os períodos históricos é visível. A sintonia entre a expressão artística e sua finalidade, na arte clássica, é explícita. Nesse contexto, a arte se justifica pela sua finalidade exógena e usualidade compreendida por uma coletividade. A pretensão da obra se encontra no seu próprio ‘aproveitamento’. Por outro lado, no modernismo, a arte simbólica se contrapõe à Antiga. Ela não expressa sua justificação diretamente através de suas obras, não há a perfeita adequação antiga entre forma e conteúdo. A ‘arte pela arte’ propicia uma liberdade muito maior para a expressão artística, uma margem muito maior a ser abrangida, a qual não se restringe a uma aplicação, a uma usualidade, a uma finalidade externa, mas sim a uma finalidade da arte em si mesma.
A “compreensão”, a “interpretação”, daquilo que representa a arte nesses diferentes momentos históricos se adapta conforme os diversos contextos. Ao encarar a arte clássica com uma visão moderna, podemos enxergá-la, mas não a compreendemos conforme o âmbito social da época. Não a percebemos de acordo com o contexto que a provocou, que a oportunizou, portanto, estamos encarando-a numa perspectiva hermenêutica distinta daquele que a ela foi contemporânea.
http://arteesentido.blogspot.com/
ou seja, a forma como a experiência estética é compreendida pelo espectador - e que tem como principal autor o filósofo alemão Hans-Georg Gadamer. Hermenêutica remete a Hermes, um semi-deus grego que recebe mensagens dos deuses e as traduz aos humanos, assim como dos humanos aos deuses. Enquanto Hermes é mensageiro e intérprete, hermenêutica é o ato de receber uma mensagem e interpretá-la. Portanto, aplicar as teorias hermenêuticas à arte, remete à experiência estética, à comunicação estabelecida pela obra entre seu autor e seu espectador, seu conteúdo e sua forma.
Gadamer, em A Atualidade do Belo, se preocupa, em primeiro lugar, com a justificação da arte a partir de uma reconstrução histórica ocidental desde Platão. O filósofo grego é o primeiro a colocar sob questionamento a validade da expressão artística, fazendo, dessa forma, uma crítica à arte jamais antes conceitualizada. Na Grécia antiga, os conteúdos artísticos eram acolhidos culturalmente de maneira espontânea, eram uma linguagem formal coletiva com uma finalidade específica – o contato com o divino. Desse modo uma censura, ou “condenação”, da arte não se efetivava comumente. Platão, entretanto, considera a arte como um instrumento negativo para a coletividade, pois não passa de uma cópia imperfeita do já imperfeito mundo em que vivemos – ao contrário do mundo perfeito das Idéias, ou Formas perfeitas, que, por sua vez apenas ‘inspira’ aquilo que se encontra ao nosso alcance e que podemos observar com os nossos sentidos.
A ocupação com a justificação da arte perpassa ainda pela ressignificação da linguagem artística fundamentada pela Igreja Cristã, que marcou o desenvolvimento e a renovação da arte grega e romana para uma consciência prioritariamente humanista. Já no século XIX, a arte sofre uma grande transformação de conteúdo e forma e, principalmente, a ruptura entre estes dois elementos.
Gadamer, num segundo momento, propõe a construção de uma legitimação própria para a experiência estética, isto é, procura edificar, através do estudo dos “fundamentos antropológicos” da história da arte, uma reflexão sobre este fenômeno.
Concomitante ao desenvolvimento cultural, decorreu-se o desenvolvimento da arte, acompanhando transformações sociais, políticas e religiosas. As diferenças culturais que resultam na mudança da expressão artística entre os períodos históricos é visível. A sintonia entre a expressão artística e sua finalidade, na arte clássica, é explícita. Nesse contexto, a arte se justifica pela sua finalidade exógena e usualidade compreendida por uma coletividade. A pretensão da obra se encontra no seu próprio ‘aproveitamento’. Por outro lado, no modernismo, a arte simbólica se contrapõe à Antiga. Ela não expressa sua justificação diretamente através de suas obras, não há a perfeita adequação antiga entre forma e conteúdo. A ‘arte pela arte’ propicia uma liberdade muito maior para a expressão artística, uma margem muito maior a ser abrangida, a qual não se restringe a uma aplicação, a uma usualidade, a uma finalidade externa, mas sim a uma finalidade da arte em si mesma.
A “compreensão”, a “interpretação”, daquilo que representa a arte nesses diferentes momentos históricos se adapta conforme os diversos contextos. Ao encarar a arte clássica com uma visão moderna, podemos enxergá-la, mas não a compreendemos conforme o âmbito social da época. Não a percebemos de acordo com o contexto que a provocou, que a oportunizou, portanto, estamos encarando-a numa perspectiva hermenêutica distinta daquele que a ela foi contemporânea.
http://arteesentido.blogspot.com/
domingo, 15 de novembro de 2009
Duas em um - 2h01m
Soltem seus cigarrinhos
Risadas
Tente com a mão tirar os seus vincos
Eu amo minhas mãos
Risos
Que que eu quero mais
Que minhas mãos para fazer
Eu construo
Eu reconstruo
Meu monstro sou
Gargalhadas
Eu destruo
Com a mão junto
Com a mão distribuo
Irmã seu irmão é sua mão
Não espere mais do que possa fazer
Pessoas são boas
Mas são más
Galhofas
É bem assim
Sem agir não há o que fazer
Com a mão me masturbo
Com a mão sou meu doutor
Me curo
Colho de colher
Como mulher
Com as mãos faço amor
E não me engano
Sou o que faço
Sou o que somos
De mãos dadas me dou
Não importa que não entendas
Nem atendas
Com minhas mãos abro os caminhos
Sem ou em contendas
Sorrisos
Santo faz
Me sinto alegre
Risadas
Tente com a mão tirar os seus vincos
Eu amo minhas mãos
Risos
Que que eu quero mais
Que minhas mãos para fazer
Eu construo
Eu reconstruo
Meu monstro sou
Gargalhadas
Eu destruo
Com a mão junto
Com a mão distribuo
Irmã seu irmão é sua mão
Não espere mais do que possa fazer
Pessoas são boas
Mas são más
Galhofas
É bem assim
Sem agir não há o que fazer
Com a mão me masturbo
Com a mão sou meu doutor
Me curo
Colho de colher
Como mulher
Com as mãos faço amor
E não me engano
Sou o que faço
Sou o que somos
De mãos dadas me dou
Não importa que não entendas
Nem atendas
Com minhas mãos abro os caminhos
Sem ou em contendas
Sorrisos
Santo faz
Me sinto alegre
sábado, 14 de novembro de 2009
No final das contas Eu gosto de preliminares
Eu não te escuto grita
-A chance está no que está a escutar
Diferente da cerveja quero ser veja
Só mais uma
Até o sol nascer
Em mim não vejo
O solo do baixo gosto
O livro underground da vida
Ela lava o meu pau
E olho meus pelos roçados
Para ti sei que raspa-te
Olha para os meus pelos
Sou se Se-los
Para de frescura
Eu não bebi tanto
Por isso de pra mim
Eu sei que nunca posso avançar o sinal
Sem meter a mão
A não não venha me chupar sem me beijar
Eu gosto de preliminares
Tenho duas cabeças
Em meu Pau
-A chance está no que está a escutar
Diferente da cerveja quero ser veja
Só mais uma
Até o sol nascer
Em mim não vejo
O solo do baixo gosto
O livro underground da vida
Ela lava o meu pau
E olho meus pelos roçados
Para ti sei que raspa-te
Olha para os meus pelos
Sou se Se-los
Para de frescura
Eu não bebi tanto
Por isso de pra mim
Eu sei que nunca posso avançar o sinal
Sem meter a mão
A não não venha me chupar sem me beijar
Eu gosto de preliminares
Tenho duas cabeças
Em meu Pau
Sim please -16h
Afinal de contas
Este não é o céu nem o inferno
Sim eu sou livre para escolher
Por isso estou no meio
E daqui nomeio isso aqui
Na luz domínio meus vícios
Cerro os dentes urrúi
Que fissura que me fura a carne dura
Óu não úúú
Monte Pascoal renascendo
Este não é o ínferno nem o céu
Anoto meu papel
Eu sou Eu
Balanço a cabeça
Bem assim
Os ossos da minha cara são meus dentes
Rosno
Um monstro demonstro
Escandalizo a noção dos sem noção
Invoco reflexão
Suplico um E-nascimento
Toda a informação está no ar
Inspiro prenso
Penso na cor do ar em som
Nesse tom me vem o claro Amor
A compreensão de que escuro há
A sombra existe para simplificar
A água fresca
Enquanto se toma ar
Este não é o céu nem o inferno
Sim eu sou livre para escolher
Por isso estou no meio
E daqui nomeio isso aqui
Na luz domínio meus vícios
Cerro os dentes urrúi
Que fissura que me fura a carne dura
Óu não úúú
Monte Pascoal renascendo
Este não é o ínferno nem o céu
Anoto meu papel
Eu sou Eu
Balanço a cabeça
Bem assim
Os ossos da minha cara são meus dentes
Rosno
Um monstro demonstro
Escandalizo a noção dos sem noção
Invoco reflexão
Suplico um E-nascimento
Toda a informação está no ar
Inspiro prenso
Penso na cor do ar em som
Nesse tom me vem o claro Amor
A compreensão de que escuro há
A sombra existe para simplificar
A água fresca
Enquanto se toma ar
Roteirizemos Produzamos Captemos Capturemos Montemos Divulguemos Exibamos Distribuamo-nos-16h04m
Fuçando retinas
Num frame do filme da vida te vi
Num frame do filme da vida te vi
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Transar dançando- 16h03m
Trepava lá fora
Por causa disto caí
E nessa cidade ando
Sem ela
Sem ninguém
Que miséria
No sinal moedas
Nas ruas merdas
Com respeito meto o garfo no teu prato
E a boca no teus peito
Gafe é a mina vomitando ali
Essas luzes estão fracas
Vamos pra rua pra lua
Trepar nos galhos da vida
Que luz
Olha está amanhecendo
O chão ainda está úmido
Que ar
incidente
Alvorada!
Banhando-se na Cachoeirinha
Em Canoas passeando de Gravataí
Água e báh
Que se Viamão de tão limpa
Mas baixa mais Humaitá
de volta
Mais uma banana pro macaco aqui
E levanta o som e a saia
Vamos trepar e dançar já aqui
SMACK - 15h38m
Cedo
Excedo
É cedo
Dá tempo
Minha mão sedenta cedendo
Alcançando o vento
Da imaginem ação
Seda de pão
Na porta há cão
O que é bom
Sou dado amado
Sou eu me dando
Uma vez
Uma voz
Estranho
Essa voz não me disse
Esquisito sou
Mas não é esquisofrenia
É! sou eu mesmo refletindo
O eco senti/mental vindo
Dou sentido a isso
Chamo do que Amo
É! O AMOR É!
Sei que ainda
Andas na Onda Linda
Vinda da vida primitiva
Eu atual teu
No ritual
De Ser e Estar
Ti ter e ti Ser
Se ter e ti amar
Sussurro alto ao céu
Sou seu
Existo diz isto pra mim
Que eu rimo isto aqui assim
SMACK
Repórter Elo em - Para mim ou para ela - 15h19m
Administrar o tempo e organizar o dia-dia é administrar a própria vida.
E a agenda é o instrumento que nos ajuda a decidir como viver melhor. Com ela gerenciamos as informações pessoais, formando um sistema de planejamento pessoal enriquecedor.
Organizar nossa vida pessoal é uma habilidade que pode, e deve, ser aprendida.
Sua agenda pode ser no PC, no laptop, no palmtop ou no papel mesmo. A questão maior é o modo de dispor informações relativas à organização do dia-dia e de sua vida. Isto é, como conduzir e definir nossos processos de decisões sobre o que, quando e como fazer, e até como reagir a acontecimentos imprevistos.
As horas nos tornam escravos do relógio.
Administrar o tempo é planejar com antecedência de dias e não somente por horários.
Criatividade com organização é bom.
Os criativos são os que mais se beneficiam com a organização, alavancando melhores resultados.
Uma pessoa organizada não é uma pessoa chata!
A pessoa criativa que planeja e se organiza, atinge melhores resultados.
Refletir e planejar, estando atento ao presente, é se agendar.
Reflexão – é o olhar para dentro de si mesmo no sentido do passado, para o que se sabe e o que se conhece. É a base do autoconhecimento e de uma visão sem preconceitos, sem crenças e expectativas irreais.
Planejamento- é olhar o futuro, com seus objetivos, expectativas e receios. É a chave para atingir as metas com eficiência.
Atenção ao presente – é perceber o que está acontecendo agora. Note o presente e anote o que você sente diante do que acontece. Veja se você não se perde entre memórias e imaginações nesse fluxo de idéias e sensações da vida moderna. Não perca o contato com a realidade e, portanto com a realização de seus objetivos.
Planejamento
Precisamos de calma, reflexão e atenção ao presente por 15 min. ao dia para o planejamento diário e de mais 15 min. por fim de semana para o planejamento semanal
Baseado numa ponta da “Arte de planejar o tempo” - Jaime Wagner – LITERALIS EDITORA - 2003
E a agenda é o instrumento que nos ajuda a decidir como viver melhor. Com ela gerenciamos as informações pessoais, formando um sistema de planejamento pessoal enriquecedor.
Organizar nossa vida pessoal é uma habilidade que pode, e deve, ser aprendida.
Sua agenda pode ser no PC, no laptop, no palmtop ou no papel mesmo. A questão maior é o modo de dispor informações relativas à organização do dia-dia e de sua vida. Isto é, como conduzir e definir nossos processos de decisões sobre o que, quando e como fazer, e até como reagir a acontecimentos imprevistos.
As horas nos tornam escravos do relógio.
Administrar o tempo é planejar com antecedência de dias e não somente por horários.
Criatividade com organização é bom.
Os criativos são os que mais se beneficiam com a organização, alavancando melhores resultados.
Uma pessoa organizada não é uma pessoa chata!
A pessoa criativa que planeja e se organiza, atinge melhores resultados.
Refletir e planejar, estando atento ao presente, é se agendar.
Reflexão – é o olhar para dentro de si mesmo no sentido do passado, para o que se sabe e o que se conhece. É a base do autoconhecimento e de uma visão sem preconceitos, sem crenças e expectativas irreais.
Planejamento- é olhar o futuro, com seus objetivos, expectativas e receios. É a chave para atingir as metas com eficiência.
Atenção ao presente – é perceber o que está acontecendo agora. Note o presente e anote o que você sente diante do que acontece. Veja se você não se perde entre memórias e imaginações nesse fluxo de idéias e sensações da vida moderna. Não perca o contato com a realidade e, portanto com a realização de seus objetivos.
Planejamento
Precisamos de calma, reflexão e atenção ao presente por 15 min. ao dia para o planejamento diário e de mais 15 min. por fim de semana para o planejamento semanal
Baseado numa ponta da “Arte de planejar o tempo” - Jaime Wagner – LITERALIS EDITORA - 2003
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Por que Usamos a Aliança no Dedo Anelar?

Segundo os chineses, cada dedo da nossa mão, representa um membro de nossa família. Assim temos:
Polegar: Representa seus pais
Indicador: Representa seus irmãos
Médio: Representa você mesmo
Anelar: Representa seu/sua companheiro(a)
Mínimo: Representa seus filhos
Para entender o significado da aliança no dedo Anelar, una as pontas dos dedos de sua mão esquerda com as pontas dos seus dedos da mão direita. Dobre apenas o dedo Médio, deixando os outros dedos erguidos e juntos, conforme a foto.
Agora tente separar seus dedos mínimos.
Eles vão se separar facilmente, pois seus filhos vão crescer, vão casar e vão seguir suas vidas.
Tente separar os polegares.
Eles também se separam, pois você agora seguiu sua vida e não vive mais com seus pais.
Tente separar os indicadores.
Mais uma vez, eles se separam facilmente, pois seus irmãos assim como você, constituirão família e seguirão suas vidas independentes de você.
Agora, tente separar os dedos anelares.
Você jamais conseguirá separá-los, pois você e seu/sua companheiro(a) são um só agora e jamais vão se separar.
Inspirado em
www.jjcabelereiros.com.br
Sou dos que sou e estou aeh (2h14m)
Há um herói em cada mundo
No seu no meu
Todos somos um
Humanos mudando a humanidade
Abraçe sua família sociedade
Estou no meio de braços abertos
Pra ti e pra mim
Na roseira um espinho me mostrou você
O ar que sou
O aro que sou
Sinceramente Sim
Não será
Não seremos
Somos o ar
As crianças
As lágrimas caindo agora
Estou meio e sei que é assim
Mundo afora
O ar que adultos nas crianças somos
Por responsabilidade
Livres nos procuremos mais
É que o mundo das crianças está pedindo
Estou ouvindo meu amigo
É verdade no fundo estamos nus frente a frente
Sem vergonha do passado
O agora vale
Vamos dançar como crianças
Na chuva assim
Como se faz?
Se preciso for
Vou explicar
Letra a letra soletro
Essa música mágica
O som do que somos no mundo
Ommmmmmundo das crianças
Há um herói em cada mundo
No seu no meu
Todo o mundo tem que ouvir de si
Sou dos que sou e estou aeh
É isso aeh
a-
a-,é de duas naturezas, de significação e de eufonia (agradável e harmonioso ao ouvido com elegância e suavidade no falar.
Junta-se a verbos e a adjetivos para exprimir o uso, o emprego, a forma, a imitação: abichonarsse, ajojado, ajeitar-se. Enfim usar, ser, apropriando-se daquilo que seja sua ação e uso como ato.
Também transmite idéia aumentativa, extensiva ou intensiva: assoada (prolongação de som), adoçar, assoalhar, afamar, abrasar, afervorar, apavorar. Junto a certos verbos denota uma idéia de destinação, de tendência para um certo fim, o exercício da atividade num certo sentido, ao contrário das suas formas simples, que significam a plenitude da ação sem dependência alguma: chegar, achegar; cercar, acercar; juntar, ajuntar; baixar, abaixar. Empregava-se a-, igualmente, em muitos verbos em que hoje se usa-se em: afeitar, enfeitar; abainhar, embainhar.
a-, eufônico emprega-se com verbos e nomes começados por consoantes para tornar mais fácil a sua articulação: acipreste, alâmpada, alevantar, em vez de cipreste, lâmpada etc. Amamentar uma mente anormal, aspecto. E significa ausência: acéfalo, afonia, amnesia, anônimo.
Junta-se a verbos e a adjetivos para exprimir o uso, o emprego, a forma, a imitação: abichonarsse, ajojado, ajeitar-se. Enfim usar, ser, apropriando-se daquilo que seja sua ação e uso como ato.
Também transmite idéia aumentativa, extensiva ou intensiva: assoada (prolongação de som), adoçar, assoalhar, afamar, abrasar, afervorar, apavorar. Junto a certos verbos denota uma idéia de destinação, de tendência para um certo fim, o exercício da atividade num certo sentido, ao contrário das suas formas simples, que significam a plenitude da ação sem dependência alguma: chegar, achegar; cercar, acercar; juntar, ajuntar; baixar, abaixar. Empregava-se a-, igualmente, em muitos verbos em que hoje se usa-se em: afeitar, enfeitar; abainhar, embainhar.
a-, eufônico emprega-se com verbos e nomes começados por consoantes para tornar mais fácil a sua articulação: acipreste, alâmpada, alevantar, em vez de cipreste, lâmpada etc. Amamentar uma mente anormal, aspecto. E significa ausência: acéfalo, afonia, amnesia, anônimo.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
To só de camisinha laiáà/áà
Não entendo a violência etil
Faço longe o proibido
Não quero me complicar
Deixa o vapor o pavor tirar
Fode menos a máquina
De vez em quando um com filtros
Do que crivo e martelinhos
O sistema quer mais
Imagine cidadãos nos campos
Colhendo frutos de suas mentes prontas
A vida é uma viajem de ida e volta
No interim mala pronta pro pranto
Então faz a volta experimenta por aqui
Quem sabe não é assim?
Ve vermelho sangue a azul oxigênio daqui
Então Dali
Ingênuo policial plantei meu pé no quintal
Abro e janela entro
A roupa enrolo
Rolamos
Não para
Até que digo
Te ame que te amo
Outro incidente batendo
Adentre é nosso o lar
-Trás fim ao bar
Eis que Sol que bate
Na ghrama a anta intica o primo
Tantos desce mais uma
Que sobe mais uma
...Calma...
Baseado numa observação baseada em...
1 não 2
Digamos que
Oi
Te amo
Posso entrar
Acabar ou continuar...
Pa(ù)sa
Inspira
Expira
Todo mundo junto
Inspira
Expira
Não para
Cont...
E o mequetrefi a terra me dá
Sei que cana também dá
Fazê o que? meu cândido
Dato o tempo em cada momento
Fiz lá na esquina uma sombra de vento
Como fumasse alface e doce dormisse
Disse que o doce de você é você
E sou eu mesmo
De tão doce
Amargousse
Estepe trouxe
Se não me desse
Mas des-te
Sugiro acabar dentro agora nenên
O bicho tá com
-Vai dentro(ú)mesmo garanhão
To de camisinha "morsão"
Faço longe o proibido
Não quero me complicar
Deixa o vapor o pavor tirar
Fode menos a máquina
De vez em quando um com filtros
Do que crivo e martelinhos
O sistema quer mais
Imagine cidadãos nos campos
Colhendo frutos de suas mentes prontas
A vida é uma viajem de ida e volta
No interim mala pronta pro pranto
Então faz a volta experimenta por aqui
Quem sabe não é assim?
Ve vermelho sangue a azul oxigênio daqui
Então Dali
Ingênuo policial plantei meu pé no quintal
Abro e janela entro
A roupa enrolo
Rolamos
Não para
Até que digo
Te ame que te amo
Outro incidente batendo
Adentre é nosso o lar
-Trás fim ao bar
Eis que Sol que bate
Na ghrama a anta intica o primo
Tantos desce mais uma
Que sobe mais uma
...Calma...
Baseado numa observação baseada em...
1 não 2
Digamos que
Oi
Te amo
Posso entrar
Acabar ou continuar...
Pa(ù)sa
Inspira
Expira
Todo mundo junto
Inspira
Expira
Não para
Cont...
E o mequetrefi a terra me dá
Sei que cana também dá
Fazê o que? meu cândido
Dato o tempo em cada momento
Fiz lá na esquina uma sombra de vento
Como fumasse alface e doce dormisse
Disse que o doce de você é você
E sou eu mesmo
De tão doce
Amargousse
Estepe trouxe
Se não me desse
Mas des-te
Sugiro acabar dentro agora nenên
O bicho tá com
-Vai dentro(ú)mesmo garanhão
To de camisinha "morsão"
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Sergei ou não Sergei - Comunicação atômica
Einsestein montava e reformulava a realidade
Dziga Vertov dizia que a realidade documentada pode levar a uma verdadeira mudança
Certo da vertente insistente da verdade vem a vontade
Da feitura de tudo o que depende de nós - diz eu a mim -façamos
Realidade mutante poético vídeográfica
Eu não quero a reba
Arriba Atualista
Em memória a todos que passaram por aqui e livres foram
Elo de plástico não
Elo de carne elástica
É fato o sonho existe e insiste
Busco no éter informações
A energia vital do ar solar - estou a usar
Na minha memória se deposita
No meu corpo roda a genética etérica
Letargia levanta daí
E por um momento veja a vida assim sem fim
Impossível é ser sêmen e correr na frutose
E vir a dar no útero ovulando exatamente neste momento
Em que estou passando a limpo a história que sinto
Comunicação atômica
Dziga Vertov dizia que a realidade documentada pode levar a uma verdadeira mudança
Certo da vertente insistente da verdade vem a vontade
Da feitura de tudo o que depende de nós - diz eu a mim -façamos
Realidade mutante poético vídeográfica
Eu não quero a reba
Arriba Atualista
Em memória a todos que passaram por aqui e livres foram
Elo de plástico não
Elo de carne elástica
É fato o sonho existe e insiste
Busco no éter informações
A energia vital do ar solar - estou a usar
Na minha memória se deposita
No meu corpo roda a genética etérica
Letargia levanta daí
E por um momento veja a vida assim sem fim
Impossível é ser sêmen e correr na frutose
E vir a dar no útero ovulando exatamente neste momento
Em que estou passando a limpo a história que sinto
Comunicação atômica
Câmera inseto

Vem aí: Ioga com vovôzinho em câmera inseto - multifacetada como a realidade de cada um num todo
Ops
Peraí
Peraí
Texto em processo geracional
Indigesto
Báh me reflito num espelho
Vejo o que aparento que sou
Que é o que sou de fato para o mundo
Tenho consciência de que não sou o que penso
E que não sou o que pensam
Sou o que sinto
E não minto
(Não há mentiras em sentimentos)
Não me emociono por isso
Remoço
Reação em mi de mi vindo
O amor é uma secreção
Que vai além daquela molhadinha
Reflito exatamente o que sou
Do aço me vejo nu
No aço te vejo tu
Não sinto-nos
E nosso redondo excreta
A energia deserta
Que na certa foi feita
Pra viver sem medo do amor
Só aguenta peido dos outros quem ama
E...
domingo, 8 de novembro de 2009
Altas toras - Baseado nas vidas multifacetadas da madrugada
Olha mamãe na real eu não sei por que me fizeste
Acho que foi por prazer
Vou questionar papai
Vejo você sorrindo como se no fundo chorasse
Olha mamãe
Sei que sou o que você nem sempre sonhou
Pois gerar é assim
Não sabe-se no que vai dar
Na real lembro de quando dividido
Entre saco e ovário
Enquanto vocês se divertiam
A luta para me gerar foi minha
Pois em porra e óvulo era o eu dividido
Nunca estive só
Sempre dois
Sua luta foi me gestar
Por isso não sou obrigado
É um prazer te agradecer
Dado a nós três
É viver
Com certeza assim vivo
Com tesão que proporcionas-te a força pela vida
Me transmitis-te energia
Como somos cromossomos
Dividido
Pensando em dúvidas
Furei a placenta com os pés
Quis sair de pé
Arrancaram-me a ferro pela cabeça
Cesariana?
Não
Não sou César
Moleira
Não dei moleza
Nasci sem calça
Mas calçado
Baita saco
-É menino
Sinto teu pinto em mim meu filho
Voltei ao útero inteiro
Sou o amor de meus pais
O olhar que faz o duro papai
Entrar na úmida mamãe
Livre de camisinhas
Sou fruto do livre amor
Daeh meu nos amar
Sou onde estou
Trilho o trilho do brilho
Trilhem
Brilhem
Somos filho do Sol
Controlei minha força esperma
Minha paciência materna
Planeta óvulo
Luz sêmen
Homem num mundo de punheta
Sem ser rica sou gente bonita
Meu estilo é amar-te esta noite
Como minha mãe fez com meu pai
Vá
Irá
Voltar
Pois nesse vai e vem
Que se faz nenêm
Acho que foi por prazer
Vou questionar papai
Vejo você sorrindo como se no fundo chorasse
Olha mamãe
Sei que sou o que você nem sempre sonhou
Pois gerar é assim
Não sabe-se no que vai dar
Na real lembro de quando dividido
Entre saco e ovário
Enquanto vocês se divertiam
A luta para me gerar foi minha
Pois em porra e óvulo era o eu dividido
Nunca estive só
Sempre dois
Sua luta foi me gestar
Por isso não sou obrigado
É um prazer te agradecer
Dado a nós três
É viver
Com certeza assim vivo
Com tesão que proporcionas-te a força pela vida
Me transmitis-te energia
Como somos cromossomos
Dividido
Pensando em dúvidas
Furei a placenta com os pés
Quis sair de pé
Arrancaram-me a ferro pela cabeça
Cesariana?
Não
Não sou César
Moleira
Não dei moleza
Nasci sem calça
Mas calçado
Baita saco
-É menino
Sinto teu pinto em mim meu filho
Voltei ao útero inteiro
Sou o amor de meus pais
O olhar que faz o duro papai
Entrar na úmida mamãe
Livre de camisinhas
Sou fruto do livre amor
Daeh meu nos amar
Sou onde estou
Trilho o trilho do brilho
Trilhem
Brilhem
Somos filho do Sol
Controlei minha força esperma
Minha paciência materna
Planeta óvulo
Luz sêmen
Homem num mundo de punheta
Sem ser rica sou gente bonita
Meu estilo é amar-te esta noite
Como minha mãe fez com meu pai
Vá
Irá
Voltar
Pois nesse vai e vem
Que se faz nenêm
Fígaro cá! Fígaro lá!
Não se encolha
Ao mistério a sua frente
Desvendar é como que
Se soltar das amarras
E o fundo no fundo é mágico
A vida não para na janela
Do bus vejo a brisa parada
Dou uma inspirada
E não esqueço que sempre é bom se lembrar
Que é bom dançar
Misterioso corpo que pede
Movimente-se além da mente
100 lágrimas
Mil milhas
Nada vai fazer
Eu não sei o que
Mas
Iéééééééé´
Vou fazer
Ao mistério a sua frente
Desvendar é como que
Se soltar das amarras
E o fundo no fundo é mágico
A vida não para na janela
Do bus vejo a brisa parada
Dou uma inspirada
E não esqueço que sempre é bom se lembrar
Que é bom dançar
Misterioso corpo que pede
Movimente-se além da mente
100 lágrimas
Mil milhas
Nada vai fazer
Eu não sei o que
Mas
Iéééééééé´
Vou fazer
Medi terrâneos
Bom dia passarinho
É dia vou me já
Da casa da amada
Olha meu olhar vai te conquistar
Vamos passear
Pássaros são feitos para voar
Como crianças correm
Quando estou assim
As lembranças me socorrem
Assim é o amor
Dá maior onda
Passa em coisas que nunca morrem
Como um Tsunami
Assim que o sol se abrir vou meditar
É dia vou me já
Bom dia passarinho
É dia vou me já
Da casa da amada
Olha meu olhar vai te conquistar
Vamos passear
Pássaros são feitos para voar
Como crianças correm
Quando estou assim
As lembranças me socorrem
Assim é o amor
Dá maior onda
Passa em coisas que nunca morrem
Como um Tsunami
Assim que o sol se abrir vou meditar
É dia vou me já
Bom dia passarinho
sábado, 7 de novembro de 2009
Longa e gostosa P...
...rosa
Abandono meu ego e parto pronto a revisitar tudo o que leio, vejo, ouço e sinto. Não tenho vontade de descobrir, de ser o primeiro. Tenho vontade de estar no meio, de ser o mais ou menos. Quero saborear o saber popular.
Volto a filmar “Tempos modernos” dialogando com os tempos atuais. Ao atualizar obras, sairão obras novas, que trarão a tona eternos pensamentos que circundam a nossa órbita pensante. São apropriações de conhecimentos e sabedorias que difundidas criam um maior horizonte cultural, que, com certeza, alargarão a compreensão de democracia e capitalismo na maioria. Sabemos que para crescer na atualidade é preciso larga compreensão sobre tais.
A busca de um equilíbrio pessoal no cidadão tem como conseqüencia um equilíbrio social. Só não entende isto quem não quer, ou se aproveita do caos atual. Acredito que a arte, no mínimo uma parte, tem que assumir um papel e mesmo uma posição diante do quadro desigual social mundial. Para que o povo possa ter uma arte que o enriqueça culturalmente basta tratar as pessoas como seres adultos pensantes, não como bebês que só digerem papinhas.
Artistas engajados em causas, ou ao menos em parte. Uma arte mais atuante não é modismo, sim uma necessidade. Pois o artista que tem ao menos uma obra voltada, consciente e descaradamente, para uma assistência solucional de problemas cotidianos do povo já é o bastante. Artistas a favor dos desfavorecidos culturais isso é o que precisamos. Por mais que o povo não queira ver arte, a arte que os procure. Crer num mundo melhor, desse sonho não desisto. Pois o mundo é sempre melhor pra quem sonha.
Alguém não tirará minha convicção de que a arte é popular. Mesmo isto sendo uma semiverdade há uma chance de atuar na nossa atualidade e fazê-la mais equilibrada. E uma dessas chances é trazer as grandes obras, que fizeram nosso universo humano pensante durante todos esses tempos da humanidade e da sociedade. Trata-se de pensar no consumidor da arte como uma pessoa que carece de informações básicas mais do que entretenimento.
Abandono meu ego e parto pronto a revisitar tudo o que leio, vejo, ouço e sinto. Não tenho vontade de descobrir, de ser o primeiro. Tenho vontade de estar no meio, de ser o mais ou menos. Quero saborear o saber popular.
Volto a filmar “Tempos modernos” dialogando com os tempos atuais. Ao atualizar obras, sairão obras novas, que trarão a tona eternos pensamentos que circundam a nossa órbita pensante. São apropriações de conhecimentos e sabedorias que difundidas criam um maior horizonte cultural, que, com certeza, alargarão a compreensão de democracia e capitalismo na maioria. Sabemos que para crescer na atualidade é preciso larga compreensão sobre tais.
A busca de um equilíbrio pessoal no cidadão tem como conseqüencia um equilíbrio social. Só não entende isto quem não quer, ou se aproveita do caos atual. Acredito que a arte, no mínimo uma parte, tem que assumir um papel e mesmo uma posição diante do quadro desigual social mundial. Para que o povo possa ter uma arte que o enriqueça culturalmente basta tratar as pessoas como seres adultos pensantes, não como bebês que só digerem papinhas.
Artistas engajados em causas, ou ao menos em parte. Uma arte mais atuante não é modismo, sim uma necessidade. Pois o artista que tem ao menos uma obra voltada, consciente e descaradamente, para uma assistência solucional de problemas cotidianos do povo já é o bastante. Artistas a favor dos desfavorecidos culturais isso é o que precisamos. Por mais que o povo não queira ver arte, a arte que os procure. Crer num mundo melhor, desse sonho não desisto. Pois o mundo é sempre melhor pra quem sonha.
Alguém não tirará minha convicção de que a arte é popular. Mesmo isto sendo uma semiverdade há uma chance de atuar na nossa atualidade e fazê-la mais equilibrada. E uma dessas chances é trazer as grandes obras, que fizeram nosso universo humano pensante durante todos esses tempos da humanidade e da sociedade. Trata-se de pensar no consumidor da arte como uma pessoa que carece de informações básicas mais do que entretenimento.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Deprênão
Quero ser forte o bastante para sonhar
E sempre tentar realizar
Não venha dúvida me assombrar
Não quero a sombra desse teu bar
O muro desmorona em partes
Vou ser quem eu quiser
Para justificar a liberdade
Que por mim revisitada dá nisso
Ilustre sentimento ser quem se quer ser
Terra me gera
Lavra em mi a palavra fera
Indomável-homem-amável dessa era
Sol carruagem na Free way celeste
Sem estrelinhas, o sol é um só
Mas são infinitas manhãs
Sou o que posso, não mais
E sempre tentar realizar
Não venha dúvida me assombrar
Não quero a sombra desse teu bar
O muro desmorona em partes
Vou ser quem eu quiser
Para justificar a liberdade
Que por mim revisitada dá nisso
Ilustre sentimento ser quem se quer ser
Terra me gera
Lavra em mi a palavra fera
Indomável-homem-amável dessa era
Sol carruagem na Free way celeste
Sem estrelinhas, o sol é um só
Mas são infinitas manhãs
Sou o que posso, não mais
Misteriosa onda, AMAR!!
Misteriosa onda
Massacra a via sacra
Rima barato com rato
E rata com barata
Palha batata
E eu com isso?
A vida é esse trem, vagueio
Os meus olhos não vêem se você não vem
O brilho distante se aproxima de revesgueio
Sou a próxima vítima
Depois da última
E o ar faz um x no ar
Miro acertar
Ilusão boa me amar
É o amor de novo a governar
Na mulher me gerar
Libres como los cabejos da amada
Sem cabrestos romanescos
Damascos frescos para a madame
Abram os becos
Molhem os bicos secos de sexo
E libertem a mente que mente cabeça abaixo
A ilusão desmaia e mama o bicho
Amar recicle isto
Sem engano
Na verdade última de que te amo
Simples assim é o som do sim:
Aceito
Massacra a via sacra
Rima barato com rato
E rata com barata
Palha batata
E eu com isso?
A vida é esse trem, vagueio
Os meus olhos não vêem se você não vem
O brilho distante se aproxima de revesgueio
Sou a próxima vítima
Depois da última
E o ar faz um x no ar
Miro acertar
Ilusão boa me amar
É o amor de novo a governar
Na mulher me gerar
Libres como los cabejos da amada
Sem cabrestos romanescos
Damascos frescos para a madame
Abram os becos
Molhem os bicos secos de sexo
E libertem a mente que mente cabeça abaixo
A ilusão desmaia e mama o bicho
Amar recicle isto
Sem engano
Na verdade última de que te amo
Simples assim é o som do sim:
Aceito
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Om do Rosa Norte
Agradecemos a todos que participaram do vídeo feito no feriado. Vlw!
O video estara pronto breve.
O video estara pronto breve.
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Questão de ordem - 1º se amar
Sorria sofria
Sem medo no dedo ao apontar a ti quando te vi
Não dei as costas ao amor quando a ele dei de frente
Quando você passou não corri
Não morri
Meio assim fui afim
A nossa música é essa aí
Dancemos
Juntinhos no meio de cantinho
Dando uns claros beijinhos no escurinho
O amor me fez e te fez pra nós juntos encontrar o segredo
Que nos diz bem como somos e fomos
Sofria sorria
Sem medo no dedo ao apontar a ti quando te vi
Não dei as costas ao amor quando a ele dei de frente
Quando você passou não corri
Não morri
Meio assim fui afim
A nossa música é essa aí
Dancemos
Juntinhos no meio de cantinho
Dando uns claros beijinhos no escurinho
O amor me fez e te fez pra nós juntos encontrar o segredo
Que nos diz bem como somos e fomos
Sofria sorria
Fériado
Estou pronto para ser livre
O dia de hoje convida a viver
Pego minha mochila e vôo
Leve como uma pluma
Indo pruma vida pura
Livre de álcool e de paixões
O caminho aberto ao verdadeiro e puro amor
Eu e tu estamos virando nós
Desamarrando as almas
Que calma
Bocas não calam
Falam maciamente
De amores verdadeiramente vindo
E lindos como esse céu azul
Se isso é um sonho
Eu não vou querer acordar
Eu não vou querer jamais
Eu e tu não somos normais
É sim
O céu azul
O verde da paisagem
Isso realmente é uma viagem
Sem drogas riscando minha vista
Percebo realmente que a vida
Que o mundo é belo
As cores
Os sons
Os carros...devagar...
As pessoas
E mais outros animais
Olhem para mim e percebem em si
Que somos no fundo acima de tudo assim
Mesmo com tantos ais
O dia de hoje convida a viver
Pego minha mochila e vôo
Leve como uma pluma
Indo pruma vida pura
Livre de álcool e de paixões
O caminho aberto ao verdadeiro e puro amor
Eu e tu estamos virando nós
Desamarrando as almas
Que calma
Bocas não calam
Falam maciamente
De amores verdadeiramente vindo
E lindos como esse céu azul
Se isso é um sonho
Eu não vou querer acordar
Eu não vou querer jamais
Eu e tu não somos normais
É sim
O céu azul
O verde da paisagem
Isso realmente é uma viagem
Sem drogas riscando minha vista
Percebo realmente que a vida
Que o mundo é belo
As cores
Os sons
Os carros...devagar...
As pessoas
E mais outros animais
Olhem para mim e percebem em si
Que somos no fundo acima de tudo assim
Mesmo com tantos ais
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Todo amor que houver nessa vida (Cazuza)
Eu quero a sorte de um amor tranqüilo
Com sabor de fruta mordida
Nós na batida, no embalo da rede
Matando a sede na saliva
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum trocado pra dar garantia
Que ser artista no nosso convívio
Pelo inferno e céu de todo dia
Pra poesia que a gente não vive
Transformar o tédio em melodia
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum veneno antimonotonia
E se eu achar a tua fonte escondida
Te alcanço em cheio, o mel e a ferida
E o corpo inteiro como um furacão
Boca, nuca, mão e a tua mente não
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum remédio pra dar alegria
Com sabor de fruta mordida
Nós na batida, no embalo da rede
Matando a sede na saliva
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum trocado pra dar garantia
Que ser artista no nosso convívio
Pelo inferno e céu de todo dia
Pra poesia que a gente não vive
Transformar o tédio em melodia
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum veneno antimonotonia
E se eu achar a tua fonte escondida
Te alcanço em cheio, o mel e a ferida
E o corpo inteiro como um furacão
Boca, nuca, mão e a tua mente não
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum remédio pra dar alegria
Um porquinho de português p/vós mecês
Dúvida
Professor, tenho uma dúvida sobre conjunções:
Frase analisada: Nunca se criticou tanto e tão acidamente a educação brasileira quanto agora. E merecidamente, pois é péssima...
Pergunta: As conjunções e e pois em - E merecidamente, pois é péssima - estabelecem entre as orações, respectivamente, as idéias de:
- adição e explicação
ou
conformidade e explicação
Obrigada pela ajuda.
Resposta
A conjunção e é aditiva ou adversativa. Na frase Ele ia marcar o gol, e o juiz encerrou a partida, o e é adversativo, pois tem o mesmo valor de mas. Na frase apresentada, o e não indica fatores contrários, sendo, portanto, aditiva.
A conjunção pois é explicativa ou conclusiva. Será conclusiva quando estiver entre vírgulas ou depois do verbo, no final do período, significando portanto. Por exemplo: O relógio é de ouro; não enferruja, pois.
Ele estudou muito, pois, está preparado para o exame.
Será explicativa quando vier apenas com uma vírgula e estiver antes do último verbo, significando porque. Por exemplo: Não corra, pois o chão está escorregadio.
Na frase apresentada, pois é explicativo.
http://www.gramaticaonline.com.br/gramaticaonline.asp?menu=3&cod=957&prox_x=2
Professor, tenho uma dúvida sobre conjunções:
Frase analisada: Nunca se criticou tanto e tão acidamente a educação brasileira quanto agora. E merecidamente, pois é péssima...
Pergunta: As conjunções e e pois em - E merecidamente, pois é péssima - estabelecem entre as orações, respectivamente, as idéias de:
- adição e explicação
ou
conformidade e explicação
Obrigada pela ajuda.
Resposta
A conjunção e é aditiva ou adversativa. Na frase Ele ia marcar o gol, e o juiz encerrou a partida, o e é adversativo, pois tem o mesmo valor de mas. Na frase apresentada, o e não indica fatores contrários, sendo, portanto, aditiva.
A conjunção pois é explicativa ou conclusiva. Será conclusiva quando estiver entre vírgulas ou depois do verbo, no final do período, significando portanto. Por exemplo: O relógio é de ouro; não enferruja, pois.
Ele estudou muito, pois, está preparado para o exame.
Será explicativa quando vier apenas com uma vírgula e estiver antes do último verbo, significando porque. Por exemplo: Não corra, pois o chão está escorregadio.
Na frase apresentada, pois é explicativo.
http://www.gramaticaonline.com.br/gramaticaonline.asp?menu=3&cod=957&prox_x=2
Sobre Hoje
Equilíbrio é o caminho do meio
As crianças tem é que brincar umas com as outras, se sociabilizar. O ser humano só nasce, verdadeiramente, após passar pela adolescência. Pois só quando adultos podemos ventilar realmente o motivo de estarmos vivos e atuarmos como tais. E sentir-se vivo é compreender-se como um indivíduo (uma célula) numa sociedade (corpo), em um contexto chamado momento (o agora), a vida, que é; respiração; hidratação; alimentação; movimentação; informação e atuação, sentindo prazer nisto tudo. E mais, todos temos uma missão. Ache a sua. A dos Atualistas é pretensiosa sim, por que não: contribuir para manter a vida humana em plena ascensão.
Uma vida plena e útil para a seleção natural de nossa espécie é simples, à isso não existe vida verdadeiramente boa sem espiritualização. Religião significa religação com algo mais elevado, o sublime mais que humando que, talvez, não nos caiba compreender completamente. A busca de uma iluminada percepção irradia luz em nossa Mãe Terra, e portanto em nosso meio. Luz, equilibrada luz para todos...
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Aprendiz de aprendizes ou perdizes
-Galera, estamos nos preparando para algumas apresentações de nossas performances. Assim sendo, não temos os momentos necessários para nutrir kuesto blog, mas pedimos que leiam os últimos post's que foram feitos com muita energia íntima.
Frizamos que estamos num pleno e eterno processo mutante na busca de uma iluminação, por meio de uma maior percepção de nosso atual momento. A isso é que somos aprendizes.
-Olha lá umas perdizes, é o que me dizes?
-É...talvez...o certo é que las hai las hai
Porém outra dúvida (como sempre a saudável dúvida nos faz mais equilibrados entre racionais, emocionais, capitais e espirituais, entre outros ais). Estas dúvidas; se somos caças e caçadores; caças ou caçadores, ou simplesmente estamos aí para o que der e vier. Certo é que aprendiz à preparados é o que andamos sendo atualmente.
-O que que é isso? Tás louco?
-Reflita debruçado sobre nossa atual sociedade e sua função nessa junção, e verás que todos somos Um e já. Take easy. Estamos aprendendo soltos por aeh.
-Áh! Vê se tem kung Fu aí na TV. Olha que bunda. É gol. Batucada. Quem sou? Olha a grife! Não! Não aperto tua mão. Olha a gripe!
Frizamos que estamos num pleno e eterno processo mutante na busca de uma iluminação, por meio de uma maior percepção de nosso atual momento. A isso é que somos aprendizes.
-Olha lá umas perdizes, é o que me dizes?
-É...talvez...o certo é que las hai las hai
Porém outra dúvida (como sempre a saudável dúvida nos faz mais equilibrados entre racionais, emocionais, capitais e espirituais, entre outros ais). Estas dúvidas; se somos caças e caçadores; caças ou caçadores, ou simplesmente estamos aí para o que der e vier. Certo é que aprendiz à preparados é o que andamos sendo atualmente.
-O que que é isso? Tás louco?
-Reflita debruçado sobre nossa atual sociedade e sua função nessa junção, e verás que todos somos Um e já. Take easy. Estamos aprendendo soltos por aeh.
-Áh! Vê se tem kung Fu aí na TV. Olha que bunda. É gol. Batucada. Quem sou? Olha a grife! Não! Não aperto tua mão. Olha a gripe!
terça-feira, 27 de outubro de 2009
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Auto Hip nÓsi

Monte Fuji, onde me acho nos encontramos
Com fé e zelo me autopercebo
Não penso em ser perfeito
Percebo conscientemente a ilusão da vida
Mente à paz não negue
Na noite o sonho continua
Sempre a vida se refaz
Não quer vir sono?
Sem pressa em majestosa calmaria
Me sinto seguro aqui
Uma montanha não sou mas sou
Em posição de combate e alerta
A força de vontade me liberta
Joga meu corpo na cama
Liberto de tensões
De espírito livre
Adormeço o próprio adormecimento
Esvazio a mente a preenchendo de amor
Amo a montanha e o mosquito
Volto sem revolta
Circulo o zero o torno ovo
Protegido de ilusão
Navego e vôo na imaginação
Posta em mi por inspiração
Inalo
Exalo
Calma a alma
Viajo adentro do nada com tudo de fora
Sem vergonha vejam minhas bola
Viajem...Vejo o reflexo da luz num lago
Logo uma Igreja com o sino em badalo
A brisa abana o meu topete
Que ímpeto estou voando num tapete
O que há?
Então tá
Nada há
Sai lago
Sai igreja
Sai sino e seu soar
Sai luz
Só o vazio do ar a me preencher
Valorizo o agora infinito
Entregue ao sono me sinto
Durmo no tapete
Restaurar de energia?
A quem diga
Quando o agora já for outro dia
domingo, 25 de outubro de 2009
A Grande Esfinge do Egito
A Grande Esfinge do Egito sonha por este papel dentro...
Escrevo — e ela aparece-me através da minha mão transparente
E ao canto do papel erguem-se as pirâmides...
Escrevo — perturbo-me de ver o bico da minha pena
Ser o perfil do rei Quéops ...
De repente paro...
Escureceu tudo... Caio por um abismo feito de tempo...
Estou soterrado sob as pirâmides a escrever versos à luz clara deste
candeeiro
E todo o Egito me esmaga de alto através dos traços que faço com
a pena...
Ouço a Esfinge rir por dentro
O som da minha pena a correr no papel...
Atravessa o eu não poder vê-la uma mão enorme,
Varre tudo para o canto do teto que fica por detrás de mim,
E sobre o papel onde escrevo, entre ele e a pena que escreve
Jaz o cadáver do rei Quéops, olhando-me com olhos muito abertos,
E entre os nossos olhares que se cruzam corre o Nilo
E uma alegria de barcos embandeirados erra
Numa diagonal difusa
Entre mim e o que eu penso...
Funerais do rei Quéops em ouro velho e Mim! ...
Fernando Pessoa
Escrevo — e ela aparece-me através da minha mão transparente
E ao canto do papel erguem-se as pirâmides...
Escrevo — perturbo-me de ver o bico da minha pena
Ser o perfil do rei Quéops ...
De repente paro...
Escureceu tudo... Caio por um abismo feito de tempo...
Estou soterrado sob as pirâmides a escrever versos à luz clara deste
candeeiro
E todo o Egito me esmaga de alto através dos traços que faço com
a pena...
Ouço a Esfinge rir por dentro
O som da minha pena a correr no papel...
Atravessa o eu não poder vê-la uma mão enorme,
Varre tudo para o canto do teto que fica por detrás de mim,
E sobre o papel onde escrevo, entre ele e a pena que escreve
Jaz o cadáver do rei Quéops, olhando-me com olhos muito abertos,
E entre os nossos olhares que se cruzam corre o Nilo
E uma alegria de barcos embandeirados erra
Numa diagonal difusa
Entre mim e o que eu penso...
Funerais do rei Quéops em ouro velho e Mim! ...
Fernando Pessoa
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Toc toc toc
Estamos perdidos no espaço
Um espaçinho adiante por favor
O éter está a nos interligar
Todos concectados a ar
Por isso peço
Atenda ao máximo quando seu instinto o instigar
Um se desafiar está no ar a se propagandear
Claro que dou Oi a todos estou Vivo
Brilho tilinto TIM TIM
Celebre se lembre de mim
Os mistérios que hão ninguém não viu
Mas passa por aqui pelas ondas dos celulares
Conecte
Estou no Brasil não só pra mim
Estou por aí pra ti
Vir a Ser
Viver é servir
Tudo é possível
Prove essas possibilidades
Mas não estranhe sentir-se mais feliz ao dar do que receber
Ao escrever estou me dando
Escrevendo pra ti que nem sei se está aí pra mim
Saiba estou me dando
Feliz portanto
Olha as palmeiras abanando brasilidades
O que importa é que batamos com calma e alma na porta
Que mesmo torta estará sempre pronta pra ser aberta
E mostrar que a vida vale a pena
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Esperan(t)do ou Amor é lingua =

Chora, Chorão
Eu quero enxergar não me importa se a maioria não quer ver
Eu estou num mato
Eu sou um cachorro
Eu sou o Jardim do Éden
(Talvez)
Humanos largados no mato fedem
Não sabem que não morrem
Sou homem individual e grupal
Não povo
Essa criança animal
Essas que pregaram nosso irmão, Pai
Pregos
Não vou pregar
Deixo viver
Se minha vida nem levo
Sinto aqui, Ái
A vida é que me acompanha pelo céu azul
A cor da Terra daí, Pai
É imposto viver a quem nasce
Mas dançar é pra quem percebe o algo mais
No presente que é no presente estar e sentir
No To be m'estrambelhei
Certo estou errado
Tanto faz sem dual
Pra quem percebe
Certo branco
Negro esquerdo
Coragem é não ter medo?
Desafio o fio já pra ser igual
Esqueleto branco sorria nesta boca vermelha de colorada
Agremie sem miar
Se meu mio é poetizar
Despoetizo meu olhar
Estou é
Em todas as linguagens buscando
Me expressar
Nem pra desgramaticar
Tô
É
Sô
Livre
O que dizer
Todos somos coroados
Aurelados
Reis dos Seis caminhos...
Mumusicaldodo

Defeque antes de falar, isto é, pense antes de falar.
Ti quero como num pum
Escracho de quatro por Forfun
Se é pra dizer vou dizer
Estou faminto pra cagar o que sinto
E o que digo nesta noite de sexta é oi oi
Tchau tchau sabadeira já foi
Balanço a cabeça e adentro seu mormaço
Esquento e adormeço
Especial todos somos sabemos
Mas saber dói
E água tá caro
Então te taco na cara meu intestino musical
Pois a mente enfezada está pela merda enfeitiçada
Saiba o intestino pensa
Cagar é refletir
Reflita!!!!!!!!!!!
O estranho caso do Seu Mário (part 1)

Tudo o que uso na vida é o que aprendi na vida a vivendo
E, também, importante, sei, lendo.
-Quem és que não sois?
Opa! Sei que ser eterno é atuar em todas as mentes atentas desde digamos... Atenas
Telefona da Califórnia sem fone, ou d'onde for
Californication!!!!!
Mário és tu?
-Não me importa ser louvado depois de tanto tempo. Nada ver com vaidade, digo é sentimentalidade independente. Libero que o que sinto é eterno, e portanto atual. Nada é gratuito, ornamental. Não respeite nada, a não ser teus instintos.
Pós em amor gradual

Só se for de camisinha...acolchoada amor
Vamos brincar de pegar
Pulo a cerca e você me pega
E nós...
Mas por favor
De camisinha meu amor
Eu quero ser pego por você
Não por uma DST
Mão na massa e pé na...
Olá,
Caros amigos prestigiadores deste blog
Estamos em plena atividade pelas escolas de Porto Alegre
As esquetes estão esquentando os intervalos escolares
Muito a fazer...
E coroando nossos esforços recebemos como colaborador Seu Mário
Que em breve vai se apresentar a todos
Mas já temos dois textos dele no ar
O Seu Mário pareceu-nos que atende aos nossos requisitos básicos para ser Atuante
Tem indignação e a vontade fraternal e paciente de querer mostrar suas ideias
Isso sem querer mostrar personalismos nem últimas verdades
Seja bem vindo Seu Mário, mais um Atuante em nossa tão conformada atualidade
As contribuições de todos são bem vindas
Galera muitas coisas para fazer
Vamo nessa então!!!!!!!!!!!
Plis: Leiam posts antigos e percebam a evolução ou não de nossa linha de pensamentos.
Caros amigos prestigiadores deste blog
Estamos em plena atividade pelas escolas de Porto Alegre
As esquetes estão esquentando os intervalos escolares
Muito a fazer...
E coroando nossos esforços recebemos como colaborador Seu Mário
Que em breve vai se apresentar a todos
Mas já temos dois textos dele no ar
O Seu Mário pareceu-nos que atende aos nossos requisitos básicos para ser Atuante
Tem indignação e a vontade fraternal e paciente de querer mostrar suas ideias
Isso sem querer mostrar personalismos nem últimas verdades
Seja bem vindo Seu Mário, mais um Atuante em nossa tão conformada atualidade
As contribuições de todos são bem vindas
Galera muitas coisas para fazer
Vamo nessa então!!!!!!!!!!!
Plis: Leiam posts antigos e percebam a evolução ou não de nossa linha de pensamentos.
sábado, 17 de outubro de 2009
O céu pode esperar
Eu não posso ficar quieto
Aquela mina bebendo até cair
De tédio se matando
Tão cheia de informação e sem direção
Hoje me cansei
Úrrui como dói acordar
Aquelas pessoas ali inexperientes
Sem espelhos pra refletir
Só pra se admirar
Às vezes sinto que não penso
E mesmo assim insisto
Aqueles filhos vivendo o espírito desses tempos
Vozes que rasgam minha garganta
Furam palavras
Vazios em si
Se preenchendo
Ái como dói pensar
É preciso ir para o sul ou para norte
Desviar a nau da morte da pura sorte
Ao todo um urro em eco gritar
Que o amor à liberdade exija responsabilidades
Não é caretice
Eu sou jovem, meu bem
E espero que as pessoas mais velhas também rejuvenesçam
Pois envelhecer é evoluir também
Juventude é saúde e ingenuidade de querer mudar
O que eu quero é que haja motivo
Pra viver
Pra morrer
Estou escrevendo que ser escravo de um tempo, do hoje em dia
É jogar a vida, essa oportunidade de se libertar, fora
Fora tédio
Fora vazio
Entendi o motivo desse crivo que crava no peito a escravidão
Da cerveja/litrão destilei outro lado
Quero voltar a ser selvagem e lutar pra ser
Viver vim ver
Não há mais lugar pralugar em meu coração
Eu Sou o que Sou e me dou a quem quiser
E não vou desistir porque não está na moda Ser, só ter
Sinto na minha intuição isso
Pois essa vontade que manteve a humanidade em evolução até aqui
A humanidade sobrevive humanamente
Óu como dói
Mas é bom viver
Renascer a cada e todo amanhecer
E ser mais, sempre mais do que mostram nos jornais
O céu pode esperar
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Geração vazia (in construction by Seu Mário)

Pra que isso?????? Liberdade e motivos já!!!!!!!
Uma poesia funcional, não pra exportação, sim para usufruto...
Colonizados em festas bárbaras, que mistura antropofágica? Não, que mistura primata!
Há muita diferença na cor dos grossos aros dos óculos, nas justas roupas que mostram corpos novos se destruindo gratuitamente. Não, não é só sem ideais que vivemos. Não há razão, nem sentimentos, só se dá vazão ao vazio, a emoção e a sensação barata, proporcionada por agentes externos que sempre houveram e haveram de ter. Mas cadê você? Procuro em cada olhar. Em cada fila que vou nessa balada pegar. Na fila pra entrar. Na fila pra pagar a bebida. Na fila pra pegar a bebida. Na fila do WC pra vomitar. A cara feia do segurança não me dá nem náuseas. Tem fila até pra sair. Desrespeito é fila, e mais, fumar nela. Sem falar no cheiro. Dançar nesse ar, como respirar?. Cara, é cara a ceva e ta na cara que os funcionários estão sendo explorados. Tanto faz, não é hora de pensar. Na Europa eu busquei essa roupa. Olha, tô na foto da revista com a cara cheia. Vê aquilo ali, é homem ou mulher? Que sodoma sem nexo, nem sexo é. Na na ni na na. Será que é correto escrever sobre isso? Não sei, ao menos é diferente. Dizem por aeh que o que mais existe é respeito as diferenças. Então fica como um exercício crítico. Politicamente correto é ver e nada falar ou fazer? Ó! o cara ali no chão. Tanto faz, não vou lhe dar a mão. Este texto não acabou, é que tenho que sair agora. Mas vou continuar. Áh! Saibam que esta crítica, não quer ser (mesmo) uma última verdade sobre o que penso ou sobre a realidade. É simplesmente o que intuo agora e tenho vontade de expressar. Esse é o exercício chamado pensar e refletir sobre a intuição, pois a mente racionalmente sempre mente. O sentimento profundo e sublime da intuição é o que nos instiga ao Estado sem Ego, o Estado natural do Ser.
Continuamos, por tanto continue daeh também.
Anota essa

nada ver texto e foto,mas que a Evita é uma grande atualista lá é
Que horror amor teu cabelo
Eu quero dançar
A gata certa tá na pista
Na minha vista
Querida não me alcança o sal por favor
Eu sou canibal
A luz a música tudo me convida a dançar
Uma rainha e eu
A manhã cinza coloriu
Minha Iris te viu
Vamos dançar
E o ar de já me adentra
Combustão e combustível
Não te amar é impossível
O que diz isso?
O que importa é a porta aberta a noitinha
Anota essa
Valha refle(x)ões
Os desaforos dos parasitas comandantes do caos atual precisam ser confrontados. Não podemos permitir que a verdade seja ofendida todos os dias por supostos representantes do pensamento atual, os quais, na real, só tem interesse de manipular para manterem-se na zona de conforto em que se situam tais barrigudinhos.
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Bang fire

Tão
Bom
Um
Som
Com
Teu
Ba
Tom
No
Meu
Bo
Cão
Não diga que não estás
Confuso é crase não crise
Exceda ao pensar
Quis e Kiss te sentir te amar
Em minha testa teu beijo
É um texto fora de contexto
Claro que continuo a ti comer além da cama
A minha barba tem o cheiro do teu queijo
N'outra cara sinto quando me engana
20 ?
Ái, ái, ái não quero te ver dançar
Pare de roubar
Olha que se xapar só te faz sofrer
E querer mais
Mas
Ái, ái, ái
Tua mãe teu pai
Teu filho um dia vai
Ti querer ti abraçar
Contigo correr
E você aí decidindo se matar
Pra que? 20 perguntar
Pare de roubar
Olha que se xapar só te faz sofrer
E querer mais
Mas
Ái, ái, ái
Tua mãe teu pai
Teu filho um dia vai
Ti querer ti abraçar
Contigo correr
E você aí decidindo se matar
Pra que? 20 perguntar
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Na tua lista que quero-quero-me

Vamos lá
Parece difícil e é
Posicionar um pensamento coletivo
Pois a maioria das pessoas vivem na urgência de se dar bem
Vivem num individualismo que só pode gerar conflito
Cadê o todo?
Buena, dio no soy poeta, solemente penso e faço anotaciones
Mas no estaciones sus mentes hombres e mujeres
Lei à lei é feita
Rei a festa está feita
Cômodos incômodos
Luxos recicláveis
Eu estou pronto
Olha meu hálito
Um beijo no prato
Ao bico do sapato
Estou cansado
Mas não ao ato
Me recomponho no WC
Pensando em você
No espelho me olho
Me chamo de chama
Me amo me ama na cama
Eu não desisto disto de ser mais um na lista
Na tua lista que quero-quero-me
Intervenientes Atualistas!
Lyotard diz que o saber científico é uma alienação em relação aos seus utilizadores. Ou seja, o saber científico se auto-alimenta, perdendo a finalidade e o uso para que foi criado. Apenas tem um valor de produção semelhante a qualquer bem de consumo constituindo-se, por isso, com a função de troca social (capitalismo selvagem). Esta exteriorização do conhecimento,condição necessária do saber científico desencarna o saber de quem o produz, retirando-lhe atributos fundamentais de autoria. Embora as obras científicas tenham referentes pessoais, inclusivamente só podendo ser citadas quando acompanhadas do nome e ano da obra do autor, a utilização que é feita desse saber aparece sempre descontextualizada do indivíduo que a produziu. Ele deixa mesmo de ser necessário para que esse conhecimento participe das trocas sociais. Talvez seja por isso que se ouve muitos apelos e elogios à ciência, mas muito raramente aos cientistas.
Por isso que academicismos estão longe de ajudar o nosso povão. Atualistas metam a mão e façam algo simples e útil ao entendimento da maioria sofrida de nossa população.
http://www.bocc.uff.br/pag/domingues-jose-jean-francois-lyotard-cinema-experimentacao.pdf
Por isso que academicismos estão longe de ajudar o nosso povão. Atualistas metam a mão e façam algo simples e útil ao entendimento da maioria sofrida de nossa população.
http://www.bocc.uff.br/pag/domingues-jose-jean-francois-lyotard-cinema-experimentacao.pdf
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Obrigado!!!miiiiiiiilllllll!!!!!! Ozzy & Drix
Galera, neste blog vamos sempre encontrar algo que alargue nosso horizonte cultural, sem ser chato, didático ou intelectual. Como por exemplo esse desenho...
Vomito na Taverna ou Resisto por que sinto
Livremente adaptado de "A República" de Platão . 6° ed. Ed. Atena, 1956, p. 287-291
Em estado de embriaguez vocifera, ora em cima, ora em baixo das mesas do bar. Em mãos silencia até ao mínimo sussurro ouvir de si. Uma surra etílica em processo bulímico em líquido ejeta-se. Voam boca a fora, misturada a palavras, pedaços de carne do churrasco mal passado de outrora.
Imagina-nos encerrados nesse bar, entornando esses caldos até isso um poço se tornar.
A boca desse poço é pequena, para se salvar é preciso refinar-se. Só uma criança passa por esse orifício. Vou regressar assim.
Desde a infância preso ao medo do desconhecido, vivo. Estou com medo, por isso bebo. Aos mui corajosos lembro todo excesso é perigoso.
Uma luz bruxuleia refletindo uma face (a minha?) no copo. Só um pouco ilumina a mina funda e nela viaja o trem da suposta, mas falsa, alegria.
A idade adulta, esta incerta distância da infância, me presenteia de momentos eternos e internos. Cada frase solta me prende a reflexão. Deito-me no chão, ao céu nublado de minha curta e dupla visão. Dúvidas do preço pago por essas noites mal dormidas? Não. São essas palavras anotadas que decifram minha esfinge. Natureza artificial essa minha adita.
Entornando copos e mais copos. Somos corpos presos em pescoços de intimas gargantas secas. Secas de esperanças. Loucas. Tanto que não percebemos o beijo da vida nos soprando ilusões benditas.
Fogo só pra acender esse crivo que crava uma faca e corta ao meio a vida.
Atrás de cada porre se esconde um minuto de consciência.
Marionetes do destino somos ao que nos propomos.
A rua desnuda se mostra noturna. Soturna guarda-se a luz ao seu amanhecer.
Amanheceu em meu eu. Me sou. Me some o desejo de beber. Sou homem. Homem é o que sou. Não um rato em volta de um balcão, em migalhas percebendo a vida esvaída indo latrina abaixo.
Saio do bar e retorno ao lar.
Como quero lhes contar o que passei para passar dessa fase, que por um detalhe não se tornou um encalhe de minha nau missionária.
Não!!!!!!
Esse amanhecer me tonteia, mais que o trago. Mas resisto, por que sinto que preciso. Beber não é preciso. Poesia desata esse nó dessa gravata que me mata.
Quero lhes contar que só tem sombras e sobras nesse bar, mas vocês não vão acreditar. Não vou me gastar por tentar, é por gostar de ajudar que me ajudo.
Pois agora vou aplicar toda a minha reflexão para me salvar do antro subterrâneo que é o mundo bar. A poesia que me ilumina é a luz do sol. O bêbado que sai sóbrio do bar é um mentiroso de mente rosa. Mas o que dos extremos limites do vício volta, sabe o caminho, mas não deve se arriscar a voltar.
Porém com sabedoria pode se ajudar ajudando. Sem hipocrisia ser louco nesse mundo louco é pouco. Tenho é que a cada dia acertar ações convenientes ao meu estado nesse mundo.
Em estado de embriaguez vocifera, ora em cima, ora em baixo das mesas do bar. Em mãos silencia até ao mínimo sussurro ouvir de si. Uma surra etílica em processo bulímico em líquido ejeta-se. Voam boca a fora, misturada a palavras, pedaços de carne do churrasco mal passado de outrora.
Imagina-nos encerrados nesse bar, entornando esses caldos até isso um poço se tornar.
A boca desse poço é pequena, para se salvar é preciso refinar-se. Só uma criança passa por esse orifício. Vou regressar assim.
Desde a infância preso ao medo do desconhecido, vivo. Estou com medo, por isso bebo. Aos mui corajosos lembro todo excesso é perigoso.
Uma luz bruxuleia refletindo uma face (a minha?) no copo. Só um pouco ilumina a mina funda e nela viaja o trem da suposta, mas falsa, alegria.
A idade adulta, esta incerta distância da infância, me presenteia de momentos eternos e internos. Cada frase solta me prende a reflexão. Deito-me no chão, ao céu nublado de minha curta e dupla visão. Dúvidas do preço pago por essas noites mal dormidas? Não. São essas palavras anotadas que decifram minha esfinge. Natureza artificial essa minha adita.
Entornando copos e mais copos. Somos corpos presos em pescoços de intimas gargantas secas. Secas de esperanças. Loucas. Tanto que não percebemos o beijo da vida nos soprando ilusões benditas.
Fogo só pra acender esse crivo que crava uma faca e corta ao meio a vida.
Atrás de cada porre se esconde um minuto de consciência.
Marionetes do destino somos ao que nos propomos.
A rua desnuda se mostra noturna. Soturna guarda-se a luz ao seu amanhecer.
Amanheceu em meu eu. Me sou. Me some o desejo de beber. Sou homem. Homem é o que sou. Não um rato em volta de um balcão, em migalhas percebendo a vida esvaída indo latrina abaixo.
Saio do bar e retorno ao lar.
Como quero lhes contar o que passei para passar dessa fase, que por um detalhe não se tornou um encalhe de minha nau missionária.
Não!!!!!!
Esse amanhecer me tonteia, mais que o trago. Mas resisto, por que sinto que preciso. Beber não é preciso. Poesia desata esse nó dessa gravata que me mata.
Quero lhes contar que só tem sombras e sobras nesse bar, mas vocês não vão acreditar. Não vou me gastar por tentar, é por gostar de ajudar que me ajudo.
Pois agora vou aplicar toda a minha reflexão para me salvar do antro subterrâneo que é o mundo bar. A poesia que me ilumina é a luz do sol. O bêbado que sai sóbrio do bar é um mentiroso de mente rosa. Mas o que dos extremos limites do vício volta, sabe o caminho, mas não deve se arriscar a voltar.
Porém com sabedoria pode se ajudar ajudando. Sem hipocrisia ser louco nesse mundo louco é pouco. Tenho é que a cada dia acertar ações convenientes ao meu estado nesse mundo.
domingo, 11 de outubro de 2009
Li Vi Sou

Sempre chove aqui na minha horta
Deus piedosamente derruba suas lágrimas sobre mi
Simplesmente eu defino o que decifro como algo bom
A vida de novo me testando
A luta é para ser livre
Senti
Li
Vi
Sou
A jornada liberta é só
Não que eu queira
Mas a solitude é que exige
Liberdade é esfinge
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
ArDeu(s)neu
Tengo um tango
E um tanque de roupa suja a lavar
Tengo uma tanga e la vontade de dançar
"Seu vagem" me soltou
Tiro a tanga
Troco o tango por samba
Saio a la bailar
Entranhas minhas, tão estranhos ninhos

Como posso me ser
Ir até meu paladar se do meu lado sempre estar
Como tesão me dar se só tu tentar
Ares vá teus regrardes
Dói mas é bom saber
Seu sabor me faz coisas saber
Tipo planos tecer
Juntos a dor sem manhas
Amanhecer
O que é alcova?

Estou tão tanto
Por isso canto
Meus olhos orbitam o tentar
Vou tentar
Ao ler posso ou podem me ajudar
Mas assim não vai dar
O que faço?
Me faço
Ou ouço Eu Deus Aço
De minha desgraça ou sucesso
Secretamente sei que Eu Sou
Mas não sei o que
Poe sou Allan Pô
Eu sou o sal na lesma do mal
Pasmem eu não sou nada
Me dê um pedaço de você
Eu sou um vampiro
Me dê um beijo de proteção
Se não eu piro
Estou são e escovei minha alcova
A espera me renova
Me zera
O que é alcova?
Alcova é :
Quarto pequeno de dormir, sem aberturas para o exterior, que faz comunicação com ante-salas. Do árabe al-qubbâ, que significa abóbada.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
O processo continua...

Kafka por Crumb
Mais uma de amor
Olhe bem dentro dos meus olhos
Se veja em reflexão
É que eu sou assim como tu
Procuro o amor
Assim
Sempre tem alguém pr'alguém
Meu bem se foi nem disse oi
É tão longa a espera
A quem me dei
Eu não sei se vou guentar
Não é mais calor nem fogo
É um Sol em meu pau
Olha! sou um sistema solar a te esperar
É grave a gravidade tua a me puxar
A vida vem dessa água salgada
Não por nada
Cada momento aumenta um centímetro
E gera um sentimento
A dor
Ator
A toa
Na boa estou
Tateio o chão esse tatame
Tanto que te ame
Rimo aipim pra não dizer assim inhame
Que besteira é o amar
No mar tantos peixinhos
Justo o que não quero não me quer
Rááá motivo pra poetizar vualá
Poesia é isso aí
Mentir de verdades o sentir sem vaidades
Bunda Mól (em construção)
O caminho é o do meio. Viva os mais ou menos!!!!!!!!!
Mais duro e maduro
Estou aqui no meio e nomeio quem eu quiser meu amor
As lágrimas que só o amor produz
Reproduzem a dor verdadeira que sinto
Esse fluido divino é purificador
Me exalta após tanta dor
Meio tonto escrevo isso...
...Ando meio mole
Minha cara dura amoleceu
Eu não sou mais eu
Sinto que não me vêem como sou
Ei você aí a ti me dou
Minha timidez
Não sei o que fazer
O que sobra me assombra
Me jogam fora do sol e da sombra
Inexisto
Sou cobra que não se arrasta
De pé mostra que dá pra escolher
Paraíso para isso existo
Pego no tranco
Mas não me empurrem
Estou no mundo da luz
Contemplo a cidade iluminado
Me salvo desse estádio lotado de selvagens
Gols, manchetes, música fácil e aparências
Eu resisto à poesia
Poesia insistente e incidente
Eu quero ser seu protetor solar
Quero passar o dia ao sol e contigo brilhar
Você sabe bem o que mais quero
Me dê seu íntimo suor
O sal é como o sol
Ilumina e lubrifica a mina
O mal é pros bunda mól
É mais fácil por isso perene
O bem é mais trabalho
Por isso dura
Dura como minha...
Vá bene
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Atualistas em ié ié ié
O Grande roubo do trem (o 1º faroeste - Dewin Porter -1903) gera o Nascimento de uma nação (Griffith -1915) com Vampiros (Louis Feuillade - 1915) e Intolerância (Griffith -1916). Só o Gabinete do Dr. Caligari (Robert Weine - 1919)e os Atualistas (conjunçao de todos) diagnosticam a loucura em que vivemos e pouco fazemos para... ou uma Viagem à Lua (Méilés -1902).
Viagem à Lua
Viagem à Lua, França (Star), 14 min. Mudo (1902)
Direção e produção de Georges Méliès que também atuou como o professor Barbenfoullis. Além de participar como roteirista, cenógrafo, figurinista e fotógrafo.
Filme que estabeleceu a principal diferença entre ficção e não-ficção. Na época os filmes tratavam apenas do cotidiano em filmes de mais ou menos 2 min.
Percebam que a nave chega à Lua be retorna caindo no profundo mar. Dois grandes mistérios para nós; o sublime céu e o profundo oceano.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Hoje no Instituto Goethe
Sebastián Cardemil e Ósi Luís
Sebastián é produtor de tv no Equador. É fundador e produtor da www.adndigital.com
conheça!
Ósi Luís é reprodutor dos Atualistas.
INPUT 2009
As melhores produções para a tv do em Porto Alegre
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sábado, 3 de outubro de 2009
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