domingo, 16 de março de 2025

As vezes pareço que não existo, já não sei dizer. Vem depressa pra mim

 



 

Invento um litoral de onde estou

Tenho um mundo inteiro

Mas não tenho quem amo

Sou diferente

Não quero ferir alguém

O que tenho sou só eu

Improviso um aviso

No meu notebook aberto

Não posso esquecer o preço de sentir o que sinto

Vou pagar o que eu devo

É o meu dever

 

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