terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Trago só essa Rosa e Eu


Eu cheguei a uma conclusão
Meu ego entendeu sorrindo
Minhas lágrimas eu sequei do chão

Eu voltei!
Tudo esta tão diferente
Meus amigos não estão como antes
O passado me soltou no presente estou
Agora sou eu mesmo

Eu voltei!
Para o Agora
Aqui é o meu lugar
Onde andei o que fiz parei
Preciso dizer minha verdade
Voltei para contar
O horror que a inconsciência pode causar
Prazer um embuste no ar
Pai Mãe Eu
Na consciência encontrar

Eu voltei!
As portas lá atrás fecharam-se
Devagar como feridas
Quantas vidas desperdiçadas não digo
Converso contigo no universo pelo umbigo

Escrevi
A luz li
Senti Bem aqui
Que já é hora de ocupar o meu lugar
Esse trono
Que não destronam
De amar

Clareei
Aquelas fotos estão em seu lugar
Eu voltei
Não sou mais um imóvel imóvel pra alugar
O tempo agora é meu invento
E claarraro
Um vento apanho e vou respirar

E eu falei!
Onde andei?
Que não me liguei
Que álcool, cigarros ou outras drogas
Vida fácil
Eu parei pra pra frente andar
Com meus dois braços abertos me abracei
Envolvi o mundo
A minha vida

Eu voltei!
Não deu para ficar lá
Aqui é o meu lugar
Nada espero
Vou buscar


Eu cheguei a uma conclusão
A vida é circular
E esse circo é o meu lar
Enquanto o Beto sorri do portão

Sóul deamante



Um diamante me vestiu
Quisera meu preço fosse
E não viesse me cobrar
E no leste esta o sol este
O dia a mim oeste
Não é o que mostras-te
Já sei
Um diamante de amante sou
Já que estou só
Brilho como o sol
Me lapido
Não sou bunda mol
Tiro a roupa
Mostro minha manga
E certo de estar sendo compreendido
Nu digo
Que cismo
Não há nunca nem sempre
Há o que há
Por que estamos a deixar

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Ué! Um orgasmo? Sereno... (em remix)

Sua pura
E plena magia
Voa
Plana sobre a minha
Fica
Estou fora de mim em ti
Eu menti de verdade
Era minha carne
Não um consolo de borracha

Descobri algo mais que prazer pra ser meu Ser

Calmamente retiro tudo o que penso
Zen Sou
Veja eu não penso
Estou consciente

Eu gosto de lavar a louça
A água escorre em minhas mãos
Sinto o som das borbulhas do sabão
E o hálito do seu sujo copo que lavo

É que eu me desafio
A viver hoje
Sabendo ter passado o passado
E ainda o futuro não ter conquistado

Estou aqui sentindo meu coração vazio
Como minha mente que mentia que te sentia pelo peito
É não tenho jeito
Feche a porta
Sua língua macia me inspira
Aquela música toque-me agora
Acredito que não minto quando digo o que sinto
E o sol não é tão quente quanto o inferno eterno
De quem não ama
Não sente

Ontem por causa do fim do dia o sol se foi
A noite em açoite me disse oi
E pelo meu ângulo de visão as estrelas estavam belas

Eu confundo tudo
Extrapolo
Ouça em si mi
Em cima de ti


Me controlo seguro
Até o sim
Ejaculo
Termino sem pressa
Bem duro

Orgãos
Organizamos
Nossos organismos
Para orgasmos sem fim

sábado, 23 de janeiro de 2010

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

ZYB encerramos nossas...

Só por hoje eu não quero mais chorar
Só por hoje eu espero conseguir
Aceitar o que passou o que virá
Só por hoje vou me lembrar que sou feliz

Hoje já sei que sou tudo que preciso ser
Não preciso me desculpar e nem te convencer
O mundo é radical
Não sei onde estou indo
Só sei que não estou perdido
Aprendi a viver um dia de cada vez

Só por hoje eu não vou me machucar
Só por hoje eu não quero me esquecer
Que há algumas pouco vinte quatro horas
Quase joguei a minha vida inteira fora

Não não não não
Viver é uma dádiva fatal!
No fim das contas ninguém sai vivo daqui mas -
Vamos com calma !

Só por hoje eu não quero mais chorar
Só por hoje eu não vou me destruir
Posso até ficar triste se eu quiser
É só por hoje, ao menos isso eu aprendi

Praia
Yeah!

domingo, 17 de janeiro de 2010

Conheça Josué de Castro e a Geografia da F...

www.josuedecastro.com.br

Tá duro, sôra!

-To de abrigo tactel
Meu pinto ta duro pra mijar
E agora
A aula ta cheia
Como vou mijar?
Vou pensar no Haiti
Pra ver se amolece
Não sou mais moleque
Vou passar de pau duro por todo mundo
A professora que não venha atrás
-Joãozinho, venha aqui na frente e nos explique a situação
financeira da classe média brasileira.
-Tá duro, sôra!

sábado, 16 de janeiro de 2010

O poeta e a louca

Um conto de Cont...

A tarde vazia de Doud, se enche de poesia com a simples visão de uma bela moça passeando pela praia. Uma beleza escondida, que só ele nota e anota. A linda moça é taxada de louca pelos moradores da Prainha Doce. Lugar que tem esse nome por ser uma pequena e deserta praia de rio. Doud, a pouco se mudara para um hotel que fica neste singelo local. Lugar na medida, que seu destino, guiado pelo íntimo, achou. Isto para livrar-se da culpa que sentia. A culpa de ter saído da escravidão das drogas e não ter conseguido salvar seus amigos. Doud há pouco tempo atrás era um ladrão, roubava para sustentar o vício em crack. Era um jovem perigoso e sem futuro. Salvou-se por seus próprios pensamentos poéticos, mas estes estavam se aprofundando muito. As pessoas o julgam um louco devaneante. Na verdade, sua mente está conturbada e de si cobra ajudar outras pessoas que por pura desinformação se perdem no submundo das drogas. Seus amigos inexistem nesse lugar, estão mortos, presos ou ainda são escravos. Seguiu seu instinto.
Doud, jogador do próprio destino, esta no quarto do hotel. Pela janela sente o que a vida lhe reserva. A imensa força do amor se apresenta naquela atmosfera. O quarto que escolhera, é de frente para a prainha doce. E foi dali que ele avistou aquela misteriosa moça logo na chegada. Depois percebeu a rotina dela. No início das manhãs e aos finais de tarde ela perambula pela prainha e, com uma sombrinha, rabisca n’areia. Moça, que depois descobriu, o seu apelido “a louca do sol”, por que ela acompanhava as alvoradas e crepúsculos todos dias.
A ele transpareceu ser poesia a loucura daquela moça. Doud lê, a distância, na areia poemas em devaneios. Com a curiosidade, natural nos poetas, tornou-se um espião. Fitava os passeios da louca. A distância, encanta a tênue relação, entre o ser olhado e o ser que olha. Doud percebe, que ele próprio, supoe-se poeta e o conceituam de louco sonhador, portanto aquela louca pode ser sua incompreendida alma gêmea. Ele e ela, hipoteticamente próximos em suas aparências préconceituadas, de alguma forma se comunicam.
Assim todo final de tarde o sol, como uma ficha na máquina do destino, insere-se no horizonte. Enquanto isso, poeta e louca assistem juntos, sem saber, o funeral de mais um dia de sol. Ela parece sentir que alguém de olhar pontiagudo a observa a longa distância e data. Uma relação quase que cósmica. Como corpos celestes se atraindo. Os contatos, digamos, telepáticos foram treinados pela rotina evolutiva de viver em contato com a poesia. Ficando de abstrato a um retrato 3 por 4. As energias captadas pelas vagas mentais, produzem o movimento exato do sentimento que os conecta.
Pelo embaçar, do frio vidro na janela, passa o prazer que transborda na onisciência dos dois. Estão tão próximos em tempo e espaço, a uns poucos passos do paraíso. Uma fina casualidade, os dois ainda não serem apresentados. Um requinte, talvez, cruel do destino. Mas eles próprios têm que se dar à chance de amar. No amor não custa tentar. O jogo do amor exige sorte e coragem, mas antes de tudo vontade.
Seus mundos por mais que pareçam distantes, estão prestes a se aproximar. Aquela louca está mais próxima agora. Doud começa a criar coragem de chegar nela. Ela parece perceber, decide se arrumar e abrir o seu imaginário. Sai de sua reclusa loucura. Abre-se a doce brisa do leque do destino. Uma obra. Um requinte de mulher na busca, na conquista do amor. Isto exige artefatos, sua intuição sopra. A moça mais mulher do que nunca, decide se arrumar. A intuição juntou-se a seus cinco sentidos. Dos olhos redondos e brilhantes refletem uma donzela a espera de um beijo. Antes da hora do sol dizer que mais um dia se passou, saiu à louca com um sorriso em sua boca. Naquela faixa de areia, a Prainha Doce, marcou-se pelo destino um encontro. Porém a moça, antes de chegar na praia, entra num bar, donde sai fumaça e um cheiro de cachaça. Seria este ato um entrave ao destino traçando-se?
Aquele homem poeta enclausurado em sua imaginação, mas não louco e normal tampouco. O poeta abre a porta e sai num berro. Num urro se desvencilha das encilhas, que insistiam em tentar domesticar sua feroz vontade de amar e ser amado. Viu seu avesso vindo, seu ego o motivo de tanto desentendimento o entendendo. Tanta fuga. Correndo na rua que como um espelho o refletia. Aparecia agora honesto e sincero seu reflexo. Causando harmonia e conseqüente equilíbrio. Surgiram possibilidades de boa vontade. Controlado, o desejo de ter que todos temos, com a vontade de ser que todos somos. Um reflexo de íris, da matéria no aço, refletiu. Doud sabe que a gente é o que gente pensa que é. -Um príncipe sou, pensou e transpareceu. Sua roupa suada transformara-se no traje que mais lhe caia bem. Seguro sentiu a vontade de controlar, ele, o próprio destino possível. Correndo, nas suas profundezas apoiou-se, no fundo trampolinou-se. Medalha de ouro nos 100ms rasos, o homem estava um arraso.
O que Doud procura é um amor de homem para mulher, algo para tocar e se desentocar. Acabara-se o receio de ser frágil a sensação intensa da paixão. Por mais que surja um brilho tímido de medo no olhar de Doud, para onde olha é que importa. A energia vinda de seus sentimentos o assusta, parece testar sua sanidade. Quem sabe é aquela figura distante que está fazendo nascer este sentimento virtuoso e perturbador que é a paixão. Doud levanta seus olhos molhados e tímidos procurando a moça, desperto neste olhar está o amor.
Já na prainha, enquanto o rio corre e a luz da lua cai, uma lágrima escorre e desce da face de Doud até seu peito, refrescando a fornalha que está se formando. O atraso em suas mãos não iria mais tirar. Acabara-se seu próprio ordenhar diário. Não era mais possível, a solidão brincando de esconde-esconde, os desejos acumulados obstruindo o pulsar da paixão na sua vida. Suas narinas agora sem farinhas, alimentando seus atuais bons pensamentos. A vida simples o satisfaz, livra-o dos vícios. Enquanto flerta mira sua flecha, em olhar acerta a ação, agindo. Como um outdoor no ar, o desejo de amar a se propagar. No terreno da Prainha Doce um anjo circulando, com seu arco apontando na direção de dois corações. Por coincidência o céu vira poesia, tinge-se em arco-íris o crepúsculo. Todas as perguntas e lamentos petrificam-se. Tornam-se bases fortes para o amor que vai entrar. Doud corre, o tempo para. Dá adeus a si só, quer-se a dois. Sua tristeza a sumir e a alegria a assumir.
Corre ao encontro do desconhecido e tão temido, porém prometido estado de amar. Faria da sua nostalgia uma canção. Todos sabem dar tchau a solidão. E por mais que doa, a dor do amor é uma necessidade. Todo mundo tem um pouco de medo da vida. Mas medo do quê? Passa o tempo pelo fio das vidas. Pelo frio das horas solitárias todo o amor que resta retorna. Foge de sua aresta, deixa o voyeurismo. A beleza está naquele lugar, e dentro de nós a de se achar e em outra pessoa se encaixar. Agora Doud já sabe que é impossível viver só. Já largou o pó. Apesar de que para se salvar, esta seja, sim, uma tarefa solitária. Achava-se salvo. O seu objetivo é o seu par achar. O céu de sua boca no horizonte tocando, ligando o rio da Prainha Doce ao universo e esses aos seus versos em sorrisos largos. Nada garante que o amor não é uma mentira contada e acreditada por duas pessoas.
Chega o momento final da corrida.
Vê a moça saindo do bar, e vai até ela galantemente. Como um dançarino de tango a pega. E face a face olha-a nos olhos, os percebe vermelhos. Respira profundamente, sente o cheiro de cachaça e crack. Aquela moça anônima era uma drogada. Na tão conhecida, por Doud, vida perdida a moça estava. Escorregou uma pergunta, daquela fêmea boca - Tem um cigarro? Ela alcançou sua mão suada e trêmula de alcoólatra pedindo mais do que pedira, seus olhos vermelhos pedindo ajuda. Doud a abraçou. A maldade inconsolada adotara a vida de mais uma pessoa. Aquela louca estava sequelada pela vida errada. Doud pensava que amando a carne, fugiria dos problemas adictos e de tentar resolvê-los. Mas na pessoa que o seu destino providenciou para um amor carnal, estava lá, sua intromissão de vida. Doud tem que se intrometer, pois sabe, agora mais do que nunca, que a vida é circular. De tanto correr e fugir, quando paramos estamos no mesmo lugar.
Um rosto colado no outro por amor abastecido. Um beijo. Um afago. Outra coisa no peito bate. Quanta vida controlada pela falta de amor. Mas um dia, quem sabe um dia, o ser humano não mais fugirá do mais que humano em nós; o amor. E aí “Quando cruzarem nuas suas naus, seus corpos errantes nesta vida navegante, irão realmente, na verdade se descobrir, e amar”.
O leitor certamente quer um fim para essa história. Mas como assim, se esta é a história da procura de um amor verdadeiro. E o amor verdadeiro tem início e meio, mas não tem fim.
Cont...

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Fofoca fuck

Fique de pé agora
Saia pra rua
Pegue uma pedra
A jogue fora
Seja sem frescuras
Nem perfumes
Seu suor é bem melhor
Lute

Cresça com seus sonhos
Seja o fim desta merda
Seja o Salvador
Aja
Atue
Na tua ou na minha
Saia de fato da vagina
Faça a faxina
Atravesse como os Beatles
Pela faixa
Seja um fora dessa caixa de iguais
Salve o ser dos bossais
Somos a criação
Pise no chão
Alcance o céu
O seu azul
Movido a vermelho sangue
O Gre-Nal é contra o mal
Vyke
Faça a sua marca
Seja de fato
Vida

JuDeus

Ontem expliquei que menti pra mi e pra ti
Que saco
Eu disse chute ao gol
Você me passou
É que de futebol
Sou Rock and roll
Sambou?
Não sou inteligente o bastante pra entender
Me explique esse batuque globalizante tribal
É só rebolar e falar de dor de amor
Certo que nem amor de sertanejo é corno
Contorno
Tipo Funk de hoje no brasil
Eu não sei se nunca vou querer entender
Mesmo se você não me atender
E me explicar
Vou tentar
Povo Ser
Como vou só pensar em ver homens atrás de uma bola correr
Como entender ficar o tempo todo a pensar
Em bundas a rebolar
Ou na Tv ver alguém morrer
Mesmo que de amor
Ultra românticos os emos
Ou demos de vários homens em playback tentando cantar
Olha se você não gosta de mulher
Vai ter que se explicar
A quem não sabe e nem quer tentar entender
Olha essa novela menrola
Não faz eu nem me gastar pra sacar
Vem em papas cada capítulo
Eu não sou Jesus Cristo
Não vou sofrer por isto
Quero só ver o sofrer
E achar que eu
Eu sou o escolhido
Aqui sentado
Nesse canto dessa vila
Não fazendo nada pra mudar essa merda
Judio de Deus
Meu verbo faço em carne de churrasoco aos domingos
E mais uma caipira
Ninguém é de ferro
Quero aço
Vendo-me em pedaços
Todos os sentidos
Não os sentindo
Dói pensar

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Frenética Mente

Ler é a lei
Não ensaie
Saia
Se toque
A história está escrita
Escreva a sua
Se pegue lendo sobre filosofia
Viva a vida
Sorria
Morra num romance imaginado
Sua vida exerça
Cresça sem medo da morte
Saiba lá na esquina tem mais exércitos
Eles vão prender quem não saber
Corra
Consuma somente sua mente
Calma Mente
Suma com o cartão de crédito
Acredite nisto
A simplicidade é a meta de quem sabe enriquecer e não sofrer de apego e de ganância
E o mequetréfi
Bem o mequetréfi
Também é pra quem sabe

Seu papel escreva



Hoje me liguei
Que não sei quem sou
Inda na cama me indaguei
Eu não sou um chafariz
Não sou chefe do meu nariz
Que horas são?
As crianças já estavam na sala
Me chamaram
Levantei e fui lá ver
Desenhavam em folhas
Me mostraram uns rabiscos
Me reconheci naquilo
Um vento bateu e levou a folha janela afora
Observamos juntos
Nosso papel voar

Aquarela magrela


Pelo que eu me lembro
Meu desenho eu fiz
As flores a a luz do sol
Explico em cores minhas dores
Urrui
Meu nariz ranhento
Snif
O brilho desses olhos são lágrimas que correm
O fundo no fundo é céu
E eu
Aquarela magrela
Mirrada rimada
To pelado na frente do Pc
Pra você me ler
Eu rio navegantes
Eu sou livre nessa cidade
Úi
Sitiam onde estou
E as letras se juntam
Me soltam amigas
E o fim três letras assim
Mif
Mi fazem soletrar
Somos sim
Mesmo que o não insista
Esta luta é a vida

Intra-terrestres invadem a Terra

A vontade me leva ao impossível
Ser tu
Inda passo pelo buraco d’agulha
O sol em mi fagulha
Da um bagulho
Um embrulho
Que fominha
Esperem por mim
Que sede de mim
Um brinde tim tim
Eu vim ser tu contigo
E pelo amor em paz
Sermos nós
Está tão bonito o dia aqui dentro
O destino nosso está escrito na imaginação
Leia se desmaneia
Toque-se sem fim
Veja a vida assim
O mundo é azul
Se daqui é lindo
Imagine por dentro

Olhe
Ouça
Fale
Vale
Valha
O nascer

Sol(o)ópio

Tempo de um tempo
Converse comigo

Sou inocente
Me culpo por isto

Bemvindo desde nascido
Naquele sonoro vagido

Acalca
Decalca tua marca descalça
Na terra

Te faz
Te solta
Nesta estrada não tem volta

Moldar um ser sem sonhar é o matar
Me trato a caneta
Escrevo
Me conheço
Me conecto ao mar que me leva
Sou timoneiro d'eu barco
A minha marca marco
Sei que somos iguais
Mas as regras sociais não foi eu quem criei
Preciso me encostar num poste subir
E gritar
Que não importa a porta
Vou bater até entrar
Meu passado por mais amarrotado é minha história
Ela não me estora
Me apóia
Solo Eu vivo meu ópio
Eu não acredito nas pessoas que em mim não acreditam

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Eu Sou Deus em Mim

Olho para os meus olhos cansados
Vejo o resto do meu corpo
A mudança que o tempo faz
Em minha mente vem
Os amigos
As amigas
Meus animais de estimação
Tudo o que eu passei para estar aqui onde estou
Cara a vida é foda
O vento alisa meus cabelos
Loucamente ondulados
Agora eu vou ser o que espero
Tiro desse zero meu dez que quero
O solo até aqui aberto em cova
O tapo faço um monte
Subo
Abro os braços
Corre a meus abraços
Todos os que passaram e que ainda passam
Vou vingar sem me vingar
Vida longa aos sonhos
Doer dói
Mas essa dor não corrói
A fortaleza minha constrói
Cerro a mão
Urro aos céus
Agradeço
E somente peço
Amor e Paz
O resto a gente
O eu mesmo faço
Carne de aço
Movida a fracasso
Canto esse sucesso
Sou um arco
Um barco
Uma flecha
Um humano de mãos dadas a todas almas
Amando a criação como um crianção
Eu Sou Sim
Eu Sou Deus em Mim

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Quem será que é tu

Quem será que é tu
Me questiono
Não respondo
Nem tenho como
É bem assim
Presente
Esse aqui é o meu lugar
O sol clareia tudo
Não consigo enxergar
Não quero pressentir
Eu escrevo no escuro
Como se predizesse o futuro
O jogo recomeça
Lá longe estou de mim
Lá em mim vôo
Ao leste segue a nave desorientada
Por todos os tempos
O amor navega
Eu nada de especial sou
Mas quem será que é tu
Meu lugar vou arriscar
É esse que a luz está a iluminar
Fecho os olhos
Demoro para adormecer
Me agarro ao travesseiro
No sonho eu e quem vem
Você que eu nunca imaginei

domingo, 10 de janeiro de 2010

Suspende a bira

Foi sem querer
Tinha medo de olhar
Te acertar
E não ter
Como te $ustentar
Sei muitos dirão eu não sei se diria isso
Mas eu digo
Eu me arrependo
Mas não me prendo
Ao medo de errar
Um dia aprendo
Te amar


ic




vamos dançar

Eu não aprendi nada

Quem sabe eu’inda sou um garotinho
Esperando o bâzo pra fugir da escola
Quem sabe a vida é viver sem sonhar

Eu só peço a Eu
Um pouco de malandragem
Eu melo a cueca

Coceira é não sentir a realidade
Eu ainda tenho uma tarde inteira vazia
Planto a planta dos meus pés 44 num bar

Cheiro meu carro
Vivo em meu pileque
E ainda tento um tempo

Pra...
Pra o que?

Eu não aprendi nada
Pois me dei de presente um pensamento grego
Sei que nada sei

Rá!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Mulher do Ósi



De agora em diante
Eu Mulher do Ósi
Não vou permitir
Que ele se exponha
A quem não saiba o ler
Então
Eu sou a Mulher do Ósi
Até Ele achar o Elo
E falar
Escrever
Cantar
Dançar
Ser
O que nós nascemos
E morremos pra viver
E Eu
Eu sou Eu
A viver
A escrever
A ler
A UM ELO A ELE SER

sábado, 9 de janeiro de 2010

O surdo ouve ou vê que o surto tá solto

Pinga no chão meu suor
Sai de mim o meu melhor
Não suar é pior

Algo novo no ar
A me preencher
Como é bom res pirar

Ta suada minha boca
Imagina
Onde minha língua vai chegar (rima)

Se ela abrir o bico
Toco o taco até o talo
Aquela boca a bola calo

A fome tem um nome
O teu
-Me come como home, home

Não não vá pensar que você é demais
Pois o que é demais enjoa
E na boa

Inflo meu peito
Minha voz voa longe
E grita; nada me irrita mais
Do que menos amar


A loucura é o que aeh está
Não é invenção só minha
No fundo todos somos culpados se julgados

Mas como no raso
Nesse caso
Em mi vou mergulhar e me achar

Até a vista
Estou a prazo
Sem essa sou sem preço e sem pressa

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Jahvé já vem

A jornada diária sem você não acaba
O dia não dá tchau
Pra noite entrar
E eu dormir

Eu sou um zumbi

O fim inexiste num coração que ainda te ama
A cidade inexplicavelmente existe
E insiste em amanhecer
As notícias dão
Nada que interesse esse coração
Que é meu afinal
É
Nosso amor sem razão
Teve final

Bem que você me avisou
O fim da emoção
Senti noite que passou

Esse é o fim não de um amor
De uma
A minha vida sem a sua

Eu não quero ser mais quem eu sou
Eu repito o que alguém não sonhou
É que eu na verdade não consigo mais nem dormir
Como acordar do sonho que fomos
Por mais que eu tente
O sonho é que não quer acabar

Então fica minha teimosia
Eu pra sempre vou te amar
A noite
Um dia

São sem Bira Sou




Onde vou sem seu hummm...
Doce amor
Olhe ali onde olhávamos
Lá estou
Amor
A luz da lua ainda ilumina onde estávamos
O fundo da mina
Aquela lua
Aquela luz
Aquela pessoa nua
Sou eu
Correndo loucamente na rua
Sem o seu amor
Sou um ser sem amor
Uma ferida sem pus se pôs em mim
Qualquer um corre assim
Sem ninguém a não ser eu a ver o que sou
Há de haver um amor em mi pra mi


Talvez o amor de Cristo
É o q eu digo com isto
O que sinto

O amor de Cristo foi que sua perda me ensinou
Minha Madalena

Minha Mãe
Nada importou
Sem seu doce amor

Puro Sou
Vou no céu brilhar
E o tempo mudar
Há mais o que Amar
Além
De AC/DC

Love Faz

Com meu beijo
Quis te dizer
Que te amo
Sem fuga
Estou aqui
E te amo
Misturo tudo
Eu não fujo
Ti ganho
Engatinho tipo teu cachorrinho
O amor em mi é pra si
Todo seu
No teu ninho
Vou minha sede matar
Eu não fumante
Vou te fumar
Vou a ti
Ti dizer
Não vá sem mim
Não há ar pra eu respirar
Vou pirar
Me livre disto
Contigo eu sou
O que meu destino preparou
As estrelas são atreladas a mim
Estou em ti
Eu sou o Amor
Ao menos penso isto
Sei ser e não ser
Bem sei
O amor não se faz
Se é
O Sou
O Sol me assou
E em ti o que sou
Me desfaz
E o que somos faz

Chapinha Generation

Sou insuficiente sem vocês
Óu pai me roubaram a paz
Lhe digo em oração que meu espírito está em nossa geração
E some as ondulações de meu cabelo
A moldura do meu rosto está sem estrutura
Desta resta só o desgosto
E o resto ta na chapinha
Da moda ao gosto
Meu chapa eu gasto a energia
Não gosto de me ver liso assim
Hoje em dia
Minha parte diz sou
Sou um animal em busca da redenção
Sei que poucos lêem
Mas os que lêem farão a diferença
Na mente dos sem crença
Óu não vou gastar meu tempo adulto
Onde longe está a criança
Vejo o Porto realmente Alegre
Aporto meu pensamento em sentimento livre
Em Páris vive
No Louvre
France esse lance que impressiona brésiliennes
Estou exposto
Sou um som livre no globo.com...nosco

Só pare pra sentir

Que horror
Me arrepio
Quis elevar o volume do som
Disseram não
Eu tropecei
Riram de mim
Pensei que estavam feliz
Caí de novo
Riram e riram
Me toquei que minha desgraça
Lhes causa graça
Desculpe
Que horror são essas notícias que lês
Me engano ou a desgraça da ibope
O que eu fiz foi
Lhes fazer feliz com o oposto
Com minha alegria
Na cruzada da vida
Sem ofensas
Mas os destrabalhados
Fazem como está esta nosta vida

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

A vida é bela!





Ada é uma universitária, que leva uma vida torta para pagar a faculdade de direito. Suas contas estão atrasadas, as notas baixas e os seus sonhos estão se perdendo. Sozinha sem alguém para amar, para compartilhar, ela não via mais motivos para viver. A morte era uma constância em sua vida. Um túmulo se via em cada vinco de seu inexpressivo rosto. Pura apatia, sua face era uma lápide onde lia-se desamor. A procura de um homem leal, inteligente e interessante aos seus interesses a desgastara. Até que no meio de uma depressão, surge uma paixão ardente. Naqueles olhos cavados por rugas brilha a esperança. A procura acabara. Conhecera Evo, um poeta e cineasta que está sempre sem dinheiro, mas feliz. Naquele homem com olhar esperançoso de menino, ela sentiu carinho. Uma faísca de chance na sua vida surgira. É o amor renascendo. Suas vísceras se descongestionam, a esperança floresce. Desvencilha-se da nuvem passageira do desespero.
Parece ser um sonho, mas bem a sua frente milagrosamente está Evo, seu tão esperado príncipe, em carne e osso. Ou será mesmo a vida o sonho de cada um? Evo, em belos trajes, a olha e como uma flechada de cupido a convida para passar um final de semana no campo. Uma música ressoa no ambiente, uma trilha musical para os dois. A voz íntima de Ada responde que sim.
A viagem começa bela. Tranqüilos seguem na estrada, enquanto o sol insere-se no horizonte, como uma ficha na máquina do destino. Ele, a cada troca de marcha, mexe na coxa de Ada. Eles chegam e a promessa de um belo findíssa concretiza-se. Os olhares de ambos clareiam o final de tarde âmbar. Ada olha o mato vivo, sente a vida. Evo com cara de desejo a fita. Os dois se encaram. Surge uma volúpia no ar. Uma enorme saliência cresce na calça de Evo. Bem em seu bolso da frente, que a uma primeira olhada parece uma lanterna, mas ainda não estava escuro. Um isqueiro talvez, porém nunca vira um daquele tamanho. Um celular, impossível, nem os tijolões de antigamente comparavam-se aquilo. O volume em suas calças cresce, aponta para ela como um foguete. Um míssel pronto a disparar uma ogiva seminal. Tão louca situação fez os muros caírem. Ela desmorona e clama para que ele saque para fora àquela pistola. Ele arrancou seu calibre já o encapuzando. Ela entendeu bem, não vacilou. Arremessou-se avidamente de boqueirão. A vida volta em sua mente, via coração à tesão. Sugando aquela vara, que parecia ser um pirulito saboreado na varanda da infância. Sente, no céu de sua boca, aquelas loucas cabeçadas de glande golfando vigorosamente vida em sua garganta. Ada não quer parar. Seus peitos chacoalham fazendo uma doce brisa no saco dele. Sua voz suave geme uns humsss, enquanto ele diz; não para, não para. Os dois se olham sacanamente, ela vira e mostra o botão rosa. Evo com sua língua umedece o alvo, que logo acolhe o seu patê. Ada sentira no que sentara. Estremecem os campos, sopram alísios ventos. Os dois levitando vão para o quarto. Os lençóis do leito, como velas conduzem o casal de amantes ao destino do prazer. A cama uma nau navegando no ilimitado oceano do amor. Ele com sua mão macia e vazia a intrigava e excitava. Seria só aquilo, o tato o contato, o pele a pele, a sua procura no outro, no ato? A cura de sua loucura? Belisca-se na própria bunda, senti a estocada profunda dele, que põe e tira aquilo teso de todos seus orifícios.
Num momento Evo pede novamente sua boca. Ada envolve o mastro com sua língua, que tremulando como uma bandeira o diverte. Ao vento de suspiros os dois vão além de si. Os dois se sentem aqui e agora. Se olham. Se querem. Se amam. As mesmas emoções sentem. Depois ela vira e abre as pernas, ele ganha um visual interno igual ao da caverna que um dia saíra. Vê a paz. Suando até pelos olhos, sentem-se vivos e que a vida é boa. Evo retorna de cabeça erguida ao útero. Eles descobrem que retornar ao lar é com respeito se dar e se amar.
Palavras em urros, pra lavrar os corpos. Arados de carinhos, plantando as sementes de suas mentes. Na vontade de ter prazer sem culpa, Evo troca de camisinha, Ada concorda. Preferem não procriar. Unidos deliciosamente seus corpos ganham asas e cores. Voltam a ser dois em um. Decidem chegar ao clímax juntos, agora. Magnífico aqueles rostos tão perto, caretas e gemidos homenageando a vida. Sutil e misteriosamente completam a viajem e retornam sem alarde. Chegaram onde ainda muitos humanos não ousaram. Beijam-se longamente enquanto aquele eterno orgasmo se expande a toda parte do corpo, do quarto, do universo inteiro.
Os dois abraçam-se e não fumam, foram longe demais para retroceder a esses prazeres mundanos. Ada sente Evo leve, e ela mesma está flutuando. Do peso do mundo em seus ombros, nem sombra. Pegara a estrada da vida sem mochila. Ontem nem imaginava estar se entregando a vida prazerosa e relaxada. Agora seguia esse caminho, até agora, estranho de suas entranhas. Sem impor complicações segue o sexo, um meio do ser humano transcender. Largada na vida, a vivendo.
Depois ela, serena, repousa a cabeça no peito desnudo de Evo, e observa ao lado as camisinhas recheadas, por de todos os modos possíveis terem transado. Seu ouvido, sovaco, entre os seios e até sua face, tudo servira de receptáculo. Os sulcos de lágrimas, em sua face, agora colados a sêmen, sumiram. Aqueles quadros bizarros que suas rugas emolduravam, agora vivem uma outra realidade, a do amor de verdade. A verdade do amor simples e calmo, não complicado nem rápido.
Oh! vamos repetir esse dia, essa noite, sempre. Diz Ada.
Evo com a paciência de amar, afirma que o sempre e o nunca inexistem. Que só o amor verdadeiro é eterno.
Ada olha Evo.
Evo olha Ada.
A vida é bela!
Os dois adormecem ternos, lendo no teto do universo, soletrado pelas estrelas que amor com respeito é a solução. Estrelas/almas entre elas a luz. Alma/gêmea é sexo...E no fundo sabemos disto

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Escrevi várias, as leia (vivo)


É que eu não consigo viver sem escrever
Por mais que eu tente decifrar outros códigos
Vem a escrita em mim
E diz
Mas como
Por favor não pare de ler
É que esta conversa íntima que é a leitura faz falta
Quem que disse que o áudio e o vídeo vão a substituir
Ler é quebrar grilhões e fugir da solidão
É entrar no mundo da questão sem a resposta ser a intenção
É que escrever é minha alma levar a lavar
E passear
Veja não estou mais aqui e você está lendo isso aqui
Vôo ao ler
Mergulho ao ler
Sócrates está com Platão no Bar batendo um carteado
O jogo da vida está escrito no nosso DNA
Lei é ler
O resto é corromper
Vôo estou a escrever
Relaxe
Um lanche?
Vou escrever o que imaginar
Eu não sei no que vai dar
Vou tentar
Estou digitando a vida
O destino do sol nascendo
E ele está nascendo bem dentro de mim
Se fosse poeta rimava
Com todos bem juntinhos assim

vida defunta

Mas quem eu penso que sou
E tu quem pensas que és?
Quem somos?
O que estamos fazendo?
É meio dia desse lado da vida
A melodia encanta tanto que torna meia noite
Note o chão está molhado
É... tentar descobrir quem somos dá nisto
Mas quem somos?
Esta pergunta responde a vida defunta

Ecos ouvidos à tempos


Eu nasci estou aqui
Mas não sirvo neste exército
Olho pela janela vejo ela
Como o astronauta da lua falou
Ela é azul, frágil e solitária

Eu nasci aqui
E me perdi aqui
Mas eu não me sinto daqui
Todos parecem de papéis
Mas não exercem de fato um papel
Elo da terra ao céu
Em vozes imagino uma melodia

Espere aeh

Arrã
Eu arranho um som
Mas não sou um CD arranhado
Repetindo erros
Fale você
Rico ou pobre
Lindo ou feio
Se você é livre

Dou asas a mim
Decreto o fim de tanto Sim
Eu grito um não rimado com você meu irmão
Aos Céus e aos Infernos
Grito um não do tamanho de minha solidão

Por mim
Por ti
Por nós
Nos libertemos do caos

Suma
Pego uma escada subo num poste
Chamo minha turma
E rezo só
Galera te foste

Anoto neste blog o mistério de ser criança
De ter ainda a crença de que...

O x da carne em questão

Eu só posso ser o que sou
Dizendo e fazendo o que sinto
Minha vida pinto na tela dessa cela viva
Só rizo neste teu guiso
Que faz guisado da carne
Se encarne espírito estou aqui
Não sou um x carne com dois ovos e salsicha no meio das pernas
Eu faço o mar de novo
Alago de lágrimas tsunamis
Inundo o mundo
De vida
Inauguro das algas vidas novas
De fato
Desde o feto
Amalgamadas
Nossas ovas

É so imagem

Peraeh
Lá já vem
Indie
M'Indigna a inação
Olha o que fiz em cima da mesa
Eu vomitei
Mais um drink
Um brinde ao seu rosto
Cara de poço
Gol!!!!!!!!!!!!!!
Sai da frente
Quero comer comemorar e sambar no teu bar meu lar
-Seu filho da puta você vomitou em cima da minha mesa
Que troço
-Eu sou seu amigo sai
Ái
Chora em mim
Dói mais
Sou sincero me incinero
Ser pai é foder uma mulher que de mãe nada tem
Só a vagima incorrompida
Em teus olhos estou eu
Olho em mi
Vejo si
E não adianta me evitar
Sua vaidade vai fazer você me olhar

Saque a dor da rua

Olha o Home lá mãe
Vende seu couro em estouro
Sua em minha pele a calda de uma vida sem saída
Puxe a coberta
Meus pés estão descobertos
Mas a cama é que é curta
Ou esta vida que é curta
É assim as vezes a vida parece sem saída
Puxo um fumo
Volto a infância com o back
Ontem eu não pensava que ia ser assim
É cinza céu e chão
O crack estoura
Em minha cuca se aninha
Drogas, armas, roubos e vadias mulheres
Oposto do que queres
Amor sem prazeres vulgares
Saca bandido
Rato e porco é tudo igual
As crianças correm comigo
Atrás de mãe e pai
Ontem eu não pensei que ia ser assim
Aquele início de vício que parecia feliz
Tri triste mora na memória
De quem se safou até aqui por um triz
A história que me estora
Homem das cavernas esfregando pedras
A noite é longa
Nela um viciado vai a lona
Desfez-se a face da vida fácil
Na destruída face juvenil

domingo, 3 de janeiro de 2010

Contramaré 2

Ó! querida, sou pra ti

À luz dos seus olhos todos os problemas se desfazem
Estou honrado
Por mi amares
Ti quero aqui
Não para sempre
Por que eternamente é agora
Mas querida mesmo não querendo
A vida é isso aeh
A exploração do rebanho
Nada do povo quero
Quero-nos nus pois assim somos

É que te amar é tão bom
Uma luz que prisma a energia
Mostra em amostra
Que não somos esses monstros
Nosso amor demonstra o que somos
Ó!!!

Contramaré

sábado, 2 de janeiro de 2010

A brisa da manhã é tu

Seus olhos se abrindo nessa manhã
Me fez sentir um morno calor que me arrepiou
É gostoso sentir o amanhecer
É bom te conhecer
O amor dormiu conosco
Que rosca
Longamente nos amamos
O perfume de nossos corpos ainda respiramos
O ar da liberdade de se dar de verdade esta lá
Como cá
Está em nós a se instalar
Como num estalar surge um se amar
Profundamente te olho e estoco líquidos
Para largar e de vida alagar a borracha
Não borracho
Alto me sinto em cima de ti
Abaixo adentro
Em teu centro me encacho
Me agacho
Cochicho em teu pescoço
Minha voz brada
Alcança tua garganta
Tanto
Que nos dizemos as mesmas coisas que juntos sentimos
Em uma só voz

Mas como a brisa dessa manhã me agrada
Realmente a gente se ama
Inda sinto o calor dessa cama
Olho a janela nela faço uma tela
Projeto uma sacanagem
O que sinto?
Te acordo com meu pinto
E Uap Uap

Astronautas de jeans

M’encorajo já ajo
Maracujá aeh no jarro
Encho o tarro
Espera na volta da reta
Te arreto
Te enterro minha nave
Projetada pra ejetar a vida no espaço
A torre de lançamento ta pronta
Tanto
Que em ti vai dar
Aquela louca vontade
De me dar
De ver as estrelas

Aquela luz de cometa refletiu
Que lindo brilho vejo no seu olhar
É verdade
Qualquer traste pra quem ama
Se inflama e combustiona
Ao incrível espaço
Onde o tempo não depende do aço
Aqui nesse universo
Sem desculpas mil vezes me beije
Ate perdermos as contas

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Luneta minha pequena Luz da Lua

Olha só que tu fez
Estou em tuas mãos a teus pés
Tem coisas que comigo só tu fazes
A natureza tem suas fases
Ao mar vou
Me fale em ondas
Esquisito esqueci a corda
De me acordar
Não vou me atirar das
Nem nas pedras
Olha só que tu fez?
Com meus cacos
Raspo a barba no espelho
Misturo meu sangue ao sal que cai
Tempero de sabedoria
Meus olhos só lhe vêem vindo
Mas no chão ninguém me vê
Estou pisado
Amassado como um terreno de dança do Coco
Bem que posso ser o tal
Meu trono improviso
No céu um aviso
A estrela de Belém
Anuncia de volta o meu Bem
Do mar salgado que derramei volta a nau
Atravessando oceanos de lágrimas
Ela a vista
Senta que com minha luneta
Vais ver estrelas

Men Star (Show do Chão)

Vai
A folhinha cai
Outro ano vai
Eu não me lembro
É meia-noite
Meia-idade é minha idade
A luta continua
Marca minha cara nua
Despiguimenta meu pelo du
Olha o menino correndo
Ele vai onde quer chegar
Atrae a luz
A verdade É não foi
Olá ano novo de novo
Que força sinto
Nu pinto na Lua
Luz sou
Puro estou na Tua
Estou arrebentando as correntes
A mudança está no ar
E só no céu azul está o Sol que nem Eu
Homem estar
Men Star
Eu sou o milagre
Rugi em mi
O amor
E Eu Amo Você
Basta me olhar lá dentro
Veja
Eu Amo você
É o meu estilo
De amar que...
Não me julgue
Eu amo você

A mão que balança a vara (batuta)

Um maestro se instala
Sua batuta é sua cuca
Por mais que hajam mais cabeças
Me pergunto onde estou?
Onde está a minha mente?
Não não está no coração
Nem no cabeção
No abdomem do Homem não ta
Onde está?
Não me esqueci do cérebro
Não ela não está lá
Minha mente não está na minha cabeça
Ela está a circular
Como antenas capto
Calma
A mente parece-me a Alma
Não não é um fantasma
Mesmo sendo
Talvez de Plasma
Inexplicável em palavras
Como explicar-me
Como explicar-nos
Sem complicar-nos
E o resto veja no rosto
Amedronta saber
Pasmem
E vou vencer meus vícios
Raspei o chão com a minha cara
Virtudes tenho
Sei que textos longos não se lê atualmente
Mas o que fazer?
Para que a pressa?

Lua de Nove a Dez em Paz



Please, veja esse vídeo só! A música pára (por instantes) propositalmente para que você comece a ver amigos, parentes ou figuras desconhecidas nas nuvens, é o éter eterno que nos circunda e inunda. Vá até o fim, não desista. Só Só chegamos ao lugar onde o luar nos responde aonde a grande luz está. Por mais que amemos o outro(a), e outros ou mesmo todos, somos um só amando. Assim, veja com o casal de seus olhos o alvo iluminar do Astro Rei a refletir o que há em nós...o Amor na Paz de (só só) acompanhar-mos o Luar, pois mesmo acompanhados estamos sós. Somos Um verso Univérsico...



Tudo está escrito no céu

Aqui da Terra deciframos astro logicamente: passado, presente, futuro e ações possíveis

Os Astros predispõem, mas não dispõem

Com prognósticos nas mãos é possível mudarmos os nossos rumos por meio da sabedoria desenvolvida

Tudo está escrito no íntimo

Ao passar pelo desafio de mudar destinos pré-escritos nos desenvolvemos. Sabedoria e progresso são algumas de nossa missões, e o objetivo da Astrologia iniciática.

republicação de texto deste blog

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Um tio tri

Eu digo one
Não digo two
É TRI
Olha se largue na pista
É só não fazer assim como eu
Como você
Me coma
Balanço a cabeça
Olho para o céu que esta lá como cá
Piso no chão sem o machucar
Pois quero ti amar
Minhas luvas nos protegem
Da carne crua
Assopre esse aço e veja a carne pura
Pise em mi
Levite em si
Quero ver
O que?
Ver você
1,2,3
Em todas línguas
AMAR

Ex-Ósi Atual ELO



Vamos supor que uma pessoa seja super louca
Que não cala a bouca
Socialmente e civilizadamente
Ela mesmo assim pode ser aproveitada
Mas enquanto você não entende isto
Não me fale nada
Não me fale em ser normal
No mal
Meus ombros estão a se mover
Digo se locomover
Eles pedem ação
Onde eu vou se ninguém me entende
Claro que não quero comiserações
Nem pieguismos
Quem sabe dum peidinho teu precisamos
Mesmo sem amamos
É que a situação não está pior que no holocausto
Aliás nunca esteve diferente
Indiferente ao povo atual igual ao antigo
Matando Cristo
Um xiste a tudo isto
Estalo os ossos
Estico os músculos e tendões
Não entendem
Sem rimas
Vou explicar
É que nesse lugar não há lugar para a compreensão
Começe o festival de si
Aqui ninguém vai descer
Saia sinta a emoção debulha seus bugalhos olhares
A fome está escrita
A pague
Se some
Não destrói quem não destrói
Valorize o Ósi
Agora ELO
O Eterno óbvio
O Amor
O tempo não corrói

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Paz Audaz

Eu Eva esquisitamente percebi
Que o Adão não me amou
O amor se fez e se desfez
Colou-se em meu gosto o degosto
Rastejei na luz
A sombra não me assombra
Subi pelo lado do ado
Do poste ao esgoto me dei de ombro
Se fez em mi o tanto faz
No fim do nada acabei assim em paz
No solo me enterram e esperam meu subir
Jaz
Fazer o que?
Tanto faz
Uma bola rola e acaba na minha garganta
Nada que me garanta
Se não dá pra dançar
Vou minha vista embaralhar
Vem Eva sem erva nem Adão
Me sinto nu sem tu
Estou aflito a fritar
Chacoalha a cauda da serpente
Me escabela a mente
Regulo minhas ondas mentais
Minhas antenas captam Atenas
Em todos tempos
A não
O Adão ta mandando uma mensagem
A paz é Audaz

domingo, 27 de dezembro de 2009

Criseu


Fecho meus olhos
Lembro de ti
Naquele lugar a dançar
Corro
Enquanto corro penso em voltar
Eu estou quase lá em ti
Lá contigo consigo estar
No nosso tempo de voar
Livre li em seus olhos que amar
É esse vai e vem
Só corro
Socorro
Estou bem perto de ti meu bem
Fecho meus olhos estou contigo a dançar
Demoro para adormecer
É que você não está aqui
Não arranjei ninguém
É seu o lugar
Movo me comovo na cama
Parece o chacoalhar de um trem
Me faço de aço
Fecho meus olhos estou te vendo
No escurinho daquela sala
Daquele corredor
Da janela de venezianas
Fecho meus olhos
Está enfim clareando em mim
Você me diz numa voz doce
Que...xzxzxxpkpk
Em Brasília 19hs
Eu a me acordar a essas horas

Assovia aquela canção do Guns

Inventei um mar do Guaíba
Fiquei a deriva
O sol se incinerou em Eldorado
O tempo parou ao meu lado e disse vamos
Sem enxugar meus pés parti
E logo em frente vi
Que refleti
Tudo isso aqui
Me fiz de plástico trabalhei-me
Tipo petróleo em osso descarnado
Do fêmur de um dinossauro feio
Tirei energia para ser-me
Botei nos pés os sapatos
Corri pelos matos
Sem cachorro

Lágrimas ao vento
Sorrisos por dentro
Força
Milagre da vida não me largue
Me alago
Não naufrago
Pois sei quem sou
Please
Acredite em mim
Eu acredito
É que dói
Me corrói
Ser moldado pelo mundo que se quer
Quero sim o mundo
Mas não tanto faz que mundo
O tempo
O vento
Eu
Meu invento
Sigo só sem ré a esse mundo que se quer
Vou chegar aonde eu quiser
Desenho no chão o mapa do céu
Explico meus ais ao léu
Eu sou o Salvador de mim
Me colocam o madeiro nas costas
Pregam mãos e pés
E querem que eu de show
Estou no chão
Do chão que sou
Um animal a urrar no cio
Levanto lentamente de novo
Me alongo como neste texto
Mas insista (leia
Como eu vá
Até chegar
Não te arreia)
Esse véu é pesado demais
Por ele não dá para enxergar
O tempo que leva para levantar
É essa dança que encanta
Enquanto essa música de amar não para
Assovia

Não há quem não queira cantar e dançar. É só!!!!

Dancei até não cansar
Mas parei
E a luz azul clareou num céu amarelo
E Eu
Bem Eu
Fui dormir e não consegui
E claro passei o dia em claro
A noite falei contigo
Meu umbigo
Ia e vinha
Loucamente me seduzindo a dançar
Meu ventre se arrastando no vento
Dizendo que dançar é uma coisa
E que cantar é a mesma
Gosto disso

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

O sonho não acabou




Faz tanto tempo que não os vejo
Tempos loucos
Como me esqueci
Dos tempos em que éramos pessoas
Boas e sonhadoras
Fui ao doutor lhe expliquei o que sentia
Ele me disse
É...
Eu lhe respondi
Por que?
As lágrimas escorreram
O que fizemos de nosso mundo com nossas vidas
Corremos de braços abertos contra o muro
Abraçamos tudo
Por isso eu insisto
Estou aqui
Para amar
Leia bem isto...
É uma música dos Beatles
Essa voz dentro de ti é a do John
Não pare de ser criança
Estou aeh em ti
O sonho não acabou

O Tambor do Amor em Autopsicanálise

Eu sou um incansável buscador
Chocar é todos Amar
Desovo uns ovos
Se some meu nome
O consome o Amor
E nisto o que tens com isto
Nós estamos aqui e agora
Eu não sou o que dizem
Sou um buscador do que sou
Olhos castanhos nos olhos estranhos
Entranhas vamos nos ver
E a desordem achará seu fim
Alma há uma
Que abre o cadeado do coração
Bate livre o tambor do amor
No ritmo da vida
Na liberdade de amar
De escolher ser criança livre
Esses olhos vêem mais longe que os adulterados
Esse coração batendo em mim por ti
Sublime Amor
É enfim viver sem fim
Mentir a isso que não
É viver sem razão
!!!

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Miolo 2 Zine Elo Nº 0



Aqui podemos notar que havia a idéia de uma reflexão sobre tudo o que a humanidade, enquanto sociedade, fez até agora. Porém durante a caminhada notamos que a maioria das pessoas não sabiam de nada sobre a história humana. Então surgiu os Atualistas para atualizar nossos conhecimentos, para aeh sim, apartir daí refletirmos juntos.
Parece pretensão, mas sentimos que esse momento em que vivemos pode ser melhor, assim tentamos fazer nossa parte (zinha). Pois toda a possibilidade, por menor que seja, precisa e tem que ser tentada. Os Atualistas são tentadores...

Miolo 1 Zine Elo nº 0

Elo Zero contracapa de 13/10/00




Percebam que a filosofia dos Atualistas mudou um pouco, mas continua priorizando a cultura. Quero ressaltar que quando escrevia este zine, eu tinha pouco estudo, porém muita vontade.

A saga da T.A.B.A. 13/10/00




Esta é a reprodução do 1º fanzine dos Atualistas "O Elo da T.A.B.A.

Martin Luther King

A verdadeira medida de um homem não é como ele se comporta em momentos de conforto e conveniência, mas como ele se mantém em tempos de controvérsia e desafio.

Estou num momento de martírio e luta, mas sairei rei e timoneiro do meu barco!

domingo, 20 de dezembro de 2009

Não judia d'eu cachorro

Vou lhes apresentar
Minha mente
Essa semente cheia de vida
Que rosna feito cão vira lata
Mas que à um carinho
Da a pata
Au au au
Eu sou tipo esse cão
Mas um cão em meio à um tiroteio
Que confusão
Uma fusão de mente e mentiras
"Sinto que minto
Quando não digo o que sinto"
Sou um cão faminto
É um sentimento que a um centímetro de ti
Me sinto sem ti
Que tu tá nem aí pra mim aqui
Que não quer me  ver
Não adianta não consigo te entender
Alongo meus tendões, e tu? Encolhes
Planto-me e colho-me
Semeio palavras pra lavrar caminhos íntimos até a ti
Mas não dás
Não vou mais atrás
Queria ser outra pessoa e te conquistar numa boa
Ser outro ser
Ser de novo um esperma a sair do ovo
E correr pra ti encontrar
Passar pela uretra pensando em ti
Gozado no útero
Inteiro teu
O óvulo na espera esperta
Sabendo que vou nascer e na certa teu vou ser
Três vidas juntando meu caminho
Mãe
Pai
Eu
Pra dar esse amor a ti
Sei que não vai dar
Sou esse cão a teu não
Por aí num mundo imundo
Bah!
Eu em três virado
Altura
Largura
Profundidade
Por ti apaixonado
As circunstâncias e mais eu nos separaram
Hoje Eu
Racional
Espiritual
Eterno
No meio material
Nomeio-me
Um cão sentimental- au au

Na realidade holocausta droga e prazer: valores máximos

O que?
Troquei as bolas
Errei de rei
Gloriei até aqui ninguém
Suma droga duma vez
Quem se droga se enraba
Senta no patê
Pra que?

-Tenho o domínio
Generais Gênesis
Só uso sábado ou domingo

Eu nem quando to dormindo fico quieto
Reprimo meu primo por ter morrido
Mas nas estrelas sinto cavalgares vívidos

Viver é foda
E sempre difícil
Sobreviver pobre e feio
Num mundo vaidoso
Onde a biblioteca que é um idoso nunca é lida
Nem válida
É como plantar flores num lixão (hipocrisia)

A rixa que há é
Entre pobres e feios
Contra os ricos e bonitos
Pobres gordos
Ricos magros
A beleza extravasa
E adentra a pele tua
És um (Ariano) escolhido
Ou trampou pra cará
Ou nasceu com um dom
Sei que rico sendo
Portanto és bonito

O que sobra aos miserentos
Que nem tu (miserável) que pouco liga para os outros
----Passa tudo!!!!!!!!!!!!
Sou lixo que nem tu
O que me importa os outros
Com tua grana
Vou me chapar!!!!!!!!!!!!!----

CRISTO Atualista É MÚSICA (respeitem-na)

Você que só faz o que acha certo
Ache o lado torto de si
E esclareça-se
Não seja capitalista
Isto não encareça
Pois no fim não há nada certo nem errado
O lado que dá mais trabalho na vida
É...
Você sabe
É achar a música perfeita para dançar só ou com sua escolhida
Não me provoque
Amo rock
Mas gosto de tudo
Estou de costas para quem?
Do que tu gosta?
É que...Paz e Amor na boa
Por isso é que ta sem S esse gosta
Segregador
Da segunda pessoa
(música boa não se ensina, conheça TODAs e escolha as que tu gostas)
Entre tantas

Eu amo todas
Que baita mentira
Me tira daqui
Não tem como eu amar todas
Este é um sentimento confuso
Fundí-me com um futuro musical prometido
E e e eu
Na verdade não me furto disto
Estamos todos desde já lá nas musicas perfeitas

E eu quero dançar contigo lá
Aceita essa contradança?
No futuro prometido?

Nessa espera áspera te espero
Me meti nisto
Falei isto por acreditar
Na PAZ e no AMOR

Certo é que ouço essa melodia
Todos dias
E É nisto que eu acredito
CRISTO

Releia ou leia Música Educa (ralho) nesse blog

sábado, 19 de dezembro de 2009

Mais uma vez esculhembei-me

O lado escuro de si desceu em mi

A noite é uma professora
E estou perdido nela a me educar
Da Babilônia professora a me professar
Estou a me recuperar
Sou um chão no céu a espelhar
A espera do luminar

A parte verde do cérebro vou lavar e à terra levar
Espero a sabedoria me emprestar forças para me recuperar
Pois a droga meu o pior inimigo é exatamente o oposto de mi a me completar
Mas que é, também, de algum modo muito semelhante aos nós a nos enozar

Vamos lá
Vem cá

As pesssoas para mim se viram para lá
Sorriem só
Só são elas nelas
Mas espere aeh garota
O que temos com isso
Tá afim de arrotar
Arrota

Se o lixo não é posto colocamos
Já que nada vai fora na natureza
Olha meu kichute posto fora na década de 70
Está ali chutando ainda
E o conga dela vai pisando
Ao menos tenta

Aquela camisinha amarrada cheia de…
Cheira ainda aquela nossa zorra
Olha meu fuca ainda anda
De Ká vamos na Fiesta
Claro que não vou enumerar carros
Nem boas festas

Pois aqui estou Vivo
Tim tim
Pra ti e pra mim
Que somos todos nós amarrados
A tempos são os jovens que...

Horizontes musicais - Therion

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Leve Desespero



Eu não consigo mais me concentrar
Eu vou tentar alguma coisa para melhorar
É importante, todos me dizem
Mas nada me acontece como eu queria

Estou perdido, sei que estou
Cego para assuntos banais
Problemas do cotidiano
Eu já não sei como resolver

Sob um leve desespero
Que me leva, que me leva daqui

Então é outra noite num bar

Um copo atrás do outro
Procuro trocados no meu bolso
Dá pra me arrumar um cigarro?

Eu não consigo mais me concentrar
Eu vou tentar alguma coisa para melhorar
Já estou vendo TV como companhia

Sob um leve desespero
Que me leva, que me leva daqui

Talvez se você entendesse
O que está acontecendo
Poderia me explicar
Eu não saio do meu canto
As paredes me impedem
Eu só queria me divertir

As paredes me impedem
Eu já estou vendo TV como companhia

Sob um leve desespero
Que me leva, que me leva daqui

Sob um leve desespero
Que me leva, que me leva daqui

Toc toc tem alguém aeh pra mi?

A solidão da palavra escrita
Ao ser lida é ao pé do ouvido dita
Essa voz diz que te quero sim
Mas não

Comento com a lua
Essa luz sua me deixa a pele nua
Estou na tua
Mas a rua mundão
Me diz não

Quero amor e teu calor
Nesse frio aqui abaixo de zero
Te quero me diz meu coração
A mente em mentira diz que não

Mas no fundo
Esse não que não alcanço
Diz que te quero
Mas a vida não

E você
É...
Você
Nem é você mesmo
Ao me dizer não (ilusão)

Na ponta redonda do meu dedo a digitar
Caminho para o meu lar
Em algum lugar devo estar
Nem que seja para alugar
Tem que haver um
Onde eu queira estar

Um par meu Pai
Quero amar
Anoiteceu e esqueceu-se o clarear em mim (insônia)
Sei que parece o fim
Mas Deus carece um sim
Eu chamo o amor
E chamo porque amo

Oceano enxugo
O chão escorrido de minhas rugas enxergo
O sal em minha face lembra no espelho que a vida não é fácil
A beleza desta dor me faz sentir um voar
Vou a qualquer estar
Estas estrelas estão a me iluminar
Eu me quero bem
E te quero também
Mas quem?

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Renasço sem muito estardalhaço

Abandono meu ego e parto pronto a revisitar tudo o que leio, vejo, ouço e sinto. Não tenho vontade de descobrir, de ser o primeiro. Tenho vontade de estar no meio, de ser o mais ou menos. Quero saborear o saber popular.

Volto a filmar “Tempos modernos” dialogando com os tempos atuais. Sei que sairão obras novas, que trarão a tona eternos pensamentos que circundam a nossa órbita pensante. São apropriações de conhecimentos e sabedorias que difundidas criam um horizonte cultural, que, com certeza, aumentarão o universo de possibilidades na maioria em busca de um equilíbrio pessoal e conseqüentemente social. Só não entende isto quem não quer, ou se aproveita do caos atual. Acredito que a arte, no mínimo uma parte, tem que assumir um papel e mesmo uma posição diante do quadro desigual social mundial. Para que o povo possa ter uma arte que o enriqueça, os artistas tem que se fazer entender da forma mais clara possível. Tratando as pessoas como seres adultos pensantes, não bebês que só digerem papinhas.
Artistas engajados em causas, ou ao menos em parte. Uma arte mais atuante não é modismo, sim uma necessidade. Pois o artista que tem ao menos uma obra voltada, consciente e descaradamente, para uma assistência solucional de problemas cotidianos do povo já é o bastante. Artistas a favor dos desfavorecidos culturais isso é o que precisamos. Por mais que o povo não queira ver arte a arte que os procure. Crer num mundo melhor, desse sonho não desisto. Pois o mundo é sempre melhor pra quem sonha.
Alguém não tirará minha convicção de que a arte é popular. Mesmo isto sendo uma semiverdade há uma chance de atuar na nossa atualidade e fazê-la mais equilibrada. E uma dessas chances é trazer essas obras que fizeram nosso universo humano pensante durante todos esses tempos que existe humanidade e sociedade. Trata-se de pensar no consumidor da arte como uma pessoa que carece de informações básicas mais do que entretenimento.

domingo, 13 de dezembro de 2009

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Atualistas - "O despertar de uma geração"

Os Atualistas acabaram.

Os Atualistas acabaram.
Perdão, mas não temos muito o que dizer, aliás escrever.


Os Atualistas acabaram. . .

O que significa botar fora?









Viver é ação, é a tua ação. Pense em como contribuir para melhorar o momento em que vivemos. Pense bem ou esse texto (mastigado) vai te enganar. Duvidar? Eis a questão.
Reflita! Tenha consciência de si e de sua função na sociedade.
Reflexão e conscientização estão em extinção. A ciência evoluiu, nossa consciência não. Só diversão gera essa confusão. Vomitei.
Viver pelo prazer parece bom, mas custa caro. O capitalismo selvagem é o preço.
Quem vem lá? Os Atualistas. E ser Atualista é divulgar bons pensamentos de forma acessível à maioria, em textos, poesias, músicas, filmes, enfim na arte de viver.
A imaginação abre as portas da liberdade. Isto é evolução, sem revolução.
A liberdade é legal, mas exige responsabilidade. Seja livre e aberto, leia e abasteça-se de boas e úteis informações que realmente sejam válidas para seu crescimento pessoal.
Não ter preconceito é básico para tirar a venda dos olhos da maioria. Ter consciência é básico para tirar o olhar dos ricos de seus umbigos.
Os Atualistas buscam a consciência da Humanidade.
Na Internet, na biblioteca, nos teatros, no cinema, nos shows, nos bares em todos os lugares, artistas estão atuando na nossa atualidade. Estes artistas não devem ser vistos como novidade, sim como um incentivo para o desenvolvimento criativo de soluções. Para orientar nossa sociedade perdida.
Os Atualistas não estão chegando, eles sempre estiveram aqui. Pesquise sua consciência. Fique atento! Seja flexível e reflita, aja agora. Seja mais um a acreditar que juntos somos o máximo. Seja um Atualista.
Assista ao filme dos Atualistas "Contramaré". Descobrir onde, quando e como é a sua 1ª missão.























v

Os Atualistas acabaram.

Perdão, mas não temos muito o que dizer, aliás escrever.


Os Atualistas acabaram. . .

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Andar de Bicicleta

Quando criança passamos o tempo todo buscando coisas novas,
algumas delas é andar de bicicleta. Para tal gastamos boa parte do
tempo entre a tentativa e o erro, ou melhor, caímos até que uma
hora estamos a andar sobre as rodinhas nas praças, nos jardins e nos
parques.
Hoje temos que ser como as crianças que estão sempre prontas para
aprender a andar de bicicleta, mesmo porque com a falta de
oportunidade vinda da tecnologia muitas empresas ficarão sob
controle dos robôs, só nos restando aprender tudo novamente.
Particularmente ainda temos enraizado em nossas mentes a
expectativa de emprego e renda como remédio das dificuldades
econômicas, no entanto muitos de nós teremos que fazer algo
totalmente novo. Vamos esquecer o produto pois todo mundo copia
todo mundo, então, temos que criar e inovar nos serviços que são
gerados por esses produtos.
O Brasil tem que rever sua política desenvolvimentista, onde as
grandes empresas cada vez mais estão enviando seus produtos para
outros países em busca de uma moeda mais forte e atrativa,
deixando sem assistência as empresas menores as quais não
recebem respaldo ou incentivo para produzir e gerar renda para os
filhos da nação.
É como andar de bicicleta, as pessoas que um dia andaram de
bicicleta precisam urgentemente voltar a praticar, pois só assim é que
terão suas mentes alertas com outros elementos a sua frente.
Precisam saber interagir com outros fatores além da habilidade do
equilíbrio, o que podemos chamar de visão. Para aqueles que ainda
não aprenderam terão que aprender a lidar com o desconhecido, com
o medo, e a se surpreender com os resultados que poderão vir desta
aventura.
Assim como a China, que hoje é um dos maiores países em taxa de
crescimento simplesmente porque souberam relacionar os grandes
empreendedores sem hostilizar os que estão iniciando suas
atividades, resta aos brasileiros tirar proveito desta viajem ao país do
Sol Nascente e surgir com uma nova luz (política) de crescimento
para aqueles que ainda estão andando de velocípede, ou ainda nem
sabem andar. As empresas que buscam novos conceitos e inovam
seus produtos por meio de seus serviços encontrarão muitas
oportunidades na globalização.
E aqueles que estão passando por dificuldades, deverão ter em
mente que há muito por vir; olhar para o chão é o medo de cair,
enquanto olhar para frente é vislumbrar algo novo, um desafio a
mais, são novos mercados, é como voltar a ser criança, é ter que agir
com sinceridade, honestidade e ética nos negócios e sempre disposto
a aprender a andar de bicicleta.
Alexandre Mendes de Freitas
Consultor de empresas Sebrae/SP

Todos manuais aqui

http://radbox.info/

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

É...


É fim de ano...
É fim de a...
É fim d...
É fim..
É f...
Renasço a cada fim de ano

(me dê sua atenção, isso não passa - renasça)

100 ti minto



Renato e sua Legião não estão tocando nas FM's, porquê atualmente não sentimos mais nada. Renato é puro sentimento. Sentir? Todos sentimos que algo escondemos...

domingo, 6 de dezembro de 2009

Auto Center Drive 1





Total audiovisual




As grandes marcas do mundo não são de corporações, são as marcas do que fazemos.
Faço algo mais do que circundar meu umbigo. Olho para os lados, para cima e para baixo e audiovisualizo.

Pudovkin

Música educa (ralho)

Só a música mesmo pra colocar em harmonia pensamentos
Estou louco para escutar o balanço da tua voz
Com a mão batuco na cintura
Escuto tudo fora dessa loucura
Explico nesse ritmo minha biologia
Eh eh eh eu faço um som assim sim
Sem orgia
Levanto as mãos e começo a dançar
Sem ranço danço
O tempo não passa nem para
Não canso
É assim a primeira arte e a segunda

Dois zeros dão oitos eternos coitos

Não adianta fugir
Estamos numa estrada circular
Eu no mesmo lugar te espero
A me exercitar sem correr
Depressa ou sem pressa
Vais voltar

Estamos tontos por circular no mesmo lugar
A vida é uma volta
Eterno voltar
Estou aqui
Desde 68
O ano que não acabou
Mas iniciou nosso 69

Minha punheta

Assopro o ar
Adentro o mar
Na orla a bordo de um balão
Escrito bem grande
Não
Estou flutuando
Esse ar que insiste em assoprar
O canalizo na flauta doce
Ou na corneta
Nessa desconversa desconexa
Anexo
Minha punheta

Que horas são em ti?

Uma vez uma garota me disse
Você é jovem demais
E faz tanto tempo que tanto faz
Faz tempo eu sei
Mas eu cresci passei dos 17
Hoje de maior vejo que nova era ela
Pois vi numa novela
Que o amor não escolhe idade
Tempo é hora e é agora
Que horas são em ti?
Pra nós...

Rupestre-se


As pinturas rupestres foram importantes formas artístico-sociais de garantir a transmissão cultural e pedagógica da época. E que contribuiu para a interação e a relação entre humanos e destes com a natureza. As pinturas nos mostram, desde muito tempo, que devemos lutar e muito para que a nossa sobrevivência garanta-se. O humano só se faz em sua plenitude por meio de lutas. E os primeiros habitantes do Brasil já sabiam disto – assim como também sabemos.
Para que possamos compreender melhor a nossa própria historia antiga, e ver nela um reflexo para o nosso cotidiano, façamos em nossas vidas muitas lutas políticas, sociais e culturais. Transformadores sociais todos podemos ser. Como nos mostram os antigos habitantes de nosso Brasil, que viveram muito bem, relacionando-se entre si, com o meio ambiente e com os outros grupos humanos que aqui viveram.


http://64.233.163.132/search?q=cache:3eNEIeRoYp4J:www.espacoacademico.com.br/041/41cjustamand.htm+pintura+rupestre+brasileira&cd=5&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br

sábado, 5 de dezembro de 2009

Venho aeh em




O que que eu tava fazendo mesmo?

Amigo da Onça



Pintura rupestre dos anos 00

Até a última ponta




Traçando os destinos de uma nova vida

Órgão Sexual de V.Dalí




Reprodução digital da arte atual e rupestre das partes de V. Dalí.

V. Dalí você só ve aqui




A partir de hoje iremos mostrar a obra do pintor rupestre Atualista V. Dalí.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Manos à Obra

Os Atualistas podem ser impossíveis, mas não improváveis.
Não queremos falar de nós mesmos, nem mostrar coisas bonitas, queremos atuar na nossa época, e entenda por atuar; contribuir; desempenhar; agir... Assim ficamos atuando silentemente, pois não queremos dominar e nem ser dominados. Queremos a liberdade de viver sem segredos, expressando íntimos desejos, medos, pensamentos e sentimentos.
Assim, ser Atualista é sentir-se vivo e atuante no nosso local e momento.

Amar Omar


Às vezes o fim nos desafia
E isso nos afia
A dor refina sabedoria
Não importa quantos rios desçam minha face
Sorrio
É
Não é fácil
Largo o reflexo do lago
Jogo meu olhar pra imensidão do mar
Não vou me entregar
O sal me tempera
Mas tem também tinta têmpera
Pinto minhas têmporas
O tempo a porá na minha frente
Para que eu a enfrente
Sigamos em frente
E ainda consigamos
Com rimas nas bocas ir a Roma
Mostrar que nos amamos ao Papa
E sem papas na língua
Reclamar no altar o amor romântico
Durante o sim te beijar
Sinos a tocar
E nós a badalar
Proclamando que estamos nos amando em baixo da ponte
Essa que liga
Atravessa-nos a língua com juras de amor
Enquanto nos beijamos

*Puta merda, já pensou beijar e falar ao mesmo tempo.
Faça isso agora
Já!!!!!!!!!!!!!
Hmmm... dita dura!

Reflita

Amor Carvão


Escultura de André - Parque Mascarenhas - Bairro Humaitá



Não vou mais pensar em mim
Pois sem você no fim
Não há mais nada a pensar
Sou assim
Tipo que ama
E declama
Do copo da vida derrama
Quespalha calma na cama

Pra sua ciência paciência me resta
A espera de novo me zera
Sou assim sem mais nem menos
Nos amemos amenos

Eu vou mais pensar em mim
Pois pra ti ter aqui neném
Faço tudo
Estudo e venço
Te convenço
Com meus cílios
Abano a brasa do amor no teu coração
Reacendo nossa paixão

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Escrevo pra ti Maria

TiAmariañ,tiamo

Luxo e Lixo - Sinônimos


Liberdade ah ah ha ha
As crianças brincam no matadouro
E os anjos sobrevoam como urubu a carniça
Não vamos conseguir parar sozinhos
De verdade em verdade é verdade
Volte sem luzes ofuscantes
Para que entendamos mais que antes
Precisamos ser iguais em maioria
Chega de empatar
Eu reclamo por que amo
A estrada está cheia
A entrada está parada
Está tudo para um lado que não vejo saída

Pecados são regras hoje em dia
Luxo
Vaidade
Preguiça
Gula
Avareza
E a soberba
Ah! e a soberba...
Eu nessa ira?
UM dia chego la

Ontem fui que nem a maioria
Mas veja a confusão que ajudei a criar
Ricos e pobres são iguais
Porém em lados opostos
Boçais

Sou tudo em pedaços


Vo Vó

O tempo passa e gasta quem a gente gosta
Na verdade muita gente fica mais bonita com o passar do tempo
Mas não são as pessoas apegadas essas
Livre me solto da exterior beleza
O dia adia a noite anota os sonhos
Somos o que somos
Isto perto do que temos...
...Bem
Ando assim por aeh
Quero é ser uma montanha para o vento soprar em mim

Subo ao alto para ver Deus
Sabe o que eu faço não fujo do aço
Sou tudo em pedaços
Vejo Deus em detalhes mínimos
Como esta pontinha de amor no teu olhar
Amim

Amem
Amém

Enquanto houver espaço, corpo, tempo e algum modo de dizer não, eu canto