terça-feira, 2 de novembro de 2010

Quero minha causa




Quanto mais me dou
Mais me cobram
Dou meu nome
Querem saber mais
?Mas quem eu sou
Nesse lugar
Nesse meu cérebro
?O que sou
A vida uma escola
Um jardim quero alugar
Entrar num regressar
Egressar de volta
Um regresso em progresso
Me excedo em excesso esso
Tipo ostra recomeço
Me conheço
E sei que me desconheço
Puta merda
Me ver me vendendo
Digo não
?Minha dor alguém quer comprar
Eu vou onde ninguém quer
Estúpido digo que estou bem
?Onde coloquei-me
Estou me sendo sem graus
E no fim a história sempre continua nua
Dependendo da sua roupa
Vou me revestir
Tipo um comprimido espremido
Um gemido
Úi
Minha base está no centro da cauda
Minha cabeça balança
Não querem me dar minha casa
Minha causa
Mesmo assim garota digo pra ti
Que eu mesmo sendo assim
Eu te amo

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Compilações (inacabáveis)

Ó meu amor
Toque em meu rosto com sua língua
Me diga que é só eu
Que a levo leve

A sinto aqui
Bem aqui
O ar me invade
A fome de ter some
Eu sou um homem
Você é uma mulher e gata
Sendo amada

Tatuei tu em tudo
Eu fui lá no canto
Fiz uma canção
Que aqui no meio canto
O eco que vem é do meu peito
Esse vento suspirante
Assopro na flauta menestrel
A melodia do seu nome é minha música preferida
Eu tenho andado por esse chão
Caminhando
A vida é um show para os que estão se amando
E sabem bem que o céu e o inferno estão em nós aqui e agora

A insustentável leveza de sermos dois em uma vida

Todo homem tem uma alma gêmea
Mas precisa ser experimentado para achá-la
Uma fêmea que gema
E como uma ema se junte ao avestruz que nos conduz

Um ser alado que voe ao meu lado
Que sinta o chão do ar
Num estilo de voar
Mesmo que seja cair e levantar
Pois embora os fatos sejam reais
Amar ainda é mais
Fecho os olhos
Começo a dançar com você
E o leste é este ponto
Onde o sol nasce de encontro ao nosso amor
Te acho na multidão
Por mais escura que esteja a noite
O fogo dos nossos olhos nos guiarão
Nada importa
A dor se vai
A loucura de estar só nesse mundo cão
Eu não
E do céu vem o que infla meus peitos
Eu grito e sussurro a Deus
Essa crise foi para meu bem
Nada mais importa eu sei que vou te encontrar
E contar que pode comigo contar
Agora vem e me leva
Quase soluço
Lavado a lágrimas
Sim eu sofri em busca da liberdade que há
Mas não há mais sais a sair
Nem ais a sentir
A sinto como o som de meu coração
Cor
Ação
O sonho impossível
A luta de uma vida
A paz
Você
A verdade escrita em sua face faceira
O mar em ondas dizendo não te faz
Corra pela praia de encontro
Se atirem na areia
Naquele beijo
A um passo da eternidade
A nossa verdadeira história de amor
As estrela lá do céu sabem
Que infinito é o amor

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Ter Internet rápida é ar (obrigatório bem respirar)

Legião VIVE




Clarisse
Legião Urbana
Composição: Renato Russo

Estou cansado de ser vilipendiado, incompreendido e descartado
Quem diz que me entende nunca quis saber
Aquele menino foi internado numa clínica
Dizem que por falta de atenção dos amigos, das lembranças
Dos sonhos que se configuram tristes e inertes
Como uma ampulheta imóvel, não se mexe, não se move, não trabalha.
E Clarisse está trancada no banheiro
E faz marcas no seu corpo com seu pequeno canivete
Deitada no canto, seus tornozelos sangram
E a dor é menor do que parece
Quando ela se corta ela se esquece
Que é impossível ter da vida calma e força
Viver em dor, o que ninguém entende
Tentar ser forte a todo e cada amanhecer.
Uma de suas amigas já se foi
Quando mais uma ocorrência policial
Ninguém entende, não me olhe assim
Com este semblante de bom-samaritano
Cumprindo o seu dever, como se eu fosse doente
Como se toda essa dor fosse diferente, ou inexistente
Nada existe pra mim, não tente
Você não sabe e não entende
E quando os antidepressivos e os calmantes não fazem mais efeito
Clarisse sabe que a loucura está presente
E sente a essência estranha do que é a morte
Mas esse vazio ela conhece muito bem
De quando em quando é um novo tratamento
Mas o mundo continua sempre o mesmo
O medo de voltar pra casa à noite
Os homens que se esfregam nojentos
No caminho de ida e volta da escola
A falta de esperança e o tormento
De saber que nada é justo e pouco é certo
E que estamos destruindo o futuro
E que a maldade anda sempre aqui por perto
A violência e a injustiça que existe
Contra todas as meninas e mulheres
Um mundo onde a verdade é o avesso
E a alegria já não tem mais endereço
Clarisse está trancada no seu quarto
Com seus discos e seus livros, seu cansaço
Eu sou um pássaro
Me trancam na gaiola
E esperam que eu cante como antes
Eu sou um pássaro
Me trancam na gaiola
Mas um dia eu consigo existir e vou voar pelo caminho mais bonito
Clarisse só tem 14 anos...

Monte Amo

Amo um monte de coisas 

Subo nesse monte e grito

Amo mais você 

Não sei seu nome 

Mas sei que você existe 

 

Te chamo 

 

Olho para o céu 

Na terra o caminho é longo 

Um grito sai de mim

Numa voz que une nós 

 

Tchê amo Tchê

 

Sou louco o bastante para te ter 

Num amor perfeito 

Perto do meu peito sinta

Cada batida de meu atabaque

 

Amo-te

 

Sinais de fumaça do monte Sinai 

Fiz um curso no SENAI 

Você de mim não sai 

Te procuro nessa loucura 

 

Em toda a paz que há ei de te amar

 

 

 

Grito aqui de cima de meu corpo 

Com a energia vinda do meu sexo sêco 

A vida jorra no látex 

Lá tem que haver um furo 

Para passarmos e puramente nos amarmos 

No solo do sol estamos quando pensamos 

Nos refletimos na íris de quem nos amamos 

Disso tudo o que disse que amo 

Está você no centro desse meu peito 

Que de perto te entrego ao longo e vasto mar de amar 

As ondas estão te anunciando 

 Nesta praia que são seus olhos 

Nesse mar de sal surfo 

Urro de prazer ao deslizar na prancha 

Do amor que de mim deslancha 

Amo tudo o que existe e insiste 

Na minha retina incontida está 

Bem lá 

Que é aqui 

Ouça o pulso pulsando 

Vida e morte expulsando agora 

Tum Bate vida e morte 

Silêncio 

 Não bate 

Escoa ainda vida e morte 

O não é sim 

 Porque não 

 Em nunca não há sempre... 

Final não há 

Outra ficha no pinball 

Tommy ou não tome 

Estou aqui fazendo o que posso e não posso 

Nós dois não somos só nos dois 

Lembre humano 

Um ano têm nove meses 

Sonho as vezes 

Morro as vezes 

Coloco minhas lindas mãos em meu lindo rosto 

 Que aos outros (quem sabe?) 

Nem tanto tanto (bem sei) 

Sonho verdadeiramente escrevendo isso 

E pensando que... Talvez você... 

Se ligue 

Me ligue :p

 


To Pêlo Adão

Eva
Rádio Taxi
Composição: Giancarlo Bigazzi / Umberto Tozzi Versão: M. Ficoreli

Meu amor,
Olha só hoje o sol não apareceu
É o fim da aventura humana na Terra
Meu planeta adeus, Fugiremos nós dois na arca de Noé
Olha meu amor,
O final da odisséia terrestre
Sou Adão e você será!...

Minha pequena Eva (Eva!)
O nosso amor na última astronave (Eva!)
Além do infinito eu vou voar
Sozinho com você...

E voando bem alto(Eva!)
Me abraça pelo espaço de um instante(Eva!)
Me envolve com teu corpo
E me dá, a força pra viver...

Pelo espaço de um instante
Afinal não há nada mais
Que o céu azul pra gente voar
Sobre o Rio, Beirute
Ou Madagascar...

Toda a terra reduzida
A nada, a nada mais
Minha vida é um flash(Flash!)
De controles
Botões anti-atômicos
Olha bem meu amor
É o fim da odisséia terrestre
Sou Adão e você será...

Minha pequena Eva
(Eva!)
O nosso amor
Na última astronave
(Eva!)
Além do infinito eu vou voar
Sozinho com você...

E voando bem alto
(Eva!)
Me abraça pelo espaço
De um instante
(Eva!)
Me envolve com teu corpo
E me dá a força prá viver...

Minha pequena Eva
(Eva!)
O nosso amor
Na última astronave
(Eva!)
Além do infinito eu vou voar
Sozinho com você...

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Toque-toque - Há alguém aí!




Para pra
Para pra
Para pra planejar
O que fazer entre tanto o que fazer?
Sabe bem que tem coisas
Que só você pode fazer
Não há no mundo alguém
Que nem você
Fui me dar conta
Tentando acertar as contas
Ví que no filme da vida
Somos o que parece que pensamos
O analista de você é só pra você se estudar
Rir e compreender que pra ser é preciso estar
Estou sendo
Pus na ferida vida
Me refiz agora
Pela glória de nossa história
Diga quem és
Direi quem sou também
É que no fundo no fundo não chegamos
Pois o céu é logo ali
Na vida nos procuramos eternamente
De mãos dadas fechamos o elo
E o ciclo vem
E o grito junto sempre fica mais forte
O véu da ilusão de termos
Some quando somos
...Que bom nos vermos...

terça-feira, 19 de outubro de 2010

JAVEH (EU SOU)




Sei que quero um amor que valha a pena
Que nada me pague
Que nada me deva
Que do quanto me cative se proteja
O jogo da vida nada vale
Sem haver mais que um que dois que seis
Mas vou seguindo
Ao menos livre
Eu sei
Estamos aqui e onde houver amor
Eu não quero nada mais do que amor
E só isso

Minha boca tem um céu seu quando ti amo


?Quem vai entender

Uma chance vi seu nome antes da fome

Tudo passou

Meus sonhos voltaram

E não há engano

Eu te amo

Conto até quanto eu sei

Espero o que for

Deus me ajude por favor

Sabes o que imagino!

Que a chama que provoca a vida

É essa que a gente leva pra quem ama

As lágrimas verdadeiras companheiras da emoção são

Jogo iscas olhando

Construo meu mundo te procurando

Sinto sua respiração na brisa

Na força da vida

Óh!

Romance

Uma chance corro atrás

Indago a lábio

Respondo afago

Um beijo longo

Reconstruindo o mundo dos sonhos

Eu estou de braços abertos

O romance me roça a face

Estou aqui

PAI

Olha para dentro de Vos

Ouça nossa voz

Contemple a glória da criatura

Eu te amo

E claro como o Sol me ama

Sinto por dentro da "Terra nossa Mama"

A mesma chama

Vejo pelo prisma que prismo Rômulo

Animais, vegetais, animais

E almas nossos primos

Bem aqui dar vim

Não é a toa

E bem na boa

O espírito da planta emana

Pelo perfume provocado pela eterna chama

O éter não é como o etil

Que como paixão incendeia

A brasa mora

Não é por conforto que busco lá fora

O que irradia agora

É a união de todas as criaturas

Como raíz vou carregando a alma mineral

E oh! eu estarei lá para te confortar infinitamente

E construir meu mundo de sonhos em sua volta

Estou tão feliz que eu sei

Te encontrei

Sobre meus ombros está esta responsabilidade

O que faço?

Me faça sentir aonde ir

Eu preciso desesperadamente esperançoso

Alguém para esse tão prometido esperanto

Alguém que pelo nome chame

EU SOU

Já é

Já vou

Desenhinho? clip list

http://www.youtube.com/watch?v=mjli3hj0ZkM&ob=av2e

Por hj é só pessoal, mas clip list

Mesmo que chova se mova clip list

Somos passagens de ida e volta clip list

Patetasoul clip list

Calma ops ops clip list

Viradinha eu te amo clip list

Eu sou como sou clip list

A música eleva ao peter perdido va la clip list

http://www.youtube.com/watch?v=3voawEb6Xgw&ob=av2e

Isso é da massa clip list

Cabelos no volume máximo clip list

Rápido com essa máquina clip list

Tempos de pedra clip list

Brinde -Todos somos nalgo clip list

Socorro imaginação clip list

Ore da sua caverna caveira clip list

Háfeto música em nós clip list

http://www.youtube.com/watch?v=7cL_1bmYCzs

Star way to heaven brasileiro clip list

D2 clip list

Outro Prof clip list

Baronesa durma clip list

leve dez espero clip list

Tempo tempo clip list

dois heróis clip list

Não pare lama clip list

Cheio de amor pra dar clip list

Só bróder clip list

É daqui clip list

Maças mordidas clip list

Salvação clip list

Dos meus heróis só sobrou o Ósi clip list

Outro clip list

tem gente assim ae clip list

Elis de lá 2 clip list

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Ar tista clip list

Imagine John descomunal clip list

http://www.youtube.com/watch?v=6GAHFrLAxzM

Música mais linda clip list

Com quem? Clip list

Que país é este cadê as guitarras? Clip list

Pu! clip list

Live Kennedys clip list

Professor Clip list

Guarde sua opinião clip list

Progresso clip list

Renato não falta clip list

Kiss não, quero clip list

Na na ni na na clip list

Kaiser só assim clip list

Para Clip list

Fantas mas das óperas clip list

Saudamos clip list

Leve esse peso clip list

Satisfaça-se clip list

Sexys clip list

Rand Roads Best solo of the guitar clip list

Não adianta não se rebeLar clip list

LSD som do sistema clip list

Não adianta clip list

http://www.youtube.com/watch?v=JWwOUG1RfP4

Vai anotando clip list

Olá há lá lá clip list

Good and old pedra roll clip list

ABCduzidos




A hora do povo vem ae

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Ósi! no Caldeirão do Hulk (Universal key)





Eu disse eu não sei
Quando fui olhar eu não era eu
Aquele gosto do meu fel
Que sentia enquanto engulia em seco o medo
E perspassava todas as minhas expressões desde as faciais
A outras
Bem sabem os casais
Mesmo os casuais
A cama redonda
No quarto quadrado
Homem êmbulo
Disso eu sei
Vomitei toda a janta então
Fiz outra refeição
Na carteira recheada de nada
Umas fotos que mostravam minha cara
Parada na identa
Meu CPF não serve para nada
Crédito cretino acredito em crédito
Só se for no bar
Por uma gelada agora
Pras moças promoções
Pros moços amadureçam seus pulmões

De sainha vi você do WC saindo
Corre pela minha espinha uma sensação
O som da descarga
Mistura explosiva
Eu, um e você
Sob o ar vi vindo uma onda
O perfume das tuas partes
Tipo uma ostra escondendo a pérola
Escondendo o brilho a areia formado
Uma areia nos meus olhos
Vidros embaçados
O chão do bar parece estremecer
Meus pés escutam o som dos seus vindo
Escala richter
Tsunami em mi
Cada olhar uma bandeira branca
Estou aqui não se afaste
Você não passa
Fica na minha
Nossa mãe
Diga para a ela que me olhe
Como um risco no céu
Cometa tudo
Neste bonito momento metendo
M'entendo
Estou emoldurando ao vivo você n'eu
Parece e é exagero
Me jogo aos seus pés em suas mãos de coração
Seu perfume diz algo que me veste a ilusão
Sigo cantando nessa chuva

?Quem dirá o que eu quero neste texto dizer e o terminar
Eu

Dimensões a parte
O brim desse jeans é stone desde novo
Esquisito esqueci o que dizer
Acho que foi a sua passada por aqui
Ainda tenho o seu olhar no meu ver
Vamos lá
Não vamos acabar juntos agora
Podemos ser o que quisermos
Mas sempre vamos ser ao que nascemos
Nesse dia
Aquela vozinha até então baixinha
Irá por meio de si
Se encontrar numa melodia
Talvez
Por que não nessa poesia
Seja o que for o que eu for
Que eu seja o que seja
Assim seja
Mas sem você eu não vou viver
Me beija
Vem mulher meu harém

Porém por estar no meio de tudo
Ao lado do nada
A cima ao de baixo
Nu centro me concentro
Me ouço ainda moço
Dizendo para a arbitrariedade da vida
Que todos pensamos diferente
Porém que amar
Amar é sempre a isso indiferente
Amar é a alguém dedicar o amor por todos
Agora feche a porta do seu quarto
Por que seu telefone vai tocar
Bote no vibra call
Sinta o meu
Engraçado estou melado
Vou buscar um papel
Para secar esse anotar
Está chegando o fim desse texto
Agora
Dizem entendidos em histórias
Que é o clímax
Mas quem quer ir até o fim
Somos meios
Não vamos acabar nada
Olho pra ti de novo
E com cara de sacana
Nos jogamos na cama
Não há alguém na vida que não quer isso pra si
Áh!
Há!
A
...Mais uma...
Seu rostinho é lindo me beija
Orelha à orelha
Segredos de liquidificador
Beijo a flor

A órbita do mundo está centrada aqui
Eu vou contar um par
Eu vou cantar e amar
Nós somos o motivo de estarmos vivos
Não vamos fumar crivos
Vamos nos gravar no ar eterno
Juntos um no peito do outro
Contemplarmos que
Não é cada um por si
É cada um pra si
Lá todos nós encontraremos
AÍ!
No que há de mais humano em nós
No individual existem dois pés
A alma anima o que és
Se aninha feito eu em meu peito
Você

Inexplicávelmente nós dois somos feitos um verso
UNIVERSO

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Venho ae em "PROSA LÚCIDA"

Háguar de

Pré-requisitando

O fracasso é um pré-requisito para o sucesso

Doce mitério

http://cybervida.com.br/10000-familias-vivem-em-um-cemiterio-de-manila-filipinas

Good morning day

Estou numa selva
Perdido e me achando sózinho
Tanta gente
Inevitável te convidar
As estrelas nos apresentam um amor novo
Mesmo que o mesmo
Diferente
Todos vamos ir vamos
Resistir e não pintar esse muro que separa qualquer coisa
Seria o mesmo que não me imaginar fazendo algo
Com vida vem o convite
Vamos pintar o muro decorar
Fazer um puxadinho
Uma portinha
Várias janelinhas
E o céu vai
Ele vai
Ele é
É
Somos
Crio-o
Cri-o
Lar
Olhar
A mágica de amar nos criou
Criamos e é nossa
O muro é nossa cria
Como a social pirâmide
Como nossa cria evolui
Em espelhos naturais todos vemos iguais
Tudo o que na sociedade existe é nosso filho
Eu quero filha
Que está noite seja boa
Como o dia
Amar é estar a distância de um abraço e nos abraçar

terça-feira, 12 de outubro de 2010

...No início...

O verbo é uma produção audiovisual tão eterna
Que parece estar no futuro
Mas é só o tempo que levamos para chegar
Ao nosso mais profundo e sublime íntimo
Então nossa vida se torna um filme de eterna-metragem

domingo, 10 de outubro de 2010

(a.tu:an.te)

1 Que está em pleno exercício de uma ação, ou uma atividade; ATIVO.: Artista atuante
2 Que atua, age, participa, sem se omitir: O Ósi é muito atuante na política.

[F.: atuar + -nte.]

(a.tu:a.lis.mo)

sm.
1 Estudo dos fatos que ocorreram no passado, suas relações com os fatos do presente e sua influência sobre eles.
2 Geol. Teoria segundo a qual os fenômenos geológicos do passado teriam ocorrido de forma análoga, na dinâmica e na intensidade, aos do presente.
3 Fil. Doutrina ou conceito que vê na ação e na atividade a essência da realidade

[F.: atual +-ismo.]

O Homem legume x Mulher fruta

Brrrrrrrrasil

rsrsrsrsrs
scscscscsc
prprprprpr
spspspspsp
ba

sábado, 9 de outubro de 2010

Mente Capta Emito





Câmbio
Meu mundo e quem vive nele simplesmente hoje vai
Uivar ao luar
Sentir o ser solar
Tive a ideia de juntar todos num pensamento e...
Fazer a história mais bela
Vamos descobrir o que há em nós além
Vem
O que que tem?
Aceite essa dança contra
As pessoas não somem
As consumimos diariamente
Lá vem mais um participante em minha vida atuante
É você leitor
O leite que é esse deleite de escrever
E talvez estar sendo lido
Fico comovido
Ponho minha cabeça no coração
Onde você está?
Estou imaginando você aí sentada(o)
O som do seu lado tocando uma música
Que talvez console
Me isolo
Por esse vidro do LCD
Escrevo pra você
O que eu vou fazer?
Meus dedos tocam cada letra de meu sentimento
Vestindo de perfumes meus pensamentos
Que sinto vindo e indo além desse vidro
Levanto para isso
Um vício entre tantos
Carrego minha grafite nas costas
Estou nu nessa hora
Me de sua atenção agora
Estou digitando minha vida
Essa ferida que lateja mundo
Bate vida eterna e universal
Ondas urrantes
Que levam adiante da terra
Orbita na constelação onde todos os pensamentos estão
O cosmos
O caos
O nosso Eu então está no aqui e agora eternamente
E não em vão vamos nos ver
Se encante cante ante
Fim?
O fim é um meio
Um recomeço
A RESSURREIÇÃO

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Razão de viver é sentir Emoção




Não
Não é de alguém
É da sensação de amar alguém o que falta
Um buraco feito camelo passo
Aquela flecha vai de encontro a um outro amor
Uma mudança no tempo
Uma chance no ponteiro que aponta
E apronta você
E eu para nós
Pela rua ando vasculhando
Espio pela janela do bus
Sinto uma fome imensa
Intensa
Ando por aí
Não se esquece o que nos aquece
Eu não sou uma perfeita pessoa
Procuro você numa boa
Por todos os cantos
Uma gota de chuva mostra eu pra mim
Eu sou assim
Um raio de sol que sai de dentro vem
O raso se torna profundo
O chão no ar
Pois no fundo todos queremos todos
Corações funcionam em pares
De procurar não pares
Rasgo e costuro mapas
Achar alguém é rachar
Em dois multiplicar cada instante
Por isso ando não corro
Emito ondas não falo
Vejo não olho
Vivo não morro
Sinto tudo
Nada tenho
Sussurro das montanhas
Em ecos voam os sentimentos das entranhas
Sedimentos de uma vida a procura
A fuga circular volta em tortura
Não fujo tento
Enterro meus berros em sementes
Florescem árvores que a unha escrevo teu nome
Um grito ao infinito é o amor que sinto
Pego minha retina te pinto
Retiro das cores de minhas dores os tons
Meus dons que vou te mostrar
Vem

Macunaíma, o herói brasileiro


MACUNAÍMA - Parte 1/3 por Teleserias no Videolog.tv.

O INSIGNIFICANTE

"O que há de mais atrativo que o azul, a não ser uma nuvem, na dócil claridade?
Por isso prefiro ao silêncio uma teoria qualquer e, mais ainda, a uma página branca um escrito quando passa por insignificante.
É todo meu exercício e meu suspiro higiênico."

Por Francis Ponge, que é, por excelência, o poeta das coisas que exigem definições, das coisas partidas, das coisas naturais, das coisas inanimadas e animadas. Ele descreve o universo, os meteoros, a chuva, o fogo. Encanta-se com os moluscos, ostras, caracóis. Busca a todo momento dar voz às coisas silenciosas. Traz à luz o mundo mágico da natureza. No Proemas, Ponge diz que “o homem julga a natureza absurda, ou misteriosa, ou madrasta. Bem. Mas a natureza não existe a não ser pelo homem”. Ele projeta, idealiza o homem harmonizado com os quatro elementos: a terra, o fogo, a água e o ar.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Three eyes




Andei pela noite sem atalhos
Olhos em bugalhos
Procurando por ti
Eu acho que não a ví
Entrei num trem não sei
Esqueci de ler para onde ir
São quase seis
Cadê vocês
Olho para os lados
Não cansei
Se não quiser não vem
Que nem eu você só vai encontrar a mim
Que nem você a mim só você
Bom eu não vou dizer que eu sou ruim
Mas você nem é tão boa assim
Jogo pela janela o jogo
Ligo as luzes de minhas vivências e leituras
Bem vamos adiante
Quebrei o muro que estava em cima
Que armário que nada
Escravo de my body não sou
Sim eu amo my body
Quase seis
Não cansei
Se não quiser vim não vem
Esse trem que vem pra mim
Continua mesmo assim
Hipófise secreta segregando informações
Tão boas quanto saber quando
O ontem e o amanhã se encontram
E chove lá fora
Sol lá dentro
Nublado equilíbrio

Calma! É só o Karma (Return lay)

O que desejo a ti
Acontece comigo
O que faço a mim
Reflete em ti amigo

Voocê

Estou numa igreja
Respeito meu templo
Me encosto e descanso
Os dias andam como sempre agitados
Ela me olha castanhamente
Na realidade azul
E tudo passou reto
O resto se bem estudado some
É tudo tão simplesmente impossível
Tanto faz
Meu bem você está bem
À verdade há lugar
O céu
Por isso assim
Meu bem eu tenho porque só posso
Daqui dizer
Não há nada de especial em mim
Deixo a bragueta aberta
Voo-se-me-nos
Sei lá o que se passa
Nem se passa ou amarrota
Amo é o que importa

terça-feira, 5 de outubro de 2010

SHomem eus e tus (agá mudo) talvez início do O




...
Essas sementes que jogo
Floscerem quando repunadas
É que eu sei desde Jesus
Que o povo é do contra
Contra as boas novas
Estúpido não fomos
Quando necessários da eternidade
Aí renovaremos
As paredes que isolam nunca nem sempre isolam
Nesse interim cria-se um oceano
Que numa praia vai dar
E de encontro ao sol lunar vai aterrisar
E abrir baús tipo
Eus ou tus
Iguais espirituosos animais universais
Sumiremos
Se assurmirmos não sermos o que projetarmos
Projetando sêmens
...

domingo, 3 de outubro de 2010

Download mi




Sou um marmanjo a mais
Nesse mundo lindo
Meu vago olhar vaga
Eu não perco mais o controle
Perfeito não sou
Mas o melhor de mim sou
Por isso eu estranho
Que os áis dos umbrais
Escutais
Não há o que não há
Relaxe
Tudo o que existe
Resiste ou desiste graças a ti
Em revoada meu olhar de lágrimas
Em minha face molhada lava o ar
O lar que me circunda
Abandono o amargo o adoçando
Ái! como eu complico
Minhas lágrimas descem as ladeiras estreitas de minhas rugas
Download de mim
Ok eu sei
Escrever é preciso
Me leio e me sinto
Desmaneio
Meus instrumentos corpo e alma
Dedos e sentimentos sentindo
O chão
O céu
O Eu elo de mim
O marron do barro em pó em barra
O ar na harmonia de meu canto
Minha voz desengasga
Estou a pra dentro chorar
Controlando a fornalha
Um silêncio sinfônico entranhamente ouço
Meus ouvidos ouvem pássaros
Que em mim defecam
Adubo tudo e canto
Amo a música
A harmonia do mundo
Caio por um tubo
Me iludo
No país das maravilhas
Navalhas em vaginas
A decepar membros e línguas
Decido índio
Meus longos cabelos solto
Me entrego ao íntimo
Navego nesse meu sal
Formo uma ilha e nela me isolo
Furto do solo meu fruto
O mar invade o Atlante
Não nasci para ser assim
Mergulho o orgulho
Lavo-me
Renasço
Sou o que quero e vim Ser
Um marmanjo a mais
Nesse mundo
Que agora percebo todo lindo

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Vou me já

A luz do letreiro do despertador diz
Está na hora de acordar
E o letreiro diz mais
Coloque uma roupa que combine com sua boca
Pois hoje você vai beijar muito
Levanto muito a fim de urinar
Fecho a esfínter
Retenho agremiando vontade e fisiologia
Eu lavo o rosto brincando de abrir e fechar
É um treinamento
Quero curtir as carinhas dela
Digo bom dia ao dia
Seco a cara
Olho no espelho
Minha barba continua do mesmo tamanho
Finalmente decido descarregar
Uma longa e barulhenta jorrada
Freio
Que perfeição
O domínio entre homem e si
Continuo até a última gota
Plenamente satisfeito
Eu comigo
Um guardanapo lustro
Guardo ilustre
Mas não esqueço
Sou especial
Como você e esse dia

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Livre numa Corrente de Ar




Astros abstratos dão moral de cuecas
A elétrica por um fio vai ao som rodar
Vim dançar
Não se faz
Vem
Transar consigo
Largue o chopp
Vem comigo
Louca ou de cara
Segura pela minha pura intenção
Descrita em cada um dos meus olhos a olhares
Esmurrugo energizando as folhas mortas
Enrrolo e passo minha falante língua
Queimo meus segredos na saliva
Não pilo acendo
Não prendo respiro profundamente solto
Penso absorto no mundo
Faço as pazes com Meus sonhos
Derrubo em cinza ao vento o meu lamento
Espalho meu perfume da floresta peitoral
Assopro em conjunto com a brisa
Caminho no ar
Surfo nas ondas cerebrais
Mergulho na profunda alma
Concentro até o centro
Equilibro meus pensamentos
Sigo a seta dos meus sentimentos
Messo a régua de minha vida
Em meio ao meu equilíbrio percebo os limites
É um planalto do qual decolo e a planície Sou
Virtude é voar
Plainar solto como pássaro na corrente
Para a língua entre o céu e os dentes
Dizer para o si da gente
Que somos igualmente indiferentes um ao outro
Mesmo sendo parecídissimos
E um necessitando desesperadamente do outro
Vejo isso agora
Pausa para as aeronaves humanas
Algo mais que matéria e luz
Condensa-se a energia
Até lá...

Pauso para um relincho
Teimoso que sou insisto
Estou de cara
Algo em mim diz não pare
É a(L)minha imaginação
O incêndio está dominado
Please
Luz ilumine o ambiente
O que eu posso e o que não posso


Das letras de MORAL escrevo AMOR e o L
Liberdade sua

É longo o caminho do início do fim dos vícios
A estrada é ampla por muito passar em hábito
Estreita pela falta de uso

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Inocente! Nem precisa de julgamento



Nu descendo a escada (ousado), de
Duchamp


Já me acostumei
A ser um rei
A la King of the dawn em mim
E que no fim os astros se iluminam
Reflito isto
Me acostumo rápido
Tipo me adapto
Estranho eu sou a cada amanhecer e anoitecer
Tecendo o acontecer
Pulo sapata descalço a infância não passa
O nada e o nunca existem
Logo eu gritando gol
Sambando le-le-le
Lendo DG
Um gole
Um bafo
Um pega
Prensa a mente da gente a parte de fora pra dentro
Uma extra gravidade que leve percebo buraco negro
A inverto jorro inventos
Converto o absurdo em naturais pensamentos
Rio e acho um riacho
Reflito bebendo água
Navegando atravesso em balsa corpo
O universo de meu sentimento exposto
Em vozes que fabrico
Mas grito que sei que minha mente mente
Pois sou um não dois
Na arca de Noé o não é sim para mim
E que o fim é circular
Um início assim

domingo, 26 de setembro de 2010

Pare aí fora! estou dentro de mim. E daí que...




Meu pai resiste num barco
Ele ministra minhas mãos
Dá um oizinho para a torcida
Eu estou rindo sim
Uma decisão minha
Andei pelo chão
Memancipei da forma de quem não tem
Disse ao professor que sou bom
Não adiantou ele me rodou
Arrodeei até deixar tonto quem me julgava
Depois dei uma longa parada
E olhei a melhor forma de sair
E sai em redenção
Sem preocupações
Ocupado
O culpado disto tudo?
Mas que besteira
Respostas que só o tempo da
O que é um ano
Para um humano

sábado, 25 de setembro de 2010

Todos por um! Um por todos!




Quando olho para os meus olhos
E me vejo mais velho
Me pergunto na caminhada caminhando
Quantos amigos continuam na luta
A vida não parece
É curta
Pergunte aos velhinhos
Vidas indo de encontro
Eu me lembro de cada momento
Eu vivo com intensidade cada momento
Liberto-me do que esperam que eu faça
Eu faço daqui meu céu
Ando nas nuvens
Choro
Chovo
Orvalham-se meus pelos
Tudo continua
O sonho está garantindo vida ainda
Sou a promessa de chuva e sol

Dedo de brinquedo





É! Vai brincando
É fácil enxergar
Chega mais
E diga algo sobre a vida
É brim cadeira
A tarde cinza sim se vai ranzinza
É
Faz de conta que estamos tão longe que nem o sol
Aquele daqui de dentro
Táqui dentro
A cachoeira desce de vereda
Vou andando o caminho é longo
Estou brincando
Mas é sério o que digo
Tenho todos amado
E nada esperado
Esse meu suspiro
Primeiro é porque ‘inda respiro
Escrever é preciso

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Adolescência inacabávelmente-me




O troco dos anos são rugas
Não rusgas
Parem de brigar eu sei o branco é o azul
E o preto o red
Bata em seu peito fumante
E diga para seus vermelhos eyes
Não importa a rota
A empregada sempre esta torta
Só por sê-la a ti
Volto os olhos abaixo de suas sombrancelhas
E digo as suas orelhas
Ouça
A moça sabe o seu valor em sua boca/língua
E não importa o plets de seu hálito
Bata em ping-pong
Ploc uma mancha de batom nos dentes
E grite pobremente que bebe Ki-Suco
E que o sabor é de framboesa dobrada
Dois litros de açúcar tingindo água suja
Tiputu fingindo ser macho
A humanidade não é só o que quer
O ser humano é...
...
Tipo um ano
Cheio de estações

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

É tarde não leia




Sim eu me enraivei
Um momento estou fora de mim
Muita comoção
Loucomoção
Estou em pleno fight
Some o homem
Eu sou uma espécie em ascensão
Somos nada mais do que podemos
Raras são as pessoas que são para que nascem
Pare que me torno?
O cinza desses dias diz
Que eu insatisfeito vou vindo
E que de encontro ao som de minha voz vou indo
O Eco desse treco
O troco de um humano
Em humanidade sempre em destroços
Nunca desiste
Existe

TV2 Guaíba x Lambanço Geral

Primórdios do Saneamento básico

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Esse seu nada chique cheiro de fumaça ou adivinhas?




Ja ta natal
Já ta natal
Eu Sou
Claro que tudo o que passa posso passar
E o momento continua
Como um monumento mutante e ambulante segue ululante
Ao ui vou dizer há Eu
Ao com esse ar responder
Vai!
Vou!
P
No limite percebo luz nas sombras
Cores
Dores que formam aqui dentro
Se as formo...crio?
Obrigado Deus
Por entre meus Eus
Criatura criadora estar
E esse texto é um elo a falar
À ponte
À fonte
D'onde o que se esconde
É o motivo d'Eu manter-me vivo
Pois cada célula dança na frequência
Vinda dos Pais Vida
E envia a voz mi Ser
Que penso ser pênis
I...magina...
Não quero entender
Letra pra mim é tinta
E de fato pinto os fatos
Os retenho na máquina-mãe
Traquitana enganadora...

EU TI AMO

Passe pra cá e me beije
Esqueça de guardar segredos
Exercite-me
Segure meus dedos
Messo meus medos
Equilibro
Contigo

É terno Amor

Minha voz vem cada vez mais
Pra contar que cantar
Que gorgolejar com ar
É dizer olhando com cara de
MAIS...tá bom

Cristais cada lágrima!
Combustível de carvão crível
Honro-as

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Putz!




Solidão olhe bem para mim
E diga tchau
Meu médico recomendou-te
Solte esse laço que nos prende o abraço
Fale comigo com seus olhos
Faça como naquele filme
Se entregue ao romance
Ao amasso

Aquele lance que lhe disse
Só que no...não
Está me estranhando amor
Jamais iria te pedir pra me dar
O que sei que pra sempre vai precisar
Mas o amor é algo grandioso
Sempre tem mais
Somem as dores
Veja no meu olhar seu lar
Largue um pum pra dentro
E sinta o que sinto
Cada vez que estou no meu íntimo
Putz!

Atenção! Atenção! Todos os carros: estou fugindo de novo




Atenção! Atenção! Todos os carros
Eu acho que achei uma suspeita
Ela tem em seus peitos a marca de um futuro
E incrível chupão
E ele tem a marca exata da minha mordedura
Sei que aquele wiski desceu como água pura
Boa noite!
Logo disse
Antes que fugisse de mim um sim
Um não meio assim
Tipo meu beijo é uma lipo
Ei esse lugar onde você está quero
Se não piro
Eu faço uma casa agora com meus braços vem
As nuvens só sombra fazem
E essa tarde cinza é a clara visão dessa noite
Que gostosamente assovio
Viu?
Querida quimera esse copo em sua boca fosse-me
Pois gota a gota chegaria aonde gosta
Saca essa rolha do gargalo
Essa que me...
Olha eu já vou fugindo
Ou fingindo ser um insensível o que de fato sou
Meu sonho é me entregar a quem queira
Também se entregar
De fato juntos exigir da vida aquilo
Que valha
Não quero saber
Honestamente
Seus lábios me dizem
Eu naõ quero compreender-te
Só quero que sua língua cale minha mente falante
E no ar inflemos
O que mais há a fazer?
Do que no fundo trampolinarmos
E sem pressa nos jogarmos
Um pra dentro do outro
Não vou negar
Vou te chupar
Até derreter
Sem depois
Sabes bem
O que vem
Eu não sei mais
Quero acordar e dormir sem fugir
No espelho encarar minha insônia
E dizer-me
Fiz o que pude e quis
Agora é hora de...
Se não me entregar
Dormir...
Atenção! Atenção! Todos os carros
Não estou fugindo
ESTOU AQUI!

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Eu vou pra Califórnia




Ando nu deserto a gritar
Quantos foram me deixar
Caminha minha voz no ar
Voa minha imaginação até você
Escute aí em ti
Vira minha bira
Rasga minha lágrima
Mostra no mapa
Acha em mim eu
Racha-me tu

La

Lágrimas de sal saudades
Conto os grãos da terra em meus sapatos
Planto meus pés em nuvens
E vou andando nesse deserto
Decerto errado
Tanto faz a busca da paz está no não querer mais
Do que eu possa na caminhada levar
Grito ao mundo que no fundo não me irrito com tudo
Mas não posso não fazer nada
Eu vou pra Califórnia

domingo, 5 de setembro de 2010

Borralheiro

Minha fada é foda
Ela se some depois da meia noite para que eu apronte

sábado, 4 de setembro de 2010

A Bacantes em sêmens jorrantes ou Amanhecido

Falo agora
Declaro meu amor
Vem te ver feliz comigo
Quero o amor
Que sabemos fazer
Me peça neste canto
Ou noutra peça
Me dispa
A sua disposição to
Reflito
A luz distinta vinda da tua retina
Me pinta
Latas de tintas cada momento
Cada centímetro pinto
Me deixa no estado pronto de amar
Me encontra contra a parede
Proteja-me à pele
Me gruda a suór
Repita agora melhor
Amasse como maçãs minhas noites em manhãs
Vem bacana bacantes
No amor falamos
Dois amos amantes

Digo a noite açoite

Friso em uma frase nossa fase
O dia clareia e nos convida a vida!
Anote que repito
Olha outro dia!
Eu disse que nascia
Fiz-me como kiss-me
Te quero agora
Espreguiça tua preguiça
Cala-me com tua boca
Na língua mais louca
A brisa sinta
Bons momentos voam
Sinto no aroma de sua fala
Me beija
Estamos sós
É nós
A lua ilumina tua mina
Graças a lâmina vejo
Beijo sem pastar
O tempo para de passar
Fica ao do espelho observar
Nós em dois um desvendar
No primeiro plano estamos bem
Modernamente eternos
A cada instante clicados
E no HD do tempo replicados
A cada amanhecer sentido
Mesmo que indo e vindo
Conosco jorrando no prazer
De saber que sempre vai amanhecer

Suspiros e gemidos




Aquela nuvem que passa é feita de minhas lágrimas evaporadas
Essa chuva que me molha
É do meu olho que olha apavorado
Vou declarar
Ensina-me a te amar
Ou vou te delatar
Pois não aguento mais
Pensa
E condensa em minha cara tensa
Sente aqui em meu lugar
Aonde eu sou um conde tu condessa
Tu ta lendo o meu talento
Meu caminho sêco eu não bebo
Eu sei me declarar sem refletir
A fera está solta aqui dentro
Vem redentora do sal carregando o graal
Eu minto tanto que nem sei o que mais sinto
Digo tudo de cara sem vinho tinto
Aquela cachaça longe hoje passa
Quero ver o dia que te encontrar e te contar
Que não posso contrariar o pulsar de minhas veias
Venhas expulsar de mim essas teias
Creias não há ar que possa me encher
Mais que seus suspiros e gemidos

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

I don't care




Eu não quero por ser moço
Vem do fim a vontade de rápido se entregar
Mas eu não quero por ser moço
Me enrolo num seio que não é de uma amiga
Disto pouco sei
Eu não quero assaltar a joalheria do shopping
Que sarcasmo tirar de quem tem pra ter
Eu não quero mais do que possa ser
Ando carregando por demais
Mas o certo é pra lá diz-me
Meu Pai
Meu Pai
Por causa disso eu do seio que sou
Adeus eu não vou
Eu não ligo
Ando por aí como se fosse o céu
Faço uma sujeira que limpo
O limbo é aqui
Entre eu e tu
Manda lavar
Povoa cinicamente tua mente
Não pare
Por cima
Eu não ligo
Finjo que existo
Resisto
A lata ta seca
Vou buscar mais
Existe um bar sempre aberto pra quem
Como eu sabe beber
Sabemos como eu sei o quão difícil é
Eu não ligo