quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Terra praia is my live and life




Andar pela terra praia é renascer a cada sol
Molhar os pés nas ondas
Deixar o vento m'escabelar
Jogar meu corpo na água
Sem ou com medo ir
Mergulhar sem orgulho
Com a honra de ser um ser vivo livre
Olhar minhas mãos murchas pela água ou mesmo pelo tempo
Sem pensar que o tempo passou e eu não aproveitei
Não
Nada disso
É esse o maior arrependimento da velhice
Eu não
Cada coisa que quis fiz
Arrisquei a ser ou deixar de ser feliz
Mas fiz
Se me arrependo?
Do que adianta?
O tempo não volta
Sigo adiante
Evoluo
Aprendendo na caminhada
Eu vou chegar ao alto do morro e olhar pra mim mesmo
E sentir que na verdade sou uma parte dessa maravilhosa aventura
Aventura de estar vivo nessa vida
E daqui não vou levar nada
Vou deixar o que sou
Impresso em cada grão de areia que pisei sem machucar
Em cada paisagem a miragem de minha viagem
Estou no fundo do mar que sou
Mas é bom parar e voltar a terra praia
E aproveitar essa manhã de hoje e de amanhã
Pra amar cada um que passa nessa maravilhosa aventura
Não enche com vá trabalhar
Se viver como se quer é o maior e melhor trabalho
Esse é o meu sonho
Acordar disso é morrer

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Dia após noite de propósito te amo




Minha tatuagem a tua imagem
Eu ando por ae a ti chamar
A ti amar em todas criaturas puras
Eu amo depuro
Crio minhas próprias caricaturas
Brinco e brico
Bricoleio com relicário meu e seu
Tornando nosso
É o amor
Parece clichê
Mas esse é o meu pop chiclé
Sambar sambei
Sem bar amei

Pauusa pra dançar

E eu vou dançar esse blue desse céu azul
O amor não morre jamais
Vem falar em meu ouvido
Que não me ama
O que duvido
Os pés a mim são feitos
Pra dançar e voar
Os papéis são para eu escrever
O meu
O seu
O nosso viver
Perfeitos e com defeitos

Eu bem que nem tentei  até aqui sobreviver
E foi por amor que cheguei
Não digo que em alguém faltou
É que senti aqui dentro de mim todos nós
Levem para o lado que quiserem
Mas olhem para os lados
Sigo em frente

O vento está a nosso favor
Todos juntos aqui dentro
Ou bem mesmo ae dentro
É lindo a gente indo todos juntos até o findessetxt

sábado, 9 de fevereiro de 2013

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Diários das noites minhas que faço nossas



Quem sabe o que pensamos ser não somos
Anoto em mim isso ae
Entro nessa confusão de ser-me de verdade
Essas vozes que escuto são todas vindas de  minha consciência
Discuto comigo mesmo
Em busca de um consenso
Coço-me
É assim que convivo com meu espírito
Esse mistério que guardo em meu olhar
Veja a verdade que tento dizer em meu melhor
Em meus atos atrozes
Vou chorar
Mas não é de medo
É dessas questões que insurgem em mim
A liberdade está lá
Bem aqui
Que venha o fogo então
Esse estar que vivemos deixou minha vasta vista
Tão leve e forte
É sublime o sofrer pregado em si mesmo
Somos assim mesmo
Eu por exemplo

Ctrl Me



Não existe energia que possa ser desperdiçada
Ainda mais a energia mental em ascensão ao espírito
Os jovens estão perdidos
A humanidade em sociedade civilizada é jovem.
Estou refletindo com as estrelas e planetas
Estou sem graça.
É o preço que pago por pensar assim
A energia elemental de meu mental está aqui no heavy mental
Minhas mãos cobrem todas as cobras que me cobram
Acho que sou uma lágrima nessa chuva que gravita na vida



Os tempos que vivemos dizem
Que os que morrem
Não dizem adeus
Dizem Há Deus
De mim sai uma dor perdida
Não sei dizer bye
Pai
Estou aqui e só
Peço que o caminho de casa more messe minha voz
Que canta pra nós
Dançar
Não quero ver o sol nascer
Quero o ser
Pra reencontrar-me
As órbitas de meus olhos gravitam
Engravidam meu eu
Estou perdido no infinito olhar
Todos os dias acordo e discordo
Mãe Terra o Pai Sol Sou
Essa lágrimas marcam


Temos que aprender a dormir pra verdadeiramente verdadeiramente acordar

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

O não do rebanho da aceitação




Esta noite pode ser louca e longa
Mas vai amanhecer
Acordo e discordo
Arranco do pescoço a corda que é uma coleira
Não eu não me conformo
Não é cólera
Mas não vou ficar escutando música babinha
Pra mina ficar mostrando a bundinha
Que só fala de bebida, festa e fuga
Também pra aguentar isso ae
Só entorpecido de bira
Papinha pra criança esse solo de sanfona cafona
Eu sou o que sinto 
E é a rebeldia que raia com esse dia
Eu não esqueço que sou também da noite louca
Mas há um sol que raia no horizonte
E ele clareia um monte
Do qual subo e uivo
É um mistério profundo o que o céu anuncia
Mas eu não nasci pra viver de papinha
Eu quero o sólido alimento que alimente minha mente
O caminho de volta para casa é árduo
O solo que piso
A estrada que ando
A vida que escolho
Não me encolho
Não sou massa de manobra
Sou o não do rebanho da aceitação